Posts Tagged ‘George Clooney’

Só eu acho imperdoável que não tenha sido a “Conga” da Gretchen?

Fevereiro 12, 2014

Dujardin

The Monuments Men

Diz que todo esse elenco acima, encorajados pelo George Clooney (o vídeo prova que foi o Dujardin), acabou dançando a conga na coletiva do “The Monuments Men” e a gente que perdeu esse momento (que o vídeo prova que foi meio constrangedor…) fica aqui, nesse calor, achando imperdoável que não tenha sido a “Conga” da Gretchen… humpf!

ps: e que elenco, não?

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

OK George Clooney, nós já entendemos…

Outubro 5, 2012

… vc gosta de modelos com menos de 25, que vc dispensa assim que completam 26, por considerar que elas já estão velhas demais.

Isso nós já entendemos (e também temos nossas preferências, então…), mas nossas mães continuam inconsoláveis e cada vez mais desesperançosas…

#EQUEMDISSEQUETEMDIDADECERTA

#NAOCUSTATENTAREMOUTROTARGET

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Clap Clap Clap George Clooney!

Março 19, 2012

Ele que foi preso em um protesto contra o pavoroso presidente do Sudão, Omar al-Bashir, que aconteceu em  Washington, completando assim o seu ciclo de boy magia antigo, que precisa ter uma passagem na polícia por um protesto fundamento para se tornar definitivamente um boy magia de respeito. Höy!

Sendo assim, ele ganha recebe agora as condecorações do Guilt, ganhando a sua estelinha de diamante, o que lhe garante o posto máximo de boy magia mágica. PLIM!

#RESPECT!

ps: e vocês sabem que o meosonho nº 35656745 é participar de um protesto fundamento no Vaticano, neam? Ainda realizo esse sonho um dia desses…(para desespero da minha mommy, que já avisou que não vai pagar a minha fiança, rs)

The Descendants

Fevereiro 10, 2012

Clooney e suas mulheres havaianas. Um filme bacana sobre pessoas, gostosinho até, mas que não é motivo para tanto barulho, por isso é bom já ir avisando logo de cara.

Uma história simples, com um roteiro bem alinhado e um protagonista cheio de carisma. Parece que essa é a receita para se fazer um bom filme, pelo menos aos olhos dos prêmios de cinema de ultimamente, que tendem a premiar quem faz melhor o seu “olá querida” em Hollywood, ou o mais popular dentro da categoria, deixando um pouco de lado a novidade ou o fundamento. Nada muito diferente da escola antiga e suas eleições para o grêmio estudantil, por exemplo. (rs)

“The Descendants” é um bom exemplo disso. Com uma história simples, envolvendo uma drama familiar e aquele climão de dramédia que nós gostamos, o filme se desenvolve muito bem, mas sem nenhuma grande surpresa, apenas uma traição que é revelada logo no começo do filme e é o pontapé inicial para o início da jornada dos personagens. Um trabalho do diretor Alexander Payne, que nós conhecemos de “Sideways”.

Como cenário, temos o Hawaii como plano de fundo, o que por si só já é uma grande covardia. Mas um Hawaii diferente dessa vez, nublado, um tanto quanto escuro, de nuvens carregadas até. Não o tempo todo mas, pela própria abertura do filme já é possível ver um outro lado do Hawaii que nós não costumamos ver no cinema ou na TV, com os nativos cada vez mais pobres enquanto suas terras são vendidas a preços absurdos, impraticáveis por eles, transformando o lugar em uma colônia de férias para turistas endinheirados e afastando cada vez mais quem realmente nasceu e foi criado por lá.

Um problema real da região, já explorado também em Hawaii Five-O (pelo menos nos 2 ou 3 episódios que eu assisti, eles abordaram essa temática, inclusive em um com a participação Prince Charming de Once Upon a Time) e dessa vez tendo como seu defensor o George Clooney e o seu personagem Matt King.

