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E não é que ele é o Jax até mesmo na vida real?

Maio 18, 2012

Charlie Hunnam, que se eu encontrasse na rua vestido assim, iria logo achar que eles estavam gravando Sons Of Anarchy por ali e logo imploraria para fazer no mínimo um papel de extra badass. (rs)

O que não era o caso das imagens acima, onde o ator apenas foi ao mercado comprar umas coisinhas, provando que ele e o seu Jax só podem mesmo ser a mesma pessoa. (tirando o drama violento do personagem, assim espero)

Höy!

Poster fundamento da Season 4 de Sons Of Anarchy

Julho 8, 2011

Maravileeeandro esse poster da Season 4 de Sons Of Anarchy, hein?

Ansioso mil (até agora sem data definida, mas volta em setembro, fikdik)

Um casamento para a Season 4 de Sons Of Anarchy

Julho 7, 2011

Sim! Teremos um casamento, só para variar um pouco o cenário da série.

E chegou a hora do Opie casar com a Lila. Awnnn! Foufos mil! E detalhe, ele casou com o colete do SOA, rs

Opie que agora é o cabeludo da turma, já que o Jax que aparece ao lado como best man (eu já mostrei antes aqui para vcs) e aque agora esta com os cabelos curtos curtíssimos.

Ansioso mil para essa volta hein?

E só eu morreria se eles fizessem alguma piada com o clipe de “Judas” da Lady Gaga?

Jax? É vceam?

Maio 19, 2011

Quase não reconheci vc com essa cabeça ras-pa-da! CATAPLOFT

Para quem não assiste Sons Of Anarchy (e quem não assiste deveria assistir, fikdik), ele é Charlie Hunnam (Höy!), que interpreta o Jax, personagem principal da série e bad boy magia da gangue de motoqueiros mais sensacional ever!

Todas choram a perda dos cabelos longos e loiro platinado…

Mas provavelmente o new look já deve fazer parte da nova fase do personagem, que depois do sensacional final da Season 3 da série (sério? Foi um dos melhores finais de temporada de todos os tempos), foi passar um tempo no xadrez, ao lado do seus amigos de colete de couro. Dra-ma!

Ansioso mil para a Season 4 hein?

ps: ele sempre me lembrou o Brad Pitt antigo e em algum ep de série eles aproveitam para fazer essa piada, dizendo que ele se parece com o Brad, só que em uma versão menos gay, euri

Sons Of Anarchy é mesmo uma série para se aplaudir de pé (Season 3)

Dezembro 23, 2010

Sons Of Anarchy é mais um daqueles casos de injustiças na TV. Digo isso porque a série é pouco comentada, não tem muitos rostinhos bonitos e tão pouco recebe a atenção que merecia por toda a sua qualidade. O que é uma pena, porque Sons Of Anarchy é uma puta série boa!

A série é tão sensacional, que em pouco mais de duas semanas eu terminei a minha maratona Seasons 1, 2 e 3 (39 eps) em mais uma tentativa de diminuir pelo menos um pouco a minha lista interminável de séries que eu gostaria de ver um dia, mas que quase nunca me sobra tempo para tanto. E  se tudo que eu já tinha visto até agora eu já tinha achado excelente, essa última temporada me deixou completamente sem fôlego, literalmente com falta de ar por vários momentos, tenso de tão boa e dramática que ela foi. E quando eu falo boa, eu quero dizer em um nível Sopranos de ser, o equivalente hoje a Breaking Bad, que também foi uma das minhas descobertas do ano (e ambas já estavam na minha lista de séries que eu ainda veria um dia).

Nessa Season 3 a sensação foi a de que você estava com uma arma apontada para a sua cabeça o tempo todo. Pressão, muita pressão. Nada mais do que justo, uma vez que o filho ainda bebê do vice presidente e príncipe (rs) do clube, estava nas mãos do inimigo, que na verdade nem era tão inimigo assim e estava mais para um inimigo disfarçado de amigo e até era alguém bem próximo ao clube. Dra-ma!

Jax e o clube empenhados em trazer o seu filho de volta, passaram boa parte da temporada procurando por pistas a respeito do paradeiro de Abel, o que deixou o começo da temporada um pouco mais lento do que de costume. Enquanto isso a matriarca do clube (Gemma) estava cada vez mais perto de encarar o resto dos seus dias no corredor da morte e detalhe, por um crime que ela não havia cometido. Além disso, existia também um risco do clube inteiro voltar para a prisão a qualquer momento, devido a história ainda da temporada anterior. Tenso!

