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Les Mis

Fevereiro 18, 2013

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Um musical que realmente leva a sério o formato “musical”. E a propósito, imaginem esse texto inteiro cantado a partir de agora.

Grandioso, com cara de filme feito para ganhar prêmios, atuações preciosas e músicas que tem uma força fora do comum. Assim chegou “Les Misérables” aos cinemas, merecidamente com ares de grande produção, o filme da famosa história de Victor Hugo parece mais um presente para quem gosta do gênero. Mas tem que gostar mesmo, porque nesse musical eles se levam a sério e retomam uma tradição que hoje em dia permanecia apenas no teatro, onde encontramos um filme musical praticamente inteiro musicado, cantado quase que por completo, com apenas algumas frases ou poucas palavras simplesmente faladas. Algo que pode ter causado certa estranheza para alguns (além do fato de se tratar de um grande drama e não comédia, como estamos mais acostumados a ver recentemente nesse formato), ainda mais contando com a longa duração do filme do diretor Tom Hooper (que já havia nos emocionado no passado recente com “The King’s Speech”), que tem mais de duas horas e meia e esse tempo a mais pode ter surtido um efeito negativo para a experiência de algumas pessoas de sua audiência.

A história, conhecida de alguns, ganha uma roupagem interessante investindo nesse fundamento do musical antigo, de raiz, como se colaborasse dando um peso maior ainda para tamanho drama que o próprio texto por si só já carrega muito bem, sem precisar de qualquer tipo de ajuda, mas que nesse caso veio bem a calhar.

E ver a revolução francesa acontecer daquela forma, quase poética, mesmo sem romantizar demais os meios (apesar de existir um romance dentro desse cenário, o único dentro dessa história e que aparece em apenas parte dela) chega a ser também como mais um presente que o filme nos entrega. Homens com uma coragem difícil de se encontrar hoje em dia, saindo as ruas em busca de um ideal político que acabou se tornando uma questão de sobrevivência, enfrentando uma batalha visivelmente injusta e em grande desvantagem em relação a quem estava no poder naquela ocasião, mulheres unindo forças para colaborar a seu modo, em um tempo onde elas ainda não estavam acostumadas a serem ouvidas. Nada mais do que aquela velha história (tão velha que já anda saudosa, porque com tanta coisa séria acontecendo e pouca gente se manifestando contra de forma significativa, já estamos com saudade desse tipo de postura) do povo cansado de injustiças se unindo por um bem em comum. O bacana é que o longa passa por diferentes fases da revolução francesa ao longo dos anos, dos motivos que a despertaram até a batalha final, novamente, seguindo aquela linguagem quase poética já mencionada, mas não sem ilustrar a realidade covarde que encontramos facilmente em qualquer guerra.

Nele encontramos Hugh Jackman praticamente irreconhecível em seu começo, a não ser pela demonstração de sua força, essa que nós sabemos que ele tem de sobra naquele corpo que o mesmo construiu ao longo dos tempos. Alguns podem estranhar encontrar o ator daquela forma, apesar do seu Jean Valjean ser um grande herói para a história, papel que já estamos acostumados em vê-lo em cena, só que não dessa forma, com tamanha intensidade. Aqui ele está diferente, muito mais dramático do que em qualquer outro papel da sua vida. Sério também. Apesar da surpresa de encontrá-lo nesse cenário, não é de hoje que o ator vem se dedicando ao teatro, especificamente na Broadway e não tem muito tempo, essa sua dedicação e trabalho chegou inclusive a ser reconhecido em um Tony, onde ele foi homenageado em reconhecimento a tudo isso. Sem contar que esse homem deve ter no mínimo um fraco para personagens com costeletas exageradamente largas e compridas, rs. (sorry, não pude deixar de reparar nesse padrão, Hugh)

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Por isso, é bem bacana ver um homem como Hugh enfrentando um desafio dramático como esse e muito bem por sinal, carregando com toda a sua força um personagem que provavelmente vai ser o ponto de transição da sua carreira daqui para frente. Seu primeiro solo no filme tem uma força absurda, assustadora até e de forma totalmente surpreendente e acontece quando seu personagem estava prestes a ser um homem livre mas acaba condenado injustamente por uma vida inteira por um “motivo banal” e com isso, se encontrando sem emprego, com fome e no total desespero, ele de repente se vê em um sério dilema entre a fé e a oportunidade, um momento realmente forte e lindo de se ver, mesmo para quem não seja muito apegado a questões de fé ou qualquer coisa do tipo. Aliás, seu personagem, tantas vezes acolhido pela própria igreja, não usa isso como um recurso para estimular qualquer tipo de prática ou devoção (Amém!) e a mensagem da história, apesar da presença da igreja em diversas ocasiões, acaba sendo muito mais a de que vale a pena optar pelo caminho certo da vida, do que qualquer outra coisa. Um tipo de questionamento que acabamos fazendo vez ou outra na vida, independente da crença de cada um. Nesse caso, o lado da devoção acaba sendo aplicado a própria vida do personagem e a forma como ele passa a se dedicar a vivê-la após encarar de frente toda essa questão.

