Posts Tagged ‘John Noble’

Friend, o curta (da filha do John Noble, com o John Noble + equipe de Fringe)

Maio 6, 2013

SENSACIONAL esse curta chamado “Friend”, que foi escrito pela filha do ator John Noble (Jess Noble), foi inclusive produzido pelo ator e que foi filmado pela própria equipe de Fringe em um final de semana durante os intervalos de gravações da série.

Como é bom reencontrar quem a gente gosta, não é mesmo? (Walter sem dúvidas é um dos meus personagens de TV preferidos para a vida)

Agora me respondam: o que nós, fãs de Fringe, não faríamos por uma rosa de papel dessas, hein?

(♥)

ps: chorando até agora com o curta. 

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A temporada de despedida de Fringe

Janeiro 25, 2013

fringe_season5

Apesar de ser bem difícil aceitar, aqui estamos nós, uma semana depois, encarando a realidade de que daqui por diante, não teremos mais Fringe. Agora é isso, não adianta mais reclamar, fazer campanha para evitar um cancelamento ou qualquer coisa do tipo, porque chegamos ao ponto final dessa história. Só que dessa vez, a sensação para a nossa sorte é outra e não aquela bem amarga de outros tempos que enfrentamos por diversas vezes, quando a gente vivia se deparando com o fantasma do cancelamento assombrando constantemente uma série tão bacana como essa. Sofremos sim, ficamos com medo de perder uma de nossas séries mais queridas dos últimos tempos por diversas vezes, quando ainda não estávamos preparados para essa perda, mas no final, conseguimos sair como vencedores dessa história e assim, conquistamos a nossa tão desejada Season 5, uma temporada dos sonhos para essa série que tanto fez por merecer desde o seu começo, trazendo para a TV uma das histórias mais inventivas de todos os tempos.

A forma como Fringe conseguiu se reinventar e se renovar ao longo dessas cinco temporadas (Season 1, Season 2, Season 3 e Season 4) foi realmente absurda, quase que inacreditável. Sua dinâmica foi modificada tantas vezes, que a sensação é a de que quase não podemos afirmar que ao longo desses cinco anos, estivemos assistindo a mesma série, embora a sua essência tenha permanecido a mesma desde sempre. Mesmo assim, todas essas novas formas de assistir a série foram deliciosas, cada uma por um motivo especial. Ao mesmo tempo que não podemos fazer esse tipo de afirmação, também não podemos dizer simplesmente que a série mudou drasticamente, a ponto de não conseguirmos reconhecê-la mais. Isso não poderemos dizer nunca, porque toda a sua mitologia e todo o seu fundamento sempre estiveram ali, presentes, não importando muito o cenário atual da temporada ou plot da vez e foram todos respeitados até o final. Universos paralelos, presente, passado, futuro, universos de bolso, todos eles foram apenas algumas propostas de planos de fundo para essa história sensacional e que funcionou perfeitamente em cada um deles. Cada detalhe, referência, constantes e padrões nos acompanharam durante toda a evolução de Fringe e nessa reta final, podemos até dizer que ganhamos diversos presentes para quem realmente é fã da série, com um turbilhão de revisitas a momentos e símbolos das temporadas anteriores, que colaboraram para nos deixar completamente satisfeitos com o seu agora inevitável porém merecido e até mesmo necessário final.

Durante a temporada anterior, tivemos aquele final meio esbaforido, onde eles correram para tentar amarrar o maior número de pontas possíveis caso a série não conseguisse garantir o seu futuro. Algo que milagrosamente eles conseguiram fazer, em pouco tempo e de forma até que satisfatória (só não poderia ser só aquilo). E isso covardemente, por todas as partes, tanto de quem ameaçava encerrar a série antes da hora, quanto para eles mesmos, que antes desse final nos deram um gostinho de até onde eles gostariam de chegar caso a série conseguisse garantir um futuro, com um episódio que muita gente não conseguiu entender e ou acho meio aleatório para uma história que poderia ser encerrada a qualquer momento, mas que na verdade era apenas um aperitivo do que eles ainda gostariam de nos contar dessa história.

Cenário esse que foi exatamente onde estivemos durante toda essa Season 5, no futuro, com um mundo tomado pelos Observadores, figuras recorrentes em todos os episódios da série, desde quando ninguém sabia exatamente quem eram, ou quais eram suas verdadeiras intenções, respostas que obtivemos ao longo dessa temporada (e não só agora também). Uma realidade que pela primeira vez nos trouxe a família inteira novamente reunida, agora com a Olivia também fora do âmbar,  ainda sofrendo por ter sido obrigada a ficar tanto tempo distante da filha, Etta, com quem ela tentava estabelecer algum tipo de relação já que ambas acabaram ficando distantes por muito tempo e algo acabou se perdendo nesse caminho. Nessa hora, começamos a entender o que aconteceu com aquelas pessoas após a invasão, onde descobrimos que Peter e Olivia tiveram suas diferenças e que a relação do casal já não era mais a mesma após a perda da filha, apesar do amor entre os dois ter permanecido o mesmo.

Fringe Season 5 (12)

E foi bem bacana ver a Olivia tendo tempo para acertar suas diferenças com Etta, que na verdade, era extremamente parecida com a mãe em relação a sua competência e batalha a favor daquilo que ela acreditava dentro da chamada resistência na série, exceto por alguns detalhes, de algumas coisas que talvez ela não tivesse tido alguém para ensiná-la a respeito. Apesar desses momentos importantes para essa questão familiar, é fato que Olivia esteve visivelmente apagada durante boa parte dessa temporada, apática, meio de lado, onde ficamos esperando que ela voltasse a ser a Olivia de sempre, algo que quase não aconteceu, exceto pelo episódio duplo final, onde ela teve chance de reviver alguns dos seus momentos de Olivia da Fringe Division antiga, justamente pelo meio que a trouxe a sua grande importância dentro desse universo, mas que mesmo assim, não pareceu ser o suficiente para uma personagem que evoluiu tanto ao longo desses anos todos e que nós aprendemos a gostar. Um ponto negativo a se guardar dessa temporada final.

A questão familiar, que sempre foi tão presente em Fringe, também apareceu com força durante essa temporada final e de uma forma super bacana, sem soar como um resposta pedante ou saída fácil para qualquer tipo de situação, como estamos acostumados a ver em outros cenários. Envolvidos nessa questão, além da relação adorável de sempre entre Walter e Peter, tivemos Peter, Olivia e Etta em destaque, mas resolvendo tudo de forma até que prática, porque o assunto maior em questão naquele momento era mesmo o de tentar salvar o mundo do que ele havia se tornado. Dessa dinâmica, o mais importante talvez tenha sido mesmo colocar o Peter exatamente no mesmo lugar em que já esteve o seu pai, perdendo a filha (nesse caso, cruelmente) e tentando de tudo para recuperá-la, nem que para isso fosse necessário que ele se tornasse o seu próprio inimigo. Assim, ganhamos a transformação do Peter em um “Observador”, para que ele tivesse alguma vantagem ao tentar entender a mente dos inimigos da vez, para que assim pudesse ter alguma chance a seu favor. Um plot bem interessante e que foi lindamente conduzido pelo ator Joshua Jackson, ou Peter Pacey, como costumamos chamá-lo por aqui, mas que nos deixou com a sensação de ter sido abandonado precocemente, naquele momento em que o personagem através da sua conversa com a Olivia (um momento lindo apesar de tudo), entendeu que o amor entre eles era muito mais importante e talvez fosse a sua maior arma para vencer aquela batalha e ou o que diferenciava todos eles do próprio inimigo.

E o grande plano arquitetado por Walter e Donald (personagem até então oculto dentro da série), ainda em 2015, foi o ponto chave para o desenrolar dessa temporada que na verdade, tratava-se de um grande quebra-cabeças que dependia de uma série de peças para que fosse montado. Nessa hora, talvez eles tenham arrastado essa parte da solução um pouco demais, apesar de ser justificável porque essa seria a grande resolução da série a essa altura e não poderia acontecer tão cedo. Mas mesmo assim, todas as fitas do Walter presas em âmbar no seu laboratório em Harvard, que nos davam pistas das peças necessárias para a montagem desse grande quebra-cabeça, acabaram ocupando um tempo grande demais ao longo dessa Season 5, apesar de que, cada uma delas acabou nos levando a um momento bem bacana também para a série. Poderia ter sido resolvido de forma mais rápida ou simples? Poderia. Mas esse caminho apesar de longo, foi também delicioso e valeu a pena? Foi e valeu. Portanto, estamos felizes de qualquer forma, rs.

