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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

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Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

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… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Realmente está na hora de reconhecer que alguém precisa desligar os aparelhos de Grey’s Anatomy…

Maio 28, 2013

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Depois daquele final trágico e pavoroso da Season 8 que muitos de nós gostaríamos que não tivesse sido verdade, Grey’s Anatomy estava de volta e já começou sua Season 9 discutindo a irrelevância de se manter (em alguns casos) a pessoa viva apenas por aparelhos, sendo que seu corpo já não teria mais grandes chances de se aguentar por si só. Em seu primeiro novo episódio, observamos a escolha de Mark Sloan (sim, aquele Mark Sloan, super relevante para a série durante esses anos todos, tisc tisc….), que havia pré estabelecido um contrato bem prático a respeito do seu tratamento, que se não apresentasse nenhuma melhora considerável em um período de 30 dias, deveria ser deixado de lado, simples assim e deixando a vida seguir seu curso naturalmente.

Uma escolha consciente, prática, difícil de ser tomada, algo que a gente consegue até imaginar, mas que nem foi qualquer tipo de novidade para uma série médica como Greysa, que desde sempre discutiu todas essas questões de forma corajosa até, mostrando claramente que em alguns casos, a insistência da medicina pode servir apenas para prorrogar o inevitável. Que é mais ou menos o que estamos observando acontecer com a própria série desde a estreia da Season 9, como se estivéssemos observando seu quadro clínico de perto, semanalmente, nos encontrando até que animados mesmo que bem de leve, com qualquer tipo de melhora que tenhamos encontrando durante essa nova temporada da série, mas que nem por isso chegamos a ficar com qualquer tipo de esperança de uma melhora considerável em relação ao seu atual estado e talvez já tenha mesmo passado da hora de reconhecer que do jeito que está não dá mais para continuar e se for para ser assim, talvez seja melhor mesmo que Grey’s Anatomy finalmente encontre o seu fim. Sabe aqueles 30 dias que o Sloan pediu para esperarem o seu corpo reagir ao tratamento? Para essa temporada do coma induzido em Greysa, foi o equivalente aos 24 episódios da Season 9 e apesar de ser sempre duro receber esse tipo de notícia, podemos dizer que a série não conseguiu melhorar ou responder muito bem ao tratamento da nova temporada.

A essa altura e depois daquele acidente totalmente desnecessário do qual Grey’s Anatomy talvez nunca mais se recupere (como já desconfiávamos), encontramos a série agora com a assinatura orgulhosa de sua criadora que não devemos pronunciar o nome em vão, aparecendo na “abertura” de todos os episódios, como se ela ainda tivesse do que se orgulhar do seu atual trabalho bem porco na TV, apesar de no Twitter ela parecer muito mais empolgada com o que vem fazendo em Scandal (devo aplicar meu tempo nesse escândalo ou ele é só um bafinho insosso que logo passa? Responda leitor que assista a nova série, por favor). Tudo bem, tivemos o episódio com a morte do Mark abrindo a temporada, que era a sua aposta certa para nos pegar pelo menos pela emoção, mas que em nada convenceu devido a relevância do personagem (sorry Mark, mas é verdade…) e a forma como os demais acabaram lidando com a situação, exceto por alguns poucos que souberam se comportar adequadamente dentro daquele cenário de luto.

E começar a temporada ignorando de certa forma os acontecimentos catastróficos da temporada anterior que certamente mudariam a experiência de assistir a série para muita gente, realmente não foi a melhor escolha de Shhh… quer dizer, dela. Tudo bem também que logo no segundo episódio ganhamos os aguardados flashbacks sobre o que teria acontecido na “ilha” (que na verdade, era uma floresta, mas para colaborar com o tom dramático da coisa acho que vale dizer ilha, rs), nos fazendo ficar com a sensação de que o estagiário responsável pela exibição da grade na ABC havia trocado sem querer a ordem dos episódios. Só pode, porque algo tão grandioso e importante como foi aquele acidente, merecia ter sido o grande destaque da sua volta e nem isso Greysa se preocupou em fazer. E nesse momento, a série já nos estregava descaradamente que essa seria a temporada mais cínica da sua história.

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Depois disso permanecemos durante alguns outros episódios observando todos os envolvidos com o tal acidente e terceiros (Callie), tentando se adaptar e tendo todos que lidar com suas novas realidades de os maiores médicos azarões atraí coisa ruim e que a morte parece perseguir o tempo todo do mundo. Meredith não conseguia voar. Ninguém conseguiria voar logo depois do acontecido. Yang não conseguia voar. Novamente, ninguém conseguiria voar depois de ter passado por um trauma como aquele e a propósito, antes eles pouco viajavam de avião, que a gente se lembre. Derek precisava recuperar os movimentos da sua mão, de novo (ZzZZZ) e enquanto isso fazia figuração como o melhor professor de medicina do mundo, dentro do hospital, sobrando um tempinho até para se dedicar a sua carreira de modelo (não acredita? Pois é verdade e até esse plot nós tivemos que engolir durante a nova temporada)… enquanto Arizona jogava na cara da sua outra metade o fato dela ter sido a responsável por deixá-la pela metade, que é como ela se sentia depois de ter perdido a perna. (OK, eu sei que essa line pode ter parecido horrível, mas alguém jura que eu vou receber qualquer tipo de julgamento pior do que a Shhh… quer dizer, do que aquela que não devemos dizer o nome em vão só por isso? Sei…) Até aqui, reações extremamente naturais após todos os acontecimentos, mas tudo bem dentro do esperado também, dentro de uma normalidade preguiçosa e bem óbvia, as vezes até irritante.

