Posts Tagged ‘Game Of Thrones’

Porque criança rica pode até ganhar slime na cara em noite de premiação, mas tem que ser slime de ouro!

Julho 18, 2014

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Lembra do Kids’ Choice Awards, onde todo ano, alguém é premiado com um banho de slime verde?

Então, no caso dos Beckhams que são dourados por natureza, a coisa muda um pouquinho e o banho de slime vem carregado na riqueza golden.

Achei que correu a chance de um “Slumdog Millionaire”, mas acabou mais para Game Of Thrones. Ricos!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

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E a lista do Emmy 2014, hein?

Julho 14, 2014

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É  claro que precisamos comentar a lista com o indicados para o Emmy 2014, que esse ano acontecerá no dia 25 de agosto na America antiga, com transmissão ao vivo por aqui pela Warner. Mas só vamos falar dos prêmios que mais nos interessam (séries e minisséries), porque como todo mundo sabe, essa lista é enorme. E como sempre, nossa torcida leva um coração (♥), nossos desafetos levam uma #CREDINCRUX () e os comentários seguem abaixo de cada categoria. Vamos lá?

 

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Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Downton Abbey – ITV/PBS

Game of Thrones – HBO

House of Cards – Netflix

Mad Men – AMC

True Detective – HBO

 

Em um ano de final de Breaking Bad, qualquer resultado que não seja para a série vai parecer injusto, mesmo que suas concorrentes tenham sido bem boas. Não consigo nem torcer por outra, sério…

 

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Série Cômica

†  The Big Bang Theory – CBS

♥  Louie – FX

Modern Family – ABC

Orange is the New Black – Netflix

Silicon Valley – HBO

Veep – HBO

 

Girls não está nessa lista e isso já me deixa irritado. Louie é sempre excelente, continua sendo uma das minha comédias preferidas na vida, mas não é para todo mundo. E tenho que reconhecer que Modern Family é superior, por mais idiota que esse comentário possa me fazer parecer. Ainda não vejo Veep, sorry… e Silicon Valey e OITNB estão na minha lista de próxima obrigações televisivas antes da fall season. E cadê The Mindy Project nessa lista, hein?

 

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Minissérie

†  American Horror Story: Coven – FX

Bonnie & Clyde – Lifetime

♥  Fargo – FX

Luther – BBC/BBC America

Treme – HBO

The White Queen – BBC/Starz

 

Até agora, só vi o piloto de Fargo e já estou completamente apaixonado. E qualquer série que tiver o Watson e o Bilbo Baggins em seu elenco, já pode considerar o meu voto como vencido!

 

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Telefilme

Killing Kennedy – National Geographic Channel

Muhammad Ali’s Greatest Fight – HBO

♥  The Normal Heart – HBO

♥  Sherlock: His Last Vow – Episódio de longa duração de série britânica – BBC/PBS

The Trip To Bountiful – Lifetime

 

Não sei porque eles insistem em colocar Sherlock nesse tipo de categoria, mas, não tem como pelo menos torcer pela série. Mas vocês já viram The Normal Heart? Então, fica difícil não torcer pela obra do uncle Ryan também, que é simplesmente sensacional!

 

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Ator de Série Dramática

♥  Bryan Cranston por Breaking Bad – AMC

Jeffe Daniels por The Newsroom – HBO

Jon Hamm por Mad Men – AMC

Woody Harrelson por True Detective – HBO

Matthew McConaughey por True Detective – HBO

Kevin Spacey por House of Cards – Netflix

 

Cranston, sem mais. Ano que vem, espero que o Jon Hamm finalmente seja reconhecido por seu também sempre muito bom, Don Draper. Mas só ano que vem…

 

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Ator de Série Cômica

Don Cheadle por House of Lies – Showtime

♥  Louis CK por Louie – FX

Ricky Gervais por Derek – Channel 4/Netflix

†  Matt LeBlanc por Episodes – Showtime

William H Macy por Shameless – Showtime

Jim Parsons por The Big Bang Theory – CBS

 

Louis CK. só porque ele é ruivo e apresentou o SNL tendo o Sam Smith como convidado musical. Mentira, é porque ele é bom mesmo. 

