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A temporada em que a série mais vagabunda e adorável de todos os tempos finalmente resolveu sair de casa

Fevereiro 7, 2014

Him and Her

Com apenas cinco episódios para a sua temporada final, Him & Her resolveu encerrar a sua história de forma inusitada, considerando a sua mitologia, é claro e completamente diferente do que já havíamos vivenciado na série. Não, nós não tivemos nenhum plot twist de revirar os olhos, nem um plot bombástico qualquer de última hora, apenas a novidade dessa temporada ter sido inteira toda realizada fora do apartamento do adorável indeed casal Steve e Becks, que pela primeira vez passaram a circular em outros cenários, tendo o casamento da Laura e do Paul como plot central para a despedida dessa deliciosa série inglesa.

Vamos combinar que para quem já estava acostumado com a rotina de vagabundices de Him & Her, foi difícil aceitar que durante essa Season 4, a gente não tenha feito nenhuma visita ao apartamento dos dois que havia sido o cenário fixo para essa história até então, concentrando tudo o que já aconteceu entre o casal dentro daqueles pequenos e bagunçados cômodos, muitas vezes imundos e cheios de restos de comida. Mesmo assim, foi uma delícia encontrar esses personagens a essa altura já tão queridos, em uma diferente situação durante essa temporada de despedia, alinhados, cheios de tarefas, dispostos e prontos para ajudar no que a irmã de Becks certamente acreditava ser o acontecimento do ano. No caso, o seu próprio casamento. Se Laura nunca nos pareceu uma mulher muito centrada, imaginem ela prestes a subir ao altar e tendo sido mãe recentemente…

A principio, eles foram discretamente deixando o casal mais a vontade fora da sua zona de conforto, mas ainda assim era possível perceber que eles não resolveram abandonar a fórmula antiga da série que sempre deu tão certo, colocando os personagens fora de casa, mas de certa forma limitando o espaço, talvez para nos acostumar aos poucos com a ideia de que existia vida além daquele apartamento. O primeiro episódio por exemplo, começou no quarto de hotel onde o casal havia se hospedado e depois disso, eles permaneceram praticamente apenas nos corredores do mesmo hotel.

Da manhã que antecedia o grande evento, à chegada dos convidados (e consequentemente toda a família da Becky, para o desespero do Steve), até o momento do baile pós cerimônia, acompanhamos momentos excelentes que foram divididos entre todos os personagens, incluindo alguns membros extras que apareceram pela primeira vez e os pais do casal, que nós já havíamos esbarrado em outras ocasiões e que voltavam para desenvolver um pouco mais dos seus plots antigos, como a crush do pai da Becky pela Shelly ou o “espírito livre e aventureiro” da mãe do Steve. Durante esses episódios finais, sobrou para Becky a difícil tarefa de tentar controlar a sua irmã descontrolada por natureza e já para o Steve, acabou sobrando a tarefa de cuidar do noivo, algo que ele não conseguiu executar com êxito já no primeiro episódio, noivo que além de tudo estava sofrendo uma crise existencial, ainda mais quando descobrimos por meio de um beijo daqueles no corredor do hotel que o seu amante homem e bem mais velho (sim, confirmou, Paul era gay, ou pelo menos bi) resolveu aparecer para tentar impedir a cerimônia.

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Além disso, sobrou para o Steve também a tarefa de ter que lidar com a desaprovação de praticamente toda a família da Becky, que nunca foi assim tão fã do rapaz, ainda mais quando ganhamos uma comparativo com a aparição do ex namorado dela, Lee, que para ajudar, além de toda a sua magia (Höy. Mas serei sempre muito mais você, Russell Tovey!) chegava com o combo da perfeição e já era super bem aceito pela família da noiva e sua irmã. De certo modo, Steve acabou levando a culpa por praticamente tudo que deu errado durante o casamento, do sumiço do noivo que voltou completamente bêbado da sua despedida de solteiro, ao seu constrangedor discurso de best man, as vezes meio que sem querer e as vezes por ele ter o talento de se meter em enrascadas sem precisar se esforçar muito.

Dos personagens já conhecidos, tivemos é claro a participação do Dan, que não poderia faltar para essa despedida, ele que acabou sendo responsável por alguns furtos e um apagão durante a festa e a sua Shelly, que além de um bronzeamento artificial dos mais artificialmente possíveis (morro de rir quando lembro que ela era a mãe da Rose em Doctor Who) precisou explodir para colocar o pai da Becky no seu devido lugar, mesmo que para isso ela possivelmente até hoje ainda acredite que foi responsável pela sua morte. (que para ficar bem claro, não aconteceu)

Laura esteve no auge do seu descontrole ao longo de sua festa de casamento que durou todos os episódios dessa temporada e continuou tratando todo mundo com aquela honestidade/grosseria que lhe é peculiar. Isso até que ela acabou descobrindo por acidente o tal caso do seu noivo com outro homem, presente no casamento e é claro que nesse momento ela surtou de vez e partiu para o tudo ou nada, procurando qualquer um para se vingar sexualmente do seu futuro marido, ali mesmo na festa, incluindo o Steve na lista. Aliás, sua vingança por mais que nos doa admitir, foi excelente vai? (#AQUELEQUESEIDENTIFICA #NAOQUEEUJATENHAFEITOAMESMACOISA)

Sempre com uma cumplicidade sem igual, apesar da insegurança do Steve com a presença persistente do ex da Becks, que além de parecer muito mais perfeito, insistia em lhe dar algumas lições de moral (e a cena do confronto deles no banheiro, depois daquele silêncio sem fim em meio a um xixi rápido foi deliciosamente sensacional!), o casal continuou dividindo momentos super fofos juntos, sempre apoiando um a outro, da maneira deles (que de vez em quando inclui colocar o outro em situações constrangedoras, rs), mas ainda assim, sendo fofos como sempre. Mas ainda assim, uma outra surpresa os rondava, ou pelo menos rondava o Steve, que ainda não sabia sobre a gravidez da Becks, que só foi revelada para ele nos minutos finais do próprio series finale. (fiquei super aflito com essa demora. Sério) Só acho que antes disso, mesmo tendo ficado com o prêmio maior, nesse caso, a mulher da sua vida, faltou o Steve ter ganhando uma bela de uma vingança para cima do ex super perfeito da sua amada, porque como todo mundo sabe, vivemos pela vingança! (#TheyLoveTheWayIWalkCauseIWalkWithAVengeance

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E mesmo que essa despedida tenha nos deixado morrendo de saudades do apartamento antigo do casal que não foi visto durante essa temporada final, foi lindo ver uma série como Him & Her, que sempre conseguiu render o improvável com diálogos sensacionais sobre qualquer coisa, além de sempre ter desenvolvido muito bem o nível de intimidade da relação desse casal e seus personagens segundários (achei bem bacana como cada um deles voltou com o seu plot em evidência para essa temporada final), conseguindo encerrar a sua história nos deixando com a sensação de que aquela etapa da vida dos dois já havia sido superada e agora, com a chegada do filho do casal, chegava a hora de começar a pensar em outras coisas, como finalmente arrumar um emprego, nem que para a ideia inicial dessa “necessidade’, essa resolução só tenha aparecido para alcançar o desejo do Steve de comprar um smartphone para baixar um app que o ensine tudo sobre bebês. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (isso e o cuidado dele com ela ao receber a notícia e logo após o mesmo chutando a porta instantes depois de ter descoberto que embora grávida, ainda era possível se comemorar, rs)

Nesse caso, além da saudade que ficamos depois dessas quatro curtíssimas temporadas (detalhe que pode animas quem ainda não assistiu a fazer uma maratona, hein?), ficamos com o sentimento de que baseado na relação de cumplicidade daqueles dois, embora nada convencionais ou exemplos de bons costumes, não resta a menor dúvida de que eles vão acabar se saindo muito bem agora como pais.

Mas para nos despedirmos adequadamente, nada melhor do que com essa trilha sonora aqui

#JÁCOMSAUDADES (♥)

 

ps: nossos outros posts sobre Him & Her: Season 1, Season 2, Season 3

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Looking, o trailer + teaser

Dezembro 5, 2013

Série nova da HBO, uma dramédia com personagens gays vivendo em São Francisco, em uma primeira temporada de oito episódios. Um deles é o Jonathan Groff (Glee) e a série contará também com o inglês Russel Tovey (que nós amamos por Him & Her e todo o resto que ele já fez na TV inglesa indeed). Dos criadores de Bored To Death, Smash, Brothers & Sisters… ou seja, um pouco de medo misturado com pânico.

Estreia dia 19 de janeiro, lá  e aqui também. Ansiosos?
#ALREADYMEIMAGINANDOATRAVESSANDOAPONTE

 

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E isso foi o que você perdeu enquanto estivemos de férias…

Novembro 21, 2013

Sim, estive de férias, um período que acabou durando o dobro do previsto (sorry de novo), por isso achei importante dar uma recapitulada em tudo que consideramos de extrema importância e que não tivemos tempo de comentar durante esse período. Vamos lá? (imaginem esse post com a voz do narrador de Glee)

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Para começar, o Orlando Bloom se separou da Miranda Kerr e nós ficamos com a mesma cara foufa de indignação de W H A T DA F L O C K, do Flynn nessa imagem acima. Humpf!

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Mas sabemos e confiamos que o filho de Legolas nasceu para ser um guerreiro e jamais se deixará abalar por um detalhe como esse. Que o melhor aconteça para ambas as partes, que aparentemente, continuam bons amigos.

ps: abra o olho Flynn, porque parece que alguém bem perto de você anda roubando o seu suquinho descaradamente como podemos observar na imagem acima (em uma outra dessa mesma sequência, dá quase para flagrar o Orlando cometendo o crime, acreditem!). Argh, odiamos injustiças! rs

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E não é que nesse meio tempo Peter Pacey resolveu cruzar universos para nos fazer uma visita? (“nos” querendo dizer “me” fazer uma visita)

E ainda fomos agraciados com um shirtless na sacada do hotel no Rio, que é o que todo mundo que vem visitar a cidade deveria fazer. Höy!

Mas a revolta por não ter encontrado com o filho do Walter (que veio acompanhado da lindíssima Diane Kruger) realmente bateu forte quando descobri que ele não só esteve no Rio como em Sã Paula e a amiga de uma amiga tirou até foto com ele na festa da Chanel e confirmou a informação de que ele parece ser muito mais foufo do que a gente imaginava.

E sim, até agora não me recuperei dessa mágoa…

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Aí nós descobrimos que a Gwen MUSE Stefani está esse tanto de grávida. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e desde já desejar uma boa hora e ou enviar o CV para babá e ou começar a produção desse chá de bebê?

E mesmo sabendo que ela faz meninos lindos como o Kingston e o Zuma, estamos torcendo para que dessa vez ela e o Gavin ganhem uma menininha para chamar de um nome bem exótico qualquer. Sugestão: Princess Beyoncé ou Lady Madonna.

Muah!

Como atitude covarde durante esse período de férias, tivemos o Justin Timberlake, que resolveu lançar esse vídeo de “TKO”, que é uma delícia, principalmente porque nos deu a ideia de quem é que precisa de latas amarradas no carro de “recém casados”, quando podemos amarrar o próprio JT, hein?

E a cena na bancada da cozinha? Melhor não dizer mais nada. Pausa para um copo d’água, por favor….

zZZZ

zZZZ

zZZZ

Até que tivemos o Halloween desse ano e sobre o assunto, o que nós temos a dizer é o seguinte:

 Heidi Klum

Ninguém arrasou mais no fundamento do que a versão “Cocoon” da Heidi Klum. Nin – FUCKING – guém! Clap Clap Clap para ela que resolveu sair de casa um dia sem maquiagem, revelando sua verdadeira idade alemã, rs.

E para todas as angels da Victorias’s Secret, é assim que vocês vão ficar um dia. (Damn it que mesmo assim, elas possivelmente serão melhores que todas nós. Lágrimas de inveja em pedra descendo em 3,2, 1)

E por falar em “Cocoon”… (me recuso a explicar referências, rs)

Pausa: acabei de lembrar desse novo trailer do especial de aniversário de 50 anos de Doctor Who, que acontecerá no próximo sábado e terá exibição simultânea com a terra da rainha em alguns cinemas da rede Cinemark aqui no Brasil. Hurray!

Não preciso nem dizer que eu vou e vou vestido de um mix de Doutor e TARDIS, preciso? (alguém me empresta um chapéu Fez?)

E tem esse outro trailer aqui um pouco maior ó >

Além disso, recentemente ganhamos também esse websode chamado “The Night Of The Doctor”, que é um prelúdio do especial The Day Of The Doctor. (que assistiremos e m 3D comendo cupcakes com coberturas azuis acompanhados de um chá, é claro)

Agora, voltando ao assunto Halloween… (desculpem minha cabeça associativa um tanto quanto confusa…)

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Gisele até que tentou ganhar o prêmio de fantasia foufurice do ano, vestindo o seu zagueirão coxinha de leão de “The Wizard of Oz”,  mas não conseguiu levar o prêmio, nem apelando pela covardia.

Sorry Dzel…

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Outro que também tentou nos convencer no quesito foufurice foi o Ben Affleck, que também emprestou o seu fundamento de Oz e que a propósito…

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… ao lado do Samuel continuam sendo os meninos mais lindos da família Garner/Affleck. Foufos mil!

Mas também não foi o suficiente para esse ano. Sorry, Argo fuck yourself, Ben!

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Porque quem realmente ganhou no quesito foufurices foufas do Halloween desse ano foi a família inteira no Neil Patrick Harris, que nasceu para isso, não?

ps: qualquer família vestida de qualquer personagem de “Alice In Wonderland” estaria nas primeiras colocações de qualquer concurso nesse blog, confesso.

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O mesmo vale para a segunda opção de fantasias da família, que como se não sobrasse em fundamento, ainda tem filhos que entram perfeitamente na brincadeira. O que são essas crianças? Que os meus sejam exatamente assim e entrem no personagem sempre que necessário, ou seja, toda hora. AMÉM!

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Mas temos que ser honestos e admitir que qualquer pessoa vestida de Miley Cyrus durante o VMA no Halloween desse ano também ganhou o nosso coração, incluindo o Harry Styles, que se a gente fosse uma garota de 13 anos (e bem lá no fundo, sabemos que somos), se transformaria na nossa #CRUSH número 1 do momento, principalmente depois que tomamos conhecimento do seu bromance com o outro coleguinha de elenco da sua boy band de uma única direção.

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#AMAMOSBROMANCES #PLIM

Smiley Show

Falando em Smiley, ela continua se afirmando como a nova rebelde do momento, embora quase ninguém inteligente compre essa ideia e a maioria das pessoas tenham vontade de dormir toda vez que ela abre a boca e ou resolve sair na rua com seus looks pavorosos. E ela é rebelde do tipo que acende um cigarro daqueles que não devemos fazer apologia por motivos de segurança nacional e isso em Amsterdã, que todo mundo sabe que é o que todo mundo faz o tempo todo a todo momento quando não estão dirigindo suas bicicletas por aí e ou dando uma volta na “rua vermelha”. To-la.

E como estamos cansados de nos assustarmos com sua cara feia por aqui, de hoje em diante, usaremos um Smiley para cobrir a sua cara que mais parece que foi destruída por uma wrecking ball (e Glee fez uma versão dessa música com a Marley cantando no episódio da última semana, que teve uma das performances mais vergonhosas de todos esses anos na série. Sério!). Alguém saberia dizer se durante a gravação do clipe, Smiley levou uma bolada daquelas na cabeça?

Sorry, melhor não perguntar… rs

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Falando em fantasias muitas vezes ridículas e motivos para usar pouca ou nenhuma roupa, recentemente tivemos também o Victoria’s Secret Fashion Show, que é aquele desfile em que as brasileiras ainda fingem que são os maiores nomes da passarela, mas que nós sabemos que já tem algumas edições que a coisa mudou de figura.

Aproveitando que esse ano a Adriana Lima (que pernas são essas meu Deos e porque é que as nossas não são o equivalente a 25% delas?) foi de pomba gira, achei que seria justo desejar para cada uma das angels que namora um boy magia da nossa wishlist, uns 15, 58 % de gordura corporal (que no caso delas, pesando no máximo 20 quilos cada, seria o equivalente a uma obesidade mórbida no nosso universo de pessoas comuns) e lingeries cada vez menores e desconfortáveis, além de um fonoaudiólogo para a própria Adriana Lima, que continua falando inglês com o mesmo sotaque colombiano da Gloria de Modern Family (que anda ótima e precisamos falar a respeito em breve), mesmo sendo brasileiríssima.

E sim, boa parte desse post foi baseado em sentimentos de pura inveja. Me aceitem, me respeitem.