E uma vilã competente a ponto de deixar todo mundo com um ódio tremendo dela, a agente Stahl, capaz de fazer qualquer coisa em nome do caso que poderia mudar o nível da sua carreira, inclusive matar a sua própria namorada (ui!). Mas como a própria mamma Gemma sabiamente disse, esse tipo de relação que a vilã tentou com o clube (uma espécie de acordo) jamais funcionaria, porque não existia confiança de ambas as partes. Sorry Stahl, mas bancando a esperta você foi tola! Só acho que a sua personagem será difícil de bater, porque de todos os vilões que já passaram pela série, de todas as gangues inimigas, ela foi mesmo a que mais convenceu e que realmente botou medo no clube de marmanjos de colete de couro, fatão!

Durante boa parte da temporada, fomos convidados a uma viagem para a Irlanda antiga ao lado dos Sons Of Anarchy e toda aquela paisagem de campos verdes pela qual o país é tão conhecido. E que cena maravileeeandra aquela da chegada deles hein? Fotografia linda, trilha perfeita, com direito a comboio de motos e no final da cena uma quase prisão de todo o clube, o que acabaria com os planos de resgate do pequeno Abel. E tudo isso já na chegada do clube ao país hein?

Na Irlanda eles passaram boa parte da temporada tentando resolver os seus issues, foram traídos, manipulados, quase presos e ainda tentaram matar todos eles. Uma ótima hospitalidade, não?

O que eu acho de mais importante e que me encanta em Sons Of Anarchy é a falta de clichês. O que parece quase impossível para a maioria das séries de TV (e no cinema também), acontece na série, que é a coragem de criar uma nova proposta em todos os sentidos. Sabe quando você assiste alguma coisa e já imagina onde vai chegar? Pois bem, em Sons Of Anarchy isso não acontece (ou pelo menos quase nunca acontece).

Para exemplificar melhor eu vou usar duas cenas como exemplo: A primeira, quando Jax estava se pegando com a sua irmã (sem saber ainda que ela era de fato sua irmã) e que as mães, que sabem da verdadeira situação, acabam tendo a reação mais absurda em relação a esse tipo de situação que alguém possa ter, onde as duas, por alguns instantes, quase optam por deixar as coisas acontecerem. Qual outra série teria essa coragem? A maioria teria uma reação mais dramática, de nojo e um momento “ew”, mas aqui a coisa é diferente. No final, elas acabaram optando por abrir o jogo e depois, os irmãos acabaram fazendo até piada sobre o assunto. Cool!

A outra cena que ilustra muito bem esse tipo de ausência de clichês foi a cena em que Jax finalmente achou o filho Abel, onde a  sua consciência atormentada pelo fantasma+ as memórias do seu pai, acabou o impedindo de tomar a atitude que todos esperavam, que seria a de arrancar o seu filho dos braços de sua nova família a força. Mas com outra vez a trilha foi perfeita e a cena foi conduzida de outra forma e naquele momento, Jax optou por deixar o seu filho ter uma vida mais “normal”. Repito, qual outra série teria essa coragem?

Mas é claro que o propósito da viagem foi esse (o de resgatar Abel) e assim, no final Jax acabou recuperando o seu filho, em outra cena emocionada porém, sem clichês de “grandes reencontros” como também estamos acostumados a ver por aí.

Agora, desde o começo da série eu me apaixonei por uma personagem: Gemma. Sério, aquela frieza, aquela força sempre me comoveu de alguma forma. Sempre achei também que embora ela fosse a rainha reconhecida e respeitada do clube, que tudo ali é de fato comandado por ela e os homens apenas acham que estão no comando. Tolos!  E essa temporada foi dela neam? Fugitiva, visitando o seu pai com Alzheimer, enfrentando a agente Stahl como ela merecia sem enfrentada, usando todos os seus recursos para livrar a sua família de ser presa e até colocando uma arma na cabeça de um bebê. Ufa, que temporada sensacional  hein mamma Gemma? Se ela levar o Globo de Ouro, será mais do que merecido!

Pausa: que tipo de pai permite que o seu bebê “ator” faça uma cena como essa? Eu jamais permitiria e sempre me pego pensando nessas coisas quando vejo uma cena do tipo…

Como eu já disse em outro texto, já havia uma desconfiança no ar de que ela, apesar de defender a sua família e o clube acima de qualquer outra coisa, não era assim tão admirável e que certamente estaria envolvida na morte do seu outro marido, o pai de Jax e fundador do clube. Ao final dessa temporada, tivemos essa confirmação de que ela e o seu parceiro Clay tem muita culpa sim nessa história e agora alguém muito perto de Jax sabe de toda a verdade (Tara). Mais uma vez, tenso!

Sem contar que ainda tivemos o sequestro de Tara no final da temporada, com direito a troca de reféns, bandido com machado e mais armas apontadas para a cabeça.  Preciso alertar que se você tem algum tipo de problema cardíaco, muito provavelmente você não deve assistir a série, fatão! Tudo acontece ao mesmo tempo, tudo pode acontecer com qualquer um a qualquer momento e essa tensão toda pode acabar sendo um pouco demais para qualquer um.

Mas se tudo até aqui já havia sido tão perfeito, os 15 minutos finais da temporada se tornaram dignos de um Oscar. Fiquei preso na cadeira, com o coração saindo pela boca de tão bom que foi. E eu já disse que eu AMO quando isso acontece, não?

Sério, quando foi revelado pela própria agente Stahl que Jax era o traidor da turma, o rato,  quebrando o acordo que ela havia feito com ele (de não revelar esse fato), eu torci para mamma Gemma arrancar uma arma da bolsa e estourar os miolos daquela bitch na frente de todo mundo. Eu sei, eu sei que eu sou da paz e contra qualquer tipo de violência, mas aquela mulher me tirou do sério. Cheguei até a sonhar que eu estava cobrindo ela de porrada durante essa maratona, rs.

Mas isso não aconteceu (felizmente e vocês já vão entender o porque) e em outra cena memorável, vimos o clube se rebelando contra o seu vice presidente traidor, decepcionados com a atitude dele que os levariam para a cadeia e Clay, o chefe de todos eles confirmando a sentença de morte de Jax. Nessa hora, também tivemos outro momento sensacional da Gemma, desesperada por ver o seu clube se afundando por conta do seu filho, que agora seria um traidor e mesmo assim ela ainda tentou defende-lo da reação de todos, em uma cena emocionada e honesta de uma mãe desesperada. UOW!

Aqui eu entrei em desespero, confesso. Ver todos eles sendo presos e tendo Jax como um traidor, recebendo os olhares de decepção e ódio de todos os seus companheiros, foi de matar qualquer um. Mesmo sabendo que eles são os bad guys (o que eu gosto sempre de lembrar),  eu fiquei comovido.

Até que, para a minha grata surpresa e de todos eu acredito, tudo aquilo fazia parte de um plano maior, dos próprios Sons, que mais a frente na estrada, foi acertado pela outra metade do elenco. O escocês, tendo a oportunidade de realizar a sua vingança contra o seu maior inimigo da forma mais merecida possível e Opie, finalizando a agente Stahl em seu carro, dessa vez sem misericórdia como no passado, em nome da morte da sua mulher que aconteceu ainda na primeira temporada. Cenas fortíssimas, no estilo Tarantino, mas que ao mesmo tempo foram quase poéticas.

Ao final, a carta de Jax explicando para sua mãe que tudo aquilo fazia parte de um plano maior, dele e do clube e que jamais ele os trairia e na estrada, as buzinas das motos dos dois novos prospects avisavam que o plano deles teria dado certo e com uma gargalhada de dever cumprido, os nossos bad guys preferidos do momento seguiram para a prisão, onde eles deverão cumprir uma pena reduzida. Howamazingisthat?

Sério, chorei com esse final (rs), levantei da minha cadeira e comecei a bater palmas de pé, mais uma vez. Genial!  Clap Clap Clap!

Recomendo a todos que aproveitem esses dias de “férias” do feriado e mergulhem de cabeça nessa que é uma das melhores séries de todos os tempos, sem a menor dúvida!

E a Season 4 começa quando mesmo? Ansiso mil!

Penso enquanto aguardo a nova temporada, na possibilidade de formar o meu own clube, os Sons Of The Modern Guilt…rs

 

ps: e como eu bem pedi no post anterior um enterro digno para o Half-Sack, ele  foi enterrado com o seu colete de enfim membro oficial dos Sons, howcool(and sad)isthat? Achei digno!

