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O adorável descontrole da Season 3 de Raising Hope

Abril 19, 2013

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Raising Hope continua sendo aquela série deliciosa, com gosto assumidamente de junk food, do tipo que todo mundo deveria assistir (embora sua audiência nunca tenha sido lá essas coisas). Costumo até dizer que assistir Raising Hope é o meu freella como babysitter preferido da semana.

Desde a sua estréia, já passamos por três igualmente deliciosas temporadas. A primeira delas, onde fomos apresentados a família Chance e passamos a observar o Jimmy (Lucas Neff) ainda em fase de adaptação em relação a nova tarefa mais importante da sua vida, a de criar sozinho um adorável garotinha chamada Hope (Baylie e Rylie Cregut) e isso é claro que com a supervisão sempre imprescindível de seus pais, Burt (Garret Dillahunt) e Virginia (Martha Plimpton), que passaram por algo semelhante no passado com o próprio Jimmy e não poderiam ser auxiliares melhores para essa difícil tarefa. E tudo isso também na companhia da indispensável Maw Maw (Cloris Leachman) completando o retrato anual da família, com direito ao Jimmy com meia sobrancelha e Burt e Virginia vestidos com roupa de domingo. (acho sensacional que o Burt desde sempre só tenha aquela mesma roupa mais formal para essa tipo de ocasião, rs)

Depois disso, com o Jimmy já acostumado com a tarefa de ser pai da foufíssima Hope (e como desde muito pequenas essas gêmeas sempre foram excelentes, não?), conhecemos um pouco mais sobre a família Chance e descobrimos que eles eram bem piores do que a gente imaginava. Eles que desde sempre foram meio duros de grana (meio?), um tanto quanto trambiqueiros, é verdade (mas de um jeito digamos que “do bem”), mas que também sempre foram cheios de imaginação e jogo de cintura para enfrentar as dificuldades todas que enfrentavam e sempre tiveram pouco ou quase nenhum julgamento moral em relação a suas atitudes e assim permaneceram até hoje, encarando tudo com muito bom humor. Mas durante a Season 2, que embora tenha sido tão deliciosa quanto a primeira, a temporada acabou sendo ameaçada pelo fantasma do cancelamento, que rondou aquela casa no subúrbio recheada por um bom tempo. Por isso ficamos com a sensação de que as coisas precisaram ser apressadas e resolvidas rapidamente. Jimmy precisou revelar de uma vez por todas o seu amor por Sabrina (Shannon Woodward), a caixa do mercado onde ele também trabalha (em um dos melhores e mais foufos episódios da série) e assim ter a chance de passar mais tempo ao lado daquela que ele amava (um amor que inclusive descobrimos ser antigo por parte dela). Assim, meio que às pressas, eles tentaram nos dar um final para aquela que parecia ser a despedida da série, que se de fato tivesse sido confirmada naquela época, com certeza teria acontecido cedo demais.

Até que recebemos a notícia da sua renovação para uma Season 3, algo que nos pegou totalmente surpresos por ganharmos uma pouco mais de tempo acompanhando a vida desses personagens que em pouco tempo conseguiram nos deixar totalmente apaixonados. Depois disso ganhamos a informação de que essa nova temporada teria 2 episódios a mais, algo que deixava ainda mais próxima a ideia de que talvez estivéssemos realmente perto do fim da série. Humpf! Mas tudo bem, a essa altura não dava nem para reclamar, porque pelo menos havíamos ganhado mais tempo para nos despedirmos adequadamente daqueles personagens adoráveis. Sem contar que o seu canal passou a exibir dois episódios da série por noite (algo que recentemente tem acontecido com certa frequência com diversas séries: 30 Rock, Parks And Recriation, The Oficce, Happy Endings – essa última inclusive com o agravante de ter sido empurrada para o limbo das sextas, #CREDINCRUZ), algo que acabou nos deixando totalmente sem a menor esperança quanto a uma possível renovação para uma quarta temporada.

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A essa altura, embora a preocupação de um cancelamento injusto ainda nos rondasse e isso inevitavelmente nos deixasse com aquele sentimento de tristeza por ver mais uma das melhores comédias do momento acabar injustamente e prematuramente, embora todo esse sentimento, a sensação era a de dever cumprido, a de que a essa altura pouco eles tinham o que fazer que já não tivessem feito antes para amarrar melhor essa história e nos entregar um series finale bacana, digno da série que sempre foi tão boa e bem pouco reconhecida (vejo New Girl, The Big Bang Theory e algumas outras figurando nas listas de indicações de comédia em qualquer prêmio por aí e sinto até o vulcão do ódio e da discórdia entrando em erupção dentro de mim, toda vez). Ou seja, daqui para frente, o que viesse definitivamente seria lucro em Raising Hope.

