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Maio 17, 2012

Detesto notícias tristes de fim de tarde. Humpf!

E o que estaria acontecendo com as nossas divas?

As poucas que sobraram e que ainda não se despediram, apesar de ainda estarem na categoria trainee, se renderam e hoje ocupam cadeiras cativas em realitys cada vez mais preguiçosos…

E vc que acha que o preplum é a última novidade da moda, lá estava ela, Donna Summer, em 1983, com a sua voz maravileeeandra e todo o seu own fundamento provando que hoje em dia vivemos de releituras.

Se hoje a gente vai linda para a buatchy sem medo de ser feliz, é porque lá atrás, alguém abriu as portas, muito provavelmente embalados por hits de uma das maiores divas ever.

Aliás, como eu adoraria ter vivido a era disco… Ai ai

Mas como isso não foi possível, podemos ligar o rádio bem alto hoje e nos despedirmos adequadamente da maravileeeandra Donna Summer, não?

Triste mil…

R.I.P Donna Summer

I ♥ Adam Brody

Maio 10, 2012

Adam Brody, nosso boy magia mágica de Orange County antigo para a GQ. HÖY!

E vcs sabem que o Seth Cohen é o meu irmão gêmeo neam? (não somos exatamente parecidos fisicamente, apenas no fundamento e na foufurice, rs)

Por isso, toda vez que me deparo com a magia do Adam Brody, rola todo um conflito na minha cabeça, rs.

Maravileeeandro e fundamentado!

(♥)

ps: meosonho nº 255876588 é ter uma ball chair dessas, mas tem que ser a antiga… (tá, pode ser nova também)

MET Ball 2012 – A noite em que todas se vestem especialmente para o Diabo

Maio 8, 2012

E by Diabo, eu quero dizer a Anna Wintour (que estava de Prada, claro) em pessoa e o seu eterno corte chanel, anfitriã e organizadora do evento, que esse ano abriu a exposição “Schiaparelli and Prada: Impossible Conversations” (e beijos para Keyloca e Tarcisio, meus professores antigos de história da moda, da arte e história contemporânea, que me ensinarm tudo sobre Schiaparelli e a Belle Époque. Depois, há quem ainda acredite no esterótipo preguiça de estudante de moda que encontramos por ai. Humpf!)

E noite de baile do MET é certamente um dos red carpets mais concorridos ever. E com toda essa concorrência, todas elas ficam desesperadas para deitar uma com as outra neam? Celebridades e estilistas, diga-se de passagem.

Esse ano o baile não teve muitas surpresas (como quase tudo ultimamente), mas é claro que como qualquer bom red carpet que se preze, nos rendeu algumas lições importantíssimas. Então separe o Moleskine e anota ae:

 

Preto é a escolha certa da vez, mais uma vez e outra vez

Sim, elas continuam apostando no pretinho. Mas tem que ser longo, ter algum poder e não ser nada básico.

Dzél estava corretíssima nesse Givenchy. Correto, mas nada demais também, apenas um pretinho ok.

Mas quer saber quem parou tudo mesmo, também investindo no fundamento Gyvenchy de ricah bem ricah?

Beyoncé. PÁ!

Que foi com esse Givenchy de quem tem mais condição, com transparência + renda + bordado + essa cauda que é simplesmente maravileeeandra!

Seguindo o mesmo fundamento poder da Beyonce, tivemos Marion Cotillard, bem linda nesse outro modelo pretinho cheio de fundamento by Christian Dior.

Lembrando que as duas foram mães recentemente e já estão lindas assim… (e a culpa daquele nosso pneu fica para quem mesmo? PÁ!)

O modelão Prada da Kate Bosworth também segue o mesmo fundamento dos dois anteriores, só que em uma versão curta e com as cores invertidas. Também maravileeeandro!

E o make dramático com boca escura?

Hit da noite. Anotem.

Cate Blanchett  estava linda, linda, leeeandra de Alexander McQueen.

Não é o meu tipo de vestido preferido, mas certamente foi um dos mais maravileeeandros da noite.

O dia em que a Rihanna conseguiu nos fazer lembrar que ela é linda. PÁ!

Tá vendo como ela consegue? E olha que pela simplicidade, nem precisou se esforçar muito nesse Tom Ford até que bem simples.

Para provar que a nossa birra com ela não é nada pessoal. Maravileeeandra!

Mas pensando bem… será que isso tem a ver com rumores obscuros de que ela estaria desfrutando da magia sueca mais cobiçada desde os hits do Ace Of Base? Hmm mmm…

Aguardando confirmações para considerar LUTO total. (#TENSO)

Todas ♥ Grace Coddington (tmbm de Prada)

MUSE!

