Posts Tagged ‘Jessica Chastain’

Parando tudo em Cannes 2012 (parte 2)

Maio 28, 2012

E qualquer festival que termine com a  Diane Kruger vestida de Princesa Fundamento nesse xadrez para deitar qualquer uma sem dó e nem piedade com o seu funamento xadrez nesse red carpet (by Christian Dior), já pode ser considerado um bom festival, não é mesmo?

Gosto muito de quem guarda o melhor para o final. Höy!

Exigimos uma princesa Disney assim, NOW! (rs)

Aliás, vale dizer que esse ano o Festival de  Cannes foi da Diane, não?

Transparente, phina, com cara de rica e com o boy magia que cruza universos. #TEMCOMONAOAMAR?

By Jason Wu

E o Peter Pacey até com o cabelo meio assim a gente perdoa, ainda mais com a Diane toda de branco da Chanel desse jeito e ao seu lado. PÁ!

ps: diz que nesse dia, o Joshua arrematou um colar no leilão beneficente por $45.000, que ele deu de presente para ela. Dizem que foi presente de noivado, mas ambos negaram. Rhicos! $$$

E nada como um red carpet com chuva para colocar todo o cavalheirismo do nosso Peter Pacey em prova…

Aprovado. Höy ✓

Outra que esteve maravileeeandra durante esses dias no Festival de Cannes foi a Naomi Watts, nesse seu Marchesa recheado de detalhes. Höy!

ps: que para ela, eu não achei que foi a cor ideal…

E a Jessica Chastain com cara de diva antiga do cinema nesse Giorgio Armani até que bem simples?

MUSE!

ps: Jessica Rabbit ligou e disse que está se sentindo um bagulho ultimamente… por isso te passa o manto da ruiva magia, Chastain! (rs)

E para terminar o assunto Cannes 2012, ficamos com essa cara linda da Jessica Chastain (que nessa pose me lembrou a Julia Pestiscos, que é outra ruiva magia que eu AMO!) muito da bem acompanhada da magia do Tom Hardy, porque MUSE que é MUSE, atraí o feitiço por onde passa. Höy!

ps: para quem não viu a primeira parte e quiser se inspirar/cortar os pulsos

Jessica Chastain absurdamente maravileeeandra para a T Magazine Summer 2012

Abril 17, 2012

Tudo bem que toda essa magia ruiva não precisa de muito para se garantir (Höy!), mas a escolha das cores certas e esse bocão dramático no mais alto nível da dramaticidade, certamente colaboraram para essa capa ficar ainda mais maravileeeandra!

By Cass Bird

O que faltou no red carpet do Oscar 2012?

Fevereiro 27, 2012

Faltou tudo. Faltou emoção, faltou glamour, faltou erros, faltou, faltou, faltou!

O saldo do red carpet no Oscar 2012 pode até ser positivo, porque elas estavam até que adequadas para a noite de premiação, o que já é quase um milagre pensando no histórico de cada uma delas. Mas nada saltou os olhos, nada comoveu e o conjunto todo acabou deixando todo mundo com preguiça. Muita preguiça…

Queremos sofisticação! Queremos erros pavorosos! Queremos material para trabalhar (e se divertir)! Queremos uma razão para viver! (aquele que exagera)

Mas, mesmo com tanta preguiça reunida em alguns metros de carpete vermelho barato, vamos ver quem se deu melhor e quem não foi tão bem assim no Oscar 2012. Só não vale dormir no meio do post, hein?

 

Dona Beiça

Dona Beiça, também conhecida como Angelina Jolie (ou a mãe de todos, rs) me apareceu assim, com essa cara de PÁ no red carpet do Oscar 2012.

Não sabemos o que a Dona Beiça tomou na limousine a caminho da premiação, mas sugerimos que ela continue nesse caminho, que está melhor do que a cara fechada e gélida de sempre.

Será que a Angie antiga está despertando dentro dela e logo logo teremos alguém voltando a colecionar facas e com colares carregando o sangue de quem for da sua família? Go Tomb Raider!

Mas e o vestido?

Um pretinho fundamento, em veludo, bem bacana, se não tivesse essa fenda enorme que sempre imprime uma vulgaridade que ninguém precisa.

By Versace

 

Não faz a estatueta Meryl!

Meryl Streep, deusa musa onipresente em toda e qualquer premiação, sábia que é, apareceu ela mesmo vestida de Oscar.

Esperta neam? Vai que ela saísse com as mãos abanando? rs

O modelón dourado era um Lanvin, que eu achei o colo sensacional, mas deixaria essa barra da saia mais solta e talvez um pouca mais longa. Nesse caso, ouro nunca é demais. (rs)

 

Outro que não se fez de rogado e levou a sua própria estatueta foi…

…o George Arrume uma Namorada Da Sua Idade Pelo Menos Uma Vez E Tente Ser Feliz Clooney,  que levou o seu novo troféu preguiça para a premiação, já sentindo que ele mesmo não levaria nada além de um bom chá de calcinha dourada para casa.

 

Um Alexander McQueen sempre merece por obrigação um cabelo mais fundamento

Viu Jessica Chastain? Não basta ser ruiva, tem que se esforçar.

Vestido lindo, com fundamento, mas imprimiu que vc estava na prova e não no evento final. WOO!

 

Verdes que entregam a idade, ou pelo menos a sua condição

Três tons de verde que no mínimo entregam a idade, ou a sua condição.

O primeiro é o verde poder da noite, escolhido pela atriz Berenice Bejo.

Jovem (detalhe importante), leve, delicado, com cara de antigo, mas moderno ao mesmo tempo, uma delícia de maravileeeandro.

O segundo tom de verde da noite foi escolhido pela nossa queridíssima Glenn Close, a gêmea má da Meryl Streep, rs.

A escolha da Patty Hewes foi meio assim, com essa cor e a cauda, cor essa que eu sempre associo á mulheres mais velhas.

Vai me dizer que vc nunca foi a um casamento com uma madrinha de meia idade vestindo algo da mesma cor?

Por isso, acho que esse tom de verde denúncia a idade, portanto, evitem!

Viola Davis cortou o cabelo e já parece até outra mulher não?

Aliás, se a gente comparar a sua personagem com a sua figura nas últimas premiações do cinema e agora no Oscar 2012, temos 3 mulheres totalmente diferentes. Coisa de atriz boa.

Mas eu não sei, o tecido dessa parte de cima do vestido dela não imprimiu luxo e sofisticação, mesmo ela tendo apostado no pantone Ariel, que eu já disse que sempre funciona (ruivo + verde)

 

Beiges e nudes que insistem em resistir ao tempo

Se é para ir de beige ou nude, tem que ter fundamento, ou a gente não consegue aceitar. Pelo menos não é um bandage dress, o que já é um alívio.

Apesar do vestido da Cameron Diaz ter uma saia bem bacana, não imprimiu novidade e só eu tive a sensação que nós já vimos muitas vezes algo parecido por ai?

Acho preguiça, acho sem graça e mais do que tudo, eu acho sinceramente que a Cameron está precisando de um amigo mais sincero ainda para falar para ela parar de colocar tanta coisa nessa cara, ou daqui uns dias ela não consegue mais abrir esses olhos com tanta bochecha. WOO!

By Gucci

Ainda falando em beiges sem gracinha, Kristen Wiig se deu melhor em sua escolha, que embora também seja preguiça, pelo menos tinha essa saia maravileeeandra e que dava até vontade de tocar.

 

Volumão no volumão, NÂO!

Nesse caso, a imagem fala por si só. #NAOTABOMNAO

 

Blowtox? 

Tô dentro, pacotinho! (euri)

Se puxar mais esse cabelo para aumentar o efeito do truque, J-LO vai conseguir o sonho de muitas, que é ter os olhos nas costas. WOO!

 

O que é isso Penelope? Seu vestido de Sweety Sixteen?

Mulheres do universo, não é porque vcs já se tornaram mãe que a magia acabou para vcs, hein?

Cadê o encanto? Cadê a latinidade? Cadê a pomba gira do Almodóvar?

Não aceito Penelope Cruz vestida de debutante. Não aceito.

NOW MOVE!

By Giorgio Armani

 

Eike preguiça…Zzzz

O dia em que a Sandra resolver me aparecer decente e com fundamento, nem que for para ir na padaria, talvez o mundo volte a ter alguma esperança. Cadê a silhueta?

Sabe preguiça? Então…

By Marchesa

 

Brilho de diva antiga, mas faltou alguma coisa…

Achei sensacional o pretinho com esse detalhe nada básico que a Judy Greer escolheu para a noite de premiação.

Imprimiu diva antiga (mas faltou alguma coisa. Uma boa joia, talvez? Ou um cabelo mais decidido se seria com cara de época ou não)

 

Também faltou algo para a Natalie Portman ficar realmente maravileeeandra

Acho que uma faixa na cintura desse vestido iria bem, em outra cor, escura talvez, com brilho. Não sei, mas faltou alguma coisa…

Vida, talvez?

By Dior

 

E a fantasma stalker de American Horror Story, foi convidada para a festa? Confirma esse nome na lista pra mim, produção?

Mas os fantasmas da série não só podiam sair daquela casa pavorosa somente no Halloween?

Fiquei confuso…

Mas com essa postura, parece que ela ainda está no personagem. BOO!

 

Vamos precisar de um tempo para nos acostumar com a saia peplum

As tendências aparecem, mas as vezes demora um pouco para a gente se acostumar com elas.

Geralmente eu acho que isso acontece quando não é uma tendência das bem boas…

Digamos que na Michelle Williams, a saia peplum nem me incomodou tanto assim, mas acho que foi mais o combo da nova tendência + a cor nada comum que acabou contribuindo para o look ficar meio assim…

Mas pensando bem, eu até acho que eu gostei…pelo menos nela, mas não acho que seja um look fácil e nem para qualquer uma.

By Louis Vuitton

 

Porque premiação que é premiação boa, tem que ter alguma corajosa!

E a representante desse ano foi a Emma Stone, que foi com esse vestido pink até que básico, se não fosse por essa gola com o mega laço de lado.

Acho sempre importante quando alguém tem coragem de ser mais ousada, mesmo quando bem discretamente.

Go girl!

 

A noite do branco

Juro que o vestido branco da Milla Jovovich assim parado na imagem do red carpet, não era quase nada se comparado com ele em movimento durante a premiação.

Maravileeeandro! (talvez o melhor da noite)

Rooney Mara foi outra que apostou na cor e se deu mais do que bem.

Em um determinando momento durante a premiação, achei que ela estava a cara da Audrey Hepburn, em uma versão meio futurista, rs.

Maravileeeandra!

Outra tendência que ficou bem em evidência durante a noite do Oscar de ontem, são os vestidos com mangas longas que algumas delas resolveram investir no fundamento.

Como esse, também em branco, da atriz Shailene Woodley, que foi outra das que apostaram certeiramente na cor.

Maravileeeandra!

Agora vamos ao branco polêmico da noite?

…o Tom Ford da Gwyneth Paltrow. Até que eu achei bem bonito e com certeza a dúvida maior é a capa.

Que nem me incomoda muito (acho uma bela capa até. Me empresta Gwen? Para eu completar a minha fantasia de Super Essy? rs), mas acho que o problema é que o combo cabelo + rosto + o look, estão todos na mesma direção e de novo, sinto a sensação de que faltou alguma coisa…

 

E em um mundo cada vez mais em falta de boys magia, eis que surge uma esperança, que de quebra ainda vem com sotaque francês: Jean Dujardin. Höy!

Brad Pitt e Geoge Clooney estão naquela situação dfícil que a gente já conhece, Tom Cruise não dá,  e o Ryan Gosling não deu o ar da sua graça, com toda razão, depois de ter sido ignorado por dois anos seguidos na premiação.

Mas com uma magia do tamanho de um Jean Dujardin, que além do sotaque francês, vem também com cara de galã + o combo talento (que levou o prêmio de melhor ator), a gente até começa a ter mais esperança por um mundo com mais magia.Höy!

E nada melhor do que terminar um post com um red carpet preguiça como esse, com alguma esperança por um mundo melhor, ou pelo menos, com mais magia!

ps: mas que faltou alguma coisa esse ano no red carpet do Oscar, isso faltou. Quem sabe elas compensam em 2013? TO-MA-RA! Porque se vier mais preguiça que isso, não sobra uma alma fashionista acordada em noite de premiação.

SAG Awards 2012 – Prontos para mais um red carpet preguiça?

Janeiro 30, 2012

Que temporada é essa minha gente? Um prêmio atrás do outro.

É tanto red carpet, que a gente acaba ficando até meio assim de comentar. Mas vamos lá, força amigués, porque esse está de doer os olhos.

Que a Santa Chanel do bom gosto nos ilumine nessa hora e nos dê paciência. Amém!

Olha, não sabia que já estava a venda o bobble head da Angelina Jolie. Euquero! (rs)

Eu já disse que a Angelina Jolie tem que viver uma bruxa da Disney, porque a cara pronta para isso ela já tem, não?

Agora, o que essa imagem acabou nos revelando mesmo é que além do talento natural para ser um bruxa evil da Disney, ela também tem vocação para encarar um Sci-Fi, fazendo papel de alienígena. WOO!

Vai me dizer que vc nunca assistiu nenhum filme com um alien cabeçudo e com os bracinhos fininhos assim?

Falando no universo Disney, o que acontece com essas meninas que tem complexo de princesa de contos de fadas hein Kaley Cuoco?

Penny, Penny, Penny (sorry, mas eu também tenho toque, rs)

E as gêmeas Glenn Close e Meryl Streep, hein? Tipo Ruth e Raquel, rs

Nesse caso, Meryl levou a pior, porque eu sempre acho que ela usa tecido demais e quase sempre imprime que esta usando a mesma roupa em cores diferentes. Sabe aquela canga de seda que vc pode amarrar de 1001 formas e que toda hora no verão, tem um cara fazendo a demonstração em programas preguiça da Tv? Então…

Já a Gleen Cruella Patty Hewes Close levou a melhor com o seu look de sogra pure evil que não aprova a união do seu filho único e faz questão de ficar de cara amarrada durante toda a cerimônia.

Agora eu sinto muito em dizer, mas a Emma Stone e a Michelle Williams me decepcionaram na noite de ontém, hein? Fom forom fom fom.

Emma foi de Alexander  McQueen, o que sempre é um ponto a favor para qualquer um, só que eu repensaria o vestido, mas manteria a clutch com orgulho.

E a Michelle não segurou esse Valentino neam?

Talvez porque ele não seja dos melhores e eu detesto esse tipo de barra na saia.

Vamos falar de fendas?

Então, eu não gosto de fendas e quem acompanha o Guilt já sabe disso.

Acho sempre meio preguiça e quase sempre acaba imprimindo uma vulgaridade desnecessária, ainda mais se for assim super profunda, como essa fenda da  Lea Michele, que se fosse ainda mais profundo, cruzaria os países baixos e chegaria facilmente até a testa, onde acabaria sendo confundida com a cicatriz do Harry Potter.

O mesmo vale para a Emily Blunt, que foi com uma fenda um pouco mais comportada, mas que não precisava disso. Ainda mais ela, que já foi secretária/assistente do Diabo, já foi rainha e de quebra, ainda carrega um tipo de acessório dos mais invejáveis ever.

Acessório esse que é o John Krasinski, é claro. E vcs viram?

Nessa imagem que a fenda do vestido nem aparece, ele parece ser bem mais bonito do que ele realmente é.

John Krasinski = Jim = Perfect Match = HÖY! (fórmula do boy magia, que é bom decorar para o vestibular da vida, rs. Ps: mas existem variações dessa fórmula, rs)

Já que falamos do Jim, temos um recado para a sua mulher, a Pam: Abre o olho, que aquela sua substituta anda bem de olho no seu boy magia em The Office,  hein? Estamos de olho…

Na verdade, alguém poderia dizer para a Jenna Fisher que essa cabelinho cacheado de época não dá, hein?

E a Jessica Chastain, hein?

Tão linda, tão ruiva, tão talentosa e tão preguiçosa, não?

Custava se esforçar mais?

Tudo bem que esse azul do vestido dela é delicioso neam? Mas só isso não é o suficiente.

Zzzz

Se a Kristen Wiig tivesse amigos sinceros, certamente um deles teria avisado que não se deve usar frente única com colar do tipo coleira neam?

Querida Dianna Agron, eu ainda não consegui me decidir se eu tenho mais preguiça do seu vestido ou da sua personagem em Glee.

Zzzz

Agora vamos falar de volumes?

Dessa vez, diferente do que sempre acontece,  o volume saiu dos quadris ou das saias do tipo sereia e subiu para o peito.

Não sei porque, mas eu acho que a Natalie Portman não esta mais na sua melhor fase.

Acho a cor triste, acho que não combinou com ela e não acho poder. Eu evitaria.

Mas pode ficar pior, como no caso desse volumão do vestido da Sofia Vergara. Ai minha família! (quote, rs)

Porque neam?

Já pensou se um passarinho pousar ali, achando que é uma daquelas fontes em formato de concha?

Ou pior, já pensou se alguém confunde com depósito de bateria ou de pilha velha?

Eu vejo uma humilhação desnecessária, por isso também evitaria.

Agora, por incrível que pareça, eu achei que de todos esses volumes no peito, o que funcionou melhor, surpreendentemente foi o da Amber Riley, que eu achei bem bom, sem preguiça nenhuma.

Gosto de quem se arrisca bem e achei que ficou um volume interessante no conjunto todo.

Só eu acho que a  Rose Byrne ficou careca?

Desde que ela decidiu se tornar uma fashionista, eu tenho uma preguiça dobrada dela, apesar de continuar amando Damages e sonhar com o dia em que Patty Hewes vai dançar o Futterwacken no túmulo da Ellen, embora elas não sejam inimigas na série (não exatamente…)

Anna Wintour já pensa em processar e a Edna Moda diz que não aceita a cópia barata e irá tomar as devidas providências.

E foi só a gente elogiar a Tilda, para ela se render a preguiça do nude que não é muito bem um nude preguiça.

Achei que faltou vida, faltou poder. Humpf!

Agora, uma que se redimiu direitinho depois do seu look desastre no Golden Globes, essa foi a Kelly Osbourne, hein?

Apareceu linda, mesmo combinando a cor do vestido com a cor do cabelo.

Ouvi vários fashionistas dizendo que amaram a cor do cabelo pavoroso dela, mas desculpa, pra mim, continua imprimindo cabelo de Barbie velha. Fato.

E eu disse velha e não antiga, o que é uma grande diferença.

Aproveitando a leva de looks mais claros, achei que a Viola Davis estava sensacional com esse branco e dourado hein?

Look de ricah premiada da noite. Clap Clap Clap!

E a Kyra Sedgwick que me apareceu bonita na premiação?

Conta pra gente onde vende esse suco gummy da juventude que vc andou tomando hein Kyra?

Porque todas sabem que essa não é a sua verdadeira cara. (rs)

Agora chegou a hora da cor da noite: o preto.

Quem esteve maravileeeandra no red carpet do SAG Awards 2012, escolheu um pretinho nada básico para chamar de seu.

Como a Jayma Mays, a Ashlee Simpson e a lindíssima Amber Heard, que escolheram três modelos bem diferentes e bem dos sensacionais.

E agora que estamos chegando ao final, vamos ver os três (na verdade 4) melhores looks da noite.

 

3 – Shailene Woodley

Maravileeeandra com essa estampa floral e esse vermelho que salta desse fundo azul do vestido.

By L’Wren Scott

 

2 – Emilia Clarke

Tá pensando que ser mulher de Karl Drogo é coisa pouca?

Não é não viu? E a Emilia Clarke, o peitinho mais bem pago do momento em  Game Of Thrones foi com esses Chanel bicolor sensacional!

Maravileeeandra!

 

1- Tina Fey (+ Jane Krakowski)

E quem diria que a Tina Fey seria o nosso primeiro lugar, hein? Aposto que ela está aos prantos lá no Rockefeller Center.

Na verdade, esse primeiro lugar vale mais como um incentivo, para dizer que ela anda no caminho certo com esse seu Versace vintage e poder.

E também  amamos a dobradinha de 30 Rock! (embora o Antonio Berardi da Jane Krakowski, seja melgor do que o da Tina)

E esse foi o SAG Awards 2012. Mas eu não poderia encerrar esse post sem dedicar todo o amor do Guilt para:

Betty White, que ainda levou o prêmio de melhor atriz em comédia. MUSE! Clap Clap Clap!

E também para a dobradinha Bryan Cranston e Aaron Paul , que é sempre sensacional, não?

Estou achando que o Aaron está mais gordinho e mais bonitinho do que nunca e que o Bryan Cranston é tipo outra pessoa com cabelo e sem a caracterização do Mr White, hein?

Sabe talento? Então…2 ótimos exemplos.

Pelo menos no 2012 Critics’ Choice Awards, as escolhas foram bem melhores

Janeiro 13, 2012

Diferente do People’s Choice Awards 2012, dessa vez, agora no 2012 Critics’ Choice Awards, tivemos escolhas bem melhores, tanto no red carpet, quando na lista dos vencedores da noite, o que é sempre bom lembrar que costuma ser uma espécie de “preparativo” para as apostas do Oscar hein?

ps: e como o Leonardo DiCaprio esta maravileeeandro e sempre muito bem acompanhado, não?

Mas agora vamos ao que realmente importa, que são os erros e acertos em noite de premiação:

Emma Stone, novamente apostando no combo Ariel.

Maravileeeandra!

By Jason Wu

Então, eu gostei do vestido da Charlize Theron.

Achei uma escolha arriscada, para um shape que não ficaria bem em qualquer uma, que fique bem claro

Mas gostei mesmo pq eu não achei preguiça e gostei do risco

By Alaia

Apesar da imagem não favorecer, achei uma delícia esse vestido da Kirsten Dunst, hein?

Um Chanel difícil esse da Michelle Williams hein?

Eu quase gostei, mas pensando bem, tenho certeza que na coleção nova teria algo melhor hein?

Chloe Moretz  dessa vez ficou devendo, porque apesar do seu vestido Chanel ser bem bacana, imprimiu ser um pouco maior do que ela, talvez por conta do volume das mangas…

Kelly Kapoor (Mindy Kaling), quer ser minha amiga?

Call me!

Erin (Ellie Kemper) também estava com um vestido poder, mas precisava pesar tanto assim no make?

Menos é mais.

Viola Davis estava maravileeeandra e básica com o seu vermelho simples, porém muito bem escolhido

Jessica Chastain  também acertou na cor e na simplicidade, mesmo com esse Balenciaga que tem esse volume exótico e que poderia ser um número melhor talvez?

Mesmo assim, esta maravileeeandra, o que não é muito difícil no caso dela…

Já a Tilda é sempre tão exótica, que com ela acaba combinando sempre esses looks mais “arriscados”, mesmo quando a gente acha a escolha meio assim…

Agora no quesito preguiça da noite, eu fico com a Evan Rachel Wood, que apostou nesse pretinho com uma renda básica, que quase não aparece. Normal demais, básico demais.

E com esse cabelo, quase nada fica bem.

ps: e que pescoção é esse Brasil?

Algumas delas resolveram apostar no amarelo para iluminar um pouco a noite de premiação (o que eu acho sempre uma cor arriscada para a noite), como é o caso da Diane Kruger, que acreditem vcs ou não, ela conseguiu acertar usando um pantone que me lembra o meu pior look ever, que eu usei no passado e morro de vergonha só de lembrar. Sério.

E depois, quando eu digo que está me parecendo uma caso de perseguição, há quem ache que é exagero…rs

Outra que apostou no amarelo foi a Elizabeth Olsen. Hmm mmm

Mas não sei, esse look meio artesanal demais e com cor, acabou não imprimindo muito o luxo e riqueza que a noite pedia.

Achei que valeria a pena ter repensado…

OK. A Elle Fanning não é perfeita e ela ainda é teen, ou seja, ainda vamor ver muitos erros dela por ai.

Esta perdoada querida, agora vá brincar com as suas bonecas, vá. (rs)

Finalizando o post antes que todo mundo cochile, eu tenho duas perguntas:

O Brad Pitt está machucado ou ele realmente acha que essa bengala é fundamento?

Hein?

E eu nem sei como falar isso delicadamente, mas quando é que o r George Clooney vai arrumar uma namorada com idade próxima a dele, hein?

Não que eu tenha nada contra, acho ótimo que cada um escolha o que quiser e que isso fique bem claro.

Mas pensando nesse caso em específico, já que ele vem tentando faz tempo com mulheres bem mais novas, que tal mudar de horizontes e tentar uma mulher mais experiente, hein?

Além do que, essa tentativa dele com uma mulher mais velha poderia deixar as nossas mães mais esperançosas e nesse momento eu falo em nome de todas elas, hein?

 

Agora ficamos com a lista dos indicados e vencedores da premiação (com os vencedores em bold):

 

Best Picture

The Artist

The Descendants

Drive

Extremely Loud and Incredibly Close

The Help

Hugo

Midnight in Paris

Moneyball

The Tree of Life

War Horse

 

Best Actor

George Clooney – The Descendants

Leonardo DiCaprio – J. Edgar

Jean Dujardin – The Artist

Michael Fassbender – Shame

Ryan Gosling – Drive

Brad Pitt – Moneyball

 

Best Actress

Viola Davis – The Help

Elizabeth Olsen – Martha Marcy May Marlene

Meryl Streep – The Iron Lady

Tilda Swinton – We Need to Talk about Kevin

Charlize Theron – Young Adult

Michelle Williams – My Week with Marilyn

 

Best Supporting Actor

Christopher Plummer – Beginners 

Kenneth Branagh – My Week with Marilyn

Albert Brooks – Drive

Nick Nolte – Warrior

Patton Oswalt – Young Adult

Andy Serkis – Rise of the Planet of the Apes

 

Best Supporting Actress

Octavia Spencer – The Help

Berenice Bejo – The Artist

Jessica Chastain – The Help

Melissa McCarthy – Bridesmaids

Carey Mulligan – Shame

Shailene Woodley – The Descendants

 

Best Young Actor/Actress

Thomas Horn

Asa Butterfield

Elle Fanning

Ezra Miller

Saoirse Ronan

Shailene Woodley

 

Best Acting Ensemble

The Help

The Artist

Bridesmaids

The Descendants

The Ides of March

 

Best Director

Michel Hazanavicius – The Artist

Stephen Daldry – Extremely Loud and Incredibly Close

Alexander Payne – The Descendants

Nicolas Winding Refn – Drive

Martin Scorsese – Hugo

Steven Spielberg – War Horse

 

Best Original Screenplay

Woody Allen – Midnight in Paris 

Michel Hazanavicius – The Artist

Will Reiser – 50/50

Tom McCarthy and Joe Tiboni – Win Win

Diablo Cody – Young Adult

 

Best Adapted Screenplay

Steven Zaillian and Aaron Sorkin – Moneyball

Alexander Payne and Nat Faxon & Jim Rash – The Descendants

Eric Roth – Extremely Loud & Incredibly Close

Tate Taylor – The Help

John Logan – Hugo

 

Best Cinematography

Janusz Kaminski – War Horse

Newton Thomas Sigel – Drive

Robert Richardson – Hugo

Guillaume Schiffman – The Artist

Emmanuel Lubezki – The Tree of Life

The Tree Of Life, um filme para encher os olhos

Novembro 4, 2011

Sensibilidade ao extremo. “The Tree Of Life” chega a ser quase um sonho, de tão especial e sensível que parece. Um filme que traz uma novidade, um frescor que a gente já estava precisando. Sabe aquele respiro para um olhar diferente, algo que nos encantasse inventando uma espécie de nova fórmula?

Na verdade, o filme chega a ser puxado nos seus primeiros 30 minutos, com uma sequência bem longa de imagens aleatórias da natureza por exemplo, quase sem nenhum diálogo e até animais exóticos aparecendo na tela, como já havia sido anunciado quando começou a se falar sobre o longa. Mas tudo isso é feito de uma forma especial, com uma compilação de imagens tão linda, que mesmo que a princípio vc considere puxado, essas imagens belíssimas acabam te deixando hipnotizando. Por isso vale a pena insistir. (eu até acharia que o filme poderia ser até mais curto em pelo menos uns 20 minutos, se não fosse o resultado final de como esse tempo foi gasto)

O filme conta a história de uma família típica americana. Um pai trabalhador (Brad Pitt), extremamente rígido, dono de uma certa ambição, que sonha em ter uma vida melhor para a sua família e para isso parece treinar os filhos para o sucesso, não admitindo que eles tenham suas próprias ambições ou vontades. A mãe (Jessica Chastain) é mais submissa diante do marido opressor, parecendo estar tensa o tempo todo com o clima de controle geral instalado em sua casa por conta das manias do seu marido porém, em seus momentos sozinha com seus filhos, ela se mostra estar entregue a aquele amor incondicional do qual os meninos parecem ser tão carentes. Os filhos são três adoráveis meninos, um mais lindo do que o outro, mas que obviamente sofrem com toda essa pressão exercida pelas rígidas regras do seu pai que mais parece um ditador do que qualquer outra coisa.

Um deles, Jack, o filho mais velho e consequentemente quem mais sofre e não concorda com as atitudes do pai, que é interpretado na fase adulta pelo ator Sean Penn e o filme é basicamente baseado em suas memórias de infância ao lado da sua família.

A história de “The Tree Of Life” também é marcada por uma tragédia anunciada logo no começo do filme, com a perda de um dos filhos do casal (o filho do meio, que é a cara do Brad Pitt), o que é claro que também acaba abalando as estruturas daquela família de forma irreversível, mesmo que durante a maior parte do filme a história contada seja de quando a família ainda estava completa.

Bacana ver o Brad Pitt muito bem em um papel detestável, de um homem que certamente a gente não associaria a sua imagem. Aquele tipo de pai que não presta atenção nos filhos, que não é capaz de fazer um elogio qualquer para a sua família, do tipo que não parece estar muito interessado na individualidade de cada um deles, contanto que todos se comportem ao seu modo, seguindo as suas regras. O típico pai que para quem nunca nada vai estar bom o bastante, figura bem comum por ai, tanto na versão pai, como na versão mãe.

É claro que esse tipo de comportamento opressor acaba despertando a rebeldia dos personagens, principalmente de Jack (Sean Penn/Hunter McCracken), o filho mais velho, que é quem mais discorda com a forma que seu pai encara a vida, principalmente por vê-lo fazendo tudo aquilo que ele não aceita e reprova que os outros façam.

O filme levanta uma série de questionamentos em relação ao comportamento dos pais rígidos demais diante dos filhos e suas consequências. Outros questionamentos até religiosos, quando ocorre a morte do filho do casal, quando a mãe começa a questionar Deus em relação ao acontecido, uma atitude comum para quem perde alguém importante. Mas tudo isso é feito de uma forma brilhante, nada óbvia apesar de comum, com sussurros tomando o lugar dos diálogos, como se estivéssemos ouvindo o que se passava na cabeça daquelas pessoas a medida em que as imagens nos são mostradas e a história vai sendo contada. Algo que eu não me lembro de ter visto no cinema anteriormente, não com uma linguagem de tamanha delicadeza como essa. (se bem que, pensando bem, o diretor já tinha ensaiado um pouco dessa linguagem com “The New World”)

E essa compilação de imagens é parte fundamental do filme, que se não fosse a sua primorosa edição, seria bem difícil de fazer algum sentido. Tudo é muito bem colocado, todas as imagens de certa forma são relacionadas as situações em que os personagens do longa se encontram, ou até mesmo aos seus sentimentos naquele determinado ponto da história. Sabe quando a gente entra naqueles sites recheados de imagens sensacionais para buscar algum tipo de inspiração, para enriquecer o nosso próprio repertório ou apenas para confortar o olhar? Então, no filme funciona mais ou menos como essa experiência, só que nesse caso muito mais rica, porque essas imagens estão em movimento e assim vão ganhando vida e vão até mesmo se transformando, o que nos leva a uma experiência bem mais completa e totalmente diferente do que estamos acostumados.

Quando um dos filhos morre por exemplo, temos uma sequência de imagens da natureza em movimento do fundo do mar, o movimento das ondas filmadas de baixo para cima, até algo que me pareceu ser imagens do despertar de um vulcão, misturada com imagens do espaço (entre algumas outras quase impossíveis de serem decifradas e nem por isso impossíveis de serem admiradas), que podem parecer até aleatórias, mas que podem também significar a jornada daquele personagem, nesse caso a mãe que é quem esta em foco nesse momento do filme por exemplo, mostrando os diferentes estados por onde aquela mulher teve que passar até se econtrar naquele momento de tristeza profunda, que deve ser certamente a representação do sentimento em imagens do que significaria a perda de um filho para uma mãe. Maravileeeandro!

Mas é o tipo de filme que vc tem que ver, fica até difícil explicar a grandeza que essas imagens representam para a cena e como elas vão enriquecer ainda mais o seu olhar. Tenho certeza que as mais variadas interpretações devem ocorrer dependendo da sensibilidade de quem esta assistindo e isso é delicioso, porque gera uma série de outras histórias, quem sabe até mais interessantes do que a sua própria interpretação.

Voltando a falar das memórias dos personagens, que é o que vai dando forma a história e ao filme, é quase impossível não se emocionar lembrando da sua própria vida conforme o longa vai se passando. Cheiros, cores, texturas, experiências que algumas vezes a gente só teve uma vez na vida, mas que acabaram nos marcando por um motivo qualquer e ficaram na nossa memória. E o filme é montado exatamente dessa forma, em detalhes sutis que acabam formando o repertório pessoal de cada um.

Detalhes das luminárias, sombras, as mãos e pés dos garotos explorando o ambiente, os personagens se tocando, a relação próxima e de carinho e confiança dos irmãos brincando e aprontando um com os outros, descobrindo um pouco da vida por eles mesmos, se aventurando na vizinhança com outras crianças e formando assim o caráter de cada um deles como indivíduo.

Tenho a sensação por exemplo que como o filme foi praticamente todo contado sob a visão do personagem do Sean Penn (Jack),  seria completamente diferente se fosse contado sob a visão de qualquer um dos outros personagens, porque cada um enxerga a vida de uma forma muito particular.

As cenas mais lindas do filme estão nos momentos de transição desses meninos, de quando Jack ainda era um bebê, o único filho da família, e a medida em que os seus irmãos vão chegando para fazer parte da sua vida e como todos eles foram crescendo juntos e se tornando pessoas diferentes. E com isso podemos ver suas memórias antigas de um período da vida que a gente quase não consegue se lembrar muito bem, a não ser por fotos ou vídeos.

