Posts Tagged ‘John Krasinski’

Uma cara de mau que não convence, mas enfeitiça. Höy!

Janeiro 31, 2014

John Krasinski

É John, convencer não convence mesmo, mas enfeitiça, sempre. Höy!

 

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Da série casais gravidíssimos que nós AMAMOS ainda mais: Emily Blunt + John Krasinski

Setembro 20, 2013

John+Krasinski+

E essa imagem com o John Krasisnki olhando desse jeito que a gente sonha ser olhado pela magia certa significa que a Emily Blunt escolheu o pai certo para o seu filho. (e ele também escolheu bem certo, porque além de linda, ela é ótima!)

Congrats!

 

ps: e desde já i do declare que esse é o nosso novo baby preferido.

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The Office escolhendo se despedir da melhor forma possível. That’s what she said!

Maio 25, 2013

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The Office sempre foi aquela série bem constante (inclusive já falamos sobre esse mesmo assunto durante a temporada anterior), queridíssima entre seus fãs, mas que nem sempre foi a mais comentada por todos os cantos ou a mais amada da temporada, exceto quando surgiu e era a grande novidade em meio as comédias e sitcoms que já estavam bem cansados a essa altura daquele formato mais tradicional e com cara de antigo, que parece ter voltado com força (forçada) agora. Mas quem gostava dessa proposta mais simples sobre o cotidiano de uma empresa cujas funções não eram as mais animadoras possíveis, simplesmente gostava e isso parecia ser o suficiente para a série se manter viva.  Ao mesmo tempo, The Office também nunca nos incomodou profundamente (como algumas de suas colegas fizeram, principalmente durante essa temporada 2012/2013) a ponto de nos fazer sentir vontade de pedir demissão daquele trabalho temporário semanal de anos, nem com a saída do Michael Scott, que muitos consideraram ser a sua sentença de morte e que foi sim, bastante sofrida e difícil para todo mundo, mas que nem por isso levou a série a uma morte súbita como muitos apostavam que aconteceria. E por nove temporadas seguidas a série continuou sendo exatamente a mesma, se mantendo em uma constante bem bacana, difícil de se alcançar e isso até o seu final, que não poderia ter sido mais especial.

Muito bem executada, com um elenco excelente, bem difícil de ser reunido (como eles bem lembraram durante documentário que foi exibido por lá antes do final da série e que vale super a pena ser visto) e popularizando o fundamento do mockumentary (que não foi um invenção deles na TV, mas que talvez seja da série originalmente inglesa a sua grande popularidade e influência atualmente), a série conseguiu se manter muito bem por todos esses anos, mesmo não se mantendo perfeita o tempo todo e encontrando seus altos e baixos no meio do caminho, algo bem natural também para todo mundo. Sempre acho importante lembrar que The Office foi uma série que lidou perfeitamente dentro de suas limitações, onde quase tudo de importante dentro da sua história e ou mitologia, acabou acontecendo dentro daquele escritório em um cenário de paredes fixas, limitado, difícil de se realizar uma história que mesmo com um série de limitações físicas por uma questão simples de espaço mesmo, conseguiu atingir a marca de nove temporadas e só por isso talvez eles já mereçam todo o nosso respeito. É claro que também adoramos quando saímos daquele ambiente de trabalho da série e nos deparamos com aqueles personagens com roupas mais casuais e em outras situações, como o memorável (um dos melhores episódios da série) jantar na casa do Michael Scott, ainda durante a quarta temporada e com o seu amor do passado, Jan. Mas basicamente, tudo de importante que já aconteceu dentro da série até hoje, ocorreu exatamente entre as paredes e repartições daquele escritório, que a essa altura conhecemos como se fosse o nosso próprio ambiente de trabalho.

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Com o passar dos anos fomos conhecendo cada vez mais aquelas pessoas, nos familiarizando com suas personalidades e nos aprofundando um pouco mais em suas histórias, mesmo que bem de leve por parte de alguns que apareciam sempre ao fundo, com pouco destaque (principalmente no começo) e assim fomos nos importando cada vez mais com cada um deles e nada mais do que justo que nessa reta final, todos ganhassem a devida atenção, como acabou acontecendo mais perto do fim. Claro que com o passar dos anos a série foi se desgastando também, algo natural para um cenário que poderia ser extremamente limitado para algumas de suas concorrentes do gênero, enfrentando algumas barreiras que eles conseguiram derrubar com a força gigantesca daquele elenco reunido, que sempre foi muito bom, inclusive aqueles que pouco apareceram durante esses anos todos. Certamente o maior exemplo disso talvez tenha sido mesmo a saída do Michael, onde muita gente apostou que seria o fim dessa história, mas ao contrário do que parecia como certo, eles conseguiram se manter apenas com o que tinham, abortando a ideia de trazer nomes de peso para o posto de “melhor chefe do mundo” (que eles até trouxeram, mas apenas para algumas participações) e mostrando que a série apesar de todo o carisma do Michael Scott (e do Steve Carell), não era apenas uma série de um homem só. Sem contar que foi super merecida a escolha final do Andy para assumir esse posto, que desde que ele chegou na série, parecia ser do personagem e de ninguém mais, exceto para a resolução final da série, onde acabamos ganhando um velho novo rosto conhecido para o ocupar o cargo.

Começamos essa Season 9 enfrentando mais uma vez a rotina do escritório, com toda a excentricidade do Andy no comando da Dundler Mifflin, continuando aquele perfil de chefe que pouco se importa com o trabalho e ou não tem muita certeza de quais sãos suas verdadeiras funções naquele ambiente, algo que conhecemos bem desde os tempos do Michael, mas que o Ed Helms conseguiu encontrar muito bem a sua própria identidade dentro daquele mesmo ambiente naquele momento e só funcionou bem porque a história do personagem já existia, algo que seria bem mais difícil no caso de uma contratação de fora, por exemplo. No escritório, as coisas pareciam estar bem tranquilas, apesar do caso do Oscar com o “senador” gay da Angela, uma relação que sempre despertou o ciúmes do Dwight e que de quebra acabou ganhando o Kevin como o único deles que descobriu sem querer  exatamente o que estava acontecendo com seus vizinhos de mesa e para seu total desespero, não podia compartilhar com ninguém a fofoca da vez.

