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A temporada deliciosa e até mesmo educativa de The New Normal

Abril 26, 2013

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The New Nornal chegou vendida como uma nova comédia sobre um casal gay encarando a chegada do primeiro filho por meio de uma mãe de aluguel. Apesar das caricaturas, com personagens deliciosamente adoráveis e um texto excelente (no melhor ritmo “Gilmore Girls” de ser no que diz respeito a velocidade de seus diálogos), mas que logo de cara eles conseguiram provar que eram muito mais do que apenas isso. Me lembro até hoje da cena de abertura da série, com o Bryan começando aquele vídeo extremamente foufo gravado para o filho, que até então não passava de uma ideia e que com poucas palavras e de forma bem simples, acabou me levando facilmente às lágrimas. Reação que não seria diferente para qualquer outro tipo de casal que estivesse passando por algo semelhante, algo que eu acho importante de se destacar.

A partir do piloto, ficou bem claro que The New Normal não seria apenas uma nova comedia comum, do tipo que estamos acostumados a ver o tempo todo, acompanhando o dia a dia de uma “clássica” família americana com condições, encarando as dificuldades encontradas no ainda desconhecido caminho quando um casal decide se tornar pais. Nesse novo cenário, a clássica família americana contava com alguns ajustes que foram necessários para levantar um pouco mais a discussão sobre as novas famílias, que de uns tempos para cá se tornaram cada vez mais comuns e precisam ser discutidas, porque na maioria das vezes o que ainda falta para entender essas novas questões são exemplos ou simplesmente uma boa discussão sobre o assunto.

Dois homens gays que decidiram ter um filho por meio de uma barriga de aluguel. Até aqui, podemos dizer que não encontramos nada de tão inovador assim no tema, que já foi discutido em diversas outras séries de TV e até mesmo no cinema. O que podemos dizer é que talvez o assunto nunca tenha sido discutido dessa forma, levantando questionamentos que quase nunca fazemos a não ser quando estamos passando por uma situação semelhante. E tudo isso de forma bem clara e objetiva, sem fantasiar demais ou ignorar aqueles que seguem na contramão fazendo cara feia para essas novas possibilidades de famílias. Não que elas também sejam tão novas assim, porque nós bem sabemos que elas sempre existiram, mas talvez agora elas tenham aparecido com mais coragem de assumir as nomenclaturas cabíveis para tal, sem se apoiar no disfarce de “tios” ou coisas do tipo e assumindo que são novas famílias compostas por dois pais ou duas mães, sem o menor problema.

E talvez nesse detalhe esteja a maior diferença da temática de The New Nornal, que durante toda essa Season 1, conseguiu nos arrancar boas risadas, mas ao mesmo tempo, sempre houve espaço para aquele aperto no coração também com os plots mais dramáticos da série, que eu prefiro acreditar que não seja necessário pertencer ao mesmo “grupo” para conseguir se emocionar com todas essas questões que eles nos mostraram de forma tão sensível e absolutamente honesta.

Impossível não se emocionar com o casal tendo que lidar com o preconceito a todo instante, seja na simples tarefa de comprar as primeiras roupinhas para o bebê ou em uma situação mais extrema qualquer, quando chega a hora de enfrentar o problema que nem sempre podemos evitar, com as famílias se envolvendo naquela situação, cada uma de sua foram e trazendo suas próprias bagagens e issues para lidar com toda aquela nova situação na vida de todas aquelas pessoas. (sem contar outros momentos memoráveis, como aquele pai se vestindo de fada para encorajar o filho a ser quem ele é. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

The New Normal - Season 1

Mas seria ela tão nova assim? Casais tem filhos o tempo todo e apesar de ser sempre uma preocupação para todos os envolvidos, não deixa de ser algo extremamente natural, que acontece o tempo todo e para boa parte das pessoas que conhecemos. Então, porque tanta dificuldade e obstáculos quando encontramos exatamente o mesmo cenário, só que com personagens do mesmo sexo? Realmente, fica difícil de entender e talvez a melhor forma seja mesmo encarar tudo com naturalidade, mostrando que existem sim outros tipos de família, que apesar de possuírem algumas diferenças, não deixam de ser absolutamente normais.

De qualquer forma, é bacana encontrar hoje uma série como The New Normal, que tenha encontrado um equilíbrio bacana entre o “novo normal” e os questionamentos que essas novas possibilidades ainda geram na cabeça de todo mundo. Alguns precisam lidar com suas próprias inseguranças, seus preconceitos e tudo mais e outros, os envolvidos diretamente nessa nova questão, precisam lidar com uma série de decisões a serem tomadas, como nesse caso a questão do doador de esperma e até os menores detalhes dessa questão toda. Mantendo esse equilíbrio, a nova série do Ryan Murphy (que nós por aqui AMAMOS) conseguiu além de tudo ser também extremamente educativa sem se estereotipar e só funcionar para um determinado grupo de pessoas porque essa nova educação, todo mundo precisa ter. Todo mundo mesmo.

Mas deixando um pouco de lado toda a questão política e social da série (que mesmo que pareça um assunto entediante, acreditem que foi levada até o final da melhor forma possível), The New Normal além de uma excelente história, nos trouxe também uma série de personagens adoráveis, do tipo que é impossível não se envolver e passar a torcer para que eles consigam atingir tudo aquilo que desejam. A começar pelo casal Bryan (Andrew Rannells) e David (Justin Bartha), que nada mais são do que um retrato da relação do próprio Ryan Murphy, que estava passando recentemente por exatamente essas mesmas questões ao lado do seu boy magia para a vida . Estava lendo uma matéria mostrando a casa do uncle Ryan um dia desses em uma revista e acabei percebendo que até a casa do casal dentro da série é bem fiel a sua verdadeira casa. Ou seja, nesse caso, a questão além de tudo era bem pessoal para o seu criador e talvez por isso tenha conseguido facilmente atingir esse nível de sensibilidade importante para a história, sem perder o humor ou a intenção de ser uma série de comédia.

E esse tiposde detalhe somado ao humor que sabemos que o Ryan Murphy tem, tornaram a série ainda mais especial, ainda mais para quem acompanha o seu trabalho em Glee, por exemplo. Sério, aqueles momentos do Bryan em seu ambiente de trabalho com o elenco de “Sing” (sim, Glee se chama “Sing” dentro da série, #TEMCOMONAOAMAR?) foram todos sensacionais e entregam muito dessa delícia que é o humor do criador de ambas as séries. Mas são pequenas pitadas de humor que obviamente fazem muito mais sentido para quem está mergulhado dentro desse universo, mas que ao mesmo tempo conseguem ser divertidas até mesmo para quem não costuma acompanhar nenhuma dessas referências que funcionam de forma excepcional também como piadas internas. (sério, ele declarando todo o seu ódio pela Quinn e não perdendo a chance de provocar o Cory dizendo que ele não conseguia chorar de jeito nenhum em cena, foram momentos impiedosos e ao mesmo tempo hilários. #STAYSTRONGCORY)

