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O Oscar 2013 foi realmente sensacional, mas o red carpet foi aquela preguiça de sempre

Fevereiro 26, 2013

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Sim, no comando do Seth McFarlane tivemos umas das melhores cerimônias do Oscar dos últimos anos. #INYOURFACE

Uma abertura absurda, com direito a musiquinha escrota que a essa altura certamente já deve ter virado toque do celular de todas que tenham ou não mostrado os gêmeos para o mundo nos cinemas, puppets  de meia colocadíssimos, Charlize Theron divando acompanhada do Channing Tatu Bola (pelo menos dançar ele sabe e disso nós não podemos reclamar), Déniel Potter fazendo dupla de magia com o Joseph Gordon-Levitt (o que foi esse momento, minha gente? – sapateio enquanto digo essa line) e o McFarlane vestido de The Flying Nun, descolando o melhor encontro da noite e com direito a começo de final feliz. Höy! Realmente, o Oscar 2013 foi sensacional. SENSACIONAL! Clap Clap Clap! (#OSCARFEVER)

Mas nada nos deixa mais animados do que o red carpet em noite de Oscar, principalmente porque elas tendem a sempre nos dar motivos para boas gargalhadas, algum recalque e bocejos longos e preguiçosos, sempre. Por isso, vamos aos trabalhos! (recomendamos que esse post seja lido ao som da performance das performances da Barbra, da Shirley Bassey, da Adele, ou de qualquer um dos musicais durante o Oscar 2013. Sério)

 

Charlize foi de branco, conseguiu não imprimir noiva e deitou com todas. COM TO-DAS!

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Charlize arriscou tudo e foi de Dior branco (nome amaldiçoado do momento), com um corpo de dar raiva em qualquer uma com mais de 1% de gordura, mas mesmo assim conseguiu se distanciar do look noiva que algumas delas sempre acabam apostando e ou imprimindo nessa hora. Nada de volumões onde ninguém precisa, apenas um vestido que parecia que foi feito no seu corpo e um decote no lugar certo, sem mais. Lembra da Anne Hathaway no último Golden Globes? Então… Charlize foi lá, usou a mesma referência e ensinou como é que se faz direito. E o cabelo curtíssimo? Maravileeeandra!

Aposto 5 embalagens fechadas de blondor que depois dessa sua aparição, a Miley Cyrus está no banheiro da casa dela até agora, chorando copiosamente e tentando ficar com o picumã igual. Nunca conseguirás Smiley. Nunca conseguirás… (aposto também que a vocalista do Roxette está dando piruetas suecas onde quer que ela esteja, só por ter virado tandancé novamente, rs)

E posto três pares de chinelos daquela marca do Hawaii que a Kristen Stewart não conseguiu dormir depois que teve essa visão e que a Ellen DeGeneres pensou no mínimo em se divorciar nessa noite. Certeza.

Sem contar aquela suspensão de perna que ela fez no meio da sua coreô ao lado do Channing Tatu Bola no espetacular número de abertura do McFarlane. Só eu fiquei com medo que ela chegasse a bater em um daqueles refletores de tão alto que aquela perna conseguiu chegar? Feminina com 1,90. PÁ!

Melhor da noite? Com essa cara, eu diria que foi o melhor para a vida! (se bem que, já a vimos em outras ocasiões e quase entramos em estado de choque…)

#DIVOU

 

Só pode ter sido mais uma das sete mil pragas de Galliano

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Não adianta, porque ao que tudo indica, o Galliano deve mesmo é ter rezado todo e qualquer vestido que a Dior tenha feito depois da sua saída meio assim da marca…

Agora, além das coisas horrorendas todas que andamos vendo nas passarelas da Dior nas suas ultimas coleções e ou em red carpets (lembra o horror em amarelo da Marion Cotillard no BAFTA 2013? #CREDINCRUZ!), eles rasgam em público, denunciando uma costura provavelmente terceirizada e ou feita no precinho, o forro se desfaz magicamente e o auge do que de pior poderia ter acontecido acabou de fato acontecendo na noite de ontem, com a Jennifer Lawrence dando com a cara no chão ao subir naquele palco para receber um dos maiores prêmios do Oscar 2013.

Apesar da textura até que bacana, o vestido não é dos melhores e justamente porque tem essa intenção de bolo de noiva, muito Vera Wang, sabe? Tem também esses dois tons meio assim (a frente era rosa claro e o fundo branco) e um volume exagerado na saia, o que já dificultava naturalmente o caminhar. Faltou também um pouco mais de experiência nessa hora (eu teria passado pelo menos um dia e 1/2 treinando subir tudo quanto fosse de escada nessa vida, casa não já tivesse muito bem treinado), porque se ela tivesse levantado a saia, talvez nada tivesse acontecido. Mas como se conter ao ouvir o seu nome sendo chamado como uma das grandes vencedoras em noite de Oscar?

E o medo de ser tudo uma piadinha do clã francês da premiação (Dujardin, sempre uma visão francesa. Höy!) e eles dessem na sua cabeça com uma baquete originalmente francesa e dissessem na sequência que o prêmio na verdade não era dela e sim da Emmanuelle Riva? Melhor correr e assumir o risco, não? (eu também não teria pensado duas vezes, Katniss. Estamos com você! rs)

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Só não consigo achar graça nesse tipo de situação, porque sempre acho que bem poderia ser comigo (e acreditem, sou bem desse tipo). Em um post anterior, disse que estava indignado por não ter visto ninguém levantando imediatamente para ajudá-la, algo que meus queridos leitores (Thnks J.) me mostraram que não foi bem assim e tanto o Bradley Cooper quanto o Hugh Jackman (diz que o Day-Lewis também) levantaram prontamente para ajudá-la naquele momento constrangedor que como eu já disse, nós não vamos mostrar por aqui. Agora, justamente o Cooper e o Jackman terem levantado prontamente, significa? Significa sim, cavalheirismo, educação, gentileza, solidariedade com as amigas, projeção, essas coisas. (rs)

Com isso, fico imaginando que se eu estivesse por lá e tivesse pelo menos 1 Fassy e 1 Ryan Gosling naquela primeira fila, se eu não teria feito exatamente o mesmo e teria me jogado no chão propositalmente, com ou sem Dior. (e o meu Dior seria vintage, para não ter erro)

Mas eu gostaria de dizer que qualquer coisa que tenha dado errado na sua vida até agora, Jennifer Lawrence, mesmo que tenha acontecido 5 segundos antes de você receber um grande prêmio como esse, se tornou absolutamente nada depois desse carinho que o Jack Nicholson himself fez questão de fazer em você e por seu trabalho. Esqueça todo o resto.

#TEMCONOANAOAMAR esse encontro e ou a reação da J-Law? Não, não tem. (♥)

 

Querida Anne Hathaway, não se brinca em noite de premiação em que existe uma grande possibilidade de se subir no palco para ganhar qualquer coisa e você já deveria estar ciente disso

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Acho imperdoável que a Anne Hathaway tenha escolhido esse Prada clarinho e com cara de qualquer coisa amassada e sem gracinha para receber um dos maiores prêmios da sua carreira. Simplesmente não consigo. I dreamed a dream de que quando esse dia finalmente chegasse, Anne que não é o Diabo mas também veste Prada, saberia escolher melhor o que esfregar na cara da sociedade.

Apesar de não gostar nada das piadinhas que estão rolando por ai a respeito da sua escolha (inclusive, eu acho até preconceituoso), temos que reconhecer que não foi das melhores mesmo. Fuén…

Nem a joia era invejável (avaliando apenas a beleza), apesar de provavelmente dar para comprar pelo menos 3 quitinetes em Boca Raton. É o que dizem…

E não, esses dois pontos focais não são os seus faróis acesos e sim a costura do próprio vestido. Agora me digam, quem escolhe um vestido que já tem um farol aceso costurado de cada lado?

#NAOTABOMNAO

 

Jessica Rabbit Chastain

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Finalmente! Jessica Rabbit Chastain fierce divou nesse modelo maravileeeandro, não?

Olha esse corpo? Agora me dá a mão e chora.

(cinco Kleenex depois…)

Tudo no lugar, combo do acerto. Eu daria até uma estrelinha por bom comportamento, porque seu looks dos últimos red carpets estavam bem meio assim… (tirando o último BAFTA onde ela apareceu em um azul dos sonhos)

E apesar de ainda faltar o encosto de Jessica Rabbit decidir se vai baixar ali de vez ou não, Chastain pode dizer que perdeu com dignidade o Oscar desse ano com o seu Armani Prive. PÁ!

 

Um branco lindo, mas com cara de quem foi para a festa errada

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Sim, AMAMOS esse outro modelo em branco da noite, dessa vez no corpo da Zoe Saldana, que poderia ser bem simples e preguiçoso caso não tivesse essa cauda maravileeeandra em 50 – 47 tons de cinza.

Mas apesar de lindo, confesso que ficou super informal, apesar de ser couture by Alexis Mabille

 

Não basta ser onipresente, cantar horrivelmente em “Les Mis” e ter os olhos mais arregalados de Hollywood, tem que ser preguiçosa também, não é mesmo Amanda Seyfried?

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ZzZZZ

Gente e a voz de Amonda durante aquela performance lindíssima do elenco de “Les Mis”? Sumiu completamente não? (e que orgulho do Eddie Redmayne)

E quando a Éponine entrou então… VRÁAAAAAAAAAAAAA! Não sobrou nada para Amonda, a não ser o seu Marcus, rs. Tanto que daí por diante ela acabou a apresentação amparada nos braços do Eddie Redmayne e tendo dito isso eu repito, tem pessoa mais irritante em Hollywood nesse exato momento?

Tem sim, e mais representativas também, mas podemos dizer que pelo menos a Amanda Seyfried deve estar esperando nessa mesma fila, rs.

Depois ela trocou por um vermelho que seguia o mesmo fundamento (aquele da apresentação), mas esse não era apenas preguiçoso como o modelo acima e sim apenas horrorendo. Apenas.

#NAOTABOMNAO

 

Falando em preguiça…

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O Oscar de la Renta da Amy Adams era lindo, mas ficou muito dentro daquele sonho de princesa que muitas delas ainda insistem em sonhar em noite de premiação e que ninguém aguenta mais.

Mas nesse caso, o ponto positivo vai para o seu boy magia, que fez o prestativo durante o red carpet e isso nós precisamos valorizar e mostrar como bom exemplo para o mundo. Höy!

 

Sabe gente que precisa conhecer melhor o próprio corpo?

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Então… a Melissa McCarthy é engraçadona, nós a AMAMOS desde Gilmore Girls, não conhecemos ninguém que assista Mike & Molly, achamos a sua personagem e todo o seu  “Bridesmaids” super valorizado, mas achamos também que ela precisa conhecer melhor o seu corpo para aprender a valorizar o que ela tem de melhor.

Nessa hora, a ideia até que não foi totalmente das piores e sim essa modelagem pavorosa que deixou tudo completamente meio assim, jogado e fora do lugar.

By David Meister

#NAOTABOMNAO

 

Sabe gente que conhece muito bem o próprio corpo?

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Então… Adele bem que poderia dar umas aulas para a Melissa McCarthy no #Gholpower, não?

Apesar de não ter nada demais e ser super simples, Adele estava super apropriada em seu Jenny Packham, principalmente quando pensamos no combo completo do cabelo + make certo. E o make era parte importante do seu fundamento e estava lindíssimo. (apesar também dela sempre usar algo pelo menos parecido que achamos que ela já descobiru que não tem mais como dar errado para ela, sabe?)

E para sua apresentação ela simplesmente soltou o picumã, veio com uma escova daquelas e divou cantando para o 007. Maravileeeandra!

 

Alguém liga para a Beyoncé e diz que a sua amiga Kelly Rowland não está mais para brincadeira?

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E não tem depressão certa meus bens, porque segurando esse bicolor com um corpinho 0% de gordura, ninguém tem tempo para pormenores.

Kelly estava linda no seu bicolor Donna Karan Atelier? Estava.

Kelly chamou para cair dentro mais uma vez? Chamou.

Mas Kelly acertou no picumã? Hmm mmm….

Não e deveria ter pedido emprestado uma peruca melhor para a sua amiga com muito mais condição.

Mas o caminho é esse mesmo Kelly Rowland. Não desista!

 

Seria o Michael Douglas o novo Doctor Who?

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Porque a Zeta-Jones só pode ter entrado na TARDIS e voltado dez anos no tempo para a sua apresentação de “Chicago” no Oscar 2013, onde ela obviamente divou!

Acho linda, acho que recuperou uns bons anos e ou mandou a irmã gêmea dez anos mais nova no seu lugar e acho que a Renné deve estar chorando até agora embora não consiga demonstrar pelo tanto de coisa que ela já colocou naquela cara, por não ter nem se arriscado a segurar um dueto com a amiga antiga durante a sua apresentação.

E Zeta foi de dourado porque is all that jazz! (jazz hands)

 

Agora, o que em nome do espírito de boy magia indeed de Mark Darcy aconteceu com a nossa Bridget Jones?

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Mas a dúvida maior é, ela foi ou não foi disfarçada de estatueta?

Diz que se ela respirar normalmente e soltar tudo o que ela puxou para dentro dela mesmo no momento da foto, sua anágua no formato de uma cinta cirúrgica sem costura PPP  é capaz de atingir a Adele que estava no palco se apresentando nesse exato momento. Sério.

Como é que com essa cara de castor, a Rennée Zelewjgalanokikidsjeggerwegger vai conseguir interpretar a nossa adorkable AMO/sou Bridget Jones no terceiro filme da série anunciado recentemente, hein?

#NAOTABOMNAO

 

OK, Naomi Watts, acho que entendemos perfeitamente qual foi o seu fundamento para o Oscar 2013

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Sabotagem. Aposto que o pensamento foi algo mais ou menos do tipo “Já que eu não tenho chance de ganhar mesmo, vou usar qualquer coisa que chame bastante atenção mas que também não seja tão 80’s Cher porque eu ainda não tenho culhões para tanto”

Apostamos que essa foi a sua intenção ao se permitir aventurar-se nesse metalizado totalmente meio assim e quase com cara de trabalho de faculdade de moda tendo como sugestão matérias primas não convencionais.

Agora, caso esse não tenha sido exatamente o seu pensamento, #NAOTABOMNAO (e o after party estava pior ainda. Acreditem!)

 

E quem diria que o metalizado da noite seria logo o da Halle Berry?

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E ou não é um sinal claro de que o final dos tempos se aproxima? Meow!

Sim, para nossa surpresa, ela que teve que andar de cabeça baixa durante toda a premiação para evitar o confronto da sua Catwoman com a Selina da Anne Hathaway e ter que amargar a visão de alguém que conseguiu ser 1558 vezes melhor que ela em um mesmo papel (PÁ!), Halle acabou escolhendo muito bem o seu Versace metalizado da noite. (que além de tudo tinha um decote nas costas lindo)

Sem contar que o vestido além de maravileeeandro (e olha que ele tinha tudo para dar errado e não é para qualquer uma) é também educativo e as listras servem para lembrá-la da faixa de pedestres nas ruas, leis de trânsito, coisas que ela vivia esquecendo no passado e que preferimos acreditar que hoje em dia não seja mais assim.

Tudo bem que esse cabelinho preguiça de sempre ninguém aguenta mais já tem uma década… mas pelo menos ela foi de Bond girl.

 

Salminha foi pela metade?

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Porque ela sumiu quase que completamente dentro desse McQueen, não?

Se não fosse pelo cogumelo da lua no topo da sua cabeça, ninguém conseguiria encontrá-la na fila do poncho de Guadalajara de Ugly Betty.

#NAOTABOMNAO

 

Por um mundo come menos:

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Cabelo ondulado de lado e vestido preguiça que todo mundo já viu em red carpets do Oscar em pelo menos em 1/4 de suas 85 edições até agora.

Viu Reese Com Sua Colher? (a tradutora do canal fez questão de traduzir até o seu nome)

E a cara de Coca Zero da Reese?

A propósito, ela não era garota propaganda de make? Mas cadê o fundamento?

Helen Hunt

Convidada que resolve tirar um cochilo antes da premiação ou tem a sorte de ter uma tarde mais animada nesse mesmo dia e obviamente atrasada nas duas hipóteses, resolve ir de última hora enrolada nos lençóis do quarto de hotel, mesmo que você tenha aproveitado os lençóis do seu ultimo filme (“The Sessions”) ou seja algo vintage, dos tempos da excelente Mad About You (♥), viu Caça Hellen? (a tradutora também fez questão de traduzir esse outro nome)

#NAOTABOMNAO & #NAOAGUENTAMOSMAIS

 

Barbaryellow

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Barbarella claramente compareceu no Oscar 2013 para mostrar como é que se faz para toda uma geração que acha que exala juventude.

Maravileeeandra nessa Versace amarelo, com direito a ombreiras e um corpo que muita gente odeia desde os tempos de Barbarella antiga

Tá magrona, tá gatona, tá gostosa Jane. Mesmo que você nunca tivesse feito “Barbarella”, eu acabaria te amando de qualquer forma pela surra que você deu na J-Low naquele filme totalmente meio assim onde ela injustamente pega o Michael Vartan.

Mas está na hora de aposentar esse cabelo com cara de apresentadora de programa feminino matinal de lá e agora também de cá, não?

 

Siydney Bristow poderia ter escolhido outro disfarce?

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Poderia. Porque embora assim de frente esse Gucci não pareça nada demais…

Alias

De costas, o efeito era bem mais dramático e ou remetia a certas coisas que preferimos não falar por aqui para não atrair. (rs)

Mas quem se importa se ela levou para casa a estatueta mais importante da noite para colocar na estante da sala de cinema, justamente por seu marido ter nos contando tão bem uma história do mundo dos espiõess e ainda teve a chance de esticar a noite fazendo uma performance de Elektra e exigindo que o seu boy magia aparecesse de Demolidor para um confronto com final feliz?

Porque seria exatamente assim que a gente teria comemorado. Hell Yeah!

Ben, Affleck, Argo Fuck Yourself e sempre um visão. Höy!

E falando em Ben…

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… quem não tem certeza que nesse encontrismo entre ele a Sandra Bullock (que só não estava mais preguiça do que a minha própria preguiça em relação a qualquer um dos seus filmes, tirando “Da Magia à Sedução”, “Speed” e “Miss Simpatia”, é claro), rolou uma conversa sobre aquele filme pavoroso que eles fizeram juntos e que passa toda hora na Sessão da Tarde?

“Não finja que não me conhece não Sandrão, porque eu bem me lembro dos filmes pavorosos que nós já fizemos no passado e que by the way nos deixaram bem ricos, viu? É, lembra daquele do avião em que você era uma péssima mãe e eu fazia dancinhas animadas em bares exóticos que eu jurei nunca mais entrar na minha vida a não ser acompanhado do Matt Damon, para desespero de toda uma comunidade? O capeta está vendo…”

CERTEZA!

 

Não sabemos quem você é meu bem, mas…

Nancy O'Dell

… precisamos dizer que se o seu colo precisa desses litros todos de retoque a ponto do vestido ficar todo manchado na axila, significa que talvez você deva escolher outra coisa para mostrar.

De nada.

 

E quem precisa se cobrir de jóias quando se está carregando um dos melhores acessórios da noite?

Jennifer Aniston

Apesar da imagem não ter ajudado, preciso dizer que a Jennifer Aniston carregou um dos melhores acessórios da noite, Justin Theroux. Höy!

Sem contar que é quase certo que Brangelina nem teve coragem de aparecer porque agora a Jennifer é quem carrega o melhor boy magia das duas e pode jogar na cara dela que nunca precisou pegar o Billy Bob Thornton com ou sem aquela barbicha medonha, embora tenha também o que se desculpar com o mundo por sua fase Vince Vaughn.

Suck it Angelina!

 

Querida Sally Field, te amamos ainda mais e para sempre de Valentino vermelho

Sally Field

Sério. Estava maravileeeandra! Em camadas e transparência, algo que obviamente não é para qualquer uma.

Sem contar que durante a premiação, ela ainda demonstrou ser super bem humorada admitindo logo no começo que o prêmio seria da Anne Hathaway de qualquer jeito e de quebra, ainda pegou o próprio Seth McFarlane…

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… que a propósito, estava todo comediante magia durante a premiação que ele dominou completamente. Seth que canta, dança e de vez em quando dubla quase todos os personagens do seu Family Guy. #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem e Höy! (♥)

 

Pausa para uma prece:

Daniell + Meryl

Que do encontro desses dois tenha exalado algum talento para boa parte dos presentes durante a premiação desse e de qualquer ano do Oscar. #AMEM!

Agora sejamos sinceros, se você tivesse ganhado uma encarada dessas de qualquer um dos dois personagens acima do não casal Daniel/Meryl, você não estaria congelado até agora, derretendo em um beco qualquer de Hollywoood já que muito provavelmente a essa altura eles já desmontaram toda a festa? (se Daniel me olha assim, minha American Apparel purple  se dissolve em cinco segundos e se Meryl me dá um sorriso como esse, eu posso jurar que já vi Deus e que apesar dele soar como a Cher, tem a cara da Meryl! rs)

Déniel, que os boys magia todos se inspirem em você, sempre. Queremos essa classe, esse talento e exatamente essa profundidade no olhar. Amém.

Meryl, promete que você vai aceitar o convite de interpretar a minha mãe no cinema quando finalmente chegar a hora e Hollywood finalmente me descobrir?

Höy!²

 

Para finalizar, temos o enigma da noite: o que teria acontecido com Kristen Stewart?

Stewart

Ela que me apareceu nessas condições durante o Oscar 2013, quando não caminhando feito um zombie atropelado por um caminhão dirigido pela própria Michonne de TWD, ao lado do nosso Daniel Potter Radcliffe em um crossover que talvez a gente nunca jamais consiga perdoar a academia. E as nossas opções para o seu atual estado são:

 

A) foi descer do caminhão no estacionamento da festa, esqueceu da altura e caiu com tudo no chão. CATAPLOFT

B) no mesmo estacionamento, foi atropelada sem querer pelo caminhão da Charlize, que encostou na vaga ao lado enquanto dela descia do seu…

C) estava atravessando a rua e encontrou com a Hally Berry dirigindo o seu próprio carro e ai já viu, neam?

D) apareceu manca ao lado do Déniel Potter porque estava carregando todos os seus Framboesas de Ouro debaixo da saia + pelo menos um diretor de qualquer um dos seus próximos trabalhos no cinema

E) apareceu manca ao lado do Déniel Potter porque ele aproveitou o momento para lançar um feitiço daqueles, provando que a sua franquia é infinitamente e além melhor do que a dela. ALAKAZAM

F) encontrou com a associação das mulheres traídas e vingativas e acabou levando um coió daqueles por seu histórico recente

G) brigou com o hairstylist antes de entrar na cerimônia, só porque ele encostou a escova no seu ninho de mafagafos e acabou tomando uma surra de escova larga do próprio que não nasceu para levar esse tipo de desaforo para o salão, M’OKAY

H) não entendeu o nosso recado de quando dissemos que ela precisa se esforçar mais e resolveu aparecer toda quebrada para tentar imprimir alguma boa vontade

 

Bom, não sabemos exatamente o que aconteceu com a Kristen (por pura preguiça, porque saiu em um monte de lugares mas não nos interessamos por esse tipo de notícia a respeito dela) mas adoramos essa imagem dela sendo humilhada no olhar por gente que realmente é alguém na fila do bagel com cream cheese em NY:

Katniss

No Super Trunfo, em qualquer quesito, Katniss ganha disparada da sua Bella que insiste em ser feia. PÁ!

Mas a melhor de todas, deixamos para o encerramento do nosso Oscar 2013:

Anne Hathaway

Porque o olhar baixo de Catwoman para cima da Bella, não tem preço. K.O!

E exatamente por esse olhar e o detalhe que ela carregava nas mãos, somos capazes até de perdoar e esquecer o seu vestido mamiludo sem gracinha da noite. Aliás, que vestido mamiludo sem gracinha?

Esse foi o red carpet preguiçoso do Oscar 2013, a premiação que pelo menos voltou a nos dar alguma esperança de que algo de muito bom parece estar acontecendo com as premiações do tipo. Agora só nos resta esperar a cerimônia do ano que vem e torcer para que:

A) eles repitam o Seth McFarlane, mas que ele venha acompanhado do Stewie. Yei!

B) eles contratem a dupla Fey Poehler, como o próprio Capitão Kirk himself mencionou no começo da apresentação

C) que eles juntem eles todos e façam um trio infernal. Hell Yeah!

 

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Silver Linings Playbook

Fevereiro 19, 2013

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Quando o cinema opta por falar honestamente de coisa séria, que muitas vezes não é levada tão a sério assim como deveria, só que de forma leve e muito bem humorada.

“Silver Linings Playbook” é um filme genial porque é bem simples e opta por falar de um assunto honestamente, encontrando uma sensibilidade importante para algo tão delicado e ao mesmo tempo tão instável. Aborda temas até pouco tempo ignorados, confundidos com um comportamento apenas inadequado, mais de um tipo deles por sinal, só que tudo isso de forma bem simples, sem carregar demais no drama, apesar dele estar presente a todo tempo em cena. Apesar da abordagem leve, o filme não é um deboche e retrata muito bem o quanto é difícil lidar com algumas doenças que carregamos sabe-se lá o porque. (embora sempre tenha um porque para cada uma delas)

Ninguém quer ter que lavar as mãos constantemente apenas porque é extremamente higiênico, ou precisar alinhar tudo na sua vida apenas porque é metódico demais e ou não gosta das coisas fora do lugar. O mesmo vale para aqueles que mudam de humor em uma simples respirada, indo de um extremo ao outro, ou para aqueles que trocam por sexo (ou outras drogas) suas mais profundas frustrações e ou incompreendimentos. Todas essas pessoas estão doentes (não gosto muito de dizer ou ouvir que “são” doentes por exemplo, por isso prefiro dizer que “estão”) e precisam de ajuda. Agora, difícil é imaginar que essa ajuda acabe acontecendo da reunião deles todos como uma grande terapia em grupo involuntária, mesmo sem se assumir como tal.

Bradley Cooper (reforçando que estou de olho nele desde Alias antigo, Höy!) realmente merece o destaque que acabou recebendo pelo seu personagem no longa, transtornado mas sem se perder no olhar ou em trejeitos caricatas, Pat é dono de uma bipolaridade que acabou encontrando o seu pico mais perigoso através do trauma que acabou sofrendo quando chegou em casa e pegou a mulher com outro homem e o espancou quase que até a morte, em um ataque de fúria incontrolável que pelo menos ele até que teve grandes motivos para ter (o que não justifica o que ele fez, mas explica, embora ele não precisasse ser bipolar para esse tipo de reação). Um detalhe importante no seu personagem também é a sua falta de freios, que ele não tem mesmo, tocando imediatamente no assunto que lhe foi pedido para não tocar no minuto anterior e uma sinceridade importante para o carisma do personagem. Fico feliz que o nível da magia do Bradley Cooper  não tenha atrapalhado o seu merecido reconhecimento nesse caso, algo que nós sabemos que ainda acontece. (e seria uma verdadeira covardia não reconhecê-lo por esse trabalho)

Sem contar que ele tem uma doçura também amparada no lado romântico da história, com a sua devoção a ex esposa, aquela que ele pegou no chuveiro recebendo um tratamento especial de outro homem, a qual o abandonou de vez após o seu surto, vendeu a casa e inclusive pediu uma ordem de restrição contra o mesmo e ainda assim, Pat acha que o seu plano de vida é colocar tudo no lugar, mente, corpo e reconquistar a mulher amada. Uma doçura que na verdade esconde uma obsessão pela ex que ele acabou nutrindo mesmo depois de tudo, muito provavelmente por não ter ouvido a sua justificativa para o que acabou acontecendo com o seu casamento e por aquela relação, apesar de tudo, não ter tido uma conclusão. (conclusões/resoluções que são sempre importantes para todo mundo)

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E é uma delícia acompanhar seus pais sem saber muito bem como controlar o filho, apostando em uma recuperação que eles estão vendo de perto que claramente ainda não aconteceu. Sem contar os vizinhos, ex colegas de trabalho e seus próprios amigos, a grande maioria deles, morrendo de medo do temperamento explosivo do moço, agora conhecido de todos. Comportamento explosivo que a propósito, aconteceu apenas naquela ocasião segundo ele, que foi o seu único grande surto e que ainda acabou lhe trazendo algumas outras complicações, como delírios e coisas do tipo. Acho sensacional no longa por exemplo, é o detalhe da música do seu casamento hoje ser motivadora do seu descontrole, um detalhe super simples, mas sensacional, inclusive para demonstrar a dificuldade do personagem em conseguir distinguir a realidade com o que acontece na sua imaginação. Por esse motivo, Pat acabou passando alguns meses em uma clínica de tratamento, onde ele acabou aprendendo um coisinha ou outra a respeito da sua condição, como o fato de que os medicamentos, apesar de funcionarem como um alívio quase que imediato, traziam também uma série de efeitos que ele conseguia perceber que não eram muito saudáveis ou agradáveis para a sua vida, pensando a longo prazo. (ainda mais pensando que para a maioria dos casos de pessoas diagnosticadas com esse tipo de problema, a medicação acaba se tornando algo necessário para o resto da vida)

No longa, seu pais, que são figuras importantes nesse período de readequação, são figuras adoráveis e personagens também excelentes. Uma mãe extremamente protetora e clueless em relação a doença do filho (Jacki Weaver) e um pai que também compartilha de um problema sério com seu nível de TOC avançadíssimo (interpretado pelo sempre excelente Robert De Niro), como podemos perceber ao longo do filme. Embora sem ter muita noção do que fazer dentro daquele cenário para colocar o filho de volta no comando da sua vida, ambos não medem esforços para cuidar de Pat e tentam de tudo, como todos os bons pais que conhecemos (porque conhecemos alguns bem ruins também que não se dariam a esse tipo de trabalho), apesar de muitas vezes não conseguirem entender o que estava se passando naquela cabeça que oscilava tanto e tão rapidamente e nem sempre reagindo da melhor forma aos surtos do filho por um motivo qualquer, como quando ele não conseguia achar o vídeo do seu casamento e acabou acordando a vizinhança inteira, além de ter acabado em uma confusão de corpo a corpo dentro da sua própria casa que poderia ter se tornado algo mais sério e com quem ele jamais gostaria que tivesse acontecido.

De acordo com a lógica do próprio personagem, tudo estava caminhando bem em sua vida apesar de todos esses “pequenos problemas”, até que a tão deliciosa quanto personagem da atriz Jennifer Lawrence, passou a cruzar o seu caminho e atrapalhar suas corridas diárias pela vizinhança. Uma personagem fantástica, no mesmo nível do personagem dele, acho bem justo dizer, também com um equilíbrio ótimo entre a sua “loucura” e sanidade, que apensar de não aparentar muito, ela tinha sim e muita. Ela é Tiffany, uma mulher que também acabou passando por um trauma ainda cedo na sua vida, com a morte trágica e acidental do marido, algo que ela não conseguiu assimilar muito bem e acabou compensando fazendo sexo com estranhos, por pura distração. (e no filme tudo é justificado brilhantemente, muito melhor do que qualquer detalhe maior que eu possa descrever por aqui)

E os encontros dos dois são todos sensacionais, uma delícia deliciosa no melhor sentido. Ambos visivelmente desequilibrados, tentando se convencer que ainda estão em um relacionamento estável carregando orgulhosamente suas respectivas alianças, só que por motivos diferentes. De cara, ela já oferece o seu corpo como forma de compensar aquilo que ela não sabe muito bem o que é e ele, é claro que repudia imediatamente, reforçando que é um homem casado e que uma aventura como aquela não faz parte do seu plano para um casamento feliz, repudiando qualquer tipo de traição e a tratando a todo tempo como uma doente pior do que ele. Apesar de saber que tem uma doença, Pat tem também algo que pode ser confundido facilmente com uma presunção (ainda mais contando com a sua total falta de freios) em achar que ele consegue entender o que está acontecendo com ele mesmo e as demais pessoas que dividem problemas semelhantes não, algo que em certo ponto ele justifica ser uma forma de se defender e não se colocar em uma posição “irrecuperável” aos olhos da ex mulher que ele está querendo reconquistar.

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Conversas francas sobre o uso de remédios conhecidos de todos nós e seus efeitos não muito agradáveis em nosso corpo quando usados apenas por necessidade e principalmente quando constantes, uma conversa franca com ela se abrindo sobre o fato de ter sido demitida por ter feito sexo com todos da empresa, inclusive as mulheres, algo que obviamente deixa ele interessado pelo lado sexual da coisa (meninos…), embora até isso ele tenha medo de admitir para não decepcionar a ex mulher evidenciando mais um característica do seu comportamento que ela sempre repudiou. Todos momentos excelentes, com uma química absurda entre os dois atores e que servem muito bem para nos situar em relação a história e estado de cada um deles, além de ser puro entretenimento. Sem contar a trilha sonora do filme, muito bem escolhida e que merece uma atenção toda especial porque é bem boa.

Química inclusive que é notável em todas as cenas que eles dividem lindamente, mesmo quando no nível máximo da loucura de cada um deles (leia-se “loucura” pensando em algo bom nesse momento), o que nos faz perceber que realmente algo de muito especial aconteceu dessa troca. Não é atoa que por esses dias, ambos confirmaram que vão realizar o seu terceiro trabalho juntos, tamanho envolvimento que eles acabaram encontrando um com o outro. E OK, que fique bem claro que estamos falando de um outro tipo de envolvimento, muito mais difícil de se encontrar do que qualquer outra coisa que vocês estejam pensando nesse momento.

Desse encontro, além de outras coisas surge um pacto, com Tiffany aceitando prontamente burlar a lei para entregar uma carta que Pat escreveu para a ex esposa (a qual tem uma relação próxima com sua família), isso com a condição de que ele seja seu parceiro de dança em uma competição local, que era o grande sonho dela (e talvez ela não conseguisse devido a sua condição, que só servia para atrair os aproveitadores da região e por isso, Pat acabou sendo o seu parceiro ideal). Nesse momento, a relação dos dois começa a se aprofundar e é possível perceber que através daquele contato com a dança, ambos passaram a desenvolver sentimentos um pelo outro, embora o Pat relute para admitir o fato.

Antes disso, fica bem claro que apesar de estar enfrentando essa barra, de não ter mais nada na vida a não ser o objetivo de correr, entrar em forma e recuperar a ex, a qual ele inclusive se dispõe a ler todos os livros que ela enquanto professora recomendava para seus alunos (detalhe que eu achei super foufo e ele bravo as hell com o Hemingway foi divertidíssimo), que Pat é uma boa pessoa e apesar da sua falta de filtro e condição emocional, ele consegue muito bem colocar a cabeça no lugar quando se importa com alguma coisa e isso nós percebemos quando ele a defende lindamente de alguém que só queria aproveitar da sua fama na vizinhança. E a defende da forma adequada, sem apelar para o seu lado mais violento ou elevar demais a sua indignação com a situação, optando por apenas dizer a coisa certa e da forma mais sensata possível.

Durante os ensaios, é possível perceber também que ele acaba se envolvendo pela forma como Pat se posiciona quando recebe a visita do amigo Danny (Chris Tucker), que aproveita para tirar aquela casquinha da lindíssima da J-Law é claro, que é uma das poucas mulheres no mundo que consegue segurar dignamente um look inteiro em lycra branco. Ela, Madonna e as meninas do Abba, apenas (rs). Apesar do seu instinto protetor, fica evidente que naquele momento, Pat não estava apenas protegendo a moça de se tornar novamente vítima do seu próprio distúrbio e sim de acabar vendo algo que ele começou a gostar tanto, acabar nas mãos de outra pessoa.

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Perto do final do filme, ele acaba envolvido em uma confusão em um jogo que claramente seu personagem não estava pronto para encarar sozinho, mesmo tendo encontrado por lá o seu próprio terapeuta e não ter sido o grande responsável por aquela situação toda que acabou fugindo totalmente do controle de todos os envolvidos. Mesmo assim, ele acaba novamente pagando a conta, muito provavelmente por ser a figura mais fácil de se culpar (algo que devemos tomar cuidado, sempre), que é quando ganhamos o maravilhoso confronto Jennifer Lawrence vs Robert De Niro, em uma cena ótima e de igual para igual, além de super divertida e com interferências também ótimas do Bradley Cooper ao fundo. Como conclusão, ganhamos um plot da grande aposta da família, que também não era das mais equilibradas (tirando a mãe, tadinha), mas a sua forma, estava tentando ajudar o filho a sair daquela situação apostando, literalmente, todas as suas fichas em uma superstição envolvendo um jogo e o desempenho da dupla no tal concurso de dança.

Lindo o momento em que pai e filho estão no carro, a caminho do jogo que acabou virando uma grande confusão, onde Pat acaba reconhecendo que ele é exatamente igual ao pai (que é figura não grata no estádio devido a uma grande confusão que ele acabou provocando por lá no passado), exceto pelo TOC, que ele acha que é coisa de gente maluca (#TEMCOMONAOAMAR?), assim como a revelação de que a mãe era quem dava as coordenadas da localização do filho em suas corridas diárias para Tiffany, facilitando os encontros “casuais” do casal.

Casal que não poderia ser mais improvável (ou adorkable) devido as condições atuais de cada um deles, mas que ao mesmo tempo passou a funcionar perfeitamente para que ambos tivessem alguma chance de sair daquela situação. Eles que além de lindos juntos (total redundância, porque vamos combinar que unir esses dois na tela do cimema é praticamente uma covardia covarde do tipo imperdoável). E como eu sempre digo, nem sempre a melhor escolha é a escolha mais óbvia. Pensem nisso…

E a apresentação de dança dos dois é excelente. Como se segurar e não ter vontade de voar da cadeira da mesma forma que eles em cena, quando do meio do nada começa a tocar “Fell in love with a girl” do The White Stripes (R.I.P)? Tive que me controlar e se tivesse 35% a mais de coragem, ou 5% a mais de loucura, teria arriscado uma performance naquela sala, naquele exato momento. (rs. Mas fiz depois, em casa, claro!)

O final é extremamente simples e feliz, para nossa sorte (ainda bem que não se inspiraram em Hemingway nessa hora e esse era o meu grande medo para a conclusão do filme) com Pat resolvendo ao pé do ouvido o seu issue com a ex esposa, encontro que todos eles temiam mas que aconteceu de forma civilizada no final da competição de dança, seguindo o conselho do pai e indo atrás da Tiffany, que estava arrasada pelo fato da ex mulher dele ter aparecido na última hora, mas que acabou ganhando a sua própria carta, escrita (e narrada) por Pat, que nós apostamos que foi 1000000 de vezes melhor do que qualquer coisa que ele tenha escrito para a sua ex. (bitch)

E realmente é tudo muito simples no longa, que depende basicamente de uma boa história e de excelentes interpretações de seus atores. Bradley e Jennifer excelentes, ele encarando uma câmera intimista lindamente e ela encantando a todos com a sua postura de badass porém fofa, também implorando por ajuda. Mas sabe aquele filme inexplicável, onde não é possível reconhecer claramente o que, mas é possível sentir que algo de muito especial aconteceu ali, naquele momento? Então,  esse é “Silver Linings Playbook”, um filme leve, despretensioso e sensacional que o diretor David O. Russell acabou fazendo adaptando lindamente o livro de  Matthew Quick, na tentativa de entender melhor o seu próprio filho, também diagnosticado como bipolar. Detalhe que com certeza deve ter colaborado para que esse trabalho tenha se tornado tão especial. (♥)

Um filme encorajador sem ser pedante, que te faz querer voltar para casa e pelo menos tentar encarar um mundo onde nem tudo precisa estar alinhado o tempo todo. (e aquele detalhe da sequência final, com os controles remotos do pai desalinhados pela primeira vez, pode ter sido bem simples, mas pode ter sido também um despertar importante para alguns…)

 

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O red carpet indeed do BAFTA 2013

Fevereiro 15, 2013

Helen Mirren

Talvez o red carpet do BAFTA 2013 só tenha sido bom mesmo porque pouca gente apareceu (mas todos representando muito bem alguém de prestígio na fila do fish ‘n’ chips indeed do lado de lá), portanto, a possibilidade de erros era bem menor. Mesmo assim, uma premiação que tem a Rainha herself aparecendo de cabelo rosa, merece ser comentada.

Por isso já vamos começar com ela, a Hellen Mirren, que não poderia estar mais leve, solta e ou maravileeeandra na fila das Rainhas Disney indeed (se bem que a gente sabe que ingleses tendem a só conseguirem papéis de vilões nos filmes da Disney e ou em qualquer produção americana. Fato, preconceito & magoa de caboclo deles). Praticamente uma adolly de 13 anos se sentindo mocinha adulta moderna na festa de debutante da amiga mais velha de 15.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Combo magia ligada por um Alias antigo

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E tem para todos os gostos, da magia de príncipe indeed do Bradley Cooper de bow tie, que eu não canso de dizer que as espertas estavam de olho desde Alias antigo ( I ♥ Will e por isso a conexão com o Ben) até a magia grisalha precoce que nós AMAMOS do Ben Afleck e sua gravata skinny, que não poderia estar vivendo um melhor momento. Höy!²

ben-affleck

E não poderia mesmo e no BAFTA 2013 ele também levou seus prêmios para casa, de melhor filme e melhor diretor, justiça que o Oscar de logo mais não poderá fazer, já que eles resolveram ignorá-lo como diretor. Suck it!

#BENAFFLECKRISES

 

O que estaria acontecendo com os vestidos de ultimamente, hein?

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Como esse Burberry preto escuro (rs) da Anne Hathaway, por exemplo, que apesar de quase simples, era lindo, mas diz que teve um leve probleminha na costura no final da noite.

Vamos tomar mais cuidado com esse tipo de detalhe importantíssimo produção? Porque só nessa temporada, esse já é o segundo probleminha envolvendo costuras & afins (todo mundo lembra do probleminha recente da J-Law, não?) e todos nós sabemos ou pelo menos temos alguma ideia de quanto custa uma dessas belezinhas, hein?

Tenham mais cuidado. Força na agulha & linha!

#CONTROEDEQUALIDADENELAS

 

Aliás, gostaríamos muito de saber também o que está acontecendo com a Marion Cottillard e a Dior, viu?

Marion

Quer dizer, com a Dior a gente bem sabe e quem viu o último desfile do Oscar de la Renta em NY, que teve o Galliano como praticamente apenas um assistente da marca, sabe do que nós estamos falando. Mas tudo bem…

Agora, o que estaria acontecendo com a Marion Cotillard desde o seu péssimo final em “The Dark Knight Rises”, hein? Será que ela ficou com trauma ou alguém a está obrigando a usar um look pior que o outro ultimamente como castigo pelo que ela fez no final do filme da morcegona? (acho que nunca vou conseguir esquecer aquilo) Seria a assessoria da Dior, fã incondicional do homem morcego? (Para pensar… rs)

Reaja, Marion!. Afinal, você é francesa e só por isso você já está na vantagem. PÁ!

E sim Marion, nós fizemos essa mesma cara quando você apareceu assim no red carpet. #CREDINCRUZ

ps: aliás, aproveitando o momento, i do declare que a partir de agora, essa é a nossa cara oficial de #CREDINCRUZ por aqui, dito com voz de Chico Bento sempre, é claro. 

 

A hora mais azul quase escuro

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Maravileeeandra a Jessica Chastain nesse azul Roland Mouret, não?

E olha que ela era outra que não andava fazendo boas escolhas para o red carpet… lembra quando ela apareceu calva no Golden Globes? (#CREDINCRUZ)

You go girl!

 

Três dedos acima e teria ficado perfeito, J-Law

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Muito colo a mostra dá sempre aquela impressão que o vestido está escorregando, com ou sem bustão e mesmo que ele não esteja escorregando. Fato.

Como esse Dior da J-Law, que estaria perfeito se estivesse 3 dedos acima.

E lembrem-se, sustentação é sempre importante, mas tomem cuidado para:

A) não ficar com o peito ameaçando o seu queixo ou sendo confundido com as maças do seu rosto a noite toda

B) não ficar com cara de mulher interpretando homem no truque em peças de teatro do passado, como em “Shakespeare In Love”, rs (que olhando daqui parece ser o que aconteceu nesse caso)

 

#TEMCOMONAOAMAR o Daniel Day -Lewis acompanhado da sobrinha?

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Não, não tem. (♥)

Aliás, um recado para o George Clooney:

Quer ser visto sempre ao lado de mulheres mais novas só que de forma mais interessante?

Comece a levar a família, que você vai do issue do clichê da crise de 1/2 idade para o foufo em um tapa só. WOO.

 

Em um mundo com homens realmente educados, Sally Field jamais estaria segurando a sua própria umbrella…

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Shame on you boys. Shame on you!

E sim, ela não só poderia segurar a sua própria umbrella, como assim fez lindamente, só que a diferença aqui é que ela não precisava e algum dos meninos presentes deveria ter feito essa gentileza para Nora Walker, que inclusive já foi uma noviça voadora.

Exijo explicações de Affleck, Day-Lewis, só Lewis, porque o Clooney a gente imagina que estivesse de olho em qualquer par de pernas longas com menos de 22, mas dos outros todos exigimos explicações. Aguardando…

Eu teria segurado a sua umbrella dramaticamente, deixando até uma single tear escorrer e passando pelo menos 5 minutos ali, eu até já poderia acreditar que estava voando com o sobrenome Walker enquanto ligava para fofocar com os meus outros irmãos, viu Sally Field? (♥)

 

Começando a suspeitar que essa é a temporada da escova para os meninos, hein?

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Primeiro foi o JT, que me apareceu escovado e penteado e agora até o Brody? (mais penteado do que escovado, fato. Penteado com uma escova, pronto. rs)

Estou achando que é tandancé…

Aliás, Brody AKA Damian Lewis que é sempre uma visão. Höy!

 

Saindo à magia mágica ruiva

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Para encerrar, nos despedimos do BAFTA 2013 muito bem acompanhados com ele, Michael Fassbender na neve (sério, cenário perfeito Fassy. Cenário perfeito!), que aparentemente esteve em tudo quanto é after party da premiação e nós gostamos de sair bem acompanhados de qualquer lugar indeed.

Fassy, sempre uma visão. Höy! (nos meus sonhos recorrentes dessa última semana, nos cumprimentamos assim: Ele – Essy!, Eu – Fassy! com respeito. Trocamos olhares mas nada aconteceu. Ainda… humpf! – a não ser o dia em que ele apareceu em uma versão ruiva extremamente saturada que me fez despertar gargalhando de tanto rir. Sério.)

 

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A nossa lista “diferenciada” para o SAG Awards 2013

Janeiro 29, 2013

Resolvemos dar uma revolucionada na lista das premiações e por isso, resolvemos criar a nossa própria lista dos premiados no SAG Awards 2013, já que é tudo sempre a mesma coisa de sempre e estamos um tanto quanto cansados desse mesmismo.

ps: detestamos a palavra “diferenciada”. Sério. 

 

Melhor olhar para o horizonte da magia mágica

Cooper

Bradley Me Ame Me Adora Cooper. Sempre uma visão e nesse caso, observando uma visão divina qualquer.

Höy!

 

Melhor look da Tina Fey em red carpets desde sempre

Tina Fey

Tina Fey, que está numa ótima fase com a moda, não? (e essa semana termina 30 Rock. Tears)

Ela que sempre escolhe aquele volumão em uma área que ninguém jamais deveria escolher… (AKA retaguarda ou montanhas traseiras do sul)

Tá magronaa, tá gatona, tá gostosa, Tina!

 

Melhor apresentadora para se fazer dupla em noite de premiação

amy poehler

Amy Poehler. Sério, não precisa nem dizer nada, basta observá-la ao lado de qualquer um, mesmo que esse qualquer um seja uma placa de madeira com uma carinha desenhada com giz de cera. (o que não é o caso do NPH, que fique bem claro)

(♥)

Melhor look dramático horrorendo que a Claire Danes deveria ter deixado trancado na CIA para todo o sempre

Claire Danes

Claire Danes, com esse Givenchy que ela deveria ter deixado preso na CIA e ter aparecido no SAG 2013 vestindo um de seus terninhos de Homeland, mesmo que fosse aquele meio cáqui… (tem um cáqui, não tem?)

Talvez a cara pálida demais, com o cabelo claro e o make escuro tenha contribuído ainda mais para esse desaste. Talvez…

 

Melhor dupla da revolução mágica da magia ruiva

Brody

Desse tipo de encontros, eu acho que merecia acontecer magicamente algum tipo de reprodução em massa caso alguém passasse com uma Fanta Laranja ao lado, só pela proximidade das magias raras. Sem mais.

Höy!²

ps: Julianne Moore, continua linda, com tudo em cima, mas não a ponto de investir nesse tipo de decote. Evite…

ps2: Brody com a mão na barriga e eu não vejo um laser vermelho refletindo no seu tux. E a America antiga se achando um país agora super seguro, sei…

 

Melhor pior chapinha quadrada da história cafona moderna

Nicole Kidman

Aí Nicole, tá ficando cada dia mais difícil lembrar que você já foi Satine na noite…

#CREDINCRUZ

 

Melhor pior cabelo, pior ainda do que o da própria Nicole Kidman, que nunca mais foi o mesmo

kaley-cuoco

Kaley Cuoco. Sério, eu gostaria de saber com o que a Kaley Cuoco estava na cabeça, literalmente, nessa noite, hein? #CREDINCRUZ

Estaria Penny perdendo seus cabelos assim como declarou recentemente a January Jones?

E essa camada generosíssima de make? Estaria Penny tão necessitada assim?

Será que ela também tem TOC e tem que bater com uma camada generosa de make três vezes na cara, assim como o Sheldon na sua porta?

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

 

Melhor acessório que não havíamos reparado ainda na fila da magia dos até então desconhecidos em noite de premiação

Good Wife

Julianna Margulies e o seu marido, Keith Lieberthal. Höy!

E quando a gente achava que não tinha muito o que aprender com a boa esposa (boazinha demais para o meu gosto, por isso não consegui gostar da série), vem ela e nos dá aquele tapa na cara no formato de um novo (bem novo) feitiço. PÁ!

 

Melhor prêmio odeio admitir mas a Amanda Seyfried estava sim maravileeeandra

Amanda Seyfried

Amanda Seyfried, que realmente estava maravileeeandra nesse marinho, apesar de reconhecer um certo nível de preguiça nesse cabelo ondulado todo de lado (que já estamos fartos!), que apesar de tudo, funcionou muito bem nesse caso.

Maravileeeandra, mas que em 2013 ela não esteja no elenco de 697 dos 597 filmes lançados ao longo do ano e ou nunca mais faça a filha da Meryl, porque achamos que ela não merece. AMÉM!

 

Melhor Dior para se evitar em noite que você tem alguma chance de sair como uma das vitoriosas da noite

J-Law

J-Law, que além de não ter feito a sua melhor escolha para a noite do SAG 2013 (porque esse Dior era bem do meio assim), ainda teve que amargar essa vergonha ao subir no palco, onde ela quase acabou pagando uma Katniss involuntariamente… (não consegui entender até agora o que aconteceu com o forro desse vestido. Teria ele partido, ou só subiu mesmo? A Dior disse que era assim mesmo, em duas partes, apesar do visível incidente… – pena que retiraram o vídeo do Youtube)

Ficamos morrendo de pena porque entendemos o drama dramático desse tipo de situação e temos pesadelos constantes com algo parecido, sempre! Que o espírito de Chanel nunca nos deixe passar por esse tipo de situação. #AMEM  (o meu mais constante é que eu saio de casa descalço ou com sapatos diferente em casa pé. Sério)

 

Melhor decote fundamento indeed da noite

Michelle Dockery

Michelle Dockery, provando que na terra da Rainha, elas também aprenderam algumas coisinhas, rs

Maravileeeandra, quase toda coberta e revelando apenas alguns detalhes. Coisa de mulher phina e que poucas entendem em noite de premiação.

 

Melhor date com quem a gente adoraria ter caminhando lindamente nesse red carpet e deitado com todas

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Justin Timberlake, que para tornar o momento mais especial, só mesmo se ele tivesse cantando e dançando ao som do seu novo single, “Suit & Tied”.

Rebolativo, no falsete e todo no plaid, seria algo imbatível por pelo menos duas gerações da magia. Höy!

(♥)

E esse foi o nosso SAG Awards 2013. Mas a verdadeira lista com os vencedores você também pode conferir a seguir:

 

Male actor in a supporting role

Tommy Lee Jones, Lincoln

Female actor in a supporting role

Anne Hathaway, Les Misérables

Cast in a motion picture

Argo

Male actor in a leading role

Daniel Day-Lewis, Lincoln

 Female actor in a leading role

Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook

Ensemble in a drama series

Downton Abbey

Ensemble in a comedy series

Modern Family

Male actor in a drama series

Bryan Cranston, Breaking Bad

Female actor in a drama series

Claire Danes, Homeland

Male actor in a comedy series

Alec Baldwin, 30 Rock

 Female actor in a comedy series

Tina Fey, 30 Rock

Male actor in a television movie or miniseries

Kevin Costner, Hatfields & McCoys

Female actor in a television movie or miniseries

Julianne Moore, Game Change

Stunt ensemble

Boardwalk Empire

 

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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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