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The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano!

Dezembro 31, 2011

Nada é mais tradicional no universo das premiações do que o nosso The Modern Guilt Awards, na-da.

Esse ano em sua 3ª edição, a melhor premiação de todos os tempos vai contar com a apresentação do Ricky Gervais, porque o seu humor é o que mais se aproxima ao humor cretino e ácido do Guilt, por isso, nada melhor do que ele para ser o nosso hostess, não?

E como o The Modern Guilt Awards é uma premiação pouco democrática, recheada de favoritismos, coisas que nós sempre levamos pelo lado pessoal, além de ser completamente parcial,  preparem-se, porque esse ano nós estamos UNFIRAH!

Então prepare o seu tux (meninos e meninas), segure o seu cosmo e vamos mostrar de uma vez por todas para o Oscar, o Tonny, o Emmy, o Grammy e o Golden Globe, como é que se faz uma premiação sensacional.

 

Höy do ano> Ryan Gosling, o boy magia do momento

Já vamos abrir a premiação com o que importa, não é mesmo? Höy!

Depois de dois anos consecutivos da categoria seguir para o nosso representante máximo da magia sueca, chegou a hora de aceitar que temos um novo boy magia e 2011 foi o ano dele: Ryan Gosling. Höy!

O ator figurou inúmeros posts no Guilt durante esse ano, seja com suas caretas foufas e a pose que já ganhou oficialmente o seu nome, seja dando um beijeeenho invejável no diretor do seu filme em Cannes, apartando brigas em plena NY, figurando lindamente ao lado do seu George, ou no que realmente importa, que são as suas atuações deliciosas, como em “Drive”, “Blue Valentine” ou na surpreendente comédia romântica “Crazy, Stupid, Love” e até mesmo no filme que eu assisti tardiamente, “The Notebook”. Ryan conseguiu tomar o posto de boy magia do ano para ele mesmo, provando que é muito mais do que um simples “HÖY” em caixa alta e bold.  Realmente, não teve quem não se rendeu a magia do Ryan Gosling em 2011.

Mesmo tendo nos decepcionado de um certo tempo para cá com suas escolhas meio assim no amor, não tem como negar que foi dele o maior feitiço do Guilt no ano de 2011 e que ele foi quem nos deu mais motivos para gritar Höy durante esse ano todo.

Portanto, vamos lá leitores, todos juntos no 3…1, 2, 3 : Höy!

 

Maravileeeandra do ano> Michelle Williams

O cabelo curto bem curto mais lindo do ano. Sem contar que em 2011, ela usou os melhores looks de red carpet e realmente deixou a concorrência morrendo de inveja com todo o seu fundamento.

Maravileeeandra!

 

Maravileeeandro do ano> Rick Genest

E o zombie boy foi outro que roubou a cena surpreendentemente, fugindo completamente de qualquer esterótipo de beleza e provando que mesmo assim, sem ser nada óbvio, o seu fundamento é sim um dos mais lindos do momento.

Maravileeeandro!

 

Listen Up do ano> Adele, 21

A gente leva um pé na bunda e vai para o shopping gastar o que não deve no cartão de crédito, se joga na buatchy com as amigas ou escreve um post magoado no próprio blog cheio de mensagens subliminares (não que eu faça isso, tisc tisc). No entanto, quando a Adele passa pela mesma situação que é sempre meio assim para todo mundo, ela faz um álbum sensacional como o seu “21”, bem mais maduro do que o seu “19″, muito mais profundo e super magoado, que a gente cansou de ouvir durante 2011, faixa por faixa. Músicas que tocaram em tudo quanto é lugar, fizeram parte das nossas mixtapes do ano, tocaram nas nossas séries preferidas e até cometeram o crime inafiançável de colocar uma das melhores faixas do “21” em uma novela de horário nobre, algo que eu considero imperdoável!

E eu bem acho que parabenizar a Adele pelo seu álbum sensacional é algo que todo mundo já fez apenas ouvindo e amando o seu trabalho, mas o que a gente precisa mesmo fazer agora é agradecer o canalha responsável por toda a mágoa da nossa muse, que se não fosse ele e suas canalhices, talvez nós não tivéssemos tantas músicas deliciosas para nos acompanhar em 2011. Por isso: Thnk U Asshole!