Sem ele por exemplo, não teríamos ganhado a descoberta de que Walter mantinha um arquivo morto dos Fringe Events que conhecemos ao longo das temporadas, que esteve esse tempo todo no underground do seu próprio laboratório em Harvard. Juro que por um momento, me senti como um total idiota por nunca sequer ter imaginado que Walter teria algo do tipo guardado tão perto por todo esse tempo. E é claro que conhecendo o Walter como nós todos conhecemos bem ao longo desses anos, obviamente ele teria mantido algo parecido a disposição dele. E quem não teria?

Fringe Season 5

Entre os diversos momentos que ganhamos após cada uma das fitas que foram liberadas do âmbar, tivemos outros dois grandes momentos para essa reta final de Fringe. O primeiro ficou por conta do universo de bolso que descobrimos que existia, uma nova possibilidade de cenário para a série também muito bacana e até então desconhecida, onde achamos que iriamos finalmente encontrar o tal Donald, tão mencionado até então por Walter como parceiro do seu plano para derrotar os Observadores, algo que não aconteceu, mas que na verdade, devido as pistas encontradas no próprio episódio, ele acabou nos trazendo de volta um velho conhecido da série, Michael, o garoto Observador que conhecemos no passado e que dessa vez nos foi apresentado como parte fundamental do plano final.

Como as peças ainda não estavam devidamente encaixadas, na tentativa de proteger Michael dos próprios Observadores, acabamos nos despedindo de uma personagem que também aprendemos a gostar bastante com o tempo (e já fomos bem desconfiados a seu respeito no passado), Nina Sharp, que teve que se suicidar em nome de um bem maior para a humanidade naquele momento. Falando assim, tudo pode até parecer um tanto quanto “clichê” demais, mas não é de hoje que sabemos que todas essas pessoas dedicaram suas vidas em nome da ciência, portanto, nesse detalhe, encontramos a justificativa para essa atitude drástica, já que eles estavam a um passo de conseguir atingir seus objetivos. Bacana também foi ver que mesmo antes de morrer, Nina através do Walter, acabou recebendo a informação que talvez ainda estivesse faltando para ela completar o seu ciclo, ganhando a certeza de que ela também significou alguma coisa importante para o William Bell, seu parceiro de tantos anos e que foi o grande amor da sua vida. Um momento extremamente sútil, mas que trouxe uma carga dramática merecida para a mitologia da própria personagem.

E mesmo em sua reta final, Fringe conseguiu provar que nunca foi uma série preguiçosa e mesmo a essa altura, se arriscou em mais um daqueles episódios das viagens do Walter a base de LCD, nos levando para a que talvez tenha sido a melhor delas. Com um episódio sensacional (que aceitamos como presente pessoal para o Guilt), com cara de instalação de arte, ganhamos mais um grande momento para a série (que dessa vez por uma questão de tempo, acabou acontecendo no episódio 9 e não no 19 como de costume em todas as temporadas) e que além de tudo serviu muito bem para ilustrar o atual momento dos seus personagens principais e principalmente o próprio Walter, que estava enfrentando o dilema de se tornar o homem que ele sabia que poderia e não queria ser. Um episódio para se aplaudir de pé, com direito a cartoon no fundamento de Monty Python e uma trilha sonora perfeita para o momento. Aliás, essa foi uma temporada onde a trilha sonora de Fringe esteve afiadíssima, com momentos inesquecíveis como Walter nostálgico e esperançoso em busca da sua tulipa branca, ao som da música perfeita dentro de um carro qualquer, ou quando ganhamos um momento mais dramático novamente com Walter ao som de “The Man Who Sold the World” do David Bowie (♥).