Matt é uma homem de meia idade, que tem uma fortuna para ser resgatada a qualquer momento, devido a uma herança de terras que a sua família possuí naquela região, mas que se recusa a viver disso, se afundando cada vez mais no trabalho como advogado para tentar prover para a sua família. O que ele acaba conseguindo realizar com sucesso, com a sua casa grande com piscina e as filhas sendo bem educadas (o que ele pelo menos imagina que esteja acontecendo), mas isso as custas de deixar de lado o acompanhamento do dia a dia da sua família.

Obviamente que com isso, ele acaba perdendo o crescimento de suas filhas, vai se afastando dos amigos e seus inúmeros primos apresentados ao longo do filme, que só se encontram de vez em quando para decidir o que vão fazer com o fundo familiar e a tal herança, e até mesmo a praia ele confessa não ter usado muito nos últimos anos, mesmo morando em um lugar com aquela vista mais do que convidativa.

Essa sua ausência fez com que a sua mulher acabe tendo um caso (aquela velha e boa desculpa de sempre…) e o filme praticamente gira em torno dessa traição, que a filha mais velha descobriu sem querer e que por isso, resolveu se afastar da mãe. Mas um detalhe acaba deixando essa história mais dramática, que é o fato da mulher ter sofrido um acidente e estar em estado de coma já por algum tempo, onde mais tarde descobrimos que ela não tem chances de sobreviver e eles precisam respeitar a sua decisão de não continuar ligada aos aparelhos e esse acaba sendo outro dos problemas que eles acabam tendo que enfrentar durante a história.

Se encontrando nesse momento crítico, ele resolve então juntar as filhas para se despedir da sua mãe, mas não antes de conhecer pelo menos quem foi o homem com quem a mulher o traiu, isso depois de ser convencido e motivado pela própria filha mais velha.

O problema é que toda essa sua ausência em casa, fez com que esse homem não tenha a menor ideia de como lidar com as duas filhas, que são ótimas por sinal. Scottie (Amara Miller), a mais nova das duas, é uma pré adolescente boca suja, cheia de personalidade e uma obsessão por ter seios maiores (euri) e a mais velha, Alexandra (Shailene Woodley), magoada pela traição da mãe, nada conformada com a posição do pai diante da situação revelada por ela, um típico comportamento de adolescente que de quebra, ainda vem acompanhada do seu namorado Sid (Nick Krause), um adolescente daquele tipo que não tem muita coisa na cabeça, mas que mesmo que estupidamente, acaba surpreendendo em um certo momento do filme.

E essa relação entre eles é bem especial e com certeza é por isso que o personagem principal do George Clooney acaba ganhando ainda mais força. A dobradinha entre ele e a filha mais velha por exemplo, é mais do que excelente e a química ente os dois foi perfeita. Mas eu destacaria até muito mais o talento da atriz Shailene Woodley, do que a prórpia atuação do ator veterano, que de certa forma não chega a surpreendente, além de nós já termos o visto em algum papel semelhante ao longo de sua carreira.

Entre eles estão os diálogos mais deliciosos do filme, super sinceros e diretor, além de outras situações como o confronto do pai junto com o namorado da filha, ou a outra filha menor, falando naturalmente para o pai que a sua melhor amiga adora assistir filmes adultos e que de vez em quando até chama uns meninos na casa dela, só para ver se acontece alguma reação na região Sul deles (rs). Momentos pra lá de divertidos e de extrema sinceridade, como também quando Matt vai confrontar a melhor amiga da sua esposa na própria casa dela, na frente do seu marido (também amigo do casal) e acaba soltando umas verdades excelentes sobre essa relação de amizade das duas.

Quando chega o momento do confronto com o amante de sua mulher, Brian Speer (Matthew Lillard) que ele descobre ser um corretor de imóveis e ainda por cima estar ligado as vendas das terras de sua família, o filme fica mais divertido, com pai e filha infernizando a cabeça do amante, dentro da sua própria casa e com a sua família presente no local, podendo descobrir tudo a qualquer momento.

