Posts Tagged ‘Joel Mchale’

A temporada que a gente preferia não ter visto de Community…

Maio 22, 2013

Community TV Show[4]

É, essa Season 4 de Community realmente não foi das melhores. Mas se fosse apenas isso, até que estaria tudo bem, porque a gente até consegue entender que a série passou por várias situações não tão bacanas recentemente, como a saída do Dan Harmon, as brigas do Chevy Chase com todo mundo, o adiamento que a NBC resolveu obrigar a nova temporada da série a ter que enfrentar, deixando como indefinida a data da sua estreia e tudo mais. Detalhes e situações que a gente até poderia entender e já até esperava que talvez acabassem prejudicando a série de alguma forma, mas o problema é que os danos acabaram sendo muito mais sérios e mais graves do que a gente poderia imaginar e durante essa Season 4 foi praticamente impossível relacionar a série que estávamos assistindo hoje com algo que vimos e chegamos a AMAR no passado. É, foi bem difícil mesmo.

Com apenas 13 novos episódios, Community voltou com pouca ou quase nenhuma força, com uma quantidade vergonhosa de episódios bem chatinhos e difíceis de se acompanhar. E difíceis no sentido relacionado ao sono e a falta de paciência com o que a série estava se tornando e não difíceis pela quantidade absurda de referências por segundo que nós todos já estávamos tão acostumados a encontrar na série. Referências que dessa vez estiveram praticamente em extinção, aparecendo apenas bem de vez em quando e de forma bem preguiçosa e praticamente informativa. (e olha que antes a gente recebia algumas referências que só conseguia entender nas reprises, hein? Bons tempos…)

Na verdade, a sensação que ficou no ar durante toda essa nova temporada, foi a de que Community estava lutando para se tornar uma outra coisa que pudesse agradar um público maior (e por motivo de forças maiores) e aos poucos foi se esquecendo que embora em menor número, a minoria que continuou acompanhando a série até agora, gostava mesmo é do seu fundamento antigo e não esperava que a série se transformasse em mais uma comédia qualquer da TV. Para isso já encontramos tantas outras disponíveis por aí, que não precisávamos que algo que já foi tão bom no passado, se tornasse em um pouco mais do mesmo. E chega a ser uma grande pena ter que reconhecer que a série se tornou exatamente isso.

Os personagens continuaram os mesmos (pelo menos isso) e nós continuamos gostando (ou odiando no caso da Annie) cada um deles exatamente pelos mesmos motivos, mas eles não parecem combinar muito bem com a nova temporada da série. Apesar de ainda ser possível reconhecê-los, parecia que a atual história da série já não funcionava mais para aquelas pessoas, como se seus personagens e cada uma de suas novas propostas de história estivessem correndo em sentidos totalmente opostos, em um tentativa desesperada de se desvincular de uma vez por todas.

a_610x408

Apesar também das mudanças que a série acabou inevitavelmente sofrendo devido a todos os acontecimentos recentes em torno da sua produção, eles até tentaram manter um pouco do que já havia dado certo em sua mitologia no passado, mas nem tentando se garantir por esse lado deu certo. E um exemplo claro disso ficou por conta do documentário do Señor Chang, que foi mais ou menos o que eles genialmente fizeram com o Dean no passado, só que dessa vez em nada conseguiu funcionar e foi bem medíocre, além de extremamente chato e cansativo. Até um episódio no melhor estilo Scooby-Doo eles tentaram nos empurrar durante essa Season 4, mas nem isso eles conseguiram realizar muito bem.

