Posts Tagged ‘Jessica Lange’

E quem ganhou o Emmy 2014, hein?

Agosto 27, 2014

66th Emmy

Podemos dizer que eles até foram bem honestos com os vencedores esse ano, não?

 

Série Dramática

Breaking Bad

Sério, alguém consegue considerar esse prêmio uma surpresa? Claro que Breaking Bad merecia todo o reconhecimento por sua excelente temporada final e que bom que isso aconteceu. Clap Clap Clap! emmy para todo mundo!  (saudades do tempos de ouro e riqueza da platéia da Oprah)

 

Série Cômica

Modern Family

Mais uma vez. Pior que a série continua boa, mas é sempre tão a mesma coisa. Pior ainda é que temos outras boas séries por aí. Quem sabe no próximo ano eles finalmente ganham alguma concorrência. Mas que foi melhor do que ver o prêmio cair na mão de uma The Big Bang Theory, isso foi…

 

 

Minissérie

Fargo

Só vi o piloto. AMEI. Todos dizem que é muito boa e por enquanto, eu só tenho motivos para acreditar. Vou ver logo…

 

 

Telefilme

The Normal Heart

Nada mais do que merecido. Clap Clap Clap uncle Ryan! A grande surpresa ficou por conta dos atores não terem levado nenhum dos prêmios em sua categorias. Suspeito que eles preferiram valorizar os atores de TV mesmo… #SHADE

 

 

Ator de Série Dramática

Bryan Cranston por Breaking Bad

Clap Clap Clap! Por melhor que qualquer outro dos indicados tenha se saído durante essa temporada, o trabalho do Bryan Cranston merecia ser reconhecido e não só por isso, mas por toda a sua trajetória dentro dele. 

 

 

Ator de Série Cômica

Jim Parsons por The Big Bang Theory

Sono. TLIM! Acho que meu bolo de cenoura ficou pronto. Vou ali preparar a cobertura. Volto já. 

 

 

Ator de Minissérie ou Telefilme

Benedict Cumberbatch por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmente! Uma pena o nosso Cumberbatchman não ter aparecido para receber o prêmio. Uma pena mesmo indeed… Humpf! #CHUTANDOLATAS

 

 

Atriz de Série Dramática

Julianna Margulies por The Good Wife

Sono de novo. Ó, aproveitei para fazer uma cobertura que ó, já ficou até pronta. Vamos decorar?

 

 

Atriz de Série Cômica

Julia Louis-Dreyfus por Veep

Sempre muito boa porém, ainda pouco vista. Tenho curiosidade, mas tenho que superar meu trauma de Seinfeld

 

 

Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story

Jessica é outra que é sempre muito boa, mesmo quando em uma série ruim. Tisc, tisc…

 

 

Ator Coadjuvante em Série Dramática

Aaron Paul por Breaking Bad

 De novo, fiquei mais do que feliz com o prêmio desse cara. Como eu AMO o Aaron Paul, gente! Quero ser amigo, quero ser padrinho dos filhos dele, quero ser companheiro de laboratório e ou do mesmo time no paintball. Sério, #AMOR!

 

Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Martin Freeman por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmene! Um bom Sherlock não funciona se não tiver um Watson tão bom quanto. Outra pena da noite foi ele também não ter ido. E vestido de Hobbit, o que seria mais legal ainda…

 

Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ty Burrell por Modern Family

Gosto do Ty mas… preguiça. Hora de cortar o bolo que já deu aquela esfriada. Alguém quer um pedaço?

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Anna Gunn por Breaking Bad

Merecidíssimo. A trajetória dessa personagem foi da insuportável a megabitch sofredora e desesperada, vítima do próprio marido e pesadelo endinheirado em 3, 2, 1. E ela conseguiu segurar muito bem, em todas as etapas. Hazô!

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Allison Janney por Mom

Alguém já viu? É boa mesmo? Alguém aceita outro pedaço de bolo? Acompanha café, leite, ou chá, senhor?

 

Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Kathy Bates por American Horror Story

Um dos poucos papéis ruins que ela já fez na vida foi em The Office, porque o resto, sempre mereceu. 

 

 

Roteiro – Série Dramática

Moira Walley-Beckett por Breaking Bad – Eps. Ozymandias

Clap Clap Clap!

 

 

Roteiro – Série Cômica

Louis C.K. por Louie – Eps. So Did The Fat Lady

Choro com Louis C.K. ganhando prêmio de roteiro. Essa sim é uma comédia que vale muito a pena e que deveria ser muito mais premiada. Um dia eles ainda vão descobrir isso. Espero… 

 

 

Roteiro – Minissérie, Telefilme ou Especial

Steven Moffat por Sherlock – His Last Vow

Clap…………….. Clap………………Clap, lentamente… Se estivesse lá, daria um beijo no Moff igual o Bryan Cranston fez na Julia Louis-Dreyfus. Muah!

