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Já viram os novos bonecos Funko da série Hannibal?

Agosto 14, 2014

hannibal

E tem o Will (em 2 versões altamente desejáveis), tem o Hannibal, tem o Jack e tem o Stag Man Wendigo.

Quero todos!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

lupita-

… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

prince-harry-

Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

LOOKING

Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

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Hannibal Season 2, o outro trailer

Fevereiro 12, 2014

E por mais que nossos corações se dissolvam ao ver o Will com aquela máscara (Era ele sendo eletrocutado? Era apenas um sonho? Alguém me abraça?) , só consigo pensar em outra coisa a não ser o quanto da história eles já estão entregando nessa segunda temporada. Veremos…

 

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Hannibal Season 2, o trailer

Janeiro 27, 2014

Para quem já estava morrendo de saudade de toda a estranheza maravilinda de Hannibal, temos o trailer da aguardadíssima Season 2, que estreia dia 28/02 na America antiga.

Ele só me deixou um pouco sem esperanças quanto a mais uma temporada depois dessa, com tantas cartas importantes sendo gastas (e entregues) tão cedo, mas isso é trabalho para os roteiristas, então… #CONTINUAMOSTORCENDO

 

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Hannibal reloaded

Outubro 23, 2013

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Séries procedural ou policiais nunca foram meu forte e muito de vez em quando, uma ou outra acaba me atraindo, sempre por contar com um fator a mais do que o casinho da semana ou qualquer coisa do tipo. Foi assim com Fringe, que no começo, apesar de sempre ter sido vendida como Sci-Fi, parecia ser só aquilo mesmo em relação aos casos da semana, mas que no final das contas conseguiu nos apresentar uma trama muito mais complexa e maior do que tudo o que acompanhamos durante a primeira temporada e que para a surpresa de todos, mesmo com a série tendo deixado bastante de lado a sua alma procedural de ser, esses casos todos voltaram perto do final para nos perseguir e ajudar a esclarecer as coisas (de forma super coerente, o que foi ainda melhor). Isso sem contar os personagens, que sempre foram ótimos.

E algo muito parecido acabou acontecendo com Hannibal, apesar dessa se comportar muito mais assumidamente como uma série procedural do que qualquer outra coisa. Desde o seu piloto, já era possível perceber que estávamos lidando com um outro tipo de série do gênero, que conseguia fazer muito bem a junção entre o seu lado policial, com casos da semana cada vez mais elaborados, caprichadíssimos e com uma estética lindíssima, do tipo que já consegue te convencer apenas por esse diferencial, assim como o seu lado mais complexo e profundo de personagens que já eram conhecidos de uma maioria, nos apresentando de uma outra forma a personalidade e peculiaridades de cada um deles.

Além disso, a série já chegava com uma assinatura bacana, com o antigo dono de Pushing Daisies, outra referência visual sensacional, o senhor Bryan Fuller, que aproveitou todo o seu estilo super particular (algo próximo de um Wes Anderson) para nos entregar mais um trabalho esteticamente maravilhoso e que a essa altura já consegue imprimir toda a sua identidade esquisitona e ao mesmo tempo linda de se ver.

Do piloto até alguns episódios seguintes, é possível perceber que Will é o grande destaque da série, com sua inteligência e empatia predominando boa parte dos primeiros episódios, nos assombrando com seus pesadelos e refazendo os passos de trás para a frente dos casos da semana que mais parecem obras de arte de tão bem cuidados e muito bem executados que eles sempre são. E novamente é preciso dizer que o ator Hugh Dancy esteve maravilhosamente bem nesse papel, nos transmitindo todo o desconforto de carregar uma mente como aquela, capaz de fazer com que o personagem pense exatamente como os assassinos que ele precisa investigar. Em meio a inúmeros pesadelos que não são do tipo que te deixam assustado da forma mais fácil possível de se conseguir esse feito e ou em mergulhos profundos em sua mente completamente perturbada, ganhamos uma nova e excelente introdução ao personagem, que consegue nos convencer logo de cara que é um dos melhores personagens da TV atual.