 

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Ator de Minissérie ou Telefilme

Chiwetel Ejiofor por Dancing on the Edge – BBC/Starz

♥  Martin Freeman por Fargo – FX

Billy Bob Thorton por Fargo – FX

Idris Elba por Luther – BBC/BBC America

♥  Benedict Cumberbatch por Sherlock – BBC/PBS

♥  Mark Ruffalo por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Dividido em três partes covardes. Mas gostaria que o combate fosse mais um duelo entre o Sherlock e o Watson interpretando outro que não o seu já famoso Bilbo. Veremos…

 

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Atriz de Série Dramática

Lizzy Kaplan por Masters of Sex – Showtime

Claire Danes por Homeland – Showtime

Michelle Dockery por Downton Abbey – ITV/PBS

†  Julianna Margulies por The Good Wife – CBS

Kerry Washington por Scandal – ABC

Robin Wright por House of Cards – Netflix

 

Seria uma pena ver a Claire Danes ganhando essa por uma temporada tão meio assim de Homeland. Prefiro que fique entre as outras grandes, Washington e Wright, mas fico bem feliz de ver o nome da Lizzy Kaplan finalmente figurando em uma lista como essa. Mas faltou a órfã, não?

 

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Atriz de Série Cômica

♥  Lena Dunham por Girls – HBO

♥  Edie Falco por Nurse Jackie – Showtime

Julia Louis-Dreyfus por Veep – HBO

Melissa McCarthy por Mike & Molly – CBS

Amy Poehler por Parks and Recreation – NBC

Taylor Schilling por Orange Is the New Black – Netflix

 

Eu tenho um amor de identificação pela Lena Dunham, então não consigo não torcer por ela, seja no Emmy, seja na vida. Edie Falco é sempre excelente em Nurse Jackie, embora a série seja sempre injustiçada figurando em uma lista de comédia. Mas não somos inocentes e sabemos que esse vai de novo para a Louis-Dreyfus. 

 

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Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story – FX

Sarah Paulson por American Horror Story – FX

Helena Bonham Carter por Burton and Taylor – Telefilme – BBC/BBC America

Minnie Driver por Return to Zero – Telefilme – Lifetime

Kristen Wiig por The Spoils of Babylon – IFC

Cicely Tyson por The Trip to Bountiful – Telefilme – Lifetime

 

Grandes nomes, várias queridas e nenhuma delas assistidas por mim. Que vença a melhor. #PHNEUTRO

 

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Ator Coadjuvante em Série Dramática

♥♥ Aaron Paul por Breaking Bad – AMC

Jim Carter por Downton Abbey – ITV/PBS

♥♥ Peter Dinklage por Game of Thrones – HBO

Mandy Patinkin por Homeland – Showtime

Jon Voight por Ray Donovan – Showtime

Josh Charles por The Good Wife – CBS

 

Meu coração fica tão dividido nessa categoria que ele se divide em dois, e dois para cada um dos meus preferidos. Seria possível um empate?

 

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Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Colin Hanks por Fargo – FX

♥  Martin Freeman por Sherlock – BBC/PBS

Jim Parsons por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Joe Mantello por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Alfred Molina por The Normal Heart – Telefilme – HBO

♥  Matt Bomer por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Freeman concorrendo novamente, e agora pelo seu Watson em Sherlock. E essa foi uma temporada importante para o seu personagem na série, por isso nada mais do que merecido. Gosto muito do Jim Parsons, mas em The Normal Heart, ele conseguiu carregar um pouco do Sheldon e não de uma forma tão positiva assim. Matt Bomer está assustador no mesmo e merece não só por isso, pela entrega, mas porque fez sim um excelente trabalho também!

 

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Ator Coadjuvante em Série Cômica

Andre Braugher por Brooklyn Nine-Nine – Fox

♥  Adam Driver por Girls – HBO

Ty Burrell por Modern Family – ABC

Jesse Tyler Ferguson por Modern Family – ABC

Fred Armisen por Protlandia – IFC

Tony Hale por Veep – HBO

 

Dei um grito de menina fã quando vi o nome do Adam Driver nessa lista. Finalmente! Sei que alguém de Modern Family deve levar, mas ainda assim, podemos fazer uma versão do troféu de jujubas e entregar para o nosso Adam, não?

 

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Ator Convidado em Série Dramática

Paul Giamatti por Downton Abbey – ITV/PBS

Reg E. Cathey por House of Cards – Netflix

♥  Robert Morse por Mad Men – AMC

Beau Bridges por Masters of Sex – Showtime

Joe Morton por Scandal – ABC

Dylan Baker por The Good Wife – CBS

 

Sério, o Paul Giamatti apareceu durante 5 min de toda temporada de Downton Abbey, no máximo. Claro que meu coração vai para o Robert Morse. Claro!

