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Nowhere Boy – John Lennon antes de ser tornar John Lennon

Abril 1, 2011

Adorável! Acho que não tem adjetivo melhor para definir “Nowhere Boy”, filme que nos trás um jovem John Lennon, ainda prestes a se tornar a lenda do rock que todos nós conhecemos.

E uma afirmação já podemos fazer logo de cara: o cara foi mesmo uma pessoa sensacional, antes, durante e depois, fatão! Além disso, que carisma não?

O filme é de 2009 (e é tmbm uma divida que eu tinha comigo mesmo como fã dos Beatles, quase imperdoável por não ter assistido antes) da diretora Sam Taylor Wood, que por sinal é a mulher do protagonista, o jovem ator Aaron Jonhson, que todos nós conhecemos e passamos a amar depois do sensacional “Kick-Ass”.

Aaron vive o jovem John Lennon de forma espantosa, tanto quanto a semelhança entre os dois em algumas fotografias do filme, até pela doçura e carisma que Lennon sempre passou com os olhos, por trás dos seus óculos arredondados e que Aaron consegue transmitir com naturalidade. Até a voz ele conseguiu deixar bem próxima a de Lennon, trabalho de um jovem realmente talentoso viu?

Uma interpretação sensível, sem exageros, de um ícone da música, algo difícil de se ver e até mesmo de se esperar de um ator tão jovem. Clap Clap Clap Aaron Johnson!

Como já era de se esperar, John sempre foi uma alma inquieta, curiosa e um rebelde por natureza. Sua busca no filme é por respostas quanto a sua origem e a história da sua verdadeira família, até então desconhecida por ele.

Vivendo em uma casa cercado de uma educação rígida por meio de um casal de tios que criaramo o garoto e muita música clássica, Lennon sempre demonstrou ser uma pessoa sem limites, curioso, louca para experimentar.

E é quando ele conhece a sua verdadeira mãe, Julia, que a sua paixão pelo rock & roll começa a surgir.

Lennon queria ser Elvis, e quem não queria?

E essa transição do Lennon antigo, para o que conhecemos pouco do seu início de carreira é maravileeeandra. Seu interesse pela música, sua ousadia, sua inquietude e rebeldia para nossa sorte, o transformaram no Lennon que todos nós conhecemos. Cool!

Mesmo sem saber o verdadeiro porque do seu abandono, a sua relação com sua mãe começa sem grandes dramas, apenas como dois desconhecidos com muito em comum, começando a se conhecerem melhor em meio a um banho de cultura musical. Aliás, sem fazer nenhum julgamento de caráter do personagem, que delícia de mãe não? Amiga, companheira, permissiva, as vezes até demais. Isso me fez pensar que talvez essa falta de maturidade por parte de sua versdeira mãe, em uma dose menor, poderia vir a ser a fórmula para ser o pai perfeito. Hmm…mas isso dura pouco, logo aparecem os defeitos e o drama começa a surgir.

Por outro lado, toda a rigidez de sua educação em casa nunca impediu Lennon de se tornar aquilo que ele realmente era e certamente esse modelo mais limitado e rígido de família tmbm deve ter colaborado para o resultado final do homem que John Lennon se tornou. Hmm mmm…

Então, quem sabe um equilíbrio entre esses dois modelos não nos leve a perfeição? Para refletir…

Mimi, a tia que cuidou do menino por grande parte da sua vida, embora fosse bem menos entusiasmada com o rítimo da juventude, não deixou que o talento do jovem músico fosse desperdiçado, apostando em seu talento musical, mesmo fugindo completamente de suas preferências pessoais.

E no filme é uma delícia poder ver o nascimento do Beatles, aos poucos, começando em uma convocação do próprio Lennon no banheiro do colégio. Outro ponto marcante da sua personalidade que fica evidente nesse monento, que é a liderança.

Paul chega depois, timidadente e pedindo um chá. Um garoto franzino, pequeno, com uma flor na lapela e um talento de um gigante. Bonito também ver o início dessa amizade, coisa que muita gente poderia nunca ter imaginado.

O figurino do filme é super possível, mesmo se passando nos anos 50. Topetes lá no alto ala Elvis, jeans com a barra dobrada, camisa xadrez, alfaiataria, algo bem possível para os dias de hoje, 60 anos depois. E a trilha? Passei o filme todo ensaiando coreôs com direto a muita batida nos pés e ombros que eu não consegui controlar, rs. E a trilha é sensacional tmbm e eu já garanti a minha, fikdik

É claro que a vida de todo rockstar, ídolo ou heroí sempre acaba sendo marcado por uma tragédia. E com a morte de sua mãe, Lennon se torna um clichê, mas do tipo que todos nós respeitamos e não torcemos o nariz. Da sua morte, talvez como uma forma de tentar reparar o abandono no passado, vem a chance dos garotos de gravarem suas primeiras músicas, com o dinheiro que Julia vinha economizando para o filho, ela que talvez tenha sido a sua maior fã naquele início de carreira e certamente foi quem fez despertar o talento de Lennon para o rock.

No final, Lennon retribui o carinho que recebeu de Mimi por toda sua vida, mesmo com ela não sendo uma pessoa fácil e do tipo que demonstrava seus sentimentos, com um simples telefonema por semana, para contar as novidades para aquela que foi sua mãe e tmbm sua guardiã por todos esses anos .E isso se repetiu por toda a sua vida (e depois dessa informação eu desabei, confesso).

Embora tenha uma carga dramática considerável, “Nowhere Boy” é um filme leve, dirigido lindamente e que nos dá a chance de conhecer um pouco mais da vida de um dos nossos maiores  ídolos.

E se isso é possível, a partir do filme eu passei a amar ainda mais os Beatles e a história desse homem sensacional que foi o John Lennon.

Vale combo grande de pipoca + refrigerante + barra de chocolate, até mesmo para vc, que por algum problema de saúde mental, não for assim tão fã dos Beatles (será que existe alguém? rs)

ps: Dear John Lennon, depois de ver o filme eu queria ainda mais te dar um abraço, ou te levar uma flor no Central Park, como não posso, vou passar o resto da noite ouvindo suas músicas em loop. Sinta-se abraçado seu lindo!

Setentinha

Outubro 9, 2010

Que rebelde mais lindo, não? Hoje John Lennon faria 70 anos, dá para acreditar? Fico só imaginando que senhor maravileeeandro que ele seria, foufo mil!

Dizem que os caras mais legais morrem cedo e nessas horas a gente percebe o quanto isso é verdade. Humpf!

Sempre que rola uma enquete sobre música, a pergunta “qual show vc gostaria de ter visto?” aparece e pra mim a resposta parece bem óbvia: The Beatles!

Para ser bem mais específico, eu gostaria de ter visto ou participado de alguma forma desse show no telhado, que é uma clássico e sintetiza pra mim toda a rebeldia e o fundamento dos cabeludos mais foufos ever.

Sir Paul virá no mês que vem aqui para SP, mas eu ando com trauma de show no Morumbi e por isso talvez eu não vá. Uma pena, pq eu sempre quis ver pelo menos um dos Beatles de perto, mais do que isso, sempre quis ouvir um Beatle ao vivo. Por isso eu entendo a da filha do Don Draper no episódio da semana passada de Mad Men (que atualmente se passa em 1965)  e toda a sua histeria ao ouvir do seu pai que ele a levaria a um show dos fucking Beatles. Invejei mil, mesmo na ficção, rs.

Encerrando o dia de hoje que é uma data pra lá de especial, aproveito o gesto de pura foufurice foufa do Ozzy para simbolizar o que eu gostaria de poder fazer nesse exato momento.

Happy B’Day Lennon!

Irritando os fãs (tolos) dos Beatles com Lady Gaga

Julho 14, 2010

Quanta gente tola neam?

Ficaram irritadíssimos com essa foto ae, públicada por Sean Lennon em seu Twitter, onde temos Lady Gaga tocando o piano que um dia pertenceu ao Lennon, piano esse que ele deixou como presente para Yoko Ono.

Não entendi o porque de toda essa revolta e achei bem idiota na verdade toda essa Paul Lêmica sobre o assunto… Achei um báfu e aposto que Gaga ficou super emocionada, fatão!

E espero tmbm que ela além de ter tocado “Imagine” que seria uma escolha óbvia, tenha tocado tmbm  o seu hit “Pocker Face”, ou “Bad Romance”

E eu aposto ainda, que Lennon que não era nem um pouco careta, se tivesse a chance de ainda esta por aqui, teria feito coro no “GagaOhhLala”, prontofalei!

Vamos parar de imacular os nossos ídolos e deixar as pessoas que podem chegar mais perto dessa história aproveitarem o seu momento, ou vs vão me dizer que se tivessem a chance não teriam tocado nesse piano?

Hmm mmm, sei…

#Miss Envy Feelings


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