Tenho que dizer que eu fiquei morrendo de orgulho do look da Amy Poehler, Sério!

E olha que um preplum para a altura dela, foi uma escolha bem arriscada. Mas ainda bem que deu beeem certo.

E ela não só acertou no look, como também na cor do cabelo (gosto muito mais assim, com esse loiro mais fechado) e no fundamento, que ficou maravileeeandro!

Sem contar o seu acessório poder , o marido Will Arnett, capaz de animar qualquer mesa neam?

#ORGULHODEFINE

 

Se for para investir no fundamento exótico, #TEMQUESEGURAR!

E essa dica vale para a Rooney Mara, que não pareceu estar assim muito confortável de calçola de fora nesse Givenchy de renda transparente.

O que não deve ser muito fácil mesmo, mas se essa foi a sua escolha, #TEMQUESEGURAR!

Tipo o Marc Jacobs, que foi de vestido rendando, transparente e de cueca branca (sim, BRANCA!) e que mesmo assim segurou muito bem o seu próprio fundamento. PÁ! (embora eu não ache um look bacana…)

Ou como a Christina Ricci, que segurou com orgulho esse look Thakoon, totalmente meio assim.

 

O poder do brilho metalizado

Carey Mulligan também estava cheia de condições, com esse Prada metalizado que era puro fundamento & poder, que eu não consigo parar de imaginar o quanto deve custar na ludjeeenha. $$$ Catching!

Zou bisou bisou … Zou bisou bisou (não consigo vê-la sem lembrar do hit e aposto que deve ser uma piadinha recorrente em sua vida)

Jessica Pare, que também investiu no metalizado e foi de dourado by L’Wren Scott. Estava linda, mas eu não acho que a cor a favoreceu tanto assim… (imagino ela parando tudo em um verde, por exemplo)

E o que o metalizado da Carey Mulligan tem de fundamento, esse da Nina Dobrev  tem de poder. Maravileeeandro, não?

By Donna Karan Atelier

 

Preplum, a tendência do momento (que não é para todas)

Uma tendência que não é para qualquer uma e nessa edição do baile do MET, a Sofia Vergara até que enfim saiu da sua zona de conforto dos vestidos com rabo de sereia preguiça de sempre e optou pelo fundamento preplum da Marchesa , que com o seu corpão todo em dia, ficou ainda mais maravileeeandro!

E que boa noite para as irmãs Knowles, hein?

Primeiro a Beyoncé me apareceu deitando todas no seu Givenchy bem de rica e agora a  Solange Knowles, com esse preplum amarelo maravileeeandro by Rachel Roy, vestido que certamente iluminou a noite.

E o cabelão cheio de volume? PÁ!

E a Elizabeth Banks, hein? Confundiu a vida real com o seu personagem de “The Hunger Games”?

Nesse caso, achei esse preplum da Mary Katrantzou, bem bem difícil…

Não sei quanto a vcs, mas eu ficaria esperando alguma coisa cair a qualquer momento dessa parte levantada na frente.

#NAOTABOMNAO

Cadê a postura?

Cadê o poder?

Cadê o Ryan Gosling?

Além do quadril dela ter ficado muito maior com esse preplum da Prada na cor do momento (ponto positivo), a pergunta que não quer calar é: cadê o Ryan Gosling? (eles ainda estão juntos? Qual a vantagem de se namorar um Ryan Gosling e não sair o exibindo por aí? Resposta: a vantagem é o próprio Ryan. Höy!)

#NAOTABOMNAO

 

Tangerina

A cor do momento: tangerina.

Uma pena que nem todas que optaram pela cor conseguiram acertar no fundamento… Fom forom fom fom

Salvo apenas a Ginnifer Goodwin, que nem estava com um vestido tão poder assim (e cadê o príncipe?), mas mesmo assim estava maravileeeandra.

By Monique Lhuillier 

Kristen Bell , que só acertou na cor… by Tommy Hilfiger.

#NAOTABOMNAO

Katharine McPhee também só acertou na cor… (by Elie Saab)

E como ignorar esse peito todo espalhado na lateral?

#NAOTABOMNAO

E a Leighton Meester, que não foi de tangerina, mas estava meio tangerina ela mesmo neam?

O que aconteceu com Blair, hein garota do blog?

 

Florais de ricah bem ricah!