 

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Ator Convidado em Série Cômica

Nathan Lane por Modern Family – ABC

Steve Buscemi por Portlandia – IFC

♥  Jimmy Fallon por Saturday Night Live – NBC

Louis C.K. por Saturday Night Live – NBC

Bob Newhart por The Big Bang Theory – CBS

Gary Cole por Veep – HBO

 

Não acho o Jimmy Fallon um bom ator, mas suas participações no SNL, seu velho conhecido, são sempre excelentes. Louie também foi ótimo por sinal… Queria muito assistir Portlandia, mas não encontro para “comprar”… 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Dramática

♥  Anna Gunn por Breaking Bad – AMC

Maggie Smith por Downton Abbey – ITV/PBS

Joanne Froggatt por Downton Abbey – ITV/PBS

Lena Headey por Game of Thrones – HBO

Christina Hendricks por Mad Men – AMC

Christine Baranski por The Good Wife – CBS

 

Anna Gunn, sem mais e pelo conjunto da obra da sua participação na série. 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Julie Bowen por Modern Family – ABC

Allison Janney por Mom – CBS

Kate Mulgrew por Orange is the New Black – Netflix

Kate McKinnon por Saturday Night Live – NBC

♥  Mayim Bialik por The Big Bang Theory – CBS

Anna Chlumsky por Veep – HBO

 

Gostaria muito que a Mayim tirasse esse prêmio certo das mãos da Julie Bowen, mas está difícil…

 

 

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Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

♥  Frances Conroy por American Horror Story – FX

♥  Kathy Bates por American Horror Story – FX

Angela Bassett por American Horror Story – FX

Allison Tolman por Fargo – FX

Ellen Burstyn por Flowers in the Attic – Telefilme – Lifetime

♥  Julia Roberts por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Bates ou Roberts. Tranquem as duas em uma sala, joguem uma espada e quem sair viva, leva. Mas secretamente, vou torcer para sempre para a Frances Conroy, por meu amor antigo por Six Feet Under

 

Atriz Convidada em Série Dramática

Diane Rigg por Game of Thrones – HBO

Kate Mara por House of Cards – Netflix

Allison Janney por Masters of Sex – Showtime

Kate Burton por Scandal – ABC

Margo Martindale por The Americans – FX

Jane Fonda por The Newsroom – HBO

 

Se eu fosse a Jane Fonda, que tem um cena a cada temporada de The Newsroom, teria vergonha de qualquer indicação por esse papel. Isso só pode ser coisa de algum velho tarado de seus velhos tempos de “Barbarella”. Só pode! rs

 

Atriz Convidada em Série Cômica

Uzo Aduba por Orange is the New Black – Netflix

Laverne Cox por Organe is the New Black – Netflix

Natasha Lyonne por Orange is the New Black – Netflix

Tina Fey por Saturday Night Live – NBC

Melissa McCarthy por Saturday Night Live – NBC

Joan Cusack por Shameless – Shwotime

 

Bacana ver o Netflix sendo levado a sério, não?

 

Elenco de Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Game Of Thrones – HBO

The Good Wife – CBS

House Of Cards – Netflix

True Detective – HBO

Sherlock – BBC/PBS

Treme – HBO

 

Breaking Bad, claro. Acho que GOT vai ser tipo aqueles que são indicados a tudo no Oscar mas que no final, acabam ganhando apenas um ou outro prêmio técnico da noite…

 

Elenco de Série Cômica

Louie – FX

Modern Family – ABC

Nurse Jackie – Showtime

Orange Is The New Black – Netflix

Veep – HBO

 

Modern Family, porque eles tem mesmo o melhor elenco e as vezes não tão bem aproveitado assim até…

 

Elenco de Minissérie ou Telefilme

American Horror Story – FX

Fargo – FX

Sherlock: The Last Vow – BBC/PBS

The Normal Heart – Telefilme – HBO

Treme – HBO

 

Gostaria de ver esse com Sherlock, mas fica difícil concorrer com tantos nomes de peso de Hollywood em TNH. Humpf!

 

Série Animada

Archer – FX

Bob’s Burgers – Fox

Futurama – Fox

South Park – Comedy Central

Teenage Mutant Ninja Turtles: The Manhattan Project – Nickelodeon

 

Série Animada – Curta Duração

Adventure Time – Cartoon Network

Disney Mickey Mouse – Disney Channel

Disney Phineas and Ferb – Disney Channel

Regular Show – Cartoon Network

Robot Chicken – Cartoon Network

 

Adventure Time, porque é o mais maravilindo! rs

 

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Game of Thrones Ice and Fire: A Foreshadowing – a retrospectiva disfarçada de preview

Fevereiro 12, 2014

Com a Season 4 de GOT chegando no dia 06 de Abril, lá na America antiga e aqui, ganhamos esse vídeo divulgado pela HBO, com uma espécie de retrospectiva das temporadas anteriores, um tanto quanto disfarçada de preview, nos trazendo também o que ainda está por vir na série.

Ansiosos?

 

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#TEMCOMONAOAMAR esses animais de brinquedo de Game Of Thrones?

