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Into Darkness

Julho 5, 2013

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Talvez no momento, não exista ninguém mais invejado por outros nerds do que o J.J. Abrams. OK, eles podem até ter outros interesses hoje em dia (eles = falando por mim mesmo até), mas ver um bom representante a frente de duas franquias desejadas por boa parte de todos nós por décadas como as de Star Trek e Star Wars, lá no fundo nos deixa com aquele gostinho bem especial de realização. É, pelo menos um de nós chegou lá, bem pertinho de tudo aquilo. Tudo bem também que na TV, além de excelentes trabalhos como Felicity (minha série teen do coração), Alias, os primórdios de Lost (desconsiderando pelo menos as duas últimas temporadas) e o seu nome ter figurado também no meio da produção da excelente Fringe (muito embora ele pouco ainda tivesse relacionado com a série), o J.J. Abrams também esteve envolvido em alguns projetos que provavelmente não o deixaram muito orgulhoso, mas como voltamos feliz do cinema com a sua sequência de “Star Trek”, resolvemos poupá-lo de certas vergonha por hoje, por isso não vamos nem mencioná-los… (tisc tisc, What About Brian, Six Degrees, Almost Human e porque não incluir Revolution nessa lista… tisc tisc)

E voltamos mesmo, com um sorriso bem largo, eu diria até que gigantesco, do tamanho que “Star Trek Into Darkness” fez por merecer, porque nós realmente ganhamos uma sequência admirável, além de animadora e praticamente megalomaníaca. Um filme que tem tudo para agradar a todos, inclusive aqueles que não se sentem familiarizados com o universo Trekie, porque a sequência realmente impressiona e anima com suas inúmeras e espetaculares cenas de ação e ritmo super acelerado, do tipo que te deixa grudado na tela sem precisar fazer muito esforço.

No passado, o que eu mais gostei do primeiro “Star Trek” dessa nova leva, foi a forma como o diretor resolveu encarar a produção, que aparentemente era bem menor do que a atual (apesar de também ter sido uma grande produção), utilizando recursos simples para nos entregar imagens finais impressionantes, como truques de câmera que bem poderiam ser considerados meio bobos e até o simples detalhe de refletir uma lanterna nas lentes da produção para causar aquele efeito de luz que cortam as cenas, algo já tão característicos da nova franquia e que funcionou como o toque especial do diretor para a sua sequência de filmes dentro desse universo. Detalhes que apareceram no DVD do primeiro longa e para os mais interessados (ou apenas curiosos), vale super a pena porque chega a ser quase como uma “workshop” de cinema.

Mas dessa vez, parece que essa simplicidade foi meio que deixada de lado (não posso afirmar porque nesse caso, ainda não vi o making of por motivos óbvios) para dar lugar a magnitude impressionante da grandeza do novo longa. Tudo parece gigantesco, estelar, do começo ao fim, desde aquele cenário em vermelho do começo do filme (que tem uma plástica sensacional, diga-se de passagem) de tirar o fôelgo, até as sequências no espaço ou na dobra, que ganhou um rastro sensacional e isso porque eu nem assisti a versão em 3D, que eu imagino que tenha deixado tudo ainda melhor (apesar de achar que esses lançamentos em 3D tem sido um grande truque dessa industria). Detalhe que por muita sorte, acabei assistindo ao longa poucos dias após a sua estreia por aqui, em uma sessão com apenas 6 pessoas, cada uma sentada em um canto da sala de cinema, ou seja, praticamente um sonho!

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Da tal sequência inicial no cenário vermelho até seus minutos finais, o novo Star Trek manteve um ritmo fora do comum e bastante importante para um filme de ação, começando com uma sequência eufórica em meio a um cenário deslumbrante, enquanto a gente ainda tentava assimilar o que eles estavam começando a nos contar dessa vez, até a sua sequência final, que apesar de menos eufórica e com ar de missão cumprida, típico de missões heroicas, não deixou de ser grandiosa nem por um minuto.

Já começamos a nova história com os personagens principais enfrentando um dilema moral, com Kirk burlando o protocolo para salvar a cabeça de orelhas pontudas do Spock de sua missão suicida no coração de um vulcão em erupção. Spock que naquele momento, de forma bem prática, já havia até aceitado a morte, para desespero de todos os seus colegas a bordo, incluindo a Uhura, com a qual ele mantinha uma relação desde então. É claro que como todo bom herói, o risco assumido do Kirk acabou valendo a pena e naquele momento encontramos pela primeira vez a Enterprise surgindo diretamente do fundo do mar. Mas é claro que tamanho esforço e descumprimento das regras não passariam facilmente pelo Spock, mesmo com ele sendo o motivador de toda aquela situação e a partir disso, ganhamos um dos plots centrais da nova trama, com a eterna briga entre Kirk e Spock, que basicamente sempre se dividiu entre o coração e a razão. Algo que acabou causando a perda da Enterprise por parte do Kirk, que foi retirado da sua posição justamente por conta de um relatório feito pelo próprio Spock, relatando em detalhes tudo o que realmente aconteceu durante a tal missão que só para deixar bem claro, foi o que salvou a sua pele de vulcaniano. E apesar do sentimento de perda ter durado bem pouco, é sempre difícil ver o capitão Kirk tendo que se despedir da sua amada Enterprise.