 

 

Direção – Série Dramática

Cary Fukunaga por True Detective – Eps. Who Goes There

E não é que descobrimos que além de bom, esse diretor é magia e poderia facilmente entrar para o cast de Sons Of Anarchy? Uma magia de bastidor para ficar de olho, anotem..

 

 

Direção – Série Cômica

Gail Mancuso por Modern Family – Eps. Vegas

Tá, melhor deixar a preguiça de lado e aceitar que depois do bolo, chega a hora de lavar louça. 

 

 

Direção – Minissérie, Telefilme ou Especial

Colin Bucksey por Fargo – Eps. Buridan’s Ass

 

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American Horror Story: Asylum – Freak, chic porém agora em uma versão bastante melhorada

Fevereiro 8, 2013

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De tanto todo mundo comentar em relação as melhoras da segunda temporada de American Horror Story quando comparada com a primeira, que foi uma total decepção, principalmente falando sobre todas as suas resoluções, me senti tentado a pelo menos dar uma conferida para ver se essa melhora era realmente tão notável assim, a ponto de conseguir me fazer ter pelo menos vontade de assistir a nova temporada.

No cenário atual, agora chamado “Asylum”, logo de cara já era possível perceber maiores possibilidades para a trama em meio àquele ambiente de loucura. Freiras impiedosas, serial killer travestido de bom moço, as vezes de papai noel (rs), exorcismos medonhos, o médico nazista totalmente sem limites e ou escrúpulos, criaturas bisonhas rondando pelos corredores pouco iluminados daquele lugar, alienígenas e abduções executadas muito bem. Realmente, a proposta dessa vez parecia ser bem diferente em relação a preguiça da primeira temporada, principalmente a parte onde eles acabaram praticamente culpando um só personagem para justificar quase tudo de ruim que acontecia naquela casa medonha. Em um cenário tão repleto de possibilidades distintas como o de agora, repetir o erro do passado me parecia impossível, ou bem difícil de acontecer e por isso, resolvi dar uma segunda chance à segunda temporada da série.

Se o que precisa melhorar encontrou o seu caminho para o melhor e isso já era possível de se notar facilmente, o que já estava bem bacana havia sido mantido, com a série permanecendo muito bem editada, com cara de terror moderno (sem grandes inovações mais reconstruindo clássicos do gênero), cenários extremamente bem cuidados, com uma beleza fácil de ser reconhecida em tamanha estranheza. A começar pelas imagens promocionais da série, que já anunciavam que esse fundamento, repetido da Season 1, havia sido mantido e esse tipo de detalhe e cuidado nós sempre achamos bem bacana e pelo menos isso nunca pareceu ser um issue dentro dessa história.

O elenco da vez também foi outro acerto do nosso querido e perturbado (porque ele deve sim ser bem perturbado e talvez por isso nós o amamos ainda mais, rs) uncle Ryan Murphy, boa parte dele também encontrado na Season 1, os melhores deles pelo menos (e quem aguentaria ver a Connie Britton totalmente cluelles novamente, heim? , que permaneceram para ajudar a contar essa nova história.

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Lindo ver uma mulher como a Jessica Lange deixando todo mundo de boca aberta, encarando lindamente uma lingerie vermelha por baixo dos seus trajes religiosos, em uma das cenas mais sensacionais em termo de magia e sedução da temporada e tudo isso por culpa do seu talento, que praticamente sobrou durante essa temporada. Agora vivendo a Sister Jude, novamente uma mulher ambígua e com mais chances de ser uma das vilãs da vez do que qualquer outra coisa, ela novamente roubou a cena sendo totalmente impiedosa com os pacientes que se encontravam sob seus cuidados, mantendo um amor proibido pelo Monsignor Timothy Howard (Joseph Fiennes, que estava em um papel super pequeno e eu já até estava aguardando que ele fosse divulgado como um dos principais para a próxima temporada, algo que não aconteceu ainda e talvez não aconteça), isso até o jogo virar e ela se encontrar como uma das pacientes da próprio hospício, onde ela foi perdendo o controle aos poucos até se tornar apenas mais um deles. E diga-se de passagem, essa foi uma excelente transição. Clap Clap Clap!