Do lado pessoal de cada um dos personagens, algumas mudanças estavam acontecendo também, como a falência dos pais abastados do Andy, até a herança que o Dwight acabou sendo obrigado a receber junto com seus irmãos (o plot da tia rabugenta foi ótimo também!), que conhecemos em um episódio que acabou não sendo tão bacana como gostaríamos que fosse, nesse que teria sido a sua deixa para o spin-off que o personagem acabaria ganhando, ideia que acabou sendo abortada mais tarde pela própria NBC, por reconhecer que o certo seria mesmo que aquela história se encerrasse por ali. Mas a maior mudança na dinâmica da série acabou acontecendo mesmo com a relação Jim + Pam, com ele começando uma nova empresa de marketing esportivo, longe de Scranton, pela qual ele foi obrigado a ter que trabalhar apenas meio período na Dundler Mifflin e mais tarde teve até que dividir um apartamento com o Darryl na outra cidade por conta do crescimento dos negócios (a briga envolvendo a convivência dos dois dividindo o mesmo teto também foi bem boa) e consequentemente por conta dessas novas tarefas em sua vida, Jim foi deixando sua família ao lado da Pam um pouco mais de lado, algo que percebemos que ela não estava recebendo muito bem, apesar de ser tudo extremamente profissional por parte dele e ela nem precisar se preocupar com outros aspectos bem mais preocupantes que poderiam aparecer com o tempo devido a essa distância, carência, ou qualquer desculpa esfarrapada do tipo.

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Nessa hora, como uma medida desesperada de acabar criando um climão desnecessário porém até que compreensível dentro da relação do casal (por parte dela, apesar da motivação “fraca”), vimos The Office apelando descaradamente ao tentar afastar seu casal principal, provocando algumas brigas entre eles (que nunca apareceram antes) e especialmente colocando a Pam em uma posição que ela que sempre foi tão bacana quanto o Jim, não merecia estar. Se sentindo preterida e minimizada em relação as novas conquistas do marido, Pam acabou dificultando o que já não estava tão fácil assim para o Jim, apesar de “parecer o contrário” (e que apesar de estar longe do dia a dia da família, estava conseguindo manter seus dois empregos, mesmo com ela ficado sobrecarregada com os dois filhos e tudo mais…), e mesmo com eles tentando forçar um lado mais egoísta do Jim que nós não conseguimos enxergar com tanta clareza, nós também não conseguimos comprar essa ideia, afinal, Jim + Pam foram feitos um para o outro e aquele não parecia ser um motivo consistente o bastante, capaz de fazê-los considerar uma separação. (e até na terapia de casal eles foram parar. Sério?)

E foi quando ganhamos o interesse do sonoplasta do documentário pela Pam (a primeira vez na série em que a equipe por trás das câmeras chegou a ser vista), ele que descobrimos ser uma espécie até de amigo do casal por todo esse tempo e nesse momento tudo ficou ainda pior, com ela se vendo no mínimo tentada dentro daquela situação toda, algo que o Jim no passado, quando teve a nova funcionária e substituta da Pam literalmente se jogando no seu quarto de hotel durante uma viagem de trabalho, nem chegou a cogitar como interesse ou possibilidade e por isso, toda essa historia além de forçada, acabou parecendo bem injusta com ambos os personagens. Por sorte, eles meio que abandonaram essa ideia de ter outras pessoas envolvidas com a história do casal e mantiveram esse plot dos desentendimentos entre eles apenas por uma questão geográfica e profissional mesmo. Ufa! No final das contas, ver o  Jim abandonando o emprego do sonhos por conta do seu casamento foi até que bonitinho (peso que eu não gostaria de carregar de ambos os lados), mas não conseguiu superar a injustiça que a Pam o fez ser obrigado a enfrentar ao ter que escolher entre sua vida já pré estabelecida em Scranton ou o novo trabalho cheio de novas possibilidades, que estava crescendo e já gerava lucros importantes, embora ele tenha jurado de pé junto que não foi como ele se sentiu em relação a sua decisão. Ainda bem que no final, eles encontraram um jeito bem bacana de consertar tudo isso (consertar, não apagar…), algo que também foi bem especial e pelo menos somos gratos por eles não terem escolhido ignorar o assunto ou se contentarem apenas com uma resolução mais preguiçosa para essa história de amor que nós gostamos tanto.

E me desculpem, mas apesar de ter entendido a motivação da Pam para todo esse plot mais dramático do casal, eu realmente precisava desabafar em relação a minha total desaprovação dessa parte específica da história, principalmente nessa reta final da série, que além de injusta com ambos os personagens como eu já disse anteriormente, acabou soando também como uma medida desesperada de criar algum suspense e ou expectativa para essa reta final, algo que uma série como The Office já não precisava mais a essa altura e tão pouco com esses personagens. Tudo bem também que durante esse tempo todo, apenas nós conseguimos assistir e perceber o quanto aquela relação parecia perfeita (simples, fácil, o sonho de todo mundo que já experimentou o outro lado na verdade, rs), mas mesmo assim, foi uma pena ver dois personagens que nós gostamos tanto e torcemos mais ainda para ficarem juntos (algo que inclusive até que demorou bastante para acontecer), tendo que enfrentar uma situação tão forçada como aquela.

The Office - Season 9

Em meio a tudo isso, inclusive os tropeços, a rotina de trabalho também continuou sendo uma delícia (sem euforia, mas uma delícia), com episódios dentro de um escritório móvel montado dentro de um ônibus, ou o plot do piolho, que fez com que a Meredith fosse obrigada a raspar a cabeleira ruiva do meio do nada, tudo por conta das suspeitas sobre a epidemia apontarem diretamente para ela devido ao seu histórico meio assim (mesmo com a culpa sendo dos filhos da Pam e do Jim e estando a Pam ciente de tudo isso, rs), além de um excelente episódio de Natal tradicionalmente alemão, seguindo as tradições exóticas e divertidíssimas da família Schrute, é claro. E mesmo em sua última temporada, ales ainda encontraram tempo para introduzir novos personagens, com a chegada dos novos Jim e Dwight, sendo que um deles acabou se tornando o pesadelo do Andy em relação a Erin, que acabou sendo abandonada pelo próprio Andy anteriormente, Andy que ao lado do irmão, precisou tirar férias por conta própria, sem comunicar a empresa, só para resolver essa questão familiar e por isso foi “obrigado” a abandoná-la.