O filme é praticamente dividido em três grandes atos e nesse primeiro, passamos boa parte dele conhecendo a história dos personagens principais ou motivadores dela, como o próprio Jean Valjean (como é sonoro dizer esse nome caprichando no accent francês, não?), o temido Javert, interpretado muito bem pelo ator Russell Crowe (com um certo nível exagerado de implicância à suas habilidades vocais por parte da crítica) e Fantine, personagem que também não poderia ter caído em mãos melhores. (em pensar que a Scarlett Johansson chegou a fazer o teste para o papel e graças ao espírito de romancista de Victor Hugo não conseguiu, e a Anne Hathaway teve que praticamente implorar ao tentar convencer os produtores e diretor que apesar da pouca idade, ela poderia interpretar aquela mãe da forma tão especial como acabou fazendo)

Não é de hoje que nós amamos a Anne Hathaway e acreditamos no que ela é capaz de fazer, mas realmente, a sua Fantine em “Les Mis” tem uma força fora do comum. Boa parte dela creditada ao personagem e sua trajetória de sofrimento, que é bem pesada e praticamente impossível de se ignorar ou não se emocionar. Mas os seus momentos, que ocupam apenas os primeiros 40 minutos do filme, até uma breve aparição quase afetiva no final, são mais do que especiais. Uma mulher perseguida por outras mulheres, por pura inveja, que por uma ironia do destino acaba se vendo sem outra saída a não ser começar a se vender ao poucos (aos poucos mesmo, aos pedaços) para conseguir sustentar a distância a filha, Cosette, a qual ela teve que deixar sob os cuidados de um casal. Ironicamente novamente, exatamente na hora em que Fantine se vê sem nenhuma outra opção, a personagem acaba sendo acolhida por outras mulheres, dessa vez por compaixão, por enxergarem nela quem elas já foram um dia.

A sequência onde Fantine atende seu primeiro cliente é sensacional e quando ela canta a line “Don’t they know they’re making love to one already dead?”, um das minhas preferidas em todo o filme, é realmente de arrepiar a alma. Com os olhos cheios de lágrimas e um plano fechado que depende totalmente do que ela consegue nos transmitir no olhar e alguma linguagem corporal do pouco do seu corpo que está a mostra em cena naquele momento, Anne toma para ela a música de maior força do musical que todos nós conhecemos bem. Acho praticamente impossível conter as lágrimas nesse momento e as minhas já estavam descendo desde a cena anterior. Obviamente sabemos que essa é uma das melhores letras que conhecemos feitas para um musical, uma música que tem a força de uma vida e tornou-se bem popular recentemente, devido a outro momento daqueles que não acontecem por acaso na vida de ninguém e que também acabou deixando o mundo inteiro bastante emocionado. Mas Anne conseguiu o impossível e fez tudo diferente, muito bem amparada na carga dramática da história da sua personagem e é possível perceber o tamanho da sua entrega naquele momento a quilômetros de distância, mesmo que você esteja do outro lado da barricada da revolução. Gosto muito do momento onde ela entrega uma nota maior estendida e parece não acreditar no que acabou de sair de dentro dela mesmo, tapando a boca logo na sequência, de forma super emocionada. Uma performance que se trouxer o Oscar para suas mãos esse ano (e ela vem ganhando todos os prêmios por isso até agora), não será nada mais do que merecido e já estou pronto para aplaudir de pé, apesar de ter uma Sally Field como sua concorrente nessa mesma primeira fila de mulheres talentosíssimas. (te amo também, Sally!)

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Mas sejamos justos ao reconhecer que ela não foi a única que cantou lindamente e encarou aquele close quase sufocante, porque boa parte dos atores principais também tiveram seus momentos. Hugh Jackman foi um deles, como eu já mencionei anteriormente ao falar sobre o seu excelente primeiro solo, uma performance que se repete ao longo do filme em pelo menos mais um momento extremamente dramático e também com uma força fora do comum. Ainda mais sabendo da história por trás da produção, onde os atores fizeram questão de gravar suas músicas em cena, ao contrário do que é feito normalmente nesse tipo de filme, onde eles acabam adicionando as músicas em versões de estúdio gravadas separadamente. Só acho uma pena que esse ano, indicado por esse papel brilhante, Jackman tenha que encarar um Daniel Day-Lewis (praticamente uma covardia concorrer com ele em qualquer coisa na vida) vivendo a história de um dos maiores e mais importantes presidentes da America antiga. Realmente uma pena e seu eu pudesse dividir cada um desses prêmios que ambos os filmes estiveram ou ainda estão disputando, eu declararia empate em todos eles nesse caso.

Da despedida da Fantine do longa, que também nos traz a confissão de Jean Valjean assumindo a sua identidade de volta para não ver um homem comum ser condenado a escravidão, algo que ele conheceu muito bem e de perto, evitando uma grande injustiça na vida de mais uma pessoa, temos o que podemos considerar como segundo ato do musical, com a busca daquele homem ao tentar consertar o seu maior erro do passado, que por uma questão de tempo e novamente, das ironias do destino que vivemos a todo momento, ele acabou cometendo com a própria Fantine, quando ela acabou sendo despedida de uma de suas empresas, quando Valjean já havia se tornado prefeito e um homem de respeito naquele lugar. Uma dívida para a vida, que ele acaba assumindo em busca da filha de Fantine, Cosette, que se encontra com o tal casal, que ficou por conta da impagável dupla Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter (até os nomes deles tem química, para vocês sentirem o quanto ficou especial essa dupla), que trazem de forma primorosa um alívio cômico para a trama. A performance dos dois é divertidíssima (que na verdade, nada mais são do que um casal de golpistas e que não cuidaram muito bem da pequena Cosette. E ele errando o nome dela para tentar convencer que sempre foi um bom pai, foi muito bom) e serve para dar uma aliviada em toda carga dramática que o filme nos obriga carregar até esse ponto da história. Aliás, essa é uma música para se puxar em um bar, por favor! Sim, esse é um dos meus sonhos musicais que ainda pretendo realizar na vida. Alguém me acompanha na letra? (acho que vou até imprimir a letra em umas folhas e começar a carregar comigo na bolsa, só por precaução, rs)

As crianças no filme também estão bem especiais, da pequena Cosette (Isabelle Allen) até o grandioso apesar de bem pequeno, Gavroche (Daniel Huttlestone), ambos atores que cantam lindamente e entregam performances ótimas durante o longa. Gavroche que inclusive acaba ganhando um destaque ainda maior do que a própria Cosette quando criança, vivendo bons momentos de comédia, mas ganhando o seu momento dramático de cortar o coração em 34454545545 pedaços no final. E enquanto ganhamos esse respiro, a grande perseguição que motiva o filme continua, com Javert ainda a procura de Jean Valjean, que agora, passa a fugir na companhia da própria Cosette, a quem ele prometeu cuidar como filha para o resto da vida.