Com os personagens principais ainda em fase de recuperação, as coisas precisavam funcionar por ali e por isso, acabamos ganhando uma série de novos internos, tentando desesperadamente que a gente se importasse com suas histórias ou pelo menos que alguém lembrasse de seus nomes até o final da temporada. Fuén…. observando minhas anotações sobre a Season 9, percebi que em nenhum momento eu cheguei a escrever o nome de qualquer um deles, tamanha relevância (mas palavras como “chatinho”, “sono” e “preguiça” foram bem recorrentes em minhas anotações). Personagens chatinhos, sem carisma ou apelo e que nós já vimos circular por aqueles corredores anteriormente, só que em corpos diferentes e também absolutamente dispensáveis, tanto que não duraram muito, exceto pela Kepner, essa sim que a gente torce até hoje para que o azar fale mais alto com ela dentro daquele hospital, que parece ser o lugar perfeito para atrair esse tipo de coisa ruim  para todo mundo (os dois tipos inclusive, rs) mesmo por ela que por exemplo, de forma inexplicável, aquele lugar amaldiçoado é capaz de trazer um Avery ou o seu novo boy magia ambulante e virgem (não consigo lidar com esse plot de uma médica de quase 30 anos – ou mais – discutindo a virgindade como uma adolescente qualquer. Não consigo e fico constrangido toda vez). Vai entender. Vou ter que confessar também que durante boa parte da temporada, aproveitei as cenas dos novos internos todos para dar aquela olhada nos emails, cortar as unhas, fazer um Cup Noodles de  Costela com Molho de Churrasco (Cha-Ching Cha-Ching), ou um bolo de caneca (que é o meu novo vício e que eu descobri recentemente que fica bem melhor e ou perfeito com sorvete. Anotem…) ou jogar paciência contra a minha própria paciência (leia paciência como Cut The Hope). Honestamente falando.

Outro plot super dramático que aconteceu durante essa nova temporada de Greysa foi o quase fechamento do hospital, que estava prestes a acontecer devido ao processo que o grupo de médicos acidentados durante a queda do avião moveu contra a empresa/hospital, que como foram vitoriosos na causa, quase acabaram destruindo o emprego de várias outras pessoas, inclusive os deles mesmos, agora milionários. Difícil acreditar que um grupo de 6 médicos (Lexie e Mark ainda contam, não?) conseguiria levar um hospital como o Seattle Grace a falência, apesar do acontecido, mas como não entendemos muito bem de números nesse caso e não estamos em dia com a contabilidade do hospital da morte, que deve ter muitas dívidas com gente poderosa nos andares de cima e de baixo, deixamos passar.

Assim tivemos uma fusão com uma empresa de terceiros, que tinha coincidentemente uma ex aluna desistente e magoada do Seattle Grace a frente dos negócios (sei…), ensinando aqueles médicos acidentados e vítimas constantes do azar a como economizar e continuar apto a salvar vidas. Lame. Tanto que não deu muito certo e logo eles optaram por um outro plot administrativo, esse com os médicos donos da fortuna arriscando tudo e comprando o hospital, simples assim, mas não sem antes ter que contar com o apoio da insuportável, over e vulgar mãe do Avery, a “booty call” oficial do Chief (My eyes! My eyes!), ela que aproveitou o momento para quebrar o porquinho abastado de ouro cravejado de brilhantes do filho e assim o fez o sócio majoritário do novo Seattle Grace (chefe de todos os outros inclusive. O Avery, que é lindo, mas tem o carisma de uma acelga..,), que agora além de tudo passaria a se chamar Seattle Grace Mercy Death McSteamy Greysinha, para os íntimos, que para facilitar pode também se chamado como “Lar do Azar” ou “Santa Casa do vem quem tem plot dramático e ou acidente para você também”, ou qualquer outra coisa do tipo, rs.

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Sem contar que a palavra da vez dessa Season 9 de Grey’s Anatomy acabou sendo mesmo o tal cinismo mencionado anteriormente, com todos eles usando desculpas esfarrapadas o tempo todo, aceitando o peso de serem os médicos mais azarados da TV, sem o menor questionamento ou insatisfação, com sobra de espaço até para risadinhas irritante sobre tudo o que já aconteceu com eles, exceto pela Yang no começo da temporada, quando ainda no outro trabalho. Todos eles em algum momento apareceram irritantemente nos forçando essa aceitação fácil demais de que naquele lugar, tudo pode acontecer e ponto e isso foi bem difícil de engolir, ainda mais com aqueles tapinhas nas costas e uma risadinha meio torta e opaca. Mais ou menos como aquele amigo com quem você um dia resolve desabafar, reclamando sobre o quanto sua vida anda uma merda e ele escolhe assumir aquela conversa como uma competição, resolvendo contar o quão pior a vida dele anda também naquele momento. Boring.