E quando durante uma temporada inteira de uma série que já foi tão bacana no passado como ainda nos lembramos (é, ainda.. só nos resta saber até quando conseguiremos viver de memórias), encontramos um dos episódios mais alinhados da série centrado em uma festa na casa da Shirley (sim, eu disse da Shirley) e um plot dramático envolvendo o pai do Jeff, chega a hora de encarar os fatos e reconhecer que realmente algo de muito errado estava acontecendo com Community

Para ser bem honesto, dos 13 episódios dessa Season 4, o único que eu achei verdadeiramente bom foi aquele com os puppets, que foi um recurso absolutamente covarde que Community acabou utilizando dessa vez para conseguir nos ganhar novamente e que funcionou perfeitamente bem, como todas as outras vezes em que a série se aventurou em diversas outras linguagens. E olha que durante essa temporada ainda tivemos um momento “Doctor Who” do Paraguai, com direito a participações dos Dylan e da Kelly de 90210 antigo, um episódio inteiro no fundamento “Sexta-Feira Muito Louca” (Abed como Troy foi ótimo, Troy como Abed foi vergonhoso), um mini momento Muppet Baby que a propósito, aconteceu bem fora do “propósito” logo no começo da temporada e um outro onde descobrimos que todos eles se conheceram de alguma forma em 2008, mas nenhum deles conseguiu ser tão bacana como já vimos a série fazer durante as temporadas anteriores com diversas outras referências, infelizmente. Nem os incontáveis shirtless do Jeff durante essa temporada conseguiram nos convencer de qualquer coisa, apesar de ser sempre uma boa distração… (rs)

article_image-image-article.11317248-c051-4039-8461-7ab670c74a60

Agora, eu vou precisar ser bem sincero e dizer que eu não sei qual foi a ordem dos fatos da história meio assim do Chevy Chase com todos da série, mas levando em consideração a forma como o seu personagem foi tratado durante toda essa Season 4, dá até para entender um pouco da mágoa do ator em relação a série, não? E quando eu digo que não sei exatamente a ordem dos fatos eu não estou querendo justificar qualquer uma das bobagens que ele tenha dito ou feito até então, porque realmente não sabemos se ele passou a ser tratado assim devido à suas encrencas com todos os envolvidos com a série, ou se ele passou a ficar incontrolável mesmo quando percebeu que estava sendo tratado como um idiota por conta do roteiro e dos plots todos do seu personagem, o que de certa forma não justifica suas atitudes, mas poderia muito bem explicar boa parte delas. Sério, um verdeiro horror!

Mas realmente, a maior parte dos episódios dessa nova temporada foram todos bem entediantes (quase morri de tédio e vergonha com o episódio de Natal por exemplo) e quase nos fizeram esquecer o porque que nós gostamos tanto da série, que se não fosse pelo histórico de cada um dos personagens e por tudo que ela já conseguiu ser anteriormente, talvez essa tivesse se confirmado como a nossa temporada de despedida de Community. (fato que merecia ter sido reconsiderado pela NBC, tanto que o fato do Jeff ter se formado ao final da temporada, talvez tenha sido uma clara evidência que nem eles mesmos achavam que conseguiriam passar dessa…)

De qualquer forma, por um milagre, reza brava ou trabalho feito, Community que já parecia uma série dada como desaparecida, com fortes indícios de uma possível morte, acabou sendo salva no último momento pela NBC, que nós não conseguimos entender o porque resolveu apostar em algo que acabou ficando tão ruim como foi toda essa Season 4 da série. Mas entendemos que talvez eles sejam apenas teimosos e ficaram com vergonha de não ver um das melhores séries novas de comédia que eles já tiveram em sua grade, alcançando a marca pré-estabelecida por ela mesmo de “Six Seasons and a Movie”. Só acho que se continuar nesse ritmo, além da já prometida Season 5, eles deveriam considerar mais uma redução de episódios por temporada. Quem sabe fazer a inglesa e começar a apostar em 6 episódios para cada um delas, hein? Talvez seja exatamente o que a gente ainda consiga suportar desse cenário…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A temporada do caos em Greendale

Maio 25, 2012

Logo de cara eles já chegaram avisando em formato de musical que estavam sem grana para essa temporada, completamente cientes de que estavam também um tanto quanto desacreditados pelo seu próprio canal, mas mesmo assim, prometiam fazer uma terceira temporada sensacional. E assim fizeram e não tem como negar que a Season 3 de Community foi tão excelente como de costume, mesmo com tantos obstáculos em seu caminho atualmente.

