Posts Tagged ‘James Franco’

Todas invejam as meninas da foto abaixo

Abril 6, 2011

Vem tirar foto aqui com a gente James Franco! Höy!

#TEMCOMONAOAMAR?

Tenho as minhas melhores idéias no banho, fatão!

Abril 5, 2011

Para muita gente o banho é um momento de relaxamento, de esquecer das coisas e não pensar em nada.

No meu caso é exatamente o contrário, AMO tomar banho pq é sempre o momento em que eu tenho as minhas melhores idéias, para tudo.

Eu sei lá o que acontece, mas parece que eu meio ao meu pato de borracha, performances memoráveis e discursos de recebimento do Oscar (Grammy, Emmy e Tonnys tmbm), que é interpretado pelo meu shampoo, eu sempre acabo pensando em soluções incríveis para tudo. Deve ser porque os meus poros estão mais abertos (euri)

Aproveitei o momento para contar essa particularidade, usando essa foto maravileeeandra do James Franco by Terry Richardson, para a Vogue Hommes francesa, foto essa que foi injustamente despresada do ensaio, que na minha opinião, é a mais maravileeeandra de todas.

A capa tmbm é maravileeeandra e ainda conta com James “ao natural” (euri). E não tem depilação certa!

E lá no diário do Terry, encontrei a foto sem crop, a quem possa ineressar o outro lado da magia (rs)

Höy!

Professor James Franco?

Março 30, 2011

E não é que o James Franco vai mesmo dar aula de cinema da NYU?

Todas se matriculam na próxima turma. Höy!

_ Professor Franco, não entendi muito bem, será que o senhor poderia vir aqui um minuteeenho… (vejo várias improvisando um texto parecido, rs)

ps: ainda vou estudar cinema um dia, mas alguma especialização…

James Franco e suas 127 horas

Março 7, 2011

Uma aflição moderna. “127 Hours” é cimema moderno, conta uma história real e em um tempo real, afinal seria muito difícil suportar muito mais do que os 127 minutos propostos pelo diretor no filme. Mesmo se for ao lado do James Franco e toda a sua magia. Höy!

Com uma fotografia de tirar o fôlego de qualquer um, em uma região montanhosa de Utah temos James Franco emprestando todo o seu carisma para esse personagem de forma ímpar. Depois de ter visto o filme, entendi completamente a sua indicação para o Oscar desse ano, não que eu não confiasse em seu talento como ator, mas é sempre bom garantir um fundamento. E seria impossível fazer esse filme com um ator mediocre no elenco, ou com pouco talento (o que não é o caso do James, é claro!)por mais curto que ele seja, com certeza não seria possível.

E haja talento, porque aguentar uma câmera em clos, quase o tempo todo, definitivamente não é para qualquer um não. Aliás, achei que essa é uma certa tendencia para os filmes lançados ultimamente no cinema, como também é o caso de “The King’s Speech”, onde também passamos boa parte do filme em close com o protagonista. Fikdik diretores modernos, rs

O filme é muito mais do que apenas uma história de sobrevivência, ou sobre o acidente em si. Funciona mais como um exercício de reflexão do personagem, sobre passagens importantes da sua vida, amor, pessoas importantes para ele e aqueles momentos que todos nós gostamos de lembrar. É bom também para valorizar coisas simples que só quando a gente perde ou não pode mais ter/fazer é que sentimos falta (Zzzz). Ahhh, aquele Gatorade gelado que ele esqueceu no carro, hein? rs

A visão do diretor Danny Boyle é bem moderna, a câmera presa na bicicleta, a tela dividida em tres partes em alguns momentos, revelando diferentes fotografias e uma edição brilhante. Um olhar jovem, moderno, gostoso de se ver. Achei realmente o ponto alto do filme, além da atuação do James Franco é claro.

Como a história do longa fala das 127 horas em que aquele jovem ficou preso entre uma fresta da montanha, com uma pedra presa em seu braço impossibilitando a sua saída daquele lugar, a sensação de aflição vai aos poucos se tornando constante, conforme essa história vai nos sendo contada.

Confesso que fiquei um pouco com falta de ar, só de me imaginar naquela situação. Jamais teria sobrevivido a aquelas 127 horas, tenho certeza disso. E que idéia também neam? Tudo bem que o visual do lugar é sensacional e justamente nessas “rachaduras” da montanha é que poderiam estar escondidos os detalhes mais bonitos daquele lugar, mas precisava escolher o caminho mais difícil?

Precisava, lembra um amigo meu, afinal, essa é a motivação de quem gosta de esporte de aventura.

Aquela cena do começo do filme, com ele e as duas garotas “andando” naquela abismo foi exatamnete quando começou a me dar falta de ar. Imagina se eu faria uma coisa dessas? Mas nem com aquela recompensa de tirar o fôlego no final. Nem acompanhado do próprio James Franco. Sorry!

Se bem que, me lembrei de uma passagem na minha vida, na minha versão Essy aventureiro Woo-hoo!.

Pausa para um momento: Historeeenha Guilt

 

Essy lobinho


Fui de férias viajar para o Rio, ainda adolescente e eu e meus amigos nos arriscamos sem a menor preparação (ou equipamento) em uma volta em torno de uma montanha gigantesca, em uma praia maravileeeandra.

Um drama, muito bicho, natureza para todo lado (euri) e a todo momento o risco de sair rolando montanha abaixo. Mas chegamos todos vivos e inteiros até o lugar prometido, observamos a vista (que era linda mais era só aquilo também, rs) e chegoiu a hora de pensar em voltar.

Na volta, vencido pelo cansaço e morrendo de medo de ter que passar por tudo aquilo de novo, resolvi ir nadando (onde eu mando muito bem, obrigatô! rs). Gritei para uns mergulhadores que estavam lá embaixo: Tem pedra? Dá para pular? E logo após resposta positiva ao meu impuslo, mergulhei naquele mar lindo da Região dos Lagos e fui nadando até a beira da praia.

E não era perto não viu? Se fosse nas Olimpiadas, eu acho que eu ganharia uma medalha até, rs. Ufa! Cheguei vivo e esbaforido a beira do mar.

Agora me pergunta se eu faria isso de novo? Mas nem por um cacete!

 

Enfim, voltando ao filme, para mim, só ficou insuportável assistir aquela cena interminável e detalhada de automutilação. Tudo bem que ela não aparece de graça e quando vc começa a assistir ao filme é possível prever que aquele seria o único caminho para sair daquela situação, mas precisava ter esse olhar tão de perto? Achei realmente aflitivo, levando em conta que automutilação é uma das coisas que eu tenho mais medo nessa vida.

O filme é inteiro do James Franco, que me pareceu maduro o suficiente para encarar esse papel. Do drama a comédia ele vai brincando muito bem interagindo com ele mesmo, alguns objetos e a pedra, garantindo as mais diversas reações do telespectador. Cool!

Em alguns momentos no filme, acabei lembrando de “Into The Wild” e aquele final me levou de volta ao season finale de The Big C. Mas senti que foi apenas uma coincidência, por isso não vou condenar.

De fato é preciso ter alguma coragem para assistir a “127 Hous”, mas também não precisa ser uma pessoa com o coração gelado (Care Bears Feelings) ou um super aventureiro para aguentar até o fim, mesmo porque passa bem rápido. Só não recomendo para as pessoas com sindrome do pânico ou que sofram de alguma fobia em lugares pequenos e abafados (se bem que a fenda é bem grande)

Para terminar, James, vc conquistou de vez o meu coração: Clap Clap Clap!

Meu look preferido da Anne Hathaway no Oscar foi:

Março 1, 2011

Esse Oscar De La Renta de franja poder, que ela ainda aproveitou o efeito dançando um twist. Maravileeeandro! (eu teria chegado no red carpet nele e não naquele Valentino bufante na bunda, dafcuk?)

Já o James Franco…

Eu preferi o look que ele escolheu para ir ao Spirit Awards, que aconteceu antes da cerimônia. E o cabelo estava leeeandro! Curly James Dean moderno

Foufo mil!

Oscar 2011 – É, faltou emoção…

Fevereiro 28, 2011

Não sei ao certo o que aconteceu ontém a noite, ou melhor, o que não aconteceu, porque no final das contas, mesmo tendo os meus favoritos como os grandes vencedores da noite, acabei sentindo falta de ficar emocionado na premiação do Oscar 2011, talvez com os discursos, com as apresentações, não sei…

Sem nenhuma surpresa e nenhum azarão, o Oscar 2011 pela primeira vez em muito tempo, acabou premiando exatamente quem a gente esperava. Pelo menos, achei bem democrático o fato do grande vencedor da noite sair apenas com 4 estatuetas, o que de uma certa forma privilegia a diversidade de filmes concorrentes. Achei justo pelo menos, pena não ter me emocionado.

Anne Hathaway e Franco foram OK, mas não me lembro de nada muito marcante na apresentação dos dois, então…

Vamos a lista?

 

Melhor filme

“The Kings Speech”


Merecido, embora não fosse o meu preferido, que como sou do time dos modernos, estava na torcida por “Black Swan”. Mas eu matei a charada quando o video de apresentação dos dez indicados abriu com o discurso do rei do Colin Firth e assim permaneceu, apenas com o audio, intercalando entre cenas dos demais filmes, sem mais nenhuma imagem do “The King’s Speech” até a cena final, que é exatamente a cena final do filme. Senti que nessa, eles acabaram entregando quem seria o vencedor. Fiquei com medo de “The Social Network” acabar levando de última hora, porque o filme é apenas bom, comparado ao outros excelentes concorrentes. Pelo menos foi um prêmio justo. Clap Clap Clap!

 

Melhor diretor

Tom Hooper – “The King’s Speech”

Realmente é um filme muito bom e ao contrário do que muita gente tem falado, eu acabei sentido um certo olhar para a modernidade no filme. Muito embora eu ache o olhar visionário do Darren Aronofsky mais interessante.

 

Melhor atriz

Natalie Portman – “Black Swan”


Ninguém merecia mais, não é mesmo? Ainda grávida? Achei de uma elegância sem tamanho o seu namorado, o bailarino Benjamin Millepied, com toda a sua postura de primeiro bailarino do ballet de NY, ajudando ela a subir as escadas para receber o seu prêmio. O discurso eu achei honesto, só que mais uma vez faltou emoção. E nem eu e ninguém vai perdoar a Natalie Portman (e talvez ela mesmo no futuro) de não ter ido de preto para a premiação neam? Era a hora da volta do look cisne da Bjork, ou seja, a não ser que vcs façam uma continuação (rs), perdeu a chance Natalie!

 

Melhor ator

Colin Firth – “The King’s Speech”


Me bateu um medo quando a Sandra Bullock (que estava ótima inclusive) deu aquela pausa antes de anunciar o vencedor na categoria melhor ator…mas no final, tudo se confirmou e Colin voltou para a sua casa carregando o seu Oscar. Mais do que merecido e esse prêmio eles ficaram devendo para ele desde 2010 por “A Single Man” (que saiu em DVD por aqui no final do ano passado) e para surpresa de todos, ess ano ele voltou com um personagem ainda mais dramático e com um detalhe que sempre pesa: um Rei. Nada mais do que justo não? Clap Clap Clap!

ps: Já pode comemorar Bridget Jones, que o seu boy magia esta voltando para casa com um Oscar! Yei!

 

Melhor atriz coadjuvante:

Melissa Leo – “The Fighter”

Não assisti ao filme ainda (mas quero muito ver), mais quando dois dos atores coadjuvantes levam os prêmios, isso só pode indicar a qualidade do filme, não?

 

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – “The Fighter”

Repito o texto acima e nesse caso, sempre achei o Christian Bale um bom ator, desde aquele outro filme (“The Machinist”)  que ele também aparecer hiper magro e quase irreconhecível (repetindo a fórmula para chamar a atenção feelings). Algo que sempre comove a Academia, fato.

 

Melhor longa-metragem de animação:

“Toy story 3”

Nenhum outro concorrente fez 10 entre 10 adultos chorar tanto no cinema quanto “Toy Story 3”, que voltou anos depois para nos divertir e muito e ainda causar algumas lágrimas. Super merecido! Clap Clap Clap!

 

Melhor direção de arte

“Alice In Wonderland”

Alice é mesmo um banho de bom gosto. Um “esquisitice” maravileeeandra! Clap Clap Clap!

 

Melhor fotografia

“Inception”

É a melhor porque talvez fosse a mais diferente. Todo mundo já viu as belezas da Londres antiga em algum lugar, assim como o horizonte nos desertos americanos. Agora, prédios se dobrando, se enrolando na verdade, isso sim foi a primeira vez e uma primeira vez belíssima. Imagem que não vai sair tão fácil da cabeça de quem assistiu o filme. Clap Clap Clap!

 

Melhor curta-metragem de animação

“The lost thing”, de Shaun Tan, Andrew Ruheman

 

Melhor roteiro adaptado

“The Social Network”

Um roteiro muito bom mesmo, ágil, moderno.

 

Melhor roteiro original

“The King’s Speech”

Outro roteiro que eu diria que é no mínimo inusitado.

 

Melhor filme de língua estrangeira

“Em um mundo melhor” (Dinamarca)

 

Melhor trilha sonora original

“The Social Network” – Trent Reznor e Atticus Ross

Não me lembro de nada da trilha sonora do filme e acho que a melhor trilha tem que marcar, por isso, achei injusto…

 

Melhor mixagem de som

“Inception”

 

Melhor edição de som

“Inception”

Parece que virou tradição no Oscar os prêmios técnicos irem todos para os filmes mais técnológicos neam? Boring…

 

Melhor maquiagem

“O lobisomem”

Dizem que o filme é péssimo, alguém aqui assistiu?

 

Melhor figurino

“Alice In Wonderland”

Super hiper merecido. Fiquei emocionado até. Talvez porque fosse o figurino que eu gostaria de ter feito, rs

 

Melhor documentário em curta-metragem

“Strangers no more”

 

Melhor curta-metragem

“God of love”


Melhor documentário (longa-metragem)

“Inside Job”


Melhores efeitos visuais

“Inception”

Óbvio!

 

Melhor edição

“The Social Network”

Na minha opinião, é a melhor parte do filme.

 

Melhor canção original

“We belong together”, de “Toy story 3”

E o Zachary Levi que ainda cantou lindamente a música de “Enrolados” hein? Que foufo!

Assim terminanos a lista dos grandes premiados no Oscar 2011, sem nenhuma surpresa ou grandes emoções, humpf!

Nem mesmo o meu coral preferido (o PS22 Chorus de NY, procuram no Youtube que é sensacional!) conseguiu me comover ao final cantanto “Somewhere Over The Rainbow”, deveriam ter escolhido alguma das músicas mais funfamento que eles costumam cantar. (mas foi foufo vê-los por lá)

Vai fazer o que no domingo?

Fevereiro 24, 2011

Ficar grudado na tv assistindo o Oscar?

Se não for isso, é possível que vc perca a Anne Hathaway e o James Franco, fazendo um remake de Grease. Howcoolisthat?

Acho promissor…

ps: ok, pode parecer meio deprimente para alguns ficar em casa assistindo o Oscar, mas eu nem ligo, fico leeeandro até de PJ’s, rs

E o promo do Oscar hein?

Fevereiro 2, 2011

Euri.

Acho que podemos esperar momentos divertidos e muita magia para essa edição do Oscar, não?

Höy!

Muitas estrelas na capa da nova edição da Vanity Fair

Fevereiro 1, 2011

Muitos talentos não?

Além do James, agora temos que lidar com o Dave Franco?

Janeiro 18, 2011

Muita magia para um família só, não?

Höy!


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