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My Mad Fat Diary – Season 2, o trailer

Janeiro 20, 2014

Trailer da segunda temporada da série inglesa mais deliciosamente deliciosa e noventista do momento, My Mad Fat Diary, da qual nós já falamos por aqui.

Em breve… mas em breve quando, hein E4? #SACANAGEM

 

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Dá para acreditar que esse 1/2 sorriso super foufo foi capaz de destruir Gotham daquele jeito?

Junho 14, 2013

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Não, não dá, rs. Höy!

E o Tom Hardy é o tipo de boy magia que a gente consegue ignorar qualquer colar de bicheiro meio assim + o combo motoboy dos óculos escuros por cima do boné. Basta concentrar no sotaque e na magia rústica. (seja forte!)

Quer dizer, relevamos porque consideramos o custo benefício das nossas fantasias, claro.

E quem é capaz de dizer um “#NAOTABOMNAO”, mesmo não estando bom não, quando nos deparamos com essas tattoos todas semi aparecendo no combo com direito a 1/2 sorriso e tudo mais?

(silêncio…)

 

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Skins Season 7, o promo + algumas informações

Junho 4, 2013

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Primeiro promo/teaser/trailer da Season 7 de Skins (que é apenas a melhor série adolescente dos últimos tempos) que finalmente está chegando com data prevista para a sua estreia em 01 de julho.  YEI!

Com apenas 3 episódios, a temporada de conclusão de Skins será centrada em apenas três personagens , Cassie, Effy e Cook (contando com pequenas participações de alguns outros personagens conhecidos, como a Naomi e a Emily, que parece que vão se reunir também com personagens introduzidos durante a sexta temporada) e suas histórias serão divididas em duas partes com 1 hora de duração cada (2 horas por episódio), acompanhando a vida de cada um desses personagens, anos após o que já assistimos na série no decorrer de suas três gerações.

O novo promo já é bem sensacional e tem muito do fundamento que a série apesar dos altos e baixos sempre conseguiu manter. (e eles são todos bem bacanas ó: Season 1 – inesquecível!, Season 2 – sendo esse o mais sensacional de todos! -, Season 3, Season 4, Season 5, Season 6)

Cada um dos novos episódios já recebeu o seu título e segue abaixo uma ideia do que já sabemos da sinopse de cada um deles, na ordem em que serão exibidos:

 

Skins Fire, episódio centrado na Effty (Kaya Scodelario)

Effy está trabalhando como recepcionista do London Hedge Fund, meio sem perspectiva de vida e naquelas (apesar do trabalho não ter nada a ver com o que já conhecemos da personagem). Mantendo um caso com o chefe abastado, ela vai acabar descobrindo algumas informações importantes sobre o mercado financeiro, além de descobrir também que o seu chefe anda levando vantagem de forna desonesta nos negócios. Dividindo apartamento com Naomi (Lily Loveless, conhecida também da segunda geração) e vivendo essa nova fase da sua história, Effy sofrendo toda essa pressão entre o trabalho e o seu novo relacionamento, não vai conseguir conseguir encontrar os freios para parar de arruinar a própria vida (e já vimos que ela é bem boa em self destruction), isso até que uma tragédia acaba acontecendo. Dramático, não? E que tragédia seria essa? (acho que esse tem tudo para ser o episódio “Requiem For a Dream” dessa despedida de Skins. Veremos…)

 

Skins Pure, episódio centrado na Cassie (Hannah Murray, atualmente em GOT e que a gente adoraria ver em Doctor Who)

Cassie parece estar se sentindo a garota invisível, vagando por Londres, sempre solitária, tentando encontrar algum sentido para a sua vida. Até que do nada ela percebe que um estranho a está seguindo. Nesse momento, Cassie acaba se voltando para o desconhecido, se envolvendo em uma amizade de solidão para ambas as partes, que talvez não consiga resistir muito bem quando fora do seu universo particular e exposta para o mundo. (nessa caso, acho que ganharemos um episódio “Girl, Interrupted” + “Lars And The Real Girl” de Skins. Lembrando que essas sãos apenas as minhas impressões sobre as sinopses…)

 

Skins Rise, episódio centrado no Cook (Jack O’Conell)