Mas isso tudo o que aconteceu durante essa nona temporada da série, acabou sendo apenas uma ótima distração enquanto caminhávamos para a reta final de The Office, com os seis últimos episódios (2 episódios duplos e um grandão que não se assumiu como duplo na verdade) onde todas as resoluções para essa história começaram a aparecer e todas essas amarrações não poderiam ter sido mais especiais. Tudo começou a ser preparado para o final quando começaram a sair os promos do tal documentário que eles vinham gravando esse tempo todo para a PBS, onde todos eles acabaram ficando extremamente excitados por estarem prestes a aparecer na televisão, mas toda essa excitação acabou durando pouco tempo quando eles se deram conta de que na verdade, podres pessoais envolvendo alguns dos funcionários do escritório e terceiros, estavam prestes a se tornarem públicos e isso poderia se tornar um grande transtorno.

Andy foi quem mais se empolgou com a possibilidade de ficar famoso, embora não tenha reagido muito bem as críticas feitas pelos comentários de quem assistiu ao promo (algumas feitas propositalmente pela Nellie, que praticamente sumiu durante essa reta final, que para quem conhece o trabalho da Catherine Tate, sabe o quanto isso foi um total desperdício), trazendo de volta o seu comportamento bipolar, que acabou lhe rendendo uma “demissão” da Dundler Mifflin, para que ele tivesse mais chances de seguir o seu sonho de se tornar um grande artista, além de um audição vergonhosa em um programa de TV de talentos musicais a capella, que tinha em seu elenco de jurados nomes como o da Santigold, o Sugar Ray antigo (sim, aquele mesmo) e o Clay Aiken. Isso além do Stanley estar preocupadíssimo com a sua mulher podendo descobrir sobre o seu caso de anos com uma amante e a dupla da contabilidade, Oscar e a Angela, estarem envolvidos até o pescoço com o caso do senador gay que inclusive enrolava ambos com outros. Sem contar que foi impagável o B Side da Angela finalmente aparecendo, com ela morando naquele apartamento minúsculo e cercado de seus gatos, se encontrando totalmente desgrenhada e no limbo, sendo obrigada mais tarde (por motivos de ter sido despejada do condomínio) a ir morar com o Oscar e se ver dormindo dentro do seu armário, algo que ele mesmo faz questão de ressaltar a ironia em um dos seus depoimentos. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

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Além de tudo isso, é claro que nós estávamos esperando algo mais para alguns personagens importantes dentro da mitologia da série, a grande recompensa por esses anos todos dentro do escritório e esse momento aguardadíssimo por todos os fãs de The Office acabou acontecendo em um episódio pra lá de especial, com o Dwight se tornando um faixa preta de karatê ao lado do seu novo sensei, trazendo de volta algo que fez parte da série no passado (lembra da luta entre ele e o Michael? E o Jim pegando a Pam no colo e ambos ficando extremamente constrangidos depois? rs) além de trazer o merecidíssmo dia em que o David Wallace resolveu reconhecer que ninguém no mundo seria capaz de comandar a Dundler Mifflin melhor e de forma mais apaixonada e dedicada do que o próprio Dwight. Um momento lindo para a série, que além de tudo teve a participação do Jim, que foi a quem o David recorreu para perguntar sobre a vocação do Dwight para o cargo e que ele sem perder o humor, embora visivelmente emocionado com a recompensa que o seu amigo disfarçado de nemesis estava prestes a finalmente receber, disse que não poderia imaginar alguém mais apaixonado ou perfeito para aquela posição (♥). O mais legal de tudo isso foi ver o Dwight imediatamente reconhecendo a atitude do seu “maior adversário” (talvez pela altura e ou magia, quem sabe? rs) dentro do escritório, oferecendo ao Jim a vaga de “assistente do gerente regional” que ironicamente já foi ocupada por ele mesmo no passado (na era Michael Scott) como forma de piada do escritório.

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Mas as recompensas ainda não haviam chegado ao fim para o Dwight e ele que estava prestes a se casar com a moça da fazenda vizinha com cara de top model alemã, ainda precisava acertar uma parte importante da sua vida, que ainda estava em aberto com a Angela, que desde de sempre nós sempre soubemos que era a sua verdadeira alma gêmea. E a forma como ele acabou reconhecendo que o filho da Angela era realmente seu filho (algo que ele sempre suspeitou) não poderia ter sido mais especial, com ele e a criança olhando encantadoramente da mesma forma para uma “Galactica”, um dos brinquedos que ele fez questão de trazer para o escritório que agora estava em seu comando. Juro que o meu coração nerd fã de ambas as séries quase explodiu de tanta felicidade nesse momento e obviamente que isso tudo acabou resultando em lágrimas e muitas, principalmente quando a Angela aceitou seu pedido de casamento no acostamento da estrada, revelando de quebra que o menino (lindo por sinal) era sim seu filho. CHOREI, feito criança. Confesso. Um momento que certamente deixou todos os fãs da série bastante emocionados, mas que apesar de ter sido absolutamente especial, em nada se comparava com o que estávamos prestes a assistir durante o series finale de The Office, que certamente entrou para uma das minhas preferidas na vida. Sem o menor exagero.

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E o Dwight não foi o único que ganhou resoluções importantes a essa altura na série não e o casal Jim + Pam também  nos garantiu um pouco mais de lágrimas durante esse episódio, com o Jim pedindo a ajuda da equipe do documentário após ouvir as inseguranças da Pam por conta da sua escolha de ficar com ela e a família em Scranton e abandonar o seu sonho profissional (só fiquei decepcionado nessa hora porque imaginei que o Jim escolheria algo do Travis como trilha sonora para o vídeo), em um tentativa de provar para a mulher o quanto ele a amava e o quanto essa história sempre significou para ele, entregando para a mesma um vídeo adorkable com momento lindos da história do casal (desde aquela cochilada dela no ombro dele durante a Season 1, sabe?  ♥), além da narração perfeita para o momento (feita por ele mesmo, mas falando sobre a história do Dwight com a Angela), com  ele finalmente entregando para a Pam aquela declaração de amor que ele escreveu nos primórdios da série, em um dos episódios de Natal onde o personagem comprou uma chaleira verde de presente para a até então apenas colega de trabalho e ao se deparar com a realidade de que a Pam estava de volta com o noivo do passado (também adorei os dois comparecendo no casamento perfeito do ex noivo da Pam durante essa temporada), ele acabou retirando do meio do presente a tal declaração que havia feito para ela naquela época e acho que a gente jamais poderia imaginar que um detalhe tão simples como esse pudesse voltar a tona em um momento tão importante para a história do casal. Sério, por mais que a gente não tenha visto o que estava escrito naquela carta, esse foi certamente um dos momentos mais comoventes da história do casal. E quem sabe a gente não acaba ganhando a revelação do conteúdo da carta nos extras do DVD? Se bem que eu acho que nem precisa… (mas é claro que ficamos curiosos)