Julho 29, 2013

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Filhotinhos de lobo pelos quais eu estou completamente apaixonado desde que encontrei o mimo, o corvo de três olhos e os ovos de dragão de GOT. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Euquero!

 

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E agora o Ned Stark perdeu a cabeça também na coleção Funko Pop!

Julho 18, 2013

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Sério, #TEMCOMONAOAMAR o bom humor desse novo Ned Stark da Funko em pareceria com a HBO?

Euquero!

 

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E quem é que no jogo dos sete reinos não queria tirar foto de namô com o Nikolaj Coster Waldau?

Junho 27, 2013

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Quem, me digam, quem? Höy!

Se bem que…

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… uma vez vilão, sempre vilão e por isso, reparem que ele beija mas mantém os olhos bem abertos e não larga o “pastrami” por nada nesse mundo… rs

#NAOSEENGANEMCOMQUALQUERCARADEPRINCIPEMASNAODESPERDICEMACHANCETAMBEM

 

ps: e sim, ele é a minha nova #CRUSH do momento e eu só aprendi a pronunciar o seu nome corretamente ontem, graças a leitora D.S. no Twitter. Thnks!

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A temporada de Game Of Thrones em que continuamos andando mas que finalmente sentimos que saímos do lugar

Junho 25, 2013

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Avançamos. Finalmente avançamos! Desde que Game Of Thrones começou, ficamos com a impressão de que essa caminhada apesar de grandiosa e impressionante desde sempre, era também uma caminhada demorada, de passos lentos, mas muito lentos mesmo, onde seguimos adiante sem muito senso de direção, sem saber exatamente (ou a todo tempo) para onde estávamos indo. Mas continuamos caminhando lentamente ao lado da série mesmo assim, as vezes nos divertindo um pouco mais (os episódios 9 de todas as temporadas até agora foram todos sensacionais! Mas e os outros? …), as vezes bem menos, a ponto de torcemos o nariz ao ter que encarar mais uma hora da série durante aquela semana, que apesar de sempre fazer bem para os olhos e nos entreter com cenários fabulosos e grandiosos que sempre fizeram parte da sua excelente produção, muitas vezes deixou a desejar em termos de evolução e desenvolvimento da sua história em meio aos seus inúmeros personagens e esse ritmo mais lento da sua narrativa do qual alguns de nós sempre reclamamos. (reclamação considerando apenas quem só assiste a série de TV e não leu os livros, que fique bem claro e que fique bem claro também que uma coisa não deve depender da outra)

Retornamos da segunda temporada encontrando um pouco mais do mesmo, com aqueles poucos minutos para cada um dos seus inúmeros personagens nos situarem a respeito de seus paradeiros e intenções daqui para a frente. Nada muito animador e assumindo uma postura de vez em quando quase presunçosa demais ao apostar que a sua audiência ainda se lembrava exatamente de onde paramos durante a temporada anterior, que na verdade se tratava de apenas alguns passos a frente, mas ainda assim, alguns passos a frente para inúmeros personagens e pequenas histórias. Uma boa sugestão para quem assiste GOT talvez seja assistir de novo a season finale da temporada anterior antes de começar uma nova, só para facilitar um pouco mais as coisas, já que elas acabam sendo sempre uma grande introdução a tudo que ainda está por vir na série.

Cheguei até a reclamar em um dos meus textos dramáticos sobre o que estaria acontecendo com a minha/nossa TV atualmente, que aparentemente estava sim passando por uma crise criativa daquelas (ainda está), texto em que entre outras, citei também GOT como uma das minhas decepções do momento, onde a essa altura, o que de mais animador que já havia acontecido na temporada atual da série até então, foram apenas aqueles minutos finais de um episódio onde todo mundo ficou excitadíssimo comentando pelos sete reinos (“Aquele com o churrasquinho”, que seria o nome do episódio de GOT em Friends devidamente traduzido, rs_), mas que na verdade havia sido apenas aquilo mesmo, a velha fórmula de nos enganar com finais sensacionais depois de 40 e poucos minutos de muita enrolação. Até que um dos leitores do Guilt e da franquia de livros (Thnks V.) acabou me alertando honestamente sobre o fato de que na verdade, a história de GOT e a sua narrativa era basicamente apenas aquilo mesmo, muitos personagens, longas caminhadas e alguns acontecimentos mais animadores no meio do caminho. Após esse depoimento sincero e sem falsas esperanças (de vez em quando eu ainda acabo caindo nessa “animação exagerada” de alguns), confesso que acabei “aceitando” melhor o fundamento da série e o seu propósito, entendendo que seria perda de tempo achar que grandes mudanças estavam por vir em relação ao ritmo dos seus acontecimentos…