E foi nessa hora que parece que eles resolveram enlouquecer completamente e não se importar com mais nada, nos entregando uma série de episódios deliciosos e sensacionais, do começo ao fim. Mas do tipo sensacionais mesmo, sem exageros. Parecia até que eles estavam cientes que a morte da série se aproximava e como já estavam completamente desenganados, resolveram aproveitar mais o atual momento e experimentar de tudo um pouco.

Começamos a temporada achando que estávamos correndo o risco de perder a guarda da Hope, algo que não conseguimos aceitar nem como brincadeira, mas que mais tarde descobrimos que na verdade, quem estava correndo esse risco era a Maw Maw e quando de fato ela foi levada para uma casa de repouso, o Chances praticamente enlouqueceram bolando um plano com direito até a referências de “Cocoon” para salvar aquela que eles pensavam ser o membro mais velho da família.

Falando em referência, se tem uma série que consegue fazer uma referência e usá-la de forma inimaginável, essa série é Raising Hope, que nessa temporada trouxe ninguém menos do que o Christopher Lloyd e o seu DeLorean para reviver bons momentos dentro da série. OK, um minuto e 1/2 de silêncio como sinal de respeito pela referência. Ele que na série acabou interpretando um personagem diferente do seu antigo Dr Emmett Brown, mas que mesmo assim teve a chance de reviver uma cena icônica com o carro mais invejável da história nerd recente. (Sério, eu tenho um DeLorean “Back To The Future” versão Hot Wheels e me lembro até hoje da emoção/realização pessoal quando o encontrei na loja de brinquedo um dia desses, rs)

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E essa também foi uma temporada para nos aprofundarmos um pouco mais no personagem da Sabrina, que com o pedido de casamento do Jimmy (feito com a Hope vestida de cupido. #TEMCOMONAOAMAR?), estava mais próxima do que nunca de entrar de uma vez por todas na família Chance. Durante essa Season 3, conhecemos a sua mãe, interpretada pela atriz Melanie Griffith (praticamente interpretando ela mesmo) e descobrimos um pouco mais da sua mitologia familiar, com a descoberta inclusive de que a sua avó havia deixado a casa da família em seu nome, onde ela passaria a viver com o Jimmy depois do casamento.

Sim, finalmente tivemos o casamento do Jimmy e da Sabrina, que aconteceu em um episódio duplo, com o primeiro deles no melhor estilo “The Hangover” onde descobrimos que o Jimmy na verdade havia se casado com seu amigo e colega de trabalho, Frank, que se recusava assinar o divórcio apenas para não perder o amigo, que apesar de desejar o tal divórcio, estava se sentindo confortável demais dentro da sua nova relação. E o segundo com a cerimônia em si, que contou mais uma vez com a participação da mãe serial killer da Hope, que aparentemente nunca morre, mais ou menos como o Kenny em South Park.

Em meio a isso tudo, uma desculpa que se tornou cada vez mais recorrente dentro da série foi a de que quase tudo atualmente na vida do Jimmy era fruto de uma mentira que o Burt e a Virginia acabaram contando no passado, convencendo o pequeno Jimmy dos mais absurdos possíveis. Dentro desse plot, conhecemos o quase irmão do Jimmy (viram como não sou o único com “quase irmãos”? rs) e sua família aparentemente perfeita, mas que no final das contas se revelaram os maiores racistas da história, além das mentiras entre o próprio casal (que descobrimos inclusive ter um sex tape), como naquele episódio onde o Jimmy e a Sabrina precisavam descobrir como usar a voz de autoridade com a Hope e que na verdade descobrimos ser um problema de família, com a revelação do Burt sofrendo na mão do incontrolável pequeno Jimmy no passado. (ouvindo o S.A. Cast dos Seriadores um dia desses – que eu sempre ouço e recomendo para todos -, descobri que o menino que faz o pequeno Jimmy e que é sensacional, diga-se de passagem, é filho do criador da série. Howcoolandcuteisthat)

Episódio esse que também foi responsável por um dos momentos mais adoráveis dentro da série, com a Hope que agora já tem 3 anos de idade (e como elas cresceram, não?), naturalmente chamando a Sabrina de mãe pela primeira vez, um momento impossível de conseguir se controlar e não acabar chorando, sentindo que o seu coração acabou de ganhar um cachecol de tricô feito em casa pela sua própria avó. (a minha nunca conseguiu terminar o dela, que a minha mãe vivia desmanchando, dizendo que estava #WÓ. Mesma mãe que rasgava as páginas do meu caderno quando encontrava uma folha meio assim ou um pequeno errinho, marcas de borracha, algo que eu gostaria de deixar registrado aqui  e ao encontrar um amigo de infância um dia desses, tive a confirmação por meio do próprio que essa plot fazia mesmo parte da minha mitologia e não era apenas “loucura”, como minha mãe sempre alegou, aquela azeda… Fico pesando o que ela acharia dos meus possíveis e inúmeros erros e marcas de borracha por aqui, rs)