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Em seu episódio duplo de despedida, The Office escolheu dar um salto no tempo, mostrando como se encontrava a vida de todos aqueles personagens exatamente um ano após a era Dwight e também após a estréia do documentário, tendo como plot principal o casamento do mesmo com a Angela, que contava com o Jim como best man e uma reunião de personagens importantíssimos para a história, como a participação da Kelly e do Ryan, dos quais a gente sempre morreu de saudade, principalmente daquele relação praticamente doentia de ambos. Além disso, nesse episódio o Jim nos reservava suas últimas pranks para cima do seu antigo “nemesis”, um clássico da mitologia da série de ambos os personagens (que sempre viveram uma das minhas relações preferidas desse cenário), agora rebatizado como “Guten prank” e que foram acontecendo até o momento do casamento.

Com os negócios indo extremamente bem sob o comando do Dwight, algo que já era de se esperar, nesse momento final ainda dentro do escritório, ganhamos algumas resoluções importantes também para a mitologia da série e seus personagens mais secundários, com o Stanley finalmente se aposentando (algo que desde o começo ele falava sobre) e com o Toby e o Kevin sendo demitidos (e ser demitido com um bolo deve ser no mínimo reconfortante, não? Mas só se ele for de chocolate… rs), algo que meio que funcionou como o empurrão que ambos precisavam para fazer algo mais de suas vidas além de permanecer naquele escritório por pura comodidade. Toby se tornando uma espécie de ex agora stalker da Nellie e o Kevin como dono do bar onde foi realizada parte da despedida de solteiro do Dwight (propositalmente por culpa do Jim) foram resoluções ótimas para esse final. (e o que foi o Dwight arrependido, morrendo de saudade do ex funcionário, desenhando o Kevin naquele joguinho? Awnnn!)

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E como todo casamento tradicionalmente acaba pedindo por uma despedida de solteiro, os meninos e as meninas se dividiram nessa hora para aproveitar os últimos momentos da dupla. Elas bem mais comportadas, em casa, mas contratando um stripper para animar a festa, que descobrimos ser ninguém menos do que o filho da Meredith (sério, #TEMCOMONAOAMAR?) que não ficou nada constrangida ao descobrir o filho naquela situação e aproveitou o momento para ensinar alguns de seus truques para o próprio, algo que é claro que deixou todas as demais extremamente constrangidas com aquela família tão disfuncional.

Do lado dos meninos, com o Jim responsável pelas últimas horas do Dwight ainda como solteiro, tivemos momentos sensacionais, como ele presenteando o amigo com um tiro de bazooka (nada seria mais apropriado para o Dwight), além de presenteá-lo também com uma típica “lap dance” que obviamente o Dwight não conseguiu entender para que servia exatamente (AMO a inocência do Dwight. AMO!). Jim que de quebra ainda incluiu o Mose na brincadeira, que assim como o Dwight, também não entendeu exatamente qual era o espírito da coisa e acabou sequestrando a Angela, que passou horas trancada dentro de um porta-malas.

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Vendo o Jim novamente voltando a ser quem ele era no passado, embarcando em todas as loucuras do novo chefe Dwight no escritório e se importando pouco com o trabalho e mais com a diversão, Pam acabou entendendo de uma vez por todas do que ela acabou privando o marido de alcançar e automaticamente acabou percebendo o quanto foi injusta com ele durante todo esse período meio assim do casal (provocando uma espécie de regressão no Jim), que foi quando ela finalmente decidiu colocar aquela casa linda deles a venda (ela que também já havia ganhado como resolução a conclusão de seus dois murais de arte pela cidade. Sim, 2!) e seguir a vida com o Jim na empresa que ele ajudou a criar no começo da temporada e que a essa altura, já estava sendo bem sucedida, algo que o deixava extremamente frustrado por não fazer mais parte de tudo aquilo, ainda mais com a chegada do Darryl para a despedida da série, ele que se encontrava super bem sucedido devido a sua permanência na tal empresa, algo que apesar de ter sido bacana para o personagem, acabou soando também como uma arrogância desnecessária por parte dele (apesar de honesta), que na verdade sempre foi bem ambicioso e nem sempre conseguiu encontrar as oportunidades que desejava dentro do antigo ambiente de trabalho. Mas foi bem foufo também durante um dos episódios anteriores, ver os demais funcionários da Dundler Mifflin exigindo uma despedida mais adequada do Darryl, que para isso teve que se despedir dançando com cada um deles, em outro momento memorável dessa temporada de despedida.

Antes do casamento, ainda tivemos outro momento excelente para essa reta final, que foi uma espécie de painel que eles todos acabaram participando em comemoração ao sucesso do documentário. Durante o painel, tivemos uma série de pequenos presentes, como o Andy finalmente superando o trauma de ter se tornado uma piada instantânea do Youtube, algo que mais tarde o fez ser reconhecido em Cornell, que acabou se tornando o seu novo ambiente de trabalho perfeito. Ainda nesse cenário, tivemos também uma resolução bastante importante e super foufa para a Erin, que acabou conhecendo no meio da platéia não só a sua mãe (que ela chegou a procurar no passado) como também o seu pai, com quem descobrimos que ela dividia uma série de semelhanças.

Nesse momento, The Office aproveitou também para tocar no assunto sobre o plot da quase separação do casal Jim +Pam, colocando a audiência do painel para fazer uma série de perguntas que provavelmente foram as que mais eles ouviram os fãs da série fazer durante essa tentativa de drama desnecessário na vida do casal durante a Season 9. Pam teve que ouvir algumas coisas não tão bacanas em relação a sua postura (merecidamente. Eu por exemplo, ODIEI aquela cena com ela mandando ele desligar o telefone enquanto ainda estavam fazendo terapia de casal), mas que foram o suficiente para despertá-la em relação a sua parcela de culpa nesse história toda, que foi a motivação que a personagem estava precisando para tomar a tal decisão de abandonar Scranton e consequentemente seu trabalho (outro momento lindo do casal ao lado do Dwight), para seguir o sonho do seu marido, que naquele momento ela finalmente conseguiu entender o quanto isso tudo seria importante para ambos.