E esses personagens principais continuam sendo carregados muito bem pelos não tão novatos assim mas ainda novatos, Chris Pine e Zachary Quinto, a quem ambos os personagens parecem pertencer naturalmente nessa nova fase da franquia. Pine que trouxe uma personalidade mais jovem para o capitão Kirk, além do humor que a sua interpretação acabou trazendo também para o personagem e o Quinto interpretando um dos personagens mais icônicos da cultura pop a seu modo, trazendo muito da sua identidade para os limites do universo do próprio Spock e tê-lo em cena dividindo o espaço com o Leonard Nimoy é sempre muito especial e é claro que nessa sequência o ator que deu vida lindamente ao personagem no passado também não poderia faltar. (aliás, AMO essa conexão direta do Spock com ele mesmo no futuro)

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Vale dizer também que a química entre os dois é bem bacana e isso nós já percebemos desde o filme anterior. E o mesmo vale para os coadjuvantes que pouco apareceram no filme, mas que são todos excelentes, como o carrancudo Sulu (John Cho), o Bones (Karl Urban), que sempre acaba em alguma enrascada ao lado do melhor amigo Kirk, o Chekov (Anton Yelchin) e seu sotaque delicioso ou a relação de amor do Scotty (Simon Pegg) com a nave. Sem contar que é sempre uma delícia encontrar novamente com a Megan de Felicity (Amanda Foreman), amiga antiga do J.J. Abrams (que só pode ser muito fã dos Beatie Boys, não?) e que assim como no filme anterior, acabou fazendo uma pequena participação com integrante da tripulação a bordo da USS Enterprise.

Até que nos deparamos com o plot central maior de toda a questão levantada pelo longa, com a introdução do vilão da vez, Khan (que todos já suspeitavam, embora eles tenham tentado manter a sua identidade em segredo por muito tempo), vivido pelo sempre excelente Benedict Cumberbatch, que finalmente parece ter sido descoberto por Hollywood (agora só falta o Andrew Scott). Cumberbatch que chega com sua voz poderosa e postura de vilão invencível, dando o sangue nas sequências de luta (as mais simples visivelmente feitas por ele mesmo) e construindo ao longo do filme a história do seu vilão ambíguo.

Um personagem absolutamente dúbio, que apesar de ter sido nos mostrado como terrorista logo de cara e ter tirado a vida de alguém importante para o próprio Kirk (R.I.P Pike), tinha lá seus motivos para planejar tudo aquilo, mesmo com a gente não acreditando muito que essa seria a melhor forma de vencer qualquer batalha e ou vingar o seu povo (que é o que nós sempre pensamos em cenários semelhantes). Em campo, Khan além de tudo parecia ser um vilão genial, sempre a dois ou três passos a frente de seus adversários e nessa hora eu senti que a interpretação do Cumberbatch poderia até ter sido prejudicada por conta das semelhanças com o seu outro grande personagem conhecido da maioria em Sherlock, onde em determinados momentos, como naquela cena em que ele está na prisão a bordo da nave, fica impossível não associar aqueles closes no personagem em meio aos seus diálogos com o que ele faz com maestria na série inglesa. Uma semelhança boba, mas que no meu caso, como fã dos dois produtos, não conseguiu passar sem ser notada e que de qualquer forma, não acabou prejudicando o longa graças ao talento inegável do próprio Cumberbatch. (só eu procuro motivos para dizer “Cumberbatch” toda hora depois que eu digo pelo menos uma vez? rs)

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Apesar disso, é sempre muito bom ver um ator como o Bennedict Cumberbatch em ação e apesar do pouco volume dos seus diálogos no longa, é possível notar de longe o quanto ele é um ator absolutamente preparado para carregar um grande personagem com o vilão do filme. E essa batalha entre os dois lados da força, estando ambos em questionamento quase que o tempo todo, acaba se tornando o plot central do novo filme, nos deixando com uma leve impressão de quem realmente estaria falando a verdade naquele momento, mas preparando o terreno para nos surpreender com a ideia de que na verdade, ambos os lados tinham a sua culpa ou razão nessa guerra.