Como o prêmio de álbum do ano é dela sem a menor dúvida, nada melhor do que aproveitar esse momento para o primeiro musical do nosso The Modern Guilt Awards 2011, com a minha versão preferida de “Someone Like You” direto da casa da própria Adele, de quem a gente adoraria se tornar íntimo de Oliveira, a ponto de tomarmos chá das cinco juntos nessa sala, dividindo todas as nossas desilusões no amor, que não são poucas, hein? rs

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Homeland

Tudo bem que eu decidi declarar empate nessa categoria, ou mais ou menos isso.

Realmente a Season 4 de Breaking Bad foi bem sensacional, com toda a série até agora. Continuo achando que o Aaron Paul reinou durante essa Season 4 com o seu Jess que todos nós amamos e não consigo entender como seu trabalho dessa vez não foi reconhecido em nenhuma premiação de séries de tv. E conseguir o feito de aparecer mais que o Bryan Cranston em uma série como Breaking Bad, não é para qualquer um.  Sem contar que a temporada ainda terminou de forma explosiva, literalmente e agora só nos resta esperar pela última temporada de uma das melhores séries de todos os tempos, que encerra definitivamente suas atividades em 2012.

Até que, perto do fim do ano me chega a novata Homeland roubando completamente a cena, com uma Claire Danes enlouquecida, bipolar, competente  e totalmente sem limites, na pele de uma agente da CIA, contracenando com um inimigo terrorirsta tão bem construído, que vc chega ao final da temporada torcendo para ambos os lados, sem ter o menor peso na consciência. Uma temporada tensa, no melhor estilo Breaking Bad de sempre, cheia de surpresas e reviravoltas, além de um final para deixar qualquer um com o coração saltando pela boca de tão tenso que foi.

Por isso a Season 4 de Breaking Bad fica com o prêmio de série dramática do ano, mas Homeland vem no empate quase técnico, como a melhor série dramática porém estreante do ano de 2011.

ps: vale dizer também que Grey’s Anatomy, do alto da suas Season e com altos e baixos por todo esse caminho, recuperou totalemte o fôlego e tem feito uma temporada digna e que merece ser lembrada porque está realmente muito boa. E esse ano ainda tivemos Game Of Thrones, uma série grandiosa, corajosa e também deliciosa.

 

Euri do ano> Parks And Recreation

A série que começou com o status talvez injusto de “o novo The Office” (embora seja dos mesmos criadores/produtores) vem provando que é realmente uma das melhores comédias no ar atualmente, sem a menor dúvida.

Atualmente em sua Season 4, que ainda não está encerrada, Parks And Recreation vem conseguindo fazer uma constante de episódios sensacionais, sempre muito engraçados e ainda com um toque a mais de foufurice.

Sem contar que aquela cidade de Pawnee é recheada de figuras divertidíssimas e todos os personagens, por menores que sejam, tem os seus momentos pra lá de especiais, com piadas fora do comum.

E a Amy Poehler é a minha comediante do momento, enlouquecida, boba e apaixonante na pele da sua Leslie Knope, por quem eu torço que um dia chegue a posição de Presidente dos EUA!

Fora isso, tivemos uma Season 3 praticamente colada com a atual Season 4, outra temporada tão sensacional quanto essa e por isso, acho que nenhuma outra série me fez rir em tantos episódios praticamente seguidos entre uma temporada e outra como Parks And Recreation.

ps: mesmo tendo escolhido P&R como melhor comédia, vale dizer que Community continua ótima, Modern Family voltou a boa forma e tem feito uma temporada igualmente excelente e Raising Hope continua que é pura foufurice. 

 

Relação de amor do ano> I ♥ Doctor Who

Esse ano eu resolvi fazer algo de diferente…brincadeira, eu resolvi mesmo é deixar a preguiça de lado e fazer uma maratona em uma das séries que eu sempre tive vontade de assistir, mas que sempre acabava deixando para depois.

E essa série era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor a primeira vista.

Sério, nunca fiquei tão apaixonado por uma série como fiquei por Doctor Who e o seu 11° Doctor, interpretado pelo ator Matt Smith (AMO, Höy!), na pele to doutor mais foufo de todos os tempos, a bordo da sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional ever e na companhia do casal magia dos Ponds, personagens por quem eu também sou completamente apaixonado.

E a nossa relação de amor é tão grande, que eu morro de ciúmes do Doutor, fico todo arrepiado com a música de abertura (que é o toque do meu celular) e acho a série apaixonante, em todos os sentidos. O tipo de série que eu tento viciar todo mundo que eu gosto, fato.