Costumo dizer que assistir Game Of Thrones é como estar jogando uma partida de um jogo de tabuleiros qualquer, do tipo que você tem que jogar os dados para avançar as casas até o final do mesmo. Com a diferença de que até aqui, a sensação ainda era a de que a gente não andava com muita sorte dentro desse jogo, avançando sempre apenas algumas poucas casas por vez, demorando muito tempo para de fato avançar e encontrar um ponto mais significativo e importante para a história. Talvez tenhamos até ficado algumas partidas sem jogar, por conta da má sorte de termos caído na prisão. (damn it! rs)

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Tudo bem que pelo menos dessa vez, apesar do mesmo ritmo de sempre a princípio, ainda durante o começo da temporada, eles acabaram gastando muito mais de tempo dessa vez com coisas mais úteis do que apenas diálogos soltos e sem muita relevância para a trama principal, nos esclarecendo um pouco mais sobre a sua história e isso além de ter sido bem bacana, foi importante para imaginar os rumos da história ou criar alguma esperança em relação a mesma, projetando o seu futuro. Khaleesi por exemplo, através de algumas fábulas ou histórias contadas por outros personagens a respeito da sua conhecida mitologia dentro dos sete reinos (incluindo o impiedoso Joffrey, que a essa altura a gente sonha que seja morto duas vezes, a primeira pelas mãos da Arya e a segunda da Khaleesi), pela primeira vez tivemos uma noção clara e até mesmo prática da sua importância para a história na retomada do poder que já foi do seu povo no passado e que veio se desenvolvendo dentro da série de forma bem bacana dessa vez. Libertando escravos e atuando basicamente como uma militante em nome da liberdade, Khaleesi foi construindo o seu exército (e ainda continua), que a essa altura é gigantesco e até então dentro da série eu não me lembro de ter visto algo parecido em volume. Com seus dragões ela caminha em busca do trono de ferro, arrastando multidões junto com ela e sendo encarada cada vez mais como uma deusa entre o seu “novo povo”. Até um boy magia ela conseguiu arrebatar nesse meio tempo, demonstrando que sim, ela tem uma ligeira queda pelos grandões cabeludos (apesar desse parecer um franguinho perto do seu Khal Drogo e se aquele outro magia morena que chegou acompanhando o seu futuro marido não tivesse a língua tão solta e não fosse tão escroto, eu não sei não viu? Eu pelo menos me senti inclinado ao erro momentâneo, rs), embora nada tenha acontecido entre eles até agora. Mas certamente podemos dizer que essa foi a temporada da ascensão da Khaleesi e seus dragões, onde a personagem finalmente começou a dar passos mais largos em relação ao seu maior objetivo rumo ao trono de ferro. Sem contar aquela cena grandiosa que encerrou a Season 3, mas que na verdade, apesar de importante e com um significado bem bacana, talvez não tenha sido a melhor forma para se encerrar uma temporada como essa.

E esse recurso das histórias contadas por meio de outros personagens tem se tornado cada vez mais recorrente dentro da série, onde por diversas vezes nos deparamos com alguns deles nos dando algumas pistas importantes em relação a quem são e o que podemos esperar de alguns personagens que parecem importantes dentro da história (tipo a historinha contada pelo Bran na season finale, sabe?), apesar da gente nunca ter certeza de nada em relação a relevância de cada um deles, dado o modo como eles costumam se livrar de personagens que achamos importantes e isso sem a menor piedade. Digo “parecem importantes” porque Game Of Thrones já nos provou desde a sua temporada de estreia que aqui não há favoritos (e ao que tudo indica tão pouco finais felizes) e ou personagens tão principais assim e todos eles podem acabar com a cabeça na ponta de uma lança a qualquer momento, como descobrimos novamente na reta final dessa Season 3.

E se para Khaleesi essa foi uma temporada de ascensão, embora ela não tenha chegado onde gostaria ainda e a gente não ter a menor ideia sobre o quanto isso ainda vai demorar (essa questão da geografia sempre foi um problema na série, algo que aqueles mapas tipo de videogame, mostrando exatamente o ponto onde o personagem se encontra naquele momento, poderia facilitar bastante as nossas vidas, não? Para isso eles poderiam inclusive aproveitar a abertura da série… e o mesmo vale para pop-ups explicativos e lembretes sobre cada um deles, principalmente aqueles que pouco conhecemos), essa foi também a temporada de redenção para o até ontem apenas odioso Jaime Lannister, que agora nós aprendemos a entender e e até a gostar um pouco, vai?