Outro ponto a se destacar na sequência foi a relação Uhura e Spock, que a princípio parecia ter tudo para não acabar muito bem, dependendo é claro que úncia e exclusivamente dos caminhos escolhidos para que a história do casal nos fosse apresentada daqui por diante, já que o interesse entre os dois já havia sido despertado durante o filme anterior. Em meio a uma excelente DR em pleno campo de batalha e em uma nave bem menor, sem ter para onde fugir, encontramos uma excelente dinâmica entre o improvável casal, intermediada é claro que pelo Capitão Kirk, que sempre vai ser a outra parte dessa relação conturbada. Nesse momento inclusive, ganhamos uma sensacional excursão pela mente do próprio Spock, que em uma cena simples e linda, conseguiu nos ilustrar exatamente como é que funciona a sua cabeça, por mais impossível que isso possa parecer na teoria, nos revelando que na verdade, na maioria do tempo ele tem sim sentimentos, só que consegue deixá-los na reserva por motivos que nem ele consegue explicar, mas que estão todos lá, prontos para serem vivenciados a qualquer momento.

Além da super produção de blockbuster astronômico, “Star Trek Into Darkness” além de ser uma produção linda de ser vista no cinema, com detalhes sensacionais por todos os lados, que vão desde o figurino (e quem prestou atenção pode perceber que foram vários) em campo dos integrantes da Enterprise, até os detalhes da gigantesca nave, o filme impressiona mesmo pela grandeza e volume de suas cenas de ação, que são muitas e nós praticamente não temos muito tempo para respirar entre ter que resolver esse ou aquele assunto. Para quem gosta do gênero, esse é um dos melhores filmes de ação dos últimos tempos, do tipo que pelo menos segue uma lógica (e pensando como o Spock, não poderia ser de outra forma, rs) para a sequência dos fatos e não entrega para a sua audiência apenas sequências aleatórias de tirar o fôlego de qualquer um que tenha exagerado no refrigerante XL e na pipoca com manteiga e muito sal.

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Apesar do material de divulgação do filme e até mesmo o seu título nos passar uma ideia de que estávamos prestes a encontrar um produto muito parecido com “The Dark Knight Rises” (antes de reclamar, lembrem-se do poster do personagem do Bennedict em meio ao caos que foi um dos primeiros a sair do novo longa e respire fundo…), o que encontramos no longa não foi um total clima de destruição como no filme que encerrou a excelente trilogia do homem morcego, apesar dele existir em um determinado momento, novamente trazendo aquela questão do terrorismo como o grande vilão da atualidade. Por isso é preciso dizer que a proposta de sequência do diretor foge bastante dessa semelhança que achamos que encontraríamos e o seu produto final acaba se assemelhando muito a um episódio da série clássica até, reservada as devidas proporções e considerando os brinquedinhos e injeções de capital que esses meninos ganharam para brincar dessa vez.

O drama maior do filme acaba ficando reservado para o final, com a inversão dos papeis de Kirk e Spock que encontramos naquele primeiro probleminha do começo do filme, elevando o personagem do Kirk ao posto do grande herói da vez, muito embora tenha sobrado até um corpo a corpo para o Spock nessa hora também, algo que foi capaz inclusive de fazer a sua franja balançar (sim, eu ri alto no cinema nessa hora), mas que acabou deixando o sobrevivente do planeta Vulcano um tanto quanto na posição de vulnerável da vez, onde em um momento raro ganhamos a chance de observar o personagem demonstrando seus verdadeiros sentimentos. Mas vamos combinar que aquela resolução final acabou não sendo tão impactante assim porque já era possível imaginar o que aconteceria naquela sequencia…

Com pouco mais de duas horas, o filme tem o tempo exato para nos entregar uma história deliciosa, um reencontro que não vamos nos cansar tão cedo com alguns dos nossos personagens mais queridos da vida, ainda mais com essa visão tão bacana do J.J. Adams, que a frente dessa franquia (e esperamos que ele repita o feito com o novo Star Wars) tem nos representado e muito bem, por isso esperamos encontrar mais dessa história em breve no cinema.

Live Long And Prosper \\//

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Seria o J.J. Abrams a nova arma de Downton Abbey depois de uma temporada de perdas?

Maio 2, 2013

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Claro que não e na verdade trata-se apenas de uma visita que o diretor acabou fazendo aos estúdios da série inglesa, onde ele aproveitou para tentar uma carreira como ajudante da Mrs Patmore, mas parece que não foi muito bem sucedido, como podemos perceber pela reação da Mrs. Hughes. (rs)

Recentemente foi anunciado que o J.J. vai receber (merecidamente) um prêmio especial por toda a influência da sua carreira no Emmy desse ano, que vai acontecer no dia 25 de novembro. Bacana, não?

