Posts Tagged ‘Fringe’

Porque quando o boy magia é mágico de verdade, vale carregar até quando ele está destoando de todo o seu fundamento

Maio 20, 2013

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A gente fica com vergonha quando algo do tipo acontece?

Fica, não precisa negar e eles percebem só pela cabeça baixa, a mão na cara, o andar que vai na frente para chegar logo. (SIM, eu enho mestrado na vida de expressão corporal, rs)

Mas imediatamente a gente lembra que está pegando o Peter Pacey(Höy! _________________ substitua aqui “Peter Pacey” pelo nome do seu own boy magia mágica) e encontra nesse detalhe importante a força necessária para continuar a viver a vida.

E enquanto continuamos, fazemos a pêssega, porque a gente sabe que alguém há de reparar que nesse dia ele não estava no seu melhor momento e ai já viu neam? Motivo de post certo de gossip dos blogs do bairro, certeza…

Só sei que se Diane Kruger eu fosse, para cada nariz torcido nesse caso eu gritava: “Meu boy magia já foi filho de Walter, já cruzou universos. E o seu que não não faz nem a troca da linha azul para a linha verde do Metrô para te ver? Ah, faça me o favor bitch, please!” e saia divando com algum look fundamento que roubasse a cena e ou desviasse as atenções da (nesse caso) direita de quem vê.

 

ps: te AMO Peter Pacey e te aceito como você quiser. Mas isso não quer dizer que eu vá ignorar o fatos… mas te AMO de qualquer jeito & mesmo assim! Glyph Code #MAGIADADIVISION

ps2: outfit de academia SUCKS! Eu não frequento por conta disso, rs (e para cada “deveria” que eu imaginar que alguém tenha dito nesse momento, desejo de volta 20 quilos de culote. WOO!)

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Friend, o curta (da filha do John Noble, com o John Noble + equipe de Fringe)

Maio 6, 2013

SENSACIONAL esse curta chamado “Friend”, que foi escrito pela filha do ator John Noble (Jess Noble), foi inclusive produzido pelo ator e que foi filmado pela própria equipe de Fringe em um final de semana durante os intervalos de gravações da série.

Como é bom reencontrar quem a gente gosta, não é mesmo? (Walter sem dúvidas é um dos meus personagens de TV preferidos para a vida)

Agora me respondam: o que nós, fãs de Fringe, não faríamos por uma rosa de papel dessas, hein?

(♥)

ps: chorando até agora com o curta. 

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Coachella 2013 (Finde 1) – O festival que já foi alguém mais importante na fila da jukebox indie e ou entre os hipsters dos arredores de Indio

Abril 16, 2013

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Sim, parece que perdemos mesmo o Coachella e temos que nos conformar com mais essa triste perda em nossas vidas. Humpf! Se antes o melhor festival da America antiga era marcado pelo encontro de gente bacana, pouco interessada em aparecer e apenas dispostas a ouvir uma variedade de música boa em um mesmo lugar, hoje virou uma grande passarela de wannabe do desespero desesperador que a gente desconfia que nem se importe muito com o que estiver tocando, desde que tenha sido recomendado no Face por aquele amigo mais fundamento da turma.

Tem aqueles que querem ser vistos com o modelo emprestado da lojinha cool do momento, aquelas que juram que são as novas musas da preguiça (e apenas da preguiça elas bem conseguem ser fáci) e outros aparecem apenas atrás de pulseira colorida que dá direito a bebida de graça e alguns brindes na hora da saída. Triste. (se já é triste para gente normal, imagina para eles?) Vale de tudo para aparecer nessa hora e como quem vai no Coachella agora “ter que ser muito, mas muito hipster”, melancias penduradas no pescoço estão totalmente ultrapassadas (desde que os nossos pais usavam essa expressão, diga-se de passagem, rs) e a moda agora pede para se carregar girassóis gigantes e muito maiores do que qualquer tipo de vergonha na cara que se possa adquirir com o tempo.

Sempre resta a dúvida se no iPod dessa gente toda que agora tem aparecido com certa frequência no festival tem pelo menos 25% das bandas que tocam nele a cada edição. DU-VI-DO. Mas isso também pouco importa, porque só o fato de estarem naquele lugar ouvindo música boa, já deve contar como um grande bem para a humanidade, por isso estão semi perdoados. (mas mesmo assim vão ter que aturar o nosso olhar cruel de desaprovação)

E a edição do Coachella 2013 não foi diferente, pelo menos não nesse primeiro finde do festival (alguma esperança de que vá melhorar muito no segundo?) e como sempre, resolvemos comentar só o que a gente considera importante sobre o mesmo, que é sempre algo que fica naquela linha tênue entre o pavor, o horrorendo e o fundamento. Estão preparados? Então coloca o novo do Phoenix para tocar, manda a mãe aplicar qualquer coisa de renda na barra do short, separa aquela botinha larguinha (que eu adoraria conseguir usar se não fosse uma pessoa que precisa de firmeza nos pés. Sério, acho lindo, mas não consigo), deixa o cabelo meio sujinho, arranca umas flores artificiais do centro de mesa da sua avó e gruda nele agora para vir acompanhar com a gente tudo o que aconteceu nessa ex delícia de festival.

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Começamos já assumindo que esse ano estamos de muso novo e sueco para o primeiro finde do festival: Alexander Skarsgard (uma vez que o meu muso antigo não está mais dando as caras por lá desde a edição anterior. Sábio Speedman – ♥ )

Alexander divou nesses três primeiros dias do festival, com seus mais de três metros de altura sueca e aquele porte viking que todos nós cobiçamos um dia. (aqui no Guilt pelo menos, cobiçamos quase todos os dias)

Além de tudo ele foi de t-shirt “bairrista” fundamento, se colocou pencas com os amigos durante esses dias todos, encarou lindamente o fato da ex estar no mesmo lugar e com o seu atual noivo (o que é sempre uma barra, independente do seu próprio nível de magia) e como se tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar ainda mais apaixonados por ele, Alex não podia dar um passo naquele lugar que era imediatamente assediado por todas, algo que a gente não pode nem sentir ciúmes porque se estivéssemos por lá, certamente faríamos o mesmo. E o que ele fez?

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Foi queridíssimo com todas, tirou foto com todo mundo (basta procurar nos Tumblrs que eles estão cheios delas. A propósito, THNKS V.T, que me mandou esse link aqui via Twitter), revelando que o seu nível da magia à sedução é ainda maior do que a gente imaginava ser.

Sem contar que por esses dias, o Alexander Skarsgard andou dando umas declarações adoráveis a seu respeito, dizendo que ele é um cara sozinho, que em casa é só ele e ele mesmo (só mandar os endereço que sempre deixamos uma malinha de emergência pronta, rs) e bem que ele queria ter alguém para brigar e pedir para largar o telefone de vez em quando (sério, meu coração auto tricotou um sweater para ele mesmo nessa hora) e disse ainda que ele não é muito bom com mensagens de texto, que ele sempre tenta ser super objetivo e quase sempre acha que elas acabam ficando meio que grosseiras. E o Alex disse que tem esse hábito porque com mãos daquele tamanho todo, a gente pode bem imaginar a dificuldade que ele tem para digitar no seu telefone. É Alex, nós bem imaginamos o tamanho dessas mãos suecas. Höy!

Mas todos esses requisitos não foram o suficiente para que ele se tornasse o nosso verdadeiro muso da vez para o Coachella 2013 e o detalhe especial que lhe rendeu o título ficou por conta dessas duas próximas imagens que nós avisamos desde já que é melhor estar preparado, porque as cenas de foufurice podem ser fortes demais para os mais fracos. Por isso perguntamos: porque o Alexander Skarsgard é o nosso muso desse primeiro finde do Coachella 2013?

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Motivo 1 (♥)  Amigo que faz o inconveniente e levanta o outro amigo para ver tudo de perto em um show. #TEMCOMONAOAMAR? Não, mas não tem mesmo. ♥ (e a imagem acima me faz pensar que se não for para ter filhos originalmente suecos com descendência viking e ou propensão para se tornarem vampiros um dia talvez, podemos pelo menos nos tornar BFFs, porque talvez a gente até já se contente apenas com esse tipo de contato, hein? #BROSBEFOREHOES)

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Motivo 2 (♥)  Alguém com mais de 3 metros de altura, inconveniente mesmo sem querer, dando o sangue na pista. #TEMCOMONAOAMAR e sonhar em dividir um momento como esse com ele algum dia? Não, também não tem. (♥)

Então, por esses dois motivos especiais, o nosso boy magia mágica sueca preferido acabou levando o título de nosso Muso Magia Mágica do primeiro finde do Coachella 2013. HÖY!

#SOUTHSTOCKHOLMMUSE

Actress+Kate+Bosworth+director+fiance+Michael

E falando em ex, me desculpem, mas vou ter que trazer o elefante branco na sala a tona com a seguinte pergunta: comparado o atual com o ex nas imagens acima, não que a gente queira causar discórdia, porque está tudo lindo desse jeito também, tem como não achar que a Kate Bosworth estava sentindo calafrios de aversão no exato momento dessa tentativa de afofada por trás? #CREDINCRUZ (x3)

Porque todo mundo sabe que quando a afofada é bem vinda, a gente “exibe o Pão de Açúcar  como nosso maior cartão de visita, recomendando visitações, claro (rs). Mas aparentemente isso não foi exatamente o que parece que aconteceu nesse momento, não é mesmo? É, não parece.

Mas tudo bem Bosworth, o importante é que você já visitou bastante a Suécia, conhece bem seus monumentos históricos mais pitorescos e isso é o que importa (isso e o fato que você também estava maravileeeandra no festival). Fazer o que se você decidiu abandonar a bela magia e ficar com a fera, não é mesmo?

Só sei que na fila das vizinhas fofoqueiras nas janelas do meu bairro, todas diriam que você trocou a Suécia por Carapicuíba. Nada contra Carapicuíba e sim totalmente a favor da Suécia, que fique bem claro.

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Quem morre de preguiça ao encontrar os nomes “Vanessa” e “Hudgens” figurando em uma mesma frase, que atire a primeira tesoura de jardinagem que a gente hoje quer fazer uma criança do high school chorar sangue pisado.

Tem neo hippie mais irritante?

Vanessinha até que se esforça no fundamento boho chic que ela insiste em nos empurrar desde que saiu do high school, algo que pela nossas contas feitas no palitinho só que na versão cogumelo, já deve ter quase ou pelo menos 10 anos. E até agora ele parece que não aprendeu muita coisa e de boho chic, acaba sempre com cara de vendedora de bijuteria feita com casca de coco e semente de qualquer coisa.

Reparem na cara de total desaprovação da menia a direita de quem vê, tentando avisar no olhar o Sebastian Kydd (sério, AMO esse nome) que as coisas para ele estavam bem mais interessantes nos anos 80.

Vanessa+Hudgens+enjoys+Coachella+music+festival

E é sempre aquela mesma coisa de sempre, uma look cansado e um fundamento forçado que a gente até já viu que ela tem mesmo no dia a dia, mas em época de festival parece que ela incorpora alguma hippie que fez a passagem naquela época e volta com muito mais força. Preguiça…

Sem contar que esse shorts branco acabou imprimindo fralda old school de adulto fantasiado ridiculamente de criança.

Com isso, podemos dizer que Vanessa é aquele tipo de figurinha que a gente gostaria que nunca mais se repetisse no Coachella. Poderia ganhar um convite de “já deu e não precisa mais voltar” com direito aos três dias de festival hippie da feirinha de artesanato da Praia Grande em São Paulo. (substitua “Praia Grande” por qualquer praia popular da sua região. Não que a gente esteja ofensivo com nossas próprias regiões hoje, rs)

#NAOTABOMNAO

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Pernas tão longar quanto o total da altura de alguns, cabelos de diva de creme desembaraçante sem enxague, cara de quem não come carbo desde o verão de 2002. Chegou o bonde das tops!

Elas que parecem estar disputando a tapa o posto de musa do Coachella, querendo ser o que a Kate Moss sempre foi para o Glastonbury.

E o que nós temos para dizer para a Miranda Kerr, a Alessondra Ambrosio (e o shorts dela poderia servir como uma referência perfeita para o que a Vanessa Hudgens tentou fazer na imagem anterior e não conseguiu) e essa outra com 1,80 só de perna?

NUNCA SERÁS!

Queria só pegar o iPod de cada uma delas para dar uma conferida nos 10 últimos álbuns adicionados ou pelo menos nas cinco últimas músicas tocadas. Porque todo mundo sabe que fazer isso é como ler a vida de alguém nos búzios, não sabe? Experimentem…

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Agora, somos obrigados a reconhecer que a beleza da Alessandra Ambrosio só deve mesmo é atrair coisa linda para o seu lado, não é mesmo Chris Pine AnnaSophia Robb, também conhecida atualmente como a adorável little Carrie?

#TEMCOMONAOAMAR? (de barba, mais magro e com esse cabelo maior e menos arrumadinho, o Chris conseguiu ficar ainda melhor, não? Höy!)

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E a dúvida do momento é a seguinte: a gente avisa o Chuck o que ele a essa altura já deveria saber, que cardigã de lã ou qualquer coisa de lã, se usa com uma segunda pele por baixo, de preferência de malha ou algodão, ou deixa ele passar vergonha e talvez ficar conhecido como “Cecília”, hein? (porque o resultado de lã em contato diretamente com a pele do corpo sempre dá nisso = Cecília)

Apesar da gente apoiar o movimento dos não depilados, porque a não ser que você tenha acabado de fazer a barba e tenha aplicado espuma de barbear até a virilha,  sempre acaba pinicando todos os envolvidos (você, o coleguinha, as coleguinhas, rs), temos por obrigação dizer que #NAOTABOMNAO (já me basta o chulé do dia inteiro com esse sapato de couro no sol e andando pra lá e pra cá, neam? Chuck do Afofi completo)

Director+Eli+Roth+

E já que estamos falando no movimento dos não depilados, encontramos no Eli Roth um ótimo (talvez exagerado) exemplo da categoria.

Ele que de vez em quando aparece para dirigir os nossos sonhos de terror. Vai dizer que não?

Sei… Höy!

Emma+Roberts+cuddles+up+boyfriend+Evan+Peters+u1xuoAp8j0Hl

E #TEMCOMONAOAMAR a Emma Roberts e o Evan Peters?

Não, não tem. (♥)

E #TEMCOMONAOAMAR beijar ouvindo ao vivo qualquer uma das suas bandas preferidas? (parece até que a coisa toda ganha outro ritmo, não?)

Não, mas não tem mesmo. (♥)²

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E a sábia lição que a Hilary Duff nos deixou durante o Coachella 2013 foi a seguinte:

Na falta de um marido boy magia (que até estava presente, mas esqueceu de levar a magia para a vida, rs), leve um amigo para deixar as fotos do seu Instagram mais “curtíveis”

Está anotado Hilary e jamais esqueceremos esse sábio conselho, rs

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Quando uma imagem fala por si só e é só o que nós gostaríamos de dizer nesse momento além de um “quem é ela na fila da canga tie-dye na Praia Mole” é um único e sonoro “Höy”.

Apenas…

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Nossa, sentiram uma nuvem carregadíssima de mau gosto se aproximando de repente?

E só podia ser ela mesmo, Katya Pérrola (quando não é ela, quase sempre é a Rihanna ou a Smiley. Fato), que me chega recém solteira a um festival de música cheio de boys magia e ou feitiços rápidos bem possíveis apenas para distração, mas me escolheu ir de objeto ornamental de decoração totalmente e inteiramente kitsch. (e não de um jeito bacana, que também é possível como veremos na personagem a seguir)

E essa não foi a sua única escolha meio assim durante o Coachella 2013 não, porque Katya é uma artista de condição e comprou o bilhete único com direito a 3 idas e 3 voltas. VRÁAAA!

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Que caricatismo barato, não?

Impossível até decidir do que ter mais preguiça…

#NAOTABOMNAO Katya. Fuén.

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Mas como esse ano estamos generosos porque pelo menos até agora, não fomos pegos por nenhuma traição no festival (é, o Speedman não deu as caras mesmo. Ufa!) resolvemos criticar mas também ensinar as mais desavisadas como a Katya Pérrola e assim como também fizemos anteriormente com a Vanessa Hudgens, a como pelo menos tentar acertar da próxima vez.

Por isso vamos usar o look da Solange Knowles para ensinar a como usar lindamente um look com estampa figurativa (e porque não também kitsch) só que de forma totalmente leve e maravileeeandra, imprimindo como se o próprio sol em pessoa não tivesse resistido e tivesse descido para assistir o festival de perto.

Maravileeeandra, não?

Diz que a Beyoncé quando viu essa imagem da irmã, não pensou nem duas vezes, fez um coque na peruca e correu para o pomar caseiro que ela tem no alto do Empire State Building (que eu não sei se vocês sabem mas dali até depois do Brooklyn, passando pelo Queens e até ou outro lado do horizonte em Hamptons, é tudo dela e do Jay-Z) e foi pessoalmente colher frutas orgânicas diretamente do pé para oferecer como presente de reconhecimento da beleza e orgulho da prória sis. (que ela já mandou seus capangas sequestrar e trancar no calabouço porque está em turnê e não acha que existe espaço para duas Knowles no mundo ao mesmo tempo, rs)

E só eu imagino Solange e Beyoncé saindo no tapa em noite de reunião de família?

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Preciso dizer que devido aos recentes acontecimentos em Glee e por toda essa Season 4, a minha #CRUSH no Chord Overstreet só tem aumentado e nem fazendo o ridículo com dois óculos eu consigo achá-lo qualquer outra coisa a não ser adorkable. Simplesmente não consigo.

I ♥ Sam

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Uma pena que o Jason não tenha encontrado com o Eric, não?

Porque esses crossovers de magia sempre acabam colaborando para os nossos sonhos de logo mais. #HELLYEAH (mas tem que vir de menino da próxima vez, tá Jason? rs)

Höy!

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Acho tão honesto celebridade ruiva que não se controla na fila do joguinho valendo prêmio, como o Bryan Greenberg. Höy! (parece até a minha própria família na feira de publicidade na faculdade de uma das minhas quase irmãs. Sério, igualzinho, rs)

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Ô gente, mas alguém avisa o Leonardo DiCaprio que é só um festival de música e sem querer ele não parou em uma externa notura de The Walking Dead não,  por favor, que ele parece que não está bem.

Fico imaginando o teor de coco daquela água de coco que serviram para ele no bar.

E será que ele não tem nenhum amigo para fazer a escolta nessa hora? (até eu só saio de casa com pelo menos dois amigos troncudos de seguranç – as vezes meninos, as vezes meninas, rs – que não deixam ninguém me tocar a não ser que eu permita e ou facilite, rs)

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E falando em falta de amigos, está aí a Sophia Bush que não nos deixa mentir, servindo para provar que a nossa teoria de que Hollywood é uma terra de poucos amigos tem todo o fundamento desse mundo.

Ela que até hoje não arrumou pelo menos um colega para dizer que essa franja não ficou boa.

Eu colocaria a culpa no cancelamento da ótima Partners, porque se ela tivesse continuado lá, certamente que o Louis não teria deixado ela continuar insistindo nesse erro horrorendo.

#NAOTABOMNAO

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Isso Kellan Lutz, cobre a cara e deixa o resto assim mesmo porque facilita.

E depois da sua participação vergonhosa em 30 Rock, eu que já o achava um ator ruim para ser considerado medíocre, perdi completamente qualquer esperança que ainda poderia restar nesse caso perdido.

#CASECLOSED

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Gente, mas olha a cara de felicidade de uma necessitada recebendo um prato de comida em barra pela primeira vez em anos, não é mesmo?

Vai com calma Alessandra, que esse sorvete tem que durar pelo menos até o próximo finde, rs.  E eu não me lembro de ter visto a Alessondra tão feliz assim desde que ela perdeu aquelas 12 gramas a mais entre os dedos que a estavam incomodando.

Dá até vontade de comprar um cesta básica e mandar entregar na porta do desfile da Victoria’s Secret, não dá?

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Só não vamos mandar a cesta básica para completar essa alegria porque na hora do ditado… a Alê queimou a brasilidade e optou por um desenho livre + sorrisão, que era bem mais fácil garantir no carisma do que qualquer outra coisa, não é mesmo danada?

(Sorry Alessondra e todas as demais modelos, mas eu não resisti a piada)

ps: e meu pai (R.I.P) que trabalhou anos na Kibon e nem para isso ter me rendido um par de convites com direito a toca do Gugu de 3 pães de queijo com sucos Gummy no Coachella? Achei horrível, Kibão!

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Se disser que quem achar o palito premiado leva o Goreski para casa, nem que for apenas para brincar de Polly Pocket, eu vejo uma fila de encrenca se formando na porta da padaria e ou do mercadinho da vila em 5, 4, 3, 2, 1.

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E preparem-se porque agora, todas as portas do inferno só podem ter se aberto para a passagem do casal Robert Pattinson e aquela que sempre achamos meio assim, Kristen Stewart. (barulho de porta barulhenta de filme de terror)

Sério, tem casal mais insuportavelmente insuportável?

Tem, mas eles certamente também são um deles.

Mas não precisamos dizer mais nada, porque a imagem fala por si só e temos a confirmação chegando agora no nosso ponto eletrônico direto em contato com a direção do Coachella de que esse moço ao lado esquerdo de quem vê, não estava apenas tentando fazer o engraçadão ao sair na foto como casal e estava mesmo é tendo um princípio de crise vomito compulsivo ao se deparar com o casal de mãos dadas, crise essa que só terminou na segunda feira às 13h35 e cinco Eno Tabs sabor damasco verde depois.

#EW

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Para encerrar esse primeiro finde do Coachella 2013, nada melhor do que usar um casal realmente inspirador para nos deixar assim, apaixonados por eles mesmos, rs.

E quando eu disse sobre a linguagem corporal da Kate Bosworth no começo do post, eu estava querendo dizer exatamente esse tipo de reação, de corpos que se encaixam num puxão de camisa só. Höy!

Peter Pacey Love

Sério, tem como olhar para essas imagens do casal e não se inspirar e ou se apaixonar? (casal que diga-se de passagem, não é de hoje que estão juntos e continuam com a mesma cara de apaixonados de sempre. Awnnn!)

Não, não tem. (♥) E esperamos que eles sirvam de inspiração também para o Coachella, que precisa muito mais de um público desse tipo e bem menos de mais da metade do público desse post.

Veremos o que nos aguarda no próximo finde…

 

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Veronica Mars pediu 30 dias, mas em poucas horas conseguiu o necessário para realizar o seu filme. Howcoolisthat?

Março 14, 2013

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#INYOURFACE

Para quem é fã de séries de TV, o que acabou de acontecer com Veronica Mars, foi muito, mas muito bacana mesmo.

A série que foi cancelada injustamente no passado, ainda em sua terceira temporada e sem ter ganhado um merecido final, já teve a intenção de virar filme também no passado, mas acabaram não sendo muito felizes ao tentar vender essa ideia para a Warner. Até que ontem, o produtor Rob Thomas e a atriz Kristen Bell (que está maravileeeandra gravidíssima) iniciaram uma petição online para arrecadar fundos para produzir o filme no Kickstarter, com um prazo de 30 dias para alcançar a meta de 2 milhões de dólares para que o longa realmente fosse produzido.

E não é que no primeiro dia eles já conseguiram bater e ultrapassar a meta? Howcoolisthat?

Com isso, ganhamos a confirmação de que o filme de Veronica Mars vai mesmo sair do papel e sua produção deve começar no verão americano e a previsão é que ele seja lançado em 2014. Cool Cool Cool!

E tudo isso acabou me dando ideias. Quem sabe começar uma petição online arrecadando fundos para que a última temporada de Lost seja inteira refeita? INTEIRA! Para a qual a dupla Carlton Cuse e Damon Lindelof pode até voltar, mas desde que deixem seus egos fora da ilha.

Ou quem sabe algo um pouco diferente, com uma petição ao contrário, ameaçando tirar 2 milhões por mês da conta de cada um dos Friends caso eles todos não aceitem mesmo fazer um filme ou uma reunião para um simples episódio de Thanksgiving anual, que seja.

Agora falando sério (mas tudo que eu disse antes também foi bem sério), eu só consigo pensar em algo do tipo para um filme de Gilmore Girls (queremos ver se a Lorelai casou ou não com o Luke e se a Rori fez tudo direitinho na campanha do Obama e quem sabe esteja tentando uma vaga em The Newsroom?) e ou Fringe, com o Walter voltando do futuro (sim, eu já estou com saudades, lidem com isso), dizendo para a humanidade buscar conhecimento. Ou Felicity, aproveitando que todos eles estão de volta à TV. (um dia desses, acabei lendo em uma entrevista com a Keri Russell, que continua super amiga do Scott Speedman – my love – embora eles não se encontrem muito e que um dia desses, passando por um problema qualquer, ela pegou seu telefone e mandou um SMS para sua melhor amiga e para ele, do tipo que a gente manda para desabafar, sabe? E advinha só quem foi o primeiro a retornar, quase que imediatamente? Ben Fucking Covington! Sério, #TEMCOMONAOAMAR?)

E vocês, que séries gostariam de ver no cinema?

(♥)

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Star Trek Into Darkness, teaser trailer #2

Março 11, 2013

Sensacional, não?

Estou bem achando que já que o novo “Star Trek Into Darkness” chega aos cinemas no dia 17/05 e meu  B’Day é no dia 14/05, talvez eu até faça uma comemoração cosplay esse ano, hein? Me projeto chegando no red carpet para o meu Super Bittersweet Sixteen & Something e deitando todas dentro do meu modelo Spock de orelhas pontudas vintage. (que eu vou ter que descolar ainda, talvez roubando da casa do Sr Nimoy, mas isso é só um detalhe. Qualquer coisa, talvez eu o ameace covardemente, usando tudo que sei que ele fez contra o Walter em Fringe…)

Veremos…

 

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The (KGB) Americans

Fevereiro 15, 2013

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Surpreendente em todos os sentidos. TO-DOS.

Ao ler a sinopse de “The Americans” (de Joe Weisberg – Falling Skies – e Graham Yost – Justified – e baseada em uma ideia de Darryl Frank e Justin Falvey), que trazia uma dupla de agentes russos da KGB infiltrados como americanos comuns, vivendo como um casal feliz nos subúrbios da America antiga da década de 80 durante o período da temida Guerra Fria, acabei não conseguindo apostar muito na nova produção do FX, que trazia no elenco a dulpa Keri Russell, fazendo a sua volta da TV depois do fracasso de Running Wilde (que era sofrível e ela dividia com o Will Arnett, uma prova clara de que ele não anda fazendo as melhores escolhas para a sua vida) e desde Felicity (♥) e o Matthew Rhys, esse sempre excelente, mesmo com o final super decadente de Brothers & Sisters. Comecei a suspeitar que dificilmente algo bacana sairia dessa nova aposta, mas depois de assistir a esse piloto, me vi completamente enganado sobre as minhas primeiras impressões sobre a série.

Um piloto longo, com pouco mais de uma hora de duração, mas que ao mesmo tempo conseguiu utilizar muito bem o seu tempo gasto nos situando em relação a história. Aquela sequência inicial já foi bem da sensacional, com um nível bacana de ação e suspense, enquanto começávamos a entender sobre o que a série tratava. Felicity já enfrentando o seu primeiro drama capilar na nova série (tenho certeza que aquela cena da peruca, apesar de fazer perfeitamente parte da cena, foi sim uma provocação ao drama antigo da atriz, quando resolveram cortar os seus longos e volumosos cachos nos primórdios de Felicity e a America antiga entrou em crise) e Kevin Walker mandando ver no corpo a corpo, mostrando que agora que ele tem alguma descendência russa, não está mais para brincadeira ou longas conversas ao telefone com seus demais irmãos e irmãs fofoqueiros e antigos. (rs)

Mas OK, deixando o meu cinismo de lado, surpreendentemente é quase impossível relacionar qualquer um dos dois ao seus grandes trabalhos de destaque do passado. Keri Russell está excelente na pele da agente infiltrada da KGB, Elizabeth Jennings, vivendo o sonho americano que ela acreditava não pertencer até então (mas devido a uma revelação envolvendo os seus ideais do passado, ela já começa a dar sinais de que pode vir a se adaptar a sua nova realidade), com marido e filhos em uma grande casa do subúrbio típico americano. Uma personagem que já começa a revelar suas camadas logo no piloto, mostrando que toda aquela sua postura de badass, meio que sem paciência ou não querendo nenhum tipo de envolvimento com o seu parceiro no crime, tinha raízes mais profundas do que a gente poderia imaginar.

Além do seu passado traumático que nos foi revelado através de um estupro nos tempos do seu treinamento na década de 60 ainda na Russia antiga, Elizabeth teve uma excelente introdução enquanto personagem, mostrando que em serviço ou na vida real, ela também não está para brincadeira. Todas as suas sequência, envolvendo plots dramáticos ou cenas de ação foram sensacionais, ainda mais para um piloto tão bem amarrado, entregando a cabeça do seu estuprador do passado, que agora era a vítima da missão da vez da dupla de agentes e que estava aguardando uma finalização no porta malas do carro do casal, estacionado na garagem.

Matthew Rhys também está sensacional no papel do agente da KGB Phillip Jennings, esse um pouco até mais fácil de lembrar o que já vimos do ator recentemente na TV devido ao seu carisma absurdo e personagem menos “bitolado” do que a sua parceira. Apesar de dividir os mesmos ideais e raízes (apesar de que, parte do passado dele ainda não nos foi revelado, como por exemplo, quem era aquela mulher da foto que ele olhava antes de conhecer Elizabeth…), Phillip começa a enxergar no american way of life que ambos estão vivendo durante tanto tempo, uma possibilidade de escapar daquele vida dupla que pode acabar levando os dois para a prisão perpetua caso sejam descobertos em território inimigo e é possível perceber que ele não consegue achar o estilo de vida americano tão ruim assim para considerar como o seu próprio futuro dentro do país.

Tão profissional quanto a sua parceira, ele também aparece com pompa de badass em campo, em cenas de luta sensacionais do começo ao fim. O que foi a briga dele com o pedófilo da região que resolveu se engraçar com a sua filha (e nem precisava disso, porque eu já tinha certeza que ao ter percebido o perfil do cara, ele certamente acabaria tomando alguma providencia a respeito), com ele saindo vitorioso mas não sem antes se servir de um cachorro quente grelhado? Com a diferença de que pelo menos o seu personagem parece mais adaptável às circunstâncias, conseguindo se divertir mais e procura até um maior envolvimento com a sua parceira, com quem embora ele viva uma vida de aparências como casal, na prática, nada estava sendo como se esperava.

E foi linda a forma como ambos acabaram criando um vínculo maior, com a revelação de que aquele cara preso no porta malas do casal era um problema antigo da sua “mulher”, que ele nem pensou duas vezes antes de finalizar, apenas quando solicitado por ela, que precisava vencer aquela luta que ela tinha em débito com aquele cara horroroso desde muito tempo, provando que agora, ela podia muito mais que ele (uma vingança ótima por sinal). Um sequência incrivelmente sensacional, densa, profunda, super bem executada e tudo isso sem o menor exagero.

Sem contar que depois disso, percebendo o grande vínculo que havia sido despertado naquele momento entre eles, Elizabeth acabou cedendo ao encantos do parceiro/marido e por incrível que pareça, eles conseguiram fazer tudo isso de forma digna, em um cenário típico dos anos 80 e com Phil Collins tocando ao fundo. Dá para acreditar? (“In the Air Tonight” que eu não consigo parar de ouvir desde então)

Aliás, os 80’s realmente voltaram com força a TV com The Carrie Diarires e agora com The Americans, que também não fez feio (e olha que as referências da década são todas tão difíceis de não tornar caricata…), trazendo um cenário extremamente convincente e de muito bom gosto até, apesar da calça semi baggy da própria Felicity em uma das cenas em sua casa, rs (sorry, mas vez ou outra, eu vou te chamar de Felicity, Elizabeth, porque é assim que funciona a minha cabeça e não por qualquer semelhança entre as duas além da mesma atriz que as interpreta, é claro. Lide com isso). Outro tipo de cuidado que eu achei bem importante na produção foram as caracterizações quando em campo de batalha do casal, com ambos aparecendo com disfarces ótimos e perucas melhores ainda, coisa não muito fácil de se encontrar na TV. (vide as peruquinhas pavorosas do Arrow quando na ilha)

Além de ter nos aprofundado bastante até em relação a parte da história dos personagens principais e sobre o porque de tudo aquilo, optando mais por começar a justificar a postura de cada um deles naquele ponto da história do que qualquer outra coisa, ainda ganhamos um vizinho recém chegado aos subúrbios que promete dar alguma trabalho para o casal. Ele que para complicar ainda mais é do FBI e está envolvido em uma tarefa que levanta suspeitas sobre o fato dos russos estarem infiltrados nos USA como cidadãos comuns, ele ainda chega com a bagagem de já ter sido um agente duplo em campo nazista e já começa a desconfiar do comportamento inofensivo demais dos novos vizinhos. (aquele final foi aflitivo, mas teve uma conclusão ótima, com o Phillip estando a uma passo a frente de tudo. Brilhante.)

O piloto, apesar da sua longa duração (lembra do piloto de Fringe? Então… longo, porém excelente), tem um ritmo bem bacana que pode variar de acordo com as preferências pessoais de cada um, com um volume equilibrado entre a quantidade de plots e acontecimentos que acabamos encontrando no primeiro capítulo dessa história, que se seguir a mesma linha desse episódio piloto, tem tudo para ser uma das boas novidades da TV americana para esse ano. (e é muito legal encontrar a Felicity e o Kevin Walker falando russo na TV, vai?)

E de qualquer forma, ficamos felizes que ambos os atores tenham encontrando personagens excelentes para voltar a TV.

Veremos…

 

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Quer mais um motivo para amar ainda mais o Peter Pacey?

Fevereiro 14, 2013

joshua-jackson

OK, esse também é e sempre será um bom motivo, mas nós não estamos falando exatamente disso, but… (embora seja sempre uma visão, Höy!)

joshua-jackson-

… e sim da cara de sono do Joshua Jackson acompanhando a namorada Diane Kruger na torcida de um jogo qualquer, enquanto ela dava o sangue na animação da sua torcida Alemanha vs França. (e acreditem, ela estava mega animada

joshua-jackson-

#TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. Ainda mais com essa cara de estou com sono & frio e preferia estar lendo poemas na Pacey-Con ou estar no laboratório em Harvard com o meu pai antigo, mas estou aqui com você, porque te amo. (sério, casa com ele logo Diane!)

(♥)

 

ps: repararam que no Valentine’s Day, os nossos Valentines todos estão passando por aqui, não? Alguém acredita em coincidência? 

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A temporada de despedida de Fringe

Janeiro 25, 2013

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Apesar de ser bem difícil aceitar, aqui estamos nós, uma semana depois, encarando a realidade de que daqui por diante, não teremos mais Fringe. Agora é isso, não adianta mais reclamar, fazer campanha para evitar um cancelamento ou qualquer coisa do tipo, porque chegamos ao ponto final dessa história. Só que dessa vez, a sensação para a nossa sorte é outra e não aquela bem amarga de outros tempos que enfrentamos por diversas vezes, quando a gente vivia se deparando com o fantasma do cancelamento assombrando constantemente uma série tão bacana como essa. Sofremos sim, ficamos com medo de perder uma de nossas séries mais queridas dos últimos tempos por diversas vezes, quando ainda não estávamos preparados para essa perda, mas no final, conseguimos sair como vencedores dessa história e assim, conquistamos a nossa tão desejada Season 5, uma temporada dos sonhos para essa série que tanto fez por merecer desde o seu começo, trazendo para a TV uma das histórias mais inventivas de todos os tempos.

A forma como Fringe conseguiu se reinventar e se renovar ao longo dessas cinco temporadas (Season 1, Season 2, Season 3 e Season 4) foi realmente absurda, quase que inacreditável. Sua dinâmica foi modificada tantas vezes, que a sensação é a de que quase não podemos afirmar que ao longo desses cinco anos, estivemos assistindo a mesma série, embora a sua essência tenha permanecido a mesma desde sempre. Mesmo assim, todas essas novas formas de assistir a série foram deliciosas, cada uma por um motivo especial. Ao mesmo tempo que não podemos fazer esse tipo de afirmação, também não podemos dizer simplesmente que a série mudou drasticamente, a ponto de não conseguirmos reconhecê-la mais. Isso não poderemos dizer nunca, porque toda a sua mitologia e todo o seu fundamento sempre estiveram ali, presentes, não importando muito o cenário atual da temporada ou plot da vez e foram todos respeitados até o final. Universos paralelos, presente, passado, futuro, universos de bolso, todos eles foram apenas algumas propostas de planos de fundo para essa história sensacional e que funcionou perfeitamente em cada um deles. Cada detalhe, referência, constantes e padrões nos acompanharam durante toda a evolução de Fringe e nessa reta final, podemos até dizer que ganhamos diversos presentes para quem realmente é fã da série, com um turbilhão de revisitas a momentos e símbolos das temporadas anteriores, que colaboraram para nos deixar completamente satisfeitos com o seu agora inevitável porém merecido e até mesmo necessário final.

Durante a temporada anterior, tivemos aquele final meio esbaforido, onde eles correram para tentar amarrar o maior número de pontas possíveis caso a série não conseguisse garantir o seu futuro. Algo que milagrosamente eles conseguiram fazer, em pouco tempo e de forma até que satisfatória (só não poderia ser só aquilo). E isso covardemente, por todas as partes, tanto de quem ameaçava encerrar a série antes da hora, quanto para eles mesmos, que antes desse final nos deram um gostinho de até onde eles gostariam de chegar caso a série conseguisse garantir um futuro, com um episódio que muita gente não conseguiu entender e ou acho meio aleatório para uma história que poderia ser encerrada a qualquer momento, mas que na verdade era apenas um aperitivo do que eles ainda gostariam de nos contar dessa história.

Cenário esse que foi exatamente onde estivemos durante toda essa Season 5, no futuro, com um mundo tomado pelos Observadores, figuras recorrentes em todos os episódios da série, desde quando ninguém sabia exatamente quem eram, ou quais eram suas verdadeiras intenções, respostas que obtivemos ao longo dessa temporada (e não só agora também). Uma realidade que pela primeira vez nos trouxe a família inteira novamente reunida, agora com a Olivia também fora do âmbar,  ainda sofrendo por ter sido obrigada a ficar tanto tempo distante da filha, Etta, com quem ela tentava estabelecer algum tipo de relação já que ambas acabaram ficando distantes por muito tempo e algo acabou se perdendo nesse caminho. Nessa hora, começamos a entender o que aconteceu com aquelas pessoas após a invasão, onde descobrimos que Peter e Olivia tiveram suas diferenças e que a relação do casal já não era mais a mesma após a perda da filha, apesar do amor entre os dois ter permanecido o mesmo.

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E foi bem bacana ver a Olivia tendo tempo para acertar suas diferenças com Etta, que na verdade, era extremamente parecida com a mãe em relação a sua competência e batalha a favor daquilo que ela acreditava dentro da chamada resistência na série, exceto por alguns detalhes, de algumas coisas que talvez ela não tivesse tido alguém para ensiná-la a respeito. Apesar desses momentos importantes para essa questão familiar, é fato que Olivia esteve visivelmente apagada durante boa parte dessa temporada, apática, meio de lado, onde ficamos esperando que ela voltasse a ser a Olivia de sempre, algo que quase não aconteceu, exceto pelo episódio duplo final, onde ela teve chance de reviver alguns dos seus momentos de Olivia da Fringe Division antiga, justamente pelo meio que a trouxe a sua grande importância dentro desse universo, mas que mesmo assim, não pareceu ser o suficiente para uma personagem que evoluiu tanto ao longo desses anos todos e que nós aprendemos a gostar. Um ponto negativo a se guardar dessa temporada final.

A questão familiar, que sempre foi tão presente em Fringe, também apareceu com força durante essa temporada final e de uma forma super bacana, sem soar como um resposta pedante ou saída fácil para qualquer tipo de situação, como estamos acostumados a ver em outros cenários. Envolvidos nessa questão, além da relação adorável de sempre entre Walter e Peter, tivemos Peter, Olivia e Etta em destaque, mas resolvendo tudo de forma até que prática, porque o assunto maior em questão naquele momento era mesmo o de tentar salvar o mundo do que ele havia se tornado. Dessa dinâmica, o mais importante talvez tenha sido mesmo colocar o Peter exatamente no mesmo lugar em que já esteve o seu pai, perdendo a filha (nesse caso, cruelmente) e tentando de tudo para recuperá-la, nem que para isso fosse necessário que ele se tornasse o seu próprio inimigo. Assim, ganhamos a transformação do Peter em um “Observador”, para que ele tivesse alguma vantagem ao tentar entender a mente dos inimigos da vez, para que assim pudesse ter alguma chance a seu favor. Um plot bem interessante e que foi lindamente conduzido pelo ator Joshua Jackson, ou Peter Pacey, como costumamos chamá-lo por aqui, mas que nos deixou com a sensação de ter sido abandonado precocemente, naquele momento em que o personagem através da sua conversa com a Olivia (um momento lindo apesar de tudo), entendeu que o amor entre eles era muito mais importante e talvez fosse a sua maior arma para vencer aquela batalha e ou o que diferenciava todos eles do próprio inimigo.

E o grande plano arquitetado por Walter e Donald (personagem até então oculto dentro da série), ainda em 2015, foi o ponto chave para o desenrolar dessa temporada que na verdade, tratava-se de um grande quebra-cabeças que dependia de uma série de peças para que fosse montado. Nessa hora, talvez eles tenham arrastado essa parte da solução um pouco demais, apesar de ser justificável porque essa seria a grande resolução da série a essa altura e não poderia acontecer tão cedo. Mas mesmo assim, todas as fitas do Walter presas em âmbar no seu laboratório em Harvard, que nos davam pistas das peças necessárias para a montagem desse grande quebra-cabeça, acabaram ocupando um tempo grande demais ao longo dessa Season 5, apesar de que, cada uma delas acabou nos levando a um momento bem bacana também para a série. Poderia ter sido resolvido de forma mais rápida ou simples? Poderia. Mas esse caminho apesar de longo, foi também delicioso e valeu a pena? Foi e valeu. Portanto, estamos felizes de qualquer forma, rs.

Sem ele por exemplo, não teríamos ganhado a descoberta de que Walter mantinha um arquivo morto dos Fringe Events que conhecemos ao longo das temporadas, que esteve esse tempo todo no underground do seu próprio laboratório em Harvard. Juro que por um momento, me senti como um total idiota por nunca sequer ter imaginado que Walter teria algo do tipo guardado tão perto por todo esse tempo. E é claro que conhecendo o Walter como nós todos conhecemos bem ao longo desses anos, obviamente ele teria mantido algo parecido a disposição dele. E quem não teria?

Fringe Season 5

Entre os diversos momentos que ganhamos após cada uma das fitas que foram liberadas do âmbar, tivemos outros dois grandes momentos para essa reta final de Fringe. O primeiro ficou por conta do universo de bolso que descobrimos que existia, uma nova possibilidade de cenário para a série também muito bacana e até então desconhecida, onde achamos que iriamos finalmente encontrar o tal Donald, tão mencionado até então por Walter como parceiro do seu plano para derrotar os Observadores, algo que não aconteceu, mas que na verdade, devido as pistas encontradas no próprio episódio, ele acabou nos trazendo de volta um velho conhecido da série, Michael, o garoto Observador que conhecemos no passado e que dessa vez nos foi apresentado como parte fundamental do plano final.

Como as peças ainda não estavam devidamente encaixadas, na tentativa de proteger Michael dos próprios Observadores, acabamos nos despedindo de uma personagem que também aprendemos a gostar bastante com o tempo (e já fomos bem desconfiados a seu respeito no passado), Nina Sharp, que teve que se suicidar em nome de um bem maior para a humanidade naquele momento. Falando assim, tudo pode até parecer um tanto quanto “clichê” demais, mas não é de hoje que sabemos que todas essas pessoas dedicaram suas vidas em nome da ciência, portanto, nesse detalhe, encontramos a justificativa para essa atitude drástica, já que eles estavam a um passo de conseguir atingir seus objetivos. Bacana também foi ver que mesmo antes de morrer, Nina através do Walter, acabou recebendo a informação que talvez ainda estivesse faltando para ela completar o seu ciclo, ganhando a certeza de que ela também significou alguma coisa importante para o William Bell, seu parceiro de tantos anos e que foi o grande amor da sua vida. Um momento extremamente sútil, mas que trouxe uma carga dramática merecida para a mitologia da própria personagem.

