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Todas Taras Choram – O final de United States Of Tara

Junho 24, 2011

O final perfeito para uma série deliciosa.

United States of Tara nunca foi uma série fácil, do tipo que agrada todo mundo. Mas mesmo com a sua temática difícil acabou agradando uma legião de fãs (onde eu me incluo!). Não o suficiente para manter a série por mais algumas temporadas (humpf…), mas antes terminar a série no seu auge, do que acabar no limbo e sem deixar saudades alguma, não?

Sinceramente, quando começamos essa Season 3 eu me peguei pensando: hmmm, onde é que isso vai parar hein? Ou melhor, quando é que isso vai parar?

Não conseguia ver um futuro distante para a série, infelizmente, mesmo achando deliciosa a ideia da introdução de novas personalidades para Tara. Mesmo assim, estava feliz com o seu caminho até então.

E foram 3 temporadas deliciosas, de muita insanidade e momentos que certamente vamos lembrar com saudade por muito tempo.

É óbvio que o melhor da série sempre foi mesmo a interpretação primorosa da atriz Tony Collette, que mereceu todos os prêmios que ganhou pelo seu papel na série e também os que ela não ganhou (rs) e que conseguia mudar de um personagem para o outro em questão de segundos, demonstrando uma facilidade assustadora para isso. E foi uma delícia conhecer todas as suas personalidades, ou melhor, todas as Taras. A minha preferida? Shoshana, só porque eu gosto de dizer Shoshanna (ainda vou dizer esse nome na Starbucks e vou demorar para pegar o meu pedido, só para ficar ouvindo o atendente chamando “Shoshana” rs)

O final foi uma delícia, com resoluções bacanas para todos os personagens. E a carga dramática maior da série que sempre foi de Tara e sua várias versões dela mesmo, dessa vez ficou por conta de Moosh e Max. Algo merecido até, pq depois da Tara e todas as sua versões, os dois sempre foram os meus preferidos.

Moosh ganhou uma força maior ainda com a morte do seu ex boy magia e no episódio anterior, quando ele enfrentou Bryce, a versão psicopata da sua mãe, depois daquele tapa na cara dentro do seu próprio quarto, foi realmente uma delícia. No final eu já esperava por aquela resolução e somente a Tara, que sempre teve uma relação invejável com o seu filho poderia ajudá-lo em uma situação tão difícil como aquela e naquele momento recuperar tudo o que eles construíram dentro dessa relação mãe e filho.

Agora, para o Max chegou a hora de botar para fora tudo aquilo que estava contido dentro dele afinal, aguentar aquele “rotina” por tanto tempo, não deve ter sido nada fácil. E aquele alívio que deram para ele durante esse episódio final foi delicioso, primeiro com alguns momentos de alívio fake, apenas imaginários, até um surto completo com direito ao pato do jantar sendo esmurrado e jogado contra a parede. Algo que eu confesso que me comoveu e me fez rir ao mesmo tempo. Uma situação totalmente compreensível para um homem que segurou lindamente toda essa barra de ter que lidar com uma Tara diferente a cada instante por todo esse tempo. Super merecido o seu solo Max! Clap Clap Clap!

Para Tara, sobrou a tarefa de afogar em uma sessão de tortura o seu pior inimigo, Bryce. Algo que só poderia acontecer vindo dela mesma, em uma atitude bem mais corajosa do que o psicopata de 14 anos poderia pensar. Suck it Bryce!

Os demais personagens todos também tiveram suas resoluções, tudo com muito carinho, apesar da pouca importância deles para a história. E só eu gritei “Yrra!” quando o Neil negou o pedido de casamento da Charmaine? Depois ele voltou atrás, mas ela merecia aquele primeiro não, hein?

No final tivemos Tara partindo para o seu tratamento em Boston, mas carregando junto o que ela apenas suas partes boas, além de sua coragem: Alice, T e Buck, ainda meio quebrados do pesadelo com a chegada de Bryce em suas vidas, mas resistindo fortemente até o final e acompanhando Tara em sua vida, pq afinal, quem não é um pouco maluco nessa vida, não é mesmo?