O diálogo entre os dois é sensacional, de uma sinceridade absurda. Matt quer detalhes, quer saber como e porque a mulher o traiu e logo vem a decepção ao perceber que o amante não era grande coisa e talvez a sua mulher tenha mesmo o traido apenas pela sua ausência (sempre uma muleta, mas que em alguns casos, até acaba servindo mesmo como desculpa, mesmo a gente achando meio assim), uma culpa que depois disso ele acaba carregando muito bem até.

Mas assim fica fácil para um ator se sobressair, não?. Clooney acaba quase que contracenando apenas com o núcleo jovem da trama, que tem mais destaque do que qualquer um dos outros atores veteranos que interpretam os seus milhares de primos ao longo da história e com isso, não tem como não evidenciar o seu trabalho de ator com muito mais experiência do que aqueles três jovens juntos. Por isso eu considero até uma injustiça a sua indicação para o Oscar e espero que ele não vença por esse papel, porque ele é um ator bem melhor do que isso e ainda vai ter a sua chance de interpretar um grande papel nos cinemas, certamente.

Tudo bem que nesse caso ele estava vivendo um homem que foi trocado, pouco vaidoso, andando de bermuda e chinelo pelas ruas do Hawaii, correndo como um homem de meia idade correria, descabelado, desmoronando em lágrimas em um certo momento, mas mesmo assim, não tem como esquecer que ele é o George Clooney e quando é necessário, ele comparece com a sua parcela de galã, como na cena do beijo roubado da mulher do tal amante, sem a menor explicação para a pobre coitada do porque de tudo aquilo.

Bacana também o personagem ter mantido a sua postura diante da mulher traidora e moribunda até o fim da sua vida, algo difícil de considerar em uma hora como essas, quando vc descobre que foi traído (isso eu preciso trabalhar em mim, porque o meu sarcasmo sempre acaba falando mais alto…). Mas nesse caso, Matt aceitou a sua parcela de culpa nesse final do casamento entre os dois e preferiu poupar as demais pessoas da verdadeira identidade da sua mulher (ou pelos menos esse lado negro da força dela), em sinal de respeito e talvez por ter entendido que aquela relação estivesse mesmo meio assim por culpa dos dois.

Outro momento que eu achei bem bacana, foi a cena em que a notícia da morte inevitável da mãe é dada para a filha menor do casal, onde não há diálogos, apenas uma música ao fundo e a dramaticidade da cena acaba falando mais alto do que qualquer outro tipo de comunicação. Só achei que eles abusaram muito da trilha de músicas típicas do Hawaii, daquele tipo com o ukelele que a gente conhece bem (muito ukelele e voz, sabe?). Em um certo momento, acaba ficando bem chato e até parecendo que a mesma música está sendo tocada em looping.

Falando um pouco da direção, só eu fiquei bem constrangido com aquele momento de transição de uma cena para a outra por trás da cabeça do George Clooney? Achei bem meio assim, do tipo totalmente desnecessária. Mas isso é apenas um detalhe para quem gosta de reparar nesse tipo de coisa.

O final da história caminha pelo óbvio, do que se espera para uma situação na qual se encontra aquela família, mesmo se tratando de um funeral atípico. Senti falta também de um encerramento para o issue da questão da família, achei que ficaram devendo essa.

A verdade é que o plot do filme está mesmo centrado na relação dessa família, onde um fato trágico e marcante na vida daquelas pessoas, acabou se tornando algo que os deixou mais próximos do que nunca no final, apesar das diferenças e do personagem principal achar que falhou como pai, ainda há tempo para tentar “consertar” isso, mesmo porque, agora é só com ele mesmo.

Um filme bacana, como vários outros que nós já vimos, sem grandes surpresas ou nada a mais, apenas mais um filme bacana.

Pelo menos no 2012 Critics’ Choice Awards, as escolhas foram bem melhores

Janeiro 13, 2012

Diferente do People’s Choice Awards 2012, dessa vez, agora no 2012 Critics’ Choice Awards, tivemos escolhas bem melhores, tanto no red carpet, quando na lista dos vencedores da noite, o que é sempre bom lembrar que costuma ser uma espécie de “preparativo” para as apostas do Oscar hein?

ps: e como o Leonardo DiCaprio esta maravileeeandro e sempre muito bem acompanhado, não?