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E assim ele faz, que é quando chegamos ao terceiro ato dessa história, com o despertar do amor da Cosette, agora começando a sua vida adulta (nessa fase, interpretada pela Amanda Seyfried, que poderia ter escolhido um outro tom para cantar suas músicas, fato) e ainda vivendo como um fantasma ao lado do pai (que continua perambulando por aí sem poder assumir quem é por ser um fugitivo da justiça tirana de Javert) por Marius, um jovem revolucionário do tipo bem nascido mas que não aceita muito bem viver a sua realidade com um mundo inteiro passando fome do outro lado da sua janela, com o qual ela acaba vivendo uma história de amor a primeira vista, que é quando encontramos Jean Valjean começando a planejar o futuro da filha, uma vez que ele sabe e consegue sentir que não vai poder estar ao seu lado para o resto da vida. Não no mesmo lugar, como uma pessoa comum e não eternamente, que é o que todos nós sabemos. Tudo bem que a história de amor dos dois, apesar da poesia e do sonho de se viver um amor a primeira vista, acaba parecendo “forçada” demais, já que eles não tiveram o menor contato a não ser um breve olhar trocado na cidade e em meio a uma grande confusão. Mas tudo bem, vamos acreditar na inocência de outros tempos e além disso, apesar de parecer pouco “crível” devido a uma questão de tempo e pela intensidade que eles demonstram no filme (questão que inclusive eles mesmos chegam a levantar), quem nunca se apaixonou apenas por um primeiro olhar? Agora, se a relação teve futuro ou não depois, isso já é outra história.

Mas em meio a tudo isso, ganhamos outra personagem que é uma das minhas preferidas dessa história, Éponine (Samantha Barks), filha do próprio casal que cuidou da pequena Cosette por tanto tempo no passado. Ela que vive um amor não correspondido por Marcus (interpretado dignamente pelo ator que devemos ficar de olho, Eddie Redmayne), que ao vê-lo apaixonado por Cosette do meio do nada, ao contrário de se tornar uma pessoa amarga, vingativa ou qualquer coisa do tipo, acaba entendendo através de uma performance ótima por sinal (muito melhor do que qualquer uma das duas ou três musicas da onipresente da sétima arte, Amanda Seyfried), que a sua maior prova de amor naquele momento seria colaborar para que Marcus tivesse a chance de viver ao lado de quem ele sonhava, entendendo que embora aquele amor não fosse para ela, isso não significava que ela não poderia vivê-lo de outra forma. E nesse momento, ela começa um história de amor com ela mesmo, algo importantíssimo para o crescimento pessoal de todo mundo. Outro ponto importante a se mencionar é que mesmo sem um final “feliz” como a gente gostaria, ela conseguiu fazer o grande amor da sua vida enxergar a dimensão da sua grandeza. Uma personagem sensacional!

Nesse último ato, começamos a observar de perto a questão de revolução francesa, a convite do pequeno Gavroche, que acabou se tornando um dos maiores heróis dessa história, ele que obriga a aristocracia e os ricos da época a encarar os miseráveis famintos nas ruas de Paris e encara um exército armado com a maior graça e desenvoltura em meio a um bando de marmanjos (quando não liderando o seu próprio exército de pequenos).  Revolução que é levada a sério, com uma ilustração bem bacana dos seus ideais e performances excelentes como aquela com os jovens revolucionários cantando durante o cortejo funeral que passava pela cidade. Outro momento para se arrepiar, que se repete de forma poética (agora no melhor sentido da palavra) e ainda mais grandiosa durante o encerramento do longa, com essa musica que é outra das mais grandiosas e representativas do musical. Entre eles, quem acaba se destacando nessa hora é o ator Aaron Tvevit, na pele do corajoso Enjolras, que tem umas das melhores vozes masculinas do elenco.

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E toda a questão de revolução é tratada lindamente, inclusive o conflito final da barricada de móveis e quinquilharias do povo da cidade, onde eles visivelmente estavam em desvantagem, mas seguraram firmes e fortes até o final. Deles todos que morrem como heróis naquele momento (um encerramento lindo por sinal em termos de fotografia, cores e cenários) o único sobrevivente acaba sendo o próprio Marcus, que é carregado pelos esgotos de Paris pelo próprio Jean Valjean, que estava a todo custo tentando salvar aquele que ele acreditava ser (com motivos, devido a todo o seu discurso) o homem da vida da sua filha e alguém com quem ela tivesse a chance de viver uma vida comum, sem precisar continuar fugindo o tempo todo.

Jean Valjean que antes de tudo isso teve a sua grande chance de se vingar de Javert, seu inimigo por praticamente toda a vida, mas que optou por libertá-lo, mesmo quando ele não tinha a menor chance, o que acabou gerando um conflito interno no próprio Javert, que não conseguia entender como um homem tão perseguido e maltratado pela vida como Jean Valjean (e por boa parte dela, através da sua própria tirania), poderia ser tão nobre e capaz da atitude que Javert enquanto pessoa, jamais conseguiria entender, embora tenha feito a coisa certa quando encontrou pela última vez o motivo de toda essa perseguição na sua vida, que estava visivelmente em desvantagem, literalmente na merda (la mérde) e que nem por isso ele conseguiu se aproveitar da situação e acabar de vez com aquela história de gato e rato que se arrastava por anos.

Como conclusão para essa história maravilhosa, tivemos a merecida despedida entre pai e filha, com Jean Valjean já bastante debilitado, perto do seu fim, reencontrando a filha de quem ele tentou fugir para que ela pudesse viver a sua vida como ela gostaria, entregando a sua verdadeira história para a Cosette pela primeira vez, em outro momento impossível de não se emocionar, com o personagem finalmente encontrando a sua linha final. E aquela cena dele fazendo a transição, com a Fantine cantando ao fundo e na sequência com o coro de todas as vitimas da revolução em meio àquela barricada agora gigantesca, com uma força muito maior e mais representativa, foi realmente um final sensacional para esse grande longa.

Em termos de filme e direção, eu não gosto muito da forma como o diretor optou por nos mostrar essa história, onde se comparado ao seu último trabalho, é possível perceber que ele abdicou de uma identidade bacana que aprendemos a reconhecer e admirar do seus passado cinematográfico, para seguir uma linha mais comercial e até mesmo esperada para esse tipo de história. Apesar do clima intimista e bem especial das performances dos solos (algo que ele manteve de “The King’s Speech”, com aquela câmera fechada na cara dos atores) e das cenas grandiosas, feitas especialmente para encher os olhos, acho que o filme apesar ser bem especial, ficou devendo um pouco na questão da vontade de tentar nos passar um novo olhar. Aquelas cenas de transições de um cenário para o outro, clássicas do cinema por exemplo, eu acho totalmente desnecessárias e meio assim para o cinema moderno (close na cruz no alto da construção, ou imagens que vão do micro ao macro e vice versa). Algo que não chega a prejudicá-lo ao ser considerado como um bom filme, sem exageros, mas também não chega a colocá-lo em um lugar de maior destaque. Não por isso, apesar do esforço de todas as suas performances.

Vive la France!

 

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Abraço que todos nós gostaríamos de ter dado, com certo receio, confessamos, rs

Janeiro 16, 2013

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Porque vai saber, não é mesmo Brody? Höy!

E todo mundo sabe que se ele começar a ficar verdade, é sinal de perigo iminente, rs.

Mas talvez a gente pudesse usar aquele terninho poder de “Guerra ao Terror”, só por precaução, porque não?

#EXPLOSÃODAMAGIARUIVA

 

ps: aliás, gostaria de abraçar os dois. E a Bellatrix também com certo receio, confesso, rs

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Dark Shadows, o poster

Março 23, 2012

Porque toda família tem mesmo os seus demônios. WOO!

Não viu o trailer? Problema resolvido.

Dark Shadows, o trailer

Março 16, 2012

Filme novo do Tim Burton (que eu AMO!), o oitavo da sua carreira ao lado do Johnny Depp, que me pareceu ser divertidíssimo e que tem aquele fundamento inconfundível dos próprios filmes do diretor que todos AMAM!

O longa é baseado na série de TV de mesmo nome, da década de 60 e que tem aquela cara de filme de terror, mas que na verdade é uma grande comédia.

E o elenco é todo ótimo hein? Michelle Pfeiffer, Chloe Grace Moretz, Jackie Earl Haley, Johnny Lee Miller e a Helena Bonham Carter, maravileeeandra em uma versão ruiva. Höy!

Fiquei bem ansioso, ainda mais que o filme estréia dia 11/05, quase no meu own niver. Seria esse mais um presente de Tim Burton para moi?

Porque vcs sabem que ele fez Edward e os remakes da Fábrica de Chocolate e Alice pra mim neam? (rs)

ps: e a trilha disco antiga direto dos 70’s que dá vontade de sair dançando hein? Uma delícia!

Da série casais que nós amamos: Tim Burton + Helena Bonham Carter

Março 6, 2012

Eu diria: perfect match!

E quando é que alguém vai finalmente trazer esse exposição sensacional aqui para o Brasil?

O último Harry Potter – não adianta, agora chegou a hora de se despedir…

Julho 29, 2011

Má-gi-co. Estou meio que sem palavras para começar esse post então, resolvi começar pela parte mais difícil: a despedida.

Na semana de lançamento tive milhões de motivos para não conseguir assistir ao filme e por isso, acabei assistindo “Harry Potter And The Deathly Hollows – Part 2”  apenas nessa semana. Tive que conter toda a minha ansiedade é claro, mas depois, pensando com calma, eu senti que de certa forma eu estava tentando boicotar o inevitável, que seria a tal despedida. Pois bem, chegou a hora…

10 anos se passaram desde que fomos apresentados a toda a magia de Harry Potter. Crescemos e ficamos cada vez mais apaixonados por toda a história por trás daquele garoto de óculos arredondados e o seu universo de magia um tanto quanto sombrio, mas encantador. Algumas pessoas até adquiriram o gosto pela leitura através de Harry Potter e esse mérito é todo da J.K. Rowling.  Mas chegou a hora de encarar essa despedida. Como muitos descreviam nos comentários dos trailers do filme no Youtube antes dele ser lançado, chegou a hora de crescer. Humpf!

E Harry Potter cresceu como ninguém, em todos os sentidos e esse episódio final da sua história não poderia ser mais grandioso.

No filme, de tudo acontece e em cenários conhecidos e queridos do público que acompanhou essa história dividida em 8 partes. Nesse momento acho que vale a pena alertar que se vc não se lembra muito bem dos longas anteriores, vale a pena encarar uma maratona, algo que eu penso em fazer assim que o último filme for lançado em DVD (eu e todos os fãs de Harry Potter, neam?), mesmo porque não faz muito tempo que eu assisti do 1 ao 7 de novo. Mas não se apavore, porque em vários momentos somos relembrados de fatos importantes que já aconteceram na história e isso facilita para não deixar ninguém muito confuso.

A fotografia do filme anterior que é a primeira metade dessa reta final é mais especial e isso eu preciso dizer, mas esse final não fica muito atrás não. Talvez tenha perdido por conta da maioria dos cenários estar em ruinas ou a beira da destruição, o que só de lembrar já me dá aquele aperto enorme no coração. (glupt)

Os figurinos também mudaram e os uniformes da escola, agora tomada pelo lado negro da força, ganharam um peso maior em preto. Cabeças baixas e uma disciplina quase que militar, essa é a nova Hogwarts (que eu gosto e insisto em chamar de Hugrats, rs)

Nesse capítulo final da história reinam as sequências de ação. Vôos em dragões brancos, algumas quedas em “abismos”, vassouras mágicas, tapas na cara da sociedade com feitiços mil e a luta interminável entre o bem e o mal se instala de vez na trama para um confronto final.

Lindas são as cenas de luta na escola, com os dois lados muito bem divididos e cuidando dos seus interesses. Aquela cena em que todos os vilões lançam seus feitiços contra Hogwarts é maravileeeandra e o resultado final tem um efeito belíssimo de ser visto. Well done!

O ponto forte do filme pra mim foi a maior participação dos personagens secundários, que dessa vez ganharam o seu merecido destaque. Chegou a hora de lutar por Harry Potter e nesse momento, ganhamos a participação de vários personagens menores na trama durante todos esses anos, que finalmente ganharam a sua chance. Nada mais justo.

Dentre eles, eu gostaria de destacar a professora Minerva, que esteve ótima nesse último filme, defendendo Harry com toda a sua magia e a sua participação como protetora da escola foi importante para o desenrolar da história. E naquela cena em que ela usa aquele feitiço que ela mesmo reconheceu entusiasmada que sempre sonhou em usar, foi uma das minhas preferidas do filme. Cool!

O segundo grande destaque do longa ficou por conta do menino Neville, que cresceu e se tornou um jovem corajoso, disposto a lutar até o fim para defender aquilo que acredita. Ele que em alguns outros filmes da saga acabou ficando de lado (e todo mundo sabe o porque que ele ficou de castigo), dessa vez também ganhou o seu momento de destaque. Ou melhor, nesse caso podemos usar o plural então, ganhou os seus momentos de destaque. Cool!

E de quebra, ele ainda ganhou a Luna, uma das personagens mais foufas de Harry Potter, de quem eu invejo até hoje aquele chapéu de juba de leão, rs. Luna também teve o seu momento e quando precisou, falou mais alto para que Harry a ouvisse e conseguisse completar a sua missão de destruir todas as horcruxes.

O filme ainda guarda uma série de surpresas e várias revelações, mas isso só funciona se vc conseguiu fugir dos spoilers de quem leu os livros e fez questão de te contar, o que não foi o meu caso e nessa hora eu me senti prejudicado porque o impacto da surpresa foi bem menor. Humpf!

Difícil também é conter as lágrimas em alguns momentos, mas foi aqui que eu senti uma falha no filme. Existem vários momentos emocionantes no longa, alguns relacionados ao passado e outros sobre fatos que aconteceram durante o próprio filme, mas em alguns deles o drama ou a emoção não foi muito bem explorado, talvez pela pressa de tudo aquilo que eles ainda tinham para contar até o fim. Mas no final das contas isso acabou prejudicando um pouco o lado emocional da história. Já tinha sentido isso durante o filme anterior, o que acabou se repetindo agora no final.

Mas o maior momento deles, acaba arruinado de alguma forma, com a revelação precoce de que tudo aquilo não passou de um truque (…). Não vou contar exatamente o que, só para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu ao filme, mas vou dizer que teria funcionado melhor se tivesse sido mantido em segredo até o final. Mesmo porque, aquela sequência com o Harry sendo carregado pelo Hagrid a caminho de Hogwarts, já é de cortar o coração, mesmo que vc ainda tenha alguma esperança quanto a sequência da cena. Nesse momento eu senti que a revelação do que aconteceu na floresta deveria ter sido feita depois…

Hellena Bonham Carter sempre rouba a cena, não? Sua enlouquecida Bellatrix se faz presente, mesmo quando esta ao fundo e é sempre uma delícia ver uma atriz como ela em ação.

Hermione e Rony ganharam um momento de demonstração de afeto foufo mil e não teve quem não suspirasse na sala de cinema durante esse momento. Ai ai…

Mesmo com o clima de ação intenso nessa última parte da história, tivemos também vários momentos divertidos e quase todos eles por conta do Rony Weasley, que sempre foi o alívio cômico da franquia. Mas além do lado cômico, Rony ficou até mais inteligente nesse final viu?

Além disso, vale a pena ressaltar aqui que a magia ruiva se fez presente em peso nessa reta final de Harry Potter, hein? Todos apareceram para defender o jovem bruxo, ou seja: Confirmou! (rs)

Hermione sempre foi a melhor aluna de Hogwarts e ainda tem quem ache que não há motivos para ser um nerd (rs). Sem ela por perto, aqueles meninos não teriam ido tão longe nessa história. Será que ela tem um blog onde a gente possa aprender o feitiço de deixar a bolsa maior por dentro? Todas sonham com isso, rs

Além da falha no momento “emoção” que eu meio que descrevi anteriormente para vcs, eu também achei outras duas falhas no filme, pequenas, mas notáveis. A primeira, contida na memória da lágrima do Snape e a conversa dele com o Dumbledore. Achei que vilanizaram um pouco o velho e querido bruxo, não sei se foi a interpretação exagerada em um certo momento, onde ele joga na cara do professor Snape que ele “se apegou” demais ao garoto (Harry), ou se realmente foi um erro de tradução, porque eu não prestei atenção no que ele falou exatamente. Se foi um simples ato de vilania, achei desnecessário. Mas talvez tenha sido apenas a minha interpretação (só minha não, que outras duas pessoas que assistiram o filme tiveram essa mesma impressão).

Sejamos justos e agora que esta liberado falar o seu nome, que trabalho excelente fez o ator Ralph Fiennes na pele do Lord Voldemort, o vilão mais temido e odiado do oeste, hein?  Tudo bem que toda aquela caracterização dramática e pavorosa (morro de medo dele até hoje, rs) acaba ajudando, mas a sua interpretação esteve excelente por todos esses anos e para esse final épico não poderia ter sido diferente. Clap Clap Clap!

Outra cena maravileeeandra que eu acho que vale a pena comentar é ele andando de pés no chão coberto de sangue, enquanto percebe que esta perdendo a sua força, ao lado de sua cobra inseparável. Me-do.

Mas agora chegou a hora de falar dele: Harry James Potter (ou para vc que leu os livros em português: Harry Tiago Potter, rs). Foi uma delícia acompanhar o crescimento do ator Daniel Radcliffe através desses anos todos, em todos os senntidos. Radcliffe não apenas cresceu, como o seu personagem amadureceu ao longo dos anos, ganhando cada vez mais profundidade e carga dramática ao longo do tempo, exigindo cada vez mais da sua atuação. E apesar disso, o ator não perdeu a doçura que a capa da Entertainment Weekly de semanas atrás nos lembrou com toda a doçura desse mundo e se tornou um jovem ator promissor e talentoso. Acho que não resta dúvidas de que ele realizou um excelente trabalho na pele do bruxo mais adorado de todos os tempos e depois de vê-lo na Broadway (no Youtube), acho que ele terá uma carreira brilhante pela frente. Todas torcem!

Nesse último filme, apesar do clima emocionante em alguns momentos e com todas as descobertas, temos um Harry correndo contra o tempo, em busca de destruir de uma vez por todas o seu maior inimigo, a quem por uma injustiça do destino ele acaba ligado e a carga dramática da história fica mais em segundo plano, para dar espaço ao climão de adrenalina para as suas cenas de confronto. Mesmo assim, alguns momentos ainda são de partir o coração, como quando ele encontra as almas das pessoas que “morreram por ele” a caminho da floresta, ou quando o próprio Harry encontra o seu fim. (glupt)

Como resolução final para essa história, temos uma incansável batalha contra o mal, apoteótica, onde no final só resta espaço para um dos lados da força. E vc arrisca um palpite de quem acabou ganhando a melhor nessa história?

O final, apesar de feliz e parecido como tudo começou, só que em forma de flashforward, foi ótimo, mas eu achei que poderia ter terminado em Hogwarts, com alguns deles como professores da escola de magia, além de um certo chapéu definindo o futuro de um certo novo personagem dessa reta final. Sei lá, algo por ai…

E o mais emocionante dessa história toda foi mesmo ter que se desperdir de uma vez por todas de Harry Potter. Na minha concepção, ter acompanhado o crescimento do garoto (e de todos eles) foi a maior experiência disso tudo. Harry sempre teve o seu caráter muito bem definido ao longo de todos esses anos e isso nos fez torcer por ele até o final. Apesar da bondade sem tamanho, Harry Potter não caiu no limbo dos mocinhos que a gente desiste pelo meio do caminho, coma a aura bondosa demais. Nesse caso, todo a magia acabou contribuindo para que a gente se envolvesse cada vez mais com a história, torcendo sempre para que o nosso bom Harry escapasse de um final trágico e injusto. E isso desde 2001, quando ele recebeu a sua carta, foufo mil!

Não sei quanto a vcs, mas toda vez que eu vou assistir o final de algo que eu gosto, já vou sofrendo por antecipação durante o processo. E com “Harry Potter And The Deathly Hollows – Part 2” não foi diferente. Passei o filme todo pensando que estava se aproximando do final e apesar desse fato trazer algo bom, como a conclusão dessa história, a sensação de ter a certeza de que esse seria o fim não é nada boa.

Chegando ao final dessa história, Harry Potter se torna um clássico da nossa geração, do tipo que todo mundo vai se lembrar com saudades para sempre. Sabe aquele livro querido que vc vai pegar de vez em quando da estante para matar a saudade, ou que vc vai passar adiante por gerações? Sabe aquele filme que vc vai fazer questão de sentar para assistir com os seus filhos ou quem sabe seus 12 netos (rs)? Então, esse é o legado de Harry Potter. E para finalizar e nos despedir de vez, só nos resta agradecer mesmo.

Obrigado por toda a magia Harry! (tears)

Muito amor e magia para a premiere do último Harry Potter (Sniff)

Julho 8, 2011

Harry! (♥)

Ronyammmm (♥)

O malvado que a gente ama & odeia e por quem a Emma Watson revelou ter sido apaixonada no começo de tudo. Awnnn! (♥)

Heleninha Bellatrix do Mal Amém! (♥)

E o mistério de Hermione, hein? (♥)

Pq alguém me explica se ela caiu graciosamente no red carpet ou desceu até o subsolo para segurar a barra dessa saia, hein?

Encerrando o tema Oscar 2011, algumas foufurices da noite de ontém

Fevereiro 28, 2011

Teve foto mais foufa na noite de ontém do que a do casal Tim Burton e Helena Bonham Carter no red carpet do Oscar?

Foufos mil!

Achei bem promissora esse “vem cá minha nega” que a Amy Adams ganhou do seu marido Darren Legallo na festa ontém hein? Höy!