E mesmo em sua reta final, Fringe conseguiu provar que nunca foi uma série preguiçosa e mesmo a essa altura, se arriscou em mais um daqueles episódios das viagens do Walter a base de LCD, nos levando para a que talvez tenha sido a melhor delas. Com um episódio sensacional (que aceitamos como presente pessoal para o Guilt), com cara de instalação de arte, ganhamos mais um grande momento para a série (que dessa vez por uma questão de tempo, acabou acontecendo no episódio 9 e não no 19 como de costume em todas as temporadas) e que além de tudo serviu muito bem para ilustrar o atual momento dos seus personagens principais e principalmente o próprio Walter, que estava enfrentando o dilema de se tornar o homem que ele sabia que poderia e não queria ser. Um episódio para se aplaudir de pé, com direito a cartoon no fundamento de Monty Python e uma trilha sonora perfeita para o momento. Aliás, essa foi uma temporada onde a trilha sonora de Fringe esteve afiadíssima, com momentos inesquecíveis como Walter nostálgico e esperançoso em busca da sua tulipa branca, ao som da música perfeita dentro de um carro qualquer, ou quando ganhamos um momento mais dramático novamente com Walter ao som de “The Man Who Sold the World” do David Bowie (♥).

Faltando apenas três episódios para a conclusão final da série, ganhamos outro momento excelente, onde finalmente descobrimos que Donald na verdade era o próprio September, o Observador mais do que presente na vida de Walter e seu filho e que estava cumprindo uma espécie de punição por conta de todas as suas intervenções no passado, agora vivendo como uma pessoa comum e por isso o nome Donald (por isso e sua inspiração em “Singing In The Rain”). E foi quando ganhamos a maior resposta em relação a mitologia dos próprios Observadores, da forma como eles se desenvolveram até chegar a essa ponto, até suas variações consideradas como anomalias, além de algumas outras respostas importantes em relação a algumas questões que sempre existiram em torno desses personagens. Nessa revelação, de mais importante, descobrimos que eles nada mais eram do que a evolução do que eles mesmos consideravam como a raça “perfeita”, onde ele foram retirando aos poucos seus sentimentos (começando com a inveja… e porque será, hein? rs) para que eles se tornassem seres mais evoluídos e muito mais inteligentes, até que essa busca acabou os levando a retirada total dos sentimentos da espécie, levando os Observadores a se encontrarem no seu atual estado, completamente práticos e incapazes de sentir qualquer coisa.

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Porém, como todo experimento tem suas variações, September e o próprio Windmark acabaram se tornando exceções a regra, onde suas relações tão próximas com humanos “comuns” ao longo do tempo, acabaram levando ambos a desenvolverem certos sentimentos, para o bem e para o mal, com Septemper observando o amor paterno do Walter e seu filho Peter, por quem ele foi capaz de cruzar universos para tentar salvar, desenvolvendo o mesmo tipo de sentimento mais tarde pelo Michael, assim como Windmark acabou desenvolvendo o ódio que ele sentia pelos humanos, embora ele não conseguisse entender exatamente do que se tratava. Desse despertar do amor do September, chegamos ao Michael, ele que por sua vez era uma espécie de híbrido (e parte do próprio September), tendo a sua parte da inteligência evoluída como a dos Observadores e que também acabou desenvolvendo os sentimentos da parte humana como eles jamais haviam visto antes. Uma amarração excelente para essa história, que embora seja pautada também no amor, acabou sendo corajosa o suficiente para caminhar em paralelo com a ciência, que sempre foi um dos pontos mais fortes da série.

Na verdade, a questão maior em Fringe, sustentada até o final, foi mesmo a questão do homem vs ciência e os limites que uma mente brilhante como a do Walter precisava encontrar para que a sua genialidade não se tornasse uma grande ameaça para os demais. Bacana ver que mesmo por esse caminho, eles nunca desconsideraram completamente algumas questões de fé (que embora eu ache importante essa escolha de não misturar as duas coisas, também acho importante não ignorá-la completamente, porque certamente esses tipos de questionamentos apareceriam na vida real) e principalmente o lado mais humano da coisa, que também até o final, ficou por conta da história de amor mais interessante da série desde o começo e que eu sempre falei ser a minha preferida dentro dessa história, que foi a linda relação de pai e filho Walter + Peter.

A essa altura, eu já não tinha mais esperanças de um final apenas feliz para essa história. Tendo Olivia e Peter já sofrido algumas ameaças em ambos universos, restava ao Walter a tarefa de tentar se redimir, apesar dele já ter tido a sua absolvição ao longo dessas temporadas todas e principalmente naquele lindo final do Lado Vermelho do universo, ainda durante a temporada anterior. Apesar de ter se tornado uma lenda da ciência no futuro, tendo a importância do seu trabalho finalmente reconhecida no tempo atual da sua neta, nada me tirava da cabeça que algum deles precisava pagar o preço para que essa história tivesse o final feliz que merecia e esse seria o Walter.

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Algo que se confirmou com a revelação do plano de Walter e September, arquitetado ainda em 2015, antes da invasão dos Observadores, quando ganhamos a confirmação de que Walter precisaria se sacrificar, levando Michael até o futuro, mostrando para os Observadores daquele tempo, que não havia motivos para a existência dos mesmos daquela forma como eles chegaram por aqui durante a invasão. Uma ideia que apesar de cruel, fazia todo o sentido, apesar de que, o próprio September poderia ter ficado encarregado dessa apresentação do Michael ao futuro. E faltando pouco para o final, ele até chegou a sugerir a troca e seguir no lugar do Walter, mas como nem tudo funciona como o planejado, não tivemos outra alternativa e fomos obrigados a nos despedir de Walter conforme o planejado, mesmo que isso tenha nos causado a perda mais dolorosa de toda a série até então. De qualquer forma, ver uma mente como a do Walter caminhando naquele portal (algo muito semelhante com o que ele já havia enfrentado com o Peter quando criança) apesar de ser um triste final para a sua história no presente, de certa forma chega a ser reconfortante, porque sabemos que finalmente uma mente tão avançada como a dele, encontraria no futuro novas possibilidades, poder experimentar o que ele mesmo acabou contribuindo a seu modo para a evolução, além de levar com ele toda a sua bagagem intelectual, que todos nós sabemos que merecia encontrar um lugar bem especial para viver e nada melhor do que o futuro, porque Walter sempre foi um homem a frente do seu tempo. Agora imaginem, Walter, toda a sua genialidade e esquisitices, vivendo no futuro? (só eu acho que um spin-off deveria acontecer dessa nova fase da vida do personagem? Ou alguém duvida que o Walter acabou encontrando uma forma de voltar para o presente, nem que seja para umas visitas momentâneas? Não sei, vejo muitas possibilidades, inclusive a dos próprios Observadores devolvendo Walter a seu tempo devido a sua importância e ou por não aguentarem mais as suas manias, rs)

Claro que antes dessa dolorosa despedida, tivemos uma série de momentos importantes, como a Olivia ganhando a tarefa de resgatar Michael, usando novamente os recursos do universo vermelho, buscando ajuda com  velhos conhecidos seus que acabaram ganhando o seu momento nessa reta final (e até o Walternativo acabou ganhando um ponto de conclusão, mesmo que ele não tenha sequer aparecido durante a passagem), com as participações mais do que especiais do Lincoln e da Folivia, que embora super segura, não perdeu a chance de falar para o Lincoln não ficar encarando muito o seu traseiro mais jovem, representado pela própria Olivia, rs. Além disso, tivemos a mesma tendo que novamente ser submetida ao Cortexiphan, que nesse caso também acabou sendo fundamental para que o plano de derrotar os Observadores pudesse ser concluído e assim eles conseguissem resetar o tempo, apagando a existência dos mesmos. (algo que é melhor nem pensar muito para não começar a gerar uma série de novas perguntas… apesar de tudo ter feito bastante sentido até então)

Sem contar que no caminho para essa conclusão, ganhamos uma série de revisitas mais do que especiais à símbolos da série, como a Fringe Division utilizando os próprios casos do passado para conseguir derrotar os Observadores (uma sequência que foi mais do que um presente, vai?), assim como o próprio Broyles, que não foi esquecido e merecidamente foi resgatado pela própria Olivia durante a missão final. Mas isso não foi nada comparado a outros dois momentos pra lá de especiais e também encontrados nesse series finale. O primeiro deles, ficou por conta da aparição mais do que afetiva da vaca Gene, ainda em âmbar por questões práticas,  mas ganhando a sua merecida despedida (sério, #TEMCOMONAOAMAR?). E o segundo deles, que ficou por conta daquela despedida do coração, extremamente afetiva entre Walter e a querida Astrid, a quem ele não deixou de agradecer por tudo o que ela fez por ele e passou ao seu lado durante todas essas temporadas e finalmente a presenteando com elogios importantes, além do mais importantes dele, é claro, com a pronuncia do seu nome, dessa vez, sem erros. Isso sem contar um momento anterior onde encontramos “Walter no tanque” e sem cueca, é claro, caso contrário, ele não seria o Walter que nós amamos. (rs)

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Mas realmente, nada foi mais comovente nessa reta final do que os momentos divididos entre Walter e o seu filho, Peter. Primeiro com Walter ciente do seu futuro, ainda sem ter revelado ao Peter qual seria o seu destino, ganhando um momento super foufo ao lado do filho e que além de tudo veio com uma carga de humor deliciosa, ainda mais para um momento como esse. E aquele outro quando Peter assistiu ao lado do pai o que seria a sua mensagem de despedida em VHS, com um discurso lindíssimo do Walter se dizendo extremamente realizado por sua trajetória e principalmente, por tudo que ele teve a chance de passar ao lado do filho durante todo esse tempo, dizendo que faria tudo de novo caso fosse possível. Um momento para deixar qualquer fã de Fringe chorando feito criança, que eu confesso que foi exatamente como me encontrei ao final dessa cena, totalmente entregue. E momentos como esses justificam a minha predileção por essa história de amor em toda a série. Exijo um abraço, Walter!

Apesar de todos esses acontecimentos do series finale duplo, é preciso reconhecer que ele teve um efeito digamos que “menor” se comparado com os outros finales das demais temporadas. Não que ele tenha sido fraco, ou qualquer coisa do tipo, porque isso não foi mesmo (e realmente foi bem especial, apesar da questão do ritmo da sua primeira parte), mas digamos que ele foi “menor” no sentido de que restava pouca coisa para resolver durante o mesmo. As respostas já haviam sido encontradas (as que sobraram, eu realmente não consigo sentir a menor falta), o plano já havia sido revelado e só faltava mesmo uma conclusão para tudo aquilo que a gente já sabia que deveria acontecer. Mesmo assim, novamente, é preciso dizer também que tendo a série gasto esse tempo com uma série de referências e aparições mais do que especiais para todos os seus fãs, não podemos nem reclamar que esse não foi o final perfeito para Fringe. Isso nós não podemos mesmo, porque ele foi sim perfeito! (e o episódio final ainda conta com uma série de easter eggs além de um agradecimento final pra lá de especial para todos que permaneceram enquanto audiência da série)

E com aquele sonho recorrente do Peter e a Olivia brincando com a pequena Etta no parque, dessa vez tivemos a visão do final feliz proposto para a série, agora não mais como lembrança e sim como realidade, com a família enfim reunida, o que nos deu a certeza de que todo o plano acabou funcionando no final das contas, mesmo que isso tenha custado a dolorosa despedida de um dos personagens mais sensacionais de todos os tempos na TV, Walter Bishop. (I ♥ John Noble)

Mas é claro que um personagem com tamanha importância para a série não poderia se despedir dessa forma apenas e por esse motivo, ainda ganhamos um último momento, com a aparição de um dos maiores símbolos da série, com Peter recebendo uma carta do seu pai, com a tulipa branca que vimos que o September fez questão de resgatar especialmente para o Walter, tamanha a sua importância dentro desse universo. Sério, nessa hora, apesar da correria dos minutos finais do ep, me encontrei extremamente realizado com o final proposto para essa história, que se encerrava firmando-se como uma das melhores séries de Sci–Fi do seu tempo. Sabe aquele abraço que a gente precisava para um momento como esse? Então… abraço dado. (tears . Aliás, adorei a história que a atriz Jasika Nicole contou nesse vídeo abaixo, dizendo que na última Comic-Con eles foram recebidos no painel da série com todo mundo segurando uma folha em branco com a imagem da “white tulip”. #TEMCOMONAOAMAR? E esse vídeos traz os comentários dos atores em relação a conclusão da série e é bem especial!)

Confesso que o meu medo era grande em relação a essa conclusão, porque ver uma série tão bacana como Fringe acabar se perdendo com uma temporada final bocó qualquer, não seria nada fácil, não depois de uma experiência já vivida anteriormente em Lost, com a qual a série dividia alguns fatores. Algo que não poderia acontecer em uma série tão inventiva, não em uma série que por anos nos fez praticamente enlouquecer tentando imaginar teorias para todas suas propostas e ver todas elas sendo respondidas de forma bastante satisfatória quando não de forma sensacional. É, isso realmente seria devastador ver acontecendo com Fringe em sua reta final. Mas esse felizmente não foi o caso e talvez pela primeira vez a gente até consiga aceitar a ideia de que eles realmente sabiam onde queriam chegar com essa história toda, por isso, nos encontramos assim, extremamente satisfeitos e felizes com a sua conclusão que não só foi maravilhosa, como ainda chegou nos trazendo uma série de presentes deliciosos. E a sensação de ver um série que gostamos tanto encontrar o seu final dessa forma é deliciosa e muito provavelmente tem o mesmo gosto que alcaçuz tinha para o Walter no seu tempo. (se bem que, alguém por aqui já experimentou alcaçuz? Achei horrível…)

Por esse motivo, acho que podemos dizer honestamente que tivemos o melhor final possível para uma série brilhante como sempre foi Fringe. Assim como podemos dizer que sentiremos uma falta do tamanho dos dois universos, azul e vermelho + o universo de bolso de cada um dos seus personagens, que embora nunca tenham ganhado o merecido reconhecimento por parte das premiações de TV, sempre foram sensacionais e assim se mantiveram até o final.

Para me despedir adequadamente, um dia desses, usando como referência o momento de um dos episódios de Fringe dessa temporada, do alto do meu egoismo taurino, cheguei a dizer que caso eu fosse o dono do último vinil de “The Man Who Sold The World”, devido o meu grande amor de sempre pelo Bowie, que eu não seria capaz de dá-lo nem mesmo para o Walter, mas que poderia convidá-lo para ouvir aqui em casa, quando ele quisesse (claro que para além de tudo ter uma chance de ficar perto de uma mente como aquela, rs). Pois bem, messe momento eu declaro que devido a todo o brilhantismo do seu personagem (que foi o grande personagem dessa história) e por conta dessa história deliciosa do começo ao fim, se eu o tivesse ele seria seu Walter. Sério. Embalado com um laço feito com alcaçuz  e com um OBRIGADO, em caixa alta.

Sem a menor dúvida, uma série para se passar adiante e guardar em uma prateleira especial, nesse e em qualquer outro universo, azul, vermelho, fúcsia, rs.

#CLOSE

 

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Fringe, o promo do series finale

Janeiro 16, 2013

Sim, finalmente chegamos perto desse dia. O dia da despedida de Fringe (glupt). Ainda bem que até aqui, podemos dizer que percorremos o caminho que sonhamos para a série. Foi difícil, mas cá estamos nós, muito perto de encontrar esse final.

E na próxima sexta, essa que sem a menor dúvida é uma das histórias mais inventivas e sensacionais da TV atual, encontrará o seu fim em um episódio duplo e com duas horas de duração, que marcará também o 100º episódio da série.

Ansiosos?

 

ps: quase morri quando vi os comebacks, todos merecidíssmos!

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

Fassy Gosling

Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

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Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


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