Mas agora vamos ao que realmente importa, que são os erros e acertos em noite de premiação:

Emma Stone, novamente apostando no combo Ariel.

Maravileeeandra!

By Jason Wu

Então, eu gostei do vestido da Charlize Theron.

Achei uma escolha arriscada, para um shape que não ficaria bem em qualquer uma, que fique bem claro

Mas gostei mesmo pq eu não achei preguiça e gostei do risco

By Alaia

Apesar da imagem não favorecer, achei uma delícia esse vestido da Kirsten Dunst, hein?

Um Chanel difícil esse da Michelle Williams hein?

Eu quase gostei, mas pensando bem, tenho certeza que na coleção nova teria algo melhor hein?

Chloe Moretz  dessa vez ficou devendo, porque apesar do seu vestido Chanel ser bem bacana, imprimiu ser um pouco maior do que ela, talvez por conta do volume das mangas…

Kelly Kapoor (Mindy Kaling), quer ser minha amiga?

Call me!

Erin (Ellie Kemper) também estava com um vestido poder, mas precisava pesar tanto assim no make?

Menos é mais.

Viola Davis estava maravileeeandra e básica com o seu vermelho simples, porém muito bem escolhido

Jessica Chastain  também acertou na cor e na simplicidade, mesmo com esse Balenciaga que tem esse volume exótico e que poderia ser um número melhor talvez?

Mesmo assim, esta maravileeeandra, o que não é muito difícil no caso dela…

Já a Tilda é sempre tão exótica, que com ela acaba combinando sempre esses looks mais “arriscados”, mesmo quando a gente acha a escolha meio assim…

Agora no quesito preguiça da noite, eu fico com a Evan Rachel Wood, que apostou nesse pretinho com uma renda básica, que quase não aparece. Normal demais, básico demais.

E com esse cabelo, quase nada fica bem.

ps: e que pescoção é esse Brasil?

Algumas delas resolveram apostar no amarelo para iluminar um pouco a noite de premiação (o que eu acho sempre uma cor arriscada para a noite), como é o caso da Diane Kruger, que acreditem vcs ou não, ela conseguiu acertar usando um pantone que me lembra o meu pior look ever, que eu usei no passado e morro de vergonha só de lembrar. Sério.

E depois, quando eu digo que está me parecendo uma caso de perseguição, há quem ache que é exagero…rs

Outra que apostou no amarelo foi a Elizabeth Olsen. Hmm mmm

Mas não sei, esse look meio artesanal demais e com cor, acabou não imprimindo muito o luxo e riqueza que a noite pedia.

Achei que valeria a pena ter repensado…

OK. A Elle Fanning não é perfeita e ela ainda é teen, ou seja, ainda vamor ver muitos erros dela por ai.

Esta perdoada querida, agora vá brincar com as suas bonecas, vá. (rs)

Finalizando o post antes que todo mundo cochile, eu tenho duas perguntas:

O Brad Pitt está machucado ou ele realmente acha que essa bengala é fundamento?

Hein?

E eu nem sei como falar isso delicadamente, mas quando é que o r George Clooney vai arrumar uma namorada com idade próxima a dele, hein?

Não que eu tenha nada contra, acho ótimo que cada um escolha o que quiser e que isso fique bem claro.

Mas pensando nesse caso em específico, já que ele vem tentando faz tempo com mulheres bem mais novas, que tal mudar de horizontes e tentar uma mulher mais experiente, hein?

Além do que, essa tentativa dele com uma mulher mais velha poderia deixar as nossas mães mais esperançosas e nesse momento eu falo em nome de todas elas, hein?

 

Agora ficamos com a lista dos indicados e vencedores da premiação (com os vencedores em bold):

 

Best Picture

The Artist

The Descendants

Drive

Extremely Loud and Incredibly Close

The Help

Hugo

Midnight in Paris

Moneyball

The Tree of Life

War Horse

 

Best Actor

George Clooney – The Descendants

Leonardo DiCaprio – J. Edgar

Jean Dujardin – The Artist

Michael Fassbender – Shame

Ryan Gosling – Drive

Brad Pitt – Moneyball

 

Best Actress

Viola Davis – The Help

Elizabeth Olsen – Martha Marcy May Marlene

Meryl Streep – The Iron Lady

Tilda Swinton – We Need to Talk about Kevin

Charlize Theron – Young Adult

Michelle Williams – My Week with Marilyn

 

Best Supporting Actor

Christopher Plummer – Beginners 

Kenneth Branagh – My Week with Marilyn

Albert Brooks – Drive

Nick Nolte – Warrior

Patton Oswalt – Young Adult

Andy Serkis – Rise of the Planet of the Apes

 

Best Supporting Actress

Octavia Spencer – The Help

Berenice Bejo – The Artist

Jessica Chastain – The Help

Melissa McCarthy – Bridesmaids

Carey Mulligan – Shame

Shailene Woodley – The Descendants

 

Best Young Actor/Actress

Thomas Horn

Asa Butterfield

Elle Fanning

Ezra Miller

Saoirse Ronan

Shailene Woodley

 

Best Acting Ensemble

The Help

The Artist

Bridesmaids

The Descendants

The Ides of March

 

Best Director

Michel Hazanavicius – The Artist

Stephen Daldry – Extremely Loud and Incredibly Close

Alexander Payne – The Descendants

Nicolas Winding Refn – Drive

Martin Scorsese – Hugo

Steven Spielberg – War Horse

 

Best Original Screenplay

Woody Allen – Midnight in Paris 

Michel Hazanavicius – The Artist

Will Reiser – 50/50

Tom McCarthy and Joe Tiboni – Win Win

Diablo Cody – Young Adult

 

Best Adapted Screenplay

Steven Zaillian and Aaron Sorkin – Moneyball

Alexander Payne and Nat Faxon & Jim Rash – The Descendants

Eric Roth – Extremely Loud & Incredibly Close

Tate Taylor – The Help

John Logan – Hugo

 

Best Cinematography

Janusz Kaminski – War Horse

Newton Thomas Sigel – Drive

Robert Richardson – Hugo

Guillaume Schiffman – The Artist

Emmanuel Lubezki – The Tree of Life

Geroge Clooney tentando matar a magia nova

Setembro 12, 2011

Não faz a invejosa hein Clooney?

Que temos espaço em nossos corações para ambas magias, seja ela nova ou antiga. Höy!

Peça desculpas já para o nooso Ryan, NOW!

Cara de um, focinho do outro

Julho 27, 2011

1/2 Ryan Gosling, 1/2 George Clooney para o poster do filme “The Ides Of March”. Clooney inclusive assina a direção e roteiro do longa. Cool!

Nunca tinha reparado nessa semelhança, que eu acho que é mais nas formas do que qualquer outra coisa, mas até que eles ficaram bem parecidos hein?

Combo magia nova + magia antiga= Höy!

Fiquei ainda mais apaixonado pelo diretor Wes Anderson e o seu delicioso e fantástico Mr Fox

Maio 31, 2011

No finde acabei assistindo novamente a sempre deliciosa animação “Fantastic Mr Fox”, filme que eu mais do que recomendo para todos e do qual eu já falei por aqui…Se é que alguém não viu ainda, neam? rs

E eu fiquei ainda mais apaixonado por todo aquele universo maravileeeandro quando me deparei com os extras do DVD, com toda a riqueza de detalhes, com aquele trabalho minuncioso da produção do filme e principalmente o respeito do diretor em relação a versão original do livro, inclusive recriando de forma quase que inacreditável, algumas das ilustrações da primeira edição do livro para filme. Clap Clap Clap!

Trabalho de gente paciente e muito, mas muito criativa.

