Posts Tagged ‘Jean Paul Gaultier’

Jean Paul Gaultier colocando a Jessica Biel no seu devido lugar. Finalmente!

Dezembro 7, 2012

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Finalmente, em nome da Nossa Senhora da Boy Band Antiga, apareceu alguém com coragem o suficiente para colocar a Jessica Biel no seu devido lugar, que não poderia ser mais perfeito do que fazer as vezes de carregadora de guarda-chuva. Se bem que ela é tão expressiva quanto o próprio cabo do guarda-chuva e poderia interpretá-lo também muito bem, com possibilidades até de uma indicação ao Oscar.

Seu melhor papel até hoje, sim ou absolutamente sem a menor dúvida ever? Clap Clap Clap (no ritmo de “It’s Gonna Be Me”)

Achou que passaria impune por ter levado o nosso boy magia do sexyback? JAMAIS. Temos vingadores prontos em todos os lugares. Thnks Gaultier! (que acabou de garantir críticas positivas para pelo menos os próximos dois desfiles da temporada 2013)

E quem quiser conferir de perto, a imagem faz parte de um editorial da Elle de janeiro de 2013, com a Jessica Birrel (sim, porque agora adquirimos uma birra eterna enquanto dure dela…) na capa by  Thomas Whiteside.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Respiro. Respiro. Respiro. Sé que respiro

Dezembro 27, 2011

Almodóvar e sua cabeça esquisita, passional e deliciosa.

“La Piel Que Habito” é o típico filme que vc nem precisa prestar muita atenção, para reconhecer de cara o trabalho do diretor, mesmo tendo ele fugido assumidamente das características dos seus filmes anteriores. Nele, Pedro Almodóvar empresta a sua identidade, dessa vez em uma nova versão, bem mais organizada, até mesmo clean, mesmo quando cercado de excessos em alguns momentos, algo que deixa o seu novo trabalho ainda mais especial.

A história é completamente inusitada, do começo ao fim, quase que incapaz de ser prevista ou sequer imaginada. Um trabalho realmente primoroso, em todos os sentidos.

Tudo gira em torno do personagem Robert (Antonio Banderas), um cirurgião plástico que estuda a possibilidade de criar a “pele perfeita”, pensando inicialmente em pessoas que sofreram algum tipo de queimadura grave na pele, mas que na verdade, mais tarde, acabamos descobrindo uma ambição para essa sua criação muito maior do que a gente poderia imaginar.

Metódico, frio, ele me pareceu ser uma pessoa extremamente racional, prático até, diferente da maioria dos personagens do diretor, sempre tão apaixonados, passionais, quentes.

Mas não se engane se vc acha que dessa vez essa questão da paixão ou do amor ficou de fora, porque toda a sua motivação em seus experimentos que tem como máscara a bandeira da grande ajuda que seria para a humanidade a criação dessa nova pele, na verdade, esconde o real motivo desse interesse todo do médico sobre o assunto, algo que atravessa os limites da obsessão e passa a ocupar um espaço que poderia certamente ser classificado como loucura.

Como nem todo monstro possuí apenas uma camada, ao conhecer um pouco mais da sua história (que no filme é contada meio que de trás para frente), podemos perceber que aquele homem possui marcas profundas relacionadas ao amor, que vão desde a traição de sua mulher com o filho da empregada (que esconde uma história muito mais profunda e que eu não vou contar qual é…), que desesperada em busca da liberdade, acabou envolvida em um acidente de carro, do qual mais tarde ela conseguiu se recuperar com a ajuda do marido cirurgião, embora tivesse a pele do seu corpo destruída pelo fogo do acidente e o resultado do reflexo da sua imagem tratada pelo marido após o acontecido, acabou a levando ao suicídio, na frente da própria filha. O que acabaria deixando a menina também com sérias sequelas e que provavelmente foi o grande motivo para que a sua filha mais tarde, tivesse o mesmo destino trágico da mãe.

Do outro lado da história temos Vera (Elene Anaya), uma mulher mantida em uma espécie de cativeiro de luxo dentro da casa do próprio cirurgião, que praticamente só tem contato com ele e sua criada Marilia (Marisa Paredes) e que vive coberta por uma espécie de segunda pele por quase todo o corpo (linda por sinal), exceto pelo rosto, que descobrimos com o desenrolar da história que é igual a rosto da mulher do cirurgião que havia se suicidado no passado e esse detalhe agrega para o seu personagem o suspense da trama, onde vc se pergunta a todo momento quem de fato seria aquela mulher misteriosa e qual seria exatamente o experimento que Robert estaria aplicando nela e para qual finalidade?

E a história é muito mais profunda do que isso, muito mais dramática, como já conhecemos de trabalhos anteriores do Almodóvar e envolve uma história familiar complicada, cheia de reviravoltas e surpresas que não vale a pena contar para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu o longa. Uma história que já começou de forma errada e certamente seria bem difícil evitar que o seu encerramento não fosse pelo mesmo caminho.

Além do amor, o filme fala também de vingança e da falta de limites para tentar se sentir reconfortado sobre algo que vc já não tem mais como remediar. Nesse caso, a vítima em questão era um inocente, um jovem que estava na hora errada e com a pessoa errada, e que provavelmente jamais imaginaria que o que aconteceu naquela noite mudaria a sua vida para sempre, em todos os sentidos. To-dos.

Por isso é difícil até classificar o filme (tarefa que pra mim é sempre um drama) segundo até o próprio diretor. Seria um Sci-Fi, com um pouco de terror, com bastante suspense e bem dramático. Assim resolve? rs

Mas vamos falar um pouco da plástica do filme, que foi algo que me chamou bastante a atenção. “La Piel Que Habito” é certamente o filme estéticamente mais bonito, ou de mais bom gosto do diretor. Organizado, com os objetos todos em seus lugares, muito bem posicionados, o que para quem tem TOC como eu é quase que um sonho realizado, rs. Detalhe que os móveis e objetos da casa do Robert por exemplo, são quase todos do próprio Almodóvar, que fez questão de decorar ele mesmo aquele cenário, sozinho.

Fora isso, as cores do filme me impressionaram, como aquele tom de azul, que se repetiu por quase todo o longa e a presença marcante do amarelo em objetos de impacto para a cena. Algo realmente bonito de se ver, fugindo completamente dos exageros dos filmes anteriores e propondo uma nova estética que surpreendentemente também funcionou muito bem para a identidade do diretor, mesmo fugindo completamente da sua zona de conforto.

Esses “exageros” dos filmes anteriores, o sangue, também não ficaram completamente de fora do seu novo trabalho, embora dessa vez tenham aparecido timidamente, como por exemplo na quantidade absurda de quadros pendurados nas paredes da casa do médico, todos grandes, próximos um do outro, lindos, com imagens fortes, coloridas, corpos em meio a várias cores e as já esperadas flores de Almodóvar, que eu pelo menos tenho a impressão que ele deve gostar e muito, porque de uma forma ou de outra estão sempre presentes em seus filmes.

E tudo isso dá um toque de modernidade para o longa, o que não poderia ser diferente, tendo um filme como esse nas mãos de um diretor tão sensacional, com temas tão diversos e atuais, tratando por exemplo de um assunto bastante em discussão atualmente que é a mudança de sexo, mas de uma forma completamente inesperada e totalmente diferente das discussões que ouvimos até hoje sobre o assunto. Pelo menos no cinema.

Essa modernidade aparece também no figurino dos personagens, da Vera principalmente, que tem assinatura do Jean Paul Gaultier, que já havia trabalhado com Almodóvar anteriormente em “Kika” e “Má Educação” onde até aquela malha que ela era obrigada a usar como segunda pele me parecia ser extremamente bem feita, toda recortada, deixando o corpo maravileeeandro e as vezes até se confundindo com a verdadeira pele da atriz Elena Anaya. Aliás, e que corpo não? Höy!

Ainda falando dessa plasticidade do longa, uma das minhas cenas preferidas foi aquela em que Robert procura sua filha pelo jardim da festa, um lugar onde acontecia de um tudo (Höy!), mas com uma estética fora do comum de tão maravileeeandro. Algo que me lembrou muito “Alice In Wonderland” e que também tinha um identidade bem forte de editorial de moda.

E só eu quase enlouqueci quando ela começou a utilizar o make da Chanel para pintar as paredes? Tudo bem que o resultado final foi sensacional (eu gostei desde a primeira vez que bati o olho naquela parede e imaginei que fosse um trabalho dela), mas a gente bem sabe quanto custa um daqueles ítens da Chanel por aqui no nosso país rico em impostos, portante, dá pena vai? rs

Como a história começa praticamente perto do final, quando conhecemos o que aconteceu antes para que aquelas pessoas se encontrassem naquele momentos de suas vidas, voltamos ao passado durante o filme e passamos a entender o caminho de cada um daqueles personagens, as motivações e um pouco do passado de todos eles, o que acaba trazendo revelações que eu não consegui sequer imaginar ou prever assistindo ao filme. Uma surpresa deliciosa, vai por mim.

Na verdade, eu até imaginei que esse fosse o caminho e na hora em que ambos, Robert e Vera estavam sonhando e em uma das cenas do sonho dela, o médico estava naquela festa, observando de longe a sua filha, e no meio da cena o foco da imagem se perde e logo se encontra em um outro personagem que ainda não nos foi apresentado, mas que se encontrava presente naquele mesmo cenário, eu confesso que cheguei a torcer para quem seria de fato o personagem que estava emprestando a sua memória para a cena, revelando assim a verdadeira identidade de Vera, porque pensando bem, se fosse ao contrário e aquele fosse o olhar da filha, o filme seria muito mais estranho do que já pode parecer para algumas pessoas, não?

Uma vingança terrível, sem limites, muito bem arquitetada e aproveitada até, mas que desde o começo anunciava que não teria um final muito feliz. Mesmo porque, aquele personagem nem merecia. (o vingador, que na verdade, se transformou eu um monstro, não?)

O final do filme é muito bom, trazendo de volta uma lembrança que eu já não tinha do começo do filme, onde aquele último olhar da mãe para o seu filho desaparecido dentro da loja de roupas, acabou dizendo muito mais do que qualquer line que pudesse ser dita naquele momento. Clap Clap Clap!

Mais um filme do Almodóvar que comove, provoca, só que dessa vez de uma forma completamente inusitada, reunindo um roteiro sensacional com uma estética primorosa, uma verdadeira delícia de se ver, filme que encerra da melhor forma possível o meu ano de 2011 no cinema.

E o que será que nos espera em 2012 no cinema aqui no Guilt hein? Eu não sei, mas espero delícias deliciosas como as minhas escolhas para esse ano que foram sensacionais, não?

Enfim, nos encontramos na fila da pipoca em 2012! (e se alguém quiser guardar lugar pra mim, tem que ser no meio, porque do fundo eu não enxergo muito bem, rs)

Gaga + Gaultier

Setembro 16, 2011

Delicia de entrevista hein?

Descobri várias coisas que eu não sabia ainda sobre a nossa Mother Monster.

E ser recebida na Haus Of Gaultier em Paris, realmente não é para qualquer um e eu senti que ela estava bem emocionada (quem não ficaria?). E o que era o Jean Paul vestido de marinheirinho, com direito a ombreiras só para recebê-la? Howcuteisthat?

Só esta um pouco dramático para entender o inglês dele carregado de sotaque francês, mas vale a pena

O final é de uma foufurice sem tamanho no telhado. #TEMCOMONAOAMAR?

Paws Up!

Turbante de rica na capa da Dress To Kill

Julho 7, 2011

Achei de um poder absoluto esse turbante da capa da Dress To Kill, hein?

Jean Paul Gaultier e Jessica Stam by Nelson Simoneau

ps: e será que essa olhada no closet da Madonna é literal ou é tipo uma retrospectiva do que nó já conhecemos? Hmm mmm 

Tendencismos para o Verão 2011 da Europa antiga

Outubro 11, 2010

Já desabafei sobre o mesmo do mesmo da semana de moda de NY e acho que o chocho ainda vale para o que vimos nas passarelas da Europa antiga durante essa temporada. Poucos riscos, quase nenhuma surpresa e todo mundo trabalhando o que já havia dado certo no passado em suas marcas. Seria esse um reflexo do medo da crise mundial? Pode até ser, afinal como eu já disse antes, ninguém quer perder dinheiro não é mesmo?

E logo na Europa antiga, que concentra os maiores nomes do mundo da moda. Londres, Milão, Paris…humpf!

Mesmo assim, tivemos bons desfiles, com as informações de sempre quando o assunto é verão: branco, cores, leveza, fluência, transparência… Zzz

Basicamente, observei uma “repetição” dos tendencismo que eu apontei em NY, com uma diferença aqui e outra ali. Vamos conferir?

 

Vestidos realmente para todas: curtos, médios e longos

Curtos/médios

Longos

Parece que realmente todo mundo vai poder usar vestidos no próximo verão. Para todos os tipos de pessoa, eles aparecem em todas as coleções. Os ombros perdem a atenção, que agora é voltada para a cintura, para  a silhueta femina. Modelagem arredondada, justos, camadas, fendas e o fundamento da camisaria masculina. Mesmo quando muito bem trabalhados, vc consegue perceber a leveza dos tecidos. Nada mais natural para o verão neam? Zzz

Adorei que no McQueen, sua assistente e agora estilista da marca, manteve o  estilo do criador em sua primeira coleção sem o próprio. Só senti um pouco a presença de coisas que poderiam ter feito parte da coleção anterior de McQueen, a última que ele mesmo realizou (infelizmente…). Morri por esse tom de azul do longo do Mathew Williamson e uma das minhas coleções preferidas da estação ficou por conta do Jil Sander e a sua modelagem absurda.

Na ordem: curtos e médios: Bottega Veneta, Jean Paul Gaultier, Dolce & Gabbana, Nina Ricci, Gucci, Burberry, Lanvin, Viktor & Rolf (2), Dsquared2, Viktor & Rolf, Balenciaga, Alexander McQueen e Chanel. Longos: Bottega Veneta, Elie Saab (2), John Galliano, Givenchy, Emilio Pucci, Jil Sander (2), Mathew Williamson, Valentino, Zac Posen, Viktor & Rolf e Alexander McQueen (3)

 

Saiais e + saias

Em NY começamos a observar o tendencismo das saias em comprimento médio ou longo. Já na Europa antiga, os modelos curtos tmbm apareceram, timidamente, mas deram as caras. Mas, a aposta da vez é mesmo a saia longa, leve, com ou sem fendas e com algum volume. A única unanimidade nesse caso é a cintura marcada, que apareceu em todos os desfiles (exceto na Balmain)

Não sou grande fã dos modelos longos, embora tenha achado bens as que eu vi durante a temporada. Mas ainda prefiro o comprimento médio, na altura do joelho para essa estação. E as muito curtas eu substituiria por shorts, fikdik. Cintura alta tmbm é um boa pedida. Alô Prada? Valentino? Jil Sander?

Na ordem: Balmain, John Galliano, Viktor & Rolf, Gucci, Valentino, Prada, Miu Miu, Bottega Veneta, YSL, Celine, Nina Ricci, Jil Sander, Prada, Stella McCartney, Chanel, Paul Smith, Alexander McQueen e Lanvin.

 

Shorts? Vc por aqui?

Novamente comparando com NY, vimos bem menos shorts nas passarelas americanas. Já na Europa ele ainda apareceu, tmbm em menor quantidade do que as últimas temporadas, mas anuncia que ainda continua. A modelagem “boyfriend” todo mundo já tem, assim como a barra italiana portanto, eu apostaria no modelo em couro com cintura marcada, fikdik.

Realmente os modelos em couro com cintura alta são bem maravileeeandros não? Chamaria atenção para o vermelho da Balenciaga (que não teve a sua melhor coleção nessa temporada, fatão!) e o em couro preto da Balmain, que deve custar pencas. $$$ Catching!

Na ordem: Balmain (3), Chanel, Jean Paul Gaultier (2), Valentino, Dsquared2, Elie Saab, Balenciaga, Valentino, Nina Ricci, Dsquared2 e Paul Smith (2)


God save the white queen

Não adianta, tem algumas coisas na moda que sempre se repetem, do tipo verão=branco. Quase sempre é assim, talvez porque a cor ilumina e lembra os dias “claros” de verão. Anyway, o look total branco ainda tem força.

Meu sonho é fazer um look todo branco myself. Mas não consigo, sempre coloco uma cor no final das contas. Mas acho chic mesmo assim! Mas esse Paul Smith esta lindo nção? Junto com o Jil Sander, uma das minhas coleções preferidas da estaçán.

Na ordem: Alexander McQueen, Chanel, Paul Smith, Bottega Veneta, Dsquared2, Celine, Valentino, Stella McCartney e Viktor & Rolf.

 

Back To Black

Um clássico que vira e mexe sempre aparece neam? Como a cor por si só já carrega um certo peso, o ideal aqui é usar peças com tecidos mais fluentes e leves. Ou, mesclar com uma ou outra peça com tecido mais pesado. Agora, um fato que ninguém pode negar é que o preto é sempre chic, não?

Preto eu acho mais fácil de fazer um look total usando apenas a cor como base. Só tem que tomar cuidado para ver se todas as peças estão em bom estado e portanto com o  mesmo “tom” da cor, fikdik que preto desbotado nesse caso não dah neam? Eu deixaria outro fikdik, para usar a cor com transparência nessa estaçán. Como na Chanel de ricah e no look da Freja para o Emilio Pucci.

Na ordem: Dsquared2, Chanel (2), Jean Paul Galtier, Emilio Pucci, Gucci, Bottega Veneta, Paul Smith, YSL, Viktor & Rolf, Nina Ricci e Lanvin.

 

Combo 2 de estampas

Sim, é claro que quando se trata de verão, as estampas tmbm são sempre bem vindas. Com muitas cores e padrões, vale das listras até as estampas florais. Menos do que em NY, o mix de estampas tmbm apareceu na Europa antiga, mas talvez os americanos tenham resolvido melhor esse fundamento, fato. E as bananas da Prada hein?

Prefiro o mix de estampas americano, acho mais atual, mais moderno. Mas as bananas da Prada são muito divertidas não? Euquero!

Na ordem: Celine, Viktor & Rolf, Missoni, Balenciaga, Burberry, Miu Miu, Nina Ricci, Jean Paul Gaultier, Chanel, Paul Smith e Stella McCartney.

 

As calças que são o must have da estaçán

Skinny e curtas, cenoura, com a modelagem arredonda ou com muito volume. Nunca tinha visto tanta calça no verão viu? Acho bem chic por sinal. Gosto dessas mais largas e com a cintura marcada. Mas a velha e boa skinny não vai sumir tão cedo, isso porque já se tornou um clássico. E a barra dobrada agora esta um palmo acima, fikdik.

Gosto muito desse fundamento alfaiataria maxi, com volumes e movimento que fazem todo um efeito ao caminhar neam? Jil Sander fez as mais “diferentes” da estaçán e o Paul Smith ahazou no fundamento masculeeeandro!

Na ordem: Balmain (2), Paul Smith, Burberry, Jean Paul Gaultier, Gucci, Bottega Veneta, Celine, Viktor & Rolf, Dsquared2, Paul Smith, Givenchy, YSL, e Jil Sander.

 

Overall 4 All

É, ele é o vestido dessa estação, fatão! Como nem todo mundo é magra e alta, nem se anime se vc não pertencer a esse seleto grupo, as preferidas de Cher (rs). Mas que é lindo isso ninguém pode negar, não? Gostei muito que na Europa antiga eles apareceram em mais opções. Se tem alguma coisa que eu apostaria nesse verão, a minha escolha seria o overall. (tipo vale a pena gastar um pouco mais e garantir a sua peça fundamento, entende?)

Definitivamente eu deixaria de comprar um vestido caro se fosse vcs e apostaria em um overall bafoneiro. Gucci, Viktor & Rolf, Lanvin e Paul Smith, escolha qualquer um deles, vai por mim, rs

Na ordem: Gucci (2), Lanvin, Gucci, Zac Posen (2), Viktor & Rolf, Jean Paul Galtier (2), Nina Ricci, Elie Saab, Givenchy, YSL, Celine, e Paul Smith

 

Muita textura

Aqui o fundamento sempre é: coisas que me dão vontade de tocar. E eu fico imaginando: como é que eles conseguiram fazer isso hein? rs

Não tem pra ninguém, quero tudo com tachas e pontas da Burberry. Da para mandar a coleçán aqui pra casa?

Na ordem: Alexander McQueen, Burberry, Gucci, Alexander McQueen, Burberry, Givenchy, Jean Paul Gaultier, Balenciaga, Valentino, Nina Ricci, Zac Posen, Dolce & Gabbana, Chanel (2) e Emilio Pucci.

 

E realmente o bege é o novo nude

Não sei, eu sempre acho o bege meio sem graça, fato. Ainda mais quando o look é inteiro bege, hmm mmm. Prefiro quando ele esta mais para o nude, ou quanto tem um certo “brilho dourado”. E gosto mais ainda quando ele vem misturado com outras cores.

Nunca aceite um simples bege. Escolha entre o claro ou o escuro (nunca o médio) e combine com outras cores que ai eu acho bens, fikdik!

Na ordem: Nina Ricci, Valentino (2), Roberto Cavalli, Alexander McQueen, Burberry, Jean Paul Gaultier, Bottega Veneta, Gucci, YSL, Dsquared2 e Lanvin

 

True Blue

Em NY tivemos o amarelo, que se repetiu em vários desfiles. Na Europa antiga, o azul chamou mais a atenção, embora o amarelo tmbm tenha aparecido. Eu combinaria as duas cores, fikdik (que atualmente é o tom do meu jogo de cama. Confirmou! rs)

Esse azul, além de ser lindo é super fácil de combinar. E é uma ótima opção para combinar com aquele marrom sem graça, por exemplo. Mas fica muito bom tmbm com amarelo ou laranja. Gosto dele vibrante como na Prada, ou mais claro e mais fosco como esse modelón Jil Sander.

Na ordem: Celine, Dsquared2, Jean Paul Galtier, Miu Miu, YSL, Prada, Stella McCartney, Jil Sander e Emilio Pucci

Jeans sempre é bens

Ele geralmente não chama muito a atenção nas passarelas a não ser quando ele é o grande centro das atenções. E isso propositalmente, pq eles estão mais interessados em nos fazer comprar as peças de maior fundamento e consequentemente maior preço tmbm, fatão!. Mas não tem jeito e todo mundo sabe que a maioria dessas grandes marcas sobrevive graças ao velho e bom jeans.

Jeans é sempre jeans neam? Acho um bom momento para optar por lavagens mais claras e com um fundamento maior de alfaiataria.

Na ordem: Balmain (2), Chanel, Dsquared2, Celine e Jean Paul Gaultier.

 

Ufa, finalmente consegui encerrar o assunto tendencismos de uma noite de verão 2011 por aqui no Guilt neam? Com sempre, separei o que mais me chamou atenção na temporada do Verão 2011 da Europa antiga e se vc não viu a minha cobertura exclusiva (euri) de NY, pode sijogar aqui. Agora é só esperar fazer aquele sol de 40º, se vestir inteira de bronzeador e escolher o modelón poder. Nos encontramos no Iate Clube. Smacks


Dita Von Teese para Haute Couture Gaultier

Julho 8, 2010

Maravileeeandra!

O fundamento caricata de Jean Paul Gaultier

Outubro 5, 2009

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Adoro as mulheres caricatas de Gaultier! Sempre leeeandras!


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