O que deve ser divertido esse Robert Downey Jr, hein? AMO!

My castle, my rules – O emocionado discurso do Rei

Fevereiro 18, 2011

Um discurso emocionado e quase sufocante. “The Kings Speech” do diretor Tom Hooper, é o tipo de filme que é um prato cheio para o ator principal, feito para levar todos os prêmios possíveis, uma vez que em boas mãos. E esse certamente é o caso do Colin Firth, que vive lindamente o Duque de York, que mais tarde vem a se transformar no Rei George VI.

Uma interptetação linda de se ver, na medida, sem caricatura ou exageros. Como telespectador e apaixonado por cinema (que é um curso que eu adoraria fazer um dia e talvez acabe fazendo mais tarde na minha vida), fico imaginando como deve ter sido exaustiva essa experiência para o ele (Colin) como ator.

Aquela câmera em close, quase que o tempo todo, em um plano bem fechado e capaz de pegar os mais minunciosos detalhes, não deve ser nada agradável de se fazer. Mesmo com o resultado primoroso que temos no filme.

Como trata-se de um filme de época, os cenários, o figurino e os objetos de cena são um show a parte. Tudo no seu devido lugar e o contraste entre o rico e o pobre. Como no “consultório” de Lionel (Geoffrey Rush), com as paredes descascadas e suas camadas formando uma textura deliciosa, do tipo que da vontade de tocar. E aquele sofá lindo, meio acabado e muito abaixo do que se espera para receber um Rei, mas que mesmo assim possui o seu charme. E o tom azulado que preenche o filme com uma beleza melancólica, em cenários, planos de fundo ou até mesmo no figurino (como em um dos vestidos que a Helena Bonham Carter usa em uma cena dentro do carro, maravileeeandro!), que aparece para quebrar o que se espera do cinza da fria Inlgaterra. Cool!

Colin Firth empresta a sua doçura ao Duque de York, um homem contido, tímido e visivelmente desconfortável. É claro que ele vem de uma família real fria e com isso, os daddy issues vão aparecendo ao longo do filme, além do seu maior pesadelo que é a sua gagueira. Nada óbvia, mas uma gagueira de nervoso, desconforto, sem trejeitos óbvios ou algo parecido.

Desde o começo, fica bem claro que ele não tem a menor vontade de ser nobre, ou de herdar o poder do seu pai (Rei George V). Ele parece muito mais confortável em seu papel de homem de família comum, pai de duas filhas, vivendo o seu casamento feliz com a sua esposa Elizabeth, vivida pela atriz Helena Bonham Carter.

Sou muito fã do trabalho dela e acho que ela nasceu para ser rainha. Mas acho o seu papel pequeno demais no filme, de pouca importância para a história,mesmo tratando-se da Rainha Elizabeth e por isso, talvez eu esteja cometendo um crime contra os meus princípios, mas preciso dizer que achei um certo exagero a sua indicação ao Oscar por esse papel, sorry. Não me espanto se ela levar, pq afinal, a Academia deve essa pra ela já faz tempo, mas sinceramente o seu papel esta mais para coadjuvante nesse caso.

Enfim, em busca da cura para o seu problema, que o impede de falar em público para grandes multidões e tendo essa necessidade cada vez mais presente em sua vida, com a chegada da mídia a corte (transmissões de rádio ao vivo para todo o país), ele acaba que por sugestão de sua esposa (e essa foi a única importância do seu personagem para o filme) visitando uma espécie de fonoaudiólogo/terapeuta (que na verdade não passa de um ator decadente), que é o Lionel Logue, interpretado de forma encantadora pelo ator Geoffrey Rush.

Esse sim eu considero um injustiçado, ainda mais pelo tamanho do seu papel e significância para a história (embora eu não tenha visto o filme do Christian Bale ainda…)

E as sessões de terapia são divertidíssimas, com direito a um membro da família real rolando pelo chão da sua sala, ou até mesmo gritando palavrões compulsivamente. Divertidíssimo! E o clima entre os dois, é de provocação o tempo todo, funcionando como uma espécie terapia alternativa.

Com o tempo e a sua convivência com Bertie (que é o seu apelido para o cliente real), ele acaba enxergando naquele homem um lider honesto, de principios, um verdadeiro Rei. Convence-lo disso não é nada fácil, o que acaba levando os dois a um rompimento nessa relação Dr e paciente. Dra-ma!

Achei bem  digna a postura do irmão (que é o boy magia real), até então o escolhido para ser Rei, que prefere viver o amor da sua vida, ao contrário de se entregar as regras da sociedade careta daquela época (e se bobear até hoje).

Percebi tmbm alguns takes bem modernos do diretor durante o filme, como na cena da posse, onde a câmera esta em um ângulo de baixo para cima, mantendo os ricos detalhes do teto do palácio. E também um outro take, esse de cima, revelando os corredores do palácio em uma fotografia inesperada e linda. Cool!

Muito boa também foi aquela cena do Rei e Rainha indo até a humilde casa do terapeuta, para fazer as pazes e convida-lo a continuar o tratamento, que depois da posse passa a ser indispensável. Imagina se eu, estou na minha humilde casa e de repente, o princípe Harry me resolve aparecer com toda a sua ruivisse aqui em casa? Cataploft (o som do meu corpo duro atingindo o chão)

Embora o filme seja dramático, os pontos de comédia fazem toda a diferença na trama. Mas uma comédia inteligente, como Lionel sentado no trono da cerimônia de posse, algo inimaginável para uma plebeu. E vc, se tivesse a chance não faria o mesmo? Aposto que sim, e ainda tiraria uma foto com o seu iPhone, euri.