Zachary Quinto também esteve ótimo como Bloody Face, o serial killer da vez que se travestia de doutor bom moço, tentando ajudar os pacientes da clínica. Um papel que nós já vimos ele fazer muito bem, por isso nenhuma surpresa, exceto pelos excessos de estranhezas que o próprio personagem carregava, cheio de mommy issues e um vício que nós preferimos não comentar para não deixar ninguém com enjoo. Sua parceira em cena por grande parte da temporada foi a atriz Sarah Paulson, dessa vez em um papel bem maior do que a sua participação durante a Season 1, vivendo uma jornalista lésbica (Lana Winters) que em busca da história da sua vida, acabou se encontrando como uma das pacientes daquele lugar pavoroso, sendo torturada a todo tempo e tendo a chance de conhecer de perto a cabeça do personagem que havia a atraído àquele lugar, que vinha a ser exatamente o Bloody Face do Zachary Quinto. (e os dois são super amigos na vida real, além de gays assumidos e ativistas bacanas do tipo não pedantes como o modelo antigo e preguiça que não devemos seguir, nova geração!)

Saindo um pouco do lado maluco da coisa e partindo para uma questão mais sobrenatural, encontramos o Evan Peters, dessa vez bancando o bom moço antigo na pele de Kit Walker, casado com uma mulher negra em uma época em que as pessoas não estavam preparadas para esse tipo de situação. Resumindo, uma época ainda mais estúpida do que a que vivemos, obviamente, porque esse tipo de crime/ódio jamais deveria ter sido tolerado e ou existido. Enfim. Nesse cenário, tivemos a proposta da abdução, executada muito bem por sinal, mas que ao mesmo tempo acabou ficando meio que de lado durante a temporada, mesmo que a sua história tenha ganhado começo, meio e fim. Achei que nessa hora, faltou um pouquinho de coragem para abordar mais sobre o tema, que ao mesmo tempo, se tivesse ganhado mais atenção dentro da proposta da vez da série, teria acabado destoando completamente de todo o resto e por isso, no final das contas acabou aparecendo na medida exata.

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Ainda do lado sobrenatural da vez, tivemos ótimos momentos começando com um exorcismo daqueles, com direito a muita blasfêmia e aquela voz de #CREDINCRUZ que nós bem conhecemos do gênero. Dentro desse plot, ganhamos outro grande personagem para essa Season 2 de American Horror Story, com a Sister Mary Eunice (Lily Rabe, também em um papel muito maior do que o da temporada anterior e a cara do Benedict Cumberbatch de peruca loira. Sério) ganhando um habitante novo para o seu corpinho até então livre de pecados, ninguém menos do que o diabo himself. WOO. Sério, essa mulher esteve literalmente diabólica durante essa temporada e por isso acabou sendo um dos grandes destaques da mesma. Como esquecer aquela cena ótima dela cantando “You Don’t Own Me” olhando diretamente para o crucifixo pendurado na parede do seu quarto? Excelente!

Outra que esteve diabolicamente sensacional durante essa segunda temporada, foi a Frances Conroy, dessa vez bancando o anjo da morte, em cenas quase poéticas, além de também terem sido todas executadas dignamente em termos de efeitos, com a grandiosidade de suas asas pretas e uma caracterização sensacional, do figurino dramático ao make seguindo a mesma linha. E fazendo participações especiais, tivemos o Adam Levine, que até que esteve OK dentro do seu papel (melhot que no SNL, por exemplo…) e a Chloë Sevigny, em uma participação quase afetiva, sem grande destaque. (na verdade, essa segunda foi quase um desperdício)

Apesar de todos esses pontos altos da temporada, preciso dizer que embora tenha gostado muito mais dessa nova temporada do que da anterior, a qual me fez inclusive prometer não ver mais a série (e eu não sou bom com promessas, portanto), a sensação que fica ainda é a de que o Ryan Murphy sabe muito bem criar um ambiente tentador, que atraí a nossa atenção e consegue nos prender facilmente dentro do seu cenário, mas ainda não aprendeu muito bem como finalizar suas histórias, encerrando algumas delas de forma bem simples, quase que de forma desleixada até. Mas digamos que pelo menos dessa vez, eles pelo menos conseguiram acertar mais e apesar de ter achado que algumas criaturas e personagens bacanas dentro daquele ambiente foram deixados de lado para encerrar a história que mais interessava e ou era mais importante, podemos dizer que pelo menos uns 80% da história da vez foi encerrado de forma bem bacana e com uma variedade muito maior de culpados do que aquela preguiça toda da temporada anterior.