The New Normal - Season Pilot

Na série, é preciso reconhecer que boa parte do carisma do Bryan certamente foi emprestado pelo ator Andrew Rannells , que não poderia estar em uma melhor fase. Isso e toda a personalidade do próprio Ryan Murphy, que aproveita o personagem para se entregar dentro da série. O único problema nesse caso é que com Bryan, Ryan talvez tenha criado um monstro, porque em pouco tempo o personagem acabou ganhando uma força assustadora, sendo capaz de engolir cada um dos demais facilmente. Algo que de certa forma acabou prejudicando o David, personagem do Justin Bartha, que é aquele que sempre fica em segundo plano, funcionando na maioria das vezes apenas como escada para o lado megabitch do Bryan, que perde o marido mas não perde a piada. Mesmo assim, o personagem conseguiu se sustentar por ser extremamente adorável, doce e quase infantil, um nerd incontrolável, o certinho da turma, que tem a profissão dos sonhos e é o responsável do casal. (além de lindo)

Apesar das diferenças, juntos, ambos os atores mantiveram um química importante para os personagens, nos revelando aos poucos quem eram e quem na verdade gostariam de ser aquelas pessoas, deixando transparecer seus próprios medos e inseguranças, ainda mais agora que estavam prestes a deixar de ser uma dupla para se tornarem um trio. E nessa hora, esse enorme contraste entre os personagens acabou sendo importante para a história, com um completando perfeitamente e naturalmente o outro, revelando inclusive até mesmo alguns preconceitos encontrados dentro desse universo em particular. E todos os momentos em que ambos enfrentaram suas diferenças como tipos diferentes de gays (e por “gays” leia-se apenas uma diferença que poderia ser a mesma para qualquer tipo de casal, que nesse caso tratava-se de um casal gay) foram extremamente delicadas e tiveram resoluções super foufas, como se nossos corações tivessem ganhado cachecóis tricotados na aula de arte da Shania.

Shania (Bebe Wood) que se tivesse ganhado mais espaço durante a segunda metade dessa primeira temporada (bem mais focada no casal), teria facilmente roubado a cena. Agora falando bem sério, que menina adorkable, não? Ela que chegou àquela família por conta da sua mãe, Goldie (Georgia King), que era a mãe de aluguel do casal, na verdade, acabou se tornando um dos membros mais bacanas daquela nova família que inevitavelmente acabou surgindo entre todos eles. E tudo isso merecidamente, porque a personagem era um sonho de criatura, altamente politizada (o episódio meio “Mean Girls” onde ela virou a Queen B da escola foi excelente e teve uma das melhores resoluções EVA!), inteligente, cheia de personalidade e dona de um carisma absurdo, Shania na verdade era a filha que todo mundo gostaria de ter. OK, dizer todo mundo talvez seja injusto, mas falando por mim e pelo casal Bryan e David, com certeza ter uma filha como a Shania seria um sinal de missão cumprida, pelo menos no que diz a respeito de seus “alicerces”, rs.

The New Normal - Season 1

Além de ser praticamente impossível não amar aquela garotinha, todos os seus momentos dentro da série foram apaixonantes, desde a sua relação super próxima com a mãe, a qual ela conseguia entender perfeitamente, até suas participações na casa do casal, Shania foi uma das peças fundamentais para que The New Normal se tornasse essa série tão especial. Isso sem contar seus momentos de imitações e cosplay, onde ela conseguia assumir diferentes personalidades e personagens com talento de gente grande, como a sua Edie de “Grey Gardens” ou a sua excelente fase Maggie Smith, revelando o seu vício em Downton Abbey. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Mas não só grandes personagens encontramos na série e a Goldie por exemplo, foi um dos que não conseguiu se destacar em quase nada durante essa primeira temporada. Apesar da não ser nenhuma ofensa e dela até ter ganhado seus bons momentos, a maior parte deles por conta da sua proximidade com a filha, Goldie realmente não conseguiu emplacar. Mas talvez esse não tenha sido exatamente o foco. Outra que ficou no meio do caminho foi a Nana, ela que a princípio tinha a tarefa de representar os odiosos preconceituosos que ainda encontramos infelizmente por aí, mas que com o tempo acabou se transformando em outra coisa e por esse motivo, foi também perdendo a força.

Não que essa sua transformação e ou redenção não tenha sido importante para a personagem e para a história, que começou com ela não reconhecendo uma reação simples do próprio corpo ligada ao desejo e terminou com ela sendo humilhada após ter se ariscado em um sexo casual com um homem que além da idade menos avançada que a dela, pouco tinha para se sentir tão superior assim e a partir disso, Nana precisou entender que era hora de seguir adiante e encarar que o fato do mundo estar diferente atualmente, apesar de assustador, também poderia ser algo surpreendentemente positivo para uma mulher da sua idade.

Do polêmico corte de cabelo (que ficou moderno mas não ficou nada bom) até a sua libertação enquanto mulher, ela que passou anos casada com um homem gay (o que explicava parte da sua aversão), é óbvio que tudo isso foi importante para demonstrar também que esse tipo de transformação é necessária e pode acontecer com todo mundo, tendo você carregado mais bagagem na vida ou não, mas fora isso, essa mudança radical da personagem acabou sendo prejudicial para a própria, que acabou sumindo dentro dela mesmo, como se estivesse agora muito mais ocupada em se redescobrir do que com tempo sobrando para cuidar da vida dos outros. De todos os episódios em que Nana ainda era aquela megabitch, o que mais chegou a me incomodar foi aquele com o fato do casal Bryan e David não terem nenhum amigo gay, exceto pela Rocky (NeNe Leakes), algo que eles poderiam até ter justificado pelo acaso, por nunca ter ocorrido naturalmente uma relação desse tipo e não ter caído na segregação, o que nunca é muito bacana. Algo que o Ryan Murphy inclusive já fez no passado, em Nip/Tuck, quando o Doutor Troy ao ser questionado por uma de suas namoradas o fato dele nunca ter mencionado que tinha uma filho negro (e ela também era negra), a mesma acabou ganhando como resposta uma das melhores lines da TV, com ele dizendo e surpreso pela questão, que nunca havia pesando no filho assim, dizendo que esse tipo de detalhe não fazia a menor diferença para ele e por isso nunca lhe ocorrido.

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Falando nela, Rocky que nós também já conhecemos e nos apaixonamos em Glee, foi outra das boas personagens da série. Sempre com aquele humor ácido que nós amamos, referência fantásticas para os mais diferentes assuntos e uma visão bem peculiar para determinados plots, Rocky também esteve sensacional durante essa primeira temporada, sendo o pior pesadelo na Nana enquanto ainda em sua fase extremamente preconceituosa ou até mesmo sendo a assistente linda dura e braço direito do Bryan. Ela que de quebra ainda acabou adotando uma menininha super foufa perto da reta final da série (algo que foi justificado de forma meio assim, ainda mais porque o casal também acabou demonstrando interesse naquela adoção e não foi muito bem recebido) e que inclusive teve o seu grande momento quando finalmente foi promovida pelo chefe Bryan, em reconhecimento ao seu talento, em uma das cenas mais adoráveis da temporada.

Alguns pequenos detalhes ainda me incomodam na série, como aqueles pensamentos que são meio que uma viagem na imaginação de cada um deles (David e o Ryan fantasiados de Village People na buatchy ou a Rocky interpretando os 25 membros da sua família), que bem poderiam ter sido ignorados ou talvez precisassem ser encaixados de outra forma dentro da história, assumindo ou não que aquela história seria contada daquela forma (como How I Met Your Mother, Happy Endings e Modern Family fazem), algo que acabou deixando um pouco a sensação de que eles ficaram em cima do muro nessa hora. Mas esses são pequenos detalhes que facilmente eles conseguem acertar.

Outro ponto alto da séries são os personagens recorrentes e ou rostinhos conhecidos da atual mitologia do Ryan Murphy, como o John Stamos (ele e o Rob Lowe, que nunca envelhecem) e o Matt Bomer. Personagens esses que apesar de menores, funcionam muito bem dentro da história, tendo eles alguma relevância ou não. As famílias do Bryan e do David também foram excelentes aquisições para a série, mesmo com a do Bryan só tendo aparecido no final.

Um final que não poderia ter sido mais foufo, com todos os preparativos do casamento do casal Bryan + David (o segundo casamento da temporada, porque ainda tivemos o excelente casamento de mentira da Shania com o seu little boy magia, rs), que acabou não acontecendo exatamente como eles passaram um bom tempo planejando (e brigando), mas que de certa forma acabou perdendo a sua importância devido a chegada do filho do casal, com a bolsa da Goldie se rompendo ainda no altar. Apesar de ser um grande clichê (gigantesco), todas as resoluções nessa hora foram extremamente muito bem amarrados, com todos eles ganhando suas conclusões, já que existe o risco desse ter sido o final definitivo para essa excelente história. (torcendo que não)

The New Normal - Season 1

Embora todos os clichês possíveis e reunidos nesse final, o importante mesmo foi o sentimento dele, sobre o que aquelas pessoas ainda precisavam dizer antes de seguir adiante. E foi nesse momento em que a história se tornou extremamente sensível e ainda mais especial, com a Nana agradecendo a Goldie por a ter libertado daquela mulher amarga que ela vinha sendo e a ter feito sentir vontade e coragem de enfrentar o mundo que ela ainda não conhecia e que ao mesmo tempo já não a assustava mais. O mesmo valeu para o momento de reflexão entre mãe e filha, com a Shania ilustrando para a mãe o quanto a vida delas estava diferente e melhor naquele momento e o quanto elas conseguiram alcançar de tudo aquilo que desejavam quando chegaram naquela cidade. (achei bem importante também que depois do parto, ao entrar no quarto, mãe e filha dividiram primeiro um momento juntas, para só depois interagirem com os demais, algo que eu achei bastante respeitoso e delicado om todos)

Além de fofo, esse também foi um momento importantíssimo para as novas famílias, com o discurso da Shania se posicionando contra a ideia da mãe a voltar com o pai, o namorado antigo de quem ela acabou engravidando no passado (Clay – Jayson Blair), dizendo que ela amava a sua família exatamente desse jeito, separada e que não precisava que eles estivessem juntos para ser uma menina mais feliz. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Um discurso lindíssimo feito por uma criança, dizendo algo que não estamos acostumados a ouvir com nenhuma frequência e que pode muito bem servir como uma reflexão importante para quem esteja ou tenha passado por algo parecido.

Para o casal Bryan e David, restava agora curtir o momento para o qual elas vieram se preparando esse tempo todo e que finalmente havia se tornado realidade com a chegada do filho. Uma resolução linda que de quebra ainda teve direito a um plot religioso sensacional (gosto tanto do ator John Benjamin Hickey pelo seu papel em The Big C e acho ele um excelente ator) e o mais alto nível de foufurice possível, deixando a mensagem de que nada poderia ser mais importante naquela hora do que todos eles juntos e felizes dividindo aquele momento que todos estavam esperando desde o começo da série.

Pode não ter sido um final surpreendente, pode ter sido inclusive o final definitivo dessa história que tinha tudo para seguir adiante e que a gente adoraria ver por mais tempo na TV (#HELLYEAH), mas podemos dizer que foi o final mais normal possível para uma série tão deliciosa e porque não dizer educativa que The New Nornal conseguiu ser em tão pouco tempo.

 

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Alguém poderia empurrar essa paisagem mais para lá?

Março 18, 2013

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Gratô! Queremos ver se pelo menos não encontrando o chão ao voltar desse pulo no trampolim, ela consegue nos mostrar uma outra cara a não ser a de alface de sempre. E também não vale aquela de surpresa que ela faz toda vez que ganha um prêmio e que ninguém mais acredita em tamanha espontaneidade da surpresa. (tenho uma certa teoria a respeito dessa cara inclusive, mas me reservo no direito legal de não mencioná-la aqui porque pode ficar pesado demais. Mas talvez seja isso mesmo que vocês estejam pensando no momento… boca aberta no formato de um big O. Sei…)

E essa Taylor cara de alface Swift só tem 3 referências de estilo, não é mesmo? E são eles:

 

1) Marinheirinho preguiça (que é o da imagem acima) e que se você usa toda hora, corre o risco de acabar “cansada” com o a Zooey não nasceu para fazer comédia Deschanel

2) Dona de casa dos anos 50, que espera o marido montada no make e vestido rodado, com 3 frangos com polenta prontos para o jantar e com direito a sobremesa. E sobremesa mesmo, do tipo pudim de leite, ambrosia ou canolis caseiros e não aquele outro tipo de sobremesa… (tipo a Rory naquele episódio de Gilmore Girls, sabe?)

3) Ou manequim com expressão de loja de vestido caro que nem por isso é o melhor (detalhe importante), em loja de vestido de festa em shopping metido a nova velha Daslu, que ela sempre veste muito bem porque corpo ela tem para isso, mas fica sempre devendo na personalidade, que no caso dela, realmente parece ser tão interessante quanto a de um pé de alface que ainda está sofrendo por ter passado de mão e mão na hora do jantar para pelo menos 20 famosos, nunca será o prato principal. Nunca serás!

 

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Veronica Mars pediu 30 dias, mas em poucas horas conseguiu o necessário para realizar o seu filme. Howcoolisthat?

Março 14, 2013

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#INYOURFACE

Para quem é fã de séries de TV, o que acabou de acontecer com Veronica Mars, foi muito, mas muito bacana mesmo.

A série que foi cancelada injustamente no passado, ainda em sua terceira temporada e sem ter ganhado um merecido final, já teve a intenção de virar filme também no passado, mas acabaram não sendo muito felizes ao tentar vender essa ideia para a Warner. Até que ontem, o produtor Rob Thomas e a atriz Kristen Bell (que está maravileeeandra gravidíssima) iniciaram uma petição online para arrecadar fundos para produzir o filme no Kickstarter, com um prazo de 30 dias para alcançar a meta de 2 milhões de dólares para que o longa realmente fosse produzido.

E não é que no primeiro dia eles já conseguiram bater e ultrapassar a meta? Howcoolisthat?