E o pior deles todos nesse cenário, foi mesmo a Meredith, que de Medusa (apelido que eles abandonaram rapidinho porque ela estava convencendo muito mais como pedra, do que qualquer outra coisa) passou a figurar como a médica agora grávida, morrendo de medo sobre o que um lugar que só atrai coisa ruim com o agora Seattle Grace Mercy Death McSteamy Greysinha, poderia fazer com seu bebê. Sério, toda vez que ela mencionava a possibilidade do bebê nascer com duas cabeças e ou ela e o bebê acabarem morrendo no parto, eu agradecia por não estar fazendo figuração na série com uma seringa totalmente preenchida com algo letal por perto porque do contrário, alguém já tinha encontrado a morte e se a dose fosse boa mesmo, eu a dividiria em duas, uma para o cinismo da personagem e a outra para o cinismo de quem escreve a série. Arghhh!

É claro que em meio a tudo isso, algumas coisas bacanas ainda continuaram acontecendo nesse cenário, como a relação da Yang com o seu mentor do outro hospital, que acabou se tornando o grande responsável pela sua “cura” e aceitação de quem ela é de verdade (um discurso lindo por sinal), assim como um dos momentos mais esperados da série desde a temporada anterior, que foi quando sua criadora que não devemos mencionar o nome, resolveu fazer as pazes com uma das personagens mais queridas de Greysa antigo, voltando a emprestar alguma dignidade para a personagem, que já estava fazendo falta e isso desde quando ela foi esquecida como o alívio cômico que já não tinha mais a menor graça ou função dentro da série.

Que foi o que vimos finalmente acontecer com a Dra Bailey de novo, do plot do seu casamento que acabou não ocorrendo como ela esperava e que ainda terminou com um momento lindo, por conta de um outro momento bem triste, com a morte da Adele (se bem que um simples telefonema nesse caso teria resolvido boa parte do constrangimento de todo mundo ficar esperando a noiva na igreja. #OCAPETAESTADEOLHO), até a sua queda mais perto do final da temporada, com ela por questões de higiene (mentira, não foi isso, mas está valendo… rs), ter matado alguns pacientes com as próprias mãos. Literalmente. E quando envolvida em um drama novamente, Dra Bailey nos fez lembrar imediatamente o porque que nós gostamos tanto da personagem no passado e todo o seu trauma de não querer mais operar ninguém com medo do que aconteceu com seus pacientes, encontrando como resolução ela tendo que operar a Meredith as pressas durante suas complicações no parto que foi o acontecimento de maior destaque da season finale, foi verdadeiramente muito bom. Mas chegaremos a finale em instantes, porque antes disso, ainda temos mais do que reclamar…

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Antes disso, precisamos falar sobre o quanto foi preguiçoso o Karev ter ganhado uma nova Izzie, com aquele plot sem vergonha do espancamento, do qual a gente já desconfiava desde o principio sobre qual seria o seu desenrolar. E esse lado bem mais previsível também foi um dos vários pontos negativos dessa fase de sobrevida de Grey’s Anatomy, onde conseguimos visualizar e imaginar exatamente onde aquela história estava nos levando. Algo que valeu para a história da nova Izzie com o velho Karev, valeu para o “filho” do Owen, que caiu como um presente ruivo (precisava ser ruivo?) no seu colo e ele não conseguiu esconder a raiva de ver o pai do menino acordando bem da mesa de cirurgia, destruindo o seu sonho de se tornar pai de uma forma mais “fácil” até e esteve na cara desde o começo que aquele era o filho dos seus sonhos (pensando nas dificuldades maternas da Yang ou vocação, uma criança já crescida talvez fosse mesmo sua melhor opção, se ela ainda tivesse algum interesse naquela relação) e valeu também para a provocação daquela que não devemos dizer o nome, falando em seu Twitter que essa finale seria daquelas, revoltante, sanguinária, azarenta, mas que no final das contas todo mundo já desconfiava que seria algo mais café com leite com bastante adoçante, apesar daquela cena final. (que fez alguém assinar o próprio atestado de burrice não? Um fio desencapado soltando faísca e um chão completamente alagado não é um cenário que qualquer um entra sem tomar cuidado, não é mesmo? Enfim…)

Agora, outro ponto que ultrapassou as barreiras do insuportável durante toda essa temporada realmente foi a permanência da Arizona na série. Ela que foi péssima enquanto em recuperação, e digo péssima atriz, esposa, vítima, mãe, pessoa, plano de fundo, modelo de uniforme de cirurgiã pediatra e assim permaneceu até o final, quando nos entregou a desculpa mais esfarrapada para ter traído a Callie com uma total estranha, também médica e gatinha até (lembra o quanto ela demorou para trazer de volta o sexo para a sua relação? E isso com alguém que ela já dividia a vida, imaginem com um estranho? Só para deixar registrado), mas que apareceu no hospital porque era uma espécie de stalker da mesma, mesmo estando ciente de sua atual condição (acidente, estado civil, status no face), algo no mínimo creep, não é mesmo? Torço para que aquela nova médica na verdade seja uma tipo de stalker bem psicopata, que acabe sequestrando a Arizona e a mantenha em um porão escuro e seco a base de muita tortura e tudo isso ironicamente em um cenário deserto qualquer do próprio Arizona. (sabe o final da Andrea em TWD? Então, só que mais prolongado e sofrido…)

Encerrando a temporada, tivemos exatamente as resoluções que eu já comentei ao longo dessa review, com o parto da Grey, a doutrora Bailey finalmente se recuperando do seu trauma recente, Yang se separando mais uma vez do Owen e pelo mesmo motivo de sempre (super preguiça por conta de ser um repeat, porque entendemos bem os motivos de ambos nesse caso), Karev e a nova Izzie se amando loucamente se não fosse por uma árvore invadindo a sala da casa do meio do nada (Sério!), Callie descobrindo a traição da Arizona, que segundo a traidora, foi tudo culpa dela porque a médica foi quem cortou sua perna no passado (leio isso e não consigo acreditar que alguém usaria esse tipo de argumento em um DR. Simplesmente não consigo e se é comigo, apanha com a própria perna, viu E.? rs), além de um acidente que poderia ter sido fatal e que aconteceu na porta do hospital, com uma das cenas mais ridículas e clichês da história de Greysa, com o Avery saindo do meio de uma cortina de fogo com pose de herói magia, resgatando a criancinha que poderia ter morrido (se aquela for a futura filha da Yang eu vou achar ainda mais revoltante, já estou avisando) e aquela cena final, com o Chief provavelmente eletrocutado, no chão do hospital, que se morreu, morreu de forma tão ridícula como tudo o que andamos encontrando dentro da série em sua atual condição de coma induzido.

E com uma temporada que teve sim o seu mérito, mas ao mesmo tempo nos entregou tanta coisa ruim e de forma tão cínica, além de ter contado com um pedido de casamento musical para a Kepner no formato de um flash mob (nessa hora, eu rezei para que outro avião caísse e dessa vez no próprio hospital), é preciso chegarmos a conclusão de que realmente já está passando da hora de considerar desligar os aparelhos que mantém Grey’s Anatomy viva até hoje, porque uma série que você acompanha por nove temporadas, não é tão fácil assim de se abandonar afinal, temos muito apego àqueles personagens e ainda nos interessamos por eles. Mas ao mesmo tempo, ver algo que você já gostou tanto, se encontrando em um estado praticamente vegetativo em sua TV, também não é fácil para ninguém e por isso, acho que já passou da hora de aceitarmos que Grey’s Anatomy tem que morrer, não tem jeito e isso já não podem mais demorar tanto para acontecer.

 

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O que nós ainda gostamos na atual temporada de Grey’s Anatomy?

Fevereiro 22, 2013

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Quando a Ellen Pompeo sai para brincar com a sua filha super foufa, Stella. #TEMCOMONAOAMAR? Pena que isso eles não incluem na série. Fuén…

De resto, está ficando quase insuportável a ponto de fazer com que a gente desejasse que aquele avião tivesse caído no próprio Seatle Grace naquele final de temporada que foi o começo de tudo de pior que aconteceu com Greysa. Sabe uma série que você não consegue reconhecer mais? Então…

 

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Minha Virgem Santa do Lamé Dourado, já podemos declarar esse como o pior look do ano? Talvez da vida?

Fevereiro 4, 2013

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Primeiro de tudo: Adele, tu tá viva, mulher? #NAOFAZADEFUNTA (quem ainda assiste GreysA – pausa para um “humpf” –  sabe do que eu estou falando e quem não chegou nesse ponto ainda acaba de receber um spoiler. Sorry!)

E segundo: o que a além desse aplique pavoroso a Loretta Devine (nome de alguém a se respeitar na fila da buatchy decadente do centro) tem na cabeça de se enfiar em um outfit tão pavoroso e que evidentemente não foi feito para alguém com as suas proporções?

Ninguém aparecia com um look tão pavoroso desses desde que um dos meus colegas de classe na Faculdade de Moda (daqueles que sentava bem longe sabe?) usou algo parecido nele mesmo para a apresentação da sua versão ópera para “Sonhos de Uma Noite de Verão” de Shakespeare. Sério. Mas sério mesmo.

Acho que agora fiquei cego. MY EYES! MY EYES!

#NAOTABOMNAO

 

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

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Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

game of thrones season 2

Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

flynn

Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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Estaríamos observando de perto a morte de Grey’s Anatomy?

Outubro 2, 2012

Sorry (e digo isso sinceramente, em um mix de raiva e pena por tudo que está acontecendo), mas essa foi a sensação que eu tive ao assistir a premiere da Season 9 de Grey’s Anatomy (9×01 Going Going Gone), que nos trouxe como proposta para o início da sua nova temporada exatamente isso, a observação da morte, onde passamos esse primeiro episódio acompanhando os últimos momentos de vida de Mark Sloan e que para mim, acabou servindo como uma espécie de metáfora para o que eu vejo que está acontecendo hoje na série.

Hoje não, porque essa sensação veio diretamente daquele final pavoroso da Season 8, que eu não gosto nem de lembrar. Desde então, senti que a série conseguiu fazer o que parecia ainda estar distante da sua história atual, que era o fato de conseguir se perder de vez. E depois de um acidente como aquele, não havia a menor possibilidade da série continuar como estava e tudo precisava mudar, infelizmente. (porque até antes disso, estava tudo bem bom)

Assim mudamos e essa mudança não foi para melhor, onde o cenário que nos foi apresentado durante esse primeiro episódio da nova temporada só me fez sentir pena e não a respeito do que era a sua proposta. Pena não de um médico moribundo vivendo seus últimos momentos de vida, mas sim por ver uma série se afundar em um tipo de drama que ela não precisava estar enfrentando a essa altura, não depois de uma temporada tão bacana como havia sido a anterior até o seu finale, que conseguiu praticamente anular tudo de bom que a série havia feito durante a Season 8.

Entendam, eu gosto de Grey’s Anatomy e sempre gostei (já disse isso até e não vou ficar me justificando). Comecei a assistir a série durante sua Season 3, mas logo me vi apegado aos personagens e fui procurar recuperar o tempo perdido com as outras duas temporadas anteriores. Nesses anos todos, nossa relação sempre foi ótima, apesar de nem sempre ter sido muito feliz, mas assim são as relações de quase todo mundo, cheias de altos e baixos. Mas realmente aquele final da Season 8 me deixou descrente de que algo de bom poderia vir de uma história como aquela e a partir disso eu só conseguia temer o que viria pela frente, sem conseguir enxergar nada de positivo vindo disso tudo. Algo que se confirmou com a premiere da semana passada, infelizmente.

Primeiro que Meredith está longe de poder ser considerada a nova Medusa, apelido carinhoso que ela acabou ganhando dos novos internos, que como nós bem sabemos, entraram na série para morrer em algum plot trágico dentro da temporada, onde muito provavelmente apenas um deles conseguirá sobreviver até o final, para se tornar a nova Kepner (nem me fale desse nome…). Mas voltando a Medusa, Meredith estava muito mais para uma vítima da Medusa do que qualquer outra coisa, porque ela parecia mais fria e distante, praticamente esculpida em pedra do que malvada e impiedosa para justificar tamanho medo dos novos internos em relação ao personagem. Digamos que se Meredith malvada é daquele jeito, ela nunca deve ter assistido “Mean Girls” ou qualquer coisa do tipo na vida. Poir isso podemos afirmar que Meredith é totalmente café com leite em termos de vilanice.

Dra Bailey sim, essa estava perfeita para o seu novo apelido, BCB (Booty Call Bailey), que é só o que ela faz agora na série e isso nem é de hoje. Já faz algum tempo que a Shonda deixou de gostar da Bailey e desde então a personagem veio ganhando uma aura tola de alívio cômico que agora beira o insuportável. O que foi ela tocando no assunto do tal novo apelido, quando todo mundo estava observando alguém morrer (alguém que importava para todos eles) a qualquer instante? Super apropriada, só que ao contrário, over e totalmente sem graça.

Yang se mudou, agora atende em outro hospital, de onde ela parece estar visivelmente arrependida de ter aceito a vaga. OK. E não sei se foi eu que não entendi, mas ao que tudo indicava através de suas conversas com a Meredith via tablet (sim, agora eles são modernos e conversam por vídeo em seus gadgets patrocinados), ela andava adiando um visita a Seattle, muito provavelmente por medo de voar devido ao trauma que os sobreviventes do desastre aéreo deveriam estar enfrentando atualmente, o que até então me parecia ser bem coerente. Mas como é que ela foi parar lá em primeiro lugar? Foi de trem, lotação, andando de joelhos para pagar uma promessa?

Apesar do episódio ter tido alguma emoção por conta da situação do Mark, que estava em coma, enfrentando seus últimos momentos para tentar voltar a vida (30 dias pós o tal acidente), achei um pouco “descabido” toda aquela situação para a despedida do personagem, que sendo extremamente sincero, nunca foi dos mais importantes dentro da série e nunca teve um plot dramático digno, a não ser durante a sua despedida com a Lexie (sorry, mas pensem bem na trajetória do personagem até aqui antes de reclamar de qualquer coisa) e por isso, talvez toda a emoção que se esperava alcançar com um episódio como esse, cheio de videos do passado com momentos dele interagindo na história dos demais (ZzZZZ), todo esse nível de emoção não conseguiu ser alcançada pelo fato do personagem sempre ter tido pouca relevância durante todos esses anos dentro da série. Sei que pode parecer coisa de gente sem coração, mas no meu caso, essa emoção teria sido alcançada facilmente se naquela cama de hospital estivesse a Bailey, o Karev e até mesmo o chato do Derek, por exemplo.

Até que chegamos ao momento que para mim foi a gota d’água do episódio, esse dividido em duas partes, com a volta de duas personagens que a gente estava torcendo para que uma delas tivesse sumido da face da terra, ou que houvesse um plot de viagens no tempo dentro da série (já que agora tudo parece possível em Greysa) e nele a personagem tivesse ganhado uma passagem de última hora para o voo da sua morte e a outra, que tivesse sido enterrada na floresta de Lost sem o direito de ter o Vincent vigiando o seu corpo e tudo isso exatamente nessa ordem, seguido de uma sequência de cinco minutos de aplausos vibrantes. Juro que eu quase não consegui me conter de tanta raiva quando o Hunt foi buscar a Kepner naquela fazenda no fim do mundo ao final do episódio e torci para que ele acabasse trazendo o porco e não a ex médica que ele mesmo havia demitido lindamente no passado. Sério, que alguém ainda aguenta aquela mulher dentro do hospital? Com quem é que ela está saindo? E qual é o problema do Owen com porcos? Ele só come comida kosher, é isso?

O mesmo aconteceu quando Callie depois de ter passado o episódio inteiro sendo tratada como viúva da forma mais cara de pau possível, chegou em casa e vimos que Arizona não havia sido excluída do mapa americano ainda, ao contrário do que tudo indicava até então e com o detalhe de que agora ela teve sua perna amputada pela própria esposa. Sim, eu não estou exagerando meu caro leitor, eu disse mesmo amputada e disse também pela própria esposa, nessa ordem, com close no corte feito no truque e tudo mais. Sério. E Callie sensível como nunca, gritando para ela levantar da cama? Dafuck? Nesse momento eu finalmente cheguei a conclusão: perdemos Grey’s Anatomy.

Não que esse detalhe não tenha acarretado uma carga dramática para a série, mas precisava mesmo? Como se o acidente já não tivesse sido lame o suficiente, como se eles todos já não estivessem reagindo muito bem para quem ficou dias na selva (1 semana se eu não me engano, sem ajuda, com uma irmã morta ali no canto, ferimentos sérios em quase todos eles e um único fósforo), isso tudo sem um revisita a aquele cenário (que eu aposto que ainda vai acontecer em flashs ou em um episódio qualquer dedicado as vítimas da parte traseira do avião… rs), ainda precisamos ter que lidar com esse tipo de drama barato daqui para frente?

Sinceramente? Achei que Shonda escolheu dar atenção para o drama errado e para os personagens errados daqui para frente. Se todo mundo tivesse ficado traumatizado pela queda, com diferentes níveis de depressão ou trauma, alguns não quisessem nem saber de voltar ao trabalho, outros pensando que poderiam ter sido eles naquele acidente (Karev), alguns voando como se não houvesse amanhã, tentando cair de avião novamente na ilha (rs), talvez por um caminho mais ou menos como esse (ou qualquer outro, porque Shonda é muito bem paga para escrever muito melhor do que qualquer uma das minhas ideias), a gente até conseguísse encarar esse retorno da série com mais dignidade apesar de tudo, mas da forma como ele aconteceu, realmente não dá.

Talvez também essa fosse a hora  perfeita de reconhecer que errou, que perdeu o limite e se Shonda tivesse dito nessa premiere que tudo não passou de um sonho, eu juro que não teria acha ruim. Disse inclusive isso para ela no Twitter, rs.

Honestamente, apesar de todo o clima do episódio, eu só consegui me emocionar verdadeiramente em dois momentos, com o Chief narrando o procedimento enquanto desligava os aparelhos, lembrando a Callie e o Derek que naquele momento, eles estavam ali como pessoas comuns e não médicos (suck it Callie!) e com o Avery (personagem por quem eu nunca me importei muito, pasmem!) se despedindo do Mark de forma muito mais adequada do que qualquer um deles que passaram muito mais tempo ao seu lado ao longo dos anos.

E realmente a minha sensação durante toda essa premiere de Grey’s Anatomy foi a de que nós enquanto audiência estávamos naquele momento fazendo as vezes dos médicos durante o episódio, observando algo que nós gostamos tanto um dia, ir perdendo totalmente a sua força e morrendo ao poucos. E ver uma série como Grey’s Anatomy morrer assim é extremamente triste porém, a essa altura, já me parece ser inevitável.

 

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“Tudo não passou de um sonho”

Agosto 24, 2012

Frase que seria a melhor forma de começar a Season 9 de Grey’s Anatomy (que foi exatamente o que eu falei “pessoalmente” para a Shondra no Twitter, rs), que retorna dia 27/09.

Eu acharia corajoso assumir o erro que foi aquele final da Season 8. (não gosto nem de lembrar, ainda mais com uma temporada tão boa como estava aquela)

Ou acordamos em Lost, para que sua Season 6 inteira seja reescrita. Esse que é o meu sonho televisivo. (poderiam recomeçar desde a Season 5 na verdade)

Ansiosos? Eu perdi a vontade… mas vou ver com atraso, em sinal de protesto, claro. (rs)

 

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Ainda não sei como reagir a sua proposta de season finale, Shonda…

Maio 14, 2012

Fico pensando se com uma temporada tão sensacional como estava sendo essa Season 8 de Grey’s Anatomy até agora, se eles realmente precisavam de um acidente como esse para a season finale?

