Posts Tagged ‘How I Met Your Mother’

#TEMCOMONAOAMAR a versão lobo domesticado do Joe Manganiello?

Julho 12, 2013

joe-manganiello

Não, não tem. (♥)

E está bem melhor do que com aquele moitão do seu Alcide em True Blood, não está? Mantenha, Joe. (me lembrei imediatamente dele com o cabelo curtinho assim participando de How I Met Your Mother, quando a gente ainda gostava da série. Bons tempos!)

Höy!

 

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The Goodwin Games, um jogo que ninguém precisava jogar…

Julho 10, 2013

THE GOODWIN GAMES

#CRUSHES antigas de vez em quando me colocam em algumas enrascadas. E 2013 então, parece mesmo que resolveu me testar com a volta do meu conflito pessoal (entendam o “pessoal” como loucura se preferirem… rs) e antigo preferido, colocando a disputa Ben vs Noel de Felicity novamente na minha vida (com ambos atores de volta a TV, Yei!), trazendo novamente toda aquela antiga indecisão indecisa do passado, a qual acabei enfrentando junto com a própria Felicity (por isso o “pessoal” e também a “loucura”, claro, rs), ela que a propósito, também esteve de volta esse ano em uma nova série.

Mas digamos que nesse conflito interno envolvendo sentimentos adolescentes do passado, inexplicavelmente, quem acabou se dando melhor foi mesmo a Felicity herself, onde pela primeira vez em anos, acabei preferindo ela do que qualquer um dos seus dois pretendentes do passado. Ou seja, alguma coisa de muito errado estava acontecendo. (pensando pelo lado teórico e pessoal da questão porque na prática, a The Americans da Keri Russell foi mais do que muito bem recomendada por aqui). Mas calma, porque até aqui estamos falando apenas do trabalho de todos os envolvidos, rs. Ufa!

Ben ou melhor, o Scott Speedman voltou para a TV com Last Resort, uma série que até que começou muito bem, mas foi logo afundando por completo e acabou submersa, literalmente. Não por sua culpa, porque ele esteve ótimo de uniforme da marinha e plots heroicos (e não é de hoje que eu venho insistindo em como o Scott se tornou um bom ator ao longo dos anos, sempre envolvido em projetos bacanas no cinema, mas de pouco reconhecimento, o que é uma pena…), mas sim pela história do seu novo trabalho, que acabou se perdendo completamente a ponto de não dar nem vontade da gente comentar o falecimento da série que era uma das apostas da ABC para essa Fall Season. Mas agora o Speedman já se recuperou desse naufrágio e foi acolhido novamente pela TV e volta em uma série agora da HBO (ou seja, esperamos que ele seja bem explorado por lá, literalmente. Höy!), em um projeto do uncle Ryan (AKA Ryan Murphy) chamado Open, uma série que promete explorar a sexualidade e os relacionamentos humanos. E nós sabemos que isso o Ryan Murphy sempre soube fazer muito bem e em um canal como a HBO, podemos imaginar até onde ele vai poder chegar com seu novo projeto dentro dessa temática. Veremos…

Já o Noel Crane (Scott Foley)… esse resolveu se arriscar na comédia The Goodwin Games, a qual chegamos até a mostrar com certa empolgação por aqui (sorry, de vez em quando eu sou traído pelo meu próprio coração, eu sei…). Uma história que girava em torno da morte de um pai de família que na intenção de reunir novamente os filhos, resolveu deixar gravado em fitas com sua advogada uma espécie de “caça ao tesouro” da herança da família, disputada a tapa por seus três filhos. Uma ideia que até poderia ter sido bacana, se não fosse pela sua execução totalmente meio assim na série, que diga-se de passagem, é dos mesmos criadores de How I Met Your Mother, os quais e a gente aconselharia que parassem um tempinho para repensar a vida nesse momento. (quer dizer, comecem após o final do post)

E cada um dos tais três filhos carregava uma personalidade bem caricata: o médico noivo e certinho, interpretado logicamente que pelo Scott Foley (Höy!), a aspirante a atriz completamente fútil e desprovida de muito talento (Becki Newton, a Amanda de Uggly Betty, que a gente ainda AMA, mas que ultimamente não vem dando muita sorte em suas escolhas, não?) e o mais insuportável dos irmãos, o exageradamente abobalhado e apatralhado ex presidiário, Jimmy. (T.J Miller, que eu não sei quem foi que o convenceu de que ele é engraçado porque, não neam?)

Em meio a plots completamente meio assim envolvendo as charadas e jogos que o patriarca da família deixou além das pendências da vida pessoal de cada um deles, a série vendida como uma comédia não conseguiu render nem 1/2 risada sequer. Sério, nem de cantinho de boca sabe, que é o que a gente faz quando entende aquela referência? (embora o humor de referência também não seja  o caso da série, que está mais para um pastelão bobo mesmo)

Todos eles são extremamente caricatas, semi infantis e parecem apatralhados demais para o meu gosto. E olha que nem cheguei a assistir a Season única inteira, porque esse nível de paciência ou desamor comigo mesmo eu ainda não possuo. Mas de todos eles, além do próprio pai que aparece em vídeo com piadinhas de humor antigo que não funcionam mais hoje em dia (embora em um dos episódios ele tenha aparecido em carne e osso e eu nem tenha me interessado em saber porque) nada chega a ser mais irritante do que próprio Jimmy, que é do tipo de personagem que poderia ser considerado com o gêmeo perdido da Jess da Zoey Deschanel em New Girl, de tão insuportável, sem graça e completamente fora do tom que ele consegue ser.

E chega a ser triste ver dois atores como o Scott e a Becki sendo desperdiçados em uma série desse tipo (leia-se desse tipo como o tipo que não chega a ofender apenas porque não é capaz de nos causar qualquer tipo de reação), que já nasceu morta, tanto que durou apenas 7 episódios, apenas para preencher os buracos da programação da FOX.  Embora tenha visto um ou outro episódio apenas em consideração a minha #CRUSH antiga com o Scott (tisc tisc… Last Resort eu vi inteira, o que mais uma vez deixa bem claro a minha opção nessa eterna disputa… tisc tisc), acabei assistindo também ao series finale, que além de um shirtless depilado do Scott Foley, não nos trouxe nenhuma resolução final para a série, que mesmo que tenha sido abandonada na maior cara de pau no meio do caminho, merecia pelo menos ter ganhando uma intenção de conclusão, nem que fosse apenas uma ideia além do que um simples “eu sinto sua falta, papi…humpf!” que foi o que aconteceu, algo que eu considero totalmente desrespeitoso com quem se dispôs a assistir a série até o seu curto final.

Como consolo, vale a pena lembrar que pelo menos não ficaremos sem o Scott Foley na TV por muito tempo também (ele que andou fazendo pontas em Cougar Town, Greysa – onde queria ser médico e talvez tenha realizado esse desejo em The Godowin Games – e True Blood, onde não dá para acreditar até hoje no porque dele não ter sido explorado como todos os demais atores magia da série. Sacanagem! PS: será que foi a cara de bom moço?), ele que acabou de ser promovido como personagem regular em Scandal da Shonda Rhimes (que deve adorá-lo, não? e #TEMCOMONAOAMAR Noel Crane? rs), série que a propósito, eu gostaria muito que alguém conseguisse me convencer a assistir. E quem quiser se arriscar nesse plot do convencimento, agora é a hora, já que não tem quase nada na minha watchlist no momento, além de algumas maratonas que por enquanto eu ainda não vou dizer quais são…

Alguém?

 

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Alguém tem alguma dúvida de que o Neil Patrick Harris nasceu para apresentar o Tony Awards?

Junho 10, 2013

Bom, se alguém ainda tiver alguma dúvida, acho bom assistir a esse número de abertura do 2013 Tony Awards que aconteceu ontem em NY, com o NPH dando o sangue naquele palco, só para acabar com qualquer tipo de incerteza quanto a essa fato que ainda possa existir na cabeça de qualquer um . Sério, eu até agora não consigo acreditar em como ele conseguiu decorar tudo aquilo…

Como o musical do ano, tivemos a eleição de Kinky Boots, que tem músicas da Cyndi Lauper (que também ganhou o seu prêmio) e acabou levando os grandes prêmios da noite, incluindo o de Best Performance by a Leading Actor in a Musical para o Billy Potter. Outra grande apresentação durante a cerimônia foi a do elenco de Matilda (maravileeeandro e que você pode ver aqui!), que junto com PippinWho’s Afraid of Virginia WoolfThe Nance, além do próprio Kinky Boots, parecem ser os grandes musicais da vez na Broadway.

Mas a performance mais bem humorada da noite sem dúvida foi essa que contou com os atores Andrew Rannells (da cancelada INJUSTAMENTE The New Normal e recorrente em Girls), Megan Hilty (de Smash) e Laura Benanti (Go On e The Playboy Club), que se juntaram ao NPH para cantar sobre a troca que fizeram da Broadway para TV no passado e como todos eles acabaram com suas séries canceladas. Sensacional! (e sobrou até para o DiMaggio de Smash, sentando ao lado da sua Grace na audiência, rs)

Clap Clap Clap!

 

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Mas afinal, quem é que não gosta de finais felizes?

Maio 4, 2012

Secretamente, junto com todas as outras séries que eu venho acompanhando nessa temporada, somadas as minhas duas grandes maratonas do momento (Doctor Who + Being Erica, que já estão em suas retas finais), venho acompanhando uma outra série bem de perto, porém silenciosamente, sem fazer alarde dessa vez. A princípio, por ter ouvido falar muito bem sobre ela, comecei a pedí-la secretamente para o Paolo Torrento, mas fui deixando-a na espera, para um momento de sobra de tempo.

Até que esse momento finalmente chegou (acompanhado de um dia de cama, humpf…) e compulsivamente eu não só assisti a Season 1, como devorei a Season 2 em questão de dois ou três dias. Sim meus leitores, pausei toda e qualquer maratona que eu estava fazendo naquele momento, sem a menor culpa ou vergonha, para me dedicar a uma das “novas” comédias do momento. Estão curiosos para saber qual é ela? Duas palavras: Happy Endings.

Sim, confesso que eu me encontrei viciado em bem pouco tempo, assistindo inúmeros episódios por dia (nada como um dia de cama para nos fazer sobrar algum tempo) a ponto de conseguir terminar as duas primeiras temporadas da série em um curtíssimo prazo. Tudo bem que a série é comédia neam? E isso já é uma grande vantagem de tempo, mas se não fosse realmente boa, eu duvido que a minha paciência teria permitido que eu chegasse ao seu fim tão rapidamente. E sim, eu não precisava de mais uma comédia de 20 minutos para a minha vida, mas fazer o que se secretamente todos nós adoramos finais felizes?

Happy Endings é uma comédia da ABC que estreou em 2011 e que fala  sobre seis amigos que vivem em Chicago e enfrentam juntos plots divertidíssimos do dia a dia. Já vou dizer logo de cara que é uma série de comédia tola, com os personagens mais bobos do mundo (e ao mesmo tempo adoráveis), mas que mesmo assim, é impossível não se divertir com todos eles e eleger os seus preferidos logo de cara. Tudo bem também que a série começa com um deles sendo abandonado pelo outro no dia do seu casamento, o que poderia ser uma barra (e até foi nesse episódio piloto, uma barra divertidíssima com direito a casal de noivos em tamanho real, feitos de chocolate), mas no fundo, eu senti que eles tentaram brincar com esse plot comum de séries de comédias da década anterior, que sempre começava com alguém que abandonava o próprio casamento na última hora, ou vcs já se esqueceram dos pilotos de Friends ou de Will & Grace?

Falando em Friends, inúmeras comparações são feitas entre a nova série e o eterno ícone da comédia americana e isso até mesmo em Happy Endings, quando em um determinado momento da Season 2, eles chegam a brincar com essa comparação, com um dos personagens da série sob o efeito de “drogas” após sua visita ao dentista, onde ele acaba nomeando cada um dos seus amigos como um dos personagens de Friends antigo, na maior cara de pau, rs. Mas como nós já estamos escolados com esse tipo de tentativa de “novo Friends”, não vamos ainda elevar a série a essa patamar tão alto, porque já tivemos experiências pouco positivas nessa área, ou vcs já se esqueceram também da nossa animação exagerada com o começo de How I Met Your Mother, que em nada se parece com a série que assistimos hoje? (quer dizer, eu já abandonei desde a temporada anterior, então…)

Embora a série tenha seis bons personagens, poucos deles funcionariam bem sozinhos por exemplo e a dinâmica de Happy Endings funciona bem mais quando eles estão todos juntos, ou quando pelo menos existem plots para todos eles, o que sempre deixa o episódio bem mais divertido. E apesar dessa questão soar como uma crítica nesse momento do post, não levem por esse lado.

Mas para falar da série que é a minha mais nova queridinha entre as comédias (embora não chegue a ser genial como algumas das outras que eu também acompanho), eu preciso traçar um perfil rápido e bem sincero de cada um dos personagens. Vamos lá:

 

Jane + Brad

Juntos eles formam o único casal do grupo. Casados já tem algum tempo, ambos são adoráveis, apesar dos exageros de cada um dos seus personagens. Jane (Eliza Coupe) é a controladora do grupo, completamente obsessiva, que deve ter uns 13 milhões de zilhões de TOCs, do tipo que sempre mantém aquele “crazy eyes” que todos nós já conhecemos e mesmo assim, consegue ser uma das mais divertidas. Na série ela tem um irmã (Alex), que é totalmente diferente dela, mas já já chegaremos lá. Jane é uma mulher bem sucedida, que não mede esforços para manter a sua vida no controle, aliás, controle talvez seja uma das suas palavras preferidas. Na outra metade do casal temos Max (Damon Wayans Jr.), que exagera naquele típico humor negro americano, exagerando nas expressões, trejeitos e no humor físico de uma escola que todos nós também já conhecemos bem (Eddie Murphy, ou de My Wife And Kids, onde o personagem principal da série faz até uma ponta em Happy Endings, vivendo o próprio pai do Brad). Mesmo trabalhado no exagero, Brad consegue ser um bom personagem, tanto na dinâmica do casal, que é adorável e super engraçada, onde eles formam um dupla sensacional e que sempre rende boas piadas, ou quando ele se encontra com o resto do grupo, sempre pagando a conta (rs) e com um detalhe que faz do seu personagem praticamente uma moça, que é a sua alma extremamente feminina. Melhor dizendo, Brad tinha tudo para ser o gay afetado da turma, rs. E se vc quiser irritar o casal, basta não ter a menor intenção de sugerir um ménage, o que embora eles não sejam adeptos, seria uma grande ofensa, quase como xingar pai e mãe no meio de uma briga. (rs)

 

Dave

O homem abandonado no altar. Humpf!. Apesar desse plot do começo da temporada e disso amarrar a sua história de certa forma com a sua ex noiva na série (infelizmente), Dave (Zachary Knighton) também é um personagem do tipo adorável, sem dúvida. Para ele sobra o humor da depressão, com suas piadas mais emotivas, quase sempre não compreendidas por seus outros cinco amigos, que nunca levam o cara a sério. Ele é o tipo de personagem que precisa mostrar o tempo todo o quanto ele é cool, o que imprime o contrário disso quase que o tempo todo também, para o seu total desespero. Mas mesmo assim ele é o boy magia da turma, ou pelo menos tem seu público. Dave também é dono do seu próprio negócio, uma espécie de “caminhão de lanches”, que ele mantém em Chicago, como primeiro passo para que ele tenha no futuro o seu próprio restaurante. Mas acho engraçado que quase nunca eles todos se encontrem no trailer dele para comer, ou façam algum tipo de elogio em relação aos dotes culinários do amigo. Eu pelo menos, já fiquei com vontade de experimentar um daqueles lanches de carne, sério (bem sério!). Sem contar o seu vício por golas em V, profundo ou não profundo, que lhe rende uma intervenção divertidíssima. No episódio que ele briga com o Max e tem todas as suas t-shirts cortadas com um V super profundo, eu quase rolei de tanto rir, ainda mais com aquele final, com o Max provando do seu próprio veneno e depois com ele aparecendo pavoroso com o seu cabelo na versão curly. (euri)

 

Alex

Kim Bauer de novo? NÃÃÃÃÃÃOOOO! Ai, como eu posso dizer delicadamente para que eles matem esse “Um Show de Vizinha”? Nunca fui fã da Kim Bauer, na verdade, sempre a odiei (sendo bem sincero, nunca gostei muito de 24, prontofalei!). Não gosto da atriz (Elisha Cuthbert) e fica visível que na dinâmica do grupo na série, ela é a mais fraca, do tipo quase sem força nenhuma. Tudo bem que para Alex sobrou o papel da noiva que abandonou o Dave no altar, sem grandes motivos por sinal, o que por si só já não é um peso muito agradável de se carregar, ainda mais sendo ele um amigo em comum do grupo. Mas como esse plot do abandono no altar pouco tem importância no decorrer da série (embora eles voltem e insistam nesse clima entre os dois por algumas vezes), sua personagem acaba não funcionando muito bem, onde até agora eu não consegui enxergar a graça da tal Alex. Pra mim, ela funciona como aquele personagem anti-clima, onde quando a piada esta lá no alto, pronta para atingir um bom nível, vem ela com suas frases medíocres de “loirinha bonitinha burrinha” e joga tudo lá no chão novamente. Basta reparar na própria reação dos demais personagens para perceber o quanto ela não funciona, tão pouco suas piadas. Aliás, Dave, vc merece coisa melhor, muito melhor… Minha sugestão é que Alex vá estudar Álgebra na Alemanha e não volte nunca mais. PÁ! A propósito, gostaria de levantar aqui uma bandeira, a de que todos nós do universo da moda, já estamos cansado do personagem burrinho ou totalmente superficial, ser aquele que acaba se interessando pelo assunto. Humpf! Que estereótipo mais caricata hein? Eu pelo menos, me distancio dele e fico constrangido toda vez que me deparo com um personagem com esses traços. Para não dizer que ela não teve nenhum momento, eu ri com ela roendo o milho no formato de “Happy Hollydays” no formato Helvética e com o seu encontro, tendo como cockblock o Fred Savage (Wonder Years) em pessoa, rs. Mas foi só…

 

Max

O personagem gay menos gay do mundo. Max (Adam Pally) é o contrário de todo esterótipo gay que nós já vimos na TV. Não é a bee do salão, não é a Barbie da academia, não é aquela que luta pelos seus direitos no jurídico e tão pouco é o bear bem resolvido em suas calças de couro sem fundo, rs. Ele é meio sujo (completamente), não liga muito para moda ou higiene pessoal (rs), quase não trabalha e por isso está quase sempre duro. Mas o cara é bem engraçado, do tipo que não tem como não se divertir ao seu lado. Ele faz a linha que não quer se apegar a ninguém e  é super bem resolvido até a página dois, onde basta alguém chamá-lo de “chubby” para que Max acabe revelando o seu outro lado, completamente inseguro e preocupado com a sua atual forma física, que segundo consta (e nós vimos isso na sua versão “Mandonna” da season finale) já foi bem melhor no passado. Apesar de pouco afetado, o seu personagem de vez em quando, tem os seus momentos bem gays e todos eles são divertidíssimos. Sem contar que ele funciona muito bem ao lado de todos eles. Morando com o Dave (e o cara que mora no forro deles. Sério, tem um boy magia que mora no forro do apartamento deles), competindo com a Jane para descobrir quem sobreviveria em um mundo dominado por zombies, sendo o amor platônico da Alex, ou o melhor amigo do Brad e até mesmo como o marido gay inseparável da Penny, com quem um dia ele até já foi um casal (e era até pouco tempo, só que de mentirinha), o seu personagem sempre funciona. O episódio em que ele sai do armário e os pais dele achavam que o gay da turma era o Dave, é simplesmente sensacional, assim como aquele onde ele entra em hibernação e aos poucos vai ficando a cara do ursinho Pooh versão “The Hangover”. E o que é ele apaixonado pelo bully do Dave na academia? Sem contar, o dia em que ele resolve encontrar um gay bem gay para a Penny, onde no final do episódio, ele revela que o gay afetado da turma é ela, e não ele. Foufo mil!

 

I ♥ Penny

Penny Hartz (Casey Wilson), minha mais nova MUSE. AmAUzing! (porque esse “A” do meio tem um som mais alto e puxado, semi anasalado e eu AMO quando ela usa esse bordão, AMO!). Solteira, 30 anos (as vezes 26 e de vez em quando 29), procura. Sinceramente, entre todos eles, logo de cara, quem roubou o meu coração foi mesmo a Penny, Penny Hartz (#TEMCOMONAOAMAR esse nome? ♥). Sempre divertidíssima em todos os momentos (até quando ela aparece no plano de fundo e sem falas), ela sem a menor dúvida é quem carrega a maior parte da comédia da série (dividindo de vez em quando esse peso com o Max). Talvez seja por isso até que a Season 2 tenha sido o ano da Penny (rs). Sempre a procura de um novo namorado e se envolvendo com os tipos mais variados possíveis, Penny está sempre na caça do seu homem, que nunca chega e essa eterna procura passa a ser muito, mas muito divertida. Sem a menor culpa de ser uma mulher moderna (assumindo sem querer que até toma “o banho das vadias” de vez em quando, rs. Quem nunca?), bem sucedida e dona do seu próprio nariz (e da sua própria casa. Go Penny!), ela segue na intenção de encontrar a sua outra metade, mesmo que para isso ela tenha que se adaptar totalmente a personalidade da sua nova tentativa de boy magia. Existe até uma intenção de aproximá-la do Dave, que já apareceu por duas vezes, a primeira no episódio em que ela começa a namorar o terapeuta dele e depois no season finale dessa temporada, o que eu acho que talvez seja mais ou menos como quando tentaram algo entre a Rachel e o Joe em Friends antigo (fail). Torço pela Penny, mas não espero que ela encontre o seu boy magia tão cedo (sorry), porque essa jornada tem sido muito boa e também não acredito que ele esteja dentro do grupo. A não ser que ela encontre alguém á sua altura e isso talvez signifique a entrada de um novo personagem na série (sugiro que ele tome o lugar da Alex). E para falar bem a verdade, ela já até encontrou essa sua cara metade e o seu marido é mesmo o Max neam? Ou melhor, ela é o marido gay do Max. Com o Dave, acho mesmo que eles acabaram funcionando muito mais como meio irmãos, naquele episódio em que os pais de ambos começaram a namorar, do que qualquer outra coisa. Veremos…

E como não amar a relação da Penny com a sua mãe, que é interpretada pela atrix Megan Mullally (a Karen de Will & Grace – ♥), onde ambas tem a tradição de cantar os seus problemas no momento de DR em família, hein? Aliás, reparei que em Happy Endings, eles tem uma certa queda pelos atores de Childrens Hospital, onde diversos deles já garantiram pelo menos uma aparição na série. Vale a pena dizer também que todos os coadjuvantes da série são muito bem escolhidos e alguns deles que se tornaram recorrentes, como o amigo gay super afetado do Max e da Penny (DRAMA! – jazz hands) e a própria Megan Mullally, são simplesmente sensacionais! SENSACIONAIS!

Juntos, todos eles funcionam muito bem e nas mais variadas situações e variações de dupla por exemplo (a não ser quem tiver o azar de ficar com a Kim Bauer, que é a café com leite do grupo). Sempre metidos em situações absurdas, como a o chá de bebê fake da Jane, só porque a Penny não consegue se livrar de uma amiga pedante do passado (2×20 Big White Lies), ou em um episódio super foufo de dia dos namorados, onde no final, Max é o único deles que tira a sorte grande e recupera o boy magia do passado que destruiu o seu coração (The St. Valentine’s Day Maxssacre). Aliás, tem um outro episódio na sequência, onde todos eles, que costumam ser super críticos com todo e qualquer candidato a novo namorado de qualquer um deles, acabam se apaixonando pelo namorado do Max, o que se torna uma grande disputa entre o grupo, algo que é simplesmente sensacional também. (2×14 Everybody Loves Grant)

Entre os meus episódios preferidos da Season 1, estão aquele em que o Max encontra o gay afetado perfeito para ser a mais nova companhia da Penny, alegria que não dura muito (1×02 The Quicksand Girlfriend). Tem também aquele em que a Jane  convence a Penny a fazer aulas de defesa pessoal com ela, o que se torna um arrependimento logo em seguida, graças ao total descontrole emocional da Jane (1×06 Of Mice & Jazz-Kwon Do), ou aquele outro onde a Penny descobre que sabe falar italiano quando bêbada (1×05 Like Father, Like Gun), que é bem engraçado (na verdade, todos os episódios em que a Penny é destaque por qualquer motivo, já são bem sensacionais). Gosto muito também daquele onde o Max dá o fora no novo boy magia inglês, para o total desespero da Jane (1×08 The Girl With the David Tattoo), além daquele em que o Dave  e o Max formam uma dupla inspirada no Steven Seagal (rs), para dar um pau no cara que ajudou a arruinar o seu casamento com a Alex (que diga-se de passagem, ela não ficou com nenhum dos dois…). Mas nada se compara ao episódio onde o Max ensina a Penny as regras de como se tornar uma hipster, onde além de tudo ganhamos um plot muito bom também com a competição entre o Max e a Jane, de quem sobreviveria a um ataque de zombies (com os hipsters fazendo o papel de zombies nesse momento) que talvez seja o melhor de toda a primeira temporada (1×07 Dave of the Dead). Rolei de rir compulsivamente com cada uma de suas regras. E não é que a Penny ficou linda na versão hipster? Mesmo ficando a cara da Punky, com tantas camadas de outfit.

A Season 2, que é maior (21 eps contra 13 da primeira temporada), tem também episódios mais divertidos, embora eles tenham conseguido manter um bom equilíbrio entre as duas temporadas. A sequência de abertura do primeiro episódio por exemplo (2×01 Blax, Snake, Home), com aquele “massacre” na suite de hotel dos ex noivos, foi realmente muito boa. Muito boa mesmo! Ai vem uma sequência de episódios excelentes, como aquele inspirado em “Mean Girls”, onde Penny e Alex se tornam BFFs das garotas mais populares do colégio (de onde ambas já saíram faz tempo), além da visita da mãe da Penny, que foi um ganho para a série (2×03 Yesandwitch), seguido do episódio em que o novo chefe não gosta do Brad, que ainda tem a nova namorada do Dave, que é do tipo super sincera e que acaba irritando todos eles (2×04 Secrets And Limos), até chegarmos ao episódio de Halloween da série, que não só trouxe o Dave vestido de Austin Powers (e ele estava ótimo), que todo mundo achava que era o Elton John (conflito de gerações, rs), como colocou o casal Jane e Brad em uma situação bem complicada, encarando o inferno do Halloween no subúrbio (2×05 Spooky Endings). Uma sequência de episódios bem sensacionais!

Depois só melhora, com a visita da ex namorada do Max (2×07 The Code War), e a Penny quase enlouquecendo com a presença dela, ou quando a própria resolve bancar a tia perfeita para os sobrinhos do Max (2×08 Full Court Dress), onde ela acaba assustando eles com uma visita a uma espécie de museu de bonecas antigas totalmente medonhas. Nessa temporada, ainda ganhamos mais uma excelente competição entre o Max e a Jane, dessa vez  por conta de uma blusa que ambos tinham em comum (2×10 he Shrink, The Dare, Her Date And Her Brother), ganhamos também o plot do namoro entre o pai do Dave e a mãe da Penny, onde ele se tornou uma criança birrenta e ela a irmã mais velha super pé no saco (2×11 Meet the Parrots), além de uma visita animada ao dentista feita por Brad, ele que nunca teve um cárie até que enfrenta o dia do aparecimento da sua primeira, que é o mesmo do dia dos namorados. Muito bom também, é o episódio onde eles enfrentam o inverno (2×15 The Butterfly Effect Effect), que só dá espaço para a primavera, quando o casal Jane e Brad tem a sua briga anual, que custa para acontecer esse ano, mas que quando chega é muito engraçada também. Na verdade, para resumir esse post que já está ficando enorme, tenho que dizer que essa segunda temporada é realmente bem boa por completo e ponto. (rs)

Mas o seu ponto alto durante essa Season 2, sem dúvida foi o episódio com a Corrida da Rosalitta (que é o bar que eles mais frequentam na série), episódio esse que faz uma homenagem aos vários filmes gravados em Chicago, além  de fazer uma série de referências ao trabalho cinematográfico de John Hughes e vários dos seus clássicos da década de 80, que todos nós somos órfãos até hoje (graças a Sessão da Tarde). Um episódio primoroso, que além de ser uma ótima homenagem, consegue também ser hilário, como uma boa série de comédia deve ser.

E esse papel de entretenimento até que fácil enquanto comédia, Happy Endings consegue alcançar com maestria. Pode não ser uma série das mais genias do mundo, embora faça várias referências a cultura pop em todos os seus episódios, sempre muito bem feitas ou executadas por sinal, pode ter algumas falhas aqui ou ali no elenco (a maior delas sendo a Kim Bauer permanecendo na série) e pode até utilizar de alguns clichês que todos nós já conhecemos de algum outro lugar (todos eles trabalhados de forma diferente, muitas vezes se tornando superiores à suas referências), mas nada que chegue a incomodar, muito pelo contrário, a série consegue o feito de ser fácil de se digerir, mesmo mantendo um bom nível de inteligência em quase todas as suas piadas, em um equilíbrio perfeito que não é tão fácil de se alcançar. E essa despretensão de Happy Endings, de não tentar parecer cool ou inteligente demais, talvez seja o seu maior trunfo, recuperando até mesmo um pouco daquele humor antigo mais simples dos anos 90, que todos nós gostamos tanto até hoje.

Ou seja, acho que eu já falei o suficiente para tentar convencê-los a adquirir mais uma série de comédia em suas listas não? Juro que vcs não vão se arrepender! JURO! (penso até em adquirir uma nova virose, só para assistir tudo de novo, rs). E para quem tiver meio sem tempo, dá para aproveitar a Summer Season de logo mais, que é sempre aquele marasmo que todos nós já conhecemos bem, para quem sabe encarar uma maratona de Happy Endings, hein? Para se divertir facilmente e com coisa boa, vale super a pena.

#AmAUzing!

Já temos cupcakes garantidos por pelo menos mais uma temporada

Março 15, 2012

Sim, 2 Broke Grils foi renovada para a sua Season 2 (Yei!). É fato que a série deu uma pequena caída, de leve,  mas continua sendo bem divertida com o seu humor simples e um texto recheado com piadas sobre elas mesmas, que são sempre sensacionais!

E a CBS aproveitou para anunciar outras 10 renovações para a próxima temporada: Blue Bloods (Season 3), NCIS (Season 10), NCIS: Los Angeles (Season 4), Person of Interest (Season 2), The Mentalist (Season 5), Criminal Minds (Season 8), The Good Wife (Season 4); Hawaii Five-0 (Season 3), CSI: Crime Scene Investigation(Season 13), 2 Broke Girls,  Mike & Molly (Season 3), além de How I Met Your Mother, que já estava garantida até a sua Season 8 e The Big Bang Theory, que também já havia sido garantida até a sua Season 7.

Engraçado é que entre os grandes nomes do canal, está Two And A Half Men, que continua com o seu futuro incerto.

As escolhas sempre meio duvidosas do People’s Choice Awards, versão 2012

Janeiro 13, 2012

Na verdade, no People’s Choice Awards, o que menos importa é o que as pessoas de lá escolheram na votação em qualquer categoria (o que é sempre uma preguiça e a gente nem precisa disso), e sim, o que as nossas queridas celebridades escolheram para desfilar no red carpet neam?

E já vamos começar com o melhor date ever, que foi a Betty White na platéia, sentadinha ao lado do Robert Patinson, o vampiro mais inofensivo da história. Ganha até do Zé Vampir, rs.

Howcuteisthat?

Achei bem foufo, mas achei que o Robert Pattinson precisa começar a se preocupar, pq quando uma senhora de 90 anos aparece muito mais bem vestida do que ele em noite de premiação, significa que:

#NAOTABOMNAO

Sharooon fez questão de fazer essa cara para deixar bem claro que ela não tem nenhuma relação com a porcaria da cor do cabelo da Kelly.

Sério? Ela conseguiu um papel em filme de época, ou vai interpretar a avó da Sharon na temporada de retorno das catacumbas do inferno de The Osbournes, hein?

E eu até gosto da Kelly, mas nunca achei ela bonita, fato. Pra mim, ela vai ter sempre essa cara de quem sofre de prisão do ventre. Sorry! (Activia!)

ps: Sharooon estava maravileeeandra de metalizado, não? 

Gente? E o que aconteceu com a cara da Portia de Rossi?

Diz que a mão da Ellen ali do lado, na verdade, estava segurando um ponto estratégico do corpo da Portia, onde fica todo o plissé que segura isso tudo, e que a ela não pode soltar por nada nesse mundo, ou desaba tudo.

Sem contar que, se vc vive em um mundo onde a Ellen DeGeneres, sua companheira masculeeeandra (leia-se masculeeeandra como aquela que não é muito ligada a estética), está com a cara melhor do que a sua femileeeandra (leia-se femileeeandra como aquela de quem se espera que seja mais ligada a estética), isso só pode significar que está ficando bem puxado, não?

E literalmente. WOO!

Achei democrático que a moda evangélica tenha ganhado espaço no red carpet.

Parabéns Nina Dobrev, vc conseguiu. Só que ao contrário.

E quando vc chega ao ponto de ter que reciclar o tecido da sua fantasia de Halloween e tentar transformá-lo em algo novo, é porque está na hora de começar a repensar a sua carreira, não é mesmo Vanessa Hudgens?

E quem ainda faz bico para tirar foto em 2012, hein?

Eu nunca sei quem é quem quando vejo essa figura:

Se é a Snooki que perdeu peso, ou se a Demi Lovato que ganhou todo o peso que a Snooki teria perdido.

Nunca consigo me decidir…

Mas para ambas as alternativas, a cafonice reina.

#NAOTABOMNAO

ps: olhando esse make mega carregado da segunda imagem, vcs não chutariam que ela tem pelo menos 37 anos? Eu diria até que uns 38, com folga, rs. 

Ashley Greene é aquela atriz que a gente sabe que conhece, mas nunca lembra de onde, tamanha a sua importância em nossos corações gelados. Zzzz

Achei o look quase que um pirigótica, só que um pouquinho mais comportado.

Mas e essas duas marcas enormes na altura do peito? Significa que ela tem mamilos de aço?

Ganhou até do Batman do George Clooney nessa categoria hein?

E vamos acabar um pouco com a ilusão?

A gente assiste aos desfiles, acha quase tudo lindo nas passarelas, temos nossas marcas preferidas ever, mas quando chega a hora de olhar de perto, no red carpet (que é onde a gente tem uma maior chance, rs), é sempre uma decepção quando a gente percebe a pouca qualidade do produto neam?

Tudo bem que costurar todos esses recortes não é a tarefa mais simples do mundo (e eu nem sei costurar nada) e o vestido é de uma marca que eu AMO, mas não precisava ficar com cara de fantasia de escola de samba neam?

#IMPRIMIUEXCESSODECOLAQUENTE

Pausa: gente, e a Lily está grávida de novo?

É tipo linha de produção agora? Um por cada nova temporada de How I Met Your Mother? (que eu finalmente desisti e nem assisto mais)

Mas nada foi mais preguiça do que o look da Veronica Mars na noite da premiação, hein?

Achei total preguiça, a começar pelo cabelo. Zzzz

E eu fiquei com pena da Kaley Cuoco…

Penny até que estava linda, com uma cinturinha de fazer inveja a qualquer Mariah em propaganda de programa de emagrecimento, mas esse vestido estaria perfeito para um casamento, ou outro tipo de premiação.

Sabe quando ficou um pouco demais para a ocasião? Mesmo não sendo daqueles modelos do tipo dos mais exagerados, sabe?

Mas eu AMO esse cabelo Barbarella, AMO!

Agora vamos falar da dupla do momento?

Maria Margarete Branca de Neve e sua filha, a pequena Emma Swan.

Então vamos começar logo do pior:

Onde é que a Jennifer Morrison estava com a cabeça quando escolheu esse modelão todo horrível para a premiação, hein?

Aliás, com o que é que ela estava na cabeça? Roubou o aplique fajuto da própria Cinderela dos parques da Disney?

Achei tudo horrível e a barra artesanal do vestido fecha com chave de ouro essa escolha totalmente meio assim.

#NAOTABOMNAO

Ginnifer Goodwin (que a mãe dela poderia ter simplificado e ter escolhido Jennifer…) aprendeu que “ele não está tão afim de vc” e parece que nesse caminho, ela aprendeu alguma coisa sobre moda também, hein?

Claro que eu não gosto desse tipo de manga, mas amei a cor vibrante, achei bem chic e apropriado para o tipo de premiação.

Mas a pergunta que não quer calar é:

Onde diabos estava o Prince Charming que não tem ele na premiação, hein?

We miss U (mas ele ficou pavoroso com aquela boina no último episódio de OUAT, hein?

 

E já que tocamos no assunto, vamos falar agora dos boy magia da premiação neam? Höy!

(mas nem se animem, porque foram bem poucos…)

Matt Bomer, que eu descobri recentemente que tem filhos (sim, estava descrito no plural, para uma surpresa ainda maior), sempre com essa cara de moço limpinho que lava o rosto com sabonete neutro antes de sair de casa neam?

Höy!

O que teria acontecido com a magia de Boone, hein?

Será que foi a luz que prejudicou?

Será que ele apertou demais os olhos para tentar enfeitiçar e acabou causando um efeito colateral em todo o resto do seu rosto?

Eu nunca entendi muito bem todo esse apelo em torno do Paul Wesley…

Sempre achei ele meio assim…pra mim, ele é como o Justin Bieber deveria ser se fosse mais bonito e mais masculeeeandro, não sei porque, mas eu vejo uma semelhança entre os dois que eu não sei explicar de onde vem e por isso não me perguntem.

Mas um dia desses, acabei vendo por acaso uma cena shirtless dele em Vampire Diaries, o que acabou justificando em imagens todo aquele apelo que eu não entendia anteriormente. Höy!

ps: mas continuo achando ele uma versão melhorada do Justin Bieber, hein?

Só porque o talento do Ewan McGregor é muito maior do que qualquer coisa, a gente consegue perdoar essa cara de emburradinho dele na premiação neam? Höy!

E chega a ser triste quando atores com fundamento tem que marcar presença em eventos meio assim só para ainda serem lembrandos pelo grande público. Humpf!

Agora, a gente ama o Zachary Levi e todo mundo sabe disso neam? (e o nome Levi na lista de nomes de bebês da Sarah em Chuck, hein? Foufo mil!)

Mas quando é que ele vai voltar a ser boy magia?

Pq com esse mini moicano, não dá!

Eu até entendo que eles tenham cortado o cabelo do Chuck antigo para tentar deixar o personagem com cara de mais sério, mais profissional, mas nada como aquele cabelinho da primeira e segunda temporada para nos enfeitiçar neam?

Fica a sugestão de makeover…

E eu tenho uma implicância enorrrme com ternos de cor indefinida, tipo esse do Neil Patrick Harris.

Nunca sei se é beige, cinza, ou se está amarelado de ficar no armário. (sem trocadilhos, mesmo porque nesse caso nem se aplica neam? Sério.)

E como eles estão ficando parecidos, não?

Juro que eu não tenho nada a declarar sobre a quantidade exagerada de make que o Adam Levine estava usando na premiação, juro!

E não adianta dizer que é implicância minha, basta comparar o brilho das duas peles e preceber de quem é a única opaca da imagem…

E para vcs sentirem o drama das escolhas da premiação,  o Maroon 5 ganhou o prêmio de melhor banda. PÁ!

Deixei por último o casal Miley, que nem acredita que está pegando o Liam Hemsworth, porque essa imagem diz muito.

A começar pela cara de dúvida da própria Miley Cyrus, que parece nem acreditar na magia ao seu lado…

Disse outro dia que ela pelo menos era mais esperta do que talentosa, considerando o quesito escolha de boy magia, mas andei repensando o assunto por parte dele…

Porque seria mesmo o Liam Hemsworth um boy magia de categoria, quando com tantas opções no mercado ele escolheu desfilar logo ao lado da Miley Cyrus?

Uma questão sempre boa para se refletir quando o assunto é boy magia acompanhado.

 

E agora vamos as melhores da noite, o que sempre nos dá uma esperança de que nem tudo está perdido.

Chloe Moretz , super apropriada para a ocasião, apesar desses dedos dela no sapato me deixarem meio (completamente) tenso, rs.

Robin sua linda. Smples, colorida e maravileeeandra! Höy!

ps: acho a Cobie Smulders uma das mulheres mais lindas da Tv atualmente. Höy!

E é claro que a Emma Stone não iria nos decepcionar e foi apostando no look masculeeeandro. Höy!

Aliás, ruiva de verde eu costumo dizer que é o combo certeiro da Ariel, que sempre funciona, ou vc acha que a Disney não faz toda uma pesquisa antes de lançar qualquer coisa hein?

E quem disse que não se pode aprender nada como uma animação?

Agora, quem realmente surpreendeu no People’s Choice Awards 2012, além do prêmio de melhor comédia sair para How I Met Your Mother, foi a Lea Michele, ficando com o prêmio de melhor vestido da noite.

Tudo bem que franja é o novo bandage dress e que ela sair sempre com cara de quem esta prendendo alguma coisa (rs), mas achei o vestido bem poder, mesmo tendo cara de que nós já vimos ele circulando por ai antes hein?

Maravileeeandra!

Ainda bem que eu larguei How I Met Your Mother

Outubro 18, 2011

Pq pelo nível das participações, continua puxado…

Ok, é um pouco da minha implicância natural com a Katie falando mais alto, mas como auto tortura, eu acabei assistindo a premiere da Season 7 e posso dizer que os motivos pelo qual eu larguei a série se confirmaram já nesse primeiro episódio, e não deu nem vontade de assisti-lo até o final.

Zzzz

Invejei a companhia…

Agosto 22, 2011

Que fique bem claro que eu não estou falando da Megan Fox, porque dela, apesar da magia, eu tenho preguiça. Prefiro algo mais original, tipo a Angelina Jolie, sabe? (ui!)

Agora, fiquei com inveja mesmo foi da companhia do  Jason Segel e do Chris O’Dowd no set de gravações do novo filme deles, “This is Forty”, que devem ser muito divertidos. É crianças, a magia não esta apenas na beleza óbvia, fikdik…

Höy!

ps: e o Chris O’Dowd é o policial magia foufa do filme “Bridesmaides” que eu falei para vcs um dia desses, fikdik

Joe Manganiello com cara de que entende tudo do novo PSP

Junho 14, 2011

NOT!

Tô achando ele muito grande (literalmente falando em tamanho e proporção, Höy!) para o brinquedeeenho…

Joe Manganiello diz: Hey? Moço? Vc pode trocar o meu por favor que já veio com a tela trincada? (euri)

Eu bem vi uma matéria da E3 falando desse novo PS Vita, que é sensacional, touch screem, com sensores até na parte traseira do console. Fiquei bem animado hein? Ainda mais depois desse video aqui ó:

E lá na america antiga, o modelo mais completo com Wi-Fi e 3G vai sair por U$299,00. Euquero!

ps: alguém mais lembra que ele fez umas pontas em How I Met Your Mother, na época que a série ainda era legal? 

E o Daniel Radcliffe no Tony, hein?

Junho 13, 2011

Quem não ficou morrendo de orgulho do jovem Harry Potter cantando, dançando e fazendo malabares no palco do Tony Awards 2011 ontém a noite, que atire a primeira pedra filosofal hein? Höy!

Clap Clap Clap!

Mas o grande vencedor da noite, foi esse aqui ó:

The Book Of Mormon, que levou os principais prêmios da noite e dizem que é sensacional (e eu achei a letra dessa música divertidíssima)

E todo esse corpo de baile só me faz pensar no porque que as pessoas não saem assim, saltitantes pelas ruas no dia a dia hein?

Vou confessar que de vez em quando, dependendo do que estiver tocando no iPod (e vale quase tudo, rs), eu me empolgo e saio andando com movimentos ala Broadway por ai (euri). As vzs eu sofro bullying (também neam?), mas há de chegar o dia em que todos irão me aplaudir de pé no metrô (ka ke ki ko ku)

Porque vcs sabem que a vida é uma performance neam?

E no meu chuveiro, eu já ganhei pencas de Tonys, Grammys, Globos de Ouro e Oscars, tsá? Sempre sendo ovacionado pela platéia (rolei!)

ps: ótimo trabalho hein Neil Patrick Harris? Pela segunda vez…e adorei a parceria com o Hugh Jackman. O que foi a piadeeenha bottom vs top hein? Höy! E eu teria ficado muito decepcionado se não rolasse a valsa do final…Clap Clap Clap!


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