Faltando apenas três episódios para a conclusão final da série, ganhamos outro momento excelente, onde finalmente descobrimos que Donald na verdade era o próprio September, o Observador mais do que presente na vida de Walter e seu filho e que estava cumprindo uma espécie de punição por conta de todas as suas intervenções no passado, agora vivendo como uma pessoa comum e por isso o nome Donald (por isso e sua inspiração em “Singing In The Rain”). E foi quando ganhamos a maior resposta em relação a mitologia dos próprios Observadores, da forma como eles se desenvolveram até chegar a essa ponto, até suas variações consideradas como anomalias, além de algumas outras respostas importantes em relação a algumas questões que sempre existiram em torno desses personagens. Nessa revelação, de mais importante, descobrimos que eles nada mais eram do que a evolução do que eles mesmos consideravam como a raça “perfeita”, onde ele foram retirando aos poucos seus sentimentos (começando com a inveja… e porque será, hein? rs) para que eles se tornassem seres mais evoluídos e muito mais inteligentes, até que essa busca acabou os levando a retirada total dos sentimentos da espécie, levando os Observadores a se encontrarem no seu atual estado, completamente práticos e incapazes de sentir qualquer coisa.

Fringe Season 5 (2)

Porém, como todo experimento tem suas variações, September e o próprio Windmark acabaram se tornando exceções a regra, onde suas relações tão próximas com humanos “comuns” ao longo do tempo, acabaram levando ambos a desenvolverem certos sentimentos, para o bem e para o mal, com Septemper observando o amor paterno do Walter e seu filho Peter, por quem ele foi capaz de cruzar universos para tentar salvar, desenvolvendo o mesmo tipo de sentimento mais tarde pelo Michael, assim como Windmark acabou desenvolvendo o ódio que ele sentia pelos humanos, embora ele não conseguisse entender exatamente do que se tratava. Desse despertar do amor do September, chegamos ao Michael, ele que por sua vez era uma espécie de híbrido (e parte do próprio September), tendo a sua parte da inteligência evoluída como a dos Observadores e que também acabou desenvolvendo os sentimentos da parte humana como eles jamais haviam visto antes. Uma amarração excelente para essa história, que embora seja pautada também no amor, acabou sendo corajosa o suficiente para caminhar em paralelo com a ciência, que sempre foi um dos pontos mais fortes da série.

Na verdade, a questão maior em Fringe, sustentada até o final, foi mesmo a questão do homem vs ciência e os limites que uma mente brilhante como a do Walter precisava encontrar para que a sua genialidade não se tornasse uma grande ameaça para os demais. Bacana ver que mesmo por esse caminho, eles nunca desconsideraram completamente algumas questões de fé (que embora eu ache importante essa escolha de não misturar as duas coisas, também acho importante não ignorá-la completamente, porque certamente esses tipos de questionamentos apareceriam na vida real) e principalmente o lado mais humano da coisa, que também até o final, ficou por conta da história de amor mais interessante da série desde o começo e que eu sempre falei ser a minha preferida dentro dessa história, que foi a linda relação de pai e filho Walter + Peter.

A essa altura, eu já não tinha mais esperanças de um final apenas feliz para essa história. Tendo Olivia e Peter já sofrido algumas ameaças em ambos universos, restava ao Walter a tarefa de tentar se redimir, apesar dele já ter tido a sua absolvição ao longo dessas temporadas todas e principalmente naquele lindo final do Lado Vermelho do universo, ainda durante a temporada anterior. Apesar de ter se tornado uma lenda da ciência no futuro, tendo a importância do seu trabalho finalmente reconhecida no tempo atual da sua neta, nada me tirava da cabeça que algum deles precisava pagar o preço para que essa história tivesse o final feliz que merecia e esse seria o Walter.

Fringe Season 5 (5)

Algo que se confirmou com a revelação do plano de Walter e September, arquitetado ainda em 2015, antes da invasão dos Observadores, quando ganhamos a confirmação de que Walter precisaria se sacrificar, levando Michael até o futuro, mostrando para os Observadores daquele tempo, que não havia motivos para a existência dos mesmos daquela forma como eles chegaram por aqui durante a invasão. Uma ideia que apesar de cruel, fazia todo o sentido, apesar de que, o próprio September poderia ter ficado encarregado dessa apresentação do Michael ao futuro. E faltando pouco para o final, ele até chegou a sugerir a troca e seguir no lugar do Walter, mas como nem tudo funciona como o planejado, não tivemos outra alternativa e fomos obrigados a nos despedir de Walter conforme o planejado, mesmo que isso tenha nos causado a perda mais dolorosa de toda a série até então. De qualquer forma, ver uma mente como a do Walter caminhando naquele portal (algo muito semelhante com o que ele já havia enfrentado com o Peter quando criança) apesar de ser um triste final para a sua história no presente, de certa forma chega a ser reconfortante, porque sabemos que finalmente uma mente tão avançada como a dele, encontraria no futuro novas possibilidades, poder experimentar o que ele mesmo acabou contribuindo a seu modo para a evolução, além de levar com ele toda a sua bagagem intelectual, que todos nós sabemos que merecia encontrar um lugar bem especial para viver e nada melhor do que o futuro, porque Walter sempre foi um homem a frente do seu tempo. Agora imaginem, Walter, toda a sua genialidade e esquisitices, vivendo no futuro? (só eu acho que um spin-off deveria acontecer dessa nova fase da vida do personagem? Ou alguém duvida que o Walter acabou encontrando uma forma de voltar para o presente, nem que seja para umas visitas momentâneas? Não sei, vejo muitas possibilidades, inclusive a dos próprios Observadores devolvendo Walter a seu tempo devido a sua importância e ou por não aguentarem mais as suas manias, rs)