(Clap Clap Clap!)

 

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Star Trek Into Darkness, o trailer

Abril 18, 2013

Terceiro trailer de “Star Trek Into Darkness”, a sequência do J.J. Abrams que dessa vez vem bem mais completo e muito mais dramático do que os demais que já vimos aqui, aqui e aqui.

O filme chega na America antiga no dia 17 de maio, mas por aqui, novamente teremos que esperar praticamente por 1 mês até 14 de junho, que é quando ele finalmente chega aos nossos cinemas. (um mês antes e seria o tema perfeito para o meu B’Day. E sim, eu iria de Spock e não aceitaria a entrada de nenhum outro na festa, nem mesmo o Zachary Quinto. Mentira, eu deixaria o Zachary Quinto entrar sim – vem Zachynto – e também o Leonard Nimoy, para quem eu imediatamente dedicaria a festa fazendo o seu clássico gesto ao mesmo tempo em que escorreria uma single tear no meu rosto e de presente eu ganharia uma volta na Enterprise, claro. #SONHO)

 

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J.J. Abrams para o Star Wars VII?

Janeiro 25, 2013

(acho de bom tom avisar que o vídeo acima faz mais sentido em relação a ilustração do post a partir de 1:30)

SIM, confirmou! E o diretor parece estar agora envolvido com todas as estrelas (Trek/Wars), rumo a sua própria constelação. E nada me surpreende se nesse caminho, ele passar a dirigir até os comercias da Planet Ghols daqui para frente, rs.

De qualquer forma, achamos uma excelente escolha, desde que ele não acabe carregando a sua turma de Lost para lá. Isso nós não aceitamos. Pense em uma entourage mais “Star Trek” mesmo, J.J., que esse parece ser um caminho mais seguro. Por favor!

#GOODLUCK

 

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Star Trek Into Darkness, o teaser trailer

Dezembro 6, 2012

Estou esperando tudo do Benedict Cumberbatch como vilão do novo Star Trek, mas ao mesmo tempo, continuo achando tudo muito #TDKR, inclusive a sua entonação durante o teaser trailer.

Ansiosos?

 

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Star Trek Into Darkness, o poster (que assusta)

Dezembro 3, 2012

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A pergunta que não quer calar é: se você já não soubesse que esse é o primeiro poster do novo “Star Trek Into Darkness”, você não acharia que esse seria um poster lançado tardiamente de “The Dark Knight Rises”?

Tirando isso, o medo maior fica por conta dessa “capa” no Captain Kirk…

Mas já podemos respirar mais aliviados, porque o personagem em destaque no poster na verdade é o vilão interpretado pelo excelente ator Bennedict Cumberbatch (Sherlock). Ufa!

Será que esse nível de destruição todo ficou por conta do vilão ainda sem nome (talvez Khan?) de Cumberbatch? (dizem que ele será “um homem que será um tipo de máquina de destruição em massa”…)

Ansiosos? Veremos… (ainda mais agora que eu descobri que o filme será lançado 3 dias depois do meu own niver. Thnks J.J.!- mas espero que você não tenha estragado o meu presente seguindo uma linha muito #TDKR)

 

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Spock batendo ponto (e um recadinho para o Seltão Mellow)

Março 6, 2012

E não é que já começaram as gravações do novo “Star Trek” do J.J?

E o nosso querido (bom, para alguém ele deve ser querido…) ator brasileiro Seltão Mellow, que recusou o convite do J.J para uma papel no filme e ainda justificou a recusa dizendo que ficaria deprimido em ter que usar o uniforme da Frota Estrelar, hein?

Que babaca, não?

Preconceito contra a cultura nerd nunca foi tão cafona…Muito mais cafona do que a sua caracterização em “Meu nome não é Dione”, que já era bem puxada…

Além de ter declarado essa vergonha, ele ainda disse que não tinha disponibilidade para fazer testes em Hollywood como o Santoro e queria a garantia de que teria falas no filme. What a diva?

Gostaríamos de lembrar o querido Seltão Mellow (novamente, dito isso porque ele deve ser querido para alguns…) que o Brasil é apenas uma parte do mundo e fazer sucesso por aqui não serve como “carteirada” em Hollywood. (para a nossa sorte ou o que teríamos de globais meia boca batendo exigindo a sua estrela na calçada da fama…)

E vamos falar bem a verdade? Eu sempre acho que ele interpreta o mesmo cara sempre, meio loser, apatralhado e envolvido em algum tipo de encrenca, sempre acompanhado de uma mulher do tipo que ele não pegaria na vida real, não sem rolar uma negociação antes. Seja ele interpretando um jagunço, um palhaço ou um ex traficante.

