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Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

prince-harry-

Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

LOOKING

Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

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Será que ainda dá tempo?

Dezembro 25, 2013

#XMAS

Claro, sempre dá tempo. Feliz Natal!

#SMACKS

#AMOFILTROSEEFEITOSCAFONASNONATAL

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A (minha) culpa moderna

Novembro 19, 2013

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Quatro anos atrás nos conhecemos. Começamos a conversar aos poucos, ainda timidamente. Passamos a nos encontrar o tempo todo, cada vez com mais frequência e logo nos apaixonamos.

No começo, a gente fazia questão de se ver o tempo todo (e o universo conspirava a favor), não conseguia ficar longe um do outro por muito tempo, como qualquer tipo de relação clichê que estamos acostumados a encontrar por aí no cinema, ou na TV, embora eu me recuse a acreditar que vivemos uma comédia romântica. Aceito a categoria “dramédia”.

Aos poucos, nossa relação foi crescendo cada vez mais, atraindo cada vez mais as atenções, de pessoas que pareciam torcer para que a nossa história desse certo e ou tivesse algum futuro.

Pessoas que consideramos próximos de certa forma, principalmente para aqueles que se tornaram mais recorrentes e que insistiram em voltar, os quais (agradecemos!), passamos a reconhecer pelo avatar que ficou gravado em nossa memória fotográfica a cada visita (sim, eu decoro o avatar de vocês. Me aceitem e me respeitem) e assim, passamos a ter uma espécie de grupo de amigos, uma torcida, ou simplesmente algumas pessoas mais parecidas com a gente e todas reunidas em um mesmo lugar. É, formamos o nosso own book club da Oprah, sem livros, mas ainda assim, formamos. (essa sempre foi a minha meta de vida! Uma delas…)

Conversamos, descobrimos novas coisas, séries, filmes, músicas… magias (Höy!). Tanta coisa nova, algumas nem tanto assim mas sempre com fundamento. Tantos motivos para nos apaixonarmos novamente… ai ai, #TEMCOMONAOAMAR?

Reclamamos, pensamos por nós mesmos e deixamos bem claro a nossa opinião, mesmo quando ela não soava tão clara assim. Mas essencialmente e especialmente, nos divertimos muito e gastamos algumas risadas. E mesmo que sozinhos, em nossas casas, nos sentimos juntos, por algum motivo.

Logo alcançamos marcas inimagináveis (aquele do 1 milhão, lembra?) e começamos assim a incluir cada vez mais gente no nosso ciclo de amigos desconhecidos. Dividimos o que a gente adoraria poder comprar, quem a gente adoraria poder pegar (uma lista interminável, eu sei…), o que a gente gostaria de usar e algumas outras coisas de forma bem particular, que não sentimos vergonha em compartilhar. Não por aqui, sem culpa.

Mas o tempo foi passando e como todo mundo sabe que com grandes poderes adquirimos também grandes responsabilidades, a vida mudou, tudo ficou diferente do dia para a noite e nossos encontros deixaram de ser tão frequentes assim. Passamos a nos encontrar pouco, cada vez menos. Diminuímos nossa watchlist consideravelmente, não só pela falta de tempo, mas também pela falta de coisa boa de verdade na TV (e para ajudar, algumas de nossas séries preferidas morreram essa ano e ainda precisamos falar sobre isso em algum momento. R.I.P). Fomos menos ao cinema, não enfrentamos quase nenhuma maratona, não fomos ao show daquele que inspirou o próprio nome desse blog (falando por mim mesmo, até agora não acredito nisso. E não acredito que nessa, acabei perdendo o show do Travis também. Humpf!) e mentimos um para o outro dizendo que ficaríamos ausentes apenas por um tempo, quando na verdade, na prática e bem lá no fundo, a gente já podia sentir a sensação de que esse tempo poderia ser um pouco maior do que foi de verdade. (sorry!)

Ainda assim, mesmo que distantes e sem nos encontrarmos a todo instante, continuamos nos identificando, nos reconhecendo quando encontramos algo que sentíamos a necessidade de compartilhar um com  o outro, mesmo que o tempo e ou a falta de, ainda continuasse nos separando.  Enquanto isso seguimos em frente, tentando equilibrar todas as coisas que a gente gosta de fazer na vida e quase nunca consegue fazer ao mesmo tempo. Aceitamos novos desafios, pedimos boas vibrações quando nos sentimos com a corda no pescoço (e deu tudo certo, então, para quem torceu a favor, THNKS!) e mesmo de longe, sem ter notícias um do outro, continuamos voltando através da magia de um toque no F5.

Até esse ponto, esse post até poderia parecer uma triste despedida (para alguns, me incluindo), mas quem tem coragem de desistir de uma coisa que se tornou algo tão bom que facilmente se transformou em um vício diário?

E daí que o diário já não é mais a nossa realidade? Quem se importa se já não temos mais tempo para nos encontrar a todo momento?

O importante é que continuamos aqui, juntos, mesmo que agora com outra frequência, o que não significa que temos menos assunto para falar, porque isso todo mundo a essa altura já sabe que é o que não nos falta.

Por isso voltamos e estamos juntos novamente, ainda em fase de adaptação à nossa nova relação, que pode até parecer outra, agora envelhecida e com responsabilidades mais adultas (e por isso a tão falada falta de tempo), mas o importante é que continuamos aqui e isso deve ter um motivo, nem que seja só para a gente se encontrar e ainda se reconhecer e conseguir dar boas risadas com o que o outro tem para falar. Sendo assim, estamos conversados e espero que a gente tenha se acertado de uma vez por todas. Não quero passar mais tanto tempo longe, sério.

Ass (hole): Essy, cheio de culpa moderna.

 

ps: sim, achei que a melhor forma de voltar depois de um longo período (o maior deles por aqui desde então) separados, seria uma declaração de amor (tinha como alternativa um rap, se eu soubesse fazer um rap), que se não foi evidente, tenham a certeza de que foi a intenção. E sim, estou de volta. HURRAY!

ps2: talvez eu já tenha usado “Last Goodbye” do The Kills em algum outro momento de pedido de desculpas ou qualquer coisa parecida (será que me confundi com a vida real, agora? #DUVIDA), mas achei que poderia repetir a fórmula dessa vez. Gosto de pensar que ela é pra mim como “Don’t You Forget About Me” foi para o John Hughes, rs

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Vaycay

Outubro 21, 2013

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Porque todo herói de verdade precisa de uma pausa, nem que seja apenas para lavar a roupa suja, descansar um pouco e ou colocar a vida (que incluí o seu own blog) em dia.

Mas são só 2 semanas, igual a 15 dias, que eu prometo que não vão ter a mesma sensação de abandono que as últimas semanas (talvez meses) por aqui e durante esse tempo, vou aproveitar para pagar algumas dívidas de coisas que ainda não comentamos (Vicious, Hannibal, Orphan Black, Dates, Arrested Development, Before Midnight, as temporadas finais de Skins e Breaking Bad e talvez até Orange Is The New Black, se eu finalmente conseguir chegar até o final da série ), mesmo com o ano quase acabando e a fall season nos jogando no buraco negro do desespero de tentar colocar a watchlist em dia de uma vez por todas. (estou com tudo atrasado. Sério.)

Por isso, continuem voltando que teremos coisas novas por aqui até eu voltar de vez (nesse período, mesmo sendo um herói, eu continuo precisando de um pouquinho significando bastante sorte, portanto, toda energia boa será bem vinda) e conseguir colocar essa bagunça toda aqui em dia novamente.

Me esperem, tá? #PLIM

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4!

Agosto 8, 2013

#4

Quatro anos, vários assuntos, muitas risadas, inúmeras conversas soltas com alguns de vocês que eu já reconheço o ícone por aqui e me sinto intimo de vez em quando (rs), pouco tempo para falar sobre qualquer coisa atualmente (eu sei, me desculpem!) e mesmo assim, vocês ainda continuam me aguentando. Isso só pode significar alguma coisa… (♥)

Obrigado!

#4

 

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Treze

Janeiro 7, 2013

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13. Que esse seja um número de sorte para todo mundo. (♥)

E que comecem os trabalhos. Höy!

#BACKTOBUSINESS

 

ps: obrigado por não terem me abandonado durante todos esses dias. E SIM, estamos de volta!

ps2: mas que saudade hein? (abraço de “vem cá me dá um abraço”, rs)

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

Fassy Gosling

Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

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Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

Edward-Scissorhands-Funko-Pop-Movies-01

Disney-Funko-Pop

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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#GUILT (♥)

Dezembro 21, 2012

#GUILT

A reta final de Fringe continua bem sensacional e como se isso não fosse o suficiente, na semana passada ganhamos mais um episódio especialíssimo (5×09 Black Blotter), outro daqueles onde embarcamos na mente do Walter em suas viagens a base de ácido. Mais um daqueles episódios bem especiais da série e que além de fora do comum, acabam sendo sempre bem bacanas e funcionam muito bem com um “experimento”.

E mesmo em uma temporada final, com um número reduzido de episódios e onde não há mais muito tempo para brincadeira, encontramos um episódio mais do que especial como esse que ao seu decorrer, acabou se revelando praticamente como uma instalação de arte, com uma série de elementos absurdos e muito, mas muito especiais para todos os fãs de Fringe e acima de tudo, desse personagem que hoje é sem dúvidas um dos melhores da TV (pouco reconhecido até),  Walter Bishop. (♥)

Trilha sonora perfeita, fadas, projeções de momentos importantíssimos da vida do Walter e uma animação que quando apareceu, me fez sorrir de mamilo a mamilo de tanto que ela foi maravileeeandra. Detalhe, nela ainda ganhamos a participação mais do que especial de uma personagem que nós sempre AMAMOS na série, a saudosa vaca Gene, que serviu de meio de transporte para o Walter na floresta, enquanto ele tinha a tarefa de conseguir se lembrar da senha necessária para “salvar o mundo”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não sou do tipo que anota os glyphs codes da série, mas dessa vez, por algum motivo, acabei me atentando mais ao detalhe, sempre tão especial também para cada episódio. Claro que como toda pessoa muito distraída (ainda mais em um episódio como esse, cheio de elementos visuais), acabei pulando uma letra (U) e no final acabei me esquecendo completamente da tarefa, ainda em estado de êxtase pela extraordinária viagem que acabou sendo aquele momento. Até que, nos minutos finais desse episódio primoroso, encontramos qual palavra?

Resposta: GUILT (#CATAPLOFT)

Sério, na hora eu dei um pulo da minha cadeira e fiquei super emocionado e por todos os motivos possíveis. E mesmo sabendo que a palavra não apareceu por acaso (porque se tem alguém que é movido pela culpa, esse alguém é o Walter) e tão pouco foi uma homenagem direta a esse blog, acabei comprando a ideia e como fã da série, aceitei SIM esse episódio como uma homenagem de Fringe para o Guilt. Lidem com isso… rs

Claro que falaremos muito mais sobre essa jornada que vem sendo a reta final da série assim que ela se encerrar, mas por enquanto, a minha intenção só foi mesmo a de me gabar sobre o fato de termos ganhado um episódio tão especial em nossa homenagem afinal, Fringe não sempre foi entre várias outras coisas, uma série sobre padrões? (♥)

#GUILT

 

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Zilhões de bilhões

Dezembro 17, 2012

#DOORBELL

Quem diria que acabaríamos ganhando tantas visitas assim, hein?

Sinto como se cada view aqui no Guilt fosse um toque na minha own campainha para uma visita amiga (a maioria delas são) e agora já posso dizer que ela anda tocando bastante, rs

THNKS! (♥)

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<3

Agosto 8, 2012

Três anos. Fico imaginando quantas palavras eu já não escrevi/falei por aqui durante todo esse tempo. (aliás, adoraria que existisse um contador para isso)

Season 3. Muitos posts (contando com esse, 6867), muitos plots, muita risada. É, nos divertimos bem por aqui, não?

Quantas impressões de filmes nós já dividimos durante todo esse tempo? A maioria deles conseguiu nos emocionar o suficiente a ponto da sentirmos vontade de dividir esse sentimento um com o outro. Outros nos decepcionaram e com isso acabamos ficando cada vez melhores no mimimi da reclamação.

E quantas séries acumulamos ao nosso vício? Algumas delas desistimos no meio do caminho, não porque somos do tipo que desiste fácil e sim porque fomos ficando cada vez mais exigentes. Outras nos apaixonamos com um certo atraso, eu reconheço com uma certa vergonha, mas que bom pelo menos esse amor finalmente chegou, não? (nada como uma bela viagem dentro de uma caixa azul no tempo e espaço para recuperar o que perdemos, rs)

Esse é o Guilt, menos eufórico e mais preguiçoso, rs.  Mas sempre com muito fundamento, claro.