Bee Shaffer (a filha da Anna Wintour) que não poderia ser nossa amiga jamais… nesse “efeito floral” maravileeeandro by Erdem.

E digo que ela não poderia ser nossa amiga jamais, pelo simples fato de estarmos em sua companhia e alguém chamar “Bee” e todas olharem confusas ao mesmo tempo, sem saber exatamente quem estaria sendo chamada.

Euri

Rashida Jones, que também estava maravileeeandra no fundamento floral de ricah by Tory Burch.

Mas o melhor da Rashida é esse nome neam?

Eu não consigo chamá-la de Rashida e sempre solto um “Rashilda”. Acho mais sonoro, rs

E a Sarahjay que foi toda num print só?

Achei ousado…

E esse cabelo é sempre um acerto neam? PÁ!

By Valentino

 

Aquelas que não estavam em um bom dia…

Diane Kruger, que além de ter deixado o Peter Pacey em casa (Boo Hoo!), o que já é sempre um ponto negativo, deixou também bastante do seu fundamento esquecido em algum outro lugar, não?

Preciso dizer que eu sou fã de um peitinho honesto, mas com esse cabelo solto e essas plumas, imprimiu que ela estava de camisola…

By Prada

#NAOTABOMNAO

Achei arriscado, achei corajoso, achei o sapato ótimo, mas #NAOTABOMNAO

Mas continuo querendo ser o seu BFF tsá, Chloe Sevigny? Desde “Kids”…

By Miu Miu

Muah!

Duas coisas:

1) O que aconteceu com a cara da Jessica Biel? Seria a franja o problema? Ou ela mexeu nessas maçãs, já que dizem que eles vão se casar em breve e nessa hora bate o desespero? (e na Itália, tsá?)

2) E que vestidinho mais simplezinho (Prada) e com a barra mais pavorosa é esse? Mas nem que esse bordado em verde fossem esmeraldas…

Mas tudo bem, nada que o sorriso foufo do Justin não desvie as nossas atenções. E se ele começar a cantar no falsete e sair dançando daquele jeito, esquecemos até o nosso próprio nome e somos capazes de perdoar qualquer coisa… (euri)

Rachel Zoe que de tão magra, parecia mais uma franja do seu vestido de franjas de cigana by Rachel Zoe Collection.

#NAOTAMBOMNAO

 

Enigma Xonas Brothers

Temos 3 Xonas Brothers. 2 deles foram de tux fosco e um todo no cintilante. A pergunta é: qual deles possivelmente significa?

Tempo…

 

Look figurino de época

Já cansei de dizer que tem que tomar cuidado quando for investir no fundamento antigo, pensando sempre antes no combo make + cabelo, para não ficar com cara de figurino de época.

Como a Kirsten Dunst, que mesmo de Rodarte (que a gente AMA), imprimiu (muito pela postura) que ela estava pronta para interpretar uma versão da Chanel, só que loira. Só faltou as pérolas e o cigarrão na mão.

#NAOTABOMNAO

Ou a Jessica Chastain, que estava parecendo mocinha de filme Westen.

Bota um chapéu na cabeça com umas plumas e uma piteira na mão, que ela se torna a própria.

By  Louis Vuitton

#NAOTABOMNAO

Lily Collins, sabe figurino de fantasma de filme de terror de época? Então…

E palmas ao contrário para a Coco Rocha, que conseguiu cometer o crime público de acabar com um look que já foi da Liz Taylor no passado.  Tpalc Tpalc Tpalc! (que são as nossas palmas ao contrário, rs)

Desconsiderando até o fato de que ela é uma chata sem tamanho, eu bem acho que só por esse crime, ela deveria ganhar pelo menos uns dois fantasmas para acompanhá-la pelo resto da vida. WOO!

E cuidado, estou vendo pele demais nos pés e no colo. Aposto que ela vai reclamar depois em seu Tumblr…

Uma pessoa que eu ADORARIA que tivesse um vlog: Coco Rocha. Imaginem tudo o que ela não tem para reclamar? Zzzz

 

Medusa?

Já passou da hora de alguém estender o braço para tirar a Mary-Kate Olsen desse buraco negro de onde ela se enfiou já faz tempo e nunca mais saiu, hein?

Ainda mais agora, que ela tem coragem de sair de casa até com esse cabelo de Medusa medonho!

#NAOTABOMNAO

 

E quem se importa?

E quem se importa com o vestido coral da Emily Blunt (que diga-se de passagem, está com o corpão totalmente em dia) quando ela chegou na festa carregando o acessório poder que atende pelo nome de John Krasisnki?

Höy!

ps: como não amar a bee mediúnica ao fundo? Das duas uma, ou ela estava mentalizando o Krasinski em um momento mais interessante (Höy!) ou ela estava tentando deitar com o look de alguma delas. Xocotô!

E quem se importa se a Emma Stone estava vestida de boneca no MET Ball 2012, quando ela me aparece assim, acompanhada do Alber Elbaz?

Höy!

E quem se importa com a Claire Danes (todas se importam na verdade. Chega logo Setembro, chega logo Season 2 de Homeland!) maravileeeandra e toda de branco, quando ela levou o seu boy magia Hugh Dancy?

Höy!

E quem se importa com a Florence, que deixou a sua Machine em casa e foi toda bufante  by Alexander McQueen ao baile desse ano?

Afinal, ela pode. Ela é quase uma entidade. Uma fada na verdade.

E quem se importa com esse post gigantesco que finalmente chegou ao seu fim? Zzzz

Topete dos anos 90 e a sua releitura preguiça

Maio 2, 2012

Fico pensando… será que algum dia, essa leva de Xustin Biebers de hoje vai conseguir fazer alguma coisa realmente original? Porque usar fórmulas antigas de sucesso é bem fácil, quero ver criar algo novo…

Mesmo porque, todos nós sabemos de onde vem esse fundamento do novo penteado do Justin Bieber (alguém me explica porque ele faz essa cara de pessoa com probleminha em quase todas as suas fotos nas quais ele não está mordendo o lábio, tentando fazer o sensual?) e mesmo hoje, mais de 20 anos depois, ainda preferimos seus representantes antigos:

Brandon Walsh. Höy antigo!

Dylan McKay. Höy antigo! (pq nós sempre tivemos também uma ligeira queda pelo lado negro da força, rs)

Isso para não ir muito longe no fundamento e não ficar muito difícil para o Xustin acompanhar, pq antes de Brandon e do Dylan (que será o nome de um dos meus filhos e isso é certo) tmbm tivemos outros topetudos poder, neam James Dean?

(♥)

ps: imagens de presente para imprimir e colar no mural com corações feitos de canetinha (ainda chamam canetinha de canetinha?) E vamos desconsiderar o atual estado de magia de cada um dos representante de 90210 antigo, pq aí fica puxado… rs

ps2: detesto a Kelly até hoje, acreditem se quiser (rs). Mas continuo AMANDO a Donna e o David antigo (que é o único que manteve a magia)

Estaria a Avril Lavigne tentando fazer a Daphne Guinnes?

Abril 24, 2012

Eu até diria que estaria na hora da Daphne Guinnes considerar um novo fundamento capilar, porque quando a Avril Lavigne preguiça resolve emprestar o seu fundamento, tudo indica que já está mais do que na hora de repensar toda uma vida.

Mas por enquanto eu diria para ela manter, porque se tentou copiar, Avril acabou errando e fazendo o fundamento ao contrário, o que deixou ela ainda mais velha e daqui a pouco (5 minutos) o truque da adolescente forever não vai mais colar… WOO!

Coachella 2012 – Agora sim, a parte boa e fundamento do festival, que ainda nos dá alguma esperança de que nem tudo está perdido!

Abril 16, 2012

Se por um lado o Coachella 2012 foi uma total preguiça (e esse lado nós já conhecemos no post anterior), do outro, ainda há esperança de que gente bonita e com fundamento, reunidos para ouvir música boa, ainda existe!

Não acredita? Pois bem, nem tudo está perdido…Yei!

Kate Bosworth (Höy!) e o seu Michael Polish, ela que só não vai levar o título de muse da edição 2012 do Coachella, pq esses looks todos dela eram meio que patrocinados e ai fica fácil aparecer assim maravileeeandra nos primeiros dias do festival, neam gata? (não que a gente não acredite no seu own potencial)

Mas tá gatona, tá magrona, tá gostosa e é isso o que importa. PÁ!

ps: querendo me patrocinar tmbm Mulberry, estamos ae!

Um bom exemplo de como um bom patrocínio pode fazer toda a diferença, é esse look da Emma Watson, completamente diferente daquele outro do post anterior, totalmente meio assim…

Agora sim, maravileeendra! (e o que são foufas essas criaturas infláveis? Hein?)

Falando em magia e gente bonita…Jared Followill e a sua namorada. Höy!

Vamos combinar que a fazenda Followill tem um ótimo trabalho de reprodução, não?

Emile Hirsch que agora sim, de banho tomado e roupa trocada, figura na nossa lista que ainda vale a pena do Coachella.

Foufo mil!

Frodo é sempre o Frodo neam minha gente?

Ele que dessa vez, não foi acompanhado nem do seu pé de hobbit (rs) e nem do seu melhor amigo, Wilfred. Humpf!

Foufo mil!

Josh Hutcherson, que mesmo basicão e com essa cara mega quadrada, é o nosso novo queridão, neam?

I ♥ Peeta! (quem viu “The Hunger Games” sabe do que eu estou falando e já pode aguardar o meu post a respeito do filme que deve chegar em breve…)

E eles que foram  o casal foufurice da vez no Coachella : Joshua Jackson e Diane Kruger

Sim, o nosso Peter Pacey (♥), que dessa vez surgiu em um lago cercado de crocodilles (rs) e  provou que merece ser considerado um boy magia mágica porque…

… se sentiu confortável o suficiente para apontar coisas na arara na ludjeeenha, mesmo com a Diane Kruger entendendo muito mais do riscado e com isso subiu ainda mais na nossa categoria de namorados imaginários perfeitos (rs). Atitude essa que só prova que:

a) ele é seguro o suficiente e tem personalidade para arriscar palpites

b) ele presta atenção no que ela diz e já conhece o seu gosto

E sendo a alternativa correta A ou B, eu pergunto: #TEMCOMONAOAMAR?

#TEMCOMONAOAMAR o casal todo combinado no pantone de listras? (♥)

ps: e essa cara de todo simpatico & completamente bobo? E o quanto é maravileeeandra essa Diane Kruger? Höy!

#TEMCOMONAOAMAR  um abracinho (quase afofada) do casal em pleno show?

Awwwnnn! (♥)

Walter estaria orgulho em seus laboratório, certamente! (nós em nossos laboratórios também ficamos!)

Para finalizar esse post que nós dá alguma esperança de que ainda é possível se fazer um festival como o Coachella de forma nada preguiça como na versão do post anterior (que nós preferimos esquecer), ficamos com essas duas últimas imagens que traduzem tudo o que a gente espera de um festival:

A primeira com o Aaron Paul se jogando na pixxxta (tá, gramado, rs), como deve ser e todo mundo tem que experimentar algum dia! Porque afinal de contas, o que a gente sempre espera de um festival é diversão, neam?

E a segunda, com esse pai levando o garotinho ainda super pequeno para o festival, provando que em fundamento a gente investe desde bem cedo.

Foufo mil!

ps: esperamos que o próximo finde do Coachella seja mais inspirador… (e que algumas pessoas prefiram ficar em casa, rs)

ps2: as imagens que abrem e fecham esse post são do Cobrasnake (♥)

Assim como os adolescentes de 13 anos em Skins, nós não somos nenhuma Taylor Swift…

Março 8, 2012

…e nem gostamos dela (piadinha do último episódio de Skins “6×07 Alo” que eu achei divertidíssima. Também gostei da piadinha com a menina chamando o Alo de “Chris Brown”, quando ele a segurou pelo braço), mas esse seu biquíni é bem bom, não?

Maravileeeandro!

Mas apenas o biquni, porque nós continuamos achando a Taylor Swift muito preguiça. Zzzz

A simplicidade apaixonante de Bill Cunningham e a sua NY

Março 2, 2012

Apaixonante, um documentário para assistir com os olhos cheios de lágrimas. (pelo menos funcionou assim pra mim)

O mundo da moda sempre foi conhecido pela sua excentricidade, egos inflados, muito glamour e um certo sonho impossível, distante da realidade da maioria das pessoas. Até que nos deparamos com uma figura como Bill Cunningham, um homem que é exatamente o oposto de tudo isso, mas que com o seu olhar único e o seu grande interesse dentro desse universo, acabou ganhando a moda aos seus pés com suas imagens lindas que sempre serviram de inspiração para o mundo.

Bill é um homem solitário, que vive da sua paixão. Com sua 29ª bicicleta (as outras 28 segundo ele foram todas roubadas, rs) e uma disposição assustadora para um homem de mais de 80 anos de idade, ele mantém o seu emprego no The New York Times, fotografando o estilo da moda de rua e publicando religiosamente aos domingos, a sua coluna de moda, a “On The Street”. Coluna essa que agora tem formato de áudio no site do jornal e pode se tornar um hábito delicioso para os domingos de todas que não estão lá a partir de agora, seguindo esse link aqui. (não precisam nem agradecer…tisc tisc)

Pouco se sabia da vida do icônico fotógrafo até então e esse documentário, embora muito respeitoso ao seu próprio espaço, traz um pouco mais da vida encantadora dessa figura tão importante para o mundo da moda.

Com depoimentos de figuras importantes como Iris Apfel (outro ícone que eu AMO – ♥ – e que se auto-intitula como a adolescente mais velha do mudo, #TEMCOMONAOAMAR?), Anna Piaggi (♥), Anna Wintour, Annette De la Renta, Tom Wolfe, Kim Hastreiter e Editta Sherman (♥), entre muitos outros, acabamos descobrindo um pouco mais da mitologia desse grande personagem que é o Bill Cunningham. Adorado no mundo da moda, Bill tem o seu espaço garantido pelo respeito a sua profissão, que ele trata lindamente até hoje, mantendo-se distante de toda a afetação e egos cada vez mais inflados desse e de qualquer outro meio de pessoas de sucesso.

Lindo ver uma figura como a Anna Wintour por exemplo, a mulher mais poderosa da indústria da moda do nosso tempo, fazendo questão de parar (com direito a 1/2 sorriso) apenas para as lentes de Bill na movimentada entrada de um evento qualquer da semana de moda de NY. Um sinal claro de respeito e admiração à um trabalhador que poderia ser um dos maiores exemplos dentro desse universo tão competitivo e muitas vezes até cruel.

Chega a ser de uma simplicidade absurda o modo como o fotógrafo ainda se comporta nos dias de hoje, recusando-se a comer ou beber em qualquer uma das festas que ela vá cobrir para o Times, seja elas de moda ou da alta sociedade em NY (que é a sua segunda coluna no jornal, a também famosa “Evening Hous”), mesmo circulando muito bem entre os dois meios, sendo sempre super querido por onde passa. Ou a forma simplista com que ele chega em Paris no desfile da Chanel por exemplo, quase que sendo totalmente ignorado por uma fashionista new generation preguiça que administrava as entradas naquela ocasião, salvo por alguém mais bem informado que diz: por favor, ele é a pessoa mais importante na Terra. (rs)

E a forma como o artista ainda trabalha, mantendo o seu fundamento antigo de sempre, tomando um cuidado enorme com todas as etapas do seu trabalho, para que ele consiga manter a sua identidade, é mais do que inspiradora, ainda mais se vc considerar a velocidade dos dias de hoje. Da revelação, até a diagramação de suas páginas para o The New York Times, Cunningham enlouquece qualquer diretor de arte que resolva cruzar o seu caminho, buscando um perfeccionismo dentro do seu trabalho, que é de uma coerência absurda com a sua imaginação e fundamento, que muitas vezes só faz sentido para ele. Simplesmente inspirador! Não preciso nem dizer o quanto eu me projetei aos 80 anos, assistindo a esse senhor exercendo o seu trabalho com tamanha dignidade e maestria, não é mesmo? (I wish!)

Sem a menor vaidade, Bill abre as portas do seu estúdio/apartamento, recheado de gavetões do tipo arquivo, onde ele faz questão de guardar toda a sua linda história, resultado de muito trabalho. Naquele pequeno espaço, ainda estão todas as suas publicações ao longo do tempo  e o seu trabalho para importantes revistas, como a Details antiga, revista para qual ele emprestou o seu olhar único por muitos anos, ganhando merecidamente cada vez mais espaço para experimentar a sua arte.

Aliás, achei sensacional a história dele não se deixar vender junto com a revista para a Condé Nast no passado, se recusando a sequer aceitar o seu cheque de pagamento. #TEMCOMONAOAMAR? Bill tem uma relação bacana com o dinheiro e opiniões fortes e extremamente sinceras a respeito de não deixar-se ser corrompido por ele. De novo eu repito, um grande exemplo de homem.

Um apartamento simples, sem o menor conforto e isso fica ainda mais claro quando nos deparamos com a sua cama, feita no improviso com o que poderia ser uma porta antiga, apoiada em cima de caixa e revistas provavelmente ainda mais antigas. Sem cozinha, sala, ou qualquer outro ambiente, considerados por ele mesmo como “apenas mais uma lugar para se limpar”, até mesmo o banheiro fica no corredor do prédio, para se ter uma noção do modo em que vivia essa amável figura. (vivia, porque ao final do documentário, temos Bill ganhando o seu novo e mais do que merecido espaço, com uma vista maravileeeandra para o Central Park, algo que ele chega a considerar “ridículo”, rs)

Isso porque Bill Cunningham, encabeça a lista dos artistas antigos que resistiram bravamente pelo direito de permanecer no Carnegie Hall, prédio histórico da cidade de NY, que abrigou inúmeros estúdios importantes de artistas famosos de outras épocas. E não é de hoje que esses artistas travam uma briga séria com a prefeitura de NY, que tem outros planos “comerciais” para o prédio, como o de transforma-lo em mais um prédio corporativo de aglomerados de empresas preguiças que surgem a cada 5 minutos no mercado, sejam elas quais forem. (Zzzz)

No Carnegie Hall, ganhamos ainda a companhia de Editta Sherman, amiga de longa data de Bill, que é uma das poucas que permanece com o seu negócio ainda no prédio. Uma mulher sensacional, super bem humorada e cheia de histórias ao lado de grandes atores do cinema, ou até mesmo de Andy Warhol, de quem ela fez uma foto sensacional que faz plano de fundo para a sua aparição no documentário. Editta ainda faz um lindo desfile de moda com os chapéus antigos da coleção de Cunningham, deixando o amigo completamente envergonhado diante das câmeras. (outra com quem eu mais do que me identifiquei, neam? Maravileeeandra!)

E Bill circula por toda NY como se aquelas ruas fossem o quintal da sua casa, ignorando completamente o caos do trânsito da cidade, por exemplo (mesmo já tendo sofrido alguns atropelamentos). Vai a lavanderia, a loja de fotografia, aos eventos durante o dia ou a noite, tudo isso acompanhado da sua inseparável bicicleta, que ele não dispensa por nada nesse mundo. Talvez venha daí toda essa sua disposição para permanecer por tanto tempo dentro do universo da moda com tamanha força. Claro que isso, aliado a  paixão pela sua profissão, que ele deixa bem claro ao longo do documentário dirigido por Richard Press.

O fotógrafo tem um olhar único, primoroso até, sempre atento a pequenos detalhes, ou padrões que possam identificar alguma tendência da moda de rua que ninguém havia percebido ainda. Seu olhar chega a ser tão especial, que ele é reconhecido até mesmo pela Anna Wintour durante o documentário, que chega a dizer que muitas vezes, nem ela e nem todo o seu time consegue enxergar as maravilhas que só mesmo o Bill Cunningham consegue perceber através de suas lentes, mesmo estando todos eles na mesma sala de desfile. Um reconhecimento mais do que especial.

Mas Bill deixa bem claro que esse seu olhar só tem interesse para algo novo ou realmente especial e que ele morre de preguiça da indústria das celebridades e os seus vestidos de graça. O que ele prefere mesmo é gente comum com fundamento e autenticidade. Achei sensacional por exemplo, quando ele declara que os seus dias preferidos em NY são quando o tempo está meio assim, com chuva ou neve e as pessoas tem que passar por situações desastrosas para enfrentar o dia, revelando uma sequência de imagens impagáveis de pessoas com os pés atolados em neve ou pulando poças de chuva. O que revela que apesar da idade, Bill continua mantendo-se como uma criança arteira, achando graça dessas situações comuns do dia a dia de cada um de nós e talvez esse seja outro dos seus segredos de vida. (anotado)

Amo a sinceridade do próprio, quando ele revela que na maioria das vezes, nem consegue retratar exatamente o que ele gostaria durante os desfiles por exemplo, onde ele faz questão de não ficar juntos com os demais fotógrafos, para não ter uma imagem estática do que é a moda para ele. Ou a simplicidade dele seguir para Paris com o seu “poncho” improvisado com plástico e fita adesiva, que ele exibe com orgulho.

E não tem como não se emocionar com aquele senhor de cabeça branca, que revela que compra as suas famosas jaquetas azuis a preço de banana, sendo reconhecido em Paris por sua importância para o mundo da moda, ganhando uma homenagem linda, que ele retribui falando algumas palavras em francês, até ser tomado pela emoção (que também me levou as lágrimas). Clap Clap Clap! E o que a gente faz com a vontade de abraçá-lo, hein?

Sério, quando eu digo que assisti ao documentário inteiro com os olhos cheios de lágrimas eu não estou brincando e passei boa parte dele com a mão no coração também, sem o menor exagero.