O final é emocionado, temos um Rei quebrando o protocolo e se aproximando ainda mais da imagem de um homem comum e reconhecendo a importância da companhia de Lionel em sua vida, mesmo não sendo “diplomado” (e quem disse que é necessário tem diploma para ter sabedoria, hein?). O prometido discurso do rei, como anuncia o título, fica para o final, em uma emocionada cena onde o brilhantismo e a delicadeza de Colin roubam a cena, em um close maior ainda do que em todo o resto do filme, com o Rei vencendo o seu maior desafio de encarar a sociedade de frente, de perto. E com a companhia daquele que se torna o seu amigo para toda a vida, anunciando para todo o pais que a Guerra esta declarada contra a Alemanha de Hitler. Emocionante!

Os americanos dizem que não, mas são sim preconceituosos com relação aos ingleses. Mas também adoram um filme de época. Se bem que, esse não é exatamente um filme de época. Hmm mmm

Ano passado o Colin Firth chegou perto de ganhar o seu merecido Oscar por “A Single Man”, que é outro filme maravileeeandro e altamente recomendado pelo Guilt, mas acabou perdendo para o Jeff Bridges, por “Crazy Heart”. Esse ano, de novo, ambos estão concorrendo na categoria de melhor ator, Colin vivendo um rei inglês e Jeff um cowboy típico americano. Mas nada mais  justo que dessa vez a vitória seja do Colin, que sinceramente, fez por merecer com o seu impecável Rei George VI.

Como o Guilt não confia em nenhuma premiação, com medo de que mais uma injustiça seja confirmada esse ano, vou dar eu mesmo o Oscar de Melhor Ator de 2011 para ele, Colin Firth, o eterno boy magia da Bridget Jones.

Segura que esse Oscar é seu Colin Firth. Clap Clap Clap!

Achei chic, achei podre no SAG Awards 2011

Fevereiro 1, 2011

Começo de ano é sempre assim, pencas de premiações antes do Oscar e uma certeza: muita gente de gosto duvidoso nos red carpets.

E é claro que no SAG Awards 2011 não foi diferente. Uma reunião da cafonalha!

E eu o que acho de tudo isso?

Acho chic, acho podre. Não entendeu? Ok, vou explicar…

Por exemplo, acho chic:

Não sou muito fã de degrade, mas achei esse vestido da Julia Stiles um dos melhores da noite.

Simples, bem resolvido e iluminado.

Acho chic

By Monique Lhuillier

Tmbm achei bem chic esse Alexander McQueen da Mila Kunis e olha que eu tmbm não sou muito fã de estampa.

Na verdade eu não gosto de estampa figurativa, eu acho… (nesse caso é claro)

 

Pausa para um momento gossip:

Agora o fatão da vez nesse caso é que…

… ela tem mesmo um tipo neam?

Olha só quem dizem que ela esta pegando, depois de terminar o seu casamento com o Macaulay Culkin.

Qualquer semelhança não deve ser mera coincidência, não é mesmo?

NEXT!

Lea Michele, eu tenho uma pena de vc. Isso pq eu acho ela super talentosa, mas o personagem que escrevem para ela em Glee beira o insuportável.

Difícil um personagem principal ser tão rejeitado assim. Acho que já passou da hora deles tentarem consertar isso.

Seu vestido eu não achei dos piores, achei ok. Mas não foi feito para ela, que não tem o corpo suficiente para preenche-lo. Sorry!

By Oscar de la Renta

Falando em Glee…porque Amber Riley? Porque?

Gastei meu português falando que vc estava maravileeeandra no Golden Globe, que eu tinha achado uma escolha super inteligente para o seu tipo físico e tudo mais. E agora vc me aparece assim no SAG? Dafuck?

Sorry Mercedes mas dessa vez, #NAOTABOMNAO!

Achei podre.

Hilary Swank fazendo a grega e de nude é muita preguiça.

Alguém precisa lembrar que ela é mais do que isso.

Achei preguiça, achei podre

By Versace

Christina Hendricks vc me irrita profundamente!

Ela já foi modelo, é uma das mulhers mais lindas do mundo e não se encaixa em um padrão óbvio, esta no elenco de uma das melhores séries ever e ainda por cima é ruiva magia.

Ai eu me pergunto: precisa mais o que?

E a resposta  é: bom gosto!

Sinceramente eu acho que ela não tenm nem idéia do tamanho da sua beleza.

Achei podre.

 

Agora outra pausa…

Achei muito talento feminino para uma foto só. Höy!

E nesse caso achei uma foufurice só esse reencontro de “A Single Man”. Höy!

 

Ok, voltando ao que interessa…(tisc tisc)

Ai gente…custava dar um toque para a Winona não ir vestida de noiva?

Não foi dessa vez que vc desencalhou ex Black Swan. Euri

TE AMO WINONA

Mas achei podre

By Alberta Ferretti

Agora, fala se não é muita covardia toda essa beleza reunida em um único casal? Höy!

Achei bem chic os Drapers terem aparecidos juntos, rs. Seria esse um sinal de que eles vão voltar na próxima temporada de Mad Men?

Torço para isso, pq a personagem dela perdeu toda a força e o sentido sem o seu boy magia, fatão!

Outro que deu uma melhorada foi o Christian Bale, não?

Tomou um banho, cortou aquele cabelo que não estava bom não e manteve a barba ruíva. Cool!

Acho que ele deu uma acordada depois que percebeu que ele estava levando vários prêmios e por isso precisava de um look melhor neam? Höy!

ME-DO!

Vamos gritar juntos: CRUZES!

Juro que se eu encontro com a Nicole Kidman assim na minha frente eu mudo de calçada, só para não perder a imagem dela como Satine em “Moulin Rouge” e ficar com essa imagem medonha e atual dela na minha cabeça para todo o sempre.

Achei podre

#NAOTABOMNAO


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