The Office - Season 9

Durante o casamento do Dwight + Angela, que aconteceu ao som de “Sweet Child Of Mine” no violino e com a Angela sendo carregada de cavalinho pela Phyllis, resolvendo um issue antigo delas (de novo, #TEMCOMONAOAMAR?) acabamos ganhando a maior surpresa desse series finale, algo que eles até tentaram esconder de qualquer jeito de todos nós mas que de certa forma, todos os fãs da série já suspeitavam que aconteceria, afinal, merecia. E essa supresa ficou por conta da última prank do Jim com o Dwight, que instantes antes da cerimônia revelou que não poderia mais ser seu best ma por ser bem mais novo (uma piadinha ótima entre os dois atores) e que por esse motivo ele havia trazido alguém especial para cumprir esse papel durante a cerimônia… e é claro que esse alguém seria ninguém menos do que o Michael Scott, que não poderia ficar de fora dessa despedida deliciosa da série, nesse que foi um momento de pura emoção para a amizade dos personagens, com o ambos visivelmente emocionados (inclusive o John Krasinski) e com a excelente line:

 

Dwight: I can’t believe you came!

Michael: That’s what she said.

 

Serei obrigado a confessar novamente que nesse momento, apesar dos inevitáveis spoilers (bem irritantes nesse caso), me encontrei novamente chorando copiosamente com aquele reencontro super especial, que apesar de ter sido uma participação mínima do ator Steve Carell, que ficou meio de lado, respeitosamente, mas quase como se tivesse uma espécie de “mágoa” qualquer no ar por parte do ator e os criadores da série (sorry, mas foi o que eu senti, apesar de entender que o Michael naquele momento era apenas um presente a mais nessa reta final. Algo que eu também suspeito que possa ter sido um pedido do próprio ator…) foi extremamente representativo e importante para a conclusão perfeita dessa história.

Claro que além desse grande momento, tivemos ainda excelentes conclusões para todos os personagens da série, com o Ryan aparecendo como pai solteiro de um bebê, que ele não pensou duas vezes ao intoxicar com nozes (sim, seu filho era alérgico e ele sabia disso, rs), só para conseguir um momento a sós com a Kelly para arriscar o tudo ou nada, abandonando o filho logo em seguida com o até então marido da Kelly, o médico indiano que pediu para chamarem o serviço social para a criança abandonada (sério, #TEMCOMONAOAMAR algo tão politicamente incorreto a essa altura?), que nem precisou disso porque estava diante da Nellie, que sempre sonhou em ter um filho e já estava até na fila de adoção. Sem contar a campanha do Oscar como senador, as piadinhas do quanto sobre os personagens secundários nunca foi mostrado no documentário em todos esses anos de filmagens e o momento de puro carinho com o Stanley e a Phyllis, que eu pelo menos nem estava esperando, mas achei de uma delicadeza fora do comum com personagens menores.

Mas é claro que o cenário perfeito para o encerramento dessa história ainda seria a própria Dundler Mifflin, com todos eles se reunindo na empresa para a inauguração do mural pintado pela Pam no armazém (que ainda ganhou seu último momento na recepção e com o Jim na mesa ao lado… Awnnn!), com uma brincadeira super querida com a produção de The Office, que nessa hora se fundiu com o elenco da série para um foto em frente ao painel (achei ótima a cara deles de “quem é essa gente?”) e que nos preparava para o nosso último momento dentro daquele escritório, ao som de uma performance ótima do Creed (que até então estava vivendo como fugitivo por ser um procurado da polícia desde muito tempo, como sempre desconfiamos) e todos eles se despedindo, deixando o prédio, não sem antes parte deles deixar aquele último depoimento dentro do documentário (todos maravileeeandros!) e a Pam levar o desenho emoldurado que ela mesmo fez e que foi comprado naquela sua exposição onde só o Michael apareceu (outro dos meus momentos preferidos da série) com a despedida mais simples, sútil e ao mesmo tempo mais perfeita que a série poderia nos ter presentado em seu encerramento. Sabe aquele abraço forte de quem vai sentir saudade de verdade? Então…

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Honestamente, em muito tempo eu não via uma comédia encerrar a sua história de forma tão carinhosa, tão respeitosa com a sua mitologia, fãs, personagens e atores, amarrando tudo perfeitamente e fazendo com que a gente se encontrasse em praticamente todos os momentos da sua séries finale, presos em um ciclo delicioso de boas risadas e aquela lágrima carinhosa que a gente não se importou em deixar escorrer naquele momento, junto com um “Awnnn”/aperto no coração (sim, estou completamente emotivo nesse exato momento. O que vocês estão esperando para me abraçar, hein?). Isso sem contar o excelente documentário exibido antes do episódio na America antiga, mostrando um pouco mais dos bastidores da série durante essa reta final, ilustrando lindamente o quanto ela foi importante para todos os envolvidos, inclusive a cidade de Scranton, super agradecida pelo destaque que recebeu em The Office, que lotou um estádio para se despedir de todos eles, inclusive do Steve Carell, que também apareceu para essa despedida e que também foi extremamente carinhoso por parte dele. Um documentário realmente sensacional, que vale a pena procurar para se emocionar um pouquinho mais, além de tentar desesperadamente prolongar essa despedida… (eu assisti logo depois do series finale e me emocionei tudo de novo)

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E dessa forma extremamente carinhosa e um series finales dos mais especiais possíveis, The Office encerrou lindamente a sua história da melhor empresa para se trabalhar no mundo. Sentiremos saudades dessa rotina de trabalho… That’s what she said! (♥ + tears)

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Imagem foufa para se guardar da reta final de The Office (♥)

Maio 13, 2013

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A EW andou cobrindo as gravações do series finale de The Office e entre várias imagens de bastidores, achei essa extremamente foufa e que representa bastante de parte do que nós sempre gostamos na série. Ou de quem a gente sempre gostou na série, rs (apesar de tudo que eles andaram fazendo com o casal nessa temporada final…)

#TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. (♥)

 

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#TEMCOMONAOAMAR o John Krasinski?