Agora, o que mais me impressionou foi a técnica de dublagem que o diretor usou para fazer o filme, algo nada convencional. Foram todos da equipe + atores (atores tipo o George Clooney e o Bill Murray, Höy) para uma fazenda, tudo isso para recriar o clima do filme, onde eles interpretavam todas as cenas do filme de forma literal para fazer a dublagem. Howcoolisthat?

Por exemplo, na cena em que o Mr Fox observa as fazendas vizinhas pela janela da sua árvore, Clooney que emprestou sua voz para o personagem, fazia o mesmo, usando a casa da própria fazenda como cenário.

E por ai vai, como na cena em que os personagens brigam no escritório, Bill Fucking Murray e George Clooney se atracavam dentro de um escritório da própria fazenda. Até os sons mais esquisitos, como as raposas comendo, ou cavando, eram reproduzidos pelos próprios atores, que comiam como animais  ou cavavam a terra, para reproduzir exatamente a emoção ou a sensação da cena. Um trabalho primoroso, que me deixou de cara e morrendo de vontade de trabalhar com gente talentosa nesse nível.

E o filme que já era maravilhoso para mim, acabou subindo ainda mais no meu conceito, se é que isso é possível. Well Done!

Lanvin? Chanel? L.A.M.B? Just Cavalli? Com que roupa eu vou para Cannes, hein?

Maio 20, 2011

Festa de ricah em Cannes é sempre animada, com pencas de looks poder e muita permuta. Quer ver?

E o look sou jovem, tenho poder e sou ricah, vai para Freida Pinto, que deu um tapa na cara da sociedade com esse Lanvin maravileeeandro!

A mais linda da noite!

O segundo look poder da noite, foi esse Chanel de parar todo o trânsito na marina de Cannes que a Kirsten Dunst nos fez engolir, hein?

Tudo bem que eu já disse que não sou muito fã do modelo com meia transparência nas pernas, mas achei esse digno! Chanel neam?

E esse tecido imprime a sua qualidade a quilômetros de distância…

Luxo & Riqueza

Uma Thurman tmbm foi de Chanel poder, mas com bem menos poder do que o modelón anterior.

Não gosto das rosas na gola e talvez o tecido seja pesado demais para o modelo. NEXT!

Carine não teve crédito no seu modelón branco e na verdade eu só coloquei a foto aqui para poder gritar: CARINE! MUSE!

E aproveitar para puxar um pouco mais o saco dela neam?

Já já te mando o meu resumé Carine…(euri)

Gwen Stefani foi de L.A.M.B porque ela mesmo é a sua maior vitrine neam?

Mas acho que não imprimiu muito “conforto” neam? Pq o que é esse desvio na coluna Brasil?

Reparem que até na foto de casal a curva francesa esta ali (euri)

E isso só reforça a tese da Anna Dello Russo no video que eu postei no começo do dia: moda é sofrimento!

NEXT!

Agora chegamos no momento Cavalli da noite…

Bar Refaeli levou a melhor com o seu modelón beige. Mas o problema do Cavalli é que quase tudo é decotado demais, tem um fenda profunda demais e ai para ficar vulgar é um pulo neam?

Anotem e tomem cuidado…

Hoje ela errou mais na cor do que no modelón, como ontém

Mas Elisabetta Canalis poderia ter escolhido uma cor melhor neam? Reparem como ficou tudo em um tom só, cabelo + make + modelón + acessórios…

E eu acho imperdoável ela não ter levado o seu acessório principal: Clooney! Höy!

Na dúvida Elisabetta, vai nude, carregando apenas o boy magia, fikdik

Duas gerações de magia

Março 24, 2011

George Clooney, o Dr Batman com mamilos salientes no seu uniforme de morcegona (Höy), dirigindo o boy magia do momento, que até careca enfeitiça em “Blue Valentine”, o Ryan Gosling, Höy!

Duas gerações de magia que merecem respeito. Höy!

ps: e para quem acredita que a próxima geração esta para o Justin Bieber, reparem que ele parece uma rã no seu novo clipe, quando aparece sem camisa. EW! Não neam?


%d bloggers like this: