Posts Tagged ‘Ginnifer Goodwin’

Moletom do tipo para nunca jamais se deixar ser vista em público e/ou em lugares com espelhos

Agosto 6, 2012

E nem adianta fazer essa cara minha querida Maria Margarete (AKA Ginnifer Goodwin), porque além de sair com esse moletom especialmente pavoroso em público (que é do tipo que a gente só fica em casa e se os espelhos estiverem todos cobertos, claro), vc ainda arrematou o look com essa botinha desgraçada, que a gente acha igualmente pavorosa e ao que tudo indica, estamos vendo como cobertura desse cupcake dos horrores, um tipo de um “bolerinho” (ou seja lá o nome que a peça foi rebatizada), é isso mesmo?

Que o Charming fique com essa sua imagem na cabeça para sempre. Amém!

#NAOTABOMNAO

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Nesse caso aceitamos a cara de arrogante

Junho 22, 2012

Porque não é todo mundo que pode dizer que realmente está pegando o príncipe encantado, hein? Nesse caso aceitamos a cara de arrogante da Ginnifer Goodwin (porque ontem, alguém não estava se garantindo tanto assim para manter a mesma cara de arrogante…)

Nesse caso perdoamos até o cabelo totalmente coxinha de Charming, que nem precisava disso, porque de cara lavada já tem cara de menino arrumadinho. Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Aquele olhar que todas sabem o que significa

Maio 31, 2012

E todas sabem também que o que vem depois dele é melhor ainda. Höy!

#CHARMING

Era uma vez …

Maio 26, 2012

Once Upon A Time já logo de cara poderia ser considerada como uma série covarde. Digo isso porque me parecia bem fácil, pelo menos a princípio, brincar com uma memória afetiva de histórias e personagens conhecidos e que de uma forma ou de outra, todos nós compartilhamos.

Mas a série da ABC conseguiu ir além disso, onde para tal, eles tiveram que assumir o risco de inovar dentro de histórias tão familiares para uma grande maioria e por esse motivo, a série acabou supreendendo a todos com a sua proposta inovadora, que a essa altura já não me parecia mais ser covarde e sim completamente corajosa.

Tudo bem que logo de cara eu imaginei que toda essa dinâmica tinha tudo para não dar certo. Misturar histórias de contos infantis com a vida real, dividindo-as em duas realidades diferentes me parecia ter tudo para dar errado. E mais uma vez eu me precipitei nas minhas próprias opiniões pessoais antes mesmo de conhecer a proposta e acabei me deparando com uma série super foufa, que tinha tudo para se tornar mais uma história infantil com final feliz, daquelas que a gente custa a esquecer, mesmo com o tempo.

Também, brincando dentro desse universo super conhecido e dando vida a personagens já tão queridos de todos nós e ainda trazendo um algo mais para suas histórias já tão conhecidas, seria praticamente impossível que pelo menos esse layer da série não fosse bem bacana. E mesmo comprovando ao assistir a série o quanto ele conseguiram desenvolver muito bem essa proposta, eu sempre acabava me perguntando: e o que aconteceria do lado de lá, o lado da vida real? …

Mas ok, vamos por partes. Primeiro ainda precisamos falar desse universo encantado, antes de encararmos a vida real.

No lado encantado da história, quase tudo foi bem perfeito o tempo todo. Histórias super conhecidas sendo contadas com algum elemento novo, o que por si só já era o maior trunfo da série e desde já agradecemos por eles terem escolhido esse caminho mais audacioso para transformar em algo novo, uma coisa tão familiar para todos nós. Tirando a falta de qualidade dos efeitos de alguns cenários, de vez em quando um figurino ou um make meio assim, talvez até pelo alto custo que tudo isso acarretaria para uma série estreante (o que eu acho que deva ser superado na próxima temporada, com a entrada do dinheiro dos lucros dessa Season 1 + o investimento que deve ocorrer naturalmente), tirando tudo isso, foi praticamente impossível não achar sensacional as resoluções que eles acabaram encontrando para personagens que já existiam em nossas memórias afetivas e mesmo assim, contando uma história relativamente nova, totalmente baseada nessas figuras que todo nós temos o maior carinho desde muito cedo.

Dentro desse universo, fiquei super emocionado com a história do Grilo Falante, ainda no começo da temporada e também com o plot do amor de um dos Sete Anões pela Fada cor de rosa (♥), em um dos episódios mais foufos dessa primeira temporada. Mas nada foi mais surpreendente e audacioso, do que a revelação de que nessa nova versão para a TV, a Chapeuzinho Vermelho era também ninguém menos do que o próprio Lobo Mau. Howcoolisthat?

Impossível não gostar também de personagens como a nova Snow White, que enquanto personagem de contos de fadas era muito mais legal do que todas as versões que nós já vimos nos livros ou até mesmo no cinema. Uma mulher com características de heroína, lutando pelos seus objetivos e em nome de uma justiça que em terra comandada por uma Rainha Má e Bruxa, seria quase impossível de se conquistar.

Do lado negro da força ganhamos uma Rainha má do tipo beeem má, uma mulher amarga, capaz de tudo para alcançar os seus objetivos, mas que ao mesmo tempo, com o decorrer da história, fomos conhecendo um outro lado da sua personagem, onde descobrimos que nem sempre ela foi tão má assim, construindo assim aquele perfil de vilão que não é apenas vilão, do tipo que a gente adora. Muito embora toda a sua mágoa em relação a Snow White tenha sido um tanto quanto exagerada, não? Por isso considero que apesar do passado mais calminho da personagem, uma Bruxa Má já estava adormecida ali dentro, pronta para botar os seus feitiços para fora a qualquer momento.

Outro vilão que apareceu nesse novo conta de fadas foi o Rumpelstiltskin, personagem que nem é tão popular dentro desse universo (pelo menos não na nossa cultura, eu acho). Para ele sobrou o papel do vilão meio dúbio, que joga dos dois lados o tempo todo, onde nunca ficou realmente claro quais eram suas reais intenções dentro daquela história. Ele que também acabou fazendo as vezes de Fera, ganhando uma Bela para chamar de sua. (tadinha da Claire de Lost… só se dá mal)

Dentre tantas possibilidades, ganhamos diversos personagens queridíssimos, como o Grilo Falante (muito bem executado, por sinal), Gepeto e o seu Pinóquio, a Fada Azul e até mesmo os 8 anões (sim, segundo a série, eles já foram 8), onde obviamente que falar da história da Snow White sem falar dos anões, seria praticamente impossível.

Como na série nem tudo segue a risca as histórias que nós já conhecemos e sempre ganhamos um elemento novo a mais para elas, nessa versão para TV, a Snow White acabou se casando com o Príncipe Encantado (e que princípe, hein? Höy!) e tendo uma filha chamada Emma, a qual seria uma personagem bastante importante para a trama toda, principalmente no lado real da história, sendo descrita desde o início como única capaz de acabar com a maldição da cidade de Storybrooke, cenário para a vida real desses personagens todos do outro lado da história.

Mas eu não vou ficar aqui contanto os plots todos da série e descrevendo cada um dos personagens que nós conhecemos durante esses 22 episódios da sua primeira temporada, porque nesse caso eu deveria escrever um livro infantil e não esse post portanto, após essa pequena introdução aos personagens mais importantes da trama e alguns momentos, vamos logo pulando para o que interessa.

Desde que Once Upon a Time começou, fomos enfrentando uma série de detalhes técnicos meio falhos, principalmente na questão dos efeitos especiais, com cenários bem meio assim e uma plástica nem sempre muito bem cuidada/executada. Mas perdoamos tudo isso pelo apego a suas histórias, sempre tão interessantes pelo lado fantasioso, que a gente até acabava deixando passar um detalhe como uma falha técnica meio assim, aqui ou ali.

No meio dessas histórias de fantasia, não teve como não nos emocionarmos com a história do Grilo Falante, citando apenas um exemplo delas, ele que na vida real era o psicologo do Henry. Aproveitando que falamos nele, Henry era o único que sempre desconfiou que a vida em Storybrooke era baseada no seu livro de contos de fadas e que todos por ali faziam parte de suas histórias, mas por algum motivo não se lembravam desse detalhe. Ele que assim como Emma, ainda não ganharam suas versões encantadas para a série. Fico imaginando quem ele seria… (ou se eles seriam alguém mesmo)

Outro momento extremamente tocante da temporada foi a história do Pinóquio, que havia aparecido apenas no piloto, mas que depois havia sumido na vida real e a gente não sabia exatamente o porque. Até que ele surgiu maravileeeandro e teve uma importância super relevante para o desenrolar da história da própria Emma, a mocinha da trama. Episódio esse que acabou provando que eles conseguem sim tomar um pouco mais de cuidado com o visual da série, onde eles conseguiram dar vida a um boneco de madeira de forma bem digna, mesmo usando os recursos dos efeitos especiais que nem sempre funcionam na série, como eu também já disse.

Já que tocamos no assunto, como esquecer ou ignorar os fundos super falsos do episódio do Principe? Logo ele, que ainda ganhou uma peruquinha pavorosa durante o mesmo e um gêmeo magia que morreu no decorrer do episódio, para o nosso total desespero. Imaginem só, dois Charmings? Höy²! Assim como a tentativa de recriar Wonderland, que só não foi mais falha porque a sua participação/duração em cena foi curta. Eu que as vezes acho os efeitos de Doctor Who bem meio assim, acabei ficando constrangidíssmo com a versão de Once Upon a Time para a minha terra encantada preferida de todos os tempos. Mas o plot do chapeleiro foi bem bacana também então, estão perdoados.

Mas se tudo no lado encantado da história acabou funcionando muito bem, mesmo com todos os seus efeitos especiais meio assim, algo que a essa altura a gente até já deixava passar, em Storybrooke, cidade onde os personagens das histórias infantis estavam todos presos e sem memória de suas reais identidades encantadas, isso por conta de uma maldição da própria Rainha Má (que na cidade ainda mantinha a função de prefeita), do lado de cá, onde as histórias infantis davam espaço para a vida “real” de seus personagens, ou pelo menos ao que eles acreditavam ser real, tudo andava bem lentamente e quase nada de fato acontecia, o que eu acho que foi uma das maiores falhas dessa primeira temporada.

A não ser o principal, como a Prefeita Regina, mãe do Henry (Rainha Má do lado de lá), que ficou naquela disputa interminável pela guarda do garoto ao lado da Emma (que é a sua mãe biológica), mesmo sem que ambas tenham tomado qualquer medida legal a respeito da guarda do garoto. Maria Margarete, a professorinha da cidade (e Snow White do lado de lá), permaneceu sempre com os seus olhares profundos de quem sempre perdoa, mesmo levando um tapa na cara atrás do outro do David (do lado de Lá James, o Príncipe Encantado), o seu príncipe que na vida real e convenhamos que ele era bem bunda molão, vai? O que só nos prova que Príncipes Encantados realmente não existem. Desistam! (Humpf!)

Sempre com a presença do Mr Gold (Rumpel do lado de lá) no meio disso tudo, sempre oferecendo ajuda para quem estava passando por algum tipo de problema, mas não sem antes pedir alguma coisa em troca. Mas tirando tudo isso, do lado real da história, eles realmente ficaram devendo no ritmo e relevância, uma vez que quase nada de importante aconteceu para aqueles personagens. Tudo bem que a gente entende que o apelo maior da série obviamente  seria o lado encantado da história, muito mais apelativo por natureza, mas achei que ficou faltando alguma coisa nessa parte mais pé no chão da série, mesmo que tenha acontecido alguma movimentação nesse sentido também, o que eu considero que talvez não tenha sido o suficiente.

Mas como a série é uma história com um enorme apelo infantil, declaradamente feita para a família, é impossível não gostar de Once Upon a Time, a ponto dos seus defeitos todos se tornarem apenas pequenos detalhes em relação ao tamanho das suas histórias e todo o seu potencial dentro desse universo riquíssimo das histórias infantis e personagens mil. Resta saber até quando a gente consegue passar por cima de tudo isso…

E algo precisava encerrar essa temporada, trazendo assim uma resolução para que aqueles personagens enfim se livrassem do feitiço, com a Emma finalmente acreditando na teoria do Henry e a sua “Operação Cobra”, entendendo de uma vez por todas que o garoto realmente estava falando a verdade, por mais absurdo que isso pudesse parecer. Tudo bem que isso também aconteceu de forma até que fácil demais, com ela apenas tocando o livro (que ela já tinha tocado e lido por diversas vezes) em um momento de desespero (que seria a justificativa para tal) e dessa vez tendo uma espécie de flash sobre o universo de faz de conta. Um start um tanto quanto fácil demais para a história, vai? Mas o episódio em si que encerrou essa primeira temporada foi bem bacana, cheio de aventura, dragões e a Emma cumprindo o seu dever, unindo o começo e o fim dessa história que passamos a acompanhar durante essa temporada, chegando assim a um ponto em comum nos dois universos, encantado e real. (confuso?)

Achei sensacional a hora em que ela se atracou com a Regina naquele quartinho do lado real, estapeando a mulher que envenenou o seu filho, na tentativa de envenenar a própria. E a forma como a maldição foi quebrada, com o verdadeiro amor aparecendo como salvação para o Henry, foi realmente muito foufo, um momento bastante especial para Once Upon A Time. E o mesmo aconteceu para o tão esperado encontro Snow + Charming no lado real dessa história, onde não só eles mas todos os personagens de Storybrooke acabaram recuperando suas memórias “encantadas”.

Só não entendi o porque de ninguém ter voado no pescoço da Regina naquele momento, ou ter pensando em pelo menos mantê-la presa em algum lugar. Outro ponto que eu achei que ficou faltando e que poderia ter aparecido nesse momento, seria o encontro do Chapeleiro com a sua filha. Uma pena isso não ter acontecido…

E ainda nessa reta final, com a maldição finalmente quebrada, algumas dúvidas surgiram no ar, como por exemplo, o porque eles terem permanecido em Storybrooke após a quebra do feitiço? Na verdade, essa era a minha grande dúvida sobre a resolução dessa história e eu não consigo muito bem arriscar alguma teoria sobre o assunto do que poderemos ver durante a próxima temporada da série.

Mas o que eu estou curiosíssimo para ver é como irá ficar a dinâmica familiar entre o casal Snow e Charming com a filha Emma (que tem praticamente a mesma idade que eles, rs) e o neto Henry. Imaginem o primeiro jantar em família desse núcleo? Super foufo! E se esse momento contar com a presença dos anões então… (rs).  Aliás, alguém mais desconfia que o pai do Henry seja o filho desaparecido do Rampel? Hmm…

Com isso, ainda tivemos um momento importante vindo diretamente do Rumpels, que encerrou o episódio devolvendo em formato de uma gigantesca fumaça roxa (o novo monstro de fumaça, rs), toda a magia para os seus devidos personagens. Agora só nos resta saber o que isso trará de novo para a história que deverá seguir a sua Season 2 na próxima Fall Season.

Mas o próximo capítulo dessa história, nós só teremos na próxima temporada. Vejo vcs em Storybrooke!

 

ps: Enquete Guilt – Quem seria vc no universo de Contos de Fadas?

Anos de experiência andando de Metrô e eu nunca encontrei um príncipe, humpf!

Maio 14, 2012

Será que estamos pegando a linha errada? Ou a expansão do Metrô de SP não chegou ainda em Far Far Away? Höy!

Tudo bem que de vez enquanto até aparece um candidato, mas nunca da clã Encantado legítimo, humpf!

MET Ball 2012 – A noite em que todas se vestem especialmente para o Diabo

Maio 8, 2012

E by Diabo, eu quero dizer a Anna Wintour (que estava de Prada, claro) em pessoa e o seu eterno corte chanel, anfitriã e organizadora do evento, que esse ano abriu a exposição “Schiaparelli and Prada: Impossible Conversations” (e beijos para Keyloca e Tarcisio, meus professores antigos de história da moda, da arte e história contemporânea, que me ensinarm tudo sobre Schiaparelli e a Belle Époque. Depois, há quem ainda acredite no esterótipo preguiça de estudante de moda que encontramos por ai. Humpf!)

E noite de baile do MET é certamente um dos red carpets mais concorridos ever. E com toda essa concorrência, todas elas ficam desesperadas para deitar uma com as outra neam? Celebridades e estilistas, diga-se de passagem.

Esse ano o baile não teve muitas surpresas (como quase tudo ultimamente), mas é claro que como qualquer bom red carpet que se preze, nos rendeu algumas lições importantíssimas. Então separe o Moleskine e anota ae:

 

Preto é a escolha certa da vez, mais uma vez e outra vez

Sim, elas continuam apostando no pretinho. Mas tem que ser longo, ter algum poder e não ser nada básico.

Dzél estava corretíssima nesse Givenchy. Correto, mas nada demais também, apenas um pretinho ok.

Mas quer saber quem parou tudo mesmo, também investindo no fundamento Gyvenchy de ricah bem ricah?

Beyoncé. PÁ!

Que foi com esse Givenchy de quem tem mais condição, com transparência + renda + bordado + essa cauda que é simplesmente maravileeeandra!

Seguindo o mesmo fundamento poder da Beyonce, tivemos Marion Cotillard, bem linda nesse outro modelo pretinho cheio de fundamento by Christian Dior.

Lembrando que as duas foram mães recentemente e já estão lindas assim… (e a culpa daquele nosso pneu fica para quem mesmo? PÁ!)

O modelão Prada da Kate Bosworth também segue o mesmo fundamento dos dois anteriores, só que em uma versão curta e com as cores invertidas. Também maravileeeandro!

E o make dramático com boca escura?

Hit da noite. Anotem.

Cate Blanchett  estava linda, linda, leeeandra de Alexander McQueen.

Não é o meu tipo de vestido preferido, mas certamente foi um dos mais maravileeeandros da noite.

O dia em que a Rihanna conseguiu nos fazer lembrar que ela é linda. PÁ!

Tá vendo como ela consegue? E olha que pela simplicidade, nem precisou se esforçar muito nesse Tom Ford até que bem simples.

Para provar que a nossa birra com ela não é nada pessoal. Maravileeeandra!

Mas pensando bem… será que isso tem a ver com rumores obscuros de que ela estaria desfrutando da magia sueca mais cobiçada desde os hits do Ace Of Base? Hmm mmm…

Aguardando confirmações para considerar LUTO total. (#TENSO)

Todas ♥ Grace Coddington (tmbm de Prada)

MUSE!

Tenho que dizer que eu fiquei morrendo de orgulho do look da Amy Poehler, Sério!

E olha que um preplum para a altura dela, foi uma escolha bem arriscada. Mas ainda bem que deu beeem certo.

E ela não só acertou no look, como também na cor do cabelo (gosto muito mais assim, com esse loiro mais fechado) e no fundamento, que ficou maravileeeandro!

Sem contar o seu acessório poder , o marido Will Arnett, capaz de animar qualquer mesa neam?

#ORGULHODEFINE

 

Se for para investir no fundamento exótico, #TEMQUESEGURAR!

E essa dica vale para a Rooney Mara, que não pareceu estar assim muito confortável de calçola de fora nesse Givenchy de renda transparente.

O que não deve ser muito fácil mesmo, mas se essa foi a sua escolha, #TEMQUESEGURAR!

Tipo o Marc Jacobs, que foi de vestido rendando, transparente e de cueca branca (sim, BRANCA!) e que mesmo assim segurou muito bem o seu próprio fundamento. PÁ! (embora eu não ache um look bacana…)

Ou como a Christina Ricci, que segurou com orgulho esse look Thakoon, totalmente meio assim.

 

O poder do brilho metalizado

Carey Mulligan também estava cheia de condições, com esse Prada metalizado que era puro fundamento & poder, que eu não consigo parar de imaginar o quanto deve custar na ludjeeenha. $$$ Catching!

Zou bisou bisou … Zou bisou bisou (não consigo vê-la sem lembrar do hit e aposto que deve ser uma piadinha recorrente em sua vida)

Jessica Pare, que também investiu no metalizado e foi de dourado by L’Wren Scott. Estava linda, mas eu não acho que a cor a favoreceu tanto assim… (imagino ela parando tudo em um verde, por exemplo)

E o que o metalizado da Carey Mulligan tem de fundamento, esse da Nina Dobrev  tem de poder. Maravileeeandro, não?

By Donna Karan Atelier

 

Preplum, a tendência do momento (que não é para todas)

Uma tendência que não é para qualquer uma e nessa edição do baile do MET, a Sofia Vergara até que enfim saiu da sua zona de conforto dos vestidos com rabo de sereia preguiça de sempre e optou pelo fundamento preplum da Marchesa , que com o seu corpão todo em dia, ficou ainda mais maravileeeandro!

E que boa noite para as irmãs Knowles, hein?

Primeiro a Beyoncé me apareceu deitando todas no seu Givenchy bem de rica e agora a  Solange Knowles, com esse preplum amarelo maravileeeandro by Rachel Roy, vestido que certamente iluminou a noite.

E o cabelão cheio de volume? PÁ!

E a Elizabeth Banks, hein? Confundiu a vida real com o seu personagem de “The Hunger Games”?

Nesse caso, achei esse preplum da Mary Katrantzou, bem bem difícil…

Não sei quanto a vcs, mas eu ficaria esperando alguma coisa cair a qualquer momento dessa parte levantada na frente.

#NAOTABOMNAO

Cadê a postura?

Cadê o poder?

Cadê o Ryan Gosling?

Além do quadril dela ter ficado muito maior com esse preplum da Prada na cor do momento (ponto positivo), a pergunta que não quer calar é: cadê o Ryan Gosling? (eles ainda estão juntos? Qual a vantagem de se namorar um Ryan Gosling e não sair o exibindo por aí? Resposta: a vantagem é o próprio Ryan. Höy!)

#NAOTABOMNAO

 

Tangerina

A cor do momento: tangerina.

Uma pena que nem todas que optaram pela cor conseguiram acertar no fundamento… Fom forom fom fom

Salvo apenas a Ginnifer Goodwin, que nem estava com um vestido tão poder assim (e cadê o príncipe?), mas mesmo assim estava maravileeeandra.

By Monique Lhuillier 

Kristen Bell , que só acertou na cor… by Tommy Hilfiger.

#NAOTABOMNAO

Katharine McPhee também só acertou na cor… (by Elie Saab)

E como ignorar esse peito todo espalhado na lateral?

#NAOTABOMNAO

E a Leighton Meester, que não foi de tangerina, mas estava meio tangerina ela mesmo neam?

O que aconteceu com Blair, hein garota do blog?

 

Florais de ricah bem ricah!

Bee Shaffer (a filha da Anna Wintour) que não poderia ser nossa amiga jamais… nesse “efeito floral” maravileeeandro by Erdem.

E digo que ela não poderia ser nossa amiga jamais, pelo simples fato de estarmos em sua companhia e alguém chamar “Bee” e todas olharem confusas ao mesmo tempo, sem saber exatamente quem estaria sendo chamada.

Euri

Rashida Jones, que também estava maravileeeandra no fundamento floral de ricah by Tory Burch.

Mas o melhor da Rashida é esse nome neam?

Eu não consigo chamá-la de Rashida e sempre solto um “Rashilda”. Acho mais sonoro, rs

E a Sarahjay que foi toda num print só?

Achei ousado…

E esse cabelo é sempre um acerto neam? PÁ!

By Valentino

 

Aquelas que não estavam em um bom dia…

Diane Kruger, que além de ter deixado o Peter Pacey em casa (Boo Hoo!), o que já é sempre um ponto negativo, deixou também bastante do seu fundamento esquecido em algum outro lugar, não?

Preciso dizer que eu sou fã de um peitinho honesto, mas com esse cabelo solto e essas plumas, imprimiu que ela estava de camisola…

By Prada

#NAOTABOMNAO

Achei arriscado, achei corajoso, achei o sapato ótimo, mas #NAOTABOMNAO

Mas continuo querendo ser o seu BFF tsá, Chloe Sevigny? Desde “Kids”…

By Miu Miu

Muah!

Duas coisas:

1) O que aconteceu com a cara da Jessica Biel? Seria a franja o problema? Ou ela mexeu nessas maçãs, já que dizem que eles vão se casar em breve e nessa hora bate o desespero? (e na Itália, tsá?)

2) E que vestidinho mais simplezinho (Prada) e com a barra mais pavorosa é esse? Mas nem que esse bordado em verde fossem esmeraldas…

Mas tudo bem, nada que o sorriso foufo do Justin não desvie as nossas atenções. E se ele começar a cantar no falsete e sair dançando daquele jeito, esquecemos até o nosso próprio nome e somos capazes de perdoar qualquer coisa… (euri)

Rachel Zoe que de tão magra, parecia mais uma franja do seu vestido de franjas de cigana by Rachel Zoe Collection.

#NAOTAMBOMNAO

 

Enigma Xonas Brothers

Temos 3 Xonas Brothers. 2 deles foram de tux fosco e um todo no cintilante. A pergunta é: qual deles possivelmente significa?

Tempo…

 

Look figurino de época

Já cansei de dizer que tem que tomar cuidado quando for investir no fundamento antigo, pensando sempre antes no combo make + cabelo, para não ficar com cara de figurino de época.

Como a Kirsten Dunst, que mesmo de Rodarte (que a gente AMA), imprimiu (muito pela postura) que ela estava pronta para interpretar uma versão da Chanel, só que loira. Só faltou as pérolas e o cigarrão na mão.

#NAOTABOMNAO

Ou a Jessica Chastain, que estava parecendo mocinha de filme Westen.

Bota um chapéu na cabeça com umas plumas e uma piteira na mão, que ela se torna a própria.

By  Louis Vuitton

#NAOTABOMNAO

Lily Collins, sabe figurino de fantasma de filme de terror de época? Então…

E palmas ao contrário para a Coco Rocha, que conseguiu cometer o crime público de acabar com um look que já foi da Liz Taylor no passado.  Tpalc Tpalc Tpalc! (que são as nossas palmas ao contrário, rs)

Desconsiderando até o fato de que ela é uma chata sem tamanho, eu bem acho que só por esse crime, ela deveria ganhar pelo menos uns dois fantasmas para acompanhá-la pelo resto da vida. WOO!

E cuidado, estou vendo pele demais nos pés e no colo. Aposto que ela vai reclamar depois em seu Tumblr…

Uma pessoa que eu ADORARIA que tivesse um vlog: Coco Rocha. Imaginem tudo o que ela não tem para reclamar? Zzzz

 

Medusa?

Já passou da hora de alguém estender o braço para tirar a Mary-Kate Olsen desse buraco negro de onde ela se enfiou já faz tempo e nunca mais saiu, hein?

Ainda mais agora, que ela tem coragem de sair de casa até com esse cabelo de Medusa medonho!

#NAOTABOMNAO

 

E quem se importa?

E quem se importa com o vestido coral da Emily Blunt (que diga-se de passagem, está com o corpão totalmente em dia) quando ela chegou na festa carregando o acessório poder que atende pelo nome de John Krasisnki?

Höy!

ps: como não amar a bee mediúnica ao fundo? Das duas uma, ou ela estava mentalizando o Krasinski em um momento mais interessante (Höy!) ou ela estava tentando deitar com o look de alguma delas. Xocotô!

E quem se importa se a Emma Stone estava vestida de boneca no MET Ball 2012, quando ela me aparece assim, acompanhada do Alber Elbaz?

Höy!

E quem se importa com a Claire Danes (todas se importam na verdade. Chega logo Setembro, chega logo Season 2 de Homeland!) maravileeeandra e toda de branco, quando ela levou o seu boy magia Hugh Dancy?

Höy!

E quem se importa com a Florence, que deixou a sua Machine em casa e foi toda bufante  by Alexander McQueen ao baile desse ano?

Afinal, ela pode. Ela é quase uma entidade. Uma fada na verdade.

E quem se importa com esse post gigantesco que finalmente chegou ao seu fim? Zzzz

Regabofe dos Obamas

Maio 2, 2012

Sim, no finde tivemos aquele famoso “jantar com o presidente” (2012 White House Correspondents’ Association Dinner), onde vários artistas e celebridades são convidados para um regabofe daqueles (AMO essa palavra e esperava ansiosamente para usá-la)

Digamos que esse ano, a lista não estava assim no seu mais alto nível de prestígio, mas os Obamas garantiram pelo menos o elenco dos seus seriados preferidos, fato. (quero saber quem é que assiste True Blood, hein presidente?)

Não chegou a ser um show de horrores, como a maioria dos red carpets, mas ficou na cara que ninguém fez muita questão se esforçar para sentar à mesa da casa do presidente…

Charlize Theron foi uma das poucas maravileeeandras da festa (apesar das imagens não favorecerem muito), nesse seu vestido inteiro rendado no truque.

Só não gostei muito do cabelo, achei preguiça…

Kate Hudson até que nos surpreendeu e foi com esse vestido todo no fundamento do brilho.

Achei phino, gostei da cor… mas vamos falar do que não tem como não reparar?

Esse penteado não foi feito para vc Kate…sorry!

E com tanta coisa que elas aplicam na cara, fora o investimento no estica & puxa que todos nós sabemos que ela já fez, Kate nunca pensou em consertar esses dois grandes problemas? Hein?

Elizabeth Banks também estava linda com o seu vestido tipo preplum, na versão tímida do fundamento do momento.

Vamos dizer que o elenco de Modern Family (que deve ser um dos seriados preferido dos Obamas, porque esteve em peso no jantar), não estava assim muito inspirado…

Primeiro a Claire (que eu não sei porque a America ainda acha essa mulher tão engraçada, ainda mais com a Sofia ao seu lado), que se estivesse com mais preguiça do que isso, teria ido de pijama. E o maxilar travado no sorriso tenso? Sei…

E segundo a Gloria que na pressa, pegou um vestido emprestado da Haley neam?

Achei juvenil demais… (apesar dela ser xóvem ainda)

O único que representou muito bem a família moderna no jantar desse ano foi ele, Phil (♥), que desde já, tenta uma vaga no nosso curso da escola de lenhadores nerds.

Na verdade, eu bem acho que quem foi de curto, acabou sendo prejudicada…

Exceto pela Eva Longoria, que apesar de ter escolhido um modelão curto, investiu no poder de um tecido de rica, o que de certa forma acabou compensando.

E quem liga para o vestido da Ginnifer Goodwin… (que eu até gosto, mas não gosto muito)

… quando ela me chega no evento com um carregador de guarda-chuva do tipo encantado?

Josh Dallas = Höy!

As duas grávidas da noite apostaram no sempre bom pretinho básico, que nem sempre é regra e abaixo vcs vão entender o porque…

Reese Witherspoon, que me pareceu ter sido uma das poucas que se esforçou um pouco mais, pensando no combo todo e a Anna Paquin, que estava mais básica, mas ainda assim maravileeeandra, ambas de preto.

Não disse que a máxima do pretino básico não é regra?

No caso de LiLo, faltou poder neam? Que ticidinho mais meio assim era esse? 47º aluguel?

E essa barra super marcada?

Só espero que ela não tenha comido nenhuma sobremesa com açucar de confeiteiro, porque vcs sabem que o povo fala neam? NHÁ!

Claire Danes (que foi outra das escolhidas diretamente da listinha do Tivo dos Obamas) foi uma das que não estava em um bom dia…

O que é isso Carrie? Não se entregue assim tão fácil, nem mesmo pela desilusão com uma magia ruiva … Stay Strong! (mas todas nós entendemos essa barra)

Já a Dakota Fanning também  estava maravileeeandra com esse longo todo bordado de ricah!

Daniel Radcliffe, Darren Chris, Ryan Kwanten, que foram os boys magia da vez que também compareceram ao evento. (dá próxima vez Michelle, exija um “Ryan Gosling” na own sua lista)

Odeio convidado que não se manca e não respeita o plus 1 do convite, insistindo em carregar gente a mais em tudo quanto é festa. Como a Rosario Dawnson, que insistiu em levar os gêmeos para a festa. WOO!

Muito decote para a sobriedade de um regabofe com o presidente, não?

Alguém precisa ensinar a Zooey Deschanel qual é o tamanho certo do seu vestido. E nem adianta fazer carinha de foufa, que #NAOTABOMNAO

Da série casais que nós amamos: Charming + Maria Margarete

Abril 26, 2012

Tudo bem que estão precisando deixar o príncipe bem menos bunda mole e a Snow White bem menos dramática em Once Upon A Time, mas por enquanto a gente perdoa…

Emma está ruiva?

Abril 20, 2012

E a magia ruiva chegou ou não chegou em Storybrooke?

Jennifer Morrison, que apareceu ruiva de tudo no evento ao lado de sua colega de elenco/mãe com a mesma idade, a atriz Ginnifer Goodwin (que pesou a mão no make, não? WOO!)

Agora fiquei na dúvida…seria Emma a Ariel? (tá, eu sei que não, foi só uma piadeeenha…)

Me leva para Storybrooke e me chama de Maria Margarete!

Março 6, 2012

Título do post que traduz muito bem o que todas gostariam de dizer nesse momento, rs

Snow White (Ginnifer Goodwin) passando batom no nosso Charming (Josh Dallas) é demais pra mim. CATAPLOFT! 

E com essa imagem, o Charming acabou de ganhar mais 55 estrelinhas douradas no meu conceito. Höy!

#TEMCOMONAOAMAR²

ps: Ginnifer já tinha as suas estrelinhas garantidas desde que ela nos ensinou no passado que ele poderia não estão assim tão a fim de nós, rs

ps2: thnks Jac, que foi a leitora fundamento que me mostrou essa delícia que deixou o meu dia ainda mais encantado!


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