Mas essa temporada realmente foi bastante turbulenta e também não tem como negar que todo esse clima caótico em Greendale acabou afetando a série negativamente. Sobre a mira do cancelamento eles permaneceram por boa parte dessa temporada, amargando números cada vez mais baixos na audiência da NBC, o canal que hoje mantém as melhores comédias no ar, mas que também está a um passo de perder até mesmo esse status em um futuro próximo, já tendo anunciado a última temporada de 30 Rock por exemplo, que é uma das melhores séries de comédia na TV atualmente e uma redução para 13 episódios da própria Community, que com muito esforço conseguiu garantir a sua Season 4, pelo menos pela metade. Ufa! Mas tudo indica que o famoso sonho das #SixSeasonsAndaMovie esteja bem longe de acontecer.

No meio de tudo isso ainda tivemos um hiatus forçado, praticamente no meio da temporada, onde a série chegou até a ficar sem previsão de data de retorno. Depois, ficamos sabendo da briga entre o Chevy Chase e o Dan Harmon (criador da série), algo que acabou vindo a tona no Twitter, além da NBC anunciar nos últimos dias a mudança do dia de exibição de Community, que para a próxima temporada irá ocupar uma vaga nas sextas mortas da TV americana, que todo mundo sabe que é o dia do castigo para as séries desacreditadas ou pouco lucrativas. As vezes os dois, rs. E quando a gente imaginava que estaria tudo mais calmo após a renovação, veio a última surpresa de Community, com o afastamento do Dan Harmon como o showrunner da série, que aconteceu de uma forma não muito amigável ou profissional, segundo o próprio. Uma sacanagem que com certeza ainda irá repercutir muito em Greendale, ainda mais considerando que a Season 4 provavelmente deva ser a última temporada da série. O que a essa altura parece mais do que certo. Uma mudança que logo na sua possível temporada de encerramento e depois de tantos problemas, me parece mais do que preocupante também. Será que Community nunca mais será a mesma?

Mas colocando tudo isso de lado, ainda assim tivemos uma temporada memorável, com diversos momentos sensacionais, o que pensando no passado da série, chega até a ser um hábito comum. E quando uma série como Community, mesmo com esse total clima de caos em seus bastidores, ainda consegue nos entregar uma temporada super bacana, nós que somos fãs da série ficamos ainda mais sem entender o porque deles serem pouco queridos de uma maioria.

Mas durante essa retal final da temporada, em um episódio bem específico, até que eu cheguei  a conseguir entender na prática, onde talvez esteja essa resposta…

E isso aconteceu no super elogiado episódio onde eles seguiram a estrutura de um clássico episódio de Law & Order (3×17 Basic Lupine Urology). Passei o dia seguinte lendo uma série de críticas positivas falando desse episódio e a minha sensação em relação a ele não foi das melhores. Muito provavelmente, eu acabei não gostando do mesmo porque eu não suporto o formato de Law & Order, nunca gostei na verdade, que definitivamente é o tipo de série que não é foi feita para mim. E digo mais, nunca sequer consegui assistir a um episódio inteiro da série. BOOM! E nesse momento, pela primeira vez eu acabei entendendo o que deve ser Community para alguém que não entende o seu banho de referências a cada episódio, o que pode fazer dessa uma experiência bem chata mesmo, como acabou sendo esse “aclamado” episódio para mim. Zzzz

Nessa hora eu acabei vivenciando na prática o que a série pode representar para muitas pessoas, que provavelmente é o que a distancia de uma grande audiência, por exemplo. Não que eu ache que qualquer pessoa para assistir Community tenha que ser super inteligente ou ser um poço sem fundo de referências, não é isso. Mas digamos que ter um certo repertório bem específico, acaba ajudando na compreensão da série a ponto de torná-la tão especial para quem é fã de Community. Talvez por isso ela seja uma série de tanto amor e de tanto ódio ao mesmo tempo.