Com isso, ganhamos a confirmação de que o filme de Veronica Mars vai mesmo sair do papel e sua produção deve começar no verão americano e a previsão é que ele seja lançado em 2014. Cool Cool Cool!

E tudo isso acabou me dando ideias. Quem sabe começar uma petição online arrecadando fundos para que a última temporada de Lost seja inteira refeita? INTEIRA! Para a qual a dupla Carlton Cuse e Damon Lindelof pode até voltar, mas desde que deixem seus egos fora da ilha.

Ou quem sabe algo um pouco diferente, com uma petição ao contrário, ameaçando tirar 2 milhões por mês da conta de cada um dos Friends caso eles todos não aceitem mesmo fazer um filme ou uma reunião para um simples episódio de Thanksgiving anual, que seja.

Agora falando sério (mas tudo que eu disse antes também foi bem sério), eu só consigo pensar em algo do tipo para um filme de Gilmore Girls (queremos ver se a Lorelai casou ou não com o Luke e se a Rori fez tudo direitinho na campanha do Obama e quem sabe esteja tentando uma vaga em The Newsroom?) e ou Fringe, com o Walter voltando do futuro (sim, eu já estou com saudades, lidem com isso), dizendo para a humanidade buscar conhecimento. Ou Felicity, aproveitando que todos eles estão de volta à TV. (um dia desses, acabei lendo em uma entrevista com a Keri Russell, que continua super amiga do Scott Speedman – my love – embora eles não se encontrem muito e que um dia desses, passando por um problema qualquer, ela pegou seu telefone e mandou um SMS para sua melhor amiga e para ele, do tipo que a gente manda para desabafar, sabe? E advinha só quem foi o primeiro a retornar, quase que imediatamente? Ben Fucking Covington! Sério, #TEMCOMONAOAMAR?)

E vocês, que séries gostariam de ver no cinema?

(♥)

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Mais uma temporada bem caseira e deliciosa de Parenthood

Março 6, 2013

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Ok, não vou nem começar já me desculpando pelo atraso dessa review, porque isso já está se tornando algo recorrente demais aqui no Guilt. Mas como somos um blog sem pressa, lidem com esse detalhe da nossa mitologia. (rs)

Em pensar que quando Parenthood começou, eles chegaram a dividir um espaço importante com outra família que nós já gostamos bastante no passado (lembra dos Walkers? Ainda bem que a Norah conseguiu sua carreira de volta em Hollywood e o Kevin voltou ao passado e agora está trabalhando como agente da KGB nos 80’s. Ufa!), mas logo foram ocupando todo esse espaço, ainda mais depois daquela reta final nada digna da outra família em questão. Sempre existiram algumas semelhanças aqui e ali entre as duas famílias (principalmente por se tratar de histórias sobre famílias, dãh), mas logo notamos que Parenthood na verdade era completamente diferente e justamente por seguir uma receita bem mais caseira em seu formato, que sempre foi uma delícia, o grande diferencial da série e que continua sendo exatamente assim até hoje, para a nossa total sorte. Pergunta: E #TEMCOMONAOAMAR poder cantar “Forever Young” do Bob Dylan toda semana durante a abertura da série? E eu mesmo respondo que não, não tem. (♥)

Já começamos essa Season 4 nos livrando de pesos que não precisávamos carregar mais a essa altura, como a Haddie (Sarah Ramos), que finalmente seguiu para a Faculdade em um despedida linda, fato, mas que não podemos nem dizer que foi sofrida, porque não conseguimos sentir a menor falta da personagem, que entre todos eles, sempre foi a mais fraca e isso era notável em relação ao carisma de todos os demais personagens, mesmo para os menores. (apesar da pouca falta que sentimos nesse caso, nunca vamos esquecer também daquela timeline lindíssima que eles fizeram para ela)

Apesar da despedida, durante essa temporada, a casa do Adam (Peter Krause) e sua família foi a que acabou carregando boa parte da carga dramática mais séria da série, com a descoberta do câncer da Kristina (Monica Potter), algo totalmente inesperado, embora seja um plot bastante recorrente para séries do gênero e esse era exatamente o meu medo em relação a história da personagem. Mas como Parenthood nunca foi uma série tão óbvia assim, apesar das histórias comuns e que se encaixam com boa parte de sua audiência, eles realmente conseguiram lidar com essa nova situação da melhor forma possível, sem ignorar o que precisava ser mostrado.

Tirando a cabeça de personagem da família cone da própria Kristina (por isso eu acho que essas histórias precisam ser bem pensadas e as atrizes deveriam se entregar mais, apesar daquele cabelo lindo dela de sempre), tudo sobre a história da sua doença foi retratada da forma mais bacana possível (mas o cabeção era quase uma ofensa. Sério), desde a emocionada revelação para todos da família Braverman, em uma cena linda onde era visível a reação dolorosa de todos os personagens praticamente ao mesmo tempo, mas sem aquele exagero que acaba se tornando bastante perigoso nessa hora. Do momento da revelação até todas as etapas do seu tratamento, tudo foi levado da forma certa, com aquela honestidade que nós gostamos de encontrar de vez em quando também na TV. (no cinema, esse detalhe vem nos conquistando cada vez mais)

A escolha do médico certo, que pode não ser aquele que vai te dizer exatamente o que você gostaria de ouvir naquela hora, justamente por toda a sua honestidade, algo que não significa que ele não seja o melhor deles, a relação da própria Kristina com outros pacientes que também estavam enfrentando a mesma barra (aquela mulher para quem ela acabou devolvendo o presente carinhoso de esperança, awnnnn!), ter que lidar com a perda do cabelo, algo que abala a vaidade de qualquer um, tendo que lidar com a dor (usando aquele recurso conhecido de alguns…), algo que também é sempre importante de se retratar nesses casos e ao mesmo tempo, em meio a isso tudo, Kristina teve que buscar alternativas para contornar a sua situação, como investir em perucas diferentes para ajudar a sua vida e a do marido também, é claro. Marido esse que não poderia ser mais perfeito, diga-se de passagem, sempre ao seu lado, nem sempre sabendo como reagir da forma mais adequada ou da forma como ela gostaria, mas pelo menos tentando e permanecendo exatamente no mesmo lugar durante todo esse percurso. Confesso que até o último momento, fiquei com medo de que essa história não tivesse um final feliz, mas ainda bem que eles não chegaram a apelar para esse tipo de drama. (apesar do luto nunca ter aparecido na série dessa forma e bem poderia ser um recurso interessante mesmo sendo difícil de admitir e por isso o meu medo)

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Outro momento excelente da temporada, um dos melhores episódios até, também envolveu a família do casal Adam e Kristina, com eles tendo que enfrentar a candidatura do Max (Max Burkholder) como presidente da escola, tudo isso por conta do seu sonho prático de ter a máquina de doces de volta no pátio do colégio. Para uma criança comum, esse plot poderia até parecer meio bobo, mas para o Max e toda a questão da sua síndrome de Asperger, essa história acabou ganhando um peso importante, com os pais imaginando e vendo o que o seu filho acabaria enfrentando em termos de piadinhas e coisas do tipo (e imaginem isso para a Kristina, que já foi chefe de campanha política e acima disso ainda é mãe e estava passando por toda aquela situação), mas que ao mesmo tempo seria algo importante para o seu crescimento. Falando em crescimento, foi sensacional o dia em que eles perceberam que o Max já havia chegado a puberdade devido aos seus novos odores (rs) e nessa hora a família também ganhou outro momento bastante importante, esse com a ajuda dos avós em uma conversa solta, fazendo com que Max entendesse o que estava acontecendo com ele e o seu corpo naquele momento (Zeek esteve impagável nesse momento). E a conversa do Adam com o filho a respeito dos seus interesses amorosos foi muito especial e justamente pelo detalhe da condição do Max e ele demonstrando suas preocupações quanto a isso. Lindo de verdade. (sabe aquele momentos que você sente vontade de abraçar a TV? Então, esse foi um deles e a série é recheada deles. Acreditem!)

