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O grid perfeito de Tron Legacy

Abril 6, 2011

Muito, muito cool. Depois de algum tempo lamentando por não ter assistido o filme no cinema, não muito por minha culpa, mas pq simplesmente o longa sumiu rapidamente nas salas brasileiras (humpf!), finalmente assisti “Tron Legacy”.


Apesar de ter ouvido várias críticas negativas em ralação ao filme eu confesso que eu até que gostei, muito mais pelo fundamento da estética do que por qualquer outra coisa. “Tron Legacy” é um filme com cara de novidade, que impõe uma nova estética que te faz querer assistir ao filme na maior resolução possível. Por isso, mais uma vez eu lamento por não ter visto no cinema, humpf!

Quando eu falo em “grid perfeito” estou esquecendo um pouco da história do filme (que é meio fraca até) e estou querendo dizer o grid mesmo, da linguagem dos designers. Tudo no filme parece se encaixar perfeitamente dentro daquele universo futurista, linhas, curvas, diagonais. Todas as formas em perfeita harmonia. Um trabalho impecável de direção de arte e talvez tenhamos encontrado em “Tron Legacy” uma nova proposta de imagem, um novo conceito, certamente uma referência para o futuro.

Sabe quando vc assistiu filmes como “Matrix”, “Blade Runner”, “O Quinto Elemento” e pensou “Uow! Chegamos ao futuro!” ? Então, com o novo Tron, essa cara de futuro ganha uma nova roupagem, ainda mais cool de tudo o que nós já vimos até então.

Os tons do filme, tons de azul (para o universo em si e tmbm para os bons moços do filme ) e o contraste com os tons de laranja, do claro ao escuro (que ficam por conta do lado negro da força), colaboram para esse estética futurista absurda que é de enlouquecer qualquer um.

Os figurinos são absurdos e o efeito de luz nos outfits faz toda a diferença. Aquele sapato branco das mulheres que receberam o personagem principal (Sam Flynn) na sala pré-jogo é sensacional. Alias, das mulheres, o figurino delas todo em branco, pricipalmente em uma das cenas onde uma delas encontra com o Sam, usando uma umbrella de luz, é o meu preferido.

Nos cenários, moveis em branco e preto, com cara de vintage, rebuscados, com detalhes que remetem ao retrô, rococó, porém com um brilho a mais, um detalhe em croma, para garantir os aspecto futurista que eles estavam buscando. AMEI o contraponto. Cool!

E aquelas escadas? Pelo menos as duas que apareceram em destaque no filme eu achei sensacionais.

Tron parece uma viagem entre universos conhecidos de todo bom jovem nerd, misturando alguns elementos que com certeza vc já viu em “Star Wars”, “Blade Runner”, “Star Trek”, “Matrix” e “2001 Uma Odisséia no Espaço”, para citar alguns. Ou seja, ótimas referências reunidas em um só lugar.

As cenas de ação com certeza foram as minas preferidas, ainda mais com todos aqueles efeitos de luz absurdos que vão pintando a tela enquanto a tudo acontece. Muito cool mesmo! A cena da briga de motos de luz por exemplo, é um banho de adrenalina e arte moderna, tudo reunido no mesmo pacote. Uma pena elas não serem tão presentes no filme, mas eu até imagino o trabalho que não deve ter dado para criar aquilo tudo. Quero muito ver o making off agora…

Outro mmomento que eu gostaria de ressaltar no filme é a cena da buathcy moderna do futuro. Animada aquela pixxxta ao som do Daft Punk em si, não? Aliás, achei ótimo a dupla estar presente no longa, eles que assinam inclusive a trilha sonora do filme. E que trilha não?

E aquele vilão meio que o dono da buatchy? Super caricata, não? Euri! Aliás, ele faz o papel de um dos namorados desastrosos da Liz Lemon em 30 Rock. Achei engraçado, mas talvez um tom acima…

Agora a história eu achei meio assim… Não diria nem que eu achei tão fraca assim, mas me pareceu que eles se preocuparam em ser didáticos demais em alguns momentos e ai o filme foi ficando meio arrastado nesse sentido.

E isso mesmo com o peso de um ator como Jeff Bridges no elenco, que parece brincar no meio daquela história toda. Agora, precisavam coloca-lo fazendo o zen de pés descalços? Zzz

Tudo bem que o cara é o Deus daquele universo, mas mesmo assim, achei que ficou estereotipado demais, fikdik

Garrett Hedlung eu achei bom para o papel de mocinho badass da trama, mas com a dobradinha com a Olivia Wilde, eu não parava de pensar que poderia ter sido o Ben McKenzie (The O.C) aquele Sam hein? Ainda mais com aquele figurino de Ryan Atwwood da cena final, total Ryan em The O.C hein?

E quem não gostaria de gastar uns trocados ali no Flynn’s hein? Recheado de arcades antigos, de 20 anos atrás, o sonho de consumo de todo mundo que gosta de games. Me lembrou uma época antiga, onde eu sempre dava uma passadeeenha no centro da cidade, naquele fliperama que ficava do lado da Bolsa de Valores, sabe? Só nunca tive coragem de dançar naquelas máquinas, pq as koreanas arrasavam na coreô, mas dei muita surra em marmanjo no Street Fighter, por exemplo, rs. Lá, no Sarajevo e na Lôca tmbm, rs. Enfim…

O final do filme nos faz pensar na possibilidade de uma sequência. Não sei se isso vai acontecer, acho que deve, mas só fico imaginando que eles deveriam fazer uma Space Mountain na Disney com o tema de Tron, ou sei lá mais o que neam? E o game hein? Bem bom…

Filme que merece ser assistido em alta resolução por sua força estética, a começar pelo logo da Disney versão Tron, que ficou maravileeeandro!

“Tron Legacy” tmbm entrou na onda das ações diferenciadas e modernas para divulgação do filme, algumas eu até porstei aqui no Guilt antes do seu lançamento. Mas de todas, a que me deixou mais impressionado foi essa aqui ó:

Pois é crianças, parece que chegamos mesmo ao futuro!

E a nova série de fotos da Annie Leibovitz para a Disney, hein?

Março 11, 2011

Amo a série inteira das fotos promocionais dos parques da Disney com a assinatura da Annie Leibovitz, que tem pencas de celebridades no papel dos personagens mais queridos da Disney.

Nessa nova série, temos a Penelope Cruz e o Jeff Bridges no papel da “A Bela e a Fera”, a Olivia Wilde de Evil Queen da “Branca de Neve e os sete anões” com o Alec Baldwin de fantasma do espelho, divertido mil. A última da nova série, traz a Queen Latifah encarnando a temida Ursula do clássico “A Pequena Sereia”.

Foufo mil!


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