AMO tanto Doctor Who, que já estou até me preparando psicologicamente (com um ano de antecedência pelo menos) para a despedida do 11º Doutor, que por mim, ficaria no seu posto para sempre.

Talvez eu goste tanto do Matt Smith como o Doctor Who porque foi com ele que eu conheci a série. Mas só sei que para mim, ele será para sempre o meu Doctor Who. (só meu, rs)

ps: e gravatas borboletas são muito cool! (piada interna)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de The Walking Dead, humpf…

Todo mundo esperou muito por essa nova temporada de The Walking Dead, mesmo depois daquele final meio assim da temporada anterior, que já poderia ser um sinal do que viria por ai…

Até que a Season 2 começou, lenta, arrastada e foi ficando cada vez mais devagar…

Quase nada de importante aconteceu, ou personagens acabaram se tornando insignificantes ou pouco importantes e eles ainda insistem em fazer episódios com poucos ou nenhum zombie. Humpf!

Assim não dá, não?

Detalhe…a Andrea, a personagem mais odiosa de toda a série, continua viva. Vi-va! Dá para acreditar? (rs)

Mesmo salvando tentando salvar (e quase conseguindo, porque aquele final foi bem bom) essa primeira metade da Season 2 nos últimos 5 minutos, The Walking Dead ainda precisa melhorar e muito, ou muita gente vai acabar abandonando a série, porque está ficando cada vez mais puxado.

 

<Pausa para o comercial>

Que nesse caso é melhor do que o vídeo de “The Edge Of Glory” da própria Lady Gaga, sem a menor dúvida.

Voltando à premiação…(rs)

 

Popcorn do Ano> Não consegui me decidir apenas por um nome. Sorry!

Esse ano eu acabei assistindo tanta coisa boa, que eu não consegui chegar a nenhuma conclusão quanto ao melhor do ano. Mesmo assim fiquei com bastante orgulho de mim mesmo, que perdi pouco tempo com coisas tolas durante 2011 e acabei fazendo ótimas escolhas no cinema.

Por isso, separei 3 filmes, que foram os que mais me deixaram emocionado (por motivos diferentes) em 2011:

 

Tree Of Life

Porque eu amei a narrativa de “Tree Of Life”, a forma como a história nos foi contada e aquele banho de imagens sensacionais e inspiradoras das quais a gente não vai se esquecer tão cedo, mesmo achando que o longa poderia ser mais curto. Um filme extremamente sensível, que me deixou com os olhos cheios, em todos os sentidos.

 

Midnight In Paris

Porque uma viagem aos anos 20, guiada pelo Woody Allen e em meio a figurões das artes e da literatura antiga, não é para qualquer um. Sem contar que “Midnight In Paris” é um filme leve, divertido e sensacional, em todos os sentidos e que mesmo assim ainda vai te fazer pensar, o que é sempre bom.

 

Submarine

Porque eu achei “Submarine” um dos filmes mais deliciosos que eu assisti durante esse ano, mesmo com o IMDB dizendo que o longa é de 2010, humpf!

Uma história foufa sobre o primeiro amor de um garoto, com trilha do Alex Turner do Arctic Monkeys e um perfume de Amélie Poulain. E qualquer semelhança entre o meu personagem na vida real e o Oliver Tate é mera coincidência, rs.

E vamos aproveitar o assunto, para mais um momento musical da nossa premiação, agora com um clipe direto do filme “Submarine”, com “It’s Hard To Get Around The Wind”, que faz parte da trilha do filme.

ps: mas esse ano, ainda tivemos delícias deliciosas como “Beginners”, “Like Crazy”, “Melancolia”, “Drive”, nos despedimos do Harry Potter, além de “Last Night”, que eu também AMEI e “Blue Valentine”, que também é do ano passado, mas nós só vimos esse ano, humpf!. Isso sem contar as nossas deliciosas voltas de bicicleta ao lado do Cyril ultimamente e o fato de fecharmos o ano muito bem acompanhados do delicioso novo filme do Almodóvar.

 

Foufurices do ano> Kingston + Zuma +Violet + Seraphina +Archie + Abel

Sempre eles não? E esse ano, tivemos duas novas aquisições de foufurices, com a entrada do Archie e do Abel para essa turma dos nossos querideeenhos.

Todos eles estão crescendo e todos estão ficando cada vez mais foufos.

E enquanto eles vão crescendo, nós vamos torcendo para que quando chegar a nossa hora, que os nossos babys sejam tão foufos quanto todos eles juntos.

 

Da série de casais que nós amamos do ano> Kate Moss & Jamie Hince

Não bastava eles serem o casal magia que são, mas eles ainda tinham que fazer o casamento mais recheado de fundamento dos últimos anos, neam?

Confesso que mesmo sendo o casamento dos sonhos de qualquer um, eu fiquei muito mais feliz pela Kate do que com inveja (mesmo da boa), rs.

Tipo covardia!

O que nos traz a mais um dos momentos musicais da nossa premiação, com o The Kills e a sua deliciosa “Baby Says”

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano>  Velorbis, as bicicletas dinamarquesas poder + tudo da Rodarte

Porque não teve nada que eu mais desejasse durante esse ano do que uma bicicleta dinamarquesa dessas do tipo poder e na cor cyan (que eu também aceitaria em vermelho, só para constar para os representantes da marca no Brasil, rs). Humpf!

Outro desejo de consumo que me atormentou o ano todo foi essa coleção sensacional para meninos da Rodarte. Totalmente Maravileeeandra!

 

Capa do ano> Harry Potter para a Entertainment Weekly

E não teve melhor capa nesse ano de 2011 do que a capa foufa da Entertainment Weekly com o Daniel Radcliffe no começo de tudo.

(Suck it Vogue!)

 

<Pausa para mais um comercial>

Que dessa vez te desafia hein Kyle Minogue? Vc acha mesmo que sabe dançar? (tisc tisc…sou ótimo no Kinect…tisc tisc)

Só sei que depois desse vídeo, toda vez que eu vou na Starbucks e faço o meu pedido,  eu dou o meu nome como Kylie Minogue, ou Princesa Beyoncé, e se algum dia vcs ouvirem eles chamando por um desses dois nomes, saibam que eu estarei por perto, rs.

 

Catwalk do ano> o desfile da Louis Vuitton que deixou todo mundo emocionado

Simples, clean e maravileeeaandro!

 

Eu sou ricah do ano> A moda e o seu bom humor

Porque não tem nada mais cafona do que marca sem humor que continua apostando na postura esnobe, em um momento que todas sabem que todo mundo esta quebrado, não é mesmo?

Reforçando esse conceito, esse ano tivemos a Lanvin, com o Alber Elbaz ensaiando uma coreô bem animada em uma das campanhas da marca poder

Uma Marion Cotillard enlouquecida pelas bolsas da Dior

E a Donatella provando que além de tudo ela é muito bem humorada, mas na casa dela manda ela hein? rs

 

Uncategorized do ano> R.I.P Amy Winehouse

Sabe aqueles momentos que vc se encontra sem palavras.

Um dia triste, mas não como outro qualquer…

E agora vamos a mais uma apresentação do nosso The Modern Guilt Awards 2011, onde dessa vez ficamos com a Lana Del Rey e a a sua “Video Games”, outra das nossas músicas preferidas durante esse ano de 2011.

 

Prontofalei do ano> Easy A+

Que foi o dia em que eu me tornei um jovem pós-graduado e mostrei um pouco do meu own fundamento para vcs (como se eu já não fizesse isso todo dia neam? rs), o que não deve ser interessante para muita gente, mas importa pra mim, rs.

 

Post com o título mais cretino e que eu mais AMEI desse ano> Grifinoria, Corvinal, Sonserina ou Lufa-Lufa

Juro que as vezes eu fico com vergonha de mim mesmo, rs. (mas logo passa e eu morro de rir)

 

Xoxo do ano> A propaganda nova da Coca-Cola

Porque a propaganda pode ser linda, mas todo mundo sabe de onde veio esse fundamento.

E agora mais uma apresentação, de outro hit aqui no Guilt em 2011, que foi “Call It What You Want It” do Foster The People, que todas amam!

 

Trucão do ano> Vem para o mundo Adam Levine!

Porque o que a gente não é capaz de aguentar nessa vida por uma chance na capa da Vogue ou para tentar descobrir o segredo de Victoria, hein?

 

Toda cagada do ano> Katy Perry no VMA 2011

Porque falar da Riwanna já ficou até chato e com a Vanessa Hudgens ninguém se importa e só por isso, o prêmio de toda cagada desse ano de 2011 vai para a Katy Perry.