Claro que antes dessa dolorosa despedida, tivemos uma série de momentos importantes, como a Olivia ganhando a tarefa de resgatar Michael, usando novamente os recursos do universo vermelho, buscando ajuda com  velhos conhecidos seus que acabaram ganhando o seu momento nessa reta final (e até o Walternativo acabou ganhando um ponto de conclusão, mesmo que ele não tenha sequer aparecido durante a passagem), com as participações mais do que especiais do Lincoln e da Folivia, que embora super segura, não perdeu a chance de falar para o Lincoln não ficar encarando muito o seu traseiro mais jovem, representado pela própria Olivia, rs. Além disso, tivemos a mesma tendo que novamente ser submetida ao Cortexiphan, que nesse caso também acabou sendo fundamental para que o plano de derrotar os Observadores pudesse ser concluído e assim eles conseguissem resetar o tempo, apagando a existência dos mesmos. (algo que é melhor nem pensar muito para não começar a gerar uma série de novas perguntas… apesar de tudo ter feito bastante sentido até então)

Sem contar que no caminho para essa conclusão, ganhamos uma série de revisitas mais do que especiais à símbolos da série, como a Fringe Division utilizando os próprios casos do passado para conseguir derrotar os Observadores (uma sequência que foi mais do que um presente, vai?), assim como o próprio Broyles, que não foi esquecido e merecidamente foi resgatado pela própria Olivia durante a missão final. Mas isso não foi nada comparado a outros dois momentos pra lá de especiais e também encontrados nesse series finale. O primeiro deles, ficou por conta da aparição mais do que afetiva da vaca Gene, ainda em âmbar por questões práticas,  mas ganhando a sua merecida despedida (sério, #TEMCOMONAOAMAR?). E o segundo deles, que ficou por conta daquela despedida do coração, extremamente afetiva entre Walter e a querida Astrid, a quem ele não deixou de agradecer por tudo o que ela fez por ele e passou ao seu lado durante todas essas temporadas e finalmente a presenteando com elogios importantes, além do mais importantes dele, é claro, com a pronuncia do seu nome, dessa vez, sem erros. Isso sem contar um momento anterior onde encontramos “Walter no tanque” e sem cueca, é claro, caso contrário, ele não seria o Walter que nós amamos. (rs)

Fringe Season 5 (6)

Mas realmente, nada foi mais comovente nessa reta final do que os momentos divididos entre Walter e o seu filho, Peter. Primeiro com Walter ciente do seu futuro, ainda sem ter revelado ao Peter qual seria o seu destino, ganhando um momento super foufo ao lado do filho e que além de tudo veio com uma carga de humor deliciosa, ainda mais para um momento como esse. E aquele outro quando Peter assistiu ao lado do pai o que seria a sua mensagem de despedida em VHS, com um discurso lindíssimo do Walter se dizendo extremamente realizado por sua trajetória e principalmente, por tudo que ele teve a chance de passar ao lado do filho durante todo esse tempo, dizendo que faria tudo de novo caso fosse possível. Um momento para deixar qualquer fã de Fringe chorando feito criança, que eu confesso que foi exatamente como me encontrei ao final dessa cena, totalmente entregue. E momentos como esses justificam a minha predileção por essa história de amor em toda a série. Exijo um abraço, Walter!

Apesar de todos esses acontecimentos do series finale duplo, é preciso reconhecer que ele teve um efeito digamos que “menor” se comparado com os outros finales das demais temporadas. Não que ele tenha sido fraco, ou qualquer coisa do tipo, porque isso não foi mesmo (e realmente foi bem especial, apesar da questão do ritmo da sua primeira parte), mas digamos que ele foi “menor” no sentido de que restava pouca coisa para resolver durante o mesmo. As respostas já haviam sido encontradas (as que sobraram, eu realmente não consigo sentir a menor falta), o plano já havia sido revelado e só faltava mesmo uma conclusão para tudo aquilo que a gente já sabia que deveria acontecer. Mesmo assim, novamente, é preciso dizer também que tendo a série gasto esse tempo com uma série de referências e aparições mais do que especiais para todos os seus fãs, não podemos nem reclamar que esse não foi o final perfeito para Fringe. Isso nós não podemos mesmo, porque ele foi sim perfeito! (e o episódio final ainda conta com uma série de easter eggs além de um agradecimento final pra lá de especial para todos que permaneceram enquanto audiência da série)

E com aquele sonho recorrente do Peter e a Olivia brincando com a pequena Etta no parque, dessa vez tivemos a visão do final feliz proposto para a série, agora não mais como lembrança e sim como realidade, com a família enfim reunida, o que nos deu a certeza de que todo o plano acabou funcionando no final das contas, mesmo que isso tenha custado a dolorosa despedida de um dos personagens mais sensacionais de todos os tempos na TV, Walter Bishop. (I ♥ John Noble)

Mas é claro que um personagem com tamanha importância para a série não poderia se despedir dessa forma apenas e por esse motivo, ainda ganhamos um último momento, com a aparição de um dos maiores símbolos da série, com Peter recebendo uma carta do seu pai, com a tulipa branca que vimos que o September fez questão de resgatar especialmente para o Walter, tamanha a sua importância dentro desse universo. Sério, nessa hora, apesar da correria dos minutos finais do ep, me encontrei extremamente realizado com o final proposto para essa história, que se encerrava firmando-se como uma das melhores séries de Sci–Fi do seu tempo. Sabe aquele abraço que a gente precisava para um momento como esse? Então… abraço dado. (tears . Aliás, adorei a história que a atriz Jasika Nicole contou nesse vídeo abaixo, dizendo que na última Comic-Con eles foram recebidos no painel da série com todo mundo segurando uma folha em branco com a imagem da “white tulip”. #TEMCOMONAOAMAR? E esse vídeos traz os comentários dos atores em relação a conclusão da série e é bem especial!)

Confesso que o meu medo era grande em relação a essa conclusão, porque ver uma série tão bacana como Fringe acabar se perdendo com uma temporada final bocó qualquer, não seria nada fácil, não depois de uma experiência já vivida anteriormente em Lost, com a qual a série dividia alguns fatores. Algo que não poderia acontecer em uma série tão inventiva, não em uma série que por anos nos fez praticamente enlouquecer tentando imaginar teorias para todas suas propostas e ver todas elas sendo respondidas de forma bastante satisfatória quando não de forma sensacional. É, isso realmente seria devastador ver acontecendo com Fringe em sua reta final. Mas esse felizmente não foi o caso e talvez pela primeira vez a gente até consiga aceitar a ideia de que eles realmente sabiam onde queriam chegar com essa história toda, por isso, nos encontramos assim, extremamente satisfeitos e felizes com a sua conclusão que não só foi maravilhosa, como ainda chegou nos trazendo uma série de presentes deliciosos. E a sensação de ver um série que gostamos tanto encontrar o seu final dessa forma é deliciosa e muito provavelmente tem o mesmo gosto que alcaçuz tinha para o Walter no seu tempo. (se bem que, alguém por aqui já experimentou alcaçuz? Achei horrível…)

Por esse motivo, acho que podemos dizer honestamente que tivemos o melhor final possível para uma série brilhante como sempre foi Fringe. Assim como podemos dizer que sentiremos uma falta do tamanho dos dois universos, azul e vermelho + o universo de bolso de cada um dos seus personagens, que embora nunca tenham ganhado o merecido reconhecimento por parte das premiações de TV, sempre foram sensacionais e assim se mantiveram até o final.

Para me despedir adequadamente, um dia desses, usando como referência o momento de um dos episódios de Fringe dessa temporