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E a lista do Emmy 2014, hein?

Julho 14, 2014

Mindy+Kaling+66th+Primetime+Emmy+Awards+Nominations

É  claro que precisamos comentar a lista com o indicados para o Emmy 2014, que esse ano acontecerá no dia 25 de agosto na America antiga, com transmissão ao vivo por aqui pela Warner. Mas só vamos falar dos prêmios que mais nos interessam (séries e minisséries), porque como todo mundo sabe, essa lista é enorme. E como sempre, nossa torcida leva um coração (♥), nossos desafetos levam uma #CREDINCRUX () e os comentários seguem abaixo de cada categoria. Vamos lá?

 

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Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Downton Abbey – ITV/PBS

Game of Thrones – HBO

House of Cards – Netflix

Mad Men – AMC

True Detective – HBO

 

Em um ano de final de Breaking Bad, qualquer resultado que não seja para a série vai parecer injusto, mesmo que suas concorrentes tenham sido bem boas. Não consigo nem torcer por outra, sério…

 

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Série Cômica

†  The Big Bang Theory – CBS

♥  Louie – FX

Modern Family – ABC

Orange is the New Black – Netflix

Silicon Valley – HBO

Veep – HBO

 

Girls não está nessa lista e isso já me deixa irritado. Louie é sempre excelente, continua sendo uma das minha comédias preferidas na vida, mas não é para todo mundo. E tenho que reconhecer que Modern Family é superior, por mais idiota que esse comentário possa me fazer parecer. Ainda não vejo Veep, sorry… e Silicon Valey e OITNB estão na minha lista de próxima obrigações televisivas antes da fall season. E cadê The Mindy Project nessa lista, hein?

 

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Minissérie

†  American Horror Story: Coven – FX

Bonnie & Clyde – Lifetime

♥  Fargo – FX

Luther – BBC/BBC America

Treme – HBO

The White Queen – BBC/Starz

 

Até agora, só vi o piloto de Fargo e já estou completamente apaixonado. E qualquer série que tiver o Watson e o Bilbo Baggins em seu elenco, já pode considerar o meu voto como vencido!

 

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Telefilme

Killing Kennedy – National Geographic Channel

Muhammad Ali’s Greatest Fight – HBO

♥  The Normal Heart – HBO

♥  Sherlock: His Last Vow – Episódio de longa duração de série britânica – BBC/PBS

The Trip To Bountiful – Lifetime

 

Não sei porque eles insistem em colocar Sherlock nesse tipo de categoria, mas, não tem como pelo menos torcer pela série. Mas vocês já viram The Normal Heart? Então, fica difícil não torcer pela obra do uncle Ryan também, que é simplesmente sensacional!

 

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Ator de Série Dramática

♥  Bryan Cranston por Breaking Bad – AMC

Jeffe Daniels por The Newsroom – HBO

Jon Hamm por Mad Men – AMC

Woody Harrelson por True Detective – HBO

Matthew McConaughey por True Detective – HBO

Kevin Spacey por House of Cards – Netflix

 

Cranston, sem mais. Ano que vem, espero que o Jon Hamm finalmente seja reconhecido por seu também sempre muito bom, Don Draper. Mas só ano que vem…

 

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Ator de Série Cômica

Don Cheadle por House of Lies – Showtime

♥  Louis CK por Louie – FX

Ricky Gervais por Derek – Channel 4/Netflix

†  Matt LeBlanc por Episodes – Showtime

William H Macy por Shameless – Showtime

Jim Parsons por The Big Bang Theory – CBS

 

Louis CK. só porque ele é ruivo e apresentou o SNL tendo o Sam Smith como convidado musical. Mentira, é porque ele é bom mesmo. 

 

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Ator de Minissérie ou Telefilme

Chiwetel Ejiofor por Dancing on the Edge – BBC/Starz

♥  Martin Freeman por Fargo – FX

Billy Bob Thorton por Fargo – FX

Idris Elba por Luther – BBC/BBC America

♥  Benedict Cumberbatch por Sherlock – BBC/PBS

♥  Mark Ruffalo por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Dividido em três partes covardes. Mas gostaria que o combate fosse mais um duelo entre o Sherlock e o Watson interpretando outro que não o seu já famoso Bilbo. Veremos…

 

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Atriz de Série Dramática

Lizzy Kaplan por Masters of Sex – Showtime

Claire Danes por Homeland – Showtime

Michelle Dockery por Downton Abbey – ITV/PBS

†  Julianna Margulies por The Good Wife – CBS

Kerry Washington por Scandal – ABC

Robin Wright por House of Cards – Netflix

 

Seria uma pena ver a Claire Danes ganhando essa por uma temporada tão meio assim de Homeland. Prefiro que fique entre as outras grandes, Washington e Wright, mas fico bem feliz de ver o nome da Lizzy Kaplan finalmente figurando em uma lista como essa. Mas faltou a órfã, não?

 

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Atriz de Série Cômica

♥  Lena Dunham por Girls – HBO

♥  Edie Falco por Nurse Jackie – Showtime

Julia Louis-Dreyfus por Veep – HBO

Melissa McCarthy por Mike & Molly – CBS

Amy Poehler por Parks and Recreation – NBC

Taylor Schilling por Orange Is the New Black – Netflix

 

Eu tenho um amor de identificação pela Lena Dunham, então não consigo não torcer por ela, seja no Emmy, seja na vida. Edie Falco é sempre excelente em Nurse Jackie, embora a série seja sempre injustiçada figurando em uma lista de comédia. Mas não somos inocentes e sabemos que esse vai de novo para a Louis-Dreyfus. 

 

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Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story – FX

Sarah Paulson por American Horror Story – FX

Helena Bonham Carter por Burton and Taylor – Telefilme – BBC/BBC America

Minnie Driver por Return to Zero – Telefilme – Lifetime

Kristen Wiig por The Spoils of Babylon – IFC

Cicely Tyson por The Trip to Bountiful – Telefilme – Lifetime

 

Grandes nomes, várias queridas e nenhuma delas assistidas por mim. Que vença a melhor. #PHNEUTRO

 

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Ator Coadjuvante em Série Dramática

♥♥ Aaron Paul por Breaking Bad – AMC

Jim Carter por Downton Abbey – ITV/PBS

♥♥ Peter Dinklage por Game of Thrones – HBO

Mandy Patinkin por Homeland – Showtime

Jon Voight por Ray Donovan – Showtime

Josh Charles por The Good Wife – CBS

 

Meu coração fica tão dividido nessa categoria que ele se divide em dois, e dois para cada um dos meus preferidos. Seria possível um empate?

 

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Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Colin Hanks por Fargo – FX

♥  Martin Freeman por Sherlock – BBC/PBS

Jim Parsons por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Joe Mantello por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Alfred Molina por The Normal Heart – Telefilme – HBO

♥  Matt Bomer por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Freeman concorrendo novamente, e agora pelo seu Watson em Sherlock. E essa foi uma temporada importante para o seu personagem na série, por isso nada mais do que merecido. Gosto muito do Jim Parsons, mas em The Normal Heart, ele conseguiu carregar um pouco do Sheldon e não de uma forma tão positiva assim. Matt Bomer está assustador no mesmo e merece não só por isso, pela entrega, mas porque fez sim um excelente trabalho também!

 

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Ator Coadjuvante em Série Cômica

Andre Braugher por Brooklyn Nine-Nine – Fox

♥  Adam Driver por Girls – HBO

Ty Burrell por Modern Family – ABC

Jesse Tyler Ferguson por Modern Family – ABC

Fred Armisen por Protlandia – IFC

Tony Hale por Veep – HBO

 

Dei um grito de menina fã quando vi o nome do Adam Driver nessa lista. Finalmente! Sei que alguém de Modern Family deve levar, mas ainda assim, podemos fazer uma versão do troféu de jujubas e entregar para o nosso Adam, não?

 

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Ator Convidado em Série Dramática

Paul Giamatti por Downton Abbey – ITV/PBS

Reg E. Cathey por House of Cards – Netflix

♥  Robert Morse por Mad Men – AMC

Beau Bridges por Masters of Sex – Showtime

Joe Morton por Scandal – ABC

Dylan Baker por The Good Wife – CBS

 

Sério, o Paul Giamatti apareceu durante 5 min de toda temporada de Downton Abbey, no máximo. Claro que meu coração vai para o Robert Morse. Claro!

 

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Ator Convidado em Série Cômica

Nathan Lane por Modern Family – ABC

Steve Buscemi por Portlandia – IFC

♥  Jimmy Fallon por Saturday Night Live – NBC

Louis C.K. por Saturday Night Live – NBC

Bob Newhart por The Big Bang Theory – CBS

Gary Cole por Veep – HBO

 

Não acho o Jimmy Fallon um bom ator, mas suas participações no SNL, seu velho conhecido, são sempre excelentes. Louie também foi ótimo por sinal… Queria muito assistir Portlandia, mas não encontro para “comprar”… 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Dramática

♥  Anna Gunn por Breaking Bad – AMC

Maggie Smith por Downton Abbey – ITV/PBS

Joanne Froggatt por Downton Abbey – ITV/PBS

Lena Headey por Game of Thrones – HBO

Christina Hendricks por Mad Men – AMC

Christine Baranski por The Good Wife – CBS

 

Anna Gunn, sem mais e pelo conjunto da obra da sua participação na série. 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Julie Bowen por Modern Family – ABC

Allison Janney por Mom – CBS

Kate Mulgrew por Orange is the New Black – Netflix

Kate McKinnon por Saturday Night Live – NBC

♥  Mayim Bialik por The Big Bang Theory – CBS

Anna Chlumsky por Veep – HBO

 

Gostaria muito que a Mayim tirasse esse prêmio certo das mãos da Julie Bowen, mas está difícil…

 

 

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Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

♥  Frances Conroy por American Horror Story – FX

♥  Kathy Bates por American Horror Story – FX

Angela Bassett por American Horror Story – FX

Allison Tolman por Fargo – FX

Ellen Burstyn por Flowers in the Attic – Telefilme – Lifetime

♥  Julia Roberts por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Bates ou Roberts. Tranquem as duas em uma sala, joguem uma espada e quem sair viva, leva. Mas secretamente, vou torcer para sempre para a Frances Conroy, por meu amor antigo por Six Feet Under

 

Atriz Convidada em Série Dramática

Diane Rigg por Game of Thrones – HBO

Kate Mara por House of Cards – Netflix

Allison Janney por Masters of Sex – Showtime

Kate Burton por Scandal – ABC

Margo Martindale por The Americans – FX

Jane Fonda por The Newsroom – HBO

 

Se eu fosse a Jane Fonda, que tem um cena a cada temporada de The Newsroom, teria vergonha de qualquer indicação por esse papel. Isso só pode ser coisa de algum velho tarado de seus velhos tempos de “Barbarella”. Só pode! rs

 

Atriz Convidada em Série Cômica

Uzo Aduba por Orange is the New Black – Netflix

Laverne Cox por Organe is the New Black – Netflix

Natasha Lyonne por Orange is the New Black – Netflix

Tina Fey por Saturday Night Live – NBC

Melissa McCarthy por Saturday Night Live – NBC

Joan Cusack por Shameless – Shwotime

 

Bacana ver o Netflix sendo levado a sério, não?

 

Elenco de Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Game Of Thrones – HBO

The Good Wife – CBS

House Of Cards – Netflix

True Detective – HBO

Sherlock – BBC/PBS

Treme – HBO

 

Breaking Bad, claro. Acho que GOT vai ser tipo aqueles que são indicados a tudo no Oscar mas que no final, acabam ganhando apenas um ou outro prêmio técnico da noite…

 

Elenco de Série Cômica

Louie – FX

Modern Family – ABC

Nurse Jackie – Showtime

Orange Is The New Black – Netflix

Veep – HBO

 

Modern Family, porque eles tem mesmo o melhor elenco e as vezes não tão bem aproveitado assim até…

 

Elenco de Minissérie ou Telefilme

American Horror Story – FX

Fargo – FX

Sherlock: The Last Vow – BBC/PBS

The Normal Heart – Telefilme – HBO

Treme – HBO

 

Gostaria de ver esse com Sherlock, mas fica difícil concorrer com tantos nomes de peso de Hollywood em TNH. Humpf!

 

Série Animada

Archer – FX

Bob’s Burgers – Fox

Futurama – Fox

South Park – Comedy Central

Teenage Mutant Ninja Turtles: The Manhattan Project – Nickelodeon

 

Série Animada – Curta Duração

Adventure Time – Cartoon Network

Disney Mickey Mouse – Disney Channel

Disney Phineas and Ferb – Disney Channel

Regular Show – Cartoon Network

Robot Chicken – Cartoon Network

 

Adventure Time, porque é o mais maravilindo! rs

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

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Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

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… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

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De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

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Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

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O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

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Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

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… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

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Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

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Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

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Mais legal do que ter a Lena Dunham na capa da Vogue, só mesmo o video dela com o Hamish Bowles

Janeiro 31, 2014

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Porque ter a Lena Dunham fazendo cara de “Girls” na capa da Vogue, com direito a ensaio fotografado pela Annie Leibovitz (e o ensaio tem o Adam Driver também = ♥), é muito, mas muito bacana, mas nada é mais sensacional do que o seu vídeo ao lado do Hamish Bowles, ensaiando poses icônicas de modelos mais icônicas ainda para o ensaio.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou resistir e não sair dançando junto?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

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Looking e o seu começo morno que definitivamente afirma que a série não é a nova “Girls”

Janeiro 29, 2014

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Assim como aconteceu no piloto de Girls, quando percebemos que definitivamente, além de um poster na parede no quarto da Shoshanna e NYC como o quinto personagem da mesma, a nova série não tinha muita relação com Sex And The City a não ser essas inevitáveis semelhanças, em Looking também foi possível sentir logo no começo que a série ainda está bem longe de ser a versão gay de Girls, como muitos estavam especulando e até mesmo divulgando, praticamente da mesma forma que aconteceu no passado em relação a própria SATC com a criação da Lena Dunham.

Seja para se promover ou por qualquer outro motivo, a verdade é que ambas as novas séries acabaram sendo beneficiadas de alguma forma com essas comparações (prejudicadas também, para ser mais honesto), mas fato é que ambas também conseguiram se distanciar do estereotipo que de certa forma já era esperado para os dois projetos. Nesse cenário, Girls conseguiu se dar melhor logo de cara, se distanciando rapidamente de algo que com o tempo, poderia acabar sendo prejudicial para a série, que descobrimos rapidamente ser tão bacana e porque não dizer até que bem original, focando em quatro personagens de uma faixa etária que não estamos muito acostumados a ver na TV. Pelo menos não com tamanha honestidade, como desde sempre encontramos no excelente texto da nova série.

Mas em Looking, a coisa foi um tanto quanto diferente, apesar de até agora termos assistido apenas os primeiros dois episódios da série. De forma lenta, pouco interessante e extremamente morna, fomos apresentados aos seus personagens, que já se diferenciam das meninas de Girls logo de cara pela questão da faixa etária do grupo, sendo dois deles mais jovens, também na faixa dos 20 e poucos anos e encarando os anos pós faculdade e um deles mais velho, ainda decepcionado pelo fato de não ter se tornado quem ele gostaria de ser, quase como se representando um possível futuro para os outros dois.

Como personagem principal temos Patrick (Jonathan Groff), que trabalha com algo do tipo design de games (na verdade, parece que ele só cuida do design dos personagens, se é que isso é um detalhe relevante, rs), que apesar da idade, de já ter se formado e estar com a sua vida financeira aparentemente em dia (diferente da Hannah em Girls, por exemplo), ainda parece ter pouca prática em relação a suas aventuras amorosas. Algo que fica um tanto quanto confuso, porque durante o piloto por exemplo, é dito que ele não é do tipo que já namorou por muito tempo e todos os seus relacionamentos duradouros na verdade não duraram quase nada, mas já no segundo episódio, eles voltam atrás e tentam pintá-lo como o “virjão” da turma, ainda em fase de crescimento e aprendizado, sem muita intimidade com o tipo “gola rolê” (rs), em uma espécie de laboratório com seus outros dois amigos que demonstram ter muito mais experiência no assunto do que ele.

Dividindo apartamento com Patrick, pelo menos até o segundo episódio, onde ele acaba se mudando para a casa do namorado, temos Agustin (Frankie J. Alvarez), que tem uma alma de artista mais livre, do tipo que gosta de experimentar e talvez por isso, não tenha acontecido o menor drama quando ele e seu atual namorado resolveram encarar um ménage com um personagem qualquer que acaba aparecendo na série. Sem a menor culpa e sendo acordado e bom para os dois lados, ambos seguem vivendo juntos durante a sequência do piloto e é possível imaginar que para o casal sobre a dinâmica da dificuldade de dividir a vida, seu espaço e sua rotina as vezes (o equivalente a quase sempre para pessoas normais) não tão interessante assim com o outro.

Dom (Murray Bartlett) é o terceiro elemento desse trio, mais velho (e muito, mas muito mais magia. Höy!), ele que atualmente ainda se encontra trabalhando como garçom na cidade de São Francisco (que é a NYC nesse caso), estando ainda completamente distante do seu sonho de ser uma outra pessoa, principalmente profissionalmente, além de continuar repetindo os mesmos erros do passado, usando o sexo como sua maior arma para tentar fugir dos seus problemas. Em casa, o personagem vive ao lado de uma ex, com a qual ele mantém uma relação bem bacana de cumplicidade e intimidade.

Até aqui tudo bem, os personagens podem até não ser dos mais curiosos, pelos menos a primeira vista, mas ainda assim não são o maior problema da série para justificar a temperatura tão morna desse começo de temporada. Talvez o maior problema nesse caso tenha sido mesmo a questão do texto, que não é dos mais surpreendentes ou animadores e em determinados momentos, apesar de também carregar uma honestidade bacana, acaba soando bastante como arrogante e até mesmo preconceituoso, apesar de não fugir muito da realidade do que se conversa entre amigos normalmente. Nesse momento, não estamos falando de uma falsa moral ou qualquer coisa do tipo, mas é preciso reconhecer que essa talvez não tenha sido a maneira mais eficaz para a série nos apresentar seus personagens, que além de tudo, ainda não apresentam grandes dramas, frustrações e ou qualquer coisa do tipo e parecem estar apenas mesmo “a procura”, inclusive da sua linguagem, que ainda não conseguiu ficar bem clara nessa introdução a série. Ou talvez ela só não seja tão bacana mesmo…

Nesse caso, Looking acabou se prejudicando ao se distanciar tanto assim de um produto como Girls, de onde poderia até retirar algumas referências sem transformar a série em um pouco mais do mesmo e até mesmo de suas antecessoras na temática gay, como Queer As Folk, que a essa altura já pode até parecer meio datada (estava assistindo um dia desses, e realmente, a série ficou super datada), mas mesmo assim tinha uma volume de linguagem sexual bem parecido com a nova série (que até nisso ficou devendo, vai?) e conseguia ser bem mais interessante, assim como Will & Grace, essa segunda, de onde eles poderiam ter se inspirado um pouco mais na questão da linguagem do humor da série, embora Looking tenha mais aquela cara de dramédia do que qualquer outra coisa.

De qualquer forma e apesar de ainda conhecermos pouco de seus personagens, a sensação que fica é a de que Looking ainda está nos devendo alguma coisa e para facilitar, isso não poderia ser creditado a esse ou àquele problema. Para a nova série realmente se tornar interessante, ainda falta profundidade, um pouco mais de honestidade e menos superficialidade, talvez. Sexo, uma linguagem explícita, liberdade sexual, tudo isso nós já sabemos que faz parte da vida de muitas pessoas, sejam elas gays ou não. O que falta mesmo aqui é algo mais, é conseguir despertar o interesse para uma série nova que poderia entregar muito mais do que personagens que estão apenas “a procura”, algo que pode muito bem acabar apenas no limbo da diversão e se distanciar muito de uma procura por eles mesmos, algo que poderia ser bem mais interessante e que poderia ajudar um pouco a fugir de um estereotipo gay já até ultrapassado, ainda mais se tratando de uma série que não nos traz o conflito de personagens saindo do armário e coisas do tipo e sim uma série real sobre a vida de personagens homens gays que vivem em São Francisco.

Veremos…

 

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Girls Season 3, o trailer

Novembro 25, 2013

Girls é a série que a gente espera com a cobertura cor de rosa e confeitos coloridos prontos para jogar por cima quando finalmente chegar a hora e que quando chega coisa nova (como o trailer acima da Season 3 e ou esse vídeo com os bastidores) nos faz gritar como meninas enlouquecidas, mesmo com alguns dos personagens dessa história não sendo meninas, rs.

Ansiosos? Dia 12… de janeiro… falta muito?

 

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Girls Season 3, os bastidores (já é 12 de janeiro?)

Outubro 21, 2013

Vídeo dos bastidores da Season 3 de Girls e para ele eu tenho 3 perguntas:

Pergunta número 1:

Como é que eu e a Lena Dunham não nos tornamos melhores amigos/irmãos de alma/odd couple/brother from another mother/brinquedo preferido um do outro ainda, hein?

Pergunta número 2:

Jessa está de volta. Hurray! E como não adorar o status da Hannah com o Adam e os planos para a Shoshanna durante a nova temporada?

Pergunta número 3:

Já é dia 12 de janeiro?

#PREPARANDOOSCUPCAKETUDO

 

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E o red carpet do Emmy 2013 conseguiu ser tão preguiçoso quanto a própria premiação…

Setembro 29, 2013

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Sim já faz uma semana que aconteceu o Emmy 2013 e sim, ficamos morrendo de preguiça (não vou mais usar a desculpa da falta de tempo, prometo… #CRUZANDOOSDEDOS) de comentar a premiação que foi um excelente sonífero para o último domingo (sério gente, o que foi aquilo?), mas como não somos do tipo que deixa qualquer red carpet passar tão batido assim, resolvemos comentar as escorregadas e os acertos delas todas mesmo assim. Então levanta a barra dessa saia, segura a respiração toda presa nessa cinta emagrecedora sem furo para facilitar qualquer emergência no banheiro (como podem vender esse tipo de cinta, me respondam?) e reza para o guache vermelho do Louboutin do truque não resolver ficar perdido por aí e entregar sua atual condição no cheque nada especial.

E já começamos colocando o NPH no nosso cantinho do #ThinkAgain, porque por mais que até eles tenham feito piada sobre o fato do ator apresentar 24 a cada 24 premiações, suas piadas já estão ficando tão recorrentes como qualquer plot sem gracinha de HIMYM, assim como seus números musicas, todos muito bem feitos, temos que reconhecer pelo menos isso, que mesmo assim já estão com cara do mesmo do mesmo, imprimindo como se estivéssemos assistindo a uma reprise de quando tudo aquilo ainda era novidade. Saudades no NPH provocando o Hugh Jackman no palco do Tonny? Sim, talvez, porque sempre aceitamos ver duas amigas ameaçando uma a outra com grampos de cabelo afiados, mas confessamos que já estamos cansados e não é possível que em toda Hollywood não exista um outro ator, gay, que saiba cantar, dançar, representar e sapatear. (se eu descer e fizer uma audição agora na esquina da minha casa, certeza que aparecem pelo menos uns 358 em 5, 4, 3, 2, 1, jazz hands!

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Mas Neil não foi o único do seu elenco que errou e suas companheiras de série, também não estavam tão inspiradas assim.

Alyson Hanigan insistiu no look sereia, que ficou pesado demais e mesmo com o tom certo de cabelo para tal, acabou imprimindo mais halloween do que qualquer outra coisa. Ela até tentou fazer piada postando um vídeo com toda a sua dificuldade para sentar no carro com esse modelo, mas a verdade é que tudo isso poderia ter sido evitado com algo simples chamado bom gosto. Apenas…

Já a Cobie Smulders, essa fez a linha lençol de rica com 387 mil fios egípcios que a gente sabe que apesar da qualidade do “ticido”, quase nunca funciona. Sinto que alguém que ainda se importe com HIMYM (não me importo, mas vou ver o series finale, claro) deveria falar para a Cobie todos os dias que ela é uma das mulheres mais lindas da TV atual e que nem por isso ela precisa se esforçar quase nada ou tentar ficar horrorenda toda vez que decidir sair em público. Obrigatô!

Girls

Das Girls que nós AMAMOS (estou revendo a Season 1 agora em DVD, e tenho me emocionado tudo de novo e continuo achando Girls uma das melhores séries de dramédia da atualidade, categoria que deveria passar a fazer parte das premiações para que elas fiquem mais justas), quem se deu melhor foi a Zosia Mamet, que apostou no fundamento da estampona bacana, sem ser muito óbvia e com um modelo todo bem pensado e renovado, apesar de ter uma certa cara de “clássico”.

Já a Lena Dunham….

Lena

Tenho sempre a impressão que ela vai de pernas de pau em toda e qualquer premiação (lembra quando ela ganhou aquele outro prêmio e caminhou até o palco parecendo estar com mais dificuldades do que uma senhora da terceira idade em seu andador?) e ela realmente deveria evitar modelos que além de aumentar a sua silhueta, ainda podem servir como motivo de piada do tipo que ela provavelmente deve ter escondido todo o buffet de salgadinho + a fonte de chocolates debaixo dessa saia.

#NAOTABOMNAO (mas a estampa e as cores estavam lindas, vai?)

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Além da própria premiação em si, nada foi mais preguiçoso nesse Emmy 2013 do que a escolha da Zoey Deschanel, que até que fugiu do fundamento 50’s/60’s de sempre, mas ainda assim ficou naquela cartela de cores batida dela.

É, nada foi mais preguiçoso que isso exceto sua atuação em New Girl, que continua lamentavelmente sofrível.

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OK, apesar da excelente companhia (Höy!), algo de muito ruim deve estar acontecendo com a Amanda Peet. não? Porque apenas alguém com sérios problemas emocionais e ou espirituais escolheria algo desse tipo, não é verdade? (R: SIM!)

Hey Netflix, já pensou em trazer de volta Jack & Jill e quem sabe salvar uma atriz da depressão? (pelo menos as reprises, vai? Já estou cansado daquele catálogo capenga, exceto pelas sérias originais e a 6 dúzia de coisas que eu não vi ainda…)

Claire Danes

Claire Danes provou que além de vencedora, é uma mulher de peito (pequenos, mas é) e apesar de não ter muito do que se orgulhar de seus gêmeos, ela conseguiu segurar um decotão como esse com cara de vencedora e deitou com todas. Sem contar que só pelo Hugh Dancy que a acompanha, ela já pode dizer que venceu na vida. #RESPECT

Julianna

Já a Julianna Margulies pode até continuar nos irritando, pode até ser a boa esposa demais, pode até ter ido vestida também de lençol com detalhes de origami (sim, o vestido tinha alguns detalhes do outro lado de quem vê), mas vai sempre merecer o nosso respeito se continuar aparecendo em premiações com o acessório certo. Höy!

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Quem resolveu aparecer de bonita foi a Anna Gunn (que eu nunca achei uma mulher lindíssima em Breaking Bad, mas nos últimos tempos vem aparecendo sempre linda nos red carpets todos) com um vestido que não nos diz nada de novo, mas mesmo assim não deixou de ser uma boa escolha para ela. #NICE

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E os meninos de Breaking Bad podem até não ter levado nada para casa (nos prêmios individuais, claro), mas ano que vem, a gente já sabe onde as estatuetas de melhor ator coadjuvante em série dramática e melhor ator em série dramática, devem parar, não?

Se deus for mesmo uma mulher justa, ninguém tira essa deles. (e toda e qualquer outra futura indicação de Breaking Bad também!)

Brody

Venho a público dizer que mesmo com uma cabeça do tamanho do lado maior de um Kinder Ovo de Páscoa, o Brody continua com a magia confirmada, sendo o meu terrorista arrependido e ruivo preferido EVA.

Höy!

Downton

De todas as lindas mais lindas da noite, vou ter que dizer que a minha preferida foi a Michelle Dockery e isso porque apesar do seu vestido ter cara de clássico e quase nenhuma inovação, ele tinha cor, mais do que uma, um laço gigantesco nas cotas (imaginem isso sentada e apoiada naquela poltrona?) e isso a diferenciou das demais.

Isso e o fato dela ser inglesa, claro. Höy!

A propósito, sinto que ela vai sofrer da síndrome do Jon Hamm em toda e qualquer premiação, ele que é sempre (ou quase sempre) lembrado, mas nunca leva. Humpf!

E por falar em Jon Hamm…

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Nada nem ninguém…

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(nem o James Wolk, o novo boy magia do momento que a gente já está de olho faz tempo e isso mesmo antes dele namorar o Max de Happy Endings, que fique bem claro)

… esteve mais magia mágica do que ele e sua barba (e a companhia na imagem acima acima, sem contar que eu ofereceria meu dedo mindinho para ter ido na festa dos perdedores, organizada por ele e a Amy Poehler)). Höy!

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E não adianta tentar esconder aquilo que todos nós desejamos, Hamm… (e seria esse tom de loiro o equivalente a barba do Jon Hamm para a Elizabeth Moss quando de férias de Mad Men?)

HÖY!

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E como prêmio do pior look do Emmy 2013, e por pior querendo dizer extreamente cafona, gostariamos de agraciar a Connie Britton com nossas honras nesse veludo com dourado pesadíssimo. Isso sem contar o make e ou o cabelo também nada acertados. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

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E para finalizar, Emmy, por favor, no ano que vem considere essas duas como a salvação para a premiação de vocês. (dupla que a gente encararia até na TV Senado, não? #PoehlerFey #FeyPoehler)

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Girls Season 3, o tease

Agosto 19, 2013

Pequenininho, apenas com fotos, mas que já dá aquela animada, hein?

Pena essa animação toda acabar quando um “2014” gigantesco toma a tela nos lembrando que a Season 3 de Girls só começa mesmo no próximo ano. Porque esperar?

#QUEREMOSGAROTASOANOTODO (line que poderia ser considerada como algo completamente inédito e atípico por aqui, rs)

 

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E a lista dos indicados ao Emmy 2013 que resolveu nos agradar dessa vez?

Julho 19, 2013

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Uma lista que não podemos nem reclamar muito, porque vamos combinar que boa parte dos que mereciam uma indicação ao Emmy 2013, estão nela. Claro que tem sempre aquele que inexplicavelmente acaba ficando de fora, mas podemos dizer que essa lista está bem bacana e quase completa esse ano. (fora os prêmios técnicos)

Por isso não vamos nem enrolar muito e vamos direto para os indicados, com comentários, apostas e torcidas, claro:

 

Melhor ator em série dramática

Kevin Spacey – House of Cards

Hugh Bonneville – Downton Abbey

♥ Jon Hamm – Mad Men

♥ Damian Lewis – Homeland

♥ Bryan Cranston – Breaking Bad

♥ Jeff Daniels – The Newsroom

 

Só não vou votar no Kevin Spacey porque ainda não vi House Of Cards, apesar das recomendações todas e o Boneville eu acho bom, mas não acho que Downton (deveria ter sido escrito como coadjuvante) exija tanto assim dele. Entre os outros quatro, ficaria bem feliz se qualquer um deles ganhasse, de verdade. O Jon Hamm já vem merecendo faz tempo e fez uma excelente temporada, o Bryan Cranston é sempre sensacional, sempre! Damian Lewis quase nos faz explodir de tanta tensão com o seu Brody e o Jeff Daniels reapareceu com um papel feito para roubar a cena de qualquer um, carregando a melhor parte de The Newsroom, que são as notícias e o dia a dia do trabalho da equipe . Imaginem no ano que vem, com Breaking Bad já encerrada e Mad Men possivelmente também? Não quero nem pensar…

 

Melhor atriz em série dramática

♥ Michelle Dockery – Downton Abbey

♥ Elizabeth Moss – Mad Men

♥ Claire Danes – Homeland

Vera Farmiga – Bates Motel

Kerry Washington – Scandal

Robin Wright – House of Cards

Connie Britton – Nashville

 

Que briga boa, hein? Tirando a Connie Britton, claro (sorry, implico mesmo com ela). Todas excelentes, se não das nossas séries preferidas do momento, pelo menos com algum histórico na nossa memória de bons personagens. Acho bem difícil alguém tirar o prêmio da Claire Danes, mas se for para ser assim, que seja uma de nossas outras apostas do coração ou a Vera Farmiga. #CRUZANDOOSDEDOS. PS: mas vou ter que revelar que atualmente o meu vício tem sido Orphan Black (sim, falaremos da série em breve por aqui, assim que eu terminar) e fiquei espantado com a não indicação da excelente Tatiana Maslany  nessa categoria. E sim também, a essa altura eu já me considero membro do #CloneClub 

 

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Emilia Clarke – Game of Thrones

♥ Anna Gunn – Breaking Bad

♥ Maggie Smith – Downton Abbey

Morena Baccarin – Homeland

Christina Hendricks – Mad Men

Christine Baranski – The Good Wife

 

Apesar de achar que a Emilia Clarke faz o impossível em GOT, falando línguas e ainda assim levando tudo aquilo muito a sério (rs), a Anna Gunn em crise em Breaking Bad foi uma das melhores coisas dessa primeira metade do final da série (e não tem como negar que a personagem cresceu muito a partir disso) e a Maggie Smith é sempre a Maggie Smith (inclusive, leiam esse trecho me imaginando imitando a mesma). Agora, alguém me diz  o que é que Morena da Bacardi está fazendo nessa ou por esse papel, em qualquer outra lista? Bom, antes ela do que a filha chatinha do Brody em Homeland… #CREDINCRUZ

 

Melhor ator coadjuvante em série dramática

♥ Aaron Paul – Breaking Bad

Bobby Cannavale – Boardwalk Empire

Jim Carter – Downton Abbey

♥ Peter Dinklage – Game of Thrones

♥ Jonathan Banks – Breaking Bad

Mandy Patinkin – Homeland

 

Hmm mmm… que difícil. AMAMOS os meninos de Breaking Bad (de nada Banks, rs) e eu ainda trabalho na ideia de me tornar amigo do Aaron Paul portanto, ele sempre terá alguma vantagem na minha torcida. Mas se não for para um dos dois (lembro até hoje o dia em que o Aaron ganhou aquele outro prêmio e a minha reação em casa foi o equivalente ao que certas pessoas fazem quando seus times ganham um campeonato qualquer. Sério), que o prêmio fique com o Dinklage, que mesmo quando não é o destaque da vez em GOT (e essa temporada não foi dele) consegue roubar a cena. 

 

Melhor série de comédia

♥ Louie

♥ Girls

♥ 30 Rock

Veep

Modern Family

The Big Bang Theory

 

O que? Não tem New Girl nessa categoria? Mas gente, o Emmy resolveu ficar justo assim? Clap Clap Clap! AMO sou qualquer uma das três primeiras da lista, mesmo tenho a sensação de que já faz tanto tempo que não vejo Louie (sorry + indo para o inferno em 3, 2, 1), mas como última vez, esse prêmio merecia ir para a série da Tina Fey, hein? Veep eu não vejo p0rque esqueço e implico com a atriz, apesar de reconhecer que ela é ótima (e deve levar), Modern Family é sempre boa, mas é só aquilo mesmo e TBBT, já foi melhor, já foi pior, já foi bem pior e voltou a ficar OK, mas sentimos que já deu faz pelo menos umas 5 temporadas. (já não existem 12 delas? Não? rs)

 

Melhor série dramática

♥ Breaking Bad

♥ Game of Thrones

♥ Mad Men

♥ Downton Abbey

♥ Homeland

House of Cards

 

Das 6 indicadas nessa categoria, assisto 5 então, primeiro, #SUCKIT’ e segundo que está bem dramático escolher. GOT melhorou muito (não está perfeita ainda, mas… Mad Men continua excelente como sempre, Downton Abbey é aquela delícia com sotaque inglês e Breaking Bad, por mais que já tenha passado faz tanto tempo também (mesma sensação de Louie), sempre fez por merecer. Entreguem para uma dessas, até eu assistir HOC e talvez mudar de opinião, rs (mentira, sou fiel aos meus amores mais antigos. Ops… mentira de novo, rs)

 

Melhor ator em série de comédia

♥ Alec Baldwin – 30 Rock

Jason Bateman – Arrested Development

♥ Louis C.K. – Louie

Don Cheadle – House of Lies

Matt Leblanc – Episodes

Jim Parsons – The Big Bang Theory

 

Louis + Alec Baldwin. Com certeza. Poderiam inclusive dividir essa categoria e entregar o envelope para o Bateman, como prêmio de consolação, embora ele tenha feito um ótimo trabalho em Arrested Development novamente. E vou achar bem incoerente se com uma lista linda dessa de indicados, o Cheadle ou o Leblanc acabarem levando essa por papeis em séries que a) não merecem tanto assim e b) quase ninguém assiste. Apesar de não achar que a opção B seja regra para qualquer coisa…

 

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern – Enlightened

♥ Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

♥ Tina Fey – 30 Rock

Julia Louis-Dreyfus – Veep

♥ Amy Poehler – Parks And Recreation

 

Novamente a Edie Falco sendo prejudicada, porque de engraçadona mesmo, a sua personagem em Nurse Jackie não tem nada. Mas opa, vejo a dobradinha Fey + Poehler novamente? Então declaro empate (porque exijo as duas juntas para sempre, mas não por essa última temporada de P&R que foi bem meio assim), claro, com direito a close na Lena Dunham na hora em que elas estiverem recebendo o prêmio, porque queremos que ela nos represente com os olhos brilhando nesse momento. Juro que no ano que vem o prêmio é seu, tá Lena? #GHOLS

 

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

♥ Mayim Bialik – The Big Bang Theory

♥ Merritt Wever – Nurse Jackie

Julie Bowen – Modern Family

Sofía Vergara – Modern Family

♥ Jane Krakowski – 30 Rock

Jane Lynch – Glee

Anna Chlumsky – Veep

 

Quase dei um pulo da minha cadeira quando vi os nomes da Mayim Bialik e da Merrit Wever nessa lista, sendo que a primeira veio para salvar o Sheldon de TBBT e conseguiu o impossível dentro da série, se tornando um dos personagens mais bacanas e que até consegue nos fazer rir mesmo com a série estando mais do que cansada e a segunda delas, essa sim o alívio cômico perfeito para Nurse Jackie. E a Sofia Vergara desapareceu durante essa última temporada de Modern Family, não?

 

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill – Modern Family

Jesse Tyler Ferguson – Modern Family

Ty Burrell – Modern Family

Tony Hale – Veep

♥ Adam Driver – Girls

♥ Bill Hader – Saturday Night Live

 

Já que a lista tem quase todo mundo de Modern Family, eu teria incluído o Nolan Gould, que foi quem ao lado do Ty Burrell (o único que eu aceito da lista da série) divou durante essa última temporada. AMO o Bill Hader e a sua despedida no SNL com o casamento do Stefon e o Seth Meyers foi sensacional, mas não tem como negar que ver o nome do Adam Driver finalmente figurando em uma lista como essa, tenha feito o meu coração dar aquela acelerada carinhosa de fã de #GHOLS. Eu votaria em um dos dois ou nos dois, apenas… (imaginem a estranheza do Adam Driver no palco?)

 

Melhor minissérie ou filme

American Horror Story

Behind the Candelabra

The Bible

Phil Spector

Political Animals

Top of the Lake

 

American Horror Story fez uma temporada muito superior a anterior e mereceu a indicação. Das outras eu não vi nada ainda, mas na fila estão Behind The Candelabra e Top Of The Lake. Talvez em 2037 eu consiga ver… rs

 

Melhor ator em minissérie ou filme

♥ Benedict Cumberbatch – Parade’s End

Matt Damon – Behind the Candelabra

Michael Douglas – Behind the Candelabra

Toby Jones – The Girl

Al Pacino – Phil Spector

 

Grandes nomes nessa categoria, não? Al Pacino, Michael Douglas, Matt Damon. Vale torcer pelo Benedict, ou nem precisa tentar?

 

Melhor atriz em minissérie ou filme

♥ Jessica Lange – American Horror Story

♥ Laura Linney – The Big C

Helen Mirren – Phil Spector

♥ Elizabeth Moss – Top of the Lake

Sigourney Weaver – Political Animals

 

Jessica Lange já é uma senhora e segurou como ninguém uma cena de lingerie vermelha na TV, por isso merece todo o nosso respeito. Laura Linney encerrou lindamente a sua The Big C e foi muito justo terem lembrando do seu nome nessa hora. Mas a Elizabeth Moss concorrendo em duas categorias de atriz por papéis diferentes tem que significar alguma coisa para o universo, não é mesmo? Fiquei morrendo de orgulho. #PLIM. Mas temos a Helen Mirren na jogada e rainha é sempre rainha.

 

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme

James Cromwell – American Horror Story

♥ Zachary Quinto – American Horror Story

Scott Bakula – Behind the Candelabra

♥ John Benjamin Hickey – The Big C

Peter Mullan – Top of the Lake

 

Sean! Eu AMO o Zachary Quinto desde sempre (por isso vou sempre torcer por ele também), mas não tem como não torcer  um pouco mais pelo Sean. Sorry, mas vai contra a minha natureza. 

 

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme

♥ Sarah Paulson – American Horror Story

Imelda Staunton – The Girl

Ellen Burstyn – Political Animals

Charlotte Rampling – Restless

Alfre Woodard – Steel Magnolias

 

Sarah Paulson é uma excelente atriz e fez um ótimo trabalho em AHS. As demais eu não vi, então…

 

Melhor reality show de competição

The amazing race

Dancing with the stars

Project Runaway

So You Think You Can Dance

Top Chef

♥ The Voice

 

The Voice, para sempre por enquanto. 

Melhor série de variedades

The Colbert Report

“The Daily Show

Jimmy Kimmel Live

Late night with Jimmy Fallon

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

 

O SNL é quase sempre muito bom e quando não é, a culpa é toda do convidado. Mas a briga Kimmel vs Fallon promete. Gostaria de ver o Craig Ferguson nessa categoria, o meu favorito de todos eles. 

 

Animados? Então dia 22 de Setembro temos um date para comentar tudo depois hein? #QUEELESNAONOSDECEPCIONEM #MASELESSEMPRENOSDECEPCIONAM

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

What a girl wants? (Girls – Season 2)

Abril 5, 2013

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(para começar ouvindo essa faixa aqui, a qual responde a questão acima)

Uma garota sempre quer muitas coisas. Na verdade, todo mundo sempre quer muitas coisas. Mas o que fazer quando conseguimos atingir o nosso objetivo? E quando você descobre que o seu objeto de desejo não é mais tão desejável assim? Ou pior, continua sento altamente desejável mais uma vez que você o alcança, tudo muda e você não sabe muito bem como lidar com aquela nova situação?

Mais ou menos dessa forma, reencontramos com as nossas garotas preferidas do momento, elas que continuavam as mesmas, tentando sobreviver às incertezas de uma idade que se aproxima cada vez mais do futuro e mesmo assim, nós continuamos ainda não tendo muita certeza sobre o que vai ser dele (ou de qualquer outra coisa) e enquanto isso, vamos aproveitando um pouco mais para experimentar e tentar coisas novas enquanto ainda há tempo de não se sentir tão ridículo (algo que inclusive é importante manter, rs). NY também continuava a mesma de sempre, oferecendo o cenário perfeito para uma história como essa, cheia de possibilidades para se explorar e ao mesmo tempo engolindo sonhos na velocidade impiedosa de qualquer cidade grande, que parece nunca ter tempo a perder com ninguém. Mas Girls parecia diferente. Alguma coisa na série estava bem diferente do que já conhecemos da mesma, de sua adorável Season 1 até que recente, pela qual nos apaixonamos facilmente e nos viciamos quase que instantaneamente. Mas se os personagens e o cenário dessa história continuavam os mesmos, o que estaria tão diferente nessa Season 2 de Girls?

E essa diferença estava principalmente nas realizações de cada uma delas, que conseguiram alcançar parte do que parecia importante para cada uma durante a primeira temporada e agora chegava a hora de aprender a lidar com essas novas situações. Uma precisava conseguir um trabalho e se sustentar sozinha com a própria arte. Done (✓). A outra precisava colocar os pé nos chão e provar para ela mesmo que seria possível estabelecer uma relação com endereço fixo, pelo menos uma vez na vida. Done (✓). Havia também aquela que estava desesperada por um namorado, alguém para finalmente poder dividir seus momentos e quem sabe equilibrar a sua ansiedade e ao mesmo tempo, havia aquela outra que precisava se libertar do namorado que ela não conseguia mais aguentar porque estava sempre presente. Done (✓) e Done (✓). Claro que a vida dessas meninas não se resume apenas nisso, como a de ninguém se resume (e se isso está acontecendo com você, pode ter certeza que tem algo errado com a sua vida) e elas também tinham outros desejos além do óbvio. Alguns escondidos, algo que só fomos descobrir agora, quando passamos a conviver um pouco mais com todas elas e fomos nos tornando mais íntimos e outros estavam escancarados o tempo todo na personalidade de cada uma das personagens.

E agora que finalmente alcançaram parte dos seus sonhos, as meninas de Girls realmente pareciam não saber muito bem como lidar com toda aquela situação e essa sensação é tão honesta. Querer alguma coisa é natural para todo mundo, desejar muito algo que parece distante, quase inalcançável, todo mundo deseja. Mas as vezes fantasiamos tanto essa conquista que esquecemos da prática, de que na hora em que acontece, tudo pode ser bem diferente do que na teoria dos nossos sonhos. Sabe quando você encontra aquele artista ou pessoa que admira por algum motivo qualquer e que sempre quis estar perto e quando isso finalmente acontece, você não sabe nem o que dizer e a acaba reagindo de uma forma inesperada e provavelmente se arrependendo e ou se envergonhando disso logo depois? Então… acho que esse exemplo bobo serve bem para ilustrar o atual momento dessas garotas.

Girls recap It's Back

Talvez por esse motivo, essa Season 2 de Girls tenha sido tão recheada de momentos pouco eufóricos e muito mais profundos do que durante a anterior, apesar de se tratar de uma temporada de realizações para todas elas. A sensação foi a de que conseguimos atingir o nosso objetivo, tínhamos motivos para estarmos mais felizes do que nunca, mas não ficamos. E porque? Por isso também essa temporada pode ser considerada como uma temporada “experimental”, porque além de novas situações, experimentamos também novos sentimentos em relação àqueles personagens, que em tão pouco tempo se tornaram tão queridos, mesmo não sendo os mais engraçados da TV, ou os mais bonitos, algo que ainda parece ser relevante para alguns (o que eu acho e sempre achei uma grande bobagem, além de soar como um “preconceito velado” quase que escancarado). Dessa forma, acho que podemos dizer que a primeira temporada de Girls foi a nossa “fase inicial de namoro”, onde nos apaixonamos completamente e finalmente conseguimos conquistar o nosso alvo e essa Season 2 seria algo mais como aquela fase pós-começo de namoro, quando a realidade começa a ficar mais evidente e chega a hora de conhecer o outro mais a fundo, conviver com seus medos, falhas, defeitos e aceitar que ninguém é feito apenas de qualidades. Algo difícil para os dois lados, o de aceitar tudo isso e encarar que nem tudo é tão perfeito assim e também o de ter coragem de deixar transparecer toda essa verdade que muitas vezes preferimos deixar escondida, principalmente no começo de qualquer relacionamento.

Apesar das diferenças no tom da série, não podemos negar que esse equilíbrio entre o drama e a comédia sempre foi o seu grande atrativo, fazendo parte da sua mitologia desde o princípio. Girls pode não ser a série mais engraçada (embora tenha ganhado alguns prêmios por isso e todos merecidos por sinal), aquela que vai te fazer rolar no chão de tanto rir (algo cada vez mais raro hoje em dia), pode não ser também aquela série que vai te dar um banho de referências da cultura pop por segundos a cada novo episódio, mas mesmo assim, a série consegue ter seus momentos de pura diversão e isso explorando perfeitamente o cotidiano, o comum, o possível de acontecer na vida de todo mundo que um dia já se encontrou em alguma situação semelhante (o que é bem provável para uma maioria). Como não achar graça por exemplo, da Hannah demonstrando toda a sua teimosia em uma cena simples de higiene pessoal, com ela indo longe demais com o uso do cotonete e por consequência indo parar no médico por conta daquela situação embaraçosa, sozinha, sem ninguém para cuidar dela? (sabe quando ela quebra alguma coisa de vidro e não tem pai ou mãe para consertar o ocorrido? Um ótimo exemplo de um dos primeiros momentos onde você se dá conta de que realmente está sozinho) E a forma completamente cínica com que o médico conversava com a personagem? E toda a teimosia aparecendo novamente no final, com a personagem persistindo no erro, ilustrando perfeitamente o atual momento da sua vida? #TEMCOMONAOAMAR e ou achar graça? Sério?

Essa é a graça de Girls. Rir dos próprios problemas sem ignorá-los ou transformá-los em comédia pastelão (apesar de também se arriscar e com sucesso dentro desse universo, vide a Hannah cortando o próprio cabelo, inspiradíssima no curto da Carey Mulligan. Quem nunca?), mostrando que a gente pode até ter vontade de gargalhar depois, mas na hora, nada é tão divertido assim quanto pode até parecer. Há também quem reclame das cenas de nudez, dos excessos que a série comete dentro desse universo mais animador e muitas vezes constrangedor, mostrando os personagens em momentos bem realistas e altamente íntimos, com detalhes que normalmente a gente esconde quando resolvemos contar algo semelhante, mesmo para as nossas amigas mais intimas. Algo que a essa altura também parece tão irrelevante, porque quem ainda não entendeu que Girls é uma série da HBO, um canal a cabo que tem muito mais liberdade para mostrar o que quiser e ou ainda não se acostumou que Girls é uma série que “faz xixi de porta aberta” (sorry, não consegui encontrar uma definição politicamente correta mais adequada), hein? Realmente, não é possível entender o que uma pessoa que ainda não entendeu ou se acostumou com tudo isso continua fazendo enquanto sua audiência.

Mas agora precisamos falar de cada uma delas individualmente, elas que embora estivessem envolvidas em situações completamente diferentes, estavam todas enfrentando um momento bem parecido na questão de estarem experimentando algo novo, seja um novo sentimento, um novo amor, ou até mesmo uma droga nova. Novos sentimentos, novas possibilidades, cada uma dentro do seu próprio fundamento, tentando ou involuntariamente aprendendo algo novo. E esse é outro detalhe bacana de Girls, que consegue encontrar naturalmente essa ligação entre personagens tão diferentes, inclusive os meninos, dos quais nós falaremos depois, claro.

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De todas elas, Marnie (Allison Williams) foi quem mais surpreendeu de forma positiva durante essa temporada. A garota certinha, controlada e controladora acabou soltando os freios pelo menos uma vez e viu a sua vida despencar em uma velocidade assustadora, que ela mesmo quase que não conseguiu controlar. Com Booth Jonathan (Jorma Taccone), Marnie nos entregou um dos seus melhores momentos dentro da série, com ela finalmente perdendo totalmente o controle, se deixando levar e se entregando para alguém tão controlador e distante quanto ela estava acostumada a ser, se colocando exatamente no lugar do seu ex, Charlie (Christopher Abbott). Nesse simples detalhe, estava explicada toda a química que sempre existiu entre os dois personagens. Simples assim (e o detalhe da profundidade do Booth também foi bem importante para a história). Além disso, Marnie perdeu de vez o namorado, porque fez essa escolha durante a temporada anterior, se arrependeu logo em seguida, mas teve que amargar encontrá-lo constantemente com sua nova namorada. Tem situação mais constrangedora? Tem sim, mas certamente essa é um bom exemplo de uma delas. Outro momento importante para a personagem foi quando a sua relação de amizade com a Hannah foi confrontada de forma dura até, com ela tendo que ouvir que nunca foi uma amiga tão boa quanto imaginava ser. E isso nós sabemos que é verdade, embora ambas tenham suas falhas e complete perfeitamente a outra. E talvez essa tenha sido a grande descoberta da personagem durante essa temporada, a de que ela não era tão perfeita como imaginava ser. Aí descobrimos que Marnie não era apenas aquela cold bitch que nasceu para ser uma executiva em Wall Street mas estava se aventurando em galerias de arte em NY só porque achava “cool”, Marnie tinha sonhos, o sonho de ter uma vida incerta como artista, revelando só agora o seu desejo secreto de se tornar uma cantora. E que momento lindo foi aquela sua apresentação na empresa do boy magia agora rico por conta inclusive da relação complicadíssima dos dois? (não entendi até agora o porque que os hipsters da empresa torceram tanto o nariz naquele momento. Quer dizer, até entendi, mas não achei justo, porque a apresentação foi ótima!) E esse momento só não foi mais lindo do que a declaração de amor super sincera entre ela e o Charlie no final da temporada, com ambos sendo completamente honestos em relação aos seus sentimentos, nos entregando uma declaração de amor das mais lindas da TV. Pena que tudo isso talvez tenha sido prejudicado com a recente notícia de que por um desentendimento do ator com a Lena Dunham e os rumos de sua série, ele não estará mais no elenco da Season 3 de Girls, que começa a ser gravada em breve e está prevista para 2014. E isso logo agora (e só agora) que o seu personagem havia ficado mais legal. Humpf!

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Shoshanna (Zosia Mamet) também estava se sentindo uma garota realizada agora que não era mais a última virgem de NY e de quebra, havia descolado um boy magia para chamar de seu. Mas o seu maior sonho acabou se tornando um verdadeiro pesadelo, com a realidade da convivência e a rotina de uma vida a dois se transformando em algo muito maior ao que ela poderia suportar na atual fase da sua vida eufórica e cheia de sonhos. Para a sua personagem, sobrou o plot das grandes diferenças, com a Shoshanna sendo a euforia da juventude e o Ray (Alex Karpovsky) sendo o representante da amargura de alguém que teve os sonhos roubados pela própria idade a mais que ele carregava. E uma rotina que acabou acontecendo sem ela perceber, com o Ray ficando em sua casa sem pedir ou avisar, por se encontrar sem ter para onde ir. Se não fosse o detalhe de que ambos estavam apaixonados um pelo outro, algo que descobrimos ao mesmo tempo em que ela percebeu que ele havia ficado porque não tinha mais para onde ir, tudo seria uma grande sacanagem. Mas não foi (felizmente) e só assim percebemos que algo importante estava acontecendo entre aqueles dois. Algo realmente importante, só que na hora errada, com a Shoshanna querendo tudo e o Ray já se encontrando em um estágio da vida onde já não existe mais a fantasia de que tudo ainda é possível. Percebendo o atual rumo da relação, Shoshanna acabou se aventurando com outro e obviamente não conseguiu lidar muito bem com o peso da culpa após esse plot da infidelidade. Mas na verdade, apesar da imaturidade da personagem, ao contrário do que se poderia imaginar, ela não pareceu estar arrependida do que fez e sim “do porque fez”, algo que acabou pesando ainda mais, levando o casal ao final da relação. Apesar disso, a sensação que fica é a de que o Ray vai tentar ser aquele homem que a Shoshanna gostaria que ele fosse e que talvez ele mesmo também gostaria e só não achava que ainda seria possível. Veremos… (e #TEMCOMONAOAMAR ela saindo depois do break-up e ficando com um cara exatamente com o estereotipo que o agora ex descreveu anteriormente? Repito: quem nunca?)

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Agora, quem não tinha certeza de que o casamento da Jessa (Jemima Kirke) não duraria quase nada, que atire o primeiro bem casado congelado desde a cerimônia? Estava na cara que aquela relação, embora até que adorável (muito disso por conta do Chris O’Dowd, que é sempre ótimo. Höy!), não duraria nada. Jessa sempre teve um espirito livre demais para se apegar a alguém daquele tipo e a visão dela para os motivos que levaram o marido a se interessar por ela não poderiam ser mais claros. Óbvio que ele a enxergava como uma aventura, como se tudo que ele quis ser na vida e não conseguiu, pudesse pelo menos ser absorvido por osmose através convivência. Na verdade, ele parecia estar apenas interessado em alguém que tivesse melhores histórias para contar. Divorciada, em crise por ter que encarar a derrota de ainda não ter conseguido realizar a tarefa de se estabelecer em algum lugar, Jessa esteve visivelmente decepcionada com a própria falha, para nossa surpresa até, porque ela nunca nos pareceu ser esse tipo de pessoa. E o que a princípio poderia soar como um exagero para a mitologia da personagem, mais tarde descobrimos que vinha do exemplo que ela mesmo teve em casa, quando conhecemos o seu pai e descobrimos que Jessa, apesar de condenar o comportamento do próprio pai, nada mais fazia do que repetir o mesmo tipo de comportamento em sua própria vida. Um momento excelente, diga-se de passagem, com uma profundidade importante para a série e para o personagem, com ela se encontrando desolada ao perceber que o pai mais uma vez a havia abandonado (lindíssima aquela cena dela sentada no balanço com o pai). E como a personagem ainda não tinha maturidade o suficiente para lidar com a situação aprendendo alguma coisa com tudo aquilo (poucos adquirem esse tipo de maturidade tão cedo na vida), ela fez exatamente o mesmo que seu pai e abandonou a Hannah deixando apenas um bilhete, dizendo que foi ali comprar bagels fresquinhos e que voltava logo mais.

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Mas de todas elas, não tem como não reconhecer que quem mais “experimentou” em todos os sentidos foi mesmo a Hannah (a bola é minha e eu faço o que eu quiser, rs). Ela que até tentou emplacar um novo relacionamento, mas acabou não sendo muito bem sucedida, ainda mais tendo o Adam para cuidar, devido aos acontecimentos do final da temporada anterior e uma boa parcela de culpa da sua parte sobrando como consequência de tudo aquilo. Apesar de sozinha, Hannah parecia estar muito bem resolvida quanto a isso, se dedicando mais ao seu lado profissional, encontrando a possibilidade de escrever o seu primeiro livro. OK, um eBook, mas ainda assim, já era o seu primeiro passo literário e que além de tudo iria lhe render alguma coisa financeiramente. Mas sob pressão, Hannah acabou travando e não conseguindo realizar tudo aquilo que ela havia se comprometido a fazer e como efeito colateral dessa pressão toda, acabamos descobrindo um outro lado da personagem, que exatamente por esse motivo voltou a sofrer de um trauma antigo, trazendo a tona o seu nível de TOC avançado, que descobrimos que já havia sido tratado durante a sua adolescência, mas que dessa vez voltava para desestabilizar a coitada, em repetitivas sequências de ciclos de oito. Não sei se por sofrer de algo muito parecido (é, confesso, mas os meus vão até 10. Suck it Hannah Horvath), acabei me identificando completamente com esse plot da personagem e apesar de entender e dividir um pouco do mesmo problema (para se ter uma ideia, quando criança, eu gostava de ir ao supermercado com a minha mãe só para organizar o seu carrinho de compras. Sério, essa era a minha diversão, isso ou quando ela me “deixava” organizar a dispensa, rs), acabei achando divertidíssimas todas aquelas cenas com os surtos obsessivos compulsivos da personagem (o primeiro deles me fez dar gargalhadas compulsivas sem precisar do meu ciclo de 10 e ainda tem gente que acha que Girls não é uma grande comédia. O capeta está de olho, viu?) e nessa hora, não teve também como não achar deliciosa a relação que ela mantém com seus pais, com a mãe sendo extremamente rigorosa com ela sempre, forçando a filha a crescer a todo custo e o pai morrendo de preocupação e culpa ao perceber que a filha não estava nada bem e para ele não custava muito ajudar. (aliás, pelo pouco que conhecemos dos seus pais eu já acho que a Hannah tem muito dos dois)

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Dividindo o apartamento com o Elijah (Andrew Rannells) durante essa temporada, Hannah acabou ganhando uma dinâmica nova e adorável quando em casa, dividindo muito mais semelhanças com o antigo ex agora melhor amigo gay, do que todo o tempo em que ela passou morando com a Marnie, que  vamos combinar que mais parecia sua mãe do que amiga. Fato. E os dois viveram momentos ótimos juntos e obviamente que o melhor deles foi aquele “experimento” sugerido pelo novo chefe, para que Hannah encontrasse algum material mais interessante para escrever sobre. Uma sequência sensacional, ilustrando de forma bem real os absurdos e excessos que podemos cometer quando não estamos no nosso estado normal e aquela discussão entre os dois onde o Elijah voltou para o armário e contou que semi transou com a Marnie foi sensacional e a reação da Hannah não poderia ter sido melhor e ou mais honesta. Quem não se sentiria exatamente da mesma forma, apesar das circunstâncias e levando em consideração todo o histórico dos envolvidos, que atire o primeiro poster do George Michael, do Ricky Martin ou do Lance Bass, dependendo da sua geração. NOW! Aliás, acho que vale dizer que apesar de repetir algo bem próximo do que ele já vive adoravelmente em The New Normal (outra série que todo mundo deveria assistir), o ator Andrew Rannells foi uma excelente aquisição para a série e a boa notícia é que ele já assinou com a HBO e está garantido para retornar durante a já confirmada faz tempo Season 3. (Yei!)

Agora, o ponto alto dessa temporada foi um episódio que a princípio poderia parecer super aleatório (2×05 “One Man’s Trash”), mas que na verdade foi praticamente um desabafo da própria Lena Dunham, que nitidamente estava usando sua voz através do personagem para desabafar um pouco do que ela mesmo sentia naquele momento a respeito de todas as expectativas em torno do seu nome, que recentemente acabou se tornando algo gigantesco, com todo o destaque e reconhecimento (repito, merecido) que Girls andou recebendo da mídia e em quase todas as premiações. Episódio esse que contou com a magia mágica do Patrick Wilson (Höy!), vivendo o sonho do futuro da Hannah (e de boa parte de todos nós. Aquela casa dele então é exatamente a minha casa dos sonhos em NY e que eu sempre construo no The Sims e isso desde o The Sims 1. Sério), encontrando o homem perfeito na casa perfeita e que a fez enxergar que tudo que ela mais queria na vida na verdade era exatamente o que todo mundo quer: ser feliz e ter uma família, uma casa com a geladeira e os armários forrados com as coisas certas (rs). E forma com que a personagem chegou a essa conclusão, se sentindo desolada por ser tão comum, foi de uma honestidade absurda, algo importante para aquela situação (me lembro de sentir algo muito parecido quando cheguei a mesma conclusão de que na verdade, eu nem era tão diferente assim…). Sem contar que o episódio foi maravilhoso do começo ao fim, quase que como se ele tivesse sido inteiro inspirado nos filmes do Woody Allen, por exemplo. Aliás, acho que ele poderia ser exatamente um dos filmes do Woody Allen. (até a trilha que encerrou o episódio lembrava o seu fundamento)

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Episódio esse que ainda trouxe uma história excelente de bastidores, com várias pessoas usando o Twitter para fazer críticas no mínimo absurdas, sobretudo preconceituosas, dizendo que jamais uma menina como a Hannah (considerando seus próprios padrões de beleza) conseguiria despertar o interesse de um cara nível Patrick Wilson de magia. Um comentário preconceituoso e imbecil que não poderia ter ganhado uma resposta melhor no formato de um tapa na cara com direito a solitário de diamantes caros, com a própria esposa do Patrick Wilson se manifestando a favor da personagem e respondendo uma dessas pessoas cretinas no Twitter, dizendo que não só isso era possível, como ela que é casada com o ator, também era uma mulher que não se encaixava perfeitamente em um padrão de beleza que quem é inteligente sabe que não precisa ser regra para todo mundo. PÁ! E essa é uma crítica que vem sendo feita de forma cruel e pouco inteligente em relação a personagem na série e para essas pessoas eu só tenho a dizer que nada foi mais sexy durante essa Season 2 de Girls do que o corpo nu da Lena Dunham em meio àqueles lençóis de 180 fios egípcios na cama do personagem do Patrick Wilson, cheia de curvas e encarando lindamente uma cena de nudez, mostrando que a sorte e a beleza existe para todo mundo, basta você estar confortável com o que tem para oferecer e pronto, a mágica acontece. E a propósito, nada é mais feio do que o pensamento de que apenas corpos esculpidos em mármore a base de suplementos alimentares e outras substâncias, dietas da depressão ou gente com os dentes extremamente clareados, são as únicas pessoas que devem ocupar um espaço na TV. NA-DA. (irônico é procurar a imagem de quem diz esse tipo de bobagem e se dar conta de que em sua grande maioria, eles também não fazem parte desse padrão)

Bacana também foi ver que mesmo com a Hannah e o Adam (Adam Driver) já não sendo mais um casal, isso não acabou prejudicando o personagem dele, que durante a primeira temporada chegou com ar de sociopata, mas que perto do final acabou roubando os nossos corações todos com o seu nível adorável de foufurice. Confesso que esse era o meu grande medo em relação a essa dinâmica específica, uma vez que seria cedo demais para a Hannah se estabelecer com alguém definitivamente (considerando a sua idade e o atual momento da sua vida, seria até injusto), sem antes explorar novas possibilidades e também não seria nada justo com o Adam, se ele acabasse sendo descartado como se não fosse uma peça importante para o cenário mint (já disse que elas não são cor de rosa) dessas garotas. Aproveitando o seu personagem, ganhamos outro grande momento da temporada, com um episódio focado na perspectiva dos garotos, como se pelo menos uma vez, a visão mais importante e ou em evidência fosse apenas a deles. E foi ótimo ver o Adam e o Ray dividindo alguns momentos sozinhos, encontrando uma conexão quase que instantânea entre eles e a propósito, com uma química bem bacana também (mais até do que a do Ray ao lado do Charlie…), algo que deveria até ser mais explorado. Inclusive, esse foi um ótimo recurso que a série usou para demonstrar como pensam diferentes os meninos e as meninas, com eles resolvendo tudo de forma mais fácil, sendo apenas honestos e diretos ao ponto, sem rodeios, brigando quando achavam que tinham que brigar e se resolvendo até que facilmente e elas no final (Marnie + Hannah) optando por esconder a verdade em falsos sentimentos, não querendo dar o braço a torcer para a outra e fingindo estar tudo bem, quando todo mundo conseguia ver que não estava tudo bem. Só acho que esse episódio tinha tudo para ser mais corajoso e poderia ter ganhado uma tipografia na abertura bem de menino e ter sido inteiro focado neles, com elas apenas como figurantes ou nem aparecendo, algo que eu acho que seria bem bacana para a série. Pense nisso, Lena.

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E é impossível falar de Girls sem fazer um parágrafo inteiro para o Adam, que é um dos grandes personagens da série (Adam + Ray + Elijah + Charlie, nessa ordem para os boys). Ele que assim como elas, esteve experimentando novas possibilidades, que no seu caso poderiam ser resumidas ao momento em que ele se deu conta de que estava realmente apaixonado pela Hannah, que diferente do que aconteceu com a Marnie e o Charlie (onde ela descobriu o que queria depois de perder, naquele comportamento típico que conhecemos bem), Adam acabou ficando arrasado quando percebeu que talvez ele não representasse o mesmo que a Hannah representava para ele naquele momento da sua vida. Entre alguns momentos ótimos e alguns até assustadores que ambos dividiram durante a temporada, um dos meus preferidos foi aquele desabafo super honesto do Adam na reunião do AA, entregando o seu coração com o mesmo tom de honestidade que nós sempre encontramos em Girls, demonstrando uma vulnerabilidade que nós não imaginávamos encontrar em alguém como ele. Talvez nem a Hannah nunca tenha imaginado, visto ou conhecido esse Adam e espero que ele finalmente consiga apresentá-lo para ela.

Encerrando a temporada, tivemos todas as histórias encontrando suas resoluções e até para a Jessa, que esteve ausente nessa reta final, acabou sobrando um recado na caixa postal bem do malcriado porém super merecido da própria Hannah, no momento do ápice do seu surto, ao se encontrar prestes a ser processada por não conseguir entregar o seu livro conforme combinado e entrando em total desespero ao se dar conta disso. Um momento tragicômico para a série, que novamente foi o caminho escolhido para encerrar essa temporada experimental e muito mais profunda de Girls. Para quem aprendeu a gostar daqueles personagens, foi praticamente impossível não se emocionar com todos os acontecimentos do encerramento dessa temporada, especialmente com a declaração da Marnie para o Charlie mencionada anteriormente (e só por isso vamos conseguir lamentar a saída do Charlie da série) e principalmente com a Hannah ligando para o Adam em um momento de total desespero,  com uma cara de maluca adorável e seu cabelo picotado na tesoura sem ponta (rs) e ele não pensando duas vezes ao decidir sair correndo por NY, sem camisa, claro (e eu bem besta vibrando com o detalhe aqui em casa, de PJ e comendo sorvete, que é como normalmente eu assisto Girls e só não faço máscara de pepino porque dificultaria a experiência de assistir a série), pronto para resgatar aquela que ele descobriu que amava. Apesar do clima de comédia romântica onde já era possível prever o que estaria para acontecer, confesso que me encontrei chorando e sorrindo ao mesmo tempo, ridiculamente como vocês podem imaginar, gritando “Awww… ele correu atrás dela!”. Sim, eu fiz isso, não me envergonho e inclusive contei para a Lena Dunham no Twitter. Sério, procuram o meu histórico por lá. (rs)

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(Sorry Lena, mas tive que roubar essa imagem do seu Instagram…)

Um final até que bastante otimista para uma temporada bem mais profunda do que foi toda a Season 1. E essa profundidade pode até ter causado certo estranhamento para boa parte das pessoas que acompanham Girls, mas é como eu disse anteriormente, talvez essa temporada tenha sido realmente um teste para a nossa relação com a série, onde tivemos a chance de conhecer mais daquelas garotas e descobrimos um pouco mais dos seus defeitos, deixando o lado mais cool da história um tanto quanto de lado e mostrando que elas também ainda não estão preparadas para encarar suas derrotas, tanto quanto não estão preparadas para encarar suas realizações.

E se esse foi realmente um teste, posso dizer que apesar dos seus defeitos, continuo em um relacionamento sério e AMANDO cada vez mais Girls.

(e terminar dançando ao som da faixa acima)

ps: um sonho – trocar de camiseta com a Lena Dunham na pixxxta. Apenas. #IDONTCAREILOVEIT

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