E não teve quem não tenha ficado constrangido por ela dutante o VMA 2011, onde a nossa Katy resolveu fazer a Lady Gaga (quando nem a Lady Gaga fez questão de fazer a Lady Gaga) apostando em várias trocas de figurino de gosto completamente duvidoso e sem personalidade alguma.

Ainda falando desse ano, ela foi ficando cada vez mais pavorosa, com cabelos exóticos e outfits medonhos.

E o prêmio de toda cagada do ano também vai para a Katy Perry com todo o merecimento do mundo, porque além de tudo ela ainda carrega por ai o acessório mais horroroso dos últimos tempos, que é esse aqui ó:

BOO! 

Tem acessório mais pavoroso do que um boy magia negra?

E como última apresentação nessa 3º edição do The Modern Guilt Awards, para a nossa despedida, ficamos com o pai e a filha mais adorável de 2011, cantando um dos nossos mantras durante esse ano que foi “Home” do Edward Sharp And The Magnetic Zeros.

E assim (para quem resistiu bravamente e não dormiu no meio da nossa premiação, algo que eu não admitiria e expulsaria gentilmente da minha festa jogando um cosmo na cara, rs), depois desse nosso flashback pelo ano de 2011, terminamos mais um The Modern Guilt Awards. Mas fica, que em 2012 tem mais! Smacks!!!

ps: e obrigado a todos os leitores do Guilt pela companhia em 2011 hein? AMEI!

O último Harry Potter – não adianta, agora chegou a hora de se despedir…

Julho 29, 2011

Má-gi-co. Estou meio que sem palavras para começar esse post então, resolvi começar pela parte mais difícil: a despedida.

Na semana de lançamento tive milhões de motivos para não conseguir assistir ao filme e por isso, acabei assistindo “Harry Potter And The Deathly Hollows – Part 2”  apenas nessa semana. Tive que conter toda a minha ansiedade é claro, mas depois, pensando com calma, eu senti que de certa forma eu estava tentando boicotar o inevitável, que seria a tal despedida. Pois bem, chegou a hora…

10 anos se passaram desde que fomos apresentados a toda a magia de Harry Potter. Crescemos e ficamos cada vez mais apaixonados por toda a história por trás daquele garoto de óculos arredondados e o seu universo de magia um tanto quanto sombrio, mas encantador. Algumas pessoas até adquiriram o gosto pela leitura através de Harry Potter e esse mérito é todo da J.K. Rowling.  Mas chegou a hora de encarar essa despedida. Como muitos descreviam nos comentários dos trailers do filme no Youtube antes dele ser lançado, chegou a hora de crescer. Humpf!

E Harry Potter cresceu como ninguém, em todos os sentidos e esse episódio final da sua história não poderia ser mais grandioso.

No filme, de tudo acontece e em cenários conhecidos e queridos do público que acompanhou essa história dividida em 8 partes. Nesse momento acho que vale a pena alertar que se vc não se lembra muito bem dos longas anteriores, vale a pena encarar uma maratona, algo que eu penso em fazer assim que o último filme for lançado em DVD (eu e todos os fãs de Harry Potter, neam?), mesmo porque não faz muito tempo que eu assisti do 1 ao 7 de novo. Mas não se apavore, porque em vários momentos somos relembrados de fatos importantes que já aconteceram na história e isso facilita para não deixar ninguém muito confuso.

A fotografia do filme anterior que é a primeira metade dessa reta final é mais especial e isso eu preciso dizer, mas esse final não fica muito atrás não. Talvez tenha perdido por conta da maioria dos cenários estar em ruinas ou a beira da destruição, o que só de lembrar já me dá aquele aperto enorme no coração. (glupt)

Os figurinos também mudaram e os uniformes da escola, agora tomada pelo lado negro da força, ganharam um peso maior em preto. Cabeças baixas e uma disciplina quase que militar, essa é a nova Hogwarts (que eu gosto e insisto em chamar de Hugrats, rs)

Nesse capítulo final da história reinam as sequências de ação. Vôos em dragões brancos, algumas quedas em “abismos”, vassouras mágicas, tapas na cara da sociedade com feitiços mil e a luta interminável entre o bem e o mal se instala de vez na trama para um confronto final.

Lindas são as cenas de luta na escola, com os dois lados muito bem divididos e cuidando dos seus interesses. Aquela cena em que todos os vilões lançam seus feitiços contra Hogwarts é maravileeeandra e o resultado final tem um efeito belíssimo de ser visto. Well done!

O ponto forte do filme pra mim foi a maior participação dos personagens secundários, que dessa vez ganharam o seu merecido destaque. Chegou a hora de lutar por Harry Potter e nesse momento, ganhamos a participação de vários personagens menores na trama durante todos esses anos, que finalmente ganharam a sua chance. Nada mais justo.

Dentre eles, eu gostaria de destacar a professora Minerva, que esteve ótima nesse último filme, defendendo Harry com toda a sua magia e a sua participação como protetora da escola foi importante para o desenrolar da história. E naquela cena em que ela usa aquele feitiço que ela mesmo reconheceu entusiasmada que sempre sonhou em usar, foi uma das minhas preferidas do filme. Cool!

O segundo grande destaque do longa ficou por conta do menino Neville, que cresceu e se tornou um jovem corajoso, disposto a lutar até o fim para defender aquilo que acredita. Ele que em alguns outros filmes da saga acabou ficando de lado (e todo mundo sabe o porque que ele ficou de castigo), dessa vez também ganhou o seu momento de destaque. Ou melhor, nesse caso podemos usar o plural então, ganhou os seus momentos de destaque. Cool!

E de quebra, ele ainda ganhou a Luna, uma das personagens mais foufas de Harry Potter, de quem eu invejo até hoje aquele chapéu de juba de leão, rs. Luna também teve o seu momento e quando precisou, falou mais alto para que Harry a ouvisse e conseguisse completar a sua missão de destruir todas as horcruxes.

O filme ainda guarda uma série de surpresas e várias revelações, mas isso só funciona se vc conseguiu fugir dos spoilers de quem leu os livros e fez questão de te contar, o que não foi o meu caso e nessa hora eu me senti prejudicado porque o impacto da surpresa foi bem menor. Humpf!

Difícil também é conter as lágrimas em alguns momentos, mas foi aqui que eu senti uma falha no filme. Existem vários momentos emocionantes no longa, alguns relacionados ao passado e outros sobre fatos que aconteceram durante o próprio filme, mas em alguns deles o drama ou a emoção não foi muito bem explorado, talvez pela pressa de tudo aquilo que eles ainda tinham para contar até o fim. Mas no final das contas isso acabou prejudicando um pouco o lado emocional da história. Já tinha sentido isso durante o filme anterior, o que acabou se repetindo agora no final.

Mas o maior momento deles, acaba arruinado de alguma forma, com a revelação precoce de que tudo aquilo não passou de um truque (…). Não vou contar exatamente o que, só para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu ao filme, mas vou dizer que teria funcionado melhor se tivesse sido mantido em segredo até o final. Mesmo porque, aquela sequência com o Harry sendo carregado pelo Hagrid a caminho de Hogwarts, já é de cortar o coração, mesmo que vc ainda tenha alguma esperança quanto a sequência da cena. Nesse momento eu senti que a revelação do que aconteceu na floresta deveria ter sido feita depois…

Hellena Bonham Carter sempre rouba a cena, não? Sua enlouquecida Bellatrix se faz presente, mesmo quando esta ao fundo e é sempre uma delícia ver uma atriz como ela em ação.

Hermione e Rony ganharam um momento de demonstração de afeto foufo mil e não teve quem não suspirasse na sala de cinema durante esse momento. Ai ai…

Mesmo com o clima de ação intenso nessa última parte da história, tivemos também vários momentos divertidos e quase todos eles por conta do Rony Weasley, que sempre foi o alívio cômico da franquia. Mas além do lado cômico, Rony ficou até mais inteligente nesse final viu?

Além disso, vale a pena ressaltar aqui que a magia ruiva se fez presente em peso nessa reta final de Harry Potter, hein? Todos apareceram para defender o jovem bruxo, ou seja: Confirmou! (rs)

Hermione sempre foi a melhor aluna de Hogwarts e ainda tem quem ache que não há motivos para ser um nerd (rs). Sem ela por perto, aqueles meninos não teriam ido tão longe nessa história. Será que ela tem um blog onde a gente possa aprender o feitiço de deixar a bolsa maior por dentro? Todas sonham com isso, rs

Além da falha no momento “emoção” que eu meio que descrevi anteriormente para vcs, eu também achei outras duas falhas no filme, pequenas, mas notáveis. A primeira, contida na memória da lágrima do Snape e a conversa dele com o Dumbledore. Achei que vilanizaram um pouco o velho e querido bruxo, não sei se foi a interpretação exagerada em um certo momento, onde ele joga na cara do professor Snape que ele “se apegou” demais ao garoto (Harry), ou se realmente foi um erro de tradução, porque eu não prestei atenção no que ele falou exatamente. Se foi um simples ato de vilania, achei desnecessário. Mas talvez tenha sido apenas a minha interpretação (só minha não, que outras duas pessoas que assistiram o filme tiveram essa mesma impressão).

Sejamos justos e agora que esta liberado falar o seu nome, que trabalho excelente fez o ator Ralph Fiennes na pele do Lord Voldemort, o vilão mais temido e odiado do oeste, hein?  Tudo bem que toda aquela caracterização dramática e pavorosa (morro de medo dele até hoje, rs) acaba ajudando, mas a sua interpretação esteve excelente por todos esses anos e para esse final épico não poderia ter sido diferente. Clap Clap Clap!

Outra cena maravileeeandra que eu acho que vale a pena comentar é ele andando de pés no chão coberto de sangue, enquanto percebe que esta perdendo a sua força, ao lado de sua cobra inseparável. Me-do.

Mas agora chegou a hora de falar dele: Harry James Potter (ou para vc que leu os livros em português: Harry Tiago Potter, rs). Foi uma delícia acompanhar o crescimento do ator Daniel Radcliffe através desses anos todos, em todos os senntidos. Radcliffe não apenas cresceu, como o seu personagem amadureceu ao longo dos anos, ganhando cada vez mais profundidade e carga dramática ao longo do tempo, exigindo cada vez mais da sua atuação. E apesar disso, o ator não perdeu a doçura que a capa da Entertainment Weekly de semanas atrás nos lembrou com toda a doçura desse mundo e se tornou um jovem ator promissor e talentoso. Acho que não resta dúvidas de que ele realizou um excelente trabalho na pele do bruxo mais adorado de todos os tempos e depois de vê-lo na Broadway (no Youtube), acho que ele terá uma carreira brilhante pela frente. Todas torcem!

Nesse último filme, apesar do clima emocionante em alguns momentos e com todas as descobertas, temos um Harry correndo contra o tempo, em busca de destruir de uma vez por todas o seu maior inimigo, a quem por uma injustiça do destino ele acaba ligado e a carga dramática da história fica mais em segundo plano, para dar espaço ao climão de adrenalina para as suas cenas de confronto. Mesmo assim, alguns momentos ainda são de partir o coração, como quando ele encontra as almas das pessoas que “morreram por ele” a caminho da floresta, ou quando o próprio Harry encontra o seu fim. (glupt)

Como resolução final para essa história, temos uma incansável batalha contra o mal, apoteótica, onde no final só resta espaço para um dos lados da força. E vc arrisca um palpite de quem acabou ganhando a melhor nessa história?

O final, apesar de feliz e parecido como tudo começou, só que em forma de flashforward, foi ótimo, mas eu achei que poderia ter terminado em Hogwarts, com alguns deles como professores da escola de magia, além de um certo chapéu definindo o futuro de um certo novo personagem dessa reta final. Sei lá, algo por ai…

E o mais emocionante dessa história toda foi mesmo ter que se desperdir de uma vez por todas de Harry Potter. Na minha concepção, ter acompanhado o crescimento do garoto (e de todos eles) foi a maior experiência disso tudo. Harry sempre teve o seu caráter muito bem definido ao longo de todos esses anos e isso nos fez torcer por ele até o final. Apesar da bondade sem tamanho, Harry Potter não caiu no limbo dos mocinhos que a gente desiste pelo meio do caminho, coma a aura bondosa demais. Nesse caso, todo a magia acabou contribuindo para que a gente se envolvesse cada vez mais com a história, torcendo sempre para que o nosso bom Harry escapasse de um final trágico e injusto. E isso desde 2001, quando ele recebeu a sua carta, foufo mil!

Não sei quanto a vcs, mas toda vez que eu vou assistir o final de algo que eu gosto, já vou sofrendo por antecipação durante o processo. E com “Harry Potter And The Deathly Hollows – Part 2” não foi diferente. Passei o filme todo pensando que estava se aproximando do final e apesar desse fato trazer algo bom, como a conclusão dessa história, a sensação de ter a certeza de que esse seria o fim não é nada boa.

Chegando ao final dessa história, Harry Potter se torna um clássico da nossa geração, do tipo que todo mundo vai se lembrar com saudades para sempre. Sabe aquele livro querido que vc vai pegar de vez em quando da estante para matar a saudade, ou que vc vai passar adiante por gerações? Sabe aquele filme que vc vai fazer questão de sentar para assistir com os seus filhos ou quem sabe seus 12 netos (rs)? Então, esse é o legado de Harry Potter. E para finalizar e nos despedir de vez, só nos resta agradecer mesmo.

Obrigado por toda a magia Harry! (tears)

A Floresta Proibida de Harry Potter versão Lego

Julho 29, 2011

Hagrid! Foufo mil!

Para recriar uma das cenas mais importantes dessa retal final hein?

Euquero!

A despedida no último dia de gravação no set de Harry Potter (glupt)

Julho 23, 2011

Quero ver vc não ficar emocionado. Quero só ver…

E quem não derramar pelo menos uma single tear é porque não tem coração, porque não é possível resistir a tamanha foufurice! Simplesmente não tem como.

Sabe o que me lembrou? Final do colégio, onde normalmente a gente se despede dos amigos, que vão cada um para um lado, estudar coisas diferentes, fazer coisas diferentes. Ai ai…que saudades hein?

Uma magia que a gente vai sentir saudades para sempre. (tears)

Quadro branco do Harry Potter

Julho 14, 2011

Para todo mundo anotar e não esquecer que é amanhã hein?

O último Harry Potter, the end! (que eu só vou conseguir ver na próxima semana, humpf)

Euquero

Harry Potter em NY

Julho 12, 2011

O tipo de premiere que todo mundo gostaria de ir neam?

Só achei o modelón da Emma Watson meio assim…

Diz que é um Bottega Veneta, mas imprimiu aquelas capas que as pessoas usam para fazer suspense (tipo de mago, mágico, monge de filme de terror, rs), que nesse caso parece que o tecido foi desmontando no corpo dela…

E a cor? Diga não, diga nunca, jamais!

Preferimos o look poder da premiere da Londres antiga hein Emma? Fikdik

#NAOTABOMNAO

Muito amor e magia para a premiere do último Harry Potter (Sniff)

Julho 8, 2011

Harry! (♥)

Ronyammmm (♥)

O malvado que a gente ama & odeia e por quem a Emma Watson revelou ter sido apaixonada no começo de tudo. Awnnn! (♥)

Heleninha Bellatrix do Mal Amém! (♥)

E o mistério de Hermione, hein? (♥)

Pq alguém me explica se ela caiu graciosamente no red carpet ou desceu até o subsolo para segurar a barra dessa saia, hein?

Casting magia

Julho 7, 2011

Dá até  um aperto no coração em pensar que o último Harry Potter esta chegando…Sniff!

Agora, me parece que o tempo fez bem para o elenco hein? Höy!

Foufos mil!

Foto tipo reunião de formandos 10 anos depois, rs

Ok, chegou a hora de admitir que ele realmente cresceu. Höy!

Junho 30, 2011

Tenho uma relação difícil com o Daniel Radcliffe, algo que se repete com o Elijah Wood e tudo isso porque não conseguia ainda aceita-los como adultos.

Por mim eles seriam para sempre aqueles dois moleques baixeeenhos e com olhões azuis, rs.

Mas acho que agora, próximo do final de Harry Potter, chegou a hora de encarar os fatos e admitir que pelo menos o nosso Harry cresceu neam? Humpf!

Estava lendo nos comments do trailler do último filme no Youtube e em outros lugares também que o final de Harry Potter representava o final da infância para a maioria daquelas pessoas. Achei foufo e acho que é mesmo mais ou menos por ai…

Mas se até o Harry Potter cresce, isso significa o que? Que estamos velhos? Xo-co-tô!

Não sei, mas se servir de consolo, pelo menos o nosso Harry esta se transformando em um homem leeeandro. Höy!

Por isso chegou a hora de libertá-lo: Bem vindo ao mundo dos boy magia Harry! Höy!

15 de Julho. Anota ae…

Junho 1, 2011

O final esta chegando…

AMO esse poster, AMO!

Ansioso mil!


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