E sem dúvida  nenhuma United States Of Tara foi umas das séries mais originais dos últimos tempos, muito bem escrita, com piadas inteligentes e situações completamente nonsenses. Certamente, vamos sentir saudades de todas vc Tara. Bye Bye!

Tara e todas as suas outras personalidades de volta para a Season 3

Fevereiro 23, 2011

E a Tara voltando para a Faculdade, hein?

A Season 3 volta no dia 28/03 no Showtime.

Ansioso mil!

ps: por favor, quem quiser falar comigo hoje, só atendo se me chamar de Shoshana, rs

Amazing Andy and His Wonderful World of Bugs

Fevereiro 22, 2011

Juro que eu dei um pulo da minha cadeira laranja quando me dei conta que o tal Amazing Andy do episódio da semana passada em Parenthood (2×16 Amazing Andy and His Wonderful World of Bugs) era ninguém menos do que o Michael Emerson!

Owwwn, que saudade que me deu agora do Benjamin Linus (mesmo tendo um certo medo dele)

Adorável como sempre e dessa vez no papel de um homem expert em insetos, que também sofre de Asperger e que acaba sendo contratado para fazer o show na festa de aniversário do Max, que tmbm sofre da mesma doença.

Participação bem pequena na verdade, mas pra lá de especial! AMAZING!

Falando em participação…

Olha só quem também anda passando pela casa dos Braverman’s?

John Corbett magia! Höy!

Tudo bem que na série ele esta se esforçando para fazer o papel de um roqueiro decadente, ex viciado e pai ausente, mas mesmo assim, esta mais encantador do que nunca.

Mas se eu não me engano, outro ator fazia essa papel no começo da série, não? Talvez no piloto…

E John corbett é sempre John Corbett, ou melhor, é sinónimo de magia. Sempre com  um ar ala Aidan de Sex And The City, ou o seu também  adorável  Max, em United States Of Tara. Höy!

Só sei que tirando a história bem pé no saco da personagem mais chata da série (que é a filha do casal Kristina e Adam, que me deixa enjoado…), estou bem feliz com Parenthood, que vem cumprindo muito bem o seu papel de série confort food,  é a minha novela das 20h00 de toda semana (lugar que já foi posto dos Walkers de Brothers And Sisters no passado)

Série deliciosa, para assistir na hora do jantar, rs

E mais uma vez, foi ótimo revê-lo Michael Emerson!

A sensacional Season 2 de United States Of Tara

Junho 21, 2010

Quando a segunda temporada começou eu assisti apenas o primeiro ep, mas Paolo Torrento meu fiel amigo, continuou trazendo tudo pra mim. Ontém comecei a me irritar com pencas de coisas que estão no meu HD e que eu nunca tenho tempo para assistir e ai resolvi fazer uma maratona de United States Of Tara (Season 2) e colocar finalmente um pouco do meu Tivo em dia, rs.

E não é que eu achei sensacional? A primeita temporada já foi bem boa e rendeu até prêmios para a Toni Collette como todo mundo previa. Mas essa segunda temporada foi de um nível absurdo! Me emocionei, rolei de rir, fiquei mega curioso, com raiva da Tara, com raiva do Max. Gosto tanto quando uma série me proporciona vários tipos de emoções, sinal de que é uma série boa.

O casal, Max e Tara começa a temporada bem tranquilo, com Tara tendo a sua doença controlada pelo uso de remédios (aliás, quantos comprimidos ela toma por dia hein?), que eu acho que mais pra frente vai refletir de alguma forma no comportamento de Tara. Mas com o decorrer da série, eles passam a ter que lidar com um problemeeenha chamado “traição”, que começa por ela e termina com ele, só que tem um detalhe: os dois se traem com a mesma amante.

Prêmio Tulipa de ouro para ela neam? Pegou a Tara (Buck)  e o Max sua danada? euri

E a maluca se declarando para o Buck no meio da pista de patinação do gelo foi bem engraçado e constrangedor. Aliás, a série conseguiu atingir um nível de humor inteligente superior a temporada anterior, fatão!