Engraçado é que em Parenthood tudo parece meio familiar porque vez ou outra, encontramos algumas situações que nós mesmos já vivemos em algum etapa de nossas vidas (sei que soa quase cafona admitir isso, mas é honesto e é verdade). Mas fato é que desde sempre, apesar de todos os obstáculos que acabam aparecendo no caminho de todos eles e de nem sempre a vida seguir o caminho que eles todos desejam, de certa forma, tudo acaba dando sempre certo para aqueles personagens, algo que poderia ser bastante prejudicial para a credibilidade de qualquer outra série, mas o pior de tudo é que em Parenthood, desse detalhe nós nem podemos reclamar porque torcemos para que aquela família acabar se dando bem de qualquer forma como torcemos para a nossa própria família até (sem exagero), apesar de qualquer problema que eles tenham que enfrentar. E mesmo assim, todas as suas resoluções, apesar de muitas vezes já aguardadas, acabam sendo deliciosas e nunca acontecem de forma muito fácil ou exatamente óbvia, mostrando que a dificuldade existe para todo mundo, mas a mensagem maior da série é sempre bastante esperançosa mesmo. Sabe mãe quando você pede um conselho, ou conta algum problema qualquer que esteja enfrentando no momento e ela faz aquele carinho na sua cabeça dizendo que tudo vai dar certo desde que você faça alguma coisa para isso? Então… essa é exatamente a sensação dentro da série.

Até o casal Julia (Erika Christensen, que eu continuo não suportando, não tem jeito e acho que ela tem cara de gastrite, rs) e Joel (Sam Jaeger, sempre uma visão ruiva. Höy!) acabou ganhando um plot interessante durante essa temporada (eles que todo mundo sabe que são os mais fracos da série), com toda a questão da adoção do filho, Victor (Xolo Mariduena) que acabou acontecendo da forma que eles não esperavam e não vinham se preparando para. Ainda mais eles que são tão certinhos e parecem estar sempre preparados para tudo. E foi bem bacana ver a questão do casal tendo que se adaptar ao novo filho, que não era dos mais fáceis (ele denunciando a Julia para a policia foi muito bom também), muito provavelmente pela questão da idade e por ele já ter vindo de uma outra casa, onde provavelmente havia recebido um outro tipo de criação, bem diferente a forma como o casal vinha criando a própria filha até então, ela que também não aceitava muito bem a ideia e não conseguia reconhecer o garoto como seu irmão. (a dramaticamente exagerada, Sydney, interpretada pela atriz Savannah Paige Rae, que faz a Debra criança nas memórias de Dexter)

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Mostrando todas as dificuldades de adaptação a essa nova realidade, foi importante poder ver que nem tudo é tão fácil como muitas vezes os mais preguiçoso imaginam ser e na verdade, é preciso muito trabalho, tempo e dedicação para que as coisas acabem dando certo para todo mundo no final, além da questão do amor, que nesse caso é sem dúvida o item fundamental dessa nova história que começa a se formar. Bacana ver a Julia, que não está muito acostumada a falhar e ou ser rejeitada, sendo aquela que mais precisou lutar para conquistar o amor do novo filho, tendo que largar o emprego (que sempre foi muito importante para ela e onde ela sempre foi muito bem sucedida) e dar um pouco mais de espaço para o Joel desenvolver a sua carreira, ele que teve muito mais facilidade em lidar com toda aquela situação, provavelmente por ser muito mais compreensivo e ter um perfil mais adaptável também. A cena em que a família inteira compareceu no juiz para oficializar o processo de adoção foi adorável, do tipo que é impossível não se emocionar com cada um dos discursos feitos durante a ocasião, com todos reunidos para e oficializando o Victor como o mais novo integrante do #TEAMBRAVERMAN.

Nesse momento, preciso dizer que esse perfil da perfeição, tanto do Adam quanto da Julia, sempre me incomodaram profundamente. Adam por ser o filho mais velho, é e tenta ser sempre o exemplo (pior que ele consegue) e a Julia como a mais nova, tem aquele perfil de prodígio, da medalhista da família, aquela que não está acostumada a perder. Uma chata. Tudo isso até que se justifica muito bem no perfil de comportamento dos personagens (porque gente chata existe mesmo e todos nós sabemos disso), mas o que sempre me incomodou nos dois é que eles são pouco espontâneos, caretas demais mesmo (e representam muito bem esse que é exatamente o papel de ambos dentro da família e talvez por isso eu nem consiga mais olhar para o Peter Krause com os mesmos olhos dos tempos de Six Feet Under, mesmo com ele apresentando na série a sua versão para o James Bond), mas o que realmente incomoda em ambos personagens é a procura do discurso do politicamente correto que algumas pessoas gostam de ouvir (eu me canso rapidamente), onde ambos parecem que só conseguem agir e reagir de acordo com o modelo perfeito a ser seguido caso contrário acabam travando. E isso não é nem um crítica aos personagens da série em si, porque dentro desse contexto, eles conseguem ser realmente perfeitos, mas eu quero dizer algo mais sobre essa eterna busca da perfeição que alguns insistem em perseguir como modelo de vida. Sempre acabo ficando com preguiça desse tipo de gente, seja na TV ou na vida real. Mas esse foi apenas uma parágrafo a mais dentro dessa conversa. Continuando…

Para Sarah (Lorelai, também conhecida como Lauren Graham, que a gente AMA desde sempre por Gilmore Girls, (e que na série eu insisto em dizer que vive um lado B da sua antiga personagem) e seus filhos, Amber e Drew, acabaram sobrando os plots ligados ao coração durante essa temporada. Sarah novamente entre dois amores, que agora envolvia o seu novo chefe (o adorável Ray Romano, de Everybody Loves Raymond, que teve uma relação ótima de identificação com o Max), tomando a decisão errada novamente ao decidir se mudar para a casa do professor com quem ela já namorava e ainda carregando o Drew (Miles Heizer) a tira colo, mesmo sem ter a menor certeza de que aquilo era o certo a se fazer e já estando bastante envolvida com a questão do chefe fotógrafo. Algo que obviamente não deu muito certo e ela teve que voltar para casa, novamente depois de ter feito a escolha errada no final das contas e se ver sozinha novamente. Em um determinado momento da temporada, a Kristina acabou ilustrando muito bem essa dúvida da Sarah, dizendo que Hank (o chefe) era um homem do tipo pronto, com cara de durão e que você sabe que vai te defender se necessário (algo que sempre podemos fazer sozinhos, mas é sempre bom saber que se necessário, teremos reforço, rs) e o  professor, Mark (Jason Ritter) tinha cara de assustado, embora lindo e mais jovem (o que são os olhos mareados desse moço?), do tipo que você sabe que vai ter que proteger e cuidar muito bem até que ele esteja pronto, ago que talvez nem aconteça e é sempre um risco. E tudo isso ainda com a Sarah tendo que enfrentar os problemas típicos da fase da adolescência do Drew, que agora já estava prestes a entrar na faculdade e também enfrentava uma barra com a ex namorada, que já estava com outro mas ao mesmo tempo continuava saindo com ele. (nada me tira da cabeça que aquele filho nem era dele… bi-a-tch. E ele se aproveitando do drama da tia para sensibilizar? O capeta está de olho!)

parenthood-season-4

Nessa hora ganhamos mais um assunto sério para essa Season 4, com a descoberta da gravidez da namorada do Drew e toda a questão do aborto na qual eles acabaram se envolvendo (e como tudo isso é resolvido de forma bem mais prática do lado de lá, não?). Um plot importante para o personagem, ainda mais para o laço lindo que ele tem com a irmã, Amber (uma das minhas relações preferidas de toda a série desde sempre), que foi quem deu todo o apoio para que o irmão (e eles meio que sempre cuidaram um do outro enquanto os pais viviam em crise) passasse por essa situação e antes mesmo de revelar o que estava acontecendo para a própria mãe. Mas aquele momento final, com a questão já resolvida e ele despencando em lágrimas no colo da mãe foi lindo e super honesto, porque todo mundo sabe para onde é que corremos quando a situação realmente aperta. Nada como um colo de mãe (e como “mãe” eu quero dizer qualquer personagem que represente essa figura na vida de casa um). NADA. E para Sarah, dessa vez as coisas foram mais leves e apesar de acabar novamente sozinha, ela ainda ganhou um presente ótimo do próprio Drew, com sua entrada na Berkeley, que foi comemorada no melhor estilo Braverman. (me lembrei muito do meu quase irmão aqui em casa esses dias, descobrindo que passou na Federal que ele queria e foi aquela gritaria de família de gente que fala alto e não tem vergonha de demonstrar toda a sua euforia. Diga-se de passagem, ele passou em 3 das 3 que prestou. #TeamEssy)

E essa relação que a série consegue estabelecer com a vida de todo mundo realmente é muito especial e ao mesmo tempo consegue fugir facilmente de qualquer tipo de estereotipo pedante ou até mesmo cafona, algo que seria bem fácil de acontecer nesse caso. E tudo isso tocando em assuntos simples, facilmente reconhecíveis e relacionáveis, onde é praticamente impossível assistir Parenthood e não acabar lembrando com saudade de algum momento das nossas vidas, ou até mesmo de um problema ou outro parecido que a gente já tenha enfrentando. E essa relação eles conseguem estabelecer naturalmente, sem forçar, conseguindo emocionar pelos motivos certos e sem a menor apelação. E boa parte disso por conta do seu elenco, que é realmente bem especial. Isso sem contar a trilha sonora da série que é excelente (sempre foi na verdade e lembra, só que de outra forma, o que a gente achava e gostava da OST de The O.C, por exemplo) e sempre rende uma ou outra faixa para as nossas mixtapes aqui do Guilt.

Ainda na família da Sarah, tivemos a Amber ganhando um novo candidato a boy magia problemático, Ryan (Matt Lauria, Höy!), ele que chegou até a família na companhia do próprio avô, Zeek (Craig T. Nelson), um soldado enfrentando o trauma do pós guerra, encontrando na Amber (e sua família) a força que ele precisava naquele momento para encarar os obstáculos. Primeiro, nunca entendi muito bem o porque que ela desde sempre não foi trabalhar com os tios naquele estúdio que sempre teve a cara dela, onde ela finalmente passou a trabalhar durante essa temporada e segundo que sempre me incomodava a forma como “surgiam” os seus relacionamentos dentro da série (como por exemplo, ela mais uma vez ficando com o “colega de trabalho” ou coisas do tipo que nem podemos rejeitar ou criticar muito porque também quem nunca, não é mesmo?). De qualquer forma, sempre tive um carinho enorme pelo personagem e parte dele creditada a própria atriz, Mae Whitman, que eu AMO e acho ótima.

Mas dessa sua relação conturbada, tivemos um outro momento que eu considero de extrema importância para o crescimento da personagem e que ilustrou muito bem a fase de transição da mesma, mostrando que Amber já não é mais a mesma e finalmente amadureceu. E esse momento ficou por conta de quando ela se viu ao lado do Ryan, vivendo algo muito próximo do que sua mãe já viveu no passado (até mesmo com o seu próprio pai) e se viu prestes a repetir um comportamento que ela não gostaria de seguir como exemplo para a sua vida, usando exatamente esse detalhe importante como desculpa para não ficar com o namorado naquele momento. não daquela forma. Um discurso que além de lindo foi de extrema importância para a personagem, que no final das contas acabou sim ficando com o namorado, mas somente depois de observar uma série de mudanças na sua vida, todas fundamentais para que enfim ele pudesse fazer parte da sua vida também. (Anotem: Muda antes, fico com você depois. Porque viver tentando consertar alguém, além de exaustivo, não é o ideal para ninguém)

Parenthood - Season 4

Para o Crosby (Dax Shepard, pai do filho da Veronica Mars e por quem eu tenho uma simpatia absurda. Sério, sou desses que cria esse tipo de relação com determinadas pessoas aleatoriamente), as situações também foram todas mais leves, ele que agora vivia o seu sonho ao lado da mulher, Jasmine (Joy Bryant, que é linda e nunca vamos esquecer a música do seu casamento na série. Nunca!) e filho Jabbar (Tyree Brown) ao seu lado, mas que logo teve que abrir espaço para o pesadelo da sogra vindo morar com o casal e obviamente descordando do modo mais solto como ambos estavam criando o Jabbar (inclusive um outro momento bem foufo entre pai e filho nesse caso aconteceu envolvendo algumas questões de diferenças religiosas entre eles, que também foi outro ponto bem bacana e importante para a série). Dessa nova situação da sua vida, também ganhamos um bom momento com a reflexão sobre a dificuldade de uma mulher de meia idade tentando se recolocar no mercado de trabalho depois de tomar aquela rasteira do antigo trabalho para o qual ela praticamente dedicou boa parte de sua vida e tendo que recomeçar em tempos onde tudo anda cada vez mais difícil para todo mundo. Mais bacana do que a situação em si, eu insisto em dizer que são sempre as formas que eles escolhem para fazer com que o personagens da série passem por todas elas e comecem a enxergá-las da forma correta, como aconteceu para o Crosby nessa situação. E no final de tudo, selando a paz com a sogra e o cunhado, ele e a Jasmine acabaram revelando que estão esperando outro filho. #SUPERCÜTE (AMO os crazy eyes do Dax Shepard e o humor do seu personagem. AMO)

Obviamente que em meio a isso tudo tivemos várias outras situações envolvendo as mais variadas questões familiares de todos eles, como a questão de um irmão ganhar mais do que o outro dentro de uma sociedade, ou a cunhada buscando soluções na casa da outra sobre como barganhar com seus próprios filhos (meus pais sempre fizerem isso e negocio qualquer coisa como ninguém hoje em dia, rs), o marido jogando na cara da esposa que ele ficou em casa todos esses anos para que ela tivesse a sua carreira e exigindo ter agora o seu momento (Joel, que é o meu empreiteiro lenhador da barba ruiva preferido do momento. Höy!), nora estabelecendo uma relação mais próxima, do tipo mãe e filha com a sogra (outro momento lindo por sinal) e também questões importantes sobre adoção, que normalmente nós não pensamos até enfrentar o problema de perto mas que é sempre bom ir aprendendo uma coisinha aqui ou ali caso chegue a nossa hora.

Dessa forma, com tudo resolvido apesar de qualquer problema que eles tenham enfrentado durante a temporada, encerramos essa Season 4 de Parenthood da melhor forma possível. Tenho o costume de assistir a série aos domingos, comendo alguma coisa gostosa, lembrando da minha casa antiga ou de alguma situação do passado, boa ou ruim, algo que eu recomendo para todos, mas fato é que eu sempre acabo rindo e me emocionando honestamente com a série desde sempre e acho que ela é uma excelente pedida, talvez a melhor delas, para quem estiver a procura daquele receitinha caseira bem especial.

Recomendo que a série seja assistida acompanhada de uma caixinha de Klennex. Sempre.

#TEAMBRAVERMAN

 

ps: e SIM, para quem estiver se perguntando, teremos uma Season 5 da série. YEI!

ps2: e aqui vocês vão encontrar o que nós já falamos sobre Parenthood no passado: Season 1Season 2, Season 3

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Well, well, well…então quer dizer que eles estão de namoranders?

Outubro 11, 2012

Então quer dizer que a Rory namora o Pete Campbell? (Vincent Kartheiser – tem personagem mais irritante do que o Pete na série do Don Draper? Não, não tem. Nem a Betty Draper consegue ganhar desse… Argh!)

Bem que eu achei que Alexis Bledel estava confortável demais naquelas cenas meio assim em  Mad Men

 

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#TEMCOMONAOAMAR a gente ver que anos depois, a Rory seguiu mesmo o seu caminho?

Setembro 17, 2012

Eu sei que essa imagem já está meio antiga (tem o que, duas semanas que estava perdida no meio das minhas coisas todas?) mas assim que eu bati o olho na Alexis Bledel toda orgulhosa no dia do discurso do Obama pelos democratas,  fiquei morrendo de orgulho. Sério!

Talvez nem todo mundo consiga lembrar, mas Rory deixou Stars Hollow no último episódio de Gilmore Girls para seguir na campanha do na época ainda candidato a presidência, Barak Obama e eu acho bem bacana que hoje em dia ele siga mantendo seu fundamento, dentro ou fora do personagem.

Go Rory! Go Rory!

ps: sorry, tenho um carinho especial com os meus personagens preferidos. Com a Lorelai então… (assisti ontem a premiere da Season 4 de Parenthood, que continua oufa & cozy como sempre, onde eu até hoje trato a personagem da Lauren Graham como “parte Lorelai”. Desculpa sociedade!)

 

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Séries que a gente não precisa assistir na Summer Season = Bunheads + Men At Work + Baby Daddy

Junho 28, 2012

Fui dar uma chance para a nova série da Amy Sherman-Palladino, afinal, a dona de Gilmore Girls merecia a minha atenção e respeito. Por isso resolvi assistir Bunheads, novo projeto dela para a ABC Family, ou pelo menos pretendia ver os primeiros episódios.

Dei de cara com uma série que até chegou a me encantar, bem pouco, mas chegou. Talvez porque encontrei um o climão de uma cidade exótica como Stars Hollow, só que dessa vez com mais sol e o que também já deu para perceber logo de cara, bem menos magia. Encontrei também uma nova tentativa de repetir as centenas de personagens adoráveis que figuravam dentro do cenário da série antiga, agora escondidos em novas fantasias, só que dessa vez menos bacanas. Tem a nova Sookie, que aparece por 2 segundos e ainda usa bandana. Tem o novo Luke, que é mais velho, casado e agora comando um diner que também serve drinks, mas deve ter café também. E a série tem também a tentativa da nova Lorelai, da nova Emily Gilmore, das novas Rorys, mas todas sem o mesmo encanto e muito mais fracas (apesar da nova Emily ser a Emily antiga). E tem também a trilha igual a de Gilmore, foufa e cheia de “La la la las” pra lá e pra cá.

Ou seja, tinha toda uma intenção descarada de tentar ser a nova Gilmore Girls, sem fazer muita questão de disfarçar o que eles estavam pretendendo e apesar de ter até achado bacana uma coisa aqui ou ali dentro do cenário da nova série, que dessa vez traz as bailarinas como foco (Beijo Miss Patty), Bunheads não consegue nem de longe atingir o mesmo nível de uma série que nos trouxe Lorelai e Rory Gilmore, entre todos os outros personagens adoráveis de Stars Hollow, que sempre vão nos deixar morrendo de saudades, mas que nós já sofremos com essa despedida faz algum tempo e já aceitamos que eles se foram.

E o maior defeito de Bunheads além de tudo ser muito parecido com GG antigo, só que bem menos legal, nesse caso é meio que a história central, onde a personagem principal (a nova Lorelai) era uma dançarina de show em Las Vegas do tipo bem decadente e sem perspectiva de vida, que tem um stalker endinheirado no seu pé, interpretado pelo querido Cameron de “Curtindo a Vida Adoidado”, ele que um certo dia consegue a pegar em um momento vulnerável e a convence a se casar com ele e se mudar para a sua casa grande com vista para o mar, comprando assim descaradamente a sua nova mulher. Mas ele só esquece de dizer que divide a tal casa com sua mãe, Emily Gilmore, que tem uma escola de ballet repleta de tentativas de novas Rorys. Rory gordinha, foufa e sonhadora (AMO!), Rory do drama dramático do peitão, Rory que não tá muito nem ai para nada e a Rory megabitch. ZzZZ

Obviamente que ter o seu filho chegando em casa casado com uma dançarina de Vegas do dia para a noite, não é muito o sonho de qualquer mãe americana (nesse caso eu tenho que ser bem regional, rs) e sendo assim, a nova Lorelai passa a ser persona não grata dentro daquela pequena cidade, onde todos se conhecem e se gostam, invertendo um pouco os papéis do que nós já vimos na série antiga. Até que, ao final do episódio, interrompendo uma cena de dança super constrangedora entre Emily Gilmore e a nova Lorelai, chega a notícia de que o tal ex stalker e agora marido, morreu em um acidente de carro (e não sabemos se ele estava dirigindo o famoso carro vermelho que já foi do seu pai no filme antigo, rs), onde descobrimos no episódio seguinte após o seu funeral (que foi muito pior do que o piloto, do tipo bem chatinho e para te convencer a nunca mais voltar a assistir a série, apesar da resolução ter sido foufa), que ele deixou todos os seus bens para a nova Lorelai, com quem ele se casou tem apenas algumas horas (talvez dois dias…). Quem diria? ZzZZ