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Jaime que surgiu durante a primeira temporada, foi o responsável pelo acidente do Bran, ficou bem a parte da história durante a Season 2, embora tenha sido mantido como refém por toda ela, algo que até continuou durante a nova temporada, com a diferença de que dessa vez ele ficou ao lado da Brienne, que foi quando o personagem resolveu abrir seu coração e bastou o personagem perder a sua mão de forma cruel até, para entendermos um pouco mais sobre quem ele era, nos revelando novas camadas do personagem que até então a gente gostaria de ver perdendo todos os membros e nem se importava muito. E a relação dele com a Brienne foi desenvolvida lindamente, ela com toda a sua lealdade a Catelyn Stark e ele adquirindo um carinho enorme pela personagem ao longo dessa trajetória, a ponto de voltar para trás quando finalmente estava prestes a encontrar a liberdade no lar dos Lannisters e sendo capaz até de enfrentar um urso com apenas uma das mãos e uma espada de madeira, tudo isso para salvar o pescoço da Brienne, arranhado previamente pelo próprio urso gigantesco em questão. Se até esse ponto da história achamos que Jaime Lannister era apenas mais um vilão em meio a tantos outros interessados a qualquer custo no trono de ferro, hoje desconfiamos que o prince charming dos Lannisters pode ser muito mais do que apenas isso. Mas ainda não esquecemos o que ele fez com o Bran no passado…

Outro ponto marcante da temporada e que também teve a ver com a perda de membros foi a sessão de tortura que teve o Theon Greyjoy (agora também conhecido como “Fedor”, rs) como protagonista, sendo vítima do sádico Ramsay, personagem que surgiu misteriosamente, disfarçado de bom moço, mas que logo foi se revelando como o novo sádico sem limites da vez, se divertindo com Greyjoy preso a uma espécie de “Cruz de Santo André” (se o meu quase irmão estivesse lendo isso, certamente ele falaria “AHA, Essy, todo entendido na linguagem técnica de S&M, neam? rs), que mesmo sem entender nada até agora, acabou perdendo uma valiosa parte do seu corpo, que segundo dizem, parecia ser impressionante… (mas não foi ele que já fez nu frontal no começo da série? É, foi e talvez por isso não tenhamos ficado totalmente convencidos dessa mitologia a seu respeito, rs) e só mesmo no último episódio da temporada acabamos descobrindo que Ramsay era ninguém menos do que o filho bastardo do “novo protetor” do norte, Roose Bolton, que foi quando conseguimos entender o porque daquela motivação toda. E aquela cena final com ele comendo aquela linguiça logo após o ocorrido na sessão de tortura foi de uma sadismo delicioso e por favor, nunca promovam o encontro do Ramsay com o Joffrey, caso contrário, ninguém será capaz de deter essa história de amor e identificação imediata. (talvez por isso eu assista Vicious, série inglesa que também conta com o mesmo ator em um papel totalmente diferente e fico sempre morrendo de medo que ele comece a fazer algo parecido com o casal gay mais adorado do momento, do qual nós já falamos por aqui mas falaremos mais em breve. Se bem que, por lá temos também o Magneto então, acho que ele não conseguiria se dar muito em termos de vilania bem nesse caso, rs)

Tyrion, Joffrey, Sansa (me pergunto até hoje porque tão chata e porque ainda vida. Porque?), Cersei e todo o clã Lannister estiveram mais a parte da história dessa vez e foram mantidos praticamente em casa durante toda a temporada, resolvendo algumas questões familiares ainda pendentes para todos eles, principalmente no que dizia a respeito do estado civil de cada um deles. Nesse hora, lamentamos principalmente pelo Tyrion ter ficado tão de lado, embora tenha ganhado seus bons momentos durante essa temporada, como a discussão com o pai a respeito da sua existência até hoje,  até a exploração do lado mais sentimental do melhor personagem da série, que acabou sendo obrigado a se casar com a Sonsa (com quem ele vem criando uma relação ótima por sinal), em uma cerimônia cheia de ironia e humor negro em relação a “pequena” diferença entre os dois e onde o personagem também acabou ganhando mais alguns de seus bons momentos dentro da série, além das ameaças todas de sempre do Rei Joffrey. Rei que apenas pensa que é Rei, porque na verdade descobrimos que quem anda comandando tudo aquilo é mesmo a mente do patriarca da família, Tywin Lannister, que é além de poderoso, consegue sabiamente manipular o neto, que apesar de se sentir como um Rei (apesar de andar escoltado e escondido dentro de carruagens pelo reino e da sua única tarefa real ser escolher o tecido do seu novo “vestidinho”, rs), não tem muita coragem de enfrentá-lo.