Confesso que achei meio descabido a princípio e logo ao final do ep, eu já torcia o meu nariz… (acho a proposta em si muito exagerada demais)

Mas convenhamos que esses médicos do Seatle Grace não são as pessoas de maior sorte nesse mundo neam?

Logo, colocar vários deles no mesmo voo, já poderia ser considerado como um grande risco, rs (eu é que não viajaria com a Grey do meu lado, que essa mulher só atrai coisa ruim neam? Xocotô!)

Pior é que aquele final do episódio dessa semana (8×23 Migration), teria sido tão perfeito! Super simbólico, com o Hunt apagando os nomees do Karev, da Grey e do Karev do quadro de quem provavelmente estaria deixando o hospital. Até esse momento, eu estava adorando…

ps: e é inevitável ver esse acidente e não lembrar de Lost, uma série que não me traz muitas boas lembranças…

ps2: já vou avisando que eu não aceito a morte da Lexie. Mark ou Arizona eu não ligo, sinceramente e uma pena o Avery não estar nesse voo também, rs. Mas se fosse apostar em alguém, apostaria na cabeça da Arizona, que não deixou o Karev viajar e isso já pode ter sido um sinal. Tem sempre aquele que troca de lugar bem na véspera de um acidente neam? Clássico.

Renovou! Grey’s Anatomy + Parenthood + Once Upon a Time + Modern Family + 30 Rock e preparem-se: COMMUNITY!

Maio 12, 2012

Sim! Todas renovadíssimas. Yei! Mas contenham-se…

Algumas sem nenhum surpresa, como Grey’s, Once Upon a Time e Modern Family (que eu assisto), todas renovadas pela ABC juntamente com Revenge, The Middle, Suburgatory e Castle. (que eu não assisto)

Nesse caso, a novidade é que o canal não só renovou Grey’s Anatomy para a sua Season 9, como acabou renovando também os contratos da Ellen Pompeo, Patrick Dempsey, Sandra Oh (♥), Justin Chambers, James Pickens, Jr. e Chandra Wilson para mais dois anos. Ou seja, se tudo der certo durante a próxima temporada, já podemos nos animar em relação ao uma possível Season 10. Será? Todas torcem!

Já na NBC, apesar das boas notícias, tudo foi reduzido. Parenthood apesar de renovada para uma Season 4, teve apenas 15 episódios encomendados, o que eu até considero um bom número para a série (que sempre foi menor mesmo)

E o mesmo aconteceu para Community, que ganhou a nossa desejada renovação para a Season  4, mais do que merecidamente, porém também com um número reduzido de 13 episódios. O que também aconteceu com 30 Rock, só que essa com um peso a mais na tristeza, porque foi renovada para a sua sétima e última temporada. Humpf!

Ansiosos para mais renovações? Pois preparem-se, porque até o começo da próxima semana, teremos a lista completa da maioria dos canais americanos. #TENSO

Trair e flertar, é só começar (pelo menos segundo Grey’s Anatomy)

Abril 15, 2012

Tem mais ou menos umas duas semanas, que o assunto em Grey’s Anatomy foi o ato de flertar (8×17 One Step Too Far), que segundo eles, nós realizamos diariamente, de uma forma ou de outra, pautando esse ato com uma característica do ser humano.

Na época, o assunto me incomodou bastante, por vários motivos que eu considerei meio assim. Cheguei até a escrever algo a respeito, mas que obviamente eu esqueci de publicar. Mas aqui está o meu pensamento perdido a respeito do assunto naquele momento:

Flertar ou não flertar?

O episódio dessa semana em Grey’s Anatomy me levou a pensar seriamente sobre o assunto: flertar ou não flertar?

Passamos a vida tentando nos relacionar uns com os outros, tentando ser profissionais, nos tornarmos pessoas bacanas e quem sabe um dia, ser alguém legal para outro alguém.

Em nosso dia a dia, acabamos nos deparando em algumas situações onde flertamos descaradamente, ou recebemos algo do tipo, fato. Flerte, simpatia,  gentileza, tudo facilmente confundível, até que você se permita dar o passado adiante, que é o que diferencia o flerte das demais opções,  o que pode ser um grande perigo dependendo da sua atual situação.

Sempre me senti estranho quando o assunto se torna realidade no trabalho, por exemplo, onde nunca sei com reagir. Na verdade, sei bem como reagir e no lá no fundo, acabo sempre decepcionado quando um elogio ou uma gentileza vem acompanhado de segundas, terceiras ou quartas intenções.

Mas vejam bem, como qualquer outra pessoa, é claro que gosto de ser admirado, mas com a intenção mais honesta possível, mesmo que seja para algo que dure menos do que o tempo que eu utilizo para me arrumar antes de sair de casa para um encontro por exemplo, rs.

Eu sei que pode parecer meio ridículo, além de entregar claramente a minha dificuldade em me relacionar, entregando o porque do meu atual status (rs), mas sempre acabo perdendo o interesse quase que totalmente quando alguém escolhe se aproximar dessa forma, ainda mais quando envolve qualquer assunto ligado ao lado profissional. (sejamos honestos e reconheçamos que de vez em quando, a oferta pode ser irresistível, por isso meu lema é: mantenha o fundamento, mas nunca deixe de ser inteligente e avalie muito bem as oportunidades, porque elas podem nunca mais aparecer! rs)

A gente sabe que é uma tática comum, que as pessoas não precisam ser super criativas o tempo todo  e se utilizam dessa opção comum para facilitar as coisas em uma tentativa qualquer de aproximação, agindo quase que por extinto (o que justifica Grey’s afirmar que essa é uma característica do ser humano), repetindo exemplos que elas viram da certo por ai. Mas seria bacana se isso tudo não envolvesse elogios vazios e sentimentos disfarçados. Estou errado?

É bem possível que sim, mas enquanto eu trabalho esse meu own issue, sigo pensando que esse flerte do dia a dia poderia ser bem mais prático. Está interessado? Diga, sem rodeios, ou muletas. E elogie quanto tiver que elogiar, principalmente quando a sua intenção for no mínimo honesta.

Existem pessoas que não precisam desse tipo de elogio para se animar. Talvez eu seja uma delas, rs.

E o que na série começou como um flerte nesse episódio, terminou com a declaração do Owen de que ele havia traido a Cristina e com a discussão sobre o assunto no episódio dessa semana (8×19 Support System).

Logo ele, um homem tão sério, que sempre se mostrou apaixonado e que já segurou várias ao lado dela, um personagem que pelos menos nos dava alguma esperança. Humpf! (leia-se homem como qualquer outro gênero, e esse texto aplica-se a toda e qualquer tipo de relação amorosa)

Tudo bem que ele usou a velha justificativa do casal estar em crise, de que foi apenas sexo e blah blah blah. Depois tivemos a Cristina jogando o cereal na cara dele (Go Girl!), mais tarde sem conseguir sair da cama, chorando pelos cantos na tentativa de entender o que aconteceu com eles para que a relação chegasse a essa ponto. E logo ela, uma mulher tão profissional, dura com os seus próprios sentimentos, se entregando daquela forma a um assunto do coração. Parece mesmo que Cristina falhou na tentativa de construir um novo coração… (uma metáfora lindíssima que eles utilizaram no episódio anterior a esse)

Talvez, para uma mente brilhante para a medicina como a de Yang, ela tenha chegado a conclusão dos fatos um tanto quanto tarde demais, porque estava meio que na cara o porque do Owen ter feito tudo aquilo e essa é uma resposta para uma teoria que pode servir para todo mundo: quem traí e conta, só quer magoar. Não existe outra opção. Ou melhor, até existe, mas os cenários não são dos melhores…

Se o seu boy magia te traiu mas quer terminar, ele te conta, na tentativa de magoá-la o suficiente para quem sabe assim vc assinar a sua carta de liberdade, que ele não teve coragem de exigir por ele mesmo. E nesse cenário, ele ganha o status na nossa lista de “boy magia negra nebulosa”, um tipo que não vale a pena, por isso, deixe ele ir…

Há também a opção de que ele te traiu e está se sentindo super culpado (tadinho my ass) e quer continuar com vc, mas precisa se sentir melhor com ele mesmo te contando sobre o que vez, só para se sentir menos culpado e em paz com a sua consciência de bom homem honesto. E nesse outro cenário, ele ganha em nossa lista o status de “boy magia negra nebulosa do tipo covarde”, o que pode ser pior ainda e muito provavelmente também não valha a pena insistir, ainda que a honestidade seja um valor nobre que nós ainda valorizamos muito.

Aprenda a lidar com a culpa, seu covarde! Traiu mas quer continuar? Bico calado. Ca-la-do. É sempre a melhor opção. Porque magoar alguém que vc tenha qualquer intenção de seguir adiante? Para se sentir menos culpado? Para tentar ser honesto pelo menos uma vez, já que antes vc não foi capaz? Zzzz

Nesse caso, a honestidade de “dizer a verdade” realmente só vai servir para que a outra pessoa chegue exatamente a conclusão que a Yang finalmente chegou ao final do episódio, de que o Owen só queria magoá-la, o que pode ser muito pior do que apenas uma simples traição.

Sendo assim, o meu conselho é que se vc traiu mas reconheceu o erro e pretende manter o seu relacionamento, seja desonesto (infelizmente, esse parece ser o melhor caminho nesse hipótese)! Algo que para vc pode não ser tão difícil assim para vc, segundo os seu histórico recente.

E reze, para aquela que vc nem se lembra mais o nome, não resolver aparecer do meio do nada, quando vc achar que a sua vida já está resolvida. E viva com a culpa da sua own burrada. WOO!


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