Sério. Como alguém quer que a gente compre uma série baseada em uma relação de amor inexistente que só foi motivada por uma boa refeição (sim, ele pagava o jantar para ela em Vegas), uma pulseira de brilhantes + alguns presentes e o sonho de ter um quarto com vista para o mar (que para ser mais falso, teria que ter sido fabricado em Once Upon A Time), onde a nova Lorelai versão bailarina apenas conseguiu tirar a sorte grande e realizar o sonho da casa própria, do dia para a noite, casando-se com um homem que ela mal suportava e vivia dando o fora em Vegas? Certa está Emily Gilmore de não aceitar essa b-i-a-t-c-h no seu quintal e se fosse eu, já estava exigindo o cancelamento desse casamento na justiça. Cadê o PROCON dos casamentos? Cadê Richard Gilmore e toda a sua influência na sociedade de Yale?

Sem contar que os cenários são super falsos, principalmente os fundos e eu achei tudo muito, mas muito exagerado, como se tivessem pego tudo que a gente sempre AMOU em Gilmore (desconfio até que o coreto do quintal da nova Emily seja o mesmo da praça da série antiga) e multiplicaram por 10, deixando tudo muito over. Fiquei até com a sensação de que Bunheads inteira se passa dentro da loja de antiguidades/quinquilharias da mãe da Lane. Sério! (e o que é a decoração da tal casa com quarto com vista para o mar? Alguém mais desconfia que a casa da Amy Sherman seja exatamente daquele jeito? SIM!)

Por isso apesar de amar o trabalho antigo da Amy Sherman-Palladino e AMAR mais ainda a sua briga no Twitter com a Shonda Rhimes, que reclamou  que não tinha nenhum personagem negro no elenco e sendo assim, como a sua filha negra e bailarina poderia se identificar com alguém dentro de Bunheads, briga essa que não poderia ser por um motivo mais preguiça. ZzZZ. Ops, cochilei. Sério que em 2012 alguém ainda acredita que vc precisa ter alguém com a mesma cor de pele para se identificar e não basta apenas um bom caráter ou uma personalidade honesta e bem bacana?

Somando tudo isso, eu acho uma pena que alguém tão criativa e bacana como a criadora de Gilmore Girls já provou ser, acabar perdida em meio a memórias daquilo que já foi sucesso um dia, tentando reviver de forma porca e desesperada algo que já deu o que tinha que dar. Como fã de Gilmore Girls que eu sempre fui, sinto como se fosse essa tentativa de transformar Bunheads na irmã gêmea bronzeada da série antiga fosse um grande insulto. Não Amy, vc não precisa disso no seu resumé.

Depois de experimentar a nova Gilmore, abandonei sem a menor culpa…

Men At Work da TBS… dessa eu não consegui passar do piloto, que eu não consigo sequer encontrar qualquer coisa que justifique eu tê-lo assistido. #SHAMEONYOUESSY, #SHAMEONYOU!

Muito, mas muito chata e ruim, o que é ainda pior. Quatro amigos HTS, um deles casado, um bonitão, outro bem mais bonitão e o outro depressivo que acabou de tomar um pé na bunda, vivendo um tipo de bromance de qautro (rs), que só não consegue ser mais chato por falta de carisma de qualquer um dos protagonistas. A nova Man Up (lembrando que a velha já foi até cancela faz tempo, mas MAW acaba se ser renovada para uma Season 2, sério, ZzZZ) com menos gritos, mas tão chata quanto.

Fiquei com muita vergonha do piloto, que como eu disse, não consigo nem justificar o porque que eu assisti. Piadinhas bobas, homens bocós e mulheres muito mais bonitas do que eles conseguiriam pegar se não fossem semi famosos. É, não deu… (não sei nem porque eu assumo que assisti essa porcaria em público, isso era segredo meu e do Paolo, que de vez em quando, nos arriscamos nessas porcarias, rs)

E por último temos Baby Daddy, também da ABC Family (ZzZZ), que é uma espécie de Raising Hope na sua versão mais careta possível e totalmente sem graça, misturada a uma tentativa falida de fazer o novo “Três solteirões e um bebê”.

Sabe aquele humor de série que passa em looping de reprises intermináveis nas tardes/madrugadas do nosso maravilhoso canal das três consoantes? Então… talvez eles tenham ganhado mais uma para a sua grade futura.

3 personagens super bocós e a garota responsável que é claro que seria apaixonada por um deles e que outro deles seria o personagem apaixonado por ela. Chatinho de dar sono, mas muito sono. ZzZZ. E olha que é comédia de 20 minutos hein? Assisti respondendo emails, que eu tenho mais o que fazer, rs

A bebê pelo menos é uma foufa, como já era de se esperar. Mas como uma concorrente a altura da Hope e toda a sua expressão facial, fica impossível de se competir, ainda mais sendo Raising Hope tão especial como a gente sabe que é! Por isso não precisamos de um cópia barata e sem graça. Aliás, que vergonha em ABC Family?

E só eu fiquei com a sensação de que dois dos protagonistas roommates são praticamente anões (nada contra, AMO o Peter Dinklage por exemplo, rs), ou aquele irmão que acha que é engraçado e que na verdade não é nem um pouco, é alto demais, hein?

Ou seja, três séries das quais todos nós podemos correr durante essa Summer Season. Corram!

 

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Supernatural e na Lagoa!

Maio 10, 2012

E se nos últimos dias alguma coisa obscura e sobrenatural tenha acontecido no Rio, culpem o Jared Padalecki a a sua visitinha a cidade. Höy!

Pior que eu tinha tanta coisa para perguntar para ele… mas tudo relacionado a Gilmore Girls antigo? (ou o contato do Dean, rs)

ps: será que ele viu que a Rory fez uma participação em Mad Men no finde, com gancho para retorno?

Drop the gun, meliante!

Janeiro 10, 2012

Filme de Friends, nada

O de Gilmore Girls também não acontece…

Para uma tentativa de refazer toda a Season 6 de Lost, ninguém se anima?

Ou quem sabe uma reunião de Will & Grace?

Arrested Development que finalmente vai chegar as telonas, depois de muito se falar sobre…

Mas, para a alegria de muitos, quem também vai voltar as telonas é o Jack Bauer e suas 24 horas, que vai começar a ser gravado ente Abril e Maio desse ano.

Animados? Zzzz

Cheguei achar que fosse a Rory antinga

Dezembro 9, 2011

Juro que eu bati o olho nessa imagem e achei que fosse a Rory antiga, dos tempos de Gilmore Girls. Ainda mais com essa companhia neam?

Mas não, essa ai é a esposa do Jared Padalecki, que ao que tudo indica, tem um tipo, rs.


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