Desde que eu comecei a me interessar mais por moda e passei a ficar de olho no assunto, esse personagem sempre me chamou a atenção. Sempre fui um grande interessado pela moda de rua, pelo comportamento das pessoas comuns e foi dentro dessa curiosidade que eu me deparei com o lindo e importante trabalho do Bill Cunningham. Até me senti um pouco ignorante por não conhecer muito da sua história, a ponto de não ter a menor ideia até assistir ao documentário, de que ele chegou a criar chapéus antes de se transformar no profissional que ele é hoje. Certamente, um homem que serviu de escola para todos esses nomes de hoje que também fotografam lindamente a moda de rua, como o Sartorialist, o Face Hunter e o Jack & Jill, de quem eu empresto o fundamento (sempre com muito respeito e admiração) quase todos os dias aqui no Guilt, com o nosso já tradicional Look 4 Today.

O documentário termina lindamente, com uma festa organizada pelos colegas de trabalho do Bill no Times, com todos vestido com o mesmo casaco azul que é a marca do fotógrafo e enormes máscaras com o seu sorriso inconfundível. E ver aquele senhor trabalhando com o que ama e extremamente feliz e disposto a encarar mais um ano da sua vida com tamanha força, chega a ser uma lição para todos nós, que ainda estamos engatinhando lentamente nesse meio e de vez em quando, como qualquer ser humano, nos sentimos meio assim…

Perto desse fim, em um determinado momento Bill é questionado sobre a sua vida amorosa e a sua relação com a igreja, que ele diz frequentar todos os domingos, por necessidade e também para ouvir as músicas (sério, #TEMCOMONAOAMAR). Sem se sentir constrangido e mesmo timidamente, Bill responde a pergunta que não quer calar com maestria, em uma das declarações mais honestas e sinceras, vinda diretamente de um homem de uma geração muito diferente  e bem mais difícil e complicada do que a nossa. (♥²)

Só vou ter que discordar com quando o fotógrafo revela nunca ter vivido uma relação de amor, por não sentir que isso é verdade. Apesar de ter ficado bem claro qual o tipo de amor que ele estava sendo questionado naquele momento, acho sim que o Bill Cunningham viveu e vive até hoje uma grande relação de amor e a sua parceira de muito tempo é a moda, uma amante muitas vezes cruel, mas que para a nossa sorte, tratou esse artista muito bem. (♥)

Um filme para vc assistir toda vez que pensar em desistir e morrer de vergonha de sequer pensar nesse hipótese.

No dia 23 de Abril desse ano, Bill Cunningham receberá um prêmio em NY por toda a sua dedicação ao mundo da moda, onde ele deverá receber o prêmio  Carnegie Hall Media of Excellence, em um evento de gala e beneficente no Waldorf Astoria.  O prêmio deverá lembrar os seus quase 50 anos dedicados a profissão, tendo como chairs Annette e Oscar de La Renta, além da atriz Sarah Jessica Parker. Certamente, mais uma data em que todas irão se vestir especialmente para o Bill. Aliás, alguém que estiver por lá nessa ocasião, poderia fazer o favor de abraçá-lo por todos nós? Obrigado!

ps: motoristas desavisados de NY, todo o cuidado desse mundo quando um senhor de camisa azul e cabeça branca estiver por perto com sua bicicleta ou câmera fotográfica. Please! (fico com o coração na mão com ele correndo feito louco no meio dos carros e táxis amarelos, rs)

Todas maravileeeandras para a Burberry

Fevereiro 24, 2012

Uma mais maravileeeandra do que a outra,  todas prontas para assistir o desfile da Burberry no Kensington Gardens na Londres antiga. 

Primeiro a Kate Bosworth, com essa saia lápis pesada e cinto grande de laço (que eu AMO!), já ensaiando o tendencismo peplum (que são essas saias com uma segunda camada por cima), porém nesse caso, ainda timidamente porque é só um babado discreto. Mas quebrando toda a seriedade do look com esse top de estampa de coruja em um cinza mescla delicioso e uma cabelo preso e bagunçado que a gente também AMA. Maravileeeandra

Na sequência, Alexa Chung, minha MUSE, investindo no fundamento masculino nos pés, com esse sapato mais pesado e com cara de menino. Acho importante ficar de olho nesse fundamento.

Maravileeeandra! MUSE! Marry Me? (rs)

E por último, a Clemence Poesy (AMO esse nome, AMO!), também maravileeeandra com essa camisa de poa. Mas talvez eu tivesse trocado esses sapatos por algo mais pesado ou importante.

Mesmo assim, maravileeeandra!

Estrelinha dourada para o Chris Pine

Fevereiro 13, 2012

Que fez uma combinação maravileeeandra nesse mix de estampas entre a gravata, o lenço e a camisa. Eike orgulho! Höy!

Maravileeeandro


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