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Aliás, esse e no episódio final, quando a Hope fez um coração de macarrão para dar para a Sabrina no dia das mães e a Virginia não conseguir se controlar de ciumes, foram momentos super foufos para a série, ainda mais com a Sabrina fazendo ela mesma uma colar de macarrão em formato de coração e dando de presente para a agora sogra, para recompensá-la de alguma forma. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E isso porque nós ainda nem comentamos os melhores episódio da temporadas, que foram comicamente geniais (me sentindo um jurado do programa do Raul Gil agora, rs). Primeiro tivemos aquele com o Burt e o Jimmy experimentando a libertação de se sentirem gays, pelo menos por um tempo, com ambos incontroláveis no club da cidade, algo que acabou despertando até a vontade do Burt de se depilar e que terminou com a Virgnia apostando em um crossdressing ótimo e só para se enturmar.

Até que tivemos mais uma reunião com o elenco de My Name is Earl dentro da série, tornando realidade pelo menos por enquanto, o sonho do Burt de se tornar um rockstar e nesse caso, rockstar de festa infantil. Depois tivemos o episódio com o dia da árvore, tão adorável quanto, assim como aquele em que eles se inspiraram em um Glee club qualquer (qualquer, sei…), para investir em um “musical”, esse ainda tímido, mas com uma performance de se aplaudir de pé do pequeno Jimmy todo melancólico ao som de “Ain’t No Sunshine”

Mas nada foi mais sensacional do que o episódio musical, esse sim com a maior cara de pau desse mundo, com o Burt convencido por seus pais falidos de que ele era judeu (eles que planejavam apenas arranjar alguns trocados para um cruzeiro) e assim tentando buscar algum conhecimento dentro da religião antes de realizar o seu Bat Mitzvah, com uma performance extremamente ofensiva e ainda assim deliciosa ao som de “I’m Gonna Rock The Torah”, com todos eles investindo em figurinos super 80’s, com a Virginia (a cara da Madonna) e a Sabrina, ambas incontroláveis na coreô de época  e o Jimmy fazendo um mix de rockers decadentes da época com o Bruce Springsteen. Repito, um episódio que até pode parecer extremamente ofensivo, mas com um humor tão especial, que eu tenho certeza que todo bom judeu deve ter adorado.

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E essa definitivamente foi a temporada do Burt, que esteve incontrolável e na sua melhor forma dentro de Raising Hope (Höy!). Ele fazendo o cara da manutenção de macacão e tudo mais ao lado da Hope, rebolando descontroladamente na buatchy gay, se empenhando como ninguém para que o Jimmy tivesse a sua merecida despedida de solteiro para depois ter o seu casamento também dos sonhos ou ele empenhadíssimo em aprender alguma coisa sobre os judeus, foram apenas alguns dos seus excelentes momentos ao longo dessa temporada, que definitivamente foi dele. (no começo eu nem achava ele a pessoa mais engraçado do mundo, apesar da magia e dele sempre ter sido adorável, mas da temporada anterior para cá, ele realmente acabou roubando a cena. Com ou sem camisa, rs)

Encerramos a temporada conhecendo o impossível, alguém mais velha do que a Maw Maw, que no caso era a sua própria mãe ou um dos personagens de “The Lord Of The Rings”, segundo a própria série (não que a gente tenha pensando algo do tipo, rs). Nessa hora, senti que a ordem dos episódio finais poderia ter sido alterada, com o musical vindo antes desse que encerrou a temporada e não foi dos melhores. Mas o melhor de tudo foi que acabamos ganhando a notícia de que depois dessa Season 3 do total descontrole em Raising Hope, não é que a série acabou ganhando a sua Season 4? (YEI!)

Sério, acho que nunca fiquei tão feliz com uma renovação (Walter voltando do futuro imediatamente para enfiar uma alcaçuz na minha orelha e me lembrar que eu fiquei exatamente assim quando Fringe ganhou a sua tão sonhada Season 5), que chegou de forma totalmente inesperada e que não por isso deixou de ser extremamente bem vinda. Sério, da para acreditar que vamos ter trabalho como babysitter da Hope por mais uma temporada inteira?

Sério, parece até um sonho e talvez esse sonho tenha sido um musical. Pelo menos é assim que nos lembramos dele… (rs)

#IMGONNAROCKTHETORAH

 

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E a tarefa de criar Hope continua sendo divertidíssima!

Abril 25, 2012

Quando conheci Raising Hope ainda na temporada anterior, foi amor a primeira vista. Logo de cara me encontrei completamente apaixonado pela história, por seus personagens e por ela, a queridíssima Princesa Beyoncé, ou melhor, aquela que também é conhecida como Hope.

Agora, depois de encerrar a sua Season 2 e Raising Hope já ter garantido uma terceira temporada pela frente (Yei!), só posso dizer que o meu amor só tem crescido pela série. Há quem diga que essa segunda temporada não tenha sido assim tão sensacional quanto a primeira, algo que eu discordo totalmente e continuo com a sensação de me divertir muito com a tarefa de criar Hope, algo que eu já tinha sentido antes e na mesma intensidade de quando a série ainda era novidade na temporada anterior.

E #TEMCOMONAOAMAR a família Chance? A começar pelo fato deles serem bem diferentes das demais famílias da TV atualmente, passando pelo fato deles conseguirem equilibrar perfeitamente o nível entre a total falta de noção com a foufurice absurda da série, chegando até o seu ponto mais forte, que sem dúvidas é o total escracho. Sério, acho que não tem nenhuma outra série tão sem vergonha na TV atualmente. (além de Family Guy, é claro – e eu ainda não assisti Shameless, então… )

Mas vamos falar sério agora: #TEMCOMONAOAMAR as Hopes? Sim, as Hopes no plural, porque nós já sabemos que elas são interpretadas pelas adoráveis gêmeas Baylie e Rylie Cregut, que são simplesmente sensacionais e agora já é bem possível perceber a total diferença entre uma e outra. Embora não saibamos quem é quem exatamente, fica cada vez mais visível que elas tem suas características pessoais muito bem definidas, onde uma parece ser mais divertida e sorridente, enquanto a outra faz caras de bocas de total desaprovação, mostrando que talvez ela seja a gêmea do lado negro da força, rs.

E como elas cresceram, não? Aliás, começamos a temporada com uma deliciosa música da Shelley (Kate Micucci), a ex garota do dente podre, nos situando sobre a série de forma divertidíssima, além de super foufa. E mais tarde, ainda ganhamos um video caseiro com a versão “Hopezilla”, mostrando que agora, além de toda a sua foufurice habitual, ela também já anda. Howcuteisthat? (Hope que falou no truque o nome da Shelley, pela primeira vez, em um dos últimos episódios da temporada)

Além da Hope, todos os personagens acabaram crescendo de alguma forma, com uma maior participação de alguns dos coadjuvantes na série, como os próprios funcionários do mercado que ganharam até que um destaque maior durante essa Season 2, ou até mesmo os personagens principais, que foram ganhando novas camadas e estabelecendo assim ainda mais a identidade de cada um deles.

Virginia e Burt por exemplo, continuam como um adorável casal dos mais enlouquecidos possíveis. Sempre escondendo um podre um do outro, seja em relação a criação do Jimmy no passado ou do próprio passado dos personagens, que sempre aparece em deliciosas cenas de flashback. E de certa forma, mesmo quando estão brigando por algum motivo qualquer, eles acabam sempre reforçando ainda mais a cumplicidade do casal. I ♥ Burtinia

Burt (Garret Dillahunt) assumiu de vez o papel do pai com coração mole, sempre se emocionando com alguma coisa tola, que ele não tem a menor vergonha de admitir, assumindo que ele não bateu no Jimmy quando deveria (enquanto criança, algo que eles conseguem mostrar com muita doçura na série), preferindo assumir a responsabilidade pelo total descontrole do garoto naquela época, do que educá-lo quando necessário (o que ele acaba fazendo depois, quebrando o pacto de “pipi” dele como o Jimmy, e vcs estão lendo nada errado, é isso mesmo que eu disse, rs) o que de certa forma reflete até hoje no comportamento do Jimmy.  Além disso, descobrimos o seu incontrolável vício em apostas, com o próprio organizando corridas e mais corridas (2×12 Gambling Again), todas cada vez mais politicamente incorretas no underground da vizinhança, além do que, descobrimos também o seu maior segredo, algo que ele escondia a sete chaves até mesmo da própria esposa: os seus pés peludos (sério, rs – 2×15 Sheer Madness). Mas Burt na verdade só quer amor neam gente? Ele quer que os vizinhos parem para dar bom dia, quer ajudar as pessoas na igreja e treinar porcos guias para cegos (2×19 Hogging All the Glory, euri), além de se sentir completamente realizado e feliz com a vida que a sua família leva hoje.

Justiça seja feita e vale a pena dizer que o garotinho que interpreta o Jimmy quando bem criança (Trace Garcia), também é simplesmente sensacional. Rolei de rir com ele descontrolado e tomando conta do território nesse episódio sobre educar ou não com umas boas palmadas.

Um detalhe que eu acho importante a se destacar em Raising Hope é esse de que eles são felizes como são, sem o menor drama. Eles estão sempre sem dinheiro, sempre vivendo com pouco ou bem pouco e mesmo assim, são absolutamente felizes e criativos, encontrando uma solução prática para qualquer um dos seus problemas. Exemplo: estamos sem dinheiro para comprar o jornal de domingo para ler o que nos interessa? Façamos nós mesmos as nossas tirinhas, ora bolas. E assim, nós acabamos ganhando uma das cenas mais foufas dessa temporada, com a família inteira vestida de personagens Peanuts, com direito a Hope vestida de Woodstock e Maw Maw de Snoopy. Sério, vou perguntar mais uma vez: #TEMCOMONAOAMAR?

Virginia (Martha Plimpton), essa sim é o verdadeiro homem da casa neam? Sempre tentando resolver os problemas da sua família das formas mais absurdas possíveis, sempre envolvendo todos eles em situações constrangedoras, mas que todos encaram sempre muito bem, como se não tivessem nenhuma vergonha de tudo aquilo. Como ela cuidando da filha adolescente sem limites de um dos seus clientes, apenas para garantir uma grana extra (2×18 Poking Holes in the Story), passando também por momentos bem foufos , como a conversa apenas para garotas, entre ela e a Hope, onde a avó ensinou a neta que ela poderia se tornar uma mulher poderosa, se esse for realmente o seu sonho, momento que foi de pura foufurice. Ou voltando ao total escracho, com Virginia ensinando a Sabrina a como lidar com um guaxinim que insiste em habitar a sua casa sem permissão (2×17 Spanks Butt, No Spanks). Nesse episódio inclusive, eles fazem uma piada muito boa sobre o perfume da Jennifer Aniston e o fato de nenhum homem conseguir resistir ao seu cheiro, exceto pelo Brad Pitt e todos ou outros que ela namorou na sequência (rs). Uma piadinha super cretina, mas que consegue ser deliciosa ao mesmo tempo.

E esse equilíbrio eles conseguem alcançar o tempo todo na série, contrapondo muito bem as situações e muitas vezes os próprios diálogos completamente sem noção da família, com a doçura e a inocência que cada personagem carrega. Para se ter uma ideia, eles conseguem fazer o Burt imaginando a Hope como stripper (e visualizando, no presente e no futuro, sem brincadeira) em um dos momentos mais divertidos e completamente sem limites para o humor da série, que realmente é muito corajoso e não tem o menor pudor em ir fundo na cretinice ou na foufurice. (2×20 Sabrina’s New Jimmy)

Mas os Chances não são tão bem resolvidos assim e isso fica evidente com a visita dos pais do Burt (2×04 Burt’s Parents), onde eles fingem ser um tanto quanto diferentes do que eles costumam ser na vida real, com a família invadindo a casa desocupada de um dos clientes ricos de Virginia, apenas para impressionar os pais de Burt, que vivem desapontados pelo fato dele ter se tornado pai cedo demais, além de descaradamente nutrirem uma preferência por seu irmão. Quase morri de tanto rir também quando Burt e Virginia foram surpreendidos no quarto dos verdadeiros donos da casa, completamente acabados da noite anterior. Go Burtinia!

Maw Maw (Cloris Leachman) é outra que continua incontrolável no seu estado de demência, que a leva a enfrentar as situações mais absurdas ever, como assar o porco guia que eles “emprestaram” de um cego, sem a menor piedade, ou comer salsichas cozidas no seu massageador para os pés, enquanto ele está em uso pela própria. Ew! Mas nada se compara aos seus dois grandes momentos dessa temporada, o primeiro com ela contando para a família como foi que ela perdeu a virgindade, com uma história contada em detalhes e rica em personagens, muitos personagens, onde ela acaba sendo aplaudida com respeito (rs) pela própria família ao chegar ao fim dessa deliciosa história, além do episódio em que ela acha que o Jimmy é o seu antigo marido e ele aceita o desafio de interpretar o avô apenas para garantir uma memória feliz para Maw Maw. Super foufo!

Falando em Jimmy (Lucas Neff), ele que nós descobrimos chamar James Bon Jovi Chance (#TEMCOMONAOAMAR?), não tem como negar que a sua vida se transformou totalmente depois da chegada da Hope, não é mesmo? Se na primeira temporada, ele ainda estava se adaptando ao seu novo cargo de pai, nessa Season 2, Jimmy esteve cada vez mais confortável no papel, ganhando assim até uma alma cada vez mais feminina (2×06 Jimmy and the Kid), para o total desespero do Burt, que vê o filho se transformando em uma mulher. E esse episódio ainda tem um detalhe bem foufo, que é a cidade em que eles vivem construída em miniatura, trabalho que pertence ao colega de trabalho do Jimmy no mercado e é maravileeeandro. E esse episódio ainda termina com Jimmy e seu amigo tendo que enfrentar o bully do passado dos dois, com o detalhe de que hoje em dia, ele não é mais ele e se tornou ela. Howcoolisthat?

Um dos episódios mais foufos também dessa temporada é quando Jimmy em uma espécie de sonho e guiado pela Maw Maw, acaba enxergando a sua vida caso ele não tivesse tido a sua filha, o que o faz chegar a conclusão de que a sua vida não teria o menor sentido sem a Hope. Foufo mil! (2×10 It’s A Hopeful Life)

E Jimmy se encontra em vários dilemas em relação a criação da Hope durante essa Season 2. Bater ou não bater na filha? Mas e se ela acabar herdando os instintos assassinos  da mãe serial killer? Para citar apenas alguns dos “dramas” atuais do personagem. Quando eles acham que a Hope pode ter herdado algo obscuro da mãe serial killer (2×03 Killer Hope), é simplesmente genial e a garotinha ainda acaba colaborando, fazendo caras e bocas para reforçar o medo da família em relação ao seu futuro (e até mesmo do seu presente, rs). E nessa temporada, Jimmy ainda voltou para a escola (2×11 Mrs. Smartypants), onde ganhamos um flashback dos seus velhos tempos como Drakkar Noir (sentimos sua falta, Drakkar! ♥), arrastando os seus pais para uma espécie de supletivo, onde eles enfrentaram um antigo professor em comum. Mas nada se compara ao episódio de Valentine’s Day (2×14 Jimmy’s Fake Girlfriend), que foi um dos melhores ever sobre o tema, onde de uma vez por todas ele conseguiu finalmente conquistar a Sabrina.

Sabrina (Shannon Woodward), que por sinal, foi só surpresas durante essa temporada, não? Ela que se revelou ser a endinheirada do pedaço (2×02 Sabrina Has Money), com a sua família cheia da grana que conntrata o próprio Yo Gabba Gabba (sim, eu disse o próprio!) para entreter as crianças nas festas de sua casa. Sabrina que ainda acabou revelando que é muito mais esquisita do que qualquer uma das estranhezas dos Chances, como a sua mania de dormir com uma meia calça na cabeça (2×15 Sheer Madness) para que nenhuma aranha entre dentro do seu ouvido. Sério, acho que eu ri por umas 16 horas seguidas depois desse plot da meia, rs. Ela que ainda foi presa durante essa temporada (2×18 Single White Female Role Model), além de finalmente assumir o seu amor pelo Jimmy, mas não sem antes revelar mais uma de suas esquisitices (além da sua casa super kitsch), que é o fato de que ela mantém sempre um backup de tudo, inclusive namorados.

E foi na companhia da Sabrina, que a Hope ganhou outro de seus melhores momentos na série, com a menina aparecendo em uma peça de teatro vestida de Hillary Clinton. Howcuteisthat?

Mas nada se compara com o plot twist revelado nos dois últimos episódios da temporada, que me fizeram até torcer um pouco o nariz (por parte dele pelo menos), que foi o fato da revelação em um desses programa de TV, onde todos eles foram as estrelas por uma noite (2×21 Inside Probe), no qual foi revelado que o Jimmy se casou na prisão com a serial killer mãe da Hope, em uma cerimônia divertidíssima e super creep, isso antes dela ser executada, é claro. Mas espera ae, que ainda não acabou não e tem mais… além desse pequeno detalhe do casamento que nós sequer imaginávamos, nos momentos finais do penúltimo episódio, eles jogaram uma bomba diretamente na nossa cara, bomba essa que poderia mudar toda a história daqui para a frente: a mãe serial killer da Hope estava viva esse tempo todo. Sim, ela não morreu durante a sua execução na cadeira elétrica, simples assim. CATAPLOFT!

E tudo isso revelado no tal programa de TV do tipo bem sensacionalista, com direito a entrevistas divertidíssima de todos eles, contando um pouco dessa história absurda. Na verdade, eu não vi muito o porque deles ressuscitarem a personagem, uma vez que ela até aparecia direto em alguns flashbacks da série, ainda mais com aquele desfecho final, com a disputa pela guarda da Hope que foi uma barra sem tamanho (2×22  I Want My Baby Back, Baby Back, Baby Back). Mas como Raising Hope não é uma série de comédia qualquer e eles parecem saber muito bem o que estão fazendo, apesar do risco (mas dizem que o episódio foi uma homenagem a My Name Is Earl, onde algo parecido aconteceu na série antiga, que é do mesmo criador de Raising Hope), todo esse plot de última hora foi devidamente planejado para o retorno de diversas figuras que tiveram sua participação na história durante a temporada, eles que voltaram para o season finale como testemunhas no julgamento da guarda da Hope, todos com um podre a ser revelado sobre os acontecimentos durante essa temporada envolvendo toda a família.

Agora me diz, e a gente fica como com o Jimmy perdendo a guarda da Hope para a sua mãe serial killer, ao som de “You Get What You Need” dos Rolling Stones? (glupt)

E mesmo com aquele clima de comédia pastelão que tomou conta do tribunal no momento em que a decisão foi anunciada, não tive como não me emocionar com a Hope sendo entregue para a sua mãe e o Jimmy se vendo totalmente sem esperança nenhuma. Awnnnn! (glupt) Acho até que o meu coração sumiu nessa hora, de tão pequeno que ele ficou. Tá, vou confessar: chorei! Chorei, chorei e chorei, em uma série de comédia pastelão. PÁ na minha própria cara. (acho que eu me esqueci por um momento que eu estava assistindo a uma comédia e não a um drama, e que tudo deveria se resolver no final).

Mas é claro que para a nossa sorte, tudo foi reparado no final das contas, com uma cena super clichê do cinema e também da TV, mas que nesse caso teve um plus a mais, por conta dos coadjuvantes que fizeram parte desse mesmo momento. E eu, que já estava irritadíssimo com os roteiristas por terem brincado dessa forma com o meu coração durante essa season finale, me senti complemente aliviado com a Hope voltando para os braços do Jimmy. Tudo bem que eles já tinham me ganhado antes, com pai, mãe e filha devidamente caracterizados como monges tibetanos (rs), mas nada como um velho e bom final feliz, não? (clue para uma outra série que falaremos em breve…)

E agora só nos resta esperar pela Season 3, que já está confirmada e deve estrear ainda esse ano. Yei! E eu vou dizer com a maior sinceridade desse mundo que se a série continuar nesse ritmo, será uma delícia acompanhar o crescimento da Hope até os seus 30 anos, talvez?

ps: mas nunca mais brinquem com o nosso coração como vcs fizeram nessa season finale, ok? NUNCA MAIS!

A divertidíssima tarefa de criar Hope

Junho 10, 2011

Comecei a assistir Raising Hope meio que as cegas e sem ter grandes expectativas. Não sabia  muito do que se tratava (além do óbvio) ou o que esperar, comecei a assistir mesmo apenas por ter ouvido alguém falar bem da série aqui e ali. E honestamente? Estava perdendo uma das comédias mais foufas e divertidas de todos os tempos!

Eu sei que a essa altura, vc que é leitor do Guilt e que sempre passa por aqui deve estar pensando “lá vem esse Essy tentando empurrar mais uma série sobre uma família engraçadona para a gente assistir, humpf…”, mas tenham certeza que Raising Hope é muito mais do que isso. A começar pelo cenário: sai a família rica do suburbio americano que estamos tão acostumados a ver a todo momento na tv e no cinema e entra uma família apatralhada, pobre e divertidíssima.

A história gira em torno de uma família moderna que cabe perfeitamente como exemplo dos novos modelos de famílias. Pais jovens, que tiveram um filho ainda quando adolescentes e com isso tiveram que aprender a lidar com todas as dificuladades de criar um filho ainda muito jovens, onde tiveram também que abandonar de certa forma alguns dos seus sonhos para realizar essa tarefa de criar um bebê  (embora sejam felizes com isso) e tudo isso  sem ter a menor preparação e nenhum suporte. Morando de favor na casa da avó, que sofre de “demência”, eles criaram Jimmy, o seu filho fruto da gravidez indesejada do tempo da adolescência. Jimmy por sua vez, em uma aventura de apenas uma noite, acaba engravidando uma procurada serial killer, que como esta próxima a ser executada, aguardando a sua vez no corredor da morte, acaba deixando a sua bebê para ele criar, bebê essa que nasceu após aquele tal “erro” de uma noite apenas, uma garoteeenha foufa com o nome de Princess Beyoncé. Howcoolisthat? Jimmy não pensa duas vezes e decide assumir a responsabilidade e criar a sua filha sozinho.

A partir disso, passamos a acompanhar a vida dessa família que acaba ganhando um novo membro, que no final do primeiro episódio acaba recebendo o novo nome de Hope. Mas Princess Beyoncé era um nome sensacional, hein? (rs)

Um dos pontos fortes da série é poder acompanhar o dia a dia de Jimmy tentando criar Hope e aprendendo a lidar com aquela nova realidade em sua vida, tudo isso sem muito dinheiro, algo que costuma facilitar e muito. Como “tutores” ele tem os próprios pais, que não foram assim grandes exemplos de pais no passado, pelo fato de serem jovens também e assim eles vivem relembrando das próprias situações que ambos tiveram que enfrentar para criar Jimmy no passado, lembrando de momentos do filho ainda bebê, ou criança, em situações que fazem um contraponto bem engraçado entre a forma de como tudo é diferente hoje em dia, porém permanece tudo igual, pq o fundamento é o mesmo quando se trata de criar uma criança. Tudo com muito humor e muita foufurice, em uma combinação perfeita.

Raising Hope me lembrou um pouco de “Juno” e esse climão de suburbio pobre americano vem da escola do criador da série, Gregory Garcia, que também foi a mente por trás de My Name is Earl. Inclusive durante essa primeira temporada, tivemos algumas participações do atores de sua série antiga, além da divertidíssima Rochelle de Everybody Hates Chris. (AMO a Rochelle, AMO! E meu marido tem dois empregos! rs)

E as situações são as mais aburdas possíveis, em meio a uma casa cheia de quinquilharias e pouca higiene (e o episódio em que eles descobrem esse fato é excelente!). Todas as situações são tão absurdas, que é impossível de se conter e não rolar de tanto rir com toda aquela pobreza, com direito a ferro de passar roupa que dá choque e vc tem que morder uma colher de pau para evitar de morder a própria língua enquanto é eletrocutado ao passar roupa (rs), trocar o vinho barato e colocar na garrafa vazia roubada do lixo de vinho caro para servir para os novos amigos ricos (euri) ou a tv que precisa de unas tapas para funcionar direito, rs. Tudo é decadente, com cara de sujo e as piadas são bem politicamente incorretas, detalhes que deixam a série ainda mais engraçada.

Além da família, a série ainda conta com vários personagens muito engraçados que são as figuras exóticas da vizinhança. Sério, o que é a garota do dente podre? Rolei! E na minha opinião, o único erro da série até agora foi ter arrumado o dente podre dela. Humpf!

Outro fato que eu acho bem aproveitado dentro de Raising Hope, é que eles usam referências de várias outras séries, citando o crédito (como por exemplo a garota do dente podre, que saiu de It’s Always Sunny In Philadelphia) e na maioria das vezes, eles conseguem fazer uma piada ainda mais engraçada sobre a referência alheia. Well Done!

Os episódios temáticos como o de Thanksgiving ou o de Natal são deliciosos, mas nada nesse mundo foi mais foufo do que o episódio de Halloween da série. Awnnn!

Eu geralmente não sou do tipo de pessoas que morre de rir com piadas sobre “pum” por exemplo, mas em Raising Hope eles conseguiram o impossível: fazer a piada de pum mais engraçada e ao mesmo tempo mais foufa ever, em um momento de foufurices entre pai e filho. Talvez esse seja até o meu episódio preferido (acho que empata com o episódio com todas as fotos do álbum de família, que  me fez ter um ataque incontrolável de riso com o Jimmy arrancando e comendo os próprios cabelos, ka ke ki ko ku).

E a graça de Raising Hope esta exatamente nessa mistura entre o humor escrachado e o humor foufo, que eles conseguem misturar e resolver muito bem na série. As situações são absurdas, os personagens são enlouquecidos, mas sempre no final, tem uma narrativa foufa que amarra toda a história e faz vc terminar o ep soltando um: Awnnn! Série foufa mil!

No começo, vc pode até achar tudo meio exagerado (característica do humor escrachado), mas com o pouco tempo da série, todos os personagens vão evoluindo, ganhando novas camadas e mais profundidade e todo aquele tom de “exagero” do começo da série passa a fazer todo o sentido para cada um dos personagens.

Sabe aquele tipo de série que vc não consegue escolher o seu personagem preferido? Então, eu já criei um amor especial por todos eles a essa altura no meu coração. Burt (Garret Dillahunt) que o pai meio goofy  mais foufo desse mundo (empatando em foufurice com o pai do Kurt em Glee) que no fundo é só uma criança grande, Virginia (Martha Plimpton) a mãe mais politicamente incorreta da história,  Maw Maw (Cloris Leachman) a avó mais sacudida do pedaço,  o adorável Jimmy (Lucas Neff), que é um dos personagens mais foufos e inocentes ever, Sabrina (Shannon Woodward),  a caixa do mercado que é o grande amor do Jimmy (e que nós descobrimos no final que ele já teve a sua chance com ela no passado sem saber, fikdik)  e Hope (Bayley e Rylie Crecut), que é a bebê mais foufa e careteira da tv.

AMO quando eles fazem ela falar com aquela boqueeenha tipo South Park. Euri

O melhor também é que vc passa a temporada inteira pensando que eles são uns encostados, meio preguiçosos e que estão morando naquela casa por estarem acostumados à aquela situação (o que de fato eles até são um pouco…), mas o episódio final é de uma foufurice absurda, além de ser muito, mas muito engraçacado e que acaba nos explicando que na verdade eles se encontram naquela situação pq a vida é mesmo uma troca e vc passa a amar ainda mais essa família.

Aliás, que final de temporada mais excelente foi esse com aquele flashback da vida deles 5 anos atrás hein? Muito, muito engraçado, rolei com a cena deles roubando comida no mercado e comendo nos corredores, rs. Agora, nada se compara com os pais do Jimmy morrendo de medo dele em sua fase Drakkar Noir, euri (uma mistura de Punk + Edward Scissor Hands + Kiss + Palhaço Antigo). Divertido mil!

E se tem uma série de comédia que soube encerrar bem a temporada, essa série foi Raising Hope, empatando com Parks And Recreation e Community, só para vcs sentirem o nível.

E não se espante se depois desses 22 episódios divertidíssimos (que valem super a pena e que me fizeram colocar Raising Hope no meu Top 5 das melhores comédias no ar atualmente) vc se ver na situação de querer muito ter uma Hope para chamar de sua.

Ansioso para a Season 2 em Setembro. Yei!


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