Eu por exemplo, tenho uma memória da sensação de gelado que eu sentia quando a minha mãe me levava ao médico para ser pesado ainda quando criança. Um dia fomos a esse mesmo hospital, dessa vez eu já adulto,  e ao ficar de frente com a sala onde eu sempre tinha consulta, acabei me lembrando na hora dessa mesma sensação, da qual eu não gostava, e perguntei para a minha mãe até quando eu fui pesado daquela forma, naquelas balanças antigas  e ela me disse que só enquanto eu ainda era bebê e que depois disso, eu passei a ser pesado na balança comum, como as demais crianças. Na hora, achei quase impossível que eu tivesse essa lembrança de quando eu ainda era um bebê, mas  “The Tree Of Life” acabou me provando que é possível sim que eu me lembre disso até hoje, porque não?

Outro momento delicioso do filme é quando o pai sai de viagem e a casa fica liberada para os filhos poderem enfim se divertir com a sua mãe, que só nessa hora perde toda aquela postura da dona de casa perfeita e se arrisca a correr descalça pelo jardim, em um dos raros momentos de descontração e liberdade ao lado das crianças, virando a verdadeira heroína dentro daquela família. O clima que sempre é tão pesado quando o pai esta presente, chega a ficar tão leve na casa, que os meninos conseguem ver sua mãe flutuando no jardim, como se estivesse voando. Cool!

E sabe aquele filme onde tudo parece estar perfeito? A atuação dos atores é tão boa e parece ser tão natural que parece mesmo que estamos vendo o álbum de memórias daquela família. Até a atuação dos três garotos é surpreendentemente natural, algo raro no cinema ou na tv para o universo infantil. E sejamos justos ao reconhecer o talento do novato ator Hunter McCracken, que fez um excelente trabalho com o seu jovem Jack, sempre com um olhar de tristeza profunda e revolta ao mesmo tempo, repetido pelo ator Sean Penn interpretando o mesmo personagem em sua vida adulta. Um talento que merece seguir adiante. Clap Clap Clap!

O filme levanta uma série de outras questões que todos nós nos pegamos pensando em algum momento da nossa vida. A culpa por não ter demonstrado que amava o quanto vc realmente amava aquela pessoa, o fato da gente nem sempre ser tão legal com quem a gente realmente se importa e o quanto a gente sente falta dos momentos mais simples que passamos com alguém, principalmente quando não podemos mais repeti-los. Mas eu tenho uma teoria de que quando a gente realmente ama alguém, ainda mais alguém da sua própria família, talvez não seja realmente tão necessário externar isso com palavras o tempo todo e são esses momentos que vc passou ao lado da pessoa e que foram importantes para a sua vida, que vc vai fazer questão de se lembrar para sempre e que vão marcar a sua história de amor com aquela pessoa, mesmo que a palavra “amor” nunca seja dita.

Alem de tudo isso, de toda a novidade e esse olhar sensível que “The Tree Of Life” nos empresta sobre a vida dessa família, o filme ainda conta com uma direção primorosa do diretor Terrence Malick (direção e roteiro), que faz questão de experimentar sempre, com muitas cenas com a camêra filmando de baixo para cima e que nos presenteia com aqueles takes sensacionais das sombras dos meninos refletindo no chão enquanto eles brincam na rua, ou a silhueta da mãe marcada atrás do lençol pendurado no varal. Closes por ângulos espetaculares de coisas ou situações das mais simples possíveis, para deixar qualquer pessoa que gosta de detalhes completamente enlouquecida e totalmente inspirada com tantas possibilidades novas.

“The Tree Of Life” além de tudo deve ser um daqueles filmes que vai marcar a história do cinema e que certamente vai servir de referência para o futuro. Eu por exemplo já me sinto transformado depois de assisti-lo, como se eu realmente estivesse vendo algo novo, o que eu considero uma experiência deliciosa, ainda mais depois de tanto tempo vendo mais do mesmo. Confesso que eu fiquei profundamente tocado com tudo no filme, desde a trilha, a história e à forma como ela é contada e tudo vai se encaixando perfeitamente, com um primoroso trabalho de edição que não deve ter sido nada fácil e merece todo o seu reconhecimento (Clap Clap Clap), como também o trabalho da direção de arte, que foi tão delicado, simples e rico ao mesmo tempo. Assim como a nova proposta de linguagem cinematográfica  e esse banho de imagens que me deixaram quase sem ar de tão impressinando e emocionado que eu acabei ficando em diversos momentos ao longo do filme. Mais uma vez, em caixa alta e bold: CLAP CLAP CLAP!

Eu poderia dizer que a minha experiência ao assistir ao filme foi quase a de um transe, como se eu tivesse mergulhado dentro das minhas próprias memórias ao mesmo tempo em que era bombardeado com todas aquelas sequências de imagens simples e maravileeeandras que eu talvez não me esqueça nunca, além de me emocionar uma história extremamente sensível.

O final é quase poético, mas consegue manter a dignidade de toda essa sensibilidade ao extremo do filme, e fecha muito bem o ciclo de todos os personagens, mesmo que esse caminho tenha sido uma finalização um pouco mais simples do que se esperava vindo de uma obra bem inovadora como essa.

O tipo de filme que tem que ver, comprar o DVD Duplo e separar um espaço especial na prateleira, ao lado dos filmes da sua vida.


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