Com isso, cheguei até a dizer que o personagem do Hannibal acabou sendo prejudicado de certa forma, pelo menos durante o começo da temporada, onde pouco ou nada havíamos visto do personagem em ação mesmo, colocando em prática sua patologia e na verdade, apenas havíamos começado a vê-lo como um grande manipulador em seu consultório muito bem decorado (lindíssimo por sinal) e ganhando de presente uma presa fácil como o Will para ser manipulada a seu favor. Isso até que começamos a ver o Hannibal Lecter em ação, que foi quando o personagem realmente acabou recuperando a sua força, encontrando o equilíbrio perfeito entre os dois lados dessa história e que era exatamente o que ainda estava faltando para que Hannibal pudesse ser declarada como uma das melhores novas séries do momento.

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Aos poucos fomos encontrando o personagem colocando em prática o seu lado negro, ou melhor, o seu lado sanguinário da força, com ele não medindo esforços para retirar do seu caminho qualquer um que conseguisse descobrir quem ele realmente era. E isso até que demorou bastante para acontecer, o que talvez tenha sido o grande erro da série durante essa Season 1, com o personagem sendo pintado a princípio apenas como um grande chef de cozinha, fazendo a sua audiência ficar com o estômago embrulhado só de ver a mesa posta para o jantar em sua casa. Pobres visitas, achando que comeram algo muito sofisticado… (e na verdade, todas as suas receitas são sim muito sofisticadas. Já os ingredientes… EW!)

E a medida em que o Will foi se aprofundando cada vez mais nesse universo de assassinos pavorosos, ganhamos o personagem se perdendo dentro dele mesmo, confuso, quase como se estivesse perdendo a sua própria identidade (que também já é bem exótica) de tanto que ele acaba absorvendo de cada um daqueles que ele investiga. Ainda mais ganhando o “auxílio” do Dr Lecter, que desde sempre enxergou no Will alguém com potencial para ser algo mais ou quem sabe até bem próximo de quem ele é. Pena esse “algo mais” ser algo nada positivo, rs. E é possível perceber que desde sempre, o Hannibal se identificou e muito com Will, exatamente por conseguir entender a mente confusa do seu paciente, além da empatia que ele acaba exercendo para o lado do mesmo também.

Apesar dos personagens famosos e já queridos de uma grande maioria e um elenco muito bem escolhido (o Dr Lecter por exemplo me dá até calafrios), Hannibal não seria metade do que é se não fosse pelo cuidado da série com a sua produção, que realmente impressiona por conta do estilo e do bom gosto sombrio que encontramos em cada um dos episódios dessa primeira temporada. Todos eles te convidam para um pesadelo que você não acharia tão ruim assim de se repetir, com cenas de crimes que chegam a impressionar por tamanha beleza e bom gosto, apesar do tema não ser dos mais convidativos ou comuns de se encontrar qualquer tipo de beleza. (para ser justo, vamos combinar que de certa forma, Dexter também já fez algo parecido – em uma escala bem menor inclusive na questão do estilo, claro – no passado)

Um estilo muito bem definido e que acaba sendo o grande diferencial de Hannibal para qualquer outra série policial do gênero, que certamente não conseguem chegar nem perto do estranho bom gosto que encontramos em todos os episódios da nova série da NBC (canal que se arriscou e muito bem nesse que não é o seu forte. Clap Clap Clap!). E esse tipo de cuidado não fica restrito apenas as cenas de crime dentro da série não e é possível perceber que tudo dentro daquele cenário foi muito bem pensado, desde os jantares para deixar qualquer um em Downton Abbey com inveja do serviço fornecido pelo próprio Lecter, até os figurinos do próprio, que tem aquele pé no cafonismo, mas que apesar dos excessos de materiais, texturas e tecidos, acabam passando como sóbrios e muito bem escolhidos, transformando a nova série em uma espécie de Pushing Daisies do mal, como se o sonho “estourado” e colorido que encontramos na série anterior do seu criador, agora tivesse se tornado um grande e lindo pesadelo.

Mas nenhuma série sobrevive apenas de referências visuais e ou bons personagens se não tiver uma boa história para contar e isso Hannibal também conseguiu nos demonstrar facilmente durante a sua Season 1. Além da complexidade da mente de ambos os protagonistas, tivemos excelentes plots de suspense em torno dos casos da semana, que também acabaram se tornando um atrativo a parte para a série, que sobrevive muito bem dentro desse universo também já tão batido das séries policiais que estamos acostumados a encontrar por aí a todo momento.

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Mas é inegável que a força da série está realmente concentrada entre o Will e o Hannibal, que fizeram uma excelente dobradinha ao longo da temporada. Só fica um pouco difícil entender como é que uma mente tão brilhante quanto a do Will, consegue permanecer tão clueless em relação ao seu psiquiatra (tá, ele já chegou a desconfiar de alguma coisa, mas sempre volta atrás por algum motivo, vai?), embora o personagem tenha ganhado seus momentos de desconfiança e tenha conseguido chegar a um passo da verdade sobre o seu médico. Mas nessa hora, acho que vale levar em consideração o lado profissional de Lecter, que deve conseguir brincar com a mente de qualquer um com certa facilidade.

E é preciso reconhecer também que ambos os atores estão excelentes dentro de cada um dos personagens principais, cada um a sua maneira. Hannibal está assustadoramente convincente, um homem frio, quase sem expressão, com uma dicção perfeita mesmo sem praticamente mexer as boca, com uma postura super elegante em meio a toda sua estranheza e um gosto sombrio para lá de duvidoso. Sério que ninguém acha muito estranho toda aquela frieza da sua sala de jantar? Já o Will do Hugh Dancy consegue ser exatamente o oposto, simples, como uma fragilidade enorme (AMO ele cuidando dos 367 cachorros abandonados que ele encontra) que acaba refletindo na sua personalidade mais reclusa, com sérias dificuldades para se relacionar com outras pessoas em todas as áreas, um personagem com quem qualquer um consegue sentir também uma forte empatia. Ou você vai me dizer que não ficou com o coração partido ao ver o Will sendo preso e já se encontrando em um estágio avançado de delírio?

Em meio a todos esses elementos que acabam complementando Hannibal e a diferenciando facilmente de qualquer outra série policial, encontramos uma nova opção excelente para a nossa agenda televisiva. O bacana também da série é que ela consegue ser muito bem resolvida, com os casos da semana tendo começo meio e fim, sem se tornar entediantes e mantendo de vez em quando alguns deles como assunto recorrente para o plot maior da temporada, fazendo perfeitamente a junção entre essas duas áreas da proposta da série. E com uma obra já tão conhecida e tendo um representante de peso no cinema, é de se espantar que Hannibal tenha conseguido se destacar de forma tão positiva, tanto pela nova introdução aos personagens que já conhecemos, quanto pelo novo olhar emprestado do Bryan Fuller, que realmente foi o que mais colaborou para que a série realmente nos chamasse a atenção e se destacasse completamente das demais do gênero, inclusive da sua versão cinematográfica.

Agora só nos resta esperar pela já confirmada Season 2 e torcer para que o seu criador consiga realizar o sonho (que na verdade foi quase que uma promessa) de ter o David Bowie como o tio do Lecter na nova temporada da série. Eu já estou na torcida faz tempo. #TEAMFULLERBOWIE

ps: recomendo que a série nunca seja assistida perto ou durante o jantar. O mesmo vale para tarde da noite, o que pode levá-los a confundir essa excelente trama com um pesadelo que de tão lindo e apesar de sombrio, a gente não se importaria de repetir, rs

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O novo Hannibal

Maio 3, 2013

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Sinceramente, eu não consigo imaginar uma outra forma para que Hannibal Lecter tivesse chegado a TV. Até consigo imaginá-lo chegando seguindo um fundamento meio preguiça como The Following, ou optando por uma linha mais Dexter, seguindo uma narrativa de acordo com a cabeça do personagem, nos fazendo pensar como o assassino da vez, até cair em um procedural bem convencional e muitas vezes monótono (antes de acabar de forma deprimente como a série do serial killer de Miami…). Mas honestamente eu não consigo me imaginar preso a Hannibal se não fosse exatamente pela forma que o Bryan Fuller escolheu para nos contar essa já conhecida história.

A começar pelo seu olhar, que é bem específico, sofisticado e dono de uma beleza e estética esquisita (linda por sinal), quase como se tudo fosse um belíssimo pesadelo. Kitsch de vez em quando, principalmente nos momentos em que embarcamos na mente do Will Graham por exemplo, que devido a toda a sua empatia com os demais, consegue pensar exatamente como o assassino (uma boa diferença do que estamos acostumados a ver em Dexter por exemplo), nos transportando automaticamente por meio de uma revisita ao cenário do crime até a mente do assassino em questão. O pêndulo cruza a tela, as imagens ganham um outro tratamento, tudo fica mais amarelado, quente (gosto muito quando ele caminha ao contrário nesses momentos), fazendo um contraste lindo com o universo mais frio e sombrio da série que prevalece em todo o resto, desde o dia a dia dos personagens até as cenas dos crimes (todas sensacionalmente sensacionais!), essas sempre em um tom azulado e com bem menos vida.

Quem conhece o trabalho do criador da nova série desde os tempos de Pushing Daisies (que eu morro de saudades e revejo de vez em quando um ou outro episódio em DVD), consegue entender perfeitamente o que eu quero dizer. Apesar de Hannibal seguir uma outra linha, bem menos saturada ou recheada de excessos (embora eles também apareçam dentro da série quase sempre) é possível facilmente reconhecer a assinatura do seu criador em meio a cada um dos detalhes que encontramos agora em Hannibal, que não são poucos (o figurino do próprio é um deles, que diga-se de passagem, também é bem sensacional) e são todos extremamente bem cuidados, além de lindos de serem vistos, resultando em uma estética bem particular para a nova série.

Boa parte do mérito de Hannibal inclusive deve ser dada a sua direção de arte, que é fora do comum e de vez em quando me faz lembrar muito algo que sempre chamou a atenção de todos em Sherlock, mas tudo pensado de uma outra forma, sem parecer cópia e com um nível de originalidade absurdo, apesar de qualquer semelhança. Todas as cenas de crime, do modo como as encontramos ou quando são reconstruídas pela mente do Will, todas elas são de uma beleza impossível de ser ignorada, uma beleza que ao mesmo tempo que distraí (aquele lugar cheio de chifres ou o corpo daquela mulher preso a um deles, aquela plantação de cogumelos, o assassino que transformava as vítimas em “anjos”), consegue também seguir exatamente o mesmo ritmo da história e talvez por isso tudo case tão bem dentro da série. (que conta também com uma edição bem bacana)

História que também é muito bem contada, com um mergulho profundo principalmente na cabeça do Will Graham (só dele, pelo menos por enquanto), que na verdade consegue pensar exatamente como o outro e por isso se torna brilhante naquilo que faz. Apesar de parecer um caminho fácil a ser percorrido (principalmente pensando como resolução, algo que eu cheguei a reclamar pelo que vi de The Following, só que de uma outra maneira), a todo momento eles fazem questão de mostrar o quanto o personagem se incomoda com tudo aquilo e o quanto ele sofre por ser daquela forma, ilustrando lindamente quem é o personagem hoje e quem ele poderia se tornar facilmente caso perdesse o controle.