Guerra declarada contra os Sons Of Anarchy em sua sensacional Season 2

Dezembro 17, 2010

Quando eu comecei a assistir Sons Of Anarchy eu não fazia muita ideia de onde eu estava me metendo. Terminei a primeira temporada em pouco tempo, tamanha a ansiedade para descobrir a continuidade dessa história que ficava cada vez melhor. Pois bem, depois de aplaudir o final da Season 1 eu fui direto para a Season 2, esperando que o nível da série pelo menos se mantivesse. E para a minha surpresa, foi melhor que isso! A Season 2 é tão boa, mas tão boa, que eu diria que é uma das melhores temporadas de séries de TV ever!

Acho que depois da enorme pausa que eu estou tendo que aturar por conta da próxima temporada de Breaking Bad (a aguardada Season 4) , eu acabei ficando um pouco viciado e necessitando cada vez mais a minha dose de “adrenalina televisiva”. Ainda bem que eu descobri Sons Of Anarchy a tempo de sustentar o meu vício e acho que por isso me apeguei tanto a série. Desde essa pausa longa e interminável de  Breaking Bad eu fiquei carente de uma série que me deixasse grudado no sofá, roendo as unhas, realmente tenso, até eu descobrir SOA e a minha necessidade de adrenalina ser devidamente compensada, ufa! Puta série boa hein? Sério, eu mais que recomendo! Se você esta lendo o Guilt agora e nunca ouviu falar da série, por favor pare já de ler esse post e vá agora assistir ao episódio piloto, NOW!. Talvez assim você consiga entender melhor o meu apego pela série. Vai lá, vai!

Imaginem uma temporada onde tudo pode acontecer? A Season 1 da série já havia sido muito da sensacional, que foi quando fomos apresentados a gangue de traficantes de armas, vestindo seus coletes de couro com estampa de caveira e a sua filosofia de grupo (um tanto quanto violenta demais neam?)  e irmandade (também exagerada…). Mas essa Season 2 conseguiu superar a primeira e me deixou de queixo caído. Mais uma vez, ao final da temporada eu me levantei da minha cadeira laranja de design italiano (ui!, rs) e aplaudi de pé, algo que só acontecia quando eu assistia Sopranos, fatão!  Por isso repito: puta série boa!

Parece que quem faz/escreve a série não tem medo de arriscar e coloca todos os personagens em jogo de uma forma brilhante, colocando todas as cabeças em risco, quase sempre. Durante essa temporada de tudo aconteceu, mais mortes, a disputa por território se tornando cada vez mais violenta e um inimigo que dessa vez costumava agir diferente dos demais e usava a lei como sua maior arma, parecendo ser mais forte e numeroso do que o próprio Sons. Inteligente, não?

SAMCRO dividida entre opiniões divergentes e a culpa de Clay pela morte da mulher de Opie, ele que é o chefe e a cabeça da gangue e a briga por “diferenças de visões” com o seu vice presidente (Jax) foi o ponto forte da temporada.  O clima tenso entre os dois, as brigas constantes e o fato de um conhecer demais o outro, só fez melhorar ainda mais o nível da série.

Quando o clube quase inteiro foi parar atrás das grades eu pensei: Dafuck? E foi sensacional vê-los pela primeira vez de uniformes laranja, tentando sobreviver em território inimigo. Cool!

O estupro brutal e extremamente violento de Gemma, a matriarca e rainha da gangue e que foi mantido em silêncio por ela por quase toda a temporada, foi algo que merece ser destacado. Sofrendo em silêncio e sentindo o medo de não ser mais considerada a rainha do grupo (e do seu parceiro), essa foi na minha opinião a parte mais comovente dessa Season 2. A cena em que o Clay resolve demonstrar que ainda ama a sua rainha foi ótima. Até ela usar a história que manteve em segredo durante a temporada para restabelecer o equilíbrio em sua família e no seu clube, em uma cena linda e com a trilha sonora perfeita para a ocasião. Ver aquela mulher tão forte e destemida, mostrar pela primeira vez uma lado mais sensível e delicado foi realmente comovente. Coisa de boa atriz é claro. Genial!

Quando houve o estupro, logo no começo da temporada, eu já imaginei que a guerra seria declarada na série. Só mão imaginei a proporção de tudo isso e tão pouco o desdobramento da história. Parecia que a cada momento algo de errado acontecia com o grupo e que a qualquer momento eles acabariam sendo extintos (mas é claro que eu sei que isso não aconteceria). Isso também contribui muito para o fato de eu estar completamente apaixonado por SOA, porque eu simplesmente não consigo nem imaginar o que ainda está por vir. O que me deixa aflito é claro, mas que ao mesmo tempo me faz sentir um prazer imenso de ver algo tão bom na TV, ainda mais hoje que nós temos pencas de coisas iguais e óbvias em todos os canais. Well Done!

Opie eu achei que teve uma reação “fria” demais ao descobrir a verdade sobre a morte de sua esposa. Mas tudo bem, no final das contas eu consegui entende-lo. O seu pai por sua vez, teve a reação que eu teria e por isso talvez hoje ele seja um dos personagens mais queridos por mim. Ahhh e tivemos a volta do cara que tem um distúrbio muito do engraçado. (euri)

O que eu acho mais legal em Sons Of Anarchy é o fato de saber que eles não são os mocinhos da história, mas de todos os vilões, eles parecem ser os mais “éticos” eu diria (será que eu posso chamar isso de ética? rs). A essa altura da história, eu já nem mais vejo eles como tão marginais assim, que é o que eles são na verdade (mas que um dia, no passado, foi diferente) e eu já consigo até torcer por eles, mesmo sabendo/achando que o que eles fazem é completamente errado (ou no mínimo ilegal, rs). Parece inclusive que todas as séries sensacionais do momentos nos fazem sentir essa culpa por acabar torcendo pelo vilão com pinta de herói da história, fatão! (Dexter, Breaking Bad).

Talvez isso aconteça porque estamos tão de saco cheio das injustiças que acontecem a todo tempo por aí e por isso, quando podemos assistir alguém que pratica a sua própria justiça, lá no fundo, nos sentimos um tanto quanto vingados… (sem encorajar ninguém, por favor!)

Essa temporada foi de completo descontrole, vimos os Sons perdendo território, tendo os seus inimigos se aliando para destrui-los e se tornando cada vez mais fortes e com mais informações sobre o clube, inimigos que usam as suas famílias como ameaça e que além de tudo são mais inteligentes e bem relacionados. Nos últimos episódios tivemos o despertar da guerra que foi anunciada logo no começo da temporada, com um desfecho impecável, marcando muito bem o gancho para a próxima temporada. Coisa phina!

Aquela cena com a luta “mano a mano” entre eles e os arianos foi algo de extraordinário. Os arianos se mostrando covardes como sempre (é, isso mesmo!) e os Sons provando que são muito mais espertos e que tmbm são bem relacionados. E a trilha da briga foi simplesmente muito, mas muito boa. Clap Clap Clap!

Agora, a minha única reclamação é que o meu personagem preferido, o Half-Sack, acabou tendo um final bem trágico, humpf! E logo agora que ele estava prestes a ganhar o símbolo no seu colete? Sacanagem! Espero que na próxima temporada, ele tenha pelo menos um enterro digno, como membro oficial do clube pelo menos. R.I.P Half-Sack (snif!)

Nenhum episódio foi bunda mole, nenhum episódio foi calmo e isso é tão sensacional que acaba completamente com os meus nervos. Vou começar agora a Season 3, que é a que acabou de terminar lá na america antiga e já vou avisando que talvez eu precise de uma rehab assim que acabar de assistir tudo. É, estou realmente viciado em Sons Of Anarchy, humpf!

E o final hein? Com aquele grito de desespero e o sequestro do Abel? Dra-ma!

E para quem não tem uma amizade tão forte assim como a minha com o Paolo Torrento, os boxes da primeira e segunda temporada você já encontra por aqui. Alô? Amigo secreto? rs

Os filhos da anarquia antiga

Dezembro 9, 2010

Já tem algum tempo que eu ouço falar muito bem da série Sons Of Anarchy, o que sempre acabava me deixando bem curioso. Talvez eu tenha deixado para depois devido ao tema, uma gangue de motoqueiros violenta e que segue as suas próprias regras, algo que a princípio não me atraia muito. (mais ou menos neam? rs)

Até que na semana passada, com a pausa da maioria da séries por conta do Thanksgiving, eu resolvi dar uma chance para os motoqueiros de Sam Crow. Sábia decisão! O episódio piloto já é bem sensacional e já vale para dar uma prévia do que viria pela frente nos outros 12 eps da Season 1. Coisa phina, mas diferente do que eu costumo dizer com “coisa phina”.

Digo isso porque eles são sujos, usam praticamente o mesmo figurino em todos os eps, estão quase sempre bêbados ou fumando charutos, são preconceituosos, extremamente violentos e não tem a mínima chance como galãs (exceto o Jax e o half-sack, Höy!). Mas não é que aqueles homens daquele clube tem o seu charme? Mesmo sendo assumidamente os bad guys da história. Talvez isso se justifique na minha fascinação por vilões (rs). E aqueles coletes de couro com o símbolo do clube, inferninhos animados e todo aquele  ideal de vida só me faz sentir muita, mas muita vergonha dos nossos endinheirados que circulam pela cidade com suas Harleys polidas, fingindo que são badass, o que todo mundo sabe que eles não são. Tolos!

Sem julgar valores, ou quem esta certo e quem esta errado naquela história toda que envolve armamento pesado, tráfico e muita violência, vc até acaba “entendendo” de certa forma aqueles caras. Não que isso justifique qualquer uma das suas atitudes, mas vc acaba entendendo que aquele parece mesmo uma caminho sem saída e as vezes a única forma de sobreviver é mergulhar ainda mais naquela história sangrenta (uia, fui bem dramático hein?).

Interpretar aqueles caras também não deve ser nada fácil hein? Imagino que seja um bad karma, como disse o “half-sack” em um dos episódios. Ele que é o boy magia indie da série, uma espécie de Seth Cohen versão wannabe badass.

Confesso que como eu já disse em algum momento aqui no Guilt, que eu sempre achei essa história de irmandade, fraternidade ou clube, tudo uma grande bobagem (que costumamos ver muitos nos filmes e seriados americanos) e o assunto ou possibilidade nunca me encantou, fatão! Sempre achei algo um tanto quanto tolo demais e tenho uma teoria de que quem é realmente cool não pertence a nenhum desses clubes (algo que eu comparo também com times de futebol, por exemplo, rs). Na verdade, eu nunca consegui entender o que levava uma pessoa a acreditar e defender tão fielmente aquelas regras criadas sabe-se lá por quem. Em Sons Of Anarchy a série fala exatamente disso, dessa relação de irmandade e uma certa devoção que aquelas pessoas tem com aquele clube, algo que se torna perigoso com o tempo, como uma religião (…), mas ainda bem que o contraponto é feito através das memórias do pai do Jax (personagem principal), que foi o fundador do clube e que se sentiu assustado depois de perceber os rumos obscuros que aquilo que ele havia criado com outro propósito, acabou se tornando algo totalmente diferente com o tempo e que muito provavelmente por isso, ele tenha resolvido escrever uma espécie de diário onde ele relatava os seus verdadeiros ideais para o clube. Uma tentativa de passar a sua essência a diante, vamos dizer assim. Talvez esse contraponto seja o que não me fez desistir da série logo no começo, porque eu não sou do tipo que vê graça em uma violência gratuita ou qualquer coisa do tipo. (sorry Tropa de Elite…)

Jax (Charlie Hunnam), é o único galã da série e por isso eles capricharam na hora de construir o seu personagem. Höy! Tem um ar de Kurt Cobain nele, até o seu estilo é meio grunge, cabelo longo, barba, uma mistura de badboy + badass+ mocinho que funciona e muito bem eu diria. Höy de novo! A sequência final da Season 1, com ele no meio do cemitério, em meio a todos aqueles túmulos com a bandeira dos EUA e segurando as memórias do seu pai, foi uma das cenas mais lindas da história da tv, com uma fotografia absurda! Maravileeeandra!

Dentre os meus personagens preferidos está como eu já disse antes o half-sack (Johnny Lewis), que é uma espécie de “estagiário” tentando conquistar a sua cadeira no santuário dos Sons Of Anarchy. Foufo mil, ele é um dos mais novos e é claro que para ele só sobra os piores trabalhos, como desenterrar mortos ou pegar as armas que estão dentro do caminhão de esgoto. Ew! Gosto também da sua futura old lady, Cherry, que descobrimos perto do final ser Rita. E o que foi aquele skate na cara dela? Me-do!

Agora, a minha preferida ever é a mamma Gemma (Katey Sagal), a mãe do Jax e Sra Morrow, a primeira dama dos Sons. Com uma frieza absurda e um instinto de leoa, sempre tentando manipular as vidas de quem a interessa, ela se transformou facilmente na minha personagem preferida da série. É claro que eu sei que ela deve estar mais do que envolvida com a morte do pai do Jax e que talvez ela até seja a grande vilã da história. Mesmo assim, ela continua sendo a minha preferida. Que mulher, não?

E foi dela a line mais sensacional ever envolvendo um crucifixo, crenças e atos sexuais. Diálogo esse que deixaria qualquer Madonna ou Lady Gaga com vergonha de terem ido tão raso em suas performances, prontofalei.

Gosto da Dra Tara tmbm (Maggie Siff, que é a cara da January Jones, não?), a médica da história, mas que no passado também pertenceu ao clube e que é o amor da vida do Jax. Dra-ma! Duas cenas que eu gostaria de destacar envolvendo os dois personagens (Jax + Tara): a primeira, a sensacional cena com o Jax resolvendo o problema com o stalker da Dr Tara, com um tiro na cabeça dele. Uow! E na sequência, depois de um breve silêncio entre os dois personagens e o corpo do stalker assassinado ainda deitado no chão do mesmo quarto e coberto de sangue, o casal resolve se acertar e acaba resolvendo tudo por ali mesmo, na própria cena do crime. Howbadassisthat? Höy!

Outro momento do casal que eu também gostaria de destacar foi a cena em que Jax faz a declaração de amor mais sincera, menos romântica e mesmo assim mais sensacional de todos os tempos, que foi quando ele despeja na cara dela com toda sinceridade, toda a sua raiva por mais uma vez ela estar querendo fugir da relação dos dois, dizendo que ele já esteve com centenas de mulheres, muitas mesmo e que ele nem se lembra da cara da maioria delas, porque enquanto ele esteve dentro de todas elas (Höy!), o único rosto que ele conseguia imaginar era o da Tara.

Pausa: howbadassisthat?

Essas duas cenas eu destaquei só para vocês sentirem um gostinho do nível da série, que circula sempre por esse caminho.

Agora chegamos ao chefe, ao cabeça dos Sons Of Anarchy, Clay Morrow (Ron Perlman). Hmm mmm, quando eu o vi pela primeira vez, tinha certeza que já o tinha visto em algum outro lugar, mas não conseguia me lembrar exatamente de onde. Até que, pesquisando imagens para o post, eu acabei descobrindo que ele é ninguém menos do que o Hellboy! O HellfuckingBoy! Tem como ser mais cool? Eu acho que não…

E o Opie hein? Até agora, ele é quem mais perdeu com essa história toda, não? Fico só pensando o que vai acontecer com a cabeça dele quando ele de fato perceber o quanto da sua vida ele já perdeu em nome do clube…

Aproveitando que estamos vivendo tempos violentos por aqui, eu acho que a série levanta muito bem essa questão da corrupção entre bandidos e mocinhos e também a questão de que alguns tratos são necessários para a sobrevivência de ambas as partes, infelizmente. Não que eu ache essa a melhor solução para esse tipo de problema, mas levantar esse tipo de questionamento nos aproxima um pouco mais e talvez nos faça entender melhor essa onda de violência que nos cerca. Nos faz pensar pelo menos…

A trilha é bem boa também, com rock mais pesado + coisas antigas e tem cara de trilha de meninos, rs. Aliás, a série tem cara de série de meninos, o que é bom também só para variar um pouquinho de cenários, rs.

Devorei os 13 eps da Season 1 em pouco tempo (mesmo com eps de 45 min em média) e uma coisa não me saía da cabeça enquanto eu assistia a série. A todo momento a lembrança de Sopranos antiga passava pela minha cabeça. Pois bem, arrisco sem medo em dizer que a partir da semana passada eu já tenho o meu novo SopranosSons Of Anarchy! E recomendo a todos vocês, badass ou bunda molões, rs.

Na américa antiga a série encerrou na semana passada a sua Season 3 e agora uma nova temporada só mesmo no ano que vem. Mas Paolo Torrento já me trouxe tudo e eu estou ansioso mil para devorar todos os eps das outras duas temporadas, que eu espero que continuem sendo tão sensacionais como essa Season 1. Série para comprar e colocar na prateleira especial, ao lado de Sopranos (o que não é para qualquer um hein?),  vai por mim!

Garanto que vocês vão ficar colados no sofá…


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