Cenas ótimas como o médico nazista se dispondo a ser cremado vivo ao lado da sua freira amada, assim como o surto da Sister Jude ao som de “The Name Game” que trouxe um pouquinho do lado Glee do uncle Ryan para esse cenário completamente diferente ao que encontramos no McKinley High (apesar de que, bem que poderiam mandar pelo menos a Rachel para lá, hein? Sugestão a ser considerada…), foram apenas alguns dos excelentes momentos da temporada, até chegarmos a sua resolução, com um episódio final ainda mais especial do que tudo que já havíamos visto até aqui.

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Lana Banana se tornando uma jornalista de sucesso e extremamente arrogante, completamente vendida, aproveitando o momento para vendar o livro da sua história para o mundo, uma história que ela mesmo havia vivido porém havia também dado aquele incrementada para deixar tudo ainda mais interessante para o seu lado, é claro, tendo que encarar o filho (interpretado pelo Dylan McDermott, sem a parte da magia antiga mas em um papel menor, do tipo que ele consegue dar conta) fruto de um estupro do grande serial killer da vez, ele que seguia os passos do pai e segundo ela mesmo, havia herdado o pior de ambas as partes. Apesar desse ter sido o grande finale de American Horror Story: Asylum, devo confessar que pelo menos essa parte eu acabei achando bem previsível e tinha certeza que aconteceria, para dar a chance da personagem principal encerrar aquele ciclo da sua vida, que precisava encontrar um fim. O que não chegou a tirar o mérito do seu encerramento, que foi muito bem executado, mas que acabou desviando as atenções para o final da outa grande personagem dessa temporada, a Sister Jude.

Esse sim, acabou me deixando bem mais surpreso, ainda mais encontrando o Kit como seu acolhedor, resgatando aquela mulher que no passado não havia sido nada bacana com ele ou com seus amigos, mas passando por cima de toda essa mágoa e trazendo a Sister Jude para perto da sua família, tentando recuperar uma mente que acabou se perdendo dentro daquele ambiente horrroso e que teve a sua situação piorada quando a igreja resolveu vender a clínica para o estado e nesse momento, as coisas acabaram se perdendo por completamente. Um final bem bacana para uma personagem excelente, que acabou tendo a sua chance de também se redimir em relação a suas maldades do passado e de quebra nos deixou com a sensação de que o Kit havia sido abduzido com um propósito e talvez os seus filhos tenham seguido esse mesmo caminho ainda tão misterioso.

E com essa grande mistura de temas e personagens, American Horror Story: Asylum acabou conseguindo atingir o que parecia impossível, abrindo os horizontes para novas e numerosas possibilidades e nos entregando uma temporada que em nada nos lembrava o que não havia sido tão bom durante a Season 1. A partir disso, comecei a imaginar os possíveis cenários para uma próxima temporada, onde já não me parecia mais pertinente um cenário reduzido, focado em um ambiente com menores possibilidades, como o da sofrível Season 1. Desde o começo, cheguei a pensar em uma prisão, ou em um campo de concentração ou de guerra para os cenários da já confirmada Season 3. Ryan MUrphy disse que um detalhe perto do fim da temporada foi uma de suas pistas para  o cenário que encontraremos durante a Season 3 e ao que tudo indica, a chegada das novas pacientes ao hospício, vestidas como prisioneiras e com a Frances Conroy chegando deliciosamente possuída e toda banhada no diesel para caminhões naquele local, para total desespero da Sister Jude, com quem ela “dividiria” o quarto naquele momento, talvez tenha sido a deixa para o que encontraremos no próximo ano da série.

Por esse motivo, nada me tira da cabeça que devemos caminhar dentro do cenário de uma prisão durante a próxima temporada, algo que apesar de ser uma saída semelhante em termos de possibilidades e quantidade de personagens bem parecido com o que encontramos no cenário atual, seguindo essa fórmula muito mais bacana da Season 2 do que qualquer coisa a respeito da  temporada anterior, temos tudo para ganhar uma Season 3 excelente de American Horror Story: Prison Break versão Girlie. E para você que se animar em assistir a série a partir de agora, esqueça a Season 1 (i wish), fingindo que ela nunca existiu e se aventure a partir dessa Season 2 que vale muito mais a pena.

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Evan Peters maravileeeandro para a Flaunt de novembro

Novembro 8, 2012

Höy! Além da linda imagem do Evan Peters para a Flaunt Magazine de novembro, ainda tem a historinha dessa sua tattoo escrito “MOM”, que segundo ele, ao pedir para fazer uma, sua mãe disse “Pode sim, contanto que você escreva MÃE” (ironicamente, claro) e assim ele fez. Howcuteisthat?

E vocês sabem que eu disse que não iria mais assistir American Horror Story desde o final bem meio assim da sua primeira temporada, mas acabei assistindo apenas a premiere da Season 2, só para dar aquela conferida (apesar de  notar algumas melhoras, acho que continua tudo caminhando para uma mesma coisa…), tenho que dizer que ele me impressionou bastante fazendo um outro tipo bem diferente do seu Tate antigo. Sem contar a Jessica Lange do alto da sua idade que nós não precisamos comentar, dando com uma cinta-liga vermelha na cara da sociedade cristã. Mesmo assim, já foi o suficiente para mim…

 

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A lista (ruiva) com os vencedores do Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Tudo  bem que a lista de indicados do Emmy 2012  já não nos agradou muito logo de cara, mas mesmo assim, mesmo sem conseguir levar muito a sério uma premiação de TV que resolveu ignorar Parks & Rec, Community e o trabalho do John Noble em Fringe, chegou a hora de encararmos os resultados, que para esse ano, não poderiam ter sido mais mais ruivos! Não acredita? Então vem cá:

 

Melhor atriz em Série Cômica

Zooey Deschanel – New Girl

Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

Amy Poehler – Parks and Recreation

Tina Fey – 30 Rock

Julia Louis-Dreyfus – Veep

Melissa McCarthy – Mike & Molly

 

Embora nossa torcida fosse total para Amy Poehler, todo munda já sabia que esse prêmio iria para a Julia Louis-Dreyfus (devo muito mesmo assistir Veep?). Mas eu concordo com ela em seu discurso, quando a própria atriz disse que esse Emmy deveria ter sido da Amy Poehler… Humpf! #POEHLER2013

 

Melhor Ator em Série Cômica

Larry David – Curb Your Enthusiasm

Jon Cryer – Two and a Half Men

Louis C.K. – Louie

Jim Parsons – The Big Bang Theory

Don Cheadle – House of Lies

Alec Baldwin – 30 Rock

 

Vamos a polêmica da noite. Apesar de não gostar da série ACDC Charlie Sheen, parte de sua graça sempre esteve no personagem do Jon Cryer (só vejo as reprises da TV aberta, rs) então, até não me sinto tão ofendido que ele tenha levado o prêmio nessa categoria. Mas é claro que eu estava torcendo para o Louie, Louie, Louie. Louie e e. (que estava lindamente ruivo, todo arrumadinho na platéia. Primeiro sinal de que esse seria o ano dos ruivos no Emmy)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Maylim Bialik – The Big Bang Theory

Merritt Wever – Nurse Jackie

Julie Bowen – Modern Family

Kristen Wiig – Saturday Night Live

Sofia Vergara – Modern Family

Kathryn Joosten – Desperate Housewives

 

Não consigo ver graça nessa mulher. Acho ela de um exagero sem tamanho e tenho a impressão de que o coração da personagem vai explodir a qualquer momento dentro da série. Até torço para isso de vez em quando, sorry Phil. Preferia até a Maylim Bialik nesse caso, que desde que chegou em TBBT, roubou a cena dentro de uma série que está rodando atrás do próprio rabo já tem pelo menos 2 temporadas. 

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ed O’Neil – Modern Family

Jesse Tyler Ferguson – Modern Family

Ty Burrell – Modern Family

Eric Stonestreet – Modern Family

Bill Hader – Saturday Night Live

Max Greenfield – New Girl

 

Eu AMO  o Cameron, mas a verdade é que ele não fez muito por merecer durante essa temporada de Modern Family e até o Jay merecia mais. Mas não vou nunca poder dizer que qualquer um deles é ou foi melhor do que o Phil. Isso eu não digo!, porque não é verdade… (e cadê a Charlize? Dizem que eles estão se pegando… – só se for no tapa, rs)

 

Melhor Série Cômica

Curb Your Enthusiasm

Girls

30 Rock

Veep

Modern Family

The Big Bang Theory

 

Depois dos resultados todos, alguém tinha alguma dúvida? Mas OK, dentre as concorrentes, essa vitória foi até aceitável, apesar da nossa torcida ter sido de Girls nesse caso, já que Parks não estava nem na lista. Mas pelo menos as meninas de Girls estiveram na premiação, todas lindas e mostrando para a sociedade quem são as garotas mais legais do momento. E o Adam também foi = (♥)

 

Melhor Atriz em Série Dramática

Julianna Margulies – The Good Wife

Michelle Dockery – Downton Abbey

Elizabeth Moss – Mad Men

Kathy Bates – Harry’s Law

Claire Danes – Homeland

Glenn Close – Damages

 

Clap Clap Clap de pé! Teve personagem mais sensacional na TV no último ano? Tá, ficaram devendo para a Glenn Close (que encerrou Damages com sua cara de pedra)… para a Michelle Dockery (que se casou recentemente em Downton!)… e para a Elizabeth Moss também, rs (que vem enfrentado o Don Draper como ninguém)

 

Melhor Ator em Série Dramática

Steve Buscemi – Boardwalk Empire

Michael C. Hall – Dexter

Bryan Cranston – Breakign Bad

Hugh Bonneville – Dowton Abbey

Jon Hamm – Mad Men

Damian Lewis – Homeland

 

Surpresa da noite vai? Fiquei bem feliz e achei super merecido, apesar de alguns dos concorrentes também estarem na minha torcida. Mas fico com pena do Jon Hamm, que nunca leva mas sempre é indicado e é sempre tão bom também… (Damian Lewis = ruivo magia. Ou seja, o primeiro sinal concreto de que esse foi mesmo o ano dos ruivos no Emmy. E a piadinha dele depois na coletive, dizendo que ele quer ver só o que vai acontecer quando o bebê da Clare Danes nascer ruivo? #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Archie Panjabi – The Good Wife

Anna Gunn – Breaking Bad

Maggie Smith – Downton Abbey

Joanna Froggatt – Dowton Abbey

Christina Hendricks – Mad Men

Christine Baranski – The Good Wife

 

Clap Clap Clap, de pé e com suas varinhas apontando para o céu! Fico imaginando ela em casa, tomando um chá vestida de Condessa de Grantham, e fazendo os comentários que só ela saberia fazer no momento em que recebeu o prêmio. #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

Giancarlo Esposito – Breaking Bad

Aaron Paul – Breaking Bad

Brendan Coyle – Downton Abbey

Jim Carter – Downton Abbey

Jared Harris – Mad Men

Peter Dinklage – Game of Thrones

 

Yeah Bitches! Magnets! Gosto tanto desse menino (não sei porque, mas acho ele um menino, rs), que não consegui me conter com a sua vitória. Agora só falta permanecer vivo na série até o seu final (fico morrendo de medo do destino do seu personagem). E ele tem a barba ruiva e estava lindíssimo no red carpet, ou seja, confirmou!

 

Melhor Série Dramática

Boardwalk Empire

Breaking Bad

Downton Abbey

Mad Men

Game of Thrones

Homeland

 

E que briga boa hein? Esse ano quem levou foi Homeland, que tem uma primeira temporada realmente muito da excelente e impossível de ser ignorada por isso, o prêmio não é nada mais do que justo! Clap Clap Clap! (série sobre um vilão que nos faz torcer por ele e que é ruívo. Mais uma pista…)

 

Melhor Atriz Convidada em Série Cômica

Dot-Marie Jones – Glee

Maya Rudolph – Saturday Night Live

Melissa McCarthy – Saturday Night Live

Elizabeth Banks – 30 Rock

Margaret Cho – 30 Rock

Kathy Bates – Two and a Half Men

 

Sempre uma excelente atriz, mesmo participando da série errada. 

 

Melhor Ator Convidado em Série Cômica

Michael J. Fox – Curb Your Enthusiasm

Greg Kinnear – Modern Family

Bobby Cannavale – Nurse Jackie

Jimmy Fallon – Saturday Night Live

Will Arnett – 30 Rock

Jon Hamm – 30 Rock

 

Eu só queria entender o que o Jimmy Fallon fez com aquela cara. Comediantes precisam ter expressão, Jimmy! (tenho impressão que a testa dele foi substituída por uma placa de adamantium)

 

Melhor Atriz Convidada em Série Dramática

Loretta Devine – Grey’s Anatomy

Jean Smart – Harry’s Law

Martha Plimpton – The Good Wife

Julia Ormond – Mad Men

Joan Cusack – Shameless

Uma Thurman – Smash

 

Gente, essa mulher é sensacional, apesar de não assistir TGW e eu adoraria vê-la ganhando alguma coisa por Raising Hope também! 

 

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

Mark Margolis – Breaking Bad

Dylan Baker – The Good Wife

Michael J. Fox – The Good Wife

Jeremy Davies – Justified

Ben Feldman – Mad Men

Jason Ritter – Parenthood

 

Daniel Faraday. Esperamos que vc tenha dado mais sorte e tenha sido levado mais a sério em Justified. Abraço.

 

Melhor Programa de Variedades, Comédia ou Musical

The Colbert Report

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

Jimmy Kimmel Live

Late Night With Jimmy Fallon

The Daily Show With Jon Stewart

 

Uma pena não ver nunca o nome do Craig Ferguson nessas listas. E ele é o melhor, por isso o nosso Emmy handmade a base de muita cola, fita adesiva e papelão vai para ele. Sempre!

 

Melhor Reality Show de Competição

So You Think You Can Dance

The Amazing Race

Project Runway

The Voice

Dancing With the Stars

Top Chef

 

Já assistiu The Glee Project? Hein Emmyli?

 

Melhor Apresentador de Reality Show

Betty White – Betty White’s Off Their Rockers

Cat Deeley – So You Think You Can Dance

Phil Keoghan – The Amazing Race

Tom Bergeron – Dancing With the Stars

Ryan Seacrest – American Idol

 

Um beijo para vc Betty White! Te AMO!

 

Melhor Minissérie ou Filme Para TV

Game Change

American Horror Story

Hemingway & Gellhorn

Sherlock

Luther

Hatfields & McCoys

 

Dizem que é bem bom, mas eu não assisti ainda. E eu só gostaria de entender o que é que American Horror Story está fazendo nesse meio… (mas Sherlock gente, Sherlock é tipo a coisa mais phina desse mundo atual! #RAFINADO)

 

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Para TV

Julianne Moore – Game Change

Connie Britton – American Horror Story

Nicole Kidman – Hemingway & Gellhorn

Emma Thompson – The Song Of Lunch

Ashley Judd – Missing

 

Vi algumas coisas e é sensacional com conseguiram transformar a Julianne Moore que é lindíssima naquela mulher pavorosa da Sarah Palin. E Julianne é um dos símbolos máximos da magia ruiva, então podemos repetir novamente que: CONFIRMOU! O Emmy 2012 foi mesmo dos ruivos. 

 

Melhor Ator em Minissérie ou Filme Para TV

Woody Harrelson – Game Change

Clive Owen – Hemingway & Gellhorn

Benedict Cumberbatch – Sherlock

Idris Elba – Luther

Kevin Costner – Hatfields & McCoys

 

Todo mundo estava dizendo que esse prêmio era dele. Nossas mães agradecem a visão, Kevin. 

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme Para TV

Sarah Paulson – Game Change

Frances Conroy – American Horror Story

Jessica Lange – American Horror Story

Judy Davis – Page Eight

Mare Winningham – Hatfields & McCoys

 

Jessica Lange é mesmo uma atriz sensacional e super merece qualquer prêmio. Só não consegui entender o que AHS ainda está fazendo nessa lista de minissérie e de indicações, porque não merecia…

 

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme Para TV

Ed Harris – Game Change

Denis O’Hare – American Horror Story

David Strathairn – Hemingway & Gellhorn

Martin Freeman – Sherlock

Tom Berenger – Hatfields & McCoys

 

Devemos muito assistir? Alguém? 

 

Melhor Direção Série Cômica

Robert B. Weide – Curb Your Enthusiasm

Lena Dunham – Girls

Louis C.K. – Louie

Jason Winer – Modern Family

Steven Levitan – Modern Family

Jake Kasdan – New Girl

 

Esse prêmio merecia ser de qualquer pessoa que tenha dirigido qualquer episódio de Community, enquanto a série existir. Sem mais. 

 

Melhor Direção em Série Dramática

Vince Gilligan – Breaking Bad

Tim Van Patten – Boardwalk Empire

Brian Percival – Downton Abbey

Michael Cuesta – Homeland

Phil Abraham – Mad Men

 

Vince Gilligan também merecia esse, hein? Apesar de BE ser uma série linda de se ver. (embora eu a tenha abandonado)

 

Melhor Roteiro em Série Dramática

 Julian Fellowes – Downton Abbey

Alex Gansa, Gideon Raff e Howard Gordon – Homeland

Semi Chellas e Matthew Weiner – Mad Men

Andre Jacquemetton e Maria Jacquemetton – Mad Men

Erin Levy e Matthew Weiner – Mad Men

 

Homeland, a grande série da noite. Sem a menor dúvida. 

 

Melhor Roteiro em Série Cômica

Chris McKenna – Community

Lena Dunham – Girls

Louis C.K. – Louie

Amy Poehler – Parks and Recreation

Michael Schur – Parks and Recreation

 

Mesmo com o coração dividido entre a Lena Dunham, a Amy Poehler e o Louie C.K., não tem como não ficar morrendo de orgulho do nosso ruivão, que ainda levou mais uma prêmio para casa pelo seu show. 

 

E terminar a lista de vencedores do Emmy 2012  com o nome do Louie C.K. e com essa imagem sensacional, com ele segurando os seus dois prêmios da noite não só é uma delícia e uma prova de que ainda há muita coisa boa na TV e algumas delas conseguem até ganhar algum reconhecimento (mesmo que tardio), como prova que esse ano, tivemos mesmo uma premiação mais ruiva do que nunca!

#RUIVISMO

ps: sei que a Claire Danes não está ruiva atualmente, mas ela já investiu nessa magia no passado em My So Called Life, portanto…

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A decadence avec elegance de Grey Gardens

Janeiro 23, 2010

Decadence avec elegance! “Grey Gardens” é mesmo incrível e Drew Berrymore mereceu o prêimio do Golden Globe. Eu sei que eu prometi já faz tempo de ver o filme, mas enrolei e acabei assistindo apenas hj. Fom forom fom fom! Mas antes tarde do que nunca, pq o filme é realmente maravileeeandro. E justiça seja feita…Jessica Lange tmbm merecia um prêmio hein?

A história, que já é bem conhecida de todos é especialmente retratada de uma forma  quase caricata porém honesta, por ambas atrizes. Quase sempre contracenando apenas entre si, as duas ahazam no drama com um toque bem diverteeedo de humor. E para quem gosta de dar um chocho na Drew Barrymore, acho que vale a pena assistir o filme porque talvez vc mude de idéia a respeito do talento da menina do E.T., ou da Pantera ruíva. Fikdik críticos (bitchs).

A direção de arte do filme tmbm foi especial, hein HBO? Pelo pôster já dah para entender o fundamento, todo um colorido, principalmete para os figurinos, contrastando com o fundo caótico da casa onde elas vivem. Um báfu!

Agora eu preciso dizer que esse figurino me deixou de cara, fiquei completamente emocionado do começo ao fim. E os chapéus? Tecidos phinos, lenços e amarrações incríveis que influenciaram bastante a moda durante o período de lançamento do filme ano passado. O figurino da Drew em particular já vale para quem gosta um pouquinho de moda, a se motivar e assistir o filme. Que tem o disfarce muito inteligente de documentário, uma coisa que eu venho observado que tem dado muito certo ultimamente.

Isso talvez garanta ao filme um ritimo e cara de mais jovem, atual, tornando-o uma delícia de se asssitir. E quem sabe pensar um pouqueeenho, por tratar-se de una história verdadeira neam? E com parentes da Jack O.  Báfu! O que leva uma pessoa a ficar presa em um lugar, mesmo cheia de vontade de ganhar o mundo? O Amor? Talvez.. Mas o que é destino não tem como escapar neam? Se estiver escrito para ser assim, cedo ou tarde vai acontecer, pelo menos eu bem acredito nisso. Agora que situação mais desesperadora que as duas se encontraram depois de tantos anos e de uma total falta de controle hen? Talvez por isso eu tenha sentido um pé na loucura na interpretação das duas. Um ou dois, vai saber neam?

Confesso que eu tenho um pouco de medo de gente que tem esse tipo de apego e ao mesmo tempo uma certa simpatia. Algo que no filme fica bem claro o porque da Edith Bouvier ter escolhido ficar em East Hampton para sempre. E vc consegue até entender o fundamento e se emocinar com a relação afetiva da jovem senhora com Grey Gardens. Mas alguém me explica o porque de toda aquela sujeira hein? Ew!

A relação de mãe e filha no filme pode até ser bonita, mas ao mesmo tempo é estranha e quase perversa. Consigo entender a devoção da filha em cuidar de sua mãe quando ela já esta mais velha e necessitando de cuidados especiais, mas acho que não precisava ser desse jeito neam? Achei meio perigosa essa relaçán e torci para que os sonhos da jovem Edith se realizassem no final.

E Drew Barrynore hein? Que bela não? Ela empresta todo o seu carisma para a personagem, que é uma sonhadora que talvez não tenha a força suficiente para buscar os seus sonhos. Mas pq será que isso acontece com algumas pessosas? Quando eu descobrir eu tento avisar para vcs tah? rs

Eu me emocionei pencas com  o final, com a pré estréia do documentário e a sua primeira vez nos palcos ao som de “Tea For Two”, que foi um dos discos mais amados de sua mãe.

Mas Drew esta mesmo incrível no papel, bem merecedora do seu Golden Globe. Eu sempre achei ela incrível e meosonho é ser seu BFF, viu Drew? Meliga tah? E a caracterização do filme tmbm é algo que vale a pena mencionar. A medida em que as duas vão envelhecendo com o tempo, tudo é feito sutilmente e discretamente, sem exageros. Maravileeeandro!

Clap Clap Clap Drew!

Ótimo filme para o finde…até me animei para uma montaçán! rs

Vontade de sair de lenço por ae…ai ai!


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