Sem contar que o personagem acaba roubando a cena, aparecendo inclusive muito mais do que o próprio Hannibal (Mads Mikkelsen), que é o seu terapeuta e circula meio que por trás da produção que leva o seu nome. E esse é um mérito que é preciso ser dado ao Hugh Dancy (que nós AMAMOS faz tempo, Höy!), que sempre foi um excelente ator e que encontrou no papel do Will Graham a chance de fazer algo bem parecido com o que a sua esposa Claire Danes faz lindamente em Homeland, claro que de acordo com as devidas proporções. (mas eu realmente acho ele tão bom quanto e fico imaginando esse casal em casa, passando o texto. Algo que merecia ser gravado e virar uma série de TV, que mesmo sem existir nós já sabemos que seria bem melhor do que boa parte do que anda acontecendo na TV atualmente, rs #HELLYEAH)

Hannibal - Season 1

O piloto é basicamente divido em duas etapas de 20 minutos, a primeira onde somos apresentado ao Will e passamos a conhecê-lo e entender como funciona a sua mente esquisita e brilhante e na segunda metade, quando Hannibal finalmente é introduzido à história, que é quando ganhamos apenas algumas nuances do seu caráter, mas sempre de forma elegante, sem perder a compostura e até agora, exceto por um momento, ainda não vimos nada sobre o personagem em cena, agindo com suas próprias vítimas ou qualquer coisa do tipo (a não ser em termos de uma leve pressão psicológica) e isso eu confesso que faz falta, nem que fosse mostrado em pequenos flashes ou algo do tipo. De qualquer forma, todas as cenas dele cozinhando em casa e ou servindo alguém com um de seus pratos super elaborados, são todas ótimas e de revirar qualquer estômago gourmet.

Talvez esse inclusive seja o único ponto fraco da série até aqui, que devido ao total clima de procedural, com um novo assassino a cada semana e tudo mais, acha que é bem mais interessante cozinhar o personagem lentamente (respeitando a história original, claro) do que já ir entregando a sua cabeça em uma bandeja de prata (pensando em longevidade  é sim bem mais interessante. Agora, pensando em criar alguma empatia com o personagem, é preciso que isso apareça em algum momento também, além do mesmo figurar apenas como um manipulador por trás do divã). Apesar disso, do alto do quinto episódio, tudo ainda continua bastante interessante. Agora, até quando isso pode continuar interessante, isso já é uma outra questão, porque apesar de estar sempre por perto, a série não se trata exclusivamente do Hannibal ou da sua mente e a narrativa segue uma outra linha, com casos isolados que normalmente não tem muita ou nenhum relação com o famoso personagem, algo que com o tempo pode se tornar bastante cansativo (para quem gosta de procedural não) ou provavelmente acabe diminuindo o personagem aos poucos. (isso sem contar o carisma e magia do próprio Hugh Dancy como seu oponente…)

A não ser por esse (por enquanto ainda pequeno) detalhe, Hannibal é uma grande produção da NBC, que tem feito um trabalho excelente com a série (surpreendentemente) e por enquanto só tem do que se orgulhar, em todos os sentidos. Um elenco sensacional (que ainda tem o Laurence Fishburne, fazendo o que ele sabe fazer. Sorry Morpheus!), uma história conhecida de um personagem de sucesso (que eu tenho que confessar que quando criança, morria de medo e devido a esse trauma antigo, nem sou dos mais conhecedores sobre a sua mitologia), tudo isso obviamente tem colaborado e bastante para o sucesso de Hannibal na TV, mas a série não seria metade disso se não fosse pelo olhar do Bryan Fuller, que com toda a sua estranheza consegue deixar esse cenário ainda mais sedutor a atraente.

Até agora foram exibidos 5 episódios (sendo que pulamos um deles por conta do pavoroso atentado em Bonston) e ainda não se sabe sobre uma possível renovação da série (que andam dizendo ser difícil e eu não consigo entender o porque a não ser pelo custo de uma produção como essa…), que apesar de ainda ser bem cedo, já é possível torcer para que aconteça, se não por sua qualidade, pelo desejo já revelado do Bryan Fuller de trazer o David Bowie para uma participação na série, vivendo o tio do Hannibal caso ela seja renovada para uma Season 2. Imaginem só?

E olha que procedural nunca foi o meu forte, mas toda essa nova visão para essa história já conhecida (além do fator “encontro semanal com o Hugh Dancy”) tem me deixado bastante curioso e ansioso por seus novos episódios a cada semana.

Veremos…

 

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Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

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Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

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Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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