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Mas não tem angel de Victoria certa, porque quem provou que existem angels de verdade mesmo foi o Jon Hamm, que voltou a sair “bem solto” e só por isso acreditamos no milagre da vida e em seres celestiais.

HÖOOOOOOOOOOOOOY

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E já que a imagem acima da acima (mas se vocês reparem bem nessa que está apenas acima, com o Jon Hamm, vão reconhecer que estamos falando de um padrão, rs) está cheia de vermelho e em chamas, lembramos que o Michael Fassbender, que é do #TeamRed e sempre nos deixou em chamas, apareceu lindo assim em PB na capa da Elle de dezembro…

… e se você achou pouco ou ainda não se convenceu disso, dá só uma olhada nesse teaser do ensaio. Detalhe que na entrevista ele disse que nunca se achou bonito e nós fingimos que acreditamos. Aposto que ele nunca se achou um “grande” ator também. (e por grande, a intenção foi dizer enorme, por qualquer motivo que você possa estar pensando nesse exato momento. Höy!)

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Por falar em magia ruiva, tivemos o despertar de uma não tão nova #CRUSH assim, que só vem aumentando por um dos concorrentes diretos do Fassbender nesse mesmo quesito, ele que atende como Tom Hiddleston e tudo isso graças a esse vídeo (THNKS M.C, e respondendo a sua pergunta no Twitter, não, #NAOTEMCOMONAOAMAR!), onde ele demonstra parte do seu talento on a dance floor. Pergunta honesta: se ele não fosse um excelente bailarino, com essa cara e esse tom de ruivo, alguém realmente se importaria em encará-lo dando qualquer tipo de vexame na pixxxta? (R: ninguém, nunca, JAMAIS!)

E se você ainda não se deu por convencido pelos poderes de Loki himself, é melhor preparar o seu coração para a versão cantada do mesmo nesse outro vídeo…

Sério, estou apaixonado, mas que o nosso próximo assunto não nos ouça… #TEAMO (♥)

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E quem andou fazendo aniversário durante nossas férias foi o nosso Ryan Gosling (mas meu do que de vocês, mas ainda assim, nosso, é claro, rs) e o que é que o nosso aniversariante de 33 anos merece? (gosto de pensar que essa é a cara de preocupação deles em relação a todas as nossas outras magias)

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YEAH! Bom, isso também e desde já peço desculpas pelo subconsciente desse blog que de vez em quando resolve se manifestar de forma indiscreta (rs), mas o que nós achamos que ele merece no momento (e por “no momento”, queremos na verdade dizer “já que estamos tão longe e sabe-se lá qual bitch pode estar por perto”…) é o nosso “Höy” em um só voz, portando em 5, 6, 7, 8: HÖY!

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ps: imprimi a imagem acima e coloquei ao lado da minha mesa no trabalho e ainda espero por alguém honesto o suficiente que o encontre e resolva devolvê-lo intacto. Aceito inclusive de segunda, terceira ou quadragésima quarta mão. Faço minha assistente checar se temos alguma notícia a respeito todos os dias… (Brincadeirinha boss!)

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Outro que fez aniversário por esses dias foi o John Krasinski, que fez 34 anos e nós desejamos o mesmo que para o Ryan, ainda mais para alguém com uma cara tão adorkable como essa…

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ou essa. Höy! (♥)

E o aniversário pode até ter sido do Krasinski, mas o presente quem ganhou foi a gente. Estão preparados? (melhor avisar os colegas do escritório que eles possivelmente irão ouvir alguns gritos na sequência)

Krasinski

HÖY + CATAPLOFT + #CRAZYEYES + #OFFICEFEVER

Krasinski

Essa segunda imagem pode até parecer meio comprometedora para a Emily Blunt, que está lindíssima grávida e é dela essa cabeça ao sul da imagem, mas o momento hoje é dele por motivos de um shirtless aguardadíssimo e totalmente inesperado. Já podemos acender as velas para a Nossa Senhora do Shirtless?

Ian Bohen

Recentemente, descobrimos também essa magia aqui, que diz que atende pelo nome de Ian Bohen, que só pela magia confirmada e mesmo sem saber muito ou qualquer coisa a seu respeito (a não ser que ele faz ou fez Teen Wolf), merecia ser mencionado por aqui. Höy!

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Aí, o Abel, filho da Amy Poehler (que nós AMAMOS, mas que precisa dar um jeito urgentemente na sua Parks & Recs, que anda bem sufrida), resolveu provar que é tão bom no caretismo quanto o seu irmão, Archie.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (R: não, não tem. ♥ #PLIM)

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E ainda tivemos o Joe Manganiello que finalmente resolveu cortar aquele cabelo que #NAOESTAVABOMNAO, nos revelando de volta a magia confirmada que já conhecemos muito bem. Não tão bem quanto a gente gostaria, mas ainda assim, bem. Höy!

ps: na verdade, usei apenas a imagem acima como desculpa para contar que cortei os meus cabelos com um fundamento bem parecido ao dele (mais ou menos parecido) e descobri que sou lindo de curto bem curto. Sério. Essy, magia confirmada. Digamos que além da comoção, influenciei mais 2 a fazerem o mesmo e um outro, que já não tinha mais tanto cabelo assim para cortar, acabou tirando a barba e seu amigo, que a cultivava por anos  (mesmo só o conhecendo tem alguns meses, rs), acabou fazendo o mesmo. Coincidência? #IDONTTHINKSO (e sim, andei convencidíssmo a esse respeito, mas agora já passou… rs)

Já viram o vídeo da Louis Vuitton com o David Bowie? (não estou com a minha tee de  “Aladdin Sane”, mas me imaginem com ela)

Sabe sonho? Então, como no vídeo, me transportei imediatamente para aquela house party vitoriana. Até pintei um LV na cara, penas que a lágrima que escorreu no meu rosto depois de ver o vídeo apagou… (e aqui tem o making off ó)

#TEMCOMONAOAMAR?

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E Charming and Snow (Josh Dallas e Ginnifer Goodwin) que estão grávidos também? (ficaram noivos esses dias e já estão grávidos, mas não vamos dizer nada a respeito só porque gostamos deles…)

(♥)

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Outro casal que também ficou noivo recentemente foi o Adam Brody e a Leighton Meester.

E quando é que a gente poderia imaginar que o Seth Cohen e a Queen B, acabariam juntos? #CROSSOVER

(♥)

Recentemente, também ganhamos esse delicioso promo da Season 4 de Him & Her, a última da série inglesa mais vagabunda de todos os tempos e que pela primeira vez em toda sua mitologia, nos trará seus personagens explorando outros cenários fora do apartamento do casal Steve & Becky.

A previsão de estreia é para o dia 21 de novembro, ou seja, hoje. Ansiosos?

E já que estamos falando de TV… vocês estão assistindo o The Voice? (US, porque se alguém me falar daquele circo que é a versão brasileira, eu vou preferir ignorar…)

Eu continuo assistindo e já estamos entre os 10 melhores onde entre eles, estou completamente apaixonado pela Caroline Pennel, que tem uma voz doce e consegue arrancar os melhores comentários do Blake em termos de foufurices, mesmo com ela sendo do #TeamCeeLo e com o próprio Cee Lo não sendo tão legal assim com o Blake durante essa temporada… (estou bem sentindo um climão entre os dois e um dia desses, o Blake ficou bem puto, tanto que ficou quieto de uma hora para a outra…)

Entre os meninos, estou torcendo um pouco mais para o James Wolpert, por motivos óbvios de dividirmos um coração nerd. Ele que é do #TeamAdam, que a propósito, está usando o pior cabelo que ele poderia estar usando nesse momento. Por favor Adam, reveja esse conceito.

No #TeamBlake temos os melhores cabeludos da jogada (já disse que a Cher foi sua ajudante durante essa nova temporada?), mas o meu preferido é o Cole Vosbury, não só porque ele tem uma voz maravileeeandra e parece uma versão hipster de Jesus, mas também porque ele tem uma avó adorável, que cantou/tocou com o Johnny Cash e diz ter dado o fora no Elvis apenas por ele ter sido muito concorrido na época. #TEMCOMONAOAMAR?

Do #TeamXtina, até gosto da Jacqui Lee, mas gosto menos quando ela exagera e imprime um estrangulamento de gatos. Mas gosto muito do Mathew Schuller, que cantou lindamente Florence e só por isso já merece o nosso respeito para sempre.

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Da minha watchlist (que andou diminuindo drasticamente nesse último semestre), ainda não vi nada desde o retorno da segunda metade da Season 2 de Awkward (achei a primeira parte bem chatinha por sinal), estou super em dia com Downton Abbey, que já encerrou sua Season 4 e lindamente, mesmo depois de todas as recentes perdas e já estou super ansioso por seu especial de Natal e Glee continua tropeçando meio feio. Greysa eu não vi mais desde os dois ou três primeiros episódios da temporada e aproveitando a desculpa da falta de tempo, acho que não voltarei a ver a não ser de forma bem resumida, pulando tudo que eu achar bem chatinho. Homeland ficou meio assim também e estando em dia com a série eu só posso dizer que estou morrendo de saudades do Brody e não aceito apenas um episódio inteiro sobre a sua aparição e depois disso mais nada. Sacanagem Showtime, sacanagem…

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It’s Always Sunny in Philadelphia continua sendo a série politicamente incorreta mais divertida da TV, Parenthood continua assando cookies caseiros no meu coração a cada novo episódio (mas ainda não estou em dia com a série) e Parks And Recreation realmente parece que se perdeu e não tem conseguido acertar nunca mais.  Sons Of Anarchy eu não vi nada novo mas pretendo colocar tudo em dia no próximo feriado e o mesmo vale para a Season 2 de The Carrie Diaries, série da qual eu confesso – com voz de menina – estar com saudades. E recentemente eu resolvi assumir para mim mesmo que The Mindy Project é a minha série guilty pleasure do momento e talvez seja a melhor comédia bobinha no ar hoje. Sério, a Mindy está conseguindo cada nome para participar da sua série… só para dar um gostinho: teve The National, cantando (duas das minhas músicas preferidas do último CD da banda) em uma proposta de casamento gay. Nada pode ser mais legal que isso na TV atual. NA-DA.

Daria

E The Walking Dead voltou transformada em uma outra série, infeccionada, com sintomas de podridão, do tipo que está ficando difícil de se interessar e ou acompanhar. Mas continua funcionando muito bem como sonífero, olha só.  No Netflix, jurei para mim mesmo que vou assistir Luther, Scandal, Merlin e talvez um dia consiga terminar Orange is The New Black. Enquanto me engano com falsas promessas, coloquei Arrested Development, The Nanny, Married With Childrens na minha fila por lá e tenho me divertido diariamente com Daria. Esses dias estava prestes a dormir, de PJ e já era quase 2h00 da manhã, quando descobri que havia chegado “Before Midnight” no catálogo do serviço, e só consegui dormir depois de ver o filme novamente, é claro. Apesar das olheiras, não me arrependo.

Do que eu consigo me lembrar de importante e que nós não havíamos comentado, acho que falamos um pouco de tudo. Agora, alguém tem um ansiolítico? Um abraço de saudade para oferecer? Já contei que estou meio que apaixonado e vivendo um amor semi platônico semi correspondido?

É meus leitores, estou oficialmente de volta. Yei…zZZZZ

 

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Vicious – ainda não parece genial, mas pode realmente se tornar viciante

Maio 7, 2013

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Um casal gay vivendo na terra da rainha. Um deles é um ator decadente, Freddie Thornhill (Ian McKellen) que se recusa a se comportar como um aposentado e se vangloria dos pequenos papéis que fez durante a sua carreira, como uma participação em Doctor Who por exemplo. O outro é Stuart Bixby (Derek Jacobi), esse bem mais sensível, delicado, cheio de trejeitos e afetações, mas que mesmo assim ainda não conseguiu se assumir para a mãe e diz que mora com um “amigo” com quem divide as contas, naquele velho truque da irmandade (rs). Em um apartamento antigo, super datado, com cara de museu e as cortinas sempre fechadas, ambos vivem naquele eterno atraque de elogios deselegantes, uma arte que se adquire facilmente com o tempo e com a convivência (e que também faz bastante parte da cultura gay), além de uma vida quase que inteira compartilhada nessa relação de amor, que todo mundo sabe que nem só desse sentimento sobrevive. (mas principalmente por ele)

Assim é Vicious, a nova série inglesa que conta a história desse adorável e rabugento casal gay envelhecendo juntos em meio as memórias de uma vida inteira. Além do sotaque que nós amamos e não cansamos nunca de ouvir, a série tem tudo o que nós gostamos das produções do gênero da terra da rainha, além de ser uma deliciosa comédia de situação sobre o nada, onde aparentemente tudo pode acontecer dentro daquele apartamento que mais parece a catacumba que esconde dois vampiros antigos. (que isso não soe como preconceito, porque em um determinado momento ambos demonstram uma forte rejeição a luz do sol, rs)

Um apartamento com cara de antigo, com aquele mobília pesada, escuro, onde aparentemente se é proibido sequer abrir as janelas (não falei?), cacarecos por todos os lados em um ambiente que quase nos transporta imediatamente para uma outra época. Cenário perfeito para esse tipo de história, que não precisa de uma grande movimentação ou grandes acontecimentos para se desenvolver perfeitamente ou nos fazer rir.

Claro que boa parte da história, além da língua afiadíssima de ambos os personagens que trocam ofensas daquela forma cínica que nós sempre adoramos (gay or straight), conta e muito com o carisma e talento de seus atores principais McKellen + Jacobi, que são grandes lendas da TV e do cinema, que conseguem carregar os papéis de ambos os personagens com maestria, apesar de todo o caricatismo estampado na série, que parece ter assumidamente escolhido esse caminho para percorrer.

Durante o piloto já enfrentamos uma história de luto (algo que deve ser especialmente assustador nessa altura da vida e uma vez minha avó me disse algo do tipo que me fez imaginar bem essa situação), que eles acabam aproveitando para fazer piada sobre o assunto, sendo o morto da vez um interesse em comum do passado de ambos. Nessa hora, eles acabam recebendo também a visita de velhos amigos, todos bem divertidos apesar da menor participação, assim como a amiga de longa data do casal, Violet Crosby (Frances de la Tour) que parece não saber muito bem se Zac Efron é uma pessoa ou um lugar. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

A série conta também com a participação de um vizinho magia que se muda ainda no piloto para o andar de cima do flat do casal, Ash Weston (Iwan Rheon, que atualmente também está em GOT) bem mais jovem e ainda sem preferências definida, algo que acaba despertando o interesse e a curiosidade de todos. Só achei que o plot sobre ele ser gay ou não poderia ter rendido mais e talvez até porque não ter virado uma espécie de mitologia para o personagem dentro da série, pelo menos por um tempo, claro.

Apesar de não ser genial em nenhum momento, nessa simplicidade da série e no talento dos seus atores principais está o maior trunfo da mesma, que em diversos momentos, dadas as devidas proporções, chega a nos lembrar de delícias como “A Gaiola das Loucas”, Will & Grace (e tem dedo dos produtores da série antiga na nova série também) e até mesmo Him & Her, para fugir de qualquer tipo de estereotipo. De qualquer forma, apesar de qualquer coisa (inclusive proximidade e identificação com um futuro bem possível para alguns… tisc tisc, rs), é bem possível que Vicious acabe se tornando um dos nossos mais novos vícios na TV.

Veremos…

 

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Him ♥ Her (Season 3)

Março 1, 2013

HAH

Mais uma temporada sensacional de Him & Her, o casal mais sujinho e adorkable da TV (bem atrasado eu sei, mas juro que estava ensaiando essa review faz tempo. #MyBad) . Mais uma temporada em que acompanhamos esse casal de preguiçosos vivendo à sua forma em meio a uma verdadeira bagunça deliciosa (as vezes nem tanto e quando vejo o tanto de lixo acumulado naquela lixeira, vai me batendo o desespero. Isso sem contar o meu nível avançado de TOC, que me faz ter pelo menos vontade de organizar aquilo tudo), recebendo visitas cada vez mais constantes e nada convenientes, naquele apartamento onde de tudo acontece.

Se tem um comédia brilhante sobre o nada na TV atual, essa é Him & Her, que realmente consegue ser muito especial tratando absolutamente sobre nada. Chega a ser um absurdo o volume de situações que eles conseguem nos propor dentro daquele pequeno apartamento, que acaba servindo como o único cenário da série, o qual a essa altura, já exploramos muito bem cada um dos seus quatro cômodos (sendo um deles apenas um hall e sem contar a escadaria, agora também bastante presente como cenário da série). Ainda mais pensando que todas essas situações surgem de um cotidiano onde quase nada acontece, falando sobre que aquele casal está fazendo no momento em que paramos para observar suas vidas de frente com a TV, eles que por serem totalmente preguiçosos e não terem quase nunca muito o que fazer, poderiam ser as pessoas mais tediosas do mundo, mas estão completamente longe disso.

Esse na verdade é o brilhantismo da série, que com um excelente texto do seu criador, Stephan Golaszewski, consegue nos entreter com toda aquela monotonia que é a vida do casal e no caso, como normalmente de vez em quando bem pode ser a nossa também. Um texto realmente muito bom e que ao longo dessas três temporadas foi o que acabou nos fazendo notar uma visível evolução de seus personagens, tanto quanto de suas próprias histórias. Apesar da série não ter exatamente uma continuidade e não utilizar de recursos simples que várias outras comédias utilizam (as vezes de forma totalmente sem medida) para contar sua história, eles conseguiram aprofundar muito bem cada um de seus personagens, assim como suas relações e isso em um espaço totalmente limitado e que certamente nunca chegou a ser um problema para Him & Her e na verdade, acaba sendo o seu charme.

Muito embora precisamos reconhecer que essa foi uma temporada um tanto quanto diferente para a série, porque pela primeira vez tivemos um plot central em meio a todas aquelas situações do cotidiano do casal, com Steve (Russell Tovey) planejando a melhor forma ou o melhor momento para finalmente pedir a mão da Becky (Sarah Solemani) em casamento, que para quem não se lembra, foi exatamente o motivo do quase término do casal durante a Season 2, quando ela descobriu que ele havia pedido a ex namorada em casamento, algo que até então ele nunca havia sequer mencionado como possibilidade para ela e que nos trouxe um dos poucos momentos dramáticos para a série no seu passado. (dramático no limite e por sinal, super foufo também)

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E essa proposta ideal foi o plano de Steve durante toda essa Season 3, onde observamos ele se preparando para o tal momento, mas sempre encontrando alguma dificuldade em seu caminho (apesar de não ter a menor dúvida sobre o assunto), como as inconvenientes visitas de todos ao apartamento do casal a todo e qualquer momento, assim como a sabotagem da irmã da Becky, a adorável detestável Laura (Kerry Howard), que agora estava grávida e como toda boa megabitch extremamente egoísta e egocêntrica ao extremo,  não queria dividir as atenções com a irmã e por isso, fez questão de tentar sabotar o plano do Steve a todo momento, inclusive tentando se livrar a todo custo do anel comprado pelo próprio para o momento do pedido e tudo isso sem carregar a menor culpa.

Uma reclamação antiga a respeito de Him And Her que eu sempre tive foi exatamente esse tipo de comportamento da Laura em relação aos demais personagens, sempre sendo cruel demais e até mesmo grossa o tempo todo. Não que eu ache que isso não agregue em nada, porque todas as suas grosserias acabam trazendo ótimos momentos para a série, causando um desconforto geral entre todos eles, mas sempre achei estranho que ninguém expressasse qualquer tipo de reação de repudio a essa comportamento extremamente ofensivo e grosseiro de sempre da personagem.

Até que, em um dos melhores momentos da temporada, Shelly (Camille Coduri, que só depois da minha maratona em Doctor Who, eu fui descobrir que é também a mãe de Rose), a amiga que mais sofre na mão da Laura (e que finalmente acabou encontrando no Dan – Joe Wilkinson – a sua outra metade) acabou explodindo em um momento de fúria em relação a forma como a amiga sempre tratou todos e especialmente sobre o modo como ela havia tratado o seu filho naquela ocasião (sim, Shelly tem um filho), vomitando uma série de verdades na cara da amiga, que já estava mais do que na hora que ela acabasse ouvindo de alguém. Finalmente! (Clap Clap Clap) E a cara de realização de todo mundo nesse momento também foi sensacional, assim como a forma com que Laura conseguiu se defender daquele momento constrangedor e sair daquela situação, alegando que a amiga “totalmente fora de si”, estava gritando com uma grávida e isso ninguém jamais deveria fazer. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (talvez Laura devesse permanecer grávida para sempre, para evitar qualquer tipo de confronto)

Shelly que inclusive fez sucesso com o pai da Becky, que não conseguiu disfarçar o seu entusiasmo para cima da personagem, para desespero do Steve, que teve que lidar com a empolgação do sogro, mesmo sendo um homem casado e ainda se achando no direito de não aceitar o próprio como futuro marido da sua filha. Sem contar que Shelly e o Dan formam um casal adorkable (e mais esquisito impossível ao mesmo tempo) e eu desde sempre achei que eles deveriam ficar juntos. Confirmou!

Durante essa Season 3, ainda tivemos um plot sensacional com a possibilidade do Paul (Ricky Champ), pai do filho da Shelly, na verdade ser gay (ou pelo menos bi), com ele revelando algumas dúvidas em relação ao futuro do que ele tem hoje com a Laura e ao mesmo tempo com um amigo que conhecemos durante o mesmo episódio, com quem acabou ficando mais do que na cara que ele tinha alguma coisa especial. Aliás, esse seria um castigo ótimo para a Laura. Sorry Laura, mas você vem fazendo por merecer.

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Mas essa foi realmente uma temporada para que a gente se aprofundasse ainda mais na relação do casal, onde inclusive ganhamos um flashback, que nos trouxe a lembrança o adorável primeiro encontro do casal, que honestamente, não poderia ter sido mais foufo ou o começo para uma relação perfeita (nesse caso, claro). E quem já não tinha pelo menos a impressão de que tudo havia acontecido exatamente naquele apartamento, desde o começo? E o Steve tentando esconder toda a sua bagunça (sim, ele sempre foi o mesmo e já ouvia Stereophonics. Repito: #TEMCOMONAOAMAR?), foi ótimo também  e ela tentando esconder que havia quebrado sem querer a pia e ao mesmo tempo se dando conta que aquela seria a bagunça perfeita para ela mesmo viver, foram momentos bem bacanas e super especiais para quem acompanha a série. Um episódio cheio de referências a mitologia de Him & Her, como uma série de símbolos importantes do que apreendemos a AMAR de tudo que já vimos da série, especialmente da relação de amor daqueles dois até então.

Até que finalmente chegamos ao episódio com a elaborada e ensaiada proposta de casamento do Steve para a Becky, que obviamente acabou fugindo completamente dos seus planos por conta dos acasos da vida e as interferências de todos que circulam a todo momento pelo seu apartamento, algo que inclusive quase acabou em um briga entre ambos (tudo por conta de um desentendimento), mas que também acabou nos levando para um dos momentos mais foufos da história do casal. Ele só de roupão, morrendo de vergonha por primeiro, ter que revelar qual era o seu plano e segundo por ele não ter dado nada certo, mesmo depois de todo aquele trabalho, vestindo o pedido de casamento super bem elaborado, carregando as caixas com as possíveis respostas dela e o detalhe dos balões de corações presos no armário aguardando o “Sim” para serem soltas, foi mais do que especial. Um dos meus momentos de relações de amor preferidos da TV (♥), principalmente por sua originalidade, mas especialmente por tudo que ele representava naquele momento para ambos os personagens, que desde que os conhecemos, percebemos que foram mesmo feitos um para o outro. Juro que eu até chorei naquela cena (sabe quando você chora e ri ao mesmo tempo? Então…) e acabei a revendo por pelo menos umas 5 vezes.

Depois disso ainda tivemos mais uma momento bem bacana para a série, com a visita do pai do Steve, tão adorável quanto o filho (muito engraçado como ambos representam muito do que são os seus pais, não?), dividindo um momento afetivo super especial com ele entregando o livro preferido do filho quando criança, em um episódio especial de Natal que acabou encerrando essa Season 3 de forma deliciosa. (até o momento, não há a confirmação da BBC a respeito de uma possível quarta temporada, que nós mais do que torcemos para que aconteça embora ambos atores principais estejam envolvidos em outros projeto – o que não é nenhuma novidade e pode não significar nada uma ver que por se tratar temporadas curtas, eles sempre fizeram outras coisas além da série)

Mas não adianta e toda vez que termina uma temporada de Him & Her, a sensação é a de que ela foi curta demais (dessa vez foram novamente apenas 7 episódios). Humpf! Assistindo a série e AMANDO todo o seu fundamento desde sempre, fico com a impressão que se todos eles estivessem dispostos, poderíamos continuar assistindo aquele casal envelhecer lindamente na TV por vários anos.

♪ Come closer and cuddle me tight/ My heart goes/ Boom bang-a-bang, boom bang-a-bang/ When you are near ♪

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Him & Her Season 3, o trailer

Outubro 31, 2012

O casal mais sujinho do mundo indeed (Season 1, Season 2) está de volta para a sua Season 3, dessa vez um pouco mais limpos do que o normal e porque não dizer até organizados?

Será que vai ter pedido de casamento mesmo?

Russell Tovey = Höy + (♥)

 

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A nova má educação indeed

Outubro 23, 2012

Comédia inglesa da BBC3  com o melhor do humor da terra da Rainha, que obviamente eles melhor do que ninguém, sabem muito bem como fazer na medida certa.

Confesso que eu gosto muito desse tipo de humor inglês, que quando é ácido é ácido mesmo, sem meio termo e é exatamente isso que encontramos em Bad Education.

Seu cenário é uma escola, um high school qualquer repleto das mais diferentes figuras, mas o foco da série não são exatamente os seus alunos e sim o pior professor de todos os tempos, Alfie. Irresponsável, muitas vezes bem mais infantil e imaturo do que os próprio alunos, ele apesar de todas as suas falhas é super querido entre os estudantes (não do tipo que todos ficam o observando como se ele fosse um grande exemplo de comportamento e mais como amigo mesmo, como mais um da turma), que é claro que adoram o perfil do professor, isso até a coisa apertar e todos eles se encontrarem prestes a repetir de ano.

Apesar de título de um dos piores professores dos últimos tempos, Alfie também poderia ser considerado com um ótimo professor, pelo que ele consegue fazer com a sua sala de aula, tornando suas aulas bem mais interessantes (e elas ficam mesmo bem interessantes), mesmo que cinco minutos depois ele perca totalmente o foco. Na verdade, nunca entendi muito bem o porque que para ser considerado um bom professor, o profissional precisa ser extremamente sério. Meus melhores professores ao longo da vida (ou os que eu lembro com saudades) foram todos contadores de histórias e super bem humorados.

Claro que dentro desse cenário, todos os personagens acabam sendo umas figuras, como o diretor invejoso, a vice-diretora que fica no pé de Alfie, além da professora de biologia, interpretada pela Sarah Solemani, de Him & Her. Sem contar os alunos, que são todos caricatas e divertidíssimos. As piadinhas com o cadeirante ou o aluno gay da turma, foram todas excelentes nesse piloto.

O bacana também é que a série é uma criação do próprio Jack Whitehall (Höy!), que interpreta o professor Alfie, uma das grandes apostas do novo humor inglês. Tanto que a série mesmo com apenas dois episódios exibidos, já havia garantido a sua segunda temporada.

Uma comédia divertidinha, inglesa, o que por si só significa que é curta, objetiva e sem muita enrolação, mas que não é nada demais também,  do tipo para assistir sem muita ansiedade ou compromisso. (sabe quando nossas preferidas entram naquele hiatus e ficamos todos carentes? Então…)

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The 9th Doctor

Janeiro 20, 2012

Comecei a assistir Doctor Who a partir da Season 5 e Season 6, já com o 11th Doctor (Matt Smith), mas como a minha relação de amor com a série foi praticamente imediata, uma relação sincera de amor a primeira vista, prometi para mim mesmo que ainda assistiria as temporadas anteriores, pelo menos do ano de 2005 para cá.

Coloquei o meu plano em ação a partir do primeiro dia de 2012 e sendo assim, decidi dividir com vcs um pouco mais do passado dessa que passou a ser a minha série Sci-Fi preferida ever, não tem jeito. (ao lado de Fringe, claro)

Sendo assim, confesso que não foi muito fácil me adaptar a Season 1, que é um tanto quanto diferente do que a gente vem assistindo atualmente em Doctor Who, começando é claro pelo próprio Doutor, que naquela época era o 9th Doctor, interpretado pelo ator Christopher Eccleston.

Eccleston tem um jeito bem diferente do Doutor do Matt Smith (porém com o mesmo tipo de humor já tão característico do personagem) e não tem como negar que o cara tem menos carisma, o que é um fato fácil de se ser notado. Assim, demorei um pouco para me acostumar com o novo (novo pra mim, mas que nessa cronologia nova a partir de 2005, seria o “primeiro” novo Doutor), menos carismático, mas nem por isso menos adorável Doctor Who.

E nessa hora eu descobri que definitivamente a força da série está na grandeza do personagem, sem a menor dúvida, mesmo que ele seja interpretado por diversos atores diferentes ao longo do tempo. Sempre teremos os nossos preferidos, o que é inevitável e até agora o Matt Smith continua sendo o meu, mas é inegável que a força da série esteja mesmo ligada ao Senhor do Tempo que tudo vê e a sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional da história!

Naquela época, a sua companion era Rose Tyler (Billie Piper), uma garota loira que deixou o namorado e família para trás, para acompanhar o Doutor em suas viagens através do tempo. Um convite certamente irrecusável. (aguardo até hoje o meu…)

Rose lembra de longe a Amy Pond, pela sua postura diante do Doutor, sempre questionando o mesmo e fazendo aquela troca dentro do universo da comédia que nós também adoramos na série. Mas existe algo mais entre ela e o Doutor no ar, talvez por ela ter deixado o namorado para trás (diferente um pouco da Amy), mas ela troca uns olhares com o Doutor que vão além da admiração, tanto que para ser salva no final, o próprio Doutor acaba se sacrificando por ela e tudo “termina” de certa forma em um beijo. Mas ainda é cedo para falar mais sobre esse assunto.

Talvez isso tenha me incomodado um pouco na questão da companion da vez (isso e o fato dela usar muito rímel nos olhos, ficando com aquele olhar de boneca, sabe? rs). Tudo bem que seria bem difícil viajar pelo tempo e espaço acompanhado de um homem como o Doutor e não acabar se apaixonando por ele, mas eu engrosso o time de quem prefere a relação de “tutor” dele com suas companheiras de bordo, algo que pelo menos para mim funciona sempre muito melhor.

E diferente das temporadas atuais também, não tivemos exatamente uma história que acompanhasse toda a temporada para um desfecho final. Nada de fendas na parede, filhos roubados ou a longa espera pela morte do Doutor que tinha dia e hora marcada, como aconteceu durante as temporadas mais recentes (Seasons 5 e 6). Nesse caso, apenas uma palavra, “Bad Wolf”, nos perseguiu durante toda a temporada, mas talvez tivesse até passado despercebido se em um determinado momento eles não fizessem questão de lembrar desse plot “misterioso” e recorrente, que estava relacionado com a conclusão da história para a Season 1.

Mas isso não é de todo ruim e apesar da falta de um plot maior para que a gente pudesse acompanhar a temporada aguardando por sua resolução final mais grandiosa, amarrando toda a história da mesma, os episódios nesse caso funcionam muito bem como episódios soltos, que aproveitam o seu tempo para explicar um pouco da mitologia da série, algo importante para um programa de TV de 1963 que logo estará completando 50 anos e que passou tanto tempo sem ser produzido novamente para a TV até a BBC decidir voltar com a produção em 2005.

Entre os meus episódios preferidos estão aquele com o fim do mundo (1×02 End Of The World), onde encontramos o último sobrevivente da raça humana (ou o que sobrou dele, rs), que tem uma reunião deliciosa de personagens de diversos lugares do universo, assim como o episódio duplo (1×09 The Empty Child 1×10 The Doctor Dances) onde ganhamos a impagável entrada do Capitão Jack Harkness na série (John Barrowman), um viajante do tempo meio trapaceiro e avançadíssimo, vindo diretamente do século 51, que foi uma das melhores companhias a bordo da TARDIS ever, provando que não foi à toa que o seu personagem acabou ganhando mais tarde o seu próprio spin-off de Doctor Who, que é a série Torchwood.

Capitão Jack que acaba até ganhando um merecido beijinho do Doutor, um momento impagável e o melhor de tudo, sem frescura nenhuma. Howcoolisthat?

Durante essa temporada, um personagem real também circulou dentro do universo de Doctor Who, que foi Charles Dickens, um dos romancistas ingleses mais famosos de todos os tempos, responsável por histórias como “Oliver Twist” e “A Christmas Carol” (que já foi nome de episódio de Natal em DW), que o Doutor conheceu na série ainda naquele tempo antigo, sem que o escritor soubesse do tamanho da sua importância para a literatura inglesa e até mesmo no mundo, informação que o próprio Doutor acabou dando de presente para o personagem antes de encerrar o episódio com a sua participação mais do que especial, o que me lembrou muito o delicioso episódio com o Van Gogh da Season 5. Outro fator histórico que figurou na série dessa vez foi a primeira ligação telefônica do mundo, de Alexander Graham Bell.

Percebi também algumas curiosidades a respeito da série, como por exemplo que naquela época, o Doutor usava bem menos a sua chave de fenda sônica, assim como percebi que a atriz que faz a mãe da Rose na série (Camille Coduri) é também a Shelly, amiga da irmã do casal de Him & Her. Reparei também que a Rose mora em um prédio muito parecido com aquele do episódio com os bonecos da Season 6 (6×09 Night Terrors), retratando uma classe mais pobre do povo inglês e eu cheguei até a pensar que fosse o mesmo prédio (mas acho que esse do ep 6×09 foi o mesmo usando em Skins, onde o Maxxie morava/ensaiava, não?). Assim como também temos a participação da atriz Tamsin Greig, que é a mulher (insuportável!) do casal de Episodes.

Um dos últimos episódios da temporada (1×12  Bad Wolf) faz também uma crítica bem engraçada aos realitys shows que já eram bem populares naquela época, colocando cada um dos personagens principais em um cenário diferente dentro desse universo e foi bem divertido ver o Doutor sentado na cadeira do confessionário do Big Brother. Aliás, vale a pena dizer que o humor na série é sempre muito bem explorado, seja pelo Doutor, pela situação ou até mesmo pela própria história e esse recurso é sempre algo recorrente em Doctor Who, o que é sempre bem delicioso também.

Falando um pouco de detalhes mais técnicos, a essa altura eu já gosto bastante que a série não seja daquele tipo que tenta parecer perfeita, com efeitos cada vez mais cinematográficos, como temos visto na TV. Gosto que em Doctor Who tudo é mais fantasioso, porque não dizer “natural” até e acho que esse tipo de “defeito especial” funciona muito bem com o universo riquíssimo de Doctor Who. Não gosto muito do figurino do 9th Doctor, acho um tanto quanto “Matrix” demais para o meu gosto, mas achei bem divertido a brincadeira com a t-shirt da Rose com a bandeira do Reino Unido em uma Londres sendo atacada pelos alemães nos anos 40. Típico humor britânico indeed (rs). Outra coisa que eu preciso dizer é que a abertura da Season 1 tem a vórtice do tempo em uma velocidade acelerada que sempre me deixa meio tonto, rs.

Mas o meu episódio preferido dessa primeira temporada (e talvez seja o de muitos que já viram a série) foi aquele em que o Doutor volta no tempo até o exato momento da morte do pai da Rose (1×08 Father’s Day), onde em uma atitude impensada, ela acaba criando um paradoxo no universo (o que acaba explicando algumas coisas até). Foi lindo ver a filha tendo a chance de conhecer o seu pai, mesmo tendo ela descoberto que os seus pais não viviam aquela relação perfeita que a sua mãe sempre contou para ela e que seu pai não era exatamente como ela havia passado a vida imaginando. E foi sensacional ele ter conseguido reconhecer a filha que ele não teve a chance de ver crescer e no final ainda ter aceitado que aquele teria que ser o seu fim, recriando de certa forma a sua história, justamente por se tratar de um paradoxo. Um episódio excelente de Doctor Who, que eu recomendo até para quem tiver preguiça de assistir toda a série antiga como eu estou fazendo e que confesso estar me deliciando, por isso também recomendo a maratona para quem se animar um pouco mais.

O final da Season 1 acabou me levando para um momento que eu ainda não conhecia de Doctor Who, ou melhor, que eu ainda não havia vivenciado na série, que é a sua regeneração. Já sabia que era o que acontecia, já havia visto a transformação do 10th Doctor no 11th Doctor (apenas essa parte do ep), mas não depois de acompanhar toda a jornada do personagem e me envolver com ele, o que de fato muda tudo em relação ao sentimento de telespectador e fã da série. Um momento lindo, com o Doutor escolhendo ser um “covarde” para os Daleks (vilões pure evil que figuram nessa temporada em 3 episódios), mas que ele acabou ganhando naquele momento a ajuda da Rose, que precisou se tornar algo maior (e próximo ao próprio Doutor, o que eu achei ótimo porque nos deu a chance de conhecer um pouco da sua cabeça também) para conseguir salvá-lo e que mais tarde, em troca do favor que ela havia acabado de fazer para o Doutor, ele teria que se sacrificar para salvar a sua companion (glupt). Certamente um momento importante para a série, feito para emocionar mesmo e que funciona muito bem. E que já serviu também até de preparação para mim, sobre o que deve acontecer com o Matt Smith quando ele deixar a série (apesar dele ter declarado recentemente estar muito feliz continuando em Doctor Who, interpretando um personagem que ele AMA. Ufa!). Algo que eu já disse pelo menos 1 bilhão de zilhões de vezes não estar preparado para o momento da despedida do meu Doutor preferido.

Não sei se foi o nível do meu envolvimento com a série e toda a sua mitologia, mas eu senti que ambos os atores estavam mais do que emocionados naquele momento tão especial para a série, o que não poderia ser diferente para quem viveu um personagem de tamanha importância para a história da TV.

Assim, cheguei ao fim do começo dessa minha maratona de Doctor Who, com a saída de Chistopher Eccleston de cena para a entrada do 10th Doctor: David Tennant.

E será que eu vou me apaixonar pelo 10th Doctor?

To be continued…

Him ♥ Her (Season 2)

Dezembro 20, 2011

Eles continuam com hábitos de higiene nada saudáveis, vivendo agora juntos, em um apartamento praticamente inabitável, deixando restos de comida e roupas sujas por todos os cantos, muitas tralhas, caixas de mudança que aparentemente ainda nem foram tocadas e muita sujeira por todos os cantos. Mas mesmo assim, esses dois conseguiram conquistar os nossos corações e são hoje o casal mais foufo da tv britânica.

Pode até parecer um exagero, mas Becky (Sarah Solemani) e Steve (Russell Tovey) são mesmo um casal muito do especial, tanto que no meio da recém encerrada segunda temporada, eles já ganharam a confirmação de uma Season 3 para 2012. (Yei!)

Isso considerando que Him & Her é  uma comédia bem simples, onde os protagonistas passam o tempo todo dentro de casa e tudo acontece também dentro daquele apartamento super pequeno. O que me faz lembrar dos episódios antigos e de pouco orçamento de Friends por exemplo (em suas devidas proporções é claro), onde os 6 amigos ficavam praticamente o episódio inteiro dentro do apartamento da Mônica e que sempre acabavam sendo os melhores episódios da série.

Durante essa Season 2 ganhamos um pouco mais de intimidade com o dia a dia do casal, já que agora a Becky se mudou de vez para o apartamento de Steve. Mas eles continuam desempregados, preguiçosos e vivendo do seguro desemprego, rs.

Passamos a conhecer um pouco mais também dos coadjuvantes, que tiveram um maior destaque dessa vez, com visitas cada vez mais frequentes ao apartamento do casal a todo momento.

Achei que dessa vez nós iríamos acabar conhecendo o ex da Becky, do qual o Steve morre de ciúmes e que foi um dos plots da Season 1, mas nessa Season 2,  foi a vez da ex dele entrar em ação, uma garota insuportável, daquela que não aceita muito bem o fato de ter perdido o ex namorado e que de quebra, ainda mantém uma amizade com a irmã da Becky, a recém casada  e muitas vezes totalmente insuportável, Laura.

Laura (Kerry Howard) que por sinal, esteve mais sincera do que nunca hein? Muitas vezes eu me pergunto se aquela garota não tem algum tipo de síndrome qualquer, porque todo aquele comportamento dela não me parece normal e todo mundo até que aceita muito bem, sem dar o troco, o que me parece menos normal ainda. O engraçado é que ela consegue deixar todo mundo super desconfortável falando as suas verdades o tempo todo, ou até mesmo quando ela começa a contar alguma vantagem que ninguém por ali está muito interessado em ouvir. Mas gosto mesmo é quando ela trata o Steve feito criança, e o pior de tudo é que ele ainda a obedece. E o que foram aquelas fotos da lua de mel dela e do Paul hein? Euri com ela montada naquela moto.

Pausa: e não tem nada mais chato do que pessoas que fazem questão de mostrar TODAS as fotos de sua viagem, com direito a comentários para cada uma delas. Pior que isso, só se o pesadelo for em formato de vídeo e a pessoa ainda ficar pedindo para voltar a todo momento. Ai eu prefiro a morte, rs.  

E só eu acho que o vizinho Dan (Joe Wilkinson) tem que ficar com a Shelly (Camille Coduri)? Os dois são tão esquisitos, que eu não consigo não pensar neles como um casal do tipo perfeito! E pior é que eu  AMO as roupas completamente inadequadas da Shelly, sempre curtas demais, apertadas demais, decotadas demais, ou tudo isso junto. E eu AMO também o cabelo dela, AMO! E quase não me aguentei quando o Dan apareceu no episódio final, com a cabeça raspada e cheia de curativos. (rs)

Paul (Ricky Champ) também foi outro que esteve mais revoltado do que nunca durante essa temporada, demonstrando ter sérios problemas em controlar toda a sua raiva, se metendo em brigas de rua e levando a pior, é claro. E também foi impagável quando ele pediu para o Steve examinar as suas partes avantajadas, a procura de um caroço ou algo do tipo (rs). E o melhor de tudo foi a descrição depois que o Steve fez para a Becky das partes baixas de seu cunhado. (e a Becky percebeu que ele andou traindo a irmã dela já na lua de mel, hein?)

Nessa temporada, o meu episódio preferido foi aquele com a visita dos pais do casal. De um lado a mãe e o pai da Becky, completamente desconfortáveis com o modo como a filha estava vivendo ultimamente ao lado do namorado e principalmente o se pai , ele que nunca foi assim muito fã do Steve. E do outro lado, a mãe do Steve e o seu namorado do tipo grosseirão, ela muito mais carinhosa do que os pais da Becky diga-se de passagem, protegendo o filho dos insultos do sogro e ainda mantendo um certo orgulho do fato dele estar feliz e se virando sozinho (mesmo sabendo que do meio daquelas tralhas todas podem surgir um racum a qualquer momento, #TENSO), onde também ficou bem evidente o porque que o Steve ainda não cresceu direito até hoje, fikdik.

Sério, eles passaram um bom tempo esperando pelo jantar em família, que aconteceu no quarto do casal (como sempre), para receber um prato de macarrão com nuggets, molho de catchup e refrigerante em lata, pode?

Pode sim e é dessa forma que esses dois escolheram viver juntos e apesar de nos deixar com um certo nojinho em diversos momentos, eles não deixam de ser adoráveis e provam a cada momento que foram mesmo feitos um para o outro.

E isso ficou ainda mais claro na season finale (2×07 The Split, que só pelo título já me deixou tenso…), com a Becky sofrendo de verdade ao saber que o Steve  havia pedido a sua namorada antiga em casamento, algo que ele nunca fez com ela. Um momento dramático que não estamos acostumados ver em Him & Her, mas que acabou se encaixando perfeitamente, mesmo tratando-se de uma comédia.

Mas foufo mesmo foi como ele resolveu toda a situação na mesma hora, quando percebeu que tinha a magoado de verdade, colocando para fora aquela ex namorada pra lá de inconveniente e provando para Becks o porque ainda vale a pena querer dividir o bolo de €2 com ele no final das contas, em um momento de pura foufurice que encerrou essa temporada deliciosa.

Tenho que dizer também que outro episódio que me fez rir muito, a ponto de sentir dor,  foi aquele em que eles receberam a visita do primo do Dan (2×05 The Rollover), um cara super bacana, educado, divertido, mas que deixou de ser tudo isso no exato  momento em que todos eles acabaram descobrindo que ele havia saído recentemente da cadeia por motivos de um crime sexual. #TEMCOMONAOAMAR?

Agora, nada nesse mundo vai superar aquela sequência inicial desse mesmo episódio (2×05) com o Steve de roupão, comendo yogurte e jogando The Sims, tudo isso ao som de “Dakota” do Stereophonics, banda que faz inclusive parte do cenário da série. Praticamente eu mesmo em um dia de preguiça,  na versão “Curtindo a vida adoidado”. Porém, a minha versão é bem mais limpinha e isso eu posso garantir, com certeza!

Infelizmente não temos a cena no Youtube ainda, então ficamos como vídeo da faixa, que também é sensacional! (e que foi uma das minhas trilhas preferidas durante o caminho para a minha faculdade antiga por muito tempo no passado)

Procurando por imagens da Season 2 para ilustrar o meu post, acabei achando essa foto super foufa do ator Russel Tovey (que eu AMO!), com o meu outro querideeenho, o Matt Smith (que eu tmbm AMO!), que todo mundo sabe quem é neam? Awnnnn! E o que eu não daria para estar nesse date? Hein? CATAPLOFT!

Mas eu sempre acho uma pena a temporada ter apenas 6 episódios. Tudo bem que dessa vez foram 7, mas eu sempre fico com uma sensação de que eu queria ver muito mais da monotonia do dia a dia do casal mais sujinho e adorável da tv.

E não tem como não terminar de assistir qualquer episódio de Him & Her, se não for cantando alto com a música tema da série:

My heart goes

Boom bang-a-bang, boom bang-a-bang

When you are near

Boom bang-a-bang, boom bang-a-bang

Loud in my ear

Pounding away, pounding away

Won’t you be mine?

Boom bang-a-bang-bang all the time

It’s such a lovely feeling

When I’m in your arms

Don’t go away

I wanna stay my whole life through

Boom bang-a-bang-bang

Close to you

Him & Her, o casal mais sujinho e adorável da tv

Fevereiro 11, 2011

Disse para vcs na minha última mixtape que eu estava apaixonado, não disse? Disse também que logo eu contaria aqui no Guilt, mas será que vcs estão preparados para isso? Então lá vai: estou mesmo apaixonado, por Him & Her!

Uma série deliciosa sobre a rotina monotona do casal Steve e Becky. Ingleses, preguiçosos, com hábitos não muito saudáveis, tão pouco higiênicos e alguma escatologia. E mesmo assim, eles acabaram me conquistando.

Becky é a descolada da relação, sem frescuras, dramas, nada disso. Steve é quem precisa crescer, inseguro, ingênuo e com aquela cara de bobo que a gente tanto adora. AMO o ator Russel Tovey (Steve), que faz também a versão original de Being Human e que também já apareceu em Doctor Who.

Todos os episódios se passam no apartamento de Steve, onde Becky passa a maior parte do tempo em uma total desorganização (na verdade, só descobrimos que ela ainda não mora ali quase no final da temporada). O que para os dois não é drama nenhum e eles se resolvem em meio a  todo aquele caos.

Sabe aquele tipo de comédia do nada? Sem uma referência óbvia, ou clichês, a impressão que dá é que vc realmente esta assistindo um dia na vida daqueles dois. E essa sinceridade, como colocar um casal fazendo coisas nojentas, que todo mundo faz mas que não mostra pra ninguém, isso acaba emprestando para a série uma honestidade que é o ponto alto de Him & Her.

Os coadjuvantes são sensacionais tmbm. Como a irmã de Becky e o seu  noivo dotadão (rs) que no meio da temporada descobre que foi adotado e entra em crise, e ela faz questão de trazer o assunto a tona a todo momento, criando sempre um climão. Euri

Temos também o vizinho esquisito, que aparece nos momentos mais inadequados possíveis, com uma estranheza adorável.

E o que foi aquela cena com todo mundo comendo o mesmo queijo, sem fatiar? Dafuck?

Típica comédia inglesa, sem grandes gargalhadas, embora mantenha algumas piadas até que tolas só para divertir em meio a todas aquelas situações absurdas e normais do dia a dia de um casal.

Entre os meus episódios preferidos estão o do aniversário do Steve, que ele finge estar doente e no final, todos flagram ele se masturbando assitindo porn na internet. Gosto muito do que os pais da Becky finalmente conhecem o Steve e o seu apartamento e ele acaba não agradando em nada o seu pai, que prefere o ex dela (personagem que eu quero muito que apareça na Season 2, que estréia ainda esse ano). E o final da temporada, com Steve com ciúmes da relação de Becky com o seu melhor amigo que é gay, e que teve a declaração de amor mais adorável e sincera do mundo, dentro do banheiro, em meio a uma pequena crise de gases + ciúmes. Divertido mil!

Recomendo para quem gosta de um humor um pouco menos óbvio, lembrando que e a Season 1 tem apenas 6 eps, ou seja, moleza!


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