Anos depois, Cook continua a sua vidinha bandida e de caráter duvidoso de sempre, agora transportando drogas para os “necessitados” em Manchester. Isso até que o seu chefe do crime acaba pedindo como favor que ele acompanhe sua namorada na tarefa de encontrar uma casa e obviamente ele não consegue se controlar (típico) e acaba envolvido com a mesma, claro. A partir disso, sua vida passa a se voltar para uma série de acontecimentos que sempre marcaram a trajetória do personagem, em meio a muita violência e selvageria (acho os episódios dele os melhores da segunda geração), até que Cook se vê dentro de um confronto com o seu próprio passado violento. O que será hein? Adoraria ver o seu irmão mais novo de volta, agora em seu lugar e ele apavorado com a situação… (esse eu acho que tem tudo para se tornar o episódio “Trainspotting”, só que dirigido pelo David Fincher com uma alma um pouco mais Tarantino, de Skins. Veremos…)

 

Ansiosos? (cotando os dias para 1º de julho. #HELLYEAH)

 

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Vicious – ainda não parece genial, mas pode realmente se tornar viciante

Maio 7, 2013

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Um casal gay vivendo na terra da rainha. Um deles é um ator decadente, Freddie Thornhill (Ian McKellen) que se recusa a se comportar como um aposentado e se vangloria dos pequenos papéis que fez durante a sua carreira, como uma participação em Doctor Who por exemplo. O outro é Stuart Bixby (Derek Jacobi), esse bem mais sensível, delicado, cheio de trejeitos e afetações, mas que mesmo assim ainda não conseguiu se assumir para a mãe e diz que mora com um “amigo” com quem divide as contas, naquele velho truque da irmandade (rs). Em um apartamento antigo, super datado, com cara de museu e as cortinas sempre fechadas, ambos vivem naquele eterno atraque de elogios deselegantes, uma arte que se adquire facilmente com o tempo e com a convivência (e que também faz bastante parte da cultura gay), além de uma vida quase que inteira compartilhada nessa relação de amor, que todo mundo sabe que nem só desse sentimento sobrevive. (mas principalmente por ele)

Assim é Vicious, a nova série inglesa que conta a história desse adorável e rabugento casal gay envelhecendo juntos em meio as memórias de uma vida inteira. Além do sotaque que nós amamos e não cansamos nunca de ouvir, a série tem tudo o que nós gostamos das produções do gênero da terra da rainha, além de ser uma deliciosa comédia de situação sobre o nada, onde aparentemente tudo pode acontecer dentro daquele apartamento que mais parece a catacumba que esconde dois vampiros antigos. (que isso não soe como preconceito, porque em um determinado momento ambos demonstram uma forte rejeição a luz do sol, rs)

Um apartamento com cara de antigo, com aquele mobília pesada, escuro, onde aparentemente se é proibido sequer abrir as janelas (não falei?), cacarecos por todos os lados em um ambiente que quase nos transporta imediatamente para uma outra época. Cenário perfeito para esse tipo de história, que não precisa de uma grande movimentação ou grandes acontecimentos para se desenvolver perfeitamente ou nos fazer rir.

Claro que boa parte da história, além da língua afiadíssima de ambos os personagens que trocam ofensas daquela forma cínica que nós sempre adoramos (gay or straight), conta e muito com o carisma e talento de seus atores principais McKellen + Jacobi, que são grandes lendas da TV e do cinema, que conseguem carregar os papéis de ambos os personagens com maestria, apesar de todo o caricatismo estampado na série, que parece ter assumidamente escolhido esse caminho para percorrer.

Durante o piloto já enfrentamos uma história de luto (algo que deve ser especialmente assustador nessa altura da vida e uma vez minha avó me disse algo do tipo que me fez imaginar bem essa situação), que eles acabam aproveitando para fazer piada sobre o assunto, sendo o morto da vez um interesse em comum do passado de ambos. Nessa hora, eles acabam recebendo também a visita de velhos amigos, todos bem divertidos apesar da menor participação, assim como a amiga de longa data do casal, Violet Crosby (Frances de la Tour) que parece não saber muito bem se Zac Efron é uma pessoa ou um lugar. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

A série conta também com a participação de um vizinho magia que se muda ainda no piloto para o andar de cima do flat do casal, Ash Weston (Iwan Rheon, que atualmente também está em GOT) bem mais jovem e ainda sem preferências definida, algo que acaba despertando o interesse e a curiosidade de todos. Só achei que o plot sobre ele ser gay ou não poderia ter rendido mais e talvez até porque não ter virado uma espécie de mitologia para o personagem dentro da série, pelo menos por um tempo, claro.