Já dissemos inúmeros #NAOTABOMNAO, quando realmente não estava nada bom, em momentos onde as escolhas deles acabaram ferindo os nossos próprios olhos. My eyes!

Ao mesmo tempo, ficamos animadíssimos quando elas acertam a mão e aparecem dispostas a deitar todas com um look melhor do que o outro, o que é coisa rara de se ver hoje em dia, seja no red carpet (que mais tem nos decepcionado do que qualquer outra coisa) ou no look do dia a dia, que de vez em quando ainda nos deixa na esperança por um mundo com muito mais fundamento. Mas nossas preferidas continuam lá, todas maravileeeandras!

Já ouvimos algumas buzinas de caminhão nesse meio tempo e já ouvimos também alguns “snaps” no ar durante esses três anos (o meosonho é conseguir fazer um desses bem de diva, mas exige muita coordenação, então…). Nunca na intenção de forçar aquele outing indesejado, que a gente acha #WÓ, mas todo mundo sabe que nós não resistimos a um tom jocoso, então, desculpa qualquer coisa!

É claro que em todo esse tempo de convivência, nós acabamos nos apaixonando também e magia para isso é o que não falta por aqui. Descobrimos o poder do feitiço sueco, ganhamos um representante máximo para a magia ruiva, observamos de longe a evolução da espécie de alguns deles que envelheceram dignamente, tatuamos um “Gosling Hotel” no lado esquerdo do peito esquerdo (rs) e para todos eles gritamos em uma só voz: Höy!

Sentimos vontade de comprar o mundo de coisas foufas e maravileeeandras que vimos por aqui, como se não houvesse amanhã. Nos contemos quando conseguimos, ou choramos quando a fatura do cartão chega e não tem freela certo para te salvar nessa hora. Hunpf!

Falando em foufurices, os pequenos também são parte fundamental desses três anos de existência do Guilt, afinal, ainda temos idade de criança e talvez por isso nos identificamos tanto com cada um deles. Todos foufos mil!

E fizemos tudo isso ouvindo muita música boa, com mixtapes que a essa altura todo mundo sabe que fazem parte de um plano maligno e declarado por um mundo com músicas melhores. Não sei vcs, mas eu sempre arrisco uma corêo/performance, toda vez que estou montando cada uma delas.

Já nos inspiramos no Look 4 Today, onde emprestamos um pouco daqueles que admiramo o fundamento e o olhar especial para a coisa, algo que acaba traduzindo exatamente o nosso mood para aquele dia.

Nesse meio tempo eu continuo sendo o mesmo nerd de sempre, cheio de manias, com um nível elevado de TOC, do tipo que fica super feliz quando a imagem do post anterior conversa perfeitamente com a do post seguinte, que fala um “confirmou” bem baixinho quando consegue perceber um padrão qualquer e irrelevante (para pessoas normais, rs) durante os posts do dia, tudo meio que no acaso, sem programação ou muita produção. Aquele que nunca foi o mais popular da escola e que hoje vem recebendo cada vez mais visitas, conversando com cada vez mais pessoas e está prestes a atingir um número bem considerável de views. Meh.

Mas sabe o que é melhor do que tudo isso? Saber que já estamos renovados graças a Cher, que a nossa Season 4 já começa logo em seguida e não precisamos nem aguardar a fall season chegar. Howcoolisthat?

Pensei em fazer várias coisas para a data de hoje e lógico que acabei esquecendo (classic Essy, mas guardo planos para um futuro próximo…) ou não tive tempo, por isso só o que eu consegui foi escrever esse post e fazer o poster acima (que abrindo a imagem, ele fica enorme e lindão!) como parte desse agradecimento. Portanto, nada mais honesto e sincero do que agradecer a todas as visitas de vcs (Guilters!) por todo esse tempo, que são aqueles que tornam tudo isso muito mais interessante e ainda não me deixam aqui falando sozinho.

Obrigado! (♥)

E continuamos assim, sendo um blog sem assunto preferido, sem ordem, sem descrição, mas totalmente pessoal, uma verdadeira bagunça louca, mas que no final dá tudo certo.

ps: já somos uma trilogia. Yei!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


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