E por favor J.J, evite convidar também o Wagner Muóra, tsá? Pq o Brasil já tem muito do que se envergonhar e não precisamos de mais um motivo…

Uma Beija!

Super 6,5

Dezembro 8, 2011

Então, finalmente em assisti “Super 8”. Não posso negar que eu me diverti, em diversos momentos. É, não posso.

Fiquei confuso também um pouco com a trama, mas terminei o filme sentindo aquela sensação horrível de uma dúvida cruel. Afinal, eu gostei ou não gostei de “Super 8”?

Gostei, achei as performances das crianças excelentes e fiquei apaixonado pelo cineasta gordinho da turma, além do menino principal. E fiquei bem surpreso em como eles conseguiram deixar com cara de mais novo o filho da personagem da Cathy de The Big C, hein? Na série pelo menos, ele parece mais velho…

Mas toda a trama envolvendo o pai policial por exemplo (interpretado pelo Kyle Chandler, o Coach Taylor de FNL), eu achei meio distante, mesmo estando relacionada com a história de alguns dos demais personagens. O drama eu achei super aceitável, o problema mesmo foi a tentativa furada de ser herói dele, que eu acho que não funcionou e isso literalmente, porque apesar de aparecer como Rambo em um determinado momento do filme, ele não colaborou muito para a resolução do issue. É, não colaborou…

Assim como eu acho que a parte toda do Sci-Fi deixou alguma coisa importante pendente, não sei. Fiquei com a sensação de que faltou tempo para contar um pouco mais sobre aquela criatura protegida pelo exército americano. Tudo bem que todo Sci-Fi, quanto mais explicado, mais eles se complicam e menos a gente acaba gostando, mas fiquei com essa sensação de ter algo faltando naquela história…

Mas é um filme bacana, cheio de referências dos filmes antigos do próprio Spielberg, que foi o produtor executivo do longa. E essas referências foram todas homenagens do J.J. Abrams, o diretor de “Super 8”, que provavelmente assim como nós, deve ser um grande fã dos trabalhos do Spielberg antigo.

Só que fica cada vez mais difícil fazer um filme nos moldes antigos nos dias de hoje. Isso porque eu sinto que hoje, como temos muito mais informação sobre tudo, temos mais perguntas também e para convencer uma pessoa normal sobre um fato qualquer, é preciso de um pouco mais do que 1h58 de diversão e imagens bacanas. E nessa hora eu senti falta de um roteiro bacana, por exemplo.

No final das contas, eu cheguei a conclusão que eu gostei do filme, mas não amei. Vale pela diversão, pelas referências todas a clássicos da Sessão da Tarde, mas ficou devendo no quesito Sci-Fi e profundidade da história, por isso não consegui me apaixonar por “Super 8”. Humpf…

Nem com a Elle Fanning (que esta ótima como sempre no elenco) dirigindo um carro amarelo fundamento que eu invejei mil e nem com ela encarnando um zombie como ninguém, rs.

Por isso a minha nota final para o filme é 6,5. Quase passou direto, por ter recorrido ao fundamento antigo, ter usado boas referências. Mas ficou devendo esse meio ponto e por isso vai ficar de recuperação, só para aprender uma lição. (odiava quando os professores usavam essa desculpa na escola, rs)

Team J.J.

Novembro 25, 2011

Alguém tem alguma dúvida que o J.J. Abrams deve ser mesmo uma figura?

E eu sou Team J.J., que apesar de alguns deslizes, já nos presenteou com maravilhas neam? Alias, Felicity, Lost…(a idéia e não a finalização, rs)

Sem contar que eu disse para vcs que um dia desses estava assistindo os extras do seu “Star Trek”, e fiquei ainda mais fã do diretor, que é mesmo um gênio, com suas idéias mirabolantes de filmagens oldschool.

Sério, a solução que ele encontrou para filmarem aquelas cenas do Kirk de paraquedas foi sensacional. Sem contar que a maioria dos cenários do filmes são de locações reais escolhidas por ele mesmo, que além de tudo fica perguntando o tempo todo se alguém tem alguma idéia. Howcoolisthat?

E esse post serviu para me lembrar que eu ainda preciso assistir “Super 8”.

Chris Pine versão lenhador. Höy!

Junho 10, 2011

Tudo cria do J.J neam?

Que dedo bom para casting que tem esse baixeeenho hein? Höy!


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