Apesar de não ser genial em nenhum momento, nessa simplicidade da série e no talento dos seus atores principais está o maior trunfo da mesma, que em diversos momentos, dadas as devidas proporções, chega a nos lembrar de delícias como “A Gaiola das Loucas”, Will & Grace (e tem dedo dos produtores da série antiga na nova série também) e até mesmo Him & Her, para fugir de qualquer tipo de estereotipo. De qualquer forma, apesar de qualquer coisa (inclusive proximidade e identificação com um futuro bem possível para alguns… tisc tisc, rs), é bem possível que Vicious acabe se tornando um dos nossos mais novos vícios na TV.

Veremos…

 

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Os zombies em fase de readaptação de In The Flesh

Maio 3, 2013

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In The Flesh é aquela série que causa uma estranheza complicada como primeira impressão, afinal, encontrar com zombies tentando se reintegrar a sociedade não parece nada natural, pelo menos não a princípio. Vampiros, lobisomens, alienígenas, mutantes, super heróis com poderes exóticos e roupa intima por cima do spandex tudo bem, mas zombies? Não, não parece de Deus. (como somos hipócritas, não?)

Tirando toda a estranheza da novidade no piloto, que gasta boa parte do seu tempo tratando exatamente dessa nova proposta de zombie, In The Flesh conseguiu se tornar algo que foi muito além da temática do momento, apesar de contar apenas com o mísero número de três episódios para a sua Season 1. Mesmo assim, passando do piloto até o preview da temporada que veio logo a seguir, já dava para perceber que a série tinha tudo para se tornar bem mais interessante, uma vez que toda essa estranheza fosse colocada um pouco mais de lado para dar mais espaço aos dramas comuns do cotidiano de todo mundo, nesse caso aplicados a uma espécie de “segunda vida” ou “segunda chance”. De qualquer forma, agradecemos pela chance de ter visto um dos Skins como zombie. (sim, aquele era  o “Rich”)

Aceitação, preconceito, intolerância, tudo isso eles conseguiram discutir de forma bem bacana durante essa primeira temporada, amparados a essa nova temática que apesar de soar bem estranha a princípio, com o tempo vai se tornando algo mais normal e até mesmo aceitável a medida que vamos nos informando sobre o assunto, além de ser bem interessante e uma novidade. Diferente de outras séries do gênero, aqui não temos o massacre dos sobreviventes vs zombies devorando uns aos outros e ficamos mais com a carga dramática da situação inusitada de mortos vivos maquiados tentando viver como pessoas comuns. Apesar de algumas situações de confronto bem extremas entre os dois lados da história, a série optou por não dar muito esse foco para os seus personagens, onde foram poucas as cenas mais sanguinárias que tivemos durante essa primeira temporada.

Apesar de poucas, elas não deixaram de aparecer e também foram aterrorizantes, como os pesadelos do Kieren (Luke Newberry) lembrando da vítima que ela acabou instintivamente fazendo dentro do supermercado logo após a sua “transformação” e mais tarde, com tudo ficando ainda mais sombrio com a cena dele acordando debaixo da terra (que apareceu por meio de um ataque de pânico do personagem ao se ver preso em um lugar apertado novamente) e surgindo em meio a outros corpos que foram despertados no momento da ascensão. Um momento que inclusive eu gostaria de ter visto mais na série e acho que seria bem bacana se ele tivesse sido mostrado, já que o foco de In The Flesh no presente está mais no conflito das relações interpessoais do que o combate em si e toda a questão da sobrevivência de outros cenários mais “apocalípticos”  do mesmo tema, se é que assim podemos dizer.

E a história ficou bem mais interessante quando descobrimos que Kieren na verdade se suicidou por conta de um amigo morto na guerra, que descobrimos mais tarde que não foi morto (quer dizer, foi, mas também havia sido reintegrado à sociedade da mesma forma que ele) e estava prestes a voltar para a pequena vila de Lancashire. Detalhe que o tal soldado da guerra era ninguém menos do que Rick (David Walmsley), o filho do mais intolerante e chefe da oposição que era absolutamente contra a ideia de conviver em meio a essa nova realidade. Mas fora isso, um outro detalhe ainda não havia nos sido revelado sobre essa questão toda até então, que se você prestou bem atenção no quarto do personagem principal durante o episódio piloto (tisc tisc… nos quadros… tisc tisc), talvez tenha percebido alguma coisa e ou “inclinação”, rs.

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Engraçado é que Rick ganha um outro tipo de recepção em meio àquela comunidade e tudo isso graças a fama do seu pai, que faz questão de tratá-lo como um herói de guerra, exigindo que todos façam o mesmo, ignorando completamente o fato de que apesar da cara cheia de pontos grotescos (apesar dele ser lindo. Höy!) super visíveis, Rick também é um morto vivo, assim como os demais que ele e seu grupo (que percebem que ele é um zombie, mas não tocam no assunto) não aceitam por perto da vizinhança (lembra da mulher que eles mataram sem a menor piedade durante o primeiro episódio?). Apesar do pai intolerante, Rick tem um outro perfil e mesmo tentando contornar a situação, forçando que o Kieren seja tratado da mesma forma quando ao seu lado, o mesmo acaba fazendo de tudo para tentar agradar o pai, se forçando a fazer coisas que talvez ele não fizesse se pensasse apenas por ele mesmo, o que demonstra um certo nível de covardia em relação a todo momento ele estar evitando o confronto com o pai, algo que não combina em nada com o perfil de herói da história. (se bem que nós sabemos que muitos dos chamados “heróis de guerra” não passam de covardes. Fato)

Com a sua chegada, de uma hora para a outra o clima muda na cidade, que passa a ter uma maior tolerância em relação aos zombies readaptados, provavelmente por terem ganhado a chance de enxergar o problema mais de perto (além de ser uma exigência do governo) e perceber que talvez o problema não fosse tão grande assim e na verdade tratava-se apenas do medo do desconhecido falando mais alto do que qualquer outra coisa. Algo que permitiu que o Kieren saísse de casa para circular pelas ruas com certa frequência (escondido a princípio), mesmo com todo o make e lentes que ele precisava usar diariamente para ser visto com outros olhos, quase como se para ser aceito ele não pudesse ser quem ele realmente era. Algo bem triste, até mesmo dentro desse cenário.

Além do seu trauma passado de suicida e a chegada do antigo amigo que foi o motivo do seu atentado contra a própria vida, a história de Kieren também ganhou um plus com a chegada da sua amiga também morta viva, Amy Dyer (Emily Bevan) que estava muito mais acostumada com tudo aquilo do que ele. Do encontro dos dois no cemitério, aos passeios pelo parque ou jantares em família, acabou surgindo essa relação de amizade e a dupla acabou funcionando muito bem dessa forma, embora a sua família tivesse alguma esperança de que Amy representasse algo mais para ele.

Amy que funcionou muito bem como alívio cômico da série, trazendo um pouco mais de humor para o lado sombrio da força zombie, com seu jeito mais desbocado e a coragem de enfrentar a sociedade de cara limpa, mostrando exatamente aquilo que ela era. Até se dar bem a personagem conseguiu (EW! Mas de novo… wait, ver o Eric pegar geral em True Blood tudo bem, neam? Tudo bem que ele é um morto magia, mas é um morto – conservado de outra forma, rs) e além do lado cômico, sua personagem também teve bons momentos dramáticos, como a conversa entre ela e o Kieren sobre como ambos morreram ou quando Amy foi pega por um dos membros do grupo intolerante dentro da sua própria casa de forma cruel e totalmente meio assim, o que acabou despertando a vontade da personagem de tentar a sorte em uma cidade grande e mais preparada para a diversidade.

Mas o grande destaque da série foi mesmo a relação Kieren e Rick, que ainda que ambos não tenham assumido (e nem precisava) durante esses três episódios da Season 1, ficou mais do que evidente que algo mais existia entre eles do que apenas uma grande amizade. Da discussão sobre a separação de ambos, Kieren por conta da faculdade e o Rick por conta do exército (com o detalhe de uma falha de comunicação muito provavelmente provocada pela família ao perceber qualquer coisa), até a revelação do esconderijo dos dois mais próximo do final da temporada (que inclusive foi onde o próprio Kieren foi achado morto por seu pai), começamos a entender um pouco mais sobre a proximidade da relação daqueles dois e toda a carga dramática que isso havia acarretado para ambos, que já eram vítimas do preconceito mesmo antes de se encontrarem daquela forma, o que tornava tudo ainda pior. E a abordagem para esse plot foi bem bacana, sem que nada precisasse ser dito de forma óbvia, onde o sentimento que percebemos que existia entre os dois acabou funcionando muito mais do que qualquer explicação detalhada sobre o que realmente se tratava toda aquela história.

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Dessa relação, pré e pós morte, acabamos encontrando a resolução final da temporada, com todas as pontas soltas dessa curta história se encontrando e deixando tudo muito bem amarrado, apesar do curto espaço de tempo, onde descobrimos o trauma da irmã (chatinha…), que havia encontrado o Kieren já transformado dentro do mercado, onde a vítima que o atormentava em seus pesadelos era ninguém menos do que sua melhor amiga, passamos também pelo trauma de seus pais em relação ao suicídio do filho, com a mãe se colocando a disposição para entender qualquer coisa que ele quisesse compartilhar com ela para evitar que a sua história se repetisse (um momento lindo também), até o merecido acerto de contas do vizinho que teve a mulher morta em frente a porta de casa de forma cruel pelas mãos do grupo intolerante da história.

Na verdade, In The Flesh usou muito bem a temática zombie para abordar a intolerância com o diferente e ou desconhecido, como se as pessoas preferissem (ou fossem convencidas a) maquiar quem elas realmente eram para que fossem aceitas de forma melhor pela sociedade. Algo do tipo “Não mostre a sua cara, mostre o que eles querem ver”. Nesse caso, toda a estranheza de zombies se adaptando a viver como pessoas comuns, recuperando suas memórias e tudo mais, acabou funcionando como uma alusão a um mergulho dentro de si mesmo, a sua verdade e aquilo que você gostaria de ser, mesmo que para isso não fosse necessário uma segunda chance, como nesse cenário. Algo que eles conseguiram realizar muito bem, tanto em termos de história, quanto pela abordagem mais delicada e sensível em relação ao tema, que embora pareça bem absurdo, tirando o fato de encontrarmos na série mortos vivos circulando como pessoas comuns, inclusive fingindo comer como qualquer um (sério, AMO esse plot!), todo o resto seria algo bem possível de acontecer na vida de todo mundo. (e quem não conhece alguém que mais parece um zombie do que qualquer outra coisa? E não estamos falando da aparência, hein?)

Como resolução para o plot principal da temporada, tivemos o pai do Rick exigindo que ele tirasse de uma vez por todas a vida do Kieren, algo que ele não conseguiu recusar a princípio pela falta de coragem de enfrentar o pai autoritário (e até tentou avisar o amigo), mas que nos final das contas nos levou àquela cena linda com ele aparecendo sem maquiagem pela primeira vez diante do pai, que apegado a alguns motivos religiosos e entendendo que o filho não iria mudar por ele (mudar quem ele já era mesmo antes de morto), não conseguiu entender e acabou o matando de forma cruel, roubando a chance que todos os envolvidos ainda tinham de se acertar de alguma forma. Ainda bem que o seu troco não demorou muito para chegar.

Funcionando como uma espécie de “Romeo + Romeo” dos tempos modernos dos zombies (uma novidade surpreendente eu diria) e nos entregando um final nada feliz, In The Flesh conseguiu fazer uma boa primeira temporada em todos os sentidos, funcionando muito bem inclusive como uma obra fechada, caso não aconteça uma renovação (embora mereça ser renovada), uma vez que além da vontade de ver essa história seguindo adiante, pouca coisa foi deixada no ar sobre o que ainda esperar da série.

De qualquer forma, a série é uma boa pedida tanto pela novidade da abordagem do tema,  quanto pelas boas surpresas no caminho e também por ser inglesa, curtinha, fácil de acrescentar na watchlist. E vai que o apocalipse zombie realmente acaba acontecendo algum dia e a realidade seja algo mais próxima de In The Flesh do que de The Walking Dead, huh? Precisamos estar preparados para tudo crianças. Para TU-DO!

 

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Downton Abbey Season 4, o musical. Sim, isso mesmo, o musical

Abril 26, 2013

Deliciosa paródia realizada no 54 Below em NY, com atores da Broadway interpretando de forma deliciosamente deliciosa (inclusive interpretando o autor da série) o que eles acham que seria a Season 4 de Downton Abbey, depois dos acontecimentos todos da última temporada.

Meu momento preferido é aquele com a história da Lady Edith (estou rindo até agora) e quando o “Julian Fellowes” diz no começo que ligou para a sua mentora, Shonda Rhimes (Greysa) para tomar a decisão sobre o que fazer depois do final da Season 3, HAHAHA e #TEMCOMONAOAMAR?)

SENSACIONAL! (CLAP CLAP CLAP)

 

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Uma boa tarde para as costas leste e oeste

Abril 1, 2013

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Com direito a alongamento magia e tudo mais. E por costa, queremos dizer de costas, rs

Höy!

#QUEMFOIQUEDISSEQUENÃOENTEMOSNADADEESPORTESMESMO?

 

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E a gente faz o que diante do line up dos sonhos do Glastonbury desse ano?

Março 28, 2013

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Olha, torce o nariz e reclama que o design do line up poderia ser bem melhor (é poderia e a troco de um passe livre, estadia e vales fish ‘n’ chips, só que substituindo o “fish” por “chicken”, eu mesmo poderia dar um jeito nisso rapidinho. Call me!) descasca uma cebola e chora. Provavelmente compulsivamente enquanto temos uma visão do sonho que seria chegar no festival inglês que esse ano completa 43 anos, de mãos dadas com a Kate Moss e aquele sotaque adquirido pela convivência indeed.

Dias 28, 29 e 30 de Junho. Alguém oferecendo um pacote para blogueiro fundamento bonitinho que faz mixtapes sem cobrar nada em prol do seu plano maligno por um mundo só com músicas melhores? (aberto para negociações)

#FESTIVALDOSSONHOS

 

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In The Flesh – o extreme makeover zombie edition da TV

Março 27, 2013

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In The Flesh é mais uma daquelas séries que já nasceu com cara de que seria algo que tinha tudo para ser totalmente meio assim e dessa vez com sotaque inglês indeed. Tudo bem que os zombies nunca estiveram tão na moda como atualmente, mas uma série que traria como proposta principal a reinclusão social dos mortos vivos, inclusive substituindo o termo zombie por algo mais politicamente correto como “Síndrome de Falecimento Parcial”, não parecia ser cenário ideal para se imaginar uma história do tipo as que estamos acostumados a acompanhar dentro do gênero, só que de outra forma. Mas acreditem, apesar de ter cara de piada, a série até que parece ser bem boa.

Se na maioria de filmes e séries sobre o gênero, o plot central é e sempre foi a carnificina em busca dos cérebros de zombie em nome da sobrevivência daqueles que ainda não fizeram a passagem, em In The Flesh da BBC3 a história parecer ser bem diferente, embora também exista uma vertente bem violenta dentro da mesma, que até chegamos a acompanhar em seu primeiro episódio. (mas de uma outra forma e por incrível que pareça, muito mais cruel devido a sua temática)

Pode parecer estranho a princípio, mas o plot central da série é exatamente esse, a integração dos mortos vivos à sociedade, eles que receberam a chance de se tratar após a ascensão (que é como eles chamam o “apocalipse zombie” na série e nós ainda não sabemos muito bem como tudo começou), isso através de uma droga descoberta pelo governo, que não chega a funcionar para todo mundo, mas que dá a chance de pelo menos alguns deles que conseguiram reagir ao tratamento, tentar viver uma vida “normal” mesmo após a morte. (normal na medida do possível, porque eles ainda não se alimentam e também não podem fazer tudo o que uma pessoa realmente normal pode, pelo menos aparentemente…)

E para isso eles não medem esforços e além da tal droga capaz de controlá-los, trazendo de volta as memórias antigas de quem eles já foram um dia (e na série são mostrados também os pesadelos do personagem principal, esses já depois da transformação e medonhos, seguindo a linha que já conhecemos do gênero), os zombies nesse caso também são submetidos a um makeover completo, com direito a muita maquiagem para tentar disfarçar a pele pálida e totalmente sem vida (além das imperfeições, que por incrível que pareça não são muitas por aqui, um ponto um tanto quanto negativo para a série) e lentes de contato, para tentar esconder a morte por trás do olhar de cada um deles.

Nessa hora, uma série de dúvidas chegam a passar por nossas cabeças em relação a tudo que nós já sabemos e ou conhecemos sobre o gênero, como se a carne deles é podre ou não, ou o porque de que na série, todos os zombies que nós já vimos até agora, estão todos em um estado de decomposição super suave, bem diferentes daqueles que encontramos a todo instante em The Walking Dead.

O piloto é pouco interessante em seu começo, talvez porque eles optaram por começar já mostrando os zombies em tratamento, com o personagem principal, Kieeren Walker (Walker… só eu achei que foi proposital?), prestes a receber alta e voltar para casa ao lado da sua família, que ainda não sabe muito bem como lidar com a volta do filho morto vivo e ainda tem a irmã militante mala, que já chegou irritando bastante e naquela cena da visita do casal à casa da família, eu se fosse mãe daquela garota, teria batido a porta na sua cara antes mesmo que ela tivesse qualquer chance de terminar a sua line (chatinha…). E começando a série já dentro desse cenário repleto de zombies em recuperação causa certa estranheza, provavelmente porque ainda não estamos acostumados com esse novo clã de zombies in treatment, que eu confesso que a princípio, com todas aquelas conversas e piadinhas dentro da clínica, parece tudo bem ridículo sim e ou bem absurdo, confirmando o que sentimos ao ler a sinopse da série.

In The Flesh tem também um pouco de True Blood na questão da adaptação do “real e o sobrenatural” (zZZZ), principalmente por conta da reação de algumas pessoas que não conseguem lidar muito bem com a possibilidade de receber de volta aqueles que já se foram e juntos, eles formam uma espécie de exército intolerante e absolutamente contra essa possibilidade, envolvendo inclusive algumas questões políticas e religiosas, o que não chega a ser novidade para ninguém.

Apesar de bem arrastado e beirando o ridículo por conta desse estranhamento todo de encontramos mortos vivos agindo naturalmente como se estivessem apenas prontos um tanto quanto cedo demais para o Halloween, a segunda parte do piloto passa a ficar bem mais interessante, quando descobrimos como foi que o personagem principal morreu, onde a história começa a ganhar uma maior profundidade e uma notícia que chega de última hora acaba fazendo com que você tenha vontade de dar mais uma chance para a série e muito disso por conta das cenas ainda inéditas que nos foram mostradas ao final do episódio, que foram todas bem boas e animadoras.

Por esse motivo, acho que vale a pena tentar dar uma chance para In The Flesh, que tem uma nova proposta para um cenário já conhecido de todos nós e que apesar de parecer bem ridícula a princípio, além de nos despertar uma série de questionamentos (como se a gente já não tivesse o suficiente para esse mesmo cenário que já conhecemos tão bem), ela acaba também despertando a nossa curiosidade em relação ao desconhecido, que nesse caso até parece e pode se tornar uma história bem interessante daqui para frente, além de ser bem original, o que já é um ponto super a seu favor. Acho que vale assistir pelo menos os três primeiros episódios, para ter uma ideia melhor sobre o que podemos de fato esperar da série.

Veremos…

ps: agora, o logo e o material promocional da série são muito ruins, mas muito mesmo! Precisando de um designer, estamos aí!

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Como se não bastasse o Dan Stevens ter trocado Downton Abbey pela america antiga, ele até já se tornou uma skinny bitch. Bitch…

Março 18, 2013

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Sério, tive um susto que durou todo o final de semana com essa nova imagem do Dan Stevens aparecendo praticamente irreconhecível em um evento qualquer.

Juro que até pensei que fosse um irmão ainda desconhecido do mesmo em uma versão lado negro da força. #CREDINCRUZ

E sim, como se não bastasse ele ter arruinado boa parte do que Downton Abbey sempre foi para a gente (a nossa história de amor preferida na série) com a sua mudança para a America antiga, ele já se tornou uma skinny bitch cosplay de Jonathan Rhys Meyers.

#NAOTABOMNAO

 

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