Tirando isso, preciso dizer o quanto eu me diverti com o Greendale 7, que estiveram ainda mais enlouquecidos e cheios de referências durante toda essa temporada. De episódios geniais como aquele com as seis realidades alternativas do começo da temporada (3×04 Remedial Chaos Theory) , até algo muito mais simples e ainda assim sensacional, como um episódio inteiro com cara de “foto jornalismo” (3×14 Pillows And Blankets) acompanhando a guerra entre os reinos de Troy e Abed em uma clara referência a Game Of Thrones, passamos por momentos bem bacanas durante essa temporada, o que só tornaria ainda mais injusto o seu cancelamento. Ainda bem que isso não acabou acontecendo no final das contas.

O meu preferido de todos os episódios durante essa Season 3 foi aquele com o documentário do Dean (3×08 Documentary Filmmaking: Redux). Que sensacional, não? Uma ideia relativamente simples, com um dos personagens secundários da série (dos mais queridos por sinal e acho que faz tempo que ele nem é mais tão secundário assim), um episódio que realmente foi um dos mais especiais da temporada. Aliás, acho que vale a pena até dizer o quanto o próprio Dean cresceu dentro da série, se tornando hoje um dos personagens principais dentro daquele cenário. Go Dean! Go Dean!

E #TEMCOMONAOAMAR sua tara por dálmatas, ou suas 1001 fantasias, todas espremidas em um cubículo dentro da sua própria sala, que são a sua marca para distribuir boas e más (geralmente más) notícias para todo o Greendale 7, onde sempre acaba sobrando uma mão boba no corpo do Jeff? Sério, eu sempre gostei demais do personagem, mas durante essa temporada ele acabou mesmo roubando a cena.  Ainda mais quando nos foi revelado que aquele grupo de 7 estudantes é de fato o seu preferido e que ele acabava os favorecendo o tempo todo, algo que a gente no mínimo já desconfiava, vai? Clap Clap Clap!

O que eu gosto bastante em Community é que eles não se importam muito em arriscar e em toda temporada nós acabamos ganhando uma série de episódios que além das referências mil, hoje já tão comuns e até esperadas, acabam trazendo também uma nova linguagem meio que experimental para a série. Como dessa vez tivemos o episódio onde conhecemos a versão criança de cada um deles e com isso ganhamos também suas versões em anime, ou o mais do que sensacional episódio dessa reta final da temporada, todo em 8-Bit, onde todos eles ganharam vida dentro de um jogo de videogame  que tinha como objetivo final ganhar a herança do Peter e que ainda ganhou a participação do Gus de Breaking Bad (R.I.P, rs). Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Pior é que além de super foufos em 8-Bit, eu não consegui me conter com o personagem do Troy pulando de um lado para o outro, totalmente desgovernado, como normalmente eu mesmo costumo jogar esse tipo de game multiplayer, para desespero dos meus parceiros todos, rs (sorry!). Sem contar que o episódio inteiro além de muito especial é também recheado de piadinhas, como o formato fálico ao fundo quando eles estão passando pelo cenário gay do game, onde o Peter aproveita para dizer que o Jeff se saiu muito bem naquela fase, além da piadinha super escrota sobre a preguiça no cenário da parte mexicana do jogo, o que pra gente aqui seria o equivalente as piadinhas de preguiça sobre o povo baiano. (#SHAMEONYOU)

A referência a Game Of Thrones no episódio da batalhas dos fortes no comando do Abed vs Troy também foi sensacional e eu só fico imaginando o trabalho para construir todo aquele cenário sem que ele acabasse desabando por competo. Minhas cabanas quando criança nunca tiveram uma sustentação tão boa assim, rs. E a descoberta de que Greendale vem sendo alugada para Raves de finais de semana? Tudo isso com um corredor da escola todo em fluo e um Dean dançando freneticamente e esperando se dar bem na noite. Howcoolisthat?

E no meio disso tudo nós ainda tivemos outros momentos excelentes como o episódio meio Glee que eles tiveram a cara de pau em arriscar (eles que sempre se declararam inimigos da série), além daquela festa onde cada um deles teve que ir representando um sósia de uma celebridade/personagem, tudo isso para livrar a cara do Abed que havia gastado uma fortuna contratando o serviço de sósias para representar cenas de filmes em sua vida real, onde o próprio me apareceu na sua versão feminina, vestido de Jamie Lee Curtis, onde eu quase não consegui me conter de tanto que eu acabei dando risada naquele momento.

Mas eu preciso ser sincero e reconhecer pelo menos um ponto fraco da série que chega a me incomodar muito e esse ponto fica por conta dela: Annie. Ela sozinha até que tudo bem, eu acho menos irritante, mas o meu problema maior é mesmo quando eles insistem em forçar essa tensão sexual entre ela e o Jeff. Sinceramente? Eles não me convencem nem um pouco juntos e isso desde sempre. Gosto muito mais do Jeff com a Britta por exemplo, onde a tensão sexual deles quase não se suportarem por serem tão diferentes, poderia ser muito melhor explorada na minha opinião. Além disso, acho a Annie infantil demais, mesmo com ela sendo declaradamente a mais nova do grupo. Além do que, Britta ao lado do Jeff funcionaria muito mais também do que tentar colocá-la ao lado do Troy por exemplo, que todo mundo sabe que a sua alma gêmea é o Abed e estamos completamente satisfeitos com esse bromance entre os dois, onde qualquer outro plot do coração para ambos se torna totalmente desnecessário. (se bem que foi bem foufo o Abed 8-Bit se apaixonando pela princesa do jogo, hein? Awnnn!)

Dupla que é sempre excelente e até naquelas “tirinhas” finais de episódios conseguem nos fazer rolar de tanto rir com um simples olhar ou uma “placa” escrito “falha técnica” em uma folha de papel qualquer, rs. O que foi também os dois tentando ser normal no casamento da Shirley? Ou suas viagens no “dreamatorium” a lá Doctor Who? (e a série inglesa aparecendo mais uma vez na TV americana. WHO!)

A reta final da série também foi bem excelente, mas eu achei uma pena eles terem escolhido passar os 3 últimos episódios na mesma noite. Mais um indício de que a relação entre Community e a NBC não anda das melhores e a sensação que fica é a de que eles queriam se livrar logo de tudo aquilo que deve ter se acumulado devido ao enorme hiatus que a série sofreu na metade dessa temporada. Sem contar a cartilha que acabou “vazando” entre ontém e hoje, sobre como a NBC gostaria que os atores se comportassem depois da saída do Dan Harmon…

Mas ainda assim foram três episódios sensacionais (um deles foi exatamente esse do 8-Bit que me deixou completamente apaixonado, ♥), mas que assim como aconteceu em Fringe durante essa temporada por exemplo, poderiam ter sido os episódios finais da série e por isso tivemos um certo clima de series finale no ar, mesmo que discretamente ou até mesmo de forma bem preguiçosa. Eu até acho o penúltimo episódio (3×21 The First Chang Dynasty), que foi o que marcou o resgate do Dean das mãos da Dinastia Chang (que se encontrou como segurança do campus, cercado dos seus soldados mirins e também esteve impagável nessa reta final da temporada) e que marcava também a volta do Greendale 7 antes expulso e agora tendo a chance de  finalmente conseguir terminar suas graduações. Um episódio muito melhor do que o que realmente encerrou essa temporada (3×22  Introduction to Finality), que apesar de apresentar algumas resoluções para a maioria dos personagens, acabou sendo relativamente mais fraco.

E ainda assim, mesmo com o caos totalmente instaurado em Greendale, Community conseguiu sobreviver bravamente a essa sua turbulenta Season 3. Mas um conselho de super fã da série que eu dou para todos eles é que considerem essa Season 4 como uma possibilidade de final e cheguem derrubando tudo com força e com vontade, como se fosse a última chance. Assim, se a série conseguir sobreviver a mais um ano, ainda estaremos todos no lucro. Pensem nisso…

Red Band Trailer hosted by Diablo Cody- o melhor programa de entrevistas do momento

Dezembro 28, 2011

Quase sempre os leitores do Guilt me presenteiam com algumas delicinhas e novidades que eles encontram por ai e o Red Band Trailer foi uma delas (Thnks Monica!)

Um programa de entrevista totalmente diferente, que se passa dentro de um trailer e que tem como apresentadora a sempre sensacional Diablo Cody, que eu nem preciso dizer quem é, preciso? (tem um Oscar por “Juno”…)

O programa é curtinho, com entrevistas de aproximadamente 13 minutos dentro de um trailer que parece uma torradeira (meosonho nº 414544782 era ter um trailer quando criança, sério!), onde a Diablo aproveita para fazer aquelas perguntas que certamente vc não vai ouvir o Jay Leno, nem o Letterman ou o Conan fazer. Mas talvez o Craig Fergusson faça…rs

Ou seja, não preciso nem dizer que o Red Band Trailer já se tornou o meu programa de entrevistas preferido do momento neam? AMO! (e o que é o Oscar dela sendo exibido descaradamente como objeto de decoração na mesa, hein?)

A entrevista com o John Krasinski por exemplo é mais do que especial (por motivos óbvios de perferct match, Höy!), onde ele conta como foi o seu teste para entrar em The Office e quais foram as suas gafes nesse dia. E confirmou, ele e o Jim só podem ser a mesma pessoa mesmo, rs. Detalhe que no final da entrevista, eles ainda invadem (com permissão) a casa do vizinho para que o Krasinski dê uma aula de como jogar basquete para a Diablo, que não é assim das mais esportistas. Howcoolisthat?

Outra das minhas preferidas é a entrevista com a Zooey Deschanel (por motivos também óbvios, Höy e tmbm porque além de tudo ela tem também um blog em parceria com outras pessoas, que é bem do sensacional! Howcoolisthat?), Zooey que também é bem foufa e explica o porque ela confia mais em pessoas que investem no fundamento da franja, rs.

Agora, nada supera o Joel McHale (Höy!) alimentando aquela pobre e adorável criança no quiz do final da sua entrevista. Sério, esperem até o final para ver o que ele faz com aquele bebê, que eu fiquei imaginando que só pode ser seu filho (dele ou da Diablo, rs).

Por isso, achei que vcs mereciam conhecer essa delícia de programa, que eu não tenho a menor ideia de com que frequência ela faz as suas entrevistas (na verdade, eu acho que não tem uma regra ainda, mas me parece que é mensal, isso a cada temporada, e já estamos na Season 2), mas só sei que o programa agora faz parte do L Studio, que tem também Web Therapy, a série da Lisa Smelly Cat Kudrow também feita para internet. Mas vale a pena dar sempre uma conferida para ver quem será o próxima a entrar no trailer da Diablo.

Aliás, existe nome mais badass em Hollywood do que Diablo Cody? Eu acho que não…

#TEMCOMONAOAMAR

Tá pensando que anunciar os indicados ao Emmy é coisa fácil?

Julho 13, 2011

Divertido mil esse video promocional com a Melissa McCarthy (que todos nós amamos de Gilmore Girls) pedindo uma ajudinha do Joel McHale (Community) para treinar o anúncio dos indicados ao Emmy, que acontece na próxima quinta e já que no ano passado, ele foi quem fez o anúncio.

Mas acho que ela nem imaginava que seria um treinamento ala Kung Fu Panda, neam? Euri


%d bloggers like this: