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Arrested Development e a nova forma de assistir TV que nem é tão nova assim…

Outubro 25, 2013

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Depois de muito se falar sobre o assunto, finalmente ganhamos uma nova temporada de Arrested Development (e ainda existe uma possibilidade de filme e ou nova temporada, logo, YEI!).  Para quem ainda não conhece a série (se é que existe alguém), trata-se apenas de uma das melhores comédias feitas para a TV até hoje, uma série não tão popular assim, mas com um elenco invejável, direção e desenvolvimento precisamente arrastado e deliciosamente delicioso.

Comecei a assistir a série anos atrás, em um noite de insônia, quando liguei a TV e acabei me deparando com algo diferente do habitual. Já tratava-se de uma de suas incansáveis reprises na TV e depois disso, passei a acompanhá-la, sem muita pressa, mas com a garantia de que cada novo episódio eu encontraria a diversão certa. Depois descobri que a série passava até na TV aberta, também nas madrugadas de um canal aí, onde acabei revendo um ou outro episódio, apenas para me distrair antes de dormir. Até que a série chegou ao seu final injusto, com um cancelamento precoce, como acaba acontecendo sempre com quase tudo que encontramos de realmente bom na TV. Na época, mesmo sem ter acompanhado a temporada final como deveria (só assisti depois), acabei assistindo pelo menos o series finale, porque me sentia na obrigação de me despedir da família Bluth como ela merecia.

Até que o Netflix resolveu realizar o nosso sonho e nos trouxe a história dessa família trambiqueira de volta para uma nova temporada, nos entregando os 14 novos episódio no colo, todos de uma só vez, Há quem considere essa uma nova forma de assistir TV, mas para nós que somos viciados no assunto séries de TV e acompanhamos algumas delas desde uma outra época, quando a internet não era exatamente a melhor opção (ou a mais rápida) para isso, se puxarmos na memória, vamos conseguir nos lembrar facilmente de um tempo em que acabávamos assistindo algumas séries apenas quando seus boxes eram lançados por aqui (muitos com preços absurdos), algumas com um atraso gigantesco em suas exibições na TV a cabo (que finalmente acordaram, mas ainda nem todas…) e por isso, essa sensação de “uma nova forma de assistir TV” talvez não seja tão verdadeira ou honesta assim.

A propósito, preciso reconhecer que o Netflix é uma excelente nova opção para essa tal nova forma de se ver TV, apesar da novidade não tão nova assim. Algo que acaba funcionando muito mais para suas séries originais, como foi o caso da aguardadíssima nova temporada de Arrested Development (e House Of Cards, Orange Is the New Black), do que para os demais produtos disponíveis no catálogo do serviço aqui no Brasil, que ainda não é dos mais convidativos, a não ser que você ainda seja um principiante na arte de assistir séries de TV ou filmes, porque dependendo do seu nível de interesse no assunto, você poderá se deparar com uma série de opções não tão grandes assim para a sua watchlist dos ainda não vistos. Mas de qualquer forma, vale reconhecer que o serviço funciona perfeitamente, tanto para quem assiste pela TV ou no computador (em outros meios também), além da vantagem de estar tudo disponível facilmente, sem ter que aguardar uma longa espera para que o seu programa preferido da vez seja carregado ou algo do tipo. Essa talvez seja inclusive a sua maior vantagem e com um catálogo mais completo, acredito que o serviço facilmente se tornaria um dos melhores do gênero, mas é claro que isso tudo envolve outras questões, como direito autorais e a exibição dos seus produtos na TV a cabo por aqui, que nem sempre ou quase nunca consegue acompanhar o resto do mundo.

Mas voltando a falar da nova temporada de Arrested Develpment (me sinto ridículo dizendo “nova”, sendo que ela estava disponível faz tempo e tendo visto logo que saiu, mas apenas 1 episódio por dia e só estar comentando agora #MYBAD), é sempre bom reencontrar com a família Bluth e todas as confusões que eles estão sempre envolvidos, ainda mais encontrando a história basicamente do mesmo ponto em que nos despedimos da mesma tão precocemente anos atrás. Todos juntos novamente, só que separados, tentando se adaptar a suas novas realidades e ainda tendo que se envolver com os problemas dos demais personagens dessa família, que diga-se de passagem, não são poucos.

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Michael (Jason Bateman) tentando seguir a sua vida, recomeçando após mais um fracasso, tendo que dividir a vida de universitário com o filho, George Michael (Michael Cera), que obviamente não fica nada feliz com a presença do pai. Gob (Will Arnett) perseguindo o sonho de se tornar um grande mágico, encontrando no caminho o seu pior inimigo, além dos seus problemas todos envolvendo a própria sexualidade e ou seu relacionamento anterior com uma adolescente. Tobias (David Cross) e Lindsay (Portia de Rossi) continuavam tentando viver juntos, ou separados, sempre envolvidos em novos casos amorosos nada ou pouco saudáveis para ambos e com a Maeby (Alia Shawkat) ainda perdida no meio dos dois, tentando fazer com que eles enxerguem o óbvio, algo que estava além de um peru cru e vivo servido no jantar de Thanksgiving (cena sensacional!) e nesse meio tempo, ainda encontrando tempo para ser genial e se tornar alguém bem sucedida na vida, mesmo sem ter terminado o colegial ainda e por alguns anos consecutivos, só para tentar atrair a atenção de seus pais. Isso é claro que além dos chefes dessa família, Lucille (Jessica Walter) e George Bluth (Jeffrey Tambor), com ambos envolvidos em trambiques pesados como a construção de um muro de separação do México e os USA e ainda tendo que enfrentar de perto seus respectivos irmãos do lado negro da força. E ainda tinha o Buster (Tony Hale) e a sua devoção a mãe que ele acompanhava de perto em sua prisão domiciliar, facilitando até mesmo o seu hábito proibido naquele momento de fumar (sério, não me lembro de ter tido um ataque de riso tão desesperado em muito tempo), além dos seus plots todos envolvendo o exército e o implante de uma mão gigantesca, motivo do meu segundo ataque de riso compulsivo ao longo da nova temporada.

Ou seja, toda a loucura dessa família estava reunida novamente, exceto pela forma como recebemos a nova temporada dessa vez, algo que envolvia a logística de todos os grandes nomes envolvidos em sua produção. Por se tratar de um elenco de peso, completamente envolvido com outras atividades, principalmente o cinema, a nova temporada de Arrested Development acabou tendo que ser realizada de uma forma diferente, separando seus personagens e com cada um deles ganhando um ou dois episódios ao longo da mesma, separando de vez a família Bluth, algo que sabemos que não é a melhor opção tendo um elenco tão bacana e personagens tão sensacionais nas mãos. Ainda mais com eles tendo sempre se completado tão bem, algo que acabou fazendo e muita falta ao longo dessa Season 4.

E para dar conta da demanda dos novos episódios, eles tiveram que se virar na edição, gravando inclusive utilizando o recurso do fundo verde, quando não era possível agendar os atores para a mesma data. Algo que apesar de ser prejudicial, não chegou a afetar tanto assim a produção, mesmo sendo possível perceber de longe esse tipo de montagem (o que acabou deixando tudo ainda mais engraçado), mas fato é que tudo teria sido muito melhor se a nova temporada tivesse sido gravada normalmente. Uma pena, mas é o que temos no nosso catálogo e só dela ter sido realizada, acho que nem podemos reclamar.

Separando os personagens dessa forma, alguns deles acabaram sendo bastante prejudicados, algo que deixou alguns episódios muito melhores do que os outros, por exemplo, isso é claro que levando em consideração o carisma do mesmo. Mas para nos compensar desses pequenos problemas de logística envolvendo a produção, a série acabou nos entregando junto com esses novos episódios uma série de participações mais do que especiais, mesmo que algumas delas tenham durado pouco mais de uma cena de 1 ou 2 minutos.  Isso sem contar todas as referências a mitologia da série, que foram todas sensacionais.

Assim, recebemos sim o aguardadíssimo retorno da família Bluth, que pode não ter sido como antigamente ou qualquer coisa do tipo, mas é sempre bom reencontrar com todos eles, mesmo que em um fundo verde ou acumulados em uma dose forte de episódios inéditos lançados de uma só vez, que por experiência própria, é recomendável que sejam vistos com calma, um por vez, porque apesar dessa ser uma série de comédia (que costumamos assistir em um tapa), ela não é uma série de comédia como uma qualquer. O bom de tudo isso é que além dos novos episódios e a série talvez ainda ganhar mais um pouco de sobrevida, o Netflix traz em seu catálogo as temporadas anteriores, o que chega a ser uma covardia de convite para uma maratona dessa que foi a melhor série de comédia do seu tempo.

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So when your hopes on fire/ But you know your desire/ Don’t hold a glass over the flame/ Don’t let your heart grow cold

Agosto 5, 2013

Mais um vídeo sensacional do Mumford & Sons saído diretamente de “Babel”, dessa vez para o single de “Hopeless Wanderer”, com participações mais do que especiais e inspiradíssimas dos atores Jason Bateman (Arrested Development e se sentindo em casa no vídeo), Will Forte (SNL e o namorado da Jenna em 30 Rock, aquele mesmo da inesquecível performance de “Zou bisou bisou” no episódio ao vivo) Jason Sudeikis (também do SNL, para onde ele garante que não volta, mas não sei não, hein?) e Ed Helms (de The Office).

E o beijo cheio de vontade e realização entre o Sudeikis e o Forte, precisamos comentar ou apenas invejar?

E a magia do Bateman? Höy!

Sério, melhor coisa do finde. Obrigado aos Mumfords todos!

(♥)

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Da série casais que não são casais mas que a gente amaria se fossem: Jason Bateman + Will Arnett

Maio 23, 2013

Jason Bateman & Will Arnett

Porque nós AMAMOS meninos seguros na brotherhood e super bem humorados como esses dois. AMAMOS!

(♥)

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Disconnect, o trailer

Março 5, 2013

Mais um trailer com o Alexander Skarsgard no elenco (que deixou a gente aqui morrendo de orgulho de suas escolhas recentes no cinema), esse mais para o suspense e trazendo um assunto que pode ser do interesse comum de todo mundo atualmente. (e o próprio título do mesmo já entrega bem qual)

Sem contar que no filme, o Marc Jacobs himself faz o seu debut como ator fazendo um cafetão. #TEMCOMONAOAMAR?

Ansiosos?

 

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George-Michael Bluth

Agosto 10, 2012

Michael Cera e Jason Bateman no set de filmagens da volta de Arrested Development. Howcoolisthat?

A série já esta sendo gravada graças ao Netflix, que resolveu dar uma última temporada (Season 4) para a série que é simplesmente sensacional (e todos nós agradecemos) isso depois de algum tempo do seu cancelamento e existe até a possibilidade de que a série ganhe um filme. Cool Cool Cool!

Durante essa Season 4 teremos 10 episódios, sendo que cada um deles será focado em um dos membros da família (e alguns poderão retratar mais do que um só personagem) e serão todos exibidos pelo Netflix em 2013.

Ansiosos?

ps: Arrested Development foi a série que me fez conhecer e ficar apaixonado pelo Michael Cera e pelo Will Arnett no passado. (♥)

 

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Francesca!

Abril 5, 2012

Super foufa essa Francesca do Jason Bateman, não?

Pura foufurice!

A gente também quer hein Ryan?

Junho 8, 2011

Mas pode ser na versão “Blade Trinity” ou como o lenhador de Amityville…hein?

Aceitamos a versão do “Wolverine Origins” tmbm hein?

E que mal tem um spandex verde, não é mesmo? (aquele que acaba expandindo as possibilidades…)

Vem! Höy!

O que é que o Charlie Day esta fazendo com a Jennifer Aniston, hein?

Maio 12, 2011

E quem disse que o Charlie (o personagem)  nunca se daria bem na vida hein?

Brinks! Tudo cena do novo filme dos dois, “Horrible Bosses”, que ainda tem o Jason Sudeikis, Jason Bateman, Kevin Spacey e o Collin Farrell no elenco e que me parece sem bem divertido hein?

Mas o que todo mundo quer saber é quando a série mais ensolarada da Philadelphia volta neam?

Segundo minhas fontes, a Season 7 de It’s Always Sunny in Philadelphia só começa mesmo em Setembro. Humpf!

Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs

So kiss me…

Junho 7, 2010

Surpreendidos com a câmera do beijo no jogo do Lakers na semana passada, Jason Bateman e Dustin Hoffman não se fizeram de rogado e ahazaram, para delírio dos torcedores locais.

Tá vendo gente? Bom humor é o futuro!


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