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Apesar de ter ficado mais a parte durante essa temporada, Joffrey continuou construindo a história do seu odioso personagem, sempre envolvido em um capricho qualquer ou em situações com requintes de crueldade absurdas, como suas presas humanas vítimas de suas vontades e caprichos absurdos naquele momento. Personagem que inclusive acabou ganhando uma nova candidata a Rainha, ela que parece estar bem ciente da sua personalidade meio assim, embora continue disfarçando muito bem (só não sabemos exatamente ainda o porque) e que de quebra nos trouxe uma espécie de “Violet” de Downton Abbey diretamente para os sete reinos, uma comparação praticamente impossível de não se fazer devido as semelhanças de ambas personagens embora pertençam a universos tão distintos.

Alguns outros personagens também foram desenvolvidos um pouco mais ao longo da temporada, como a história do Stannis Baratheon e a sua filha com marcas de dragão presa no calabouço, assim como os feitiços e artimanhas da Melisandre, que acabou separando o Gendry Baratheon da Arya, logo agora que ele havia se declarado para ela (um momento bem foufo dentro da série) e tivemos também o plot do pequeno Bran (que cresceu e engrossou a voz, não?), que descobrimos ser um warg e ter certos poderes importantes. Apesar da Season 2 ter terminado com a passeata dos white walkers, pouco eles foram explorados ao longo dessa terceira temporada, onde em relação a eles nós apenas ganhamos a descoberta do Sam de um arma capaz de destruí-los. E podemos dizer também que essa foi uma temporada bem temática para Game Of Thrones, onde além de casamentos e membros decepados, tivemos também um episódio inteiro dedicado as bundas da série, onde observamos Jon Snow vivendo a sua primeira noite com uma mulher, Ygritte, que quem diria que naquela tímida serviçal ruiva em Downton Abbey encontraríamos uma mulher faminta, bem resolvida sexualmente, super amarga e totalmente passional, não?

Até que chegamos ao grande momento dessa temporada, um episódio que teve o maior shock value da mitologia série, muito mais importante, surpreendente e impressionante até do que a morte de Ned Stark no começo de GOT. Um episódio que começou com uma série de “encontros e desencontros”, com a Arya bem próxima de finalmente encontrar parte da sua família e o Jon Snow quase esbarrando nos irmãos Bran e Rickon em um lugar qualquer (sorry, sou fã da Sofia Coppola, que eu descobri fazer aniversário no mesmo dia que eu portanto, me deixem em paz! rs). Nele ainda tivemos um momento bem bacana entre mãe e filho, com o Robb Stark finalmente se acertando com a mãe, Catelyn, para quem ele acabou pedindo conselhos em relação aos rumos da guerra que ele havia travado em busca do trono e que até o momento havia sido vitorioso.

Episódio esse que foi marcado pelo famoso red wedding, que começou como uma grande celebração em meio a um pedido de desculpas da família Stark pelo fato do Robb ter se casado com outra e não cumprido o trato entre as famílias envolvidas (outra que inclusive estava grávida nesse momento), mas que acabou no maior e mais importante massacre que encontramos dentro da série. Em uma cena extremamente violenta e surpreendente, observamos de longe a família Stark sendo mais uma vez massacrada, dessa vez perdendo cruelmente dois dos seus membros também bastante importantes até esse ponto da história (ou que a gente achava importante até então), com o Robb assistindo a mulher grávida sendo brutalmente esfaqueada repetidas vezes na barriga, enquanto o próprio recebia flechas em seu corpo por todos os lados, ainda em choque e sem praticamente conseguir entender o que estava acontecendo. Totalmente desesperada, nesse momento (além da participação do baterista do Coldplay tocando animadamente ao fundo) ganhamos Catelyn pronta para o tudo ou nada diante do mandante de tudo aquilo, o odioso Lord Walder (para o qual nós desejamos uma morte lenta, dolorosa e mais vermelha ainda!), ameaçando cortar a garganta da sua atual esposa (e cumprindo), até que se viu completamente sem forças diante daquela situação desesperadora e acabou tendo o mesmo destino do que a sua vítima. (R.I.P)

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Dessa vez, nada de trilha sonora bacana (mais a do casamento no início desse cena foi bem especial), como ganhamos durante a guerra dos Lannisters durante a temporada anterior (também no ep 9, que no passado mais distante, também foi o episódio em que nos despedimos do Ned Stark. Confirmou!), apenas um silêncio enquanto subiam os crédito, que era exatamente o que a gente precisava naquele momento para assimilar todos aqueles surpreendentes acontecimentos que nos deixaram com a cara no chão por alguns longos instantes. Detalhe que Arya acompanhada do The Round estava logo ao lado daquela cena, a poucos metros de distância de finalmente se ver ao lado da sua família, suspeitando que algo de errado estava prestes a acontecer e vendo de longe o lobo da família sendo cruelmente sacrificado pelos novos inimigos da vez. (e aquela cena com a cabeça do lobo na estaca, hein? Quanto simbolismo!) Um momento que certamente acabou se tornando um choque para todo mundo, principalmente para quem não havia lido os livros, onde de uma hora para a outra nos encontramos novamente sem saber mais para quem torcer nos rumos dessa história no futuro. (mentira, vamos sempre torcer para a Arya. Go Arya! Go Arya!)

Encerrando a temporada ainda meio que incrédulos em relação a tudo o que havíamos acabado de assistir durante o episódio anterior, tivemos novamente um episódio que mais serviu para nos situar em relação aos rumos da história no futuro, com o Snow chegando ferido na muralha, Bran partindo em sua caminhada para o que ele acredita ser necessário fazer naquele momento (depois de um encontro super foufo com o Sam), Genrdy conseguindo fugir antes de ser executado, a irmã do Theon partindo em busca de libertar o irmão daquela tortura e a Khaleesi ganhando uma volume ainda maior para o seu exército, onde o que de mais importante que acabou acontecendo ao longo dessa despedida da Season 3 foi realmente a transformação da Arya, que ainda em estado de choque por tudo o que aconteceu com a sua família (mais uma vez com ela praticamente assistindo tudo bem de perto) e ao ver alguns soldados do lado inimigo zombando de toda aquela tragédia envolvendo a sua mãe e irmão, não pensou duas vezes e teatralmente arquitetou o seu bote para cima do inimigo da vez, o esfaqueando descontroladamente. Ou seja, certeza que a partir daquele momento, Arya nunca mais será a mesma.

E com o peso dessa sensação de perda gigantesca do final da Season 3, nos despedimos daquela que provavelmente acabou sendo a melhor temporada de Game Of Thrones até aqui. Gosto muito da Season 1, que contava com a vantagem do fator “novidade” a seu favor, mas que também já havia contado com os seus probleminhas de sempre, não gosto de muita coisa da Season 2, exceto por tudo o que envolveu o Tyrion e o desenvolvimento do seu personagem ao longo da mesma, mas essa Season 3, apesar de ter cometido alguns dos mesmos erros do passado da série, acabou nos trazendo de volta uma empolgação que a gente não encontrava mais em GOT faz tempo, além do avanço que finalmente acabamos dando em relação a sua história, onde apesar de não ter a menor ideia de onde tudo isso vai acabar, conseguimos novamente nos interessar a pelo menos pensar em algumas teorias a respeito ou até mesmo imaginar alguns sonhos para o seu futuro. Se até aqui a gente se manteve cochilando de vez em quando, podemos dizer que em certa altura dessa nova temporada, alguém nos deu aquele cutucão para despertar no momento certo e parece que agora a coisa toda vai andar de verdade. Mas será que vai mesmo? Bem, isso a gente ainda não sabe, mas mesmo se a série não tivesse ganhando esse saldo positivo durante a nova temporada, a grandiosidade e o cuidado de uma produção como a de Game Of Thrones é quase que uma garantia de que a série não merece ser ignorada em hipótese alguma (ainda mais passando aqui ao mesmo tempo que lá. Clap Clap Clap HBO!), nem quando não nos entregando o seu melhor, o que não foi o caso dessa vez, mas que também já aconteceu no seu passado não tão distante assim.

Veremos…

#Mhysa

 

ps: como complemento de todos os episódios de GOT, recomendo que todo mundo assista a esses vídeos aqui do “Gay Of Thrones” lá do Funny or Die. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou rir alto?

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Game of Desks

Maio 27, 2013

Sensacional paródia do Jimmy Fallon no melhor estilo GOT, preparando a sua saída do Late Night, que em breve será a casa do Seth Meyers (SNL), assim que o Fallon seguir para assumir o trono de “controles remotos” antes ocupado pelo Jay Leno, que inclusive faz uma cameo bem especial (e também super bem humorada) no final do vídeo.

Boa sorte para todos!

 

ps: fiquei feliz de ver que eu não sou o único que sempre achou que os atores de GOT (não só de GOT, mas em todos os outros casos semelhantes que conhcemos) deveriam ficar no mínimo constrangidos quando gravando as cenas do núcleo Khaleesi, falando línguas. Confirmou!

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Khalessi anda tão magra que a gente poderia dizer que ela perdeu pelo menos 2 dragões, não?

Maio 20, 2013

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Sim, X-Tina Aguilera pode não ser a rainha dos dragões, mas estava praticamente o próprio dragão com todo aquele excesso de peso que ela andava carregando, não? (R: estava)

E confirmou! Agora sabemos que a sua temporada de férias no The Voice teve um motivo e ele não foi a sua participação chamuscada em GOT

#COMOPERDERDOISDRAGÕESDURANTEUMASEASONDOTHEVOICE

 

ps: passa o sabor desse diet shake de amor, X-Tina!

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Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

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Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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