Maio 10, 2013

Não. Não com essa cara adorkable de para sempre Jim. Não com essa barba. Não fazendo lip sync da Katy Perry (com direito a língua solta à la Glee ou qualquer cantora pop desse ou de qualquer outro momento) e ou Boyz II Men no Jimmy Fallon e ainda com direito a coreôs animadas e tudo mais. Höy!

(♥)

 

ps: o episódio 9×21 de The Office foi adorável e trouxe merecidas resoluções que a gente já estava esperando faz tempo para alguns personagens. Uma delas inclusive reconhecida pelo próprio Jim e de forma extremamente adorável, que foi retribuído com um gesto até que inesperado de gentileza…

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Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

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E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

gemeas

OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

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… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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Movie: The Movie: 2V, o trailer de mentira mais sensacional de sempre

Fevereiro 28, 2013

E lá vem o Jimmy Kimmel de novo com seu “novo filme”, a divertidíssima sequencia intitulada “Movie: The Movie: 2V”, onde ele mais uma vez conseguiu reunir um grupo invejável para embarcar na sua piada. Rachel Weisz, Armie Hammer (unfirah como vampiro sexy), Topher Grace, Jessica Chastain (tetando ser a nova Carrie de Homeland. O capeta está de olho), Jude Law, Gerard Butler, Bryan Cranston, John Krasinski, Oprah Winfrey, Bradley Cooper, Kerry Washington, Guillermo Rodriguez, Jason Schwartzman, Chris Rock, Salma Hayek, Bruno Mars, Amanda Seyfried (irritante como sempre e aparecendo até aqui), Channing Tatum (ótimo como a arma secreta no final de tudo), Samuel L. Jackson, Wolf Blitzer e até o Matt Damon.

Oprah como presidente e o John Krasinski como herói, vestido de camarão. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

ps: e para quem não lembra do trailer do primeiro filme da saga, pode assistir aqui ó

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Da série casais que nós amamos: Emily Blunt + John Krasinski

Janeiro 9, 2013

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Tenho duas observações  sinceras & honestas a dizer a respeito desse momento:

1) Esse vestido tinha tudo para ser odiável e todo mundo sabe que não sou muito fã dos vestido com recortes ou beige ou esse comprimento (bem abaixo do joelho e quase no meio da canela, que eu sempre acho que envelhece e leva todo mundo para perto dos 60. Sempre bem, acho). Mas esse Emilio Pucci que foi a escolha da Emily Blunt para o 2013 National Board of Review Awards Gala estava muito especial, sexy na medida certa e em beige. Sim, ela deitou todas em beige e com esse recorte na lateral que me fez imaginar coisas impublicáveis em 379 idiomas e países diferentes. Sem contar o acessório de sempre dela (ele = Perfect Match), que é sempre uma visão. Höy!

2) Me sinto absolutamente muito bem representado com a Emily fazendo a outra metade desse casal e não consigo imaginar/aceitar o John Krasinski com outra a não ser que ele realmente fosse o Jim de The Office e a outra fosse a Pam. Gratô! (sinceramente, espero que essa seja uma das relações mais duradouras de Hollywood. #AMEM)

(♥)

 

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13 posts que nós não poderíamos começar 2013 sem ter feito até agora

Janeiro 7, 2013

Antes de começarmos oficialmente o ano de 2013, precisamos comentar o que de mais importante andou acontecendo no mundo enquanto estivemos fora curtindo a vida adoidado por esses dias todos de férias.

Por esse motivo, separei alguns fatos importantíssimos e que com certeza teriam sido posts que vocês todos teriam lido aqui no Guilt durante esse período, caso não estivéssemos longe. (beicinho da Claire Danes)

Então se segura e conta até 13 comigo, comendo 13 Kit Kats (porque lentilha é para os fracos e já que é para trazer sorte para o novo ano, que seja comendo coisa boa neam? Lentilha = EW!), enquanto se auto imagina pulando lindamente 13 nuvens cor de rosa de fim de tarde com por do sol cor de laranja (apenas se auto imagina, porque somos preguiçosos demais para arriscar todos esses saltos ornamentais, rs) que lá vamos nós:

 

1 – Já é Natal de novo? Porque agora eu quero porque quero e quero agora uma árvore de Natal Bloom

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Não sei onde estávamos saltitando na natureza que não vimos essa espécie raríssima de árvore que certamente seria a atração no Natal de qualquer casa.

Com o adereços certos… hmm mmm. Para colocar no quarto, claro. Höy!

E já que passamos do Natal, quem sabe a gente não descobre pelo menos onde vende dessa semente magia e plantamos a nossa própria árvore, hein?

BLOOM, Orlando. Sempre uma visão e agora também na versão amigo da natureza, rs.

#PLANTEUMAARVOREMAGIAMAGICA

 

2 – Channing Tatum continua apostando na regatinha paga mamilo

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Fato. E temos um mamilo esquerdo (de quem vê) para comprovar.

Não basta atuar de forma porca porém rebolar muito bem (pulei todo “Magic Mike” e fui logo para as cenas de ação nos quadris, confesso), mas tem que se vestir pior ainda. #CREDINCRUZ (sorry, andei lendo muito Chico Bento nessas férias. Mas sério, morro de rir com o Chico Bento. Toda vez)

#NAOTABOMNAO

 

3 – Simon de férias não se faz de rogado ao perceber o tamanho desafiador do instrumento do coleguinha

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#GOODFORYOU, Simon. Chega de ficar fazendo qualquer uma que a gente não consegue nem lembrar o nome como uma noiva quase famosa.

Aceite o desafio do coleguinha e venha para o mundo de uma vez por todas Simon!

 

4 – A prova em imagem de que nem mesmo a Nicki Homenagem herself se aguenta 

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Aposto que estava tocando no looping qualquer uma de suas músicas e nem ela mesmo aguentou e por isso, cobriu os próprios ouvidos com todos os cachos de peruca sintética desse mundo…

Tá, brincadeirinha, porque eu bem gosto de algumas delas (já dancei, não nego, mas também não preciso que ninguém fique jogando na minha cara. Obrigatô) então, aposto que do outro lado tinha pelo menos três bees gritando em uma só voz “combo todo combinado #NAOTABOMNAO” Nicki!”, mas ela fez a diva toda errada e resolveu nem dar ouvidos para as culegas.

Tola, porque se fosse esperta teria ouvido o conselho e evitado esse combo todo combinado do deos que me livre metalizado. WOO!

#NAOTABOMNAO

ps: será que esse é o ano em que nós vamos finalmente ver a Nicki desmontada e poder gritar também em uma só voz que confirmou e que ela faz  mesmo parte da família nepotismo mais famosa da parte preguiçosa de Hollywood? Aguardando esse dia de graça…

 

5 – Minha Nossa Senhora do Suplemento Alimentar + meu São Força no Supino Inclinado, quem foi que inflou o Sean Penn desse jeito?

Sean Penn

Nessa hora a gente percebe quando falta um coleguinha para gritar do seu lado “Vai estourar… vai estourar…” (cara de #TENSO aguardando o momento do KABOOM!)

Menos GH é mais.

 

6 – Por um 2013 com menos Kristen Stewart. Por favor! (todos subindo as escadarias rolantes dos cinemas de joelho caso a graça seja alcançada)

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Já que aquela saga demoníaca finalmente acabou, será que podemos ficar pelo menos uns bons 13 anos sem ouvir falar no nome da Kristen Stewart?

Tudo bem, trocamos facilmente até o “ouvir falar” por “não precisar muito ver essa sua cara preguiçosa e desalmada o tempo todo”. Por favor?

Cadê a Ellen DeGeneres (qualquer tipo de associação de personagens fica por sua conta e risco nesse momento, porque isso pode ser apenas uma grande coincidência e não uma insinuação qualquer) e o seu programa super generoso com a platéia para presentar a jovem atriz  com uma viagem all around the world de caminhão zero e com o tanque cheio, hein?

E esse cabelo todo para o lado e ensebado de sempre, até para o ensaio e capa da V Magazine nova, hein? Até quando?

Quer apostar que ela é tão preguiçosa a ponto de só agora que ninguém mais deveria, finalmente criar coragem de se arriscar no undercut?

Preguiça…

#ZzZZZ

 

7 – Todo mundo falando sobre o Justin Bieber e alguns plots recentes e bem meio assim envolvendo o seu nome, mas acabaram se esquecendo de um problema muito maior envolvendo o próprio e suas “propriedades”

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Quer dizer, se fosse maior mesmo ele não teria tanta dificuldade assim de encontrar (#INYOURFACE), mas o que a gente gostaria de alertar é a atual obsessão do jovem cantor com suas partes na região sul.

Reparem que agora, toda hora ele anda levantando essa camiseta para procurar alguma coisa que ele não deve conseguir achar com muita facilidade…

Mamilo esquerdo de quem vê (✓)

Cordão de ouro pedante que imprime bicheiro marrento metido a rapper e ou gente que fala “mó vibe”, “de boa” ou que vai para a “balada” (✓)

Six pack. Well, bem que ele gostaria. (#NOTYET)

Pega vareta contendo apenas uma vareta. (barulho de grilo)

Mas tudo bem Justin, apesar dos seus plots recentes completamente meio assim, oferecemos uma trégua, ainda mais agora…

Justin Bieber

…que você finalmente começou a sair com gente da sua idade. #GOODFORYOU

Acho importante se enturmar com as pessoas certas, ter  o que conversar com os coleguinhas da mesma idade, experiências para dividir, bonecos do Ben 10 para brincar, essas coisas todas. (rs)

 

8 – Desculpa qualquer coisa para todas as outras…

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Mas ninguém com essa idade ganhou uma estrela na calçada da fama e sustentou tão lindamente a pose mesmo nesse momento dramático e constrangedor para qualquer ser humano no meio do chão, a não ser a maravileeeandra da Helen Mirren. Clap Clap Clap!

Sem mais, a não ser: tá magrona, tá gatona e tá gostosa Hellen!

ps: ela que interpretará a minha avó no filme sobre a minha vida. Mãe da minha mãe, que obviamente será vivida lindamente pela Meryl Streep. (e sim, haverá um plot sobre uma possível adoção que ficará no ar, já que não somos nada semelhantes, rs)

 

9 – Chace Crawford, você por aqui? Matthew Morrison, você também por aqui? Outra vez? De novo juntos porém separados? Significa?

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Chace Crawford, o objeto cênico mais magia de Gossip Girl (sério, não duvido nada se a sua presença em cena não fosse conferida como um objeto pelo responsável pela continuidade da série), resolveu passar o reveilão (sempre tem alguém na família que fala “reveilão” vai?) na Austrália. Nada demais, não é mesmo? Até aqui, cada um com o seu canguru.

Mas advinha só quem assim em todo o universo e na maior coincidência desse mundo, algo que entre eles vem acontecendo com certa frequência e que nós já bem percebemos, também esteve por lá?

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Ele, Matthew Morrison, o professor mais wannabe Justin Timberlake do universo e que deveria ser investigado pelo comitê disciplinar da sua escola devido as fortes semelhanças da sua atual namorada e uma de suas ex alunas… (mas sério, essa semelhança me assusta por vários motivos diferentes. Seria essa uma irmã de Santana ainda desconhecida em Glee? Aliás, falando na série, vocês viram que nasceu o filho do uncle Ryan? #SOCUTE!)

Mas eles não são os únicos e também fazem parte desse mesmo grupo de pessoas que estão sempre no mesmo lugar e ao mesmo tempo, o ex NSYNC JC Chasez, de quem nós nunca tivemos motivo algum para desconfiar (tisc tisc, ainda mais porque o falsete mais fino era do Justin e ao que tudo indica, ele não significa, infelizmente – escorre uma single tear de diamante- ou seja, nada quer dizer coisa alguma, rs) e um ator da série já morta e enterrada Desperate Housewives. (o filho gay de uma delas)

E digamos que se esse fosse um jogo de ligar casais, os resultados poderiam ser bem surpreendentes (dependendo do seu grau de ingenuidade) ou mais óbvios do que qualquer coisa.

 

10 – Kim Kardashian está grávida e por favor, alguém me abraça porque eu não estou conseguindo nem pensar no que eu mais quero ver primeiro nessa história

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E as opções são:

A) o closet gestante que desde já apostamos que será totalmente meio assim. Como esse seu outfit todo errado com ela já carregando o/a little Kanye… #NAOTABOMNAO

B) o limite para esse quadril. Queremos ver até onde ele conseguirá se expandir e se o céu é realmente o limite para tanta retaguarda.

Sério, alguém me ajuda porque eu não estou conseguindo me decidir…

 

11 –  Nada poderia ser mais foufo para começar o ano a não ser…

 Naomi Watts

… a Naomi Watts e o seu filho fazendo as unhas juntos. E o que é esse Samuel todo comportatinho no salão?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. (♥)

 

12 – OK, uma outra coisa também pode ter sido uma das coisas mais foufas para se começar o ano

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E ela tem nome, James Lafferty (de quem nós quase ou nunca falamos por aqui, mas que também sempre foi uma visão, daquele tipo que melhorou e muito com o tempo), que em minha homenagem (só pode ter sido, porque todo mundo sabe que essa é uma das minhas várias identidades, porém, a oficial para essa época do ano) se vestiu de Rudolph.

Sério, também #TEMCOMONAOAMAR?

Não, também não tem. (♥)

ps: só eu não sabia que essa Eve Hewson, a namorada do James é filha do Bono do U2? E agora que eu descobri esse fato, só fico imaginando se algum dia o James pediu para o sogro cantar a excelente música de abertura de One Tree Hill no almoço de domingo… Será? 

 

13 – Jennifer Aniston exibindo a  magia da sua superação para o mundo. Suck it!

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De todos os shirtless desse começo de ano, ninguém superou o boy magia Justin Theroux da Jennifer Aniston, ela que também esteve com tudo em dia durante essas férias do casal e não fez feio em, Cabo. Sorry, mas ninguém! (Kimmel e Krasinski que estavam de férias juntos com o casal e com suas respectivas senhouras, nem se atreveram, rs. Um infelizmente em nome do Krasinski. Höy!)

E se aquela lá não estiver ocupada visitando um lugar qualquer do mundo, a procura de papinha orgânica e ou fraldas descartáveis biodegradáveis e 100% naturais fabricadas artesanalmente, temos certeza que ela deve ter olhado para o lado (que já foi bem melhor, apesar de continuar também em dia) e deve ter entendido o recado. Suck it!

 

Ufa! Vocês nem imaginam como é boa a sensação de colocar para fora tudo o que eu gostaria de ter dito durante esse começo de ano, rs. E de importante, acho que foi só isso que perdemos durante esse período em que ficamos distantes. (mais uma vez, beicinho da Claire Danes)

E agora podemos dizer que é oficial: estamos de volta! YEI! (♥)

 

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Algo adorkable, algo horrorendo, algo mágico e algo pretty in pink para a festa da Elle de ontem

Outubro 16, 2012

Algo Adorkable

#TEMCOMONAOAMAR o fato da filha do Don Draper (Kiernan Shipka) ter sido a mais maravilhosa de um red carpet adulto? (♥)

Considerando que ela até ontem ainda era uma criança nos 60’s, vamos deixar passar o sapato (que a gente trocaria)

Mas está maravileeeandra Sally! MARAVILEEEANDRA! (e nem precisou das suas botas brancas e todo aquele make up, hein? rs)

By Moschino

#GOGIRL

 

Algo Horrorendo

Ela. Sempre ela. Fico me perguntando quando é que a Lea Michelle vai parar de tentar tanto assim, hein?

Será que viveremos para presenciar esse dia ou ela já é lenda no clã das desesperadas por atenção que se esforçam demais?

E a imagem da Lea Michelle no Elle Women In Hollywood 2012 de ontem a noite nos revela 3 problemas com sua atual figura e escolhas:

 

1) como ela está cor de caramelo, não? #NAOTABOMNAO

2) como ela não tem o que é necessário para segurar um look como esse, não? #NAOTABOMNAO

3) e como todo esse cabelão pesado demais (principalmente para a personagem e altura da atriz) e essa boca apagada não colaboraram em nada para esse red carpet, não?

Mas vamos deixar Lea pra lá, antes que ela resolva fazer mais um dos seus intermináveis solos, onde em todos eles eu só consigo visualizar a sua língua frenética girando de um lado para o outro e encostando na ponta do seu próprio nariz e no de quem estiver por perto…

By Zimmerman

#TENTEMENOSLEAMICHELLE

 

ps: mas ela esteve ótima no episódio do break up em Glee. Aliás, que episódio sensacional, não?

 

Algo Mágico

E por mágico a gente quer dizer magia e por magia a eu pessoalmente quero dizer minha perfect match: John Krasinski (♥)

Eu poderia ficar olhando essa imagem até o fim do dia, imaginando o quão perfeita seria a nossa relação (ai ai) mas como tenho que continuar e por isso, só me resta tempo para dizer duas coisas:

1) Höy!

2) Minhas malas já estão prontas para a mudança para sua nova casa eco-friendly de zilhões de bilhões, só estou aguardando o divórcio (e eu não sou casado…). Sim, Emily, eu te amo, eu acho que vc nos representa muito bem ao lado do Krasinski e agradeço todas as noites por vc ser o par dele, mas sonho com o momento onde há de chegar a minha vez e eu terei que gritar meio esbaforido “get outta my way, bitch!” na sua cara, enquanto encontro a felicidade feliz (riso nervoso e descontrolado). Sorry, but i’m not sorry.

By Casa da Magia Mágica (rs)

#JOHNISJIMJIMISJOHN

 

Algo Pretty In Pink

Desculpa qualquer coisa, mas se eu fosse uma mulher em Hollywood, ligaria antes de qualquer evento para confirmar a presença da Emma Stone, só para ter uma ideia se esse red carpet eu não precisaria nem me esforçar muito porque ele já estaria ganho por ela.

#TEMCOMONAOAMAR cada detalhe dessa produção? (♥)

By Valentino

 

Dear Emma…

Eu sei que nós temos várias coisas em comum. Vc fez “Easy A”, eu já tirei vários Easy A na vida (sorry, sempre fui nerd e agora é a hora perfeita para me orgulhar disso). Vc fez “The Amazing Spider-Man” e eu já revelei para o mundo que sou o próprio. Vc já fez par com o Ryan Gosling e até teve um momento “Dirty Dancing” com ele, eu ensaio essa coreô todo dia antes de dormir desde os 5 anos de idade e sonho com ele praticamente todas as noites. (sério, outro dia sonhei que era eu no lugar da Rooney Mara no set de gravação, mordendo o braço do Ryan). Ou seja, temos tudo em comum por isso eu digo que nós nascemos para sermos BFFs um do outro. Sério. Vai fazer o que dia 13/01? Vamos assistir o Golden Globes juntos (me leva?) e depois assistir a premiere da Season 2 de Girls? Pode trazer o Andrew… e liga para o Gosling também, rs.

 

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