Posts Tagged ‘Evan Peters’

É, cada um com seus próprios catiripapos…

Julho 29, 2013

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Mas como gostamos do casal no passado e achamos que situações como essas merecem um pensamento maior sobre toda a situação (apesar de não saber o quanto eles já pensaram sobre o assunto meio assim), vamos deixar o Evan Peters e a Emma Roberts no cantinho do #THINKAGAIN, porque ambos merecem ficar de castigo nesse momento.

 

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Que coisa feia hein, Emma Roberts?

Julho 18, 2013

Ninguém deve bater em ninguém e todo mundo precisa aprender a se controlar. Além disso, uma mulher bater no seu parceiro é tão errado quanto o contrário. (repito, ninguém deve bater em ninguém)

Uma pena o Evan Peters ter retirado a queixa logo em seguida… (#TIPICO)

Esperamos que nessa sacolinha tenha uma boa dose de #SHAMEONYOU, Emma.

 

 

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Coachella 2013 (Finde 1) – O festival que já foi alguém mais importante na fila da jukebox indie e ou entre os hipsters dos arredores de Indio

Abril 16, 2013

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Sim, parece que perdemos mesmo o Coachella e temos que nos conformar com mais essa triste perda em nossas vidas. Humpf! Se antes o melhor festival da America antiga era marcado pelo encontro de gente bacana, pouco interessada em aparecer e apenas dispostas a ouvir uma variedade de música boa em um mesmo lugar, hoje virou uma grande passarela de wannabe do desespero desesperador que a gente desconfia que nem se importe muito com o que estiver tocando, desde que tenha sido recomendado no Face por aquele amigo mais fundamento da turma.

Tem aqueles que querem ser vistos com o modelo emprestado da lojinha cool do momento, aquelas que juram que são as novas musas da preguiça (e apenas da preguiça elas bem conseguem ser fáci) e outros aparecem apenas atrás de pulseira colorida que dá direito a bebida de graça e alguns brindes na hora da saída. Triste. (se já é triste para gente normal, imagina para eles?) Vale de tudo para aparecer nessa hora e como quem vai no Coachella agora “ter que ser muito, mas muito hipster”, melancias penduradas no pescoço estão totalmente ultrapassadas (desde que os nossos pais usavam essa expressão, diga-se de passagem, rs) e a moda agora pede para se carregar girassóis gigantes e muito maiores do que qualquer tipo de vergonha na cara que se possa adquirir com o tempo.

Sempre resta a dúvida se no iPod dessa gente toda que agora tem aparecido com certa frequência no festival tem pelo menos 25% das bandas que tocam nele a cada edição. DU-VI-DO. Mas isso também pouco importa, porque só o fato de estarem naquele lugar ouvindo música boa, já deve contar como um grande bem para a humanidade, por isso estão semi perdoados. (mas mesmo assim vão ter que aturar o nosso olhar cruel de desaprovação)

E a edição do Coachella 2013 não foi diferente, pelo menos não nesse primeiro finde do festival (alguma esperança de que vá melhorar muito no segundo?) e como sempre, resolvemos comentar só o que a gente considera importante sobre o mesmo, que é sempre algo que fica naquela linha tênue entre o pavor, o horrorendo e o fundamento. Estão preparados? Então coloca o novo do Phoenix para tocar, manda a mãe aplicar qualquer coisa de renda na barra do short, separa aquela botinha larguinha (que eu adoraria conseguir usar se não fosse uma pessoa que precisa de firmeza nos pés. Sério, acho lindo, mas não consigo), deixa o cabelo meio sujinho, arranca umas flores artificiais do centro de mesa da sua avó e gruda nele agora para vir acompanhar com a gente tudo o que aconteceu nessa ex delícia de festival.

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Começamos já assumindo que esse ano estamos de muso novo e sueco para o primeiro finde do festival: Alexander Skarsgard (uma vez que o meu muso antigo não está mais dando as caras por lá desde a edição anterior. Sábio Speedman – ♥ )

Alexander divou nesses três primeiros dias do festival, com seus mais de três metros de altura sueca e aquele porte viking que todos nós cobiçamos um dia. (aqui no Guilt pelo menos, cobiçamos quase todos os dias)

Além de tudo ele foi de t-shirt “bairrista” fundamento, se colocou pencas com os amigos durante esses dias todos, encarou lindamente o fato da ex estar no mesmo lugar e com o seu atual noivo (o que é sempre uma barra, independente do seu próprio nível de magia) e como se tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar ainda mais apaixonados por ele, Alex não podia dar um passo naquele lugar que era imediatamente assediado por todas, algo que a gente não pode nem sentir ciúmes porque se estivéssemos por lá, certamente faríamos o mesmo. E o que ele fez?

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Foi queridíssimo com todas, tirou foto com todo mundo (basta procurar nos Tumblrs que eles estão cheios delas. A propósito, THNKS V.T, que me mandou esse link aqui via Twitter), revelando que o seu nível da magia à sedução é ainda maior do que a gente imaginava ser.

Sem contar que por esses dias, o Alexander Skarsgard andou dando umas declarações adoráveis a seu respeito, dizendo que ele é um cara sozinho, que em casa é só ele e ele mesmo (só mandar os endereço que sempre deixamos uma malinha de emergência pronta, rs) e bem que ele queria ter alguém para brigar e pedir para largar o telefone de vez em quando (sério, meu coração auto tricotou um sweater para ele mesmo nessa hora) e disse ainda que ele não é muito bom com mensagens de texto, que ele sempre tenta ser super objetivo e quase sempre acha que elas acabam ficando meio que grosseiras. E o Alex disse que tem esse hábito porque com mãos daquele tamanho todo, a gente pode bem imaginar a dificuldade que ele tem para digitar no seu telefone. É Alex, nós bem imaginamos o tamanho dessas mãos suecas. Höy!

Mas todos esses requisitos não foram o suficiente para que ele se tornasse o nosso verdadeiro muso da vez para o Coachella 2013 e o detalhe especial que lhe rendeu o título ficou por conta dessas duas próximas imagens que nós avisamos desde já que é melhor estar preparado, porque as cenas de foufurice podem ser fortes demais para os mais fracos. Por isso perguntamos: porque o Alexander Skarsgard é o nosso muso desse primeiro finde do Coachella 2013?

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Motivo 1 (♥)  Amigo que faz o inconveniente e levanta o outro amigo para ver tudo de perto em um show. #TEMCOMONAOAMAR? Não, mas não tem mesmo. ♥ (e a imagem acima me faz pensar que se não for para ter filhos originalmente suecos com descendência viking e ou propensão para se tornarem vampiros um dia talvez, podemos pelo menos nos tornar BFFs, porque talvez a gente até já se contente apenas com esse tipo de contato, hein? #BROSBEFOREHOES)

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Motivo 2 (♥)  Alguém com mais de 3 metros de altura, inconveniente mesmo sem querer, dando o sangue na pista. #TEMCOMONAOAMAR e sonhar em dividir um momento como esse com ele algum dia? Não, também não tem. (♥)

Então, por esses dois motivos especiais, o nosso boy magia mágica sueca preferido acabou levando o título de nosso Muso Magia Mágica do primeiro finde do Coachella 2013. HÖY!

#SOUTHSTOCKHOLMMUSE

Actress+Kate+Bosworth+director+fiance+Michael

E falando em ex, me desculpem, mas vou ter que trazer o elefante branco na sala a tona com a seguinte pergunta: comparado o atual com o ex nas imagens acima, não que a gente queira causar discórdia, porque está tudo lindo desse jeito também, tem como não achar que a Kate Bosworth estava sentindo calafrios de aversão no exato momento dessa tentativa de afofada por trás? #CREDINCRUZ (x3)

Porque todo mundo sabe que quando a afofada é bem vinda, a gente “exibe o Pão de Açúcar  como nosso maior cartão de visita, recomendando visitações, claro (rs). Mas aparentemente isso não foi exatamente o que parece que aconteceu nesse momento, não é mesmo? É, não parece.

Mas tudo bem Bosworth, o importante é que você já visitou bastante a Suécia, conhece bem seus monumentos históricos mais pitorescos e isso é o que importa (isso e o fato que você também estava maravileeeandra no festival). Fazer o que se você decidiu abandonar a bela magia e ficar com a fera, não é mesmo?

Só sei que na fila das vizinhas fofoqueiras nas janelas do meu bairro, todas diriam que você trocou a Suécia por Carapicuíba. Nada contra Carapicuíba e sim totalmente a favor da Suécia, que fique bem claro.

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Quem morre de preguiça ao encontrar os nomes “Vanessa” e “Hudgens” figurando em uma mesma frase, que atire a primeira tesoura de jardinagem que a gente hoje quer fazer uma criança do high school chorar sangue pisado.

Tem neo hippie mais irritante?

Vanessinha até que se esforça no fundamento boho chic que ela insiste em nos empurrar desde que saiu do high school, algo que pela nossas contas feitas no palitinho só que na versão cogumelo, já deve ter quase ou pelo menos 10 anos. E até agora ele parece que não aprendeu muita coisa e de boho chic, acaba sempre com cara de vendedora de bijuteria feita com casca de coco e semente de qualquer coisa.

Reparem na cara de total desaprovação da menia a direita de quem vê, tentando avisar no olhar o Sebastian Kydd (sério, AMO esse nome) que as coisas para ele estavam bem mais interessantes nos anos 80.

Vanessa+Hudgens+enjoys+Coachella+music+festival

E é sempre aquela mesma coisa de sempre, uma look cansado e um fundamento forçado que a gente até já viu que ela tem mesmo no dia a dia, mas em época de festival parece que ela incorpora alguma hippie que fez a passagem naquela época e volta com muito mais força. Preguiça…

Sem contar que esse shorts branco acabou imprimindo fralda old school de adulto fantasiado ridiculamente de criança.

Com isso, podemos dizer que Vanessa é aquele tipo de figurinha que a gente gostaria que nunca mais se repetisse no Coachella. Poderia ganhar um convite de “já deu e não precisa mais voltar” com direito aos três dias de festival hippie da feirinha de artesanato da Praia Grande em São Paulo. (substitua “Praia Grande” por qualquer praia popular da sua região. Não que a gente esteja ofensivo com nossas próprias regiões hoje, rs)

#NAOTABOMNAO

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Pernas tão longar quanto o total da altura de alguns, cabelos de diva de creme desembaraçante sem enxague, cara de quem não come carbo desde o verão de 2002. Chegou o bonde das tops!

Elas que parecem estar disputando a tapa o posto de musa do Coachella, querendo ser o que a Kate Moss sempre foi para o Glastonbury.

E o que nós temos para dizer para a Miranda Kerr, a Alessondra Ambrosio (e o shorts dela poderia servir como uma referência perfeita para o que a Vanessa Hudgens tentou fazer na imagem anterior e não conseguiu) e essa outra com 1,80 só de perna?

NUNCA SERÁS!

Queria só pegar o iPod de cada uma delas para dar uma conferida nos 10 últimos álbuns adicionados ou pelo menos nas cinco últimas músicas tocadas. Porque todo mundo sabe que fazer isso é como ler a vida de alguém nos búzios, não sabe? Experimentem…

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Agora, somos obrigados a reconhecer que a beleza da Alessandra Ambrosio só deve mesmo é atrair coisa linda para o seu lado, não é mesmo Chris Pine AnnaSophia Robb, também conhecida atualmente como a adorável little Carrie?

#TEMCOMONAOAMAR? (de barba, mais magro e com esse cabelo maior e menos arrumadinho, o Chris conseguiu ficar ainda melhor, não? Höy!)

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E a dúvida do momento é a seguinte: a gente avisa o Chuck o que ele a essa altura já deveria saber, que cardigã de lã ou qualquer coisa de lã, se usa com uma segunda pele por baixo, de preferência de malha ou algodão, ou deixa ele passar vergonha e talvez ficar conhecido como “Cecília”, hein? (porque o resultado de lã em contato diretamente com a pele do corpo sempre dá nisso = Cecília)

Apesar da gente apoiar o movimento dos não depilados, porque a não ser que você tenha acabado de fazer a barba e tenha aplicado espuma de barbear até a virilha,  sempre acaba pinicando todos os envolvidos (você, o coleguinha, as coleguinhas, rs), temos por obrigação dizer que #NAOTABOMNAO (já me basta o chulé do dia inteiro com esse sapato de couro no sol e andando pra lá e pra cá, neam? Chuck do Afofi completo)

Director+Eli+Roth+

E já que estamos falando no movimento dos não depilados, encontramos no Eli Roth um ótimo (talvez exagerado) exemplo da categoria.

Ele que de vez em quando aparece para dirigir os nossos sonhos de terror. Vai dizer que não?

Sei… Höy!

Emma+Roberts+cuddles+up+boyfriend+Evan+Peters+u1xuoAp8j0Hl

E #TEMCOMONAOAMAR a Emma Roberts e o Evan Peters?

Não, não tem. (♥)

E #TEMCOMONAOAMAR beijar ouvindo ao vivo qualquer uma das suas bandas preferidas? (parece até que a coisa toda ganha outro ritmo, não?)

Não, mas não tem mesmo. (♥)²

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E a sábia lição que a Hilary Duff nos deixou durante o Coachella 2013 foi a seguinte:

Na falta de um marido boy magia (que até estava presente, mas esqueceu de levar a magia para a vida, rs), leve um amigo para deixar as fotos do seu Instagram mais “curtíveis”

Está anotado Hilary e jamais esqueceremos esse sábio conselho, rs

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Quando uma imagem fala por si só e é só o que nós gostaríamos de dizer nesse momento além de um “quem é ela na fila da canga tie-dye na Praia Mole” é um único e sonoro “Höy”.

Apenas…

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Nossa, sentiram uma nuvem carregadíssima de mau gosto se aproximando de repente?

E só podia ser ela mesmo, Katya Pérrola (quando não é ela, quase sempre é a Rihanna ou a Smiley. Fato), que me chega recém solteira a um festival de música cheio de boys magia e ou feitiços rápidos bem possíveis apenas para distração, mas me escolheu ir de objeto ornamental de decoração totalmente e inteiramente kitsch. (e não de um jeito bacana, que também é possível como veremos na personagem a seguir)

E essa não foi a sua única escolha meio assim durante o Coachella 2013 não, porque Katya é uma artista de condição e comprou o bilhete único com direito a 3 idas e 3 voltas. VRÁAAA!

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Que caricatismo barato, não?

Impossível até decidir do que ter mais preguiça…

#NAOTABOMNAO Katya. Fuén.

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Mas como esse ano estamos generosos porque pelo menos até agora, não fomos pegos por nenhuma traição no festival (é, o Speedman não deu as caras mesmo. Ufa!) resolvemos criticar mas também ensinar as mais desavisadas como a Katya Pérrola e assim como também fizemos anteriormente com a Vanessa Hudgens, a como pelo menos tentar acertar da próxima vez.

Por isso vamos usar o look da Solange Knowles para ensinar a como usar lindamente um look com estampa figurativa (e porque não também kitsch) só que de forma totalmente leve e maravileeeandra, imprimindo como se o próprio sol em pessoa não tivesse resistido e tivesse descido para assistir o festival de perto.

Maravileeeandra, não?

Diz que a Beyoncé quando viu essa imagem da irmã, não pensou nem duas vezes, fez um coque na peruca e correu para o pomar caseiro que ela tem no alto do Empire State Building (que eu não sei se vocês sabem mas dali até depois do Brooklyn, passando pelo Queens e até ou outro lado do horizonte em Hamptons, é tudo dela e do Jay-Z) e foi pessoalmente colher frutas orgânicas diretamente do pé para oferecer como presente de reconhecimento da beleza e orgulho da prória sis. (que ela já mandou seus capangas sequestrar e trancar no calabouço porque está em turnê e não acha que existe espaço para duas Knowles no mundo ao mesmo tempo, rs)

E só eu imagino Solange e Beyoncé saindo no tapa em noite de reunião de família?

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Preciso dizer que devido aos recentes acontecimentos em Glee e por toda essa Season 4, a minha #CRUSH no Chord Overstreet só tem aumentado e nem fazendo o ridículo com dois óculos eu consigo achá-lo qualquer outra coisa a não ser adorkable. Simplesmente não consigo.

I ♥ Sam

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Uma pena que o Jason não tenha encontrado com o Eric, não?

Porque esses crossovers de magia sempre acabam colaborando para os nossos sonhos de logo mais. #HELLYEAH (mas tem que vir de menino da próxima vez, tá Jason? rs)

Höy!

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Acho tão honesto celebridade ruiva que não se controla na fila do joguinho valendo prêmio, como o Bryan Greenberg. Höy! (parece até a minha própria família na feira de publicidade na faculdade de uma das minhas quase irmãs. Sério, igualzinho, rs)

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Ô gente, mas alguém avisa o Leonardo DiCaprio que é só um festival de música e sem querer ele não parou em uma externa notura de The Walking Dead não,  por favor, que ele parece que não está bem.

Fico imaginando o teor de coco daquela água de coco que serviram para ele no bar.

E será que ele não tem nenhum amigo para fazer a escolta nessa hora? (até eu só saio de casa com pelo menos dois amigos troncudos de seguranç – as vezes meninos, as vezes meninas, rs – que não deixam ninguém me tocar a não ser que eu permita e ou facilite, rs)

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E falando em falta de amigos, está aí a Sophia Bush que não nos deixa mentir, servindo para provar que a nossa teoria de que Hollywood é uma terra de poucos amigos tem todo o fundamento desse mundo.

Ela que até hoje não arrumou pelo menos um colega para dizer que essa franja não ficou boa.

Eu colocaria a culpa no cancelamento da ótima Partners, porque se ela tivesse continuado lá, certamente que o Louis não teria deixado ela continuar insistindo nesse erro horrorendo.

#NAOTABOMNAO

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Isso Kellan Lutz, cobre a cara e deixa o resto assim mesmo porque facilita.

E depois da sua participação vergonhosa em 30 Rock, eu que já o achava um ator ruim para ser considerado medíocre, perdi completamente qualquer esperança que ainda poderia restar nesse caso perdido.

#CASECLOSED

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Gente, mas olha a cara de felicidade de uma necessitada recebendo um prato de comida em barra pela primeira vez em anos, não é mesmo?

Vai com calma Alessandra, que esse sorvete tem que durar pelo menos até o próximo finde, rs.  E eu não me lembro de ter visto a Alessondra tão feliz assim desde que ela perdeu aquelas 12 gramas a mais entre os dedos que a estavam incomodando.

Dá até vontade de comprar um cesta básica e mandar entregar na porta do desfile da Victoria’s Secret, não dá?

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Só não vamos mandar a cesta básica para completar essa alegria porque na hora do ditado… a Alê queimou a brasilidade e optou por um desenho livre + sorrisão, que era bem mais fácil garantir no carisma do que qualquer outra coisa, não é mesmo danada?

(Sorry Alessondra e todas as demais modelos, mas eu não resisti a piada)

ps: e meu pai (R.I.P) que trabalhou anos na Kibon e nem para isso ter me rendido um par de convites com direito a toca do Gugu de 3 pães de queijo com sucos Gummy no Coachella? Achei horrível, Kibão!

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Se disser que quem achar o palito premiado leva o Goreski para casa, nem que for apenas para brincar de Polly Pocket, eu vejo uma fila de encrenca se formando na porta da padaria e ou do mercadinho da vila em 5, 4, 3, 2, 1.

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E preparem-se porque agora, todas as portas do inferno só podem ter se aberto para a passagem do casal Robert Pattinson e aquela que sempre achamos meio assim, Kristen Stewart. (barulho de porta barulhenta de filme de terror)

Sério, tem casal mais insuportavelmente insuportável?

Tem, mas eles certamente também são um deles.

Mas não precisamos dizer mais nada, porque a imagem fala por si só e temos a confirmação chegando agora no nosso ponto eletrônico direto em contato com a direção do Coachella de que esse moço ao lado esquerdo de quem vê, não estava apenas tentando fazer o engraçadão ao sair na foto como casal e estava mesmo é tendo um princípio de crise vomito compulsivo ao se deparar com o casal de mãos dadas, crise essa que só terminou na segunda feira às 13h35 e cinco Eno Tabs sabor damasco verde depois.

#EW

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Para encerrar esse primeiro finde do Coachella 2013, nada melhor do que usar um casal realmente inspirador para nos deixar assim, apaixonados por eles mesmos, rs.

E quando eu disse sobre a linguagem corporal da Kate Bosworth no começo do post, eu estava querendo dizer exatamente esse tipo de reação, de corpos que se encaixam num puxão de camisa só. Höy!

Peter Pacey Love

Sério, tem como olhar para essas imagens do casal e não se inspirar e ou se apaixonar? (casal que diga-se de passagem, não é de hoje que estão juntos e continuam com a mesma cara de apaixonados de sempre. Awnnn!)

Não, não tem. (♥) E esperamos que eles sirvam de inspiração também para o Coachella, que precisa muito mais de um público desse tipo e bem menos de mais da metade do público desse post.

Veremos o que nos aguarda no próximo finde…

 

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American Horror Story: Asylum – Freak, chic porém agora em uma versão bastante melhorada

Fevereiro 8, 2013

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De tanto todo mundo comentar em relação as melhoras da segunda temporada de American Horror Story quando comparada com a primeira, que foi uma total decepção, principalmente falando sobre todas as suas resoluções, me senti tentado a pelo menos dar uma conferida para ver se essa melhora era realmente tão notável assim, a ponto de conseguir me fazer ter pelo menos vontade de assistir a nova temporada.

No cenário atual, agora chamado “Asylum”, logo de cara já era possível perceber maiores possibilidades para a trama em meio àquele ambiente de loucura. Freiras impiedosas, serial killer travestido de bom moço, as vezes de papai noel (rs), exorcismos medonhos, o médico nazista totalmente sem limites e ou escrúpulos, criaturas bisonhas rondando pelos corredores pouco iluminados daquele lugar, alienígenas e abduções executadas muito bem. Realmente, a proposta dessa vez parecia ser bem diferente em relação a preguiça da primeira temporada, principalmente a parte onde eles acabaram praticamente culpando um só personagem para justificar quase tudo de ruim que acontecia naquela casa medonha. Em um cenário tão repleto de possibilidades distintas como o de agora, repetir o erro do passado me parecia impossível, ou bem difícil de acontecer e por isso, resolvi dar uma segunda chance à segunda temporada da série.

Se o que precisa melhorar encontrou o seu caminho para o melhor e isso já era possível de se notar facilmente, o que já estava bem bacana havia sido mantido, com a série permanecendo muito bem editada, com cara de terror moderno (sem grandes inovações mais reconstruindo clássicos do gênero), cenários extremamente bem cuidados, com uma beleza fácil de ser reconhecida em tamanha estranheza. A começar pelas imagens promocionais da série, que já anunciavam que esse fundamento, repetido da Season 1, havia sido mantido e esse tipo de detalhe e cuidado nós sempre achamos bem bacana e pelo menos isso nunca pareceu ser um issue dentro dessa história.

O elenco da vez também foi outro acerto do nosso querido e perturbado (porque ele deve sim ser bem perturbado e talvez por isso nós o amamos ainda mais, rs) uncle Ryan Murphy, boa parte dele também encontrado na Season 1, os melhores deles pelo menos (e quem aguentaria ver a Connie Britton totalmente cluelles novamente, heim? , que permaneceram para ajudar a contar essa nova história.

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Lindo ver uma mulher como a Jessica Lange deixando todo mundo de boca aberta, encarando lindamente uma lingerie vermelha por baixo dos seus trajes religiosos, em uma das cenas mais sensacionais em termo de magia e sedução da temporada e tudo isso por culpa do seu talento, que praticamente sobrou durante essa temporada. Agora vivendo a Sister Jude, novamente uma mulher ambígua e com mais chances de ser uma das vilãs da vez do que qualquer outra coisa, ela novamente roubou a cena sendo totalmente impiedosa com os pacientes que se encontravam sob seus cuidados, mantendo um amor proibido pelo Monsignor Timothy Howard (Joseph Fiennes, que estava em um papel super pequeno e eu já até estava aguardando que ele fosse divulgado como um dos principais para a próxima temporada, algo que não aconteceu ainda e talvez não aconteça), isso até o jogo virar e ela se encontrar como uma das pacientes da próprio hospício, onde ela foi perdendo o controle aos poucos até se tornar apenas mais um deles. E diga-se de passagem, essa foi uma excelente transição. Clap Clap Clap!

Zachary Quinto também esteve ótimo como Bloody Face, o serial killer da vez que se travestia de doutor bom moço, tentando ajudar os pacientes da clínica. Um papel que nós já vimos ele fazer muito bem, por isso nenhuma surpresa, exceto pelos excessos de estranhezas que o próprio personagem carregava, cheio de mommy issues e um vício que nós preferimos não comentar para não deixar ninguém com enjoo. Sua parceira em cena por grande parte da temporada foi a atriz Sarah Paulson, dessa vez em um papel bem maior do que a sua participação durante a Season 1, vivendo uma jornalista lésbica (Lana Winters) que em busca da história da sua vida, acabou se encontrando como uma das pacientes daquele lugar pavoroso, sendo torturada a todo tempo e tendo a chance de conhecer de perto a cabeça do personagem que havia a atraído àquele lugar, que vinha a ser exatamente o Bloody Face do Zachary Quinto. (e os dois são super amigos na vida real, além de gays assumidos e ativistas bacanas do tipo não pedantes como o modelo antigo e preguiça que não devemos seguir, nova geração!)

Saindo um pouco do lado maluco da coisa e partindo para uma questão mais sobrenatural, encontramos o Evan Peters, dessa vez bancando o bom moço antigo na pele de Kit Walker, casado com uma mulher negra em uma época em que as pessoas não estavam preparadas para esse tipo de situação. Resumindo, uma época ainda mais estúpida do que a que vivemos, obviamente, porque esse tipo de crime/ódio jamais deveria ter sido tolerado e ou existido. Enfim. Nesse cenário, tivemos a proposta da abdução, executada muito bem por sinal, mas que ao mesmo tempo acabou ficando meio que de lado durante a temporada, mesmo que a sua história tenha ganhado começo, meio e fim. Achei que nessa hora, faltou um pouquinho de coragem para abordar mais sobre o tema, que ao mesmo tempo, se tivesse ganhado mais atenção dentro da proposta da vez da série, teria acabado destoando completamente de todo o resto e por isso, no final das contas acabou aparecendo na medida exata.

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Ainda do lado sobrenatural da vez, tivemos ótimos momentos começando com um exorcismo daqueles, com direito a muita blasfêmia e aquela voz de #CREDINCRUZ que nós bem conhecemos do gênero. Dentro desse plot, ganhamos outro grande personagem para essa Season 2 de American Horror Story, com a Sister Mary Eunice (Lily Rabe, também em um papel muito maior do que o da temporada anterior e a cara do Benedict Cumberbatch de peruca loira. Sério) ganhando um habitante novo para o seu corpinho até então livre de pecados, ninguém menos do que o diabo himself. WOO. Sério, essa mulher esteve literalmente diabólica durante essa temporada e por isso acabou sendo um dos grandes destaques da mesma. Como esquecer aquela cena ótima dela cantando “You Don’t Own Me” olhando diretamente para o crucifixo pendurado na parede do seu quarto? Excelente!

Outra que esteve diabolicamente sensacional durante essa segunda temporada, foi a Frances Conroy, dessa vez bancando o anjo da morte, em cenas quase poéticas, além de também terem sido todas executadas dignamente em termos de efeitos, com a grandiosidade de suas asas pretas e uma caracterização sensacional, do figurino dramático ao make seguindo a mesma linha. E fazendo participações especiais, tivemos o Adam Levine, que até que esteve OK dentro do seu papel (melhot que no SNL, por exemplo…) e a Chloë Sevigny, em uma participação quase afetiva, sem grande destaque. (na verdade, essa segunda foi quase um desperdício)

Apesar de todos esses pontos altos da temporada, preciso dizer que embora tenha gostado muito mais dessa nova temporada do que da anterior, a qual me fez inclusive prometer não ver mais a série (e eu não sou bom com promessas, portanto), a sensação que fica ainda é a de que o Ryan Murphy sabe muito bem criar um ambiente tentador, que atraí a nossa atenção e consegue nos prender facilmente dentro do seu cenário, mas ainda não aprendeu muito bem como finalizar suas histórias, encerrando algumas delas de forma bem simples, quase que de forma desleixada até. Mas digamos que pelo menos dessa vez, eles pelo menos conseguiram acertar mais e apesar de ter achado que algumas criaturas e personagens bacanas dentro daquele ambiente foram deixados de lado para encerrar a história que mais interessava e ou era mais importante, podemos dizer que pelo menos uns 80% da história da vez foi encerrado de forma bem bacana e com uma variedade muito maior de culpados do que aquela preguiça toda da temporada anterior.

Cenas ótimas como o médico nazista se dispondo a ser cremado vivo ao lado da sua freira amada, assim como o surto da Sister Jude ao som de “The Name Game” que trouxe um pouquinho do lado Glee do uncle Ryan para esse cenário completamente diferente ao que encontramos no McKinley High (apesar de que, bem que poderiam mandar pelo menos a Rachel para lá, hein? Sugestão a ser considerada…), foram apenas alguns dos excelentes momentos da temporada, até chegarmos a sua resolução, com um episódio final ainda mais especial do que tudo que já havíamos visto até aqui.

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Lana Banana se tornando uma jornalista de sucesso e extremamente arrogante, completamente vendida, aproveitando o momento para vendar o livro da sua história para o mundo, uma história que ela mesmo havia vivido porém havia também dado aquele incrementada para deixar tudo ainda mais interessante para o seu lado, é claro, tendo que encarar o filho (interpretado pelo Dylan McDermott, sem a parte da magia antiga mas em um papel menor, do tipo que ele consegue dar conta) fruto de um estupro do grande serial killer da vez, ele que seguia os passos do pai e segundo ela mesmo, havia herdado o pior de ambas as partes. Apesar desse ter sido o grande finale de American Horror Story: Asylum, devo confessar que pelo menos essa parte eu acabei achando bem previsível e tinha certeza que aconteceria, para dar a chance da personagem principal encerrar aquele ciclo da sua vida, que precisava encontrar um fim. O que não chegou a tirar o mérito do seu encerramento, que foi muito bem executado, mas que acabou desviando as atenções para o final da outa grande personagem dessa temporada, a Sister Jude.

Esse sim, acabou me deixando bem mais surpreso, ainda mais encontrando o Kit como seu acolhedor, resgatando aquela mulher que no passado não havia sido nada bacana com ele ou com seus amigos, mas passando por cima de toda essa mágoa e trazendo a Sister Jude para perto da sua família, tentando recuperar uma mente que acabou se perdendo dentro daquele ambiente horrroso e que teve a sua situação piorada quando a igreja resolveu vender a clínica para o estado e nesse momento, as coisas acabaram se perdendo por completamente. Um final bem bacana para uma personagem excelente, que acabou tendo a sua chance de também se redimir em relação a suas maldades do passado e de quebra nos deixou com a sensação de que o Kit havia sido abduzido com um propósito e talvez os seus filhos tenham seguido esse mesmo caminho ainda tão misterioso.

E com essa grande mistura de temas e personagens, American Horror Story: Asylum acabou conseguindo atingir o que parecia impossível, abrindo os horizontes para novas e numerosas possibilidades e nos entregando uma temporada que em nada nos lembrava o que não havia sido tão bom durante a Season 1. A partir disso, comecei a imaginar os possíveis cenários para uma próxima temporada, onde já não me parecia mais pertinente um cenário reduzido, focado em um ambiente com menores possibilidades, como o da sofrível Season 1. Desde o começo, cheguei a pensar em uma prisão, ou em um campo de concentração ou de guerra para os cenários da já confirmada Season 3. Ryan MUrphy disse que um detalhe perto do fim da temporada foi uma de suas pistas para  o cenário que encontraremos durante a Season 3 e ao que tudo indica, a chegada das novas pacientes ao hospício, vestidas como prisioneiras e com a Frances Conroy chegando deliciosamente possuída e toda banhada no diesel para caminhões naquele local, para total desespero da Sister Jude, com quem ela “dividiria” o quarto naquele momento, talvez tenha sido a deixa para o que encontraremos no próximo ano da série.

Por esse motivo, nada me tira da cabeça que devemos caminhar dentro do cenário de uma prisão durante a próxima temporada, algo que apesar de ser uma saída semelhante em termos de possibilidades e quantidade de personagens bem parecido com o que encontramos no cenário atual, seguindo essa fórmula muito mais bacana da Season 2 do que qualquer coisa a respeito da  temporada anterior, temos tudo para ganhar uma Season 3 excelente de American Horror Story: Prison Break versão Girlie. E para você que se animar em assistir a série a partir de agora, esqueça a Season 1 (i wish), fingindo que ela nunca existiu e se aventure a partir dessa Season 2 que vale muito mais a pena.

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Da série casais que nós amamos: Emma Roberts + Evan Peters

Novembro 26, 2012

Não me pergunte o nome de um trabalho que essa Emma Roberts tenha feito que eu não tenha que pensar pelo menos por um tempo e no final das contas acabe mesmo é apelando para o IMDB, mas ainda assim, gosto bastante dela ao lado do Evan Peters, viu? Acho um casal foufo. 

 

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Evan Peters maravileeeandro para a Flaunt de novembro

Novembro 8, 2012

Höy! Além da linda imagem do Evan Peters para a Flaunt Magazine de novembro, ainda tem a historinha dessa sua tattoo escrito “MOM”, que segundo ele, ao pedir para fazer uma, sua mãe disse “Pode sim, contanto que você escreva MÃE” (ironicamente, claro) e assim ele fez. Howcuteisthat?

E vocês sabem que eu disse que não iria mais assistir American Horror Story desde o final bem meio assim da sua primeira temporada, mas acabei assistindo apenas a premiere da Season 2, só para dar aquela conferida (apesar de  notar algumas melhoras, acho que continua tudo caminhando para uma mesma coisa…), tenho que dizer que ele me impressionou bastante fazendo um outro tipo bem diferente do seu Tate antigo. Sem contar a Jessica Lange do alto da sua idade que nós não precisamos comentar, dando com uma cinta-liga vermelha na cara da sociedade cristã. Mesmo assim, já foi o suficiente para mim…

 

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Evan Peters para a L’ Uomo Vogue

Janeiro 30, 2012

By Lauren Dukoff.

E não adianta, o Evan Peters tem cara de Tate, fato. Mas nem sempre foi assim viu?

Estava assisitindo “Kick-Ass” novamente durante as férias e reparei que um dos amigos nerd dele no filme é ninguém menos do que o Evan Peters em uma versão com os cabelos mais escuros. Höy!

American Horror Story – Freak, chic, porém tola

Dezembro 26, 2011

Quando American Horror Story começou, eu logo fui me empolgando com a série. Gostei da proposta, do tipo de terror mais refinado misturado com o climão trash e um pouco de fetiche no meio da trama, tanto que até escrevi sobre o assunto por aqui no Guilt.

Mas a medida que o tempo foi se passando e com o desenrolar da história contada durante a Season 1, eu comecei a achar uma série de falhas e isso ficou bem claro para mim, quando eu comecei a acertar exatamente qual seria o rumo da temporada. E eu quase não errei nada, o que acabou com o elemento surpresa da série pra mim e foi o que começou a me deixar com uma certa preguiça da nova série do Ryan Murphy.

Continuei me assustando, continuei gostando do tipo de terror freak chic, mas passei a achar as explicações e resoluções bem tolas ou fáceis demais, meio preguiça até.

E também convenhamos que aquelas pessoas não poderiam ficar morando naquela casa por muito tempo, não com tudo que acontecia por lá, não sem ter a menor noção do que estava de fato acontecendo naquele lugar.

Imaginei desde o começo que eles teriam um final parecido com o que acabou acontecendo na season finale, cheguei até a comentar aqui e ali em conversas soltas que a série estava caminhando por esse rumo.

Se bem que isso não faz de American Horror Story uma série totalmente ruim, mas essas resoluções preguiçosas acabaram estragando a série aos poucos.

Ainda falando do princípio e do fundamento da série, gostei bastante das histórias dos fantasmas contadas como flashback, sempre com alguma coisa bizarra, medonha, ou simplesmente assustadora por trás de cada história. Essa parte da trama eu achei bem interessante e me diverti até, em diversos momentos, além de me assustar, é claro.

Mas ai chegamos ao momento de tratar quem ainda estava vivo naquele lugar. A família Harmon, pai (Ben, Höy!), mãe (Vivien, Yöh!) e filha (Violet), que circulavam entre mortos com a maior naturalidade desse mundo (tudo bem que eles não sabia o que estava acontecendo…), mas sinceramente, dos três, a única que acabou oferecendo alguma coisa de bom como história naquela família foi a Violet mesmo, porque os seus pais…quem se importa?

Comecei a suspeitar que algo trágico estaria por vir no futuro da série também logo de cara, porque das duas uma: ou todo mundo acabaria morrendo e aconteceria uma troca de elenco a cada temporada (essa era a minha aposta inicial) “sobrevivendo” como fantasma apenas os personagens mais interessantes, ou eles teriam que concluir a sua história dentro daquela casa assustadora e se mudar, o que também inviabilizaria a presença dos Harmons por muito tempo naquele cenário. Não conseguia enxergar um outro caminho para aquela história, desde o começo da temporada, fato.

E o meu pensamento estava certo, o que não me causou nenhum espanto no final das contas e para falar bem a verdade, acabou me decepcionando. Humpf…

Além disso, tivemos várias outras explicações tolas para coisas diversas/importantes que aconteceram durante a curta estadia da família naquela casa. Por exemplo:

1) Quem matou o casal de moradores anterior? 

Resposta: Tate

2) Quem matou os jovens dentro da escola?

Resposta: Ta-te

3) Quem colocou fogo no ex Ronaldo Esper em True Blood? 

Resposta: T-a-t-e

4) E quem era o homem borracha?

Resposta: TA-TE.

Assim não dá, não é mesmo? Para tudo a resposta vai ser: Blame Tate? (preguiça define)

Tudo bem que desde o começo, ficou bem claro que aquele garoto (ótimo por sinal, certamente o melhor personagem da série) era perturbado, sempre foi, e ficou claro também que ele tinha alguma ligação pelo menos com o crime da escola, o que na minha visão seria o crime ideal para o seu personagem. Agora, não dava para justificar todas as outras coisas, ou grande parte delas no Tate. É, não dava.

Mas a gota d’água pra mim foi mesmo o Tate, aquele garoto magrelo, frágil até, ser no final das contas o homem de borracha, que quando aparecia em cena, desde o começo da série, parecia ser um homem bem maior ou pelo menos mais forte, não?

Isso não me convenceu e não me convence até hoje. Não consigo aceitar. Não, Ryan Murphy, NÃO! (sem contar que todo mundo abria o zíper daquela máscara com a maior facilidade do mundo e nunca ninguém ficou com o cabelo preso nele…)

Comecei a torcer o nariz porque achei que culpar a mesma pessoa por quase tudo que havia acontecido de importante naquele cenário me pareceu uma opção fácil demais, mesmo com eles pintando o Tate como um psicopata durante toda a temporada. Sem contar que eles tinham outros personagens ótimos para explorar dentro daquela casa e se eles já não existiam, bastava criar.

Falando em personagens ótimos, preciso que o Zachary Quinto estava sensacional interpretando um personagem gay daqueles bem caricatas e delicioso e que dividia a cena com o seu parceiro promíscuo e infiel, uma tentativa descarada de “Novo Alexander Skarsgard”, Höy! Achei muito bom mesmo e esperei pela sua participação no episódio final, mas fiquei frustrado porque ele nem deu as caras, humpf! Aliás, ele teve ótimas lines durante a temporada e preciso ser justo e dizer que o texto dos atores em alguns momentos era realmente muito bom.

Bom, e já que eu mencionei o episódio final, vamos falar dele (1×12 Afterbirth). E eu já vou começar falando que não foi nada bom. É, não foi.

Primeiro que eles acabaram com o mistério em torno da família em cinco segundos, resolveram aquele issue e deixaram o Ben aguardando a dona morte a qualquer momento para se juntar ao resto de sua família fantasma do outro lado (Zzzz). Sem contar que aquela sequência, antes dele tentar o suicídio, com ele todo metódico, deixando as chaves da casa com post-it indicando a função de cada uma delas, senhas, documentos arrumadinhos e tudo mais,  foi um chupisco na cara dura de “A Single Man” do Tom Ford e eu bem reparei nisso. Não só reparei, como achei um absurdo!

Fora isso, tivemos a entrada da nova família latina, que estava na cara pela falta de carisma e ou falta de talento,  que não seriam os novos moradores da mansão mal assombrada (sério, o que era aquela mulher gritando? Euri). Tudo isso para mostrar que os fantasmas presos naquele lugar, não são todos do lado negro da força e que existe o time Gasparzinho, o fantasminha camarada. Daf*ck?

Achei bem tola e quase vergonhosa,  aquela cena do casal Harmon se matando na frente do outro casal, só para deixá-los em pânico, a ponto de não voltarem nunca mais para aquele lugar. Muito embora tenha sido uma cena até que engraçada, no melhor estilo “Beetlejuice”, eu ainda prefiro o humor do filme antigo (que já começa nesse tom, diferente da série) do que o que aconteceu durante a season finale.

Nesse momento, tivemos a nova família fantasma se reunindo na sala para curtir o Natal e ó, aquele outro bebê que nasceu morto, não estava morto, ele chegou a dar um último suspiro dentro da casa e por isso também virou um fantasminha cute. Sério? Não gente, sério?

Eu morri de vergonha. CATAPLOFT!

Mas antes que alguém fale “não gostou faz melhor” eu deixo aqui registrado o que eu achei que aconteceria em American Horror Story… (ou o que seria a minha ideia para a continuidade da série)

Achei que eles acabariam morrendo mesmo, todos, ou talvez sobrasse um para contar história, mas que se mudaria de lá no final (talvez o pai). E eu sinto também que nem todos naquela casa se tornaram fantasmas interessantes, eu por exemplo não tenho a menor curiosidade de saber o que a Vivien tem a dizer depois de morta tocando violoncelo (Zzzz). Não tinha nem o menor interesse enquanto ela estava viva, imaginem morta…

Na minha opinião, além do Tate, que foi sensacional do começo ao fim (embora tenha levado a culpa de quase tudo) e da história da Violet, que não tem como negar que foi muito boa e eu fiquei bem feliz quando ela descobriu que estava morta (algo que eu já desconfiava também porque ela já não saia mais de casa fazia tempo), o casal Vivien e Ben por exemplo, pouco tem para acrescentar na série, vivos ou mortos.

Sem contar aquela cena final, com a Jessica Lange, que é uma atriz que merece respeito, sendo colocada 3 anos depois, ao lado da criança pure evil, com marcas de sangue pela casa toda e a promessa de que aquele menino sorridente e coberto de sangue é o filho do cão, uma cena que eu achei completamente desnecessária. Achei isso tão interessante como uma Fanta Uva sem gelo e fora do prazo de validade.

Com isso, eu não consigo imaginar um sentido para a série para a próxima temporada, que eu desconfio que seja mais ou menos como foi até agora. Uma nova família chega até a casa, vai viver sendo assombrada e no final, todos morrem, ou se mudam e a gente vai ficando com um acúmulo enorme de gente pouco interessante vagando naquele porão. Ou eles vão optar pela história de amor do casal Violet e Tate (Violate) e os fantasmas vão ser o novo hype do momento, roubando o lugar que já foi dos vampiros e que atualmente é ocupado pelos zombies. Ou, teremos uma espécie de Big Brother, com todos os fantasmas sendo obrigados a viver na mesma casa, com votação e direito a paredão do fogo do inferno toda semana, rs. Ou pior, MMA de crianças pure evil, de um lado Pluft, o fantasminha do bem e do outro o seu irmão gêmeo do lado negro da força, Mr Bloody, hein?

Brincadeiras a parte, existe uma corrente que acredita que a cada temporada eles vão propor contar uma história diferente e em um lugar diferente, mudando completamente os personagens e os cenários, inclusive a casa, porém talvez mantendo os atores interpretando diversos personagens diferentes. Algo que eu não confio muito… (será? Hmm mmm)

Não sei, eu pelo menos não consigo imaginar como prosseguir com essa história e não consegui decidir ainda se é porque eu não me importo, ou se é porque eu não me interesso mais.

Sendo assim, pra mim, American Horror Story acabou perdendo totalmente o sentido e eu não vejo porque continuar assistindo a uma série que tem uma ideia até que bacana, embora bem difícil de ser desenvolvida a longo prazo e que além de tudo, ainda prefere apostar na resolução mais fácil para a sua mitologia.

Talvez funcionasse melhor como uma obra fechada para apenas uma temporada, ou filme. Achei o episódio de Halloween (1×4 e 1×05)  bem legal por exemplo, mas tirando isso, realmente eu não tenho a menor vontade de voltar para uma Season 2.

Eu passo. BOO!

ps1: acho imperdoável que a Adelaide não tenha virado um fantasma, mesmo contrariando a sua vontade

ps2: e se a série melhorar muito, alguém me avisa tsá? Mas tem que ser muito, muito mesmo.

Blame Tate

Dezembro 13, 2011

Evan Peters, o Tate de American Horror Story para o Tyler Shields. Höy!

Aproveitando o momento, preciso dizer que mesmo amando o seu personagem, mesmo ainda achando que AHS é uma série bacana que me dá calafrios, onde eles se esforçam para explicar a mitologia da série e tudo mais, tenho achado péssimo que quase todas as explicações são meio tolas e tudo acaba sempre sobrando para ele. Confesso que isso tem me irritado…

E tudo começou quando colocaram ele como o rubber man. Como assism?

Aquele homem de borracha parecia enorme, pelo menos mais alto do que ele e bem mais forte. E no final das contas a gente descobre que ele é esse garoto loiro, magrelo e perturbado? Não dá!

Mesmo assim, achei ótima a história dele com a Violet, mas disso falaremos mais quando a temporada acabar…e estamos bem perto disso.


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