Posts Tagged ‘Felicity’

É cafona, mas pelo menos é honesto, não é mesmo Noel Crane?

Fevereiro 27, 2014

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É, garoto propaganda de toalha dE banho com essa cara medonha e imprimindo o nível quase máximo dos coxinhas, pode até soar bem cafona (além de ser meio assim neam?), mas pelo menos é honesto e nos faz relembrar o porque que passamos anos tão envolvidos quanto a Felicity na eterna dúvida: Noel ou Ben?

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Além de honesto, na verdade, pouco realmente importa quando mesmo anos depois, ainda nos deparamos com esse sorriso do Scott Foley que para sempre vai nos lembrar o seu Noel Crane (#CRUSH), não é mesmo? (apesar de qualquer retoque semi medonho que possa ter ocorrido no tratamento da imagem e ou no próprio tratamento facial do ator.

1/2 Höy, pelo constrangimentos das toalhas, rs

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Ainda bem que nós também escolheríamos o Ben e não o Noel

Dezembro 23, 2013

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Porque com esse figurino inteiro em branco, incluindo o sapatênis (tem coisa mais horrorenda do que um sapatênis? Tem, mas certamente essa também é uma delas) que o Scott Foley escolheu para encarar um talk show em 2013, ficaria muito difícil não se arrepender da escolha de Felicity antiga…

#NAOTABOMNAO

#AINDABEMQUEESCOLHEMOSBEN

ps: se você não souber quem é Ben ou Noel, por favor, se algum dia encontrar uma máquina no tempo e voltar entre 1998 e 2002 e me encontrar, nem pense em puxar conversa. Sério, nem pense. 

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E a Felicity que provou ser das nossas, hein?

Novembro 25, 2013

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Sabia que mesmo tendo sido bem chata em sua série antiga (sorry, mas sempre achei isso da Felicity em Felicity e não aceito que esse crédito seja dado para o meu ciúme em relação ao Ben… nem em relação ao Noel… nem em relação ao Scott Speedman himself, rs), Felicity ainda nos daria motivos para sentirmos orgulho e só recentemente, ela já nos entregou dois deles, o primeiro com a sua excelente The Americans e o segundo agora, quando descobrimos que ela também é #TeamBike.

(♥)

#TEMCOMONAOAMAR e ou invejar que mesmo anos depois, Felicity continua com a mesma cara e o mesmo corpo?

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Veronica Mars pediu 30 dias, mas em poucas horas conseguiu o necessário para realizar o seu filme. Howcoolisthat?

Março 14, 2013

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#INYOURFACE

Para quem é fã de séries de TV, o que acabou de acontecer com Veronica Mars, foi muito, mas muito bacana mesmo.

A série que foi cancelada injustamente no passado, ainda em sua terceira temporada e sem ter ganhado um merecido final, já teve a intenção de virar filme também no passado, mas acabaram não sendo muito felizes ao tentar vender essa ideia para a Warner. Até que ontem, o produtor Rob Thomas e a atriz Kristen Bell (que está maravileeeandra gravidíssima) iniciaram uma petição online para arrecadar fundos para produzir o filme no Kickstarter, com um prazo de 30 dias para alcançar a meta de 2 milhões de dólares para que o longa realmente fosse produzido.

E não é que no primeiro dia eles já conseguiram bater e ultrapassar a meta? Howcoolisthat?

Com isso, ganhamos a confirmação de que o filme de Veronica Mars vai mesmo sair do papel e sua produção deve começar no verão americano e a previsão é que ele seja lançado em 2014. Cool Cool Cool!

E tudo isso acabou me dando ideias. Quem sabe começar uma petição online arrecadando fundos para que a última temporada de Lost seja inteira refeita? INTEIRA! Para a qual a dupla Carlton Cuse e Damon Lindelof pode até voltar, mas desde que deixem seus egos fora da ilha.

Ou quem sabe algo um pouco diferente, com uma petição ao contrário, ameaçando tirar 2 milhões por mês da conta de cada um dos Friends caso eles todos não aceitem mesmo fazer um filme ou uma reunião para um simples episódio de Thanksgiving anual, que seja.

Agora falando sério (mas tudo que eu disse antes também foi bem sério), eu só consigo pensar em algo do tipo para um filme de Gilmore Girls (queremos ver se a Lorelai casou ou não com o Luke e se a Rori fez tudo direitinho na campanha do Obama e quem sabe esteja tentando uma vaga em The Newsroom?) e ou Fringe, com o Walter voltando do futuro (sim, eu já estou com saudades, lidem com isso), dizendo para a humanidade buscar conhecimento. Ou Felicity, aproveitando que todos eles estão de volta à TV. (um dia desses, acabei lendo em uma entrevista com a Keri Russell, que continua super amiga do Scott Speedman – my love – embora eles não se encontrem muito e que um dia desses, passando por um problema qualquer, ela pegou seu telefone e mandou um SMS para sua melhor amiga e para ele, do tipo que a gente manda para desabafar, sabe? E advinha só quem foi o primeiro a retornar, quase que imediatamente? Ben Fucking Covington! Sério, #TEMCOMONAOAMAR?)

E vocês, que séries gostariam de ver no cinema?

(♥)

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The (KGB) Americans

Fevereiro 15, 2013

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Surpreendente em todos os sentidos. TO-DOS.

Ao ler a sinopse de “The Americans” (de Joe Weisberg – Falling Skies – e Graham Yost – Justified – e baseada em uma ideia de Darryl Frank e Justin Falvey), que trazia uma dupla de agentes russos da KGB infiltrados como americanos comuns, vivendo como um casal feliz nos subúrbios da America antiga da década de 80 durante o período da temida Guerra Fria, acabei não conseguindo apostar muito na nova produção do FX, que trazia no elenco a dulpa Keri Russell, fazendo a sua volta da TV depois do fracasso de Running Wilde (que era sofrível e ela dividia com o Will Arnett, uma prova clara de que ele não anda fazendo as melhores escolhas para a sua vida) e desde Felicity (♥) e o Matthew Rhys, esse sempre excelente, mesmo com o final super decadente de Brothers & Sisters. Comecei a suspeitar que dificilmente algo bacana sairia dessa nova aposta, mas depois de assistir a esse piloto, me vi completamente enganado sobre as minhas primeiras impressões sobre a série.

Um piloto longo, com pouco mais de uma hora de duração, mas que ao mesmo tempo conseguiu utilizar muito bem o seu tempo gasto nos situando em relação a história. Aquela sequência inicial já foi bem da sensacional, com um nível bacana de ação e suspense, enquanto começávamos a entender sobre o que a série tratava. Felicity já enfrentando o seu primeiro drama capilar na nova série (tenho certeza que aquela cena da peruca, apesar de fazer perfeitamente parte da cena, foi sim uma provocação ao drama antigo da atriz, quando resolveram cortar os seus longos e volumosos cachos nos primórdios de Felicity e a America antiga entrou em crise) e Kevin Walker mandando ver no corpo a corpo, mostrando que agora que ele tem alguma descendência russa, não está mais para brincadeira ou longas conversas ao telefone com seus demais irmãos e irmãs fofoqueiros e antigos. (rs)

Mas OK, deixando o meu cinismo de lado, surpreendentemente é quase impossível relacionar qualquer um dos dois ao seus grandes trabalhos de destaque do passado. Keri Russell está excelente na pele da agente infiltrada da KGB, Elizabeth Jennings, vivendo o sonho americano que ela acreditava não pertencer até então (mas devido a uma revelação envolvendo os seus ideais do passado, ela já começa a dar sinais de que pode vir a se adaptar a sua nova realidade), com marido e filhos em uma grande casa do subúrbio típico americano. Uma personagem que já começa a revelar suas camadas logo no piloto, mostrando que toda aquela sua postura de badass, meio que sem paciência ou não querendo nenhum tipo de envolvimento com o seu parceiro no crime, tinha raízes mais profundas do que a gente poderia imaginar.

Além do seu passado traumático que nos foi revelado através de um estupro nos tempos do seu treinamento na década de 60 ainda na Russia antiga, Elizabeth teve uma excelente introdução enquanto personagem, mostrando que em serviço ou na vida real, ela também não está para brincadeira. Todas as suas sequência, envolvendo plots dramáticos ou cenas de ação foram sensacionais, ainda mais para um piloto tão bem amarrado, entregando a cabeça do seu estuprador do passado, que agora era a vítima da missão da vez da dupla de agentes e que estava aguardando uma finalização no porta malas do carro do casal, estacionado na garagem.

Matthew Rhys também está sensacional no papel do agente da KGB Phillip Jennings, esse um pouco até mais fácil de lembrar o que já vimos do ator recentemente na TV devido ao seu carisma absurdo e personagem menos “bitolado” do que a sua parceira. Apesar de dividir os mesmos ideais e raízes (apesar de que, parte do passado dele ainda não nos foi revelado, como por exemplo, quem era aquela mulher da foto que ele olhava antes de conhecer Elizabeth…), Phillip começa a enxergar no american way of life que ambos estão vivendo durante tanto tempo, uma possibilidade de escapar daquele vida dupla que pode acabar levando os dois para a prisão perpetua caso sejam descobertos em território inimigo e é possível perceber que ele não consegue achar o estilo de vida americano tão ruim assim para considerar como o seu próprio futuro dentro do país.

Tão profissional quanto a sua parceira, ele também aparece com pompa de badass em campo, em cenas de luta sensacionais do começo ao fim. O que foi a briga dele com o pedófilo da região que resolveu se engraçar com a sua filha (e nem precisava disso, porque eu já tinha certeza que ao ter percebido o perfil do cara, ele certamente acabaria tomando alguma providencia a respeito), com ele saindo vitorioso mas não sem antes se servir de um cachorro quente grelhado? Com a diferença de que pelo menos o seu personagem parece mais adaptável às circunstâncias, conseguindo se divertir mais e procura até um maior envolvimento com a sua parceira, com quem embora ele viva uma vida de aparências como casal, na prática, nada estava sendo como se esperava.

E foi linda a forma como ambos acabaram criando um vínculo maior, com a revelação de que aquele cara preso no porta malas do casal era um problema antigo da sua “mulher”, que ele nem pensou duas vezes antes de finalizar, apenas quando solicitado por ela, que precisava vencer aquela luta que ela tinha em débito com aquele cara horroroso desde muito tempo, provando que agora, ela podia muito mais que ele (uma vingança ótima por sinal). Um sequência incrivelmente sensacional, densa, profunda, super bem executada e tudo isso sem o menor exagero.

Sem contar que depois disso, percebendo o grande vínculo que havia sido despertado naquele momento entre eles, Elizabeth acabou cedendo ao encantos do parceiro/marido e por incrível que pareça, eles conseguiram fazer tudo isso de forma digna, em um cenário típico dos anos 80 e com Phil Collins tocando ao fundo. Dá para acreditar? (“In the Air Tonight” que eu não consigo parar de ouvir desde então)

Aliás, os 80’s realmente voltaram com força a TV com The Carrie Diarires e agora com The Americans, que também não fez feio (e olha que as referências da década são todas tão difíceis de não tornar caricata…), trazendo um cenário extremamente convincente e de muito bom gosto até, apesar da calça semi baggy da própria Felicity em uma das cenas em sua casa, rs (sorry, mas vez ou outra, eu vou te chamar de Felicity, Elizabeth, porque é assim que funciona a minha cabeça e não por qualquer semelhança entre as duas além da mesma atriz que as interpreta, é claro. Lide com isso). Outro tipo de cuidado que eu achei bem importante na produção foram as caracterizações quando em campo de batalha do casal, com ambos aparecendo com disfarces ótimos e perucas melhores ainda, coisa não muito fácil de se encontrar na TV. (vide as peruquinhas pavorosas do Arrow quando na ilha)

Além de ter nos aprofundado bastante até em relação a parte da história dos personagens principais e sobre o porque de tudo aquilo, optando mais por começar a justificar a postura de cada um deles naquele ponto da história do que qualquer outra coisa, ainda ganhamos um vizinho recém chegado aos subúrbios que promete dar alguma trabalho para o casal. Ele que para complicar ainda mais é do FBI e está envolvido em uma tarefa que levanta suspeitas sobre o fato dos russos estarem infiltrados nos USA como cidadãos comuns, ele ainda chega com a bagagem de já ter sido um agente duplo em campo nazista e já começa a desconfiar do comportamento inofensivo demais dos novos vizinhos. (aquele final foi aflitivo, mas teve uma conclusão ótima, com o Phillip estando a uma passo a frente de tudo. Brilhante.)

O piloto, apesar da sua longa duração (lembra do piloto de Fringe? Então… longo, porém excelente), tem um ritmo bem bacana que pode variar de acordo com as preferências pessoais de cada um, com um volume equilibrado entre a quantidade de plots e acontecimentos que acabamos encontrando no primeiro capítulo dessa história, que se seguir a mesma linha desse episódio piloto, tem tudo para ser uma das boas novidades da TV americana para esse ano. (e é muito legal encontrar a Felicity e o Kevin Walker falando russo na TV, vai?)

E de qualquer forma, ficamos felizes que ambos os atores tenham encontrando personagens excelentes para voltar a TV.

Veremos…

 

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Toda a America antiga só fala deles

Fevereiro 7, 2013

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Ainda não consegui assistir The Americans, nova série da Keri Russell e do Matthew Rhys que se passa nos anos 80, trazendo ambos como agentes da KGB infiltrados na America antiga, vivendo como um casal comum durante a Guerra Fria, mas está todo mundo falando que é excelente. (e por isso, pretendo ver no feriado de logo mais)

Apesar de não ter visto ainda, acho ótimo que a Keri (que nós amamos odiar – puro recalque e no meu caso ciúmes mesmo, embora eu odiasse muito mais a Julie, a eterna Pink Power Ranger Megabitch- desde os tempos de Felicity antiga) tenha conseguido um bom papel na TV depois de tanto tempo e o Matthew Rhys também, por quem a gente ainda tem um amor recente guardado dos tempos (apenas os bons) de Brothers & Sisters.

Veremos…

 

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Danada essa Felicity, não?

Janeiro 9, 2012

Falando em babys novos, dona Keri Felicity Russell teve bebê no dia 27/12 (uma filha chamada Willa Lou, #TEMCOMONAOAMAR?…tisc tisc, mas poderia se chamar Felicity…)e já está com esse corpão de sempre?

Todas querem saber esse segredo!

Team J.J.

Novembro 25, 2011

Alguém tem alguma dúvida que o J.J. Abrams deve ser mesmo uma figura?

E eu sou Team J.J., que apesar de alguns deslizes, já nos presenteou com maravilhas neam? Alias, Felicity, Lost…(a idéia e não a finalização, rs)

Sem contar que eu disse para vcs que um dia desses estava assistindo os extras do seu “Star Trek”, e fiquei ainda mais fã do diretor, que é mesmo um gênio, com suas idéias mirabolantes de filmagens oldschool.

Sério, a solução que ele encontrou para filmarem aquelas cenas do Kirk de paraquedas foi sensacional. Sem contar que a maioria dos cenários do filmes são de locações reais escolhidas por ele mesmo, que além de tudo fica perguntando o tempo todo se alguém tem alguma idéia. Howcoolisthat?

E esse post serviu para me lembrar que eu ainda preciso assistir “Super 8”.

True Blood Season 4 – Precisava deixar para ficar boa nos últimos 5 minutos da temporada?

Setembro 13, 2011

Temporada difícil de engolir essa hein? Salva pelos últimos 5 minutos, que deixaram boas promessas para o começo de uma próxima temporada.

Mas antes disso, a verdade tem que ser dita e essa Season 4 de True Blood foi bem difícil hein?

Histórias pouco interessantes, personagens perdidos vagando entre todos os núcleos e muito personagem secundário ocupando um espaço desnecessário (como as panteras que simplesmente sumiram, de tão importantes que foram), apenas para preencher o tempo dos quase 50 minutos de cada episódio. E tudo isso para que mesmo? Para uma temporada meio assim que poderia ser resumida em pouco mais de 3 episódios talvez…

E dessa vez eu sinto em dizer, mas eles perderam a mão e perderam feio.

Começamos com um primeiro episódio muito, mas muito chato. Tivemos a história das fadas naquele cenário podre, digno de filme antigo e ruim da Sessão da Tarde. E tudo isso teve alguma importância para a trama da série? Zero

Não, não teve e até a Claudine, a fadinha camarada da Sookie acabou morrendo em um momento qualquer por falta de relevância para a série e tudo isso nas mãos do silly Eric.

Aliás, o silly Eric foi um dos pontos altos da temporada, já que não tínhamos muita coisa para nos animar. Foufo, mas no quesito magia, todas preferem o dark Eric, aquele que te leva para o porão e…bom, melhor deixar pra lá. Höy!

A história todas das bruxas foi bem fraca também e nada que não pudesse ser resumido na metade da temporada. Eu pelo menos, jurei que essa história teria um final lá pelo episódio 6 ou 7 e que ai teríamos algo novo para lidar até o final da temporada, quem sabe a volta de igreja, que em algum momento até foi prometido em spoilers. Mas não foi assim, infelizmente e eles preferiram arrastar essa história bem meia boca até o final da temporada, humpf!

Marnie até que foi uma bruxa ok, mesmo com o seu histórico de ex tia do Harry Potter e o conflito interno que deve ter rolado de que em um outro papel, ela não era assim muito a favor de bruxaria, ainda mais do lado negro da força, rs. Mas a questão é que todo aquele drama carregado na história do espírirto da bruxa Antonia Gavilán de Logroño (nome retirado direto de uma novela mexicana bem caliente) não tinha muita conexão com a história central de True Blood, que são os vampiros e por isso também ficou bem chata e cansativa.

Eu sei, eu sei que ela carregava o trauma de ter sido estuprada pelos padres vampiros, mas o que eu quero dizer é que teria funcionado melhor se um dos padres estupradores fosse um personagem relevante na série, um vampiro importante, ou quem sabe ligado de alguma forma com um dos personagens principais. Mas também não foi isso o que aconteceu e desse jeito eu me pegava perguntando a todo tempo: quem se importa com a história dessa mulher? Boring…

Eu diria até que mais do que qualquer outra coisa, a história principal dessa temporada (as bruxas) não colou e foi bem desinteressante. Uma pena, porque eu gostava da idéia…

Agora vamos falar de quem importa, mas nos irrita: Sookie e Bill

Até achei que a Sookie ficou mais legal durante essa temporada, mas isso durou apenas por alguns momentos aleatórios do seu personagem, que me pareceu mais perdido do que o Andy colocado de V. (outro chatôncio)

Mas ela continua uma chata sem tamanho, que só não perde o seu posto para a Tara por ainda restar alguma importância no seu papel e também por ninguém bater a Tara no quesito “putamalainsuportável”. E nesse episódio final, acabei notando algo em relação a Sookie e a sua magia com os homens, que eu acho importante, por isso vou dividir a minha teoria com vcs.

Sookie realmente só tem essa influência toda sobre os boys magia da série por conta do seu sangue mágico, porque não venha me dizer que ela tem outros atributos que justifiquem isso, porque eu sei que ela não tem. E a prova disso foi dada através do Sam Merlotte (quem diria que ele ainda teria alguma importância), que sempre foi apaixonado por ela de verdade e isso apareceu claramente durante as primeiras temporadas da série, mas que com o tempo, acabou percebendo que não valeria a pena e pulou fora, sabiamente. O que prova a minha teoria de que se não fosse o sangue mágico que corre em suas veias saltadas e o seu cheiro magia, todo e qualquer vampiro daquela cidade e talvez do mundo inteiro, conseguiria entender sem fazer muito esforço, que ela não é uma mulher assim tão irresistível. Em todos os sentidos, fikdik.

Já o Bill, se tornou o maior cretino de todos. Canastrão, eles até hoje tentam dar esse ar meio dúbio para ele, tentando forçar que a gente acredite que “agora sim ele é do mal”, pura bobagem. Bill é um vampiro coxinha e todo mundo sabe disso. Matou a Rainha, agora matou a política chefona da liga…e cadê um CSI dos vampiros para investigar essas mortes todas hein? Sem contar que, para quem sempre defendeu o bem e as fadas, ele anda bastante violento, não?

Queremos Bill na prisão na próxima temporada, trancado em OZ e virando noiva vampira na cadeia. Embora eu adore ver ele coberto de sangue e ache também que quem corre o risco de ir parar na cadeia depois desse season finale é a Sookie.

Fico até com pena do Stephen Moyer como ator, que a essa altura já perdeu (e eu acredito que não tenha mais volta) o posto de personagem principal na série. Que puxa!

Sem contar que nada foi mais chato no episódio final do que o pé na bunda duplo que a Sookie aproveitou para dar nos seus dois vampiros magia e ao mesmo tempo. Aposto que ela só fez isso, porque já tinha um possível trelelê engatado com o Alcide. Bitch! Mas ainda bem que a cena foi salva pelo lado canalha do Eric, que nunca nos decepciona e sempre solta um olhar de vilão canastrão canalha, rs, a não ser quando ele briga com a Pam por conta da bagina mágica e isso todas desaprovam. Espero que a Pam volte com sangue nos olhos para vingar o seu maker.

E True Blood é do Eric desde que ele apareceu sentado no trono na Season 1 e todo mundo sentiu isso naquele momento. Puro mérito do Alexander Skarsgard, que embora tenha uma magia impossível de se ignorar (Höy!), já provou também a essa altura que é um ator capaz de encarar as diversas camadas de um personagem. Mesmo com sua fase silly, ele continuou ótimo e de suas  mãos e presas aconteceram as mortes mais legais da temporada. O que foi ele tomando sangue direto do coração como se fosse um suco Kapo, na maior naturalidade, hein? E o que foi a cena da sequência final, com ele cortando várias cabeças de uma só vez em questão de segundos? Höy!

Por isso eu encabeço a campanha: King Eric!

Realmente a temporada inteira foi tão chata, que eu não senti nem muita vontade de comentar. Um dos piores episódios até agora foi aquele com todos eles correndo perdidos no meio da floresta, aguardando a lua cheia. Sério, precisava gastar um episódio inteiro com aquilo? Sinto que esses roteiristas estavam com preguiça…

E essa preguiça também me contagiou e foi quando eu percebi que a temporada estava bem meio assim. Sabe quando passa tolamente aquele ansiedade de assistir o episódio novo da semana, que vc acaba deixando para depois, bem depois e depois de tudo que vc tem para assistir na semana? Então, pra mim, do sexto episódio em diante foi assim, perdi completamente a esperança. PÁ!

Para se ter uma idéia de quanta peguiça rolou durante essa temporada toda, podemos afirmar que aconteceu mais coisas na cabeça do Lafayette, literalmente, com os seus vários novos penteados a cada episódio, do que em qualquer outro momento dessa Season 4. Talvez eles tenham pensado que já que eles pagaram toda a equipe para trabalhar por uma temporada inteira, vamos pelo menos aproveitar os serviços e fazer a cabeleireira caprichar no tererê neam? Euri

Também tenho que ser justo comigo mesmo e dizer que o Sam esteve ótimo enquanto o seu irmão incorporado no seu próprio corpo. Achei bem bom, mas foi só e talvez eu não tenha prestado atenção em mais nada que ele tenha dito durante todo o resto da Season 4. Zzzz

Preciso dizer também que o Lafayette não precisava dessa função de assassino do próprio namorado hein? É, não precisava…

E o Alcide, hein? Qual a sua importância? Qual a sua relevância, além da magia? E que a verdade seja dita: que lobinho corno mais carente é esse?

Difícil de acreditar, porque um homem daquele tamanho e com aquela magia, jamais seria tão tolo assim. Será que ele nunca se olhou no espelho? Ou a questão não é a magia e sim a varinha? Hein? Fikadúvida…

Vou dizer também que eu torci o nariz para a relação Jason vs Jessica e boa parte disso por conta do meu amor pelo Hoyt (que teve o seu momento merecido de vendetta nesse final, mas que com isso parece que a história acabou para ele, não?). Mas quer saber? Perdeu Hoyt. Tenho que admitir que a Jessica e o Jason são perfeitos juntos, super bem resolvidos e até mesmo parecidos, por incrível que pareça e vai demorar muito pra gente esquecer qualquer cena com esses dois juntos. Höy!

E que covardia a Jessica me aparecer maravileeeandra e ruiva, montade de chapeuzinho vermelho no episódio final hein? Holly Mother F**ker! HÖY!

Jessica provou que é a vampira com mais potencial por ali hein? Vampira pau na mesa (sorry, não resisti). Senti que naquele momento de total honestidade entre ela e o Jason, nunca mais o cd da Taylor Swift ou o livro de Twilight vai fazer algum sentido para ela, que já não é mais a mesma garota tola do passado. You go girl!

True Blood se perdeu tanto durante essa temporada, que até a cena entre Sookie e o fantasma da sua avó não conseguiu me emocionar. E eu rolei de rir com a line do Eric na sequência. #TEMCOMONAOAMAR?

A proposito, já que esta evidente que eles estão bem magoados com a história do sucesso atual dos zombies, morrendo de ciumes na verdade, eles perderam a chance de ouro de introduzir esses personagens naquele momentos dos mortos se levantando do cemitério, hein? To-los, eu teria aproveitado o momento perfeito, nem que fosse para fazer piada…

E um Halloween vinha sendo prometido para essa temporada, mas eu estava esperando algo mais, ainda mais porque o climão de dia das bruxas seria perfeito na série. Eu sei que as histórias precisavam de um fim, eu sei que tudo que foi contado até agora precisava fazer algum sentido (oi), mas custava fazer direito? Até as séries de comédia fazem episódios de Halloween bem mais interessantes. Basta assistir um reprise qualquer de Friends por exemplo, fikdik.

Eu poderia dizer que foi uma temporada inteira perdida (e na verdade eu já disse), se não fossem os últimos 5 minutos, que chegaram a me animar de novo, só que certamente tarde demais.

Bill e Eric se rebelando e matando todo mundo, o vampirão que é a cara do Ronaldo Esper que finalmente parece que fugiu do cimento, o reverendo que agora também é vampiro chegando na casa do Jason e Sookie virando uma assassina, tudo isso nos últimos 5 minutos de uma season finale é muita sacanagem. Eu trocaria fácil tudo o que vimos até agora por esses cinco minutos finais e se vc ainda não assistiu a temporada, recomendo que faça algo do tipo, que vc não vai perder nada.

E nada vai me tirar a satisfação de ter visto a Tara tomando aquele tiro na cabeça, mesmo que não tenha ficado assim tão claro (fiquei confuso com aquela pirueta, rs). Acho que deve ter sido algo semelhante a final de copa do mundo (para quem se importa) pra mim, mesmo sabendo do risco enorme de ser apenas um truque dramático e bem sem vergonha de season finale. Mas só a ideia da possibilidade da sua morte já me anima…

Mas como em True Blood tudo pode acontecer, se aquele tiro tiver sido de raspão e aquela mulher movimentar um fio de cabelo nos braços da Sookie assim que a próxima temporada começar, eu juro pelo Eric derretido em um pote de geleia nórdico que vou eu mesmo para Bon Temps terminar esse serviço.

Aproveito para iniciar uma campanha para que eles não ressuscitem o personagem. Que ela descanse em paz na terra dos pés juntos para sempre e não volte nem como fantasma. Amém!

Para finalizar, vamos engolir essa mágoa de piadas recorrentes sobre o sucesso atual dos zombies pelo mundo e tentar fazer uma próxima temporada mais decente, hein True Blood? Porque esta ficando difícil…

Fica o meu pedido Allan Ball.

ps: e o Scott Foley que apareceu no final, mas só disse oi, foi ali e nem apareceu de novo, hein? Sacanagem…Höy!

ps2: antes que eu me esqueça, a pergunta que não quer calar da temporada é: o Bill estava ou não de peruca durante toda essa Season 4, hein?

Já assistiram Love Bites?

Julho 5, 2011

Midseason é sempre um drama. Mas é sempre um bom momento para aproveitar e fazer uma maratona naquela série que esta na sua lista do “tenho que ver” faz tempo, ou rever as temporadas em DVD dos boxes todos que a gente compra na promoçán, rs.

E é também o momento em que a tv aproveita para fazer as suas apostas para a sua nova grade. Confesso que esse ano esta duro hein? Nada de muito interessante apareceu, pelo menos até agora…

Até que me deparei com Love Bites. A princípio passei batido pela série, tudo isso por culpa dessa arte pavorosa do poster, que não me chamou a mínina atenção e que eu achei um tanto quanto cafonona. Viu como o trabalho da direção de arte é importante? Call me Hollywood! rs

Mas ai eu dei uma segunda olhada no poster e pensei: de onde é que eu conheço essa garota hein?

E não é que tratava-se da deliciosa Amanda (Becki Newton) de Ugly Betty? Howcoolisthat?

Depois dessa descoberta, é claro que a série entrou automaticamente na minha lista e fui conferir do que se tratava.

E foi uma ótima surpresa viu? A série é bem foufa e fala das relações de amor de uma forma bem divertida e até moderna se vc parar para pensar.

Tudo isso porque em Love Bites, toda semana temos 3 histórias aleatórias de amor sendo contadas. Histórias essas que de uma certa forma tem alguma relação com a vida dos personagens principais da série, seja literalmente falando, ou por eles estarem passando por uma situação parecida em suas vidas.

Fora isso, qualquer série que comece com um primeiro encontro onde o assunto principal é Battlestar Galactica, já merece a minha atenção neam? Frack!

As histórias todas são deliciosas, com começo, meio e fim, mesmo tendo uns 15 min de duração cada uma em média. Já virou até a minha série de garota dessa midseason, rs.

E como ainda esta no começo (estamos no 1×05),  então dá tempo de acompanhar hein? Fikdik

A minha única crítica até agora é que mesmo que as histórias que são contadas em todos os eps estejam amarradas com as histórias dos personagens principais, muitas vezes eles acabam ficando em segundo plano demais e as mini histórias acabam se tornando mais interessantes. Talvez isso se torne um problema com o tempo, no caso dos personagens principais perderem totalmente a importância.

Uma das melhores histórias pra mim até agora foi a “festa do peito”, que é maravileeeandra e tem um final muito foufo além de tudo (mas não vou contar para não estragar a surpresa). E eu já AMO aquele ator do rabo de cavalo mais pavoroso da tv, rs.

Uma outra história muito boa também foi a da garota que levou aquele pé na bunda clássico do “a gente funciona melhor como amigos” e que como vingança, resolve virar BFF do cara que deu o pé na bunda dela, infernizando a sua vida. Divertidíssimo! (além de ser uma ótima idéia…)

E um dos pontos altos da série são os atores convidados para fazer participações durante as mini histórias. Vários rostos conhecidos de todos nós, como o Turk de Scrubs, o Greg de Everybody Hates Chris (meu marido tem dois empregos. Dois!) ou o Señor Chang de Community, ente vários outros atores que já passaram por nossas séries preferidas ever

E além da Amanda (sim, eu só chamo ela assim, não tem jeito…) ainda temos o Greg Grumberg (Felicity, Heroes, e até Lost, Zzz) no elenco hein?

Uma delícia de série que se eu fosse vc puxava aquela manta cozzy, fazia um chocolate quente, botava os cookies no forno para assar e colocava o seu TiVo para trabalhar por vc hein?

ps: queremos o Marc St. James de Ugly Betty fazendo uma participaçán NOW! Vivo por esse reencontro de Marc & Amanda hein? rs


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