E  o Max (John Corbett) deve ser mesmo o Superman neam? Que marido é esse Brasil? Aguentando toda a loucura da sua família, consertando tudo e ainda completamente apaixonado por Tara. Nesse momento eu me dei conta de que, espera ae…esse ai não é o Max, é o Aidan da Carrie de Sex And The City neam? Ou será uma mistura dos dois? Maxaidan? Não sei, só sei que esse é mais uma papel do homem perfeito para John Corbett, que só não vai ganhar um chocho pela repetição porque ele desenvolve muito bem esse papel neam? Höy!

Tirando tudo isso, outra personagem que ganhou espaço na série e se tornou uma das minhas preferidas é a irmã de Tara, Charmaine. Acho ela bem engraçada tmbm, com um humor meio sacana, meio triste. Gosto dela, acho uma ótima atriz. E achei sensacional todas as cenas envolvendo as duas irmãs.

A filha do casal continua perdida neam? Não sabe o que quer da vida, nem com quem quer. Dessa vez a sua mais nova empreitada foi como cosplay de um personagem fictício. E quase deu certo hein? Ela até ganhou uma Vespa de um de seus fãs em troca de estourar pencas de balões de ar com a bunda (euri). Acho que devo começar a lucar alguma coisa com o meu blog hein?

Ahhh, e nessa temporada Tara ganha uma nova personalidade. Uma psicologa/analista/médica chamada Shoshana Shoabaum. Divertidíssima! E precisava ser Shoshana? O nome mais engraçado ever, que eu ainda vou usar na Starbucks, só para quando o meu café ficar pronto o atendente ficar chamando por Shoshana, euri.

A única coisa que eu não gostei muito foi de novo ver Tara, procurando por memórias do seu passado para justificar a sua doença. Achei que isso já tinha sido resolvido anteriormente com a primeira temporada, mas parece que não. Dessa vez a culpa de tudo ficou para um meio irmão que as duas desconhecem (um novo gancho e personagem para a próxima temporada?), do primeiro casamento do pai delas, o qual aparentemente abusava de Tara e por isso ela e sua irmã passaram uma temporada em uma casa de crianças para adoção. Culpa daquela mãe uó delas neam? Velha maldita!

Agora, o que eu achei mais bem cuidado e inovador na série foi a história do filho do casal, Marshall, descobrindo a sua sexualidade. O relacionamento dele com a garota que quer de qualquer jeito ficar com ele, mesmo aceitando a condição e o fato dele se relacionar com outro meninos se ele ainda ficar com ela. Típico comportamento antigo que a gente acha que não acontece mais, só que acontece!

Logo depois, temos Marshall saindo do armário para o seu pai, que tem a reação mais honesta e foufa da história da tv. Sem drama, os tempos agora são outros, os pais são mais jovens tmbm e tudo isso contribui para uma nova dinâmica na forma de lidar com esse tipo de situação. Clap Clap Clap!

A partir disso temos Marshall explorando a sua sexualidade e tendo que aprender como ser gay (euri). Passando pelos esteriótipos e modelos antigos de comportamento, Marshall percebe que esse não é o tipo de vida que ele espera ter ao se assumir, que o que ele queria era mais simples do que todas essas coisas, se apaixonar, ficar juntos, tudo isso é mais importante para ele do que a pegação em si. Sério, deu vontade de colocar ele no colo e chorar junto com aquele garoto de 16 anos que representa muito bem um novo conceito de ser gay atualmente, com toda liberdade e com todos os problemas semelhantes ao passado que isso pode representar em sua vida.

E acompanhar o caminho dessa evolução foi emocionante! Ahazou Diablo!

Episódios sensacionais, uma trilha bacana e mais presente na série e a vida absurda de Tara, interpretada pela sensacional Toni Collette  me fizeram assistir 11 eps seguidos até o final da temporada, que foi lindo, com direito a noiva abandonada, declaração foufa de amor do marido e dança em família!

Que venha a Season 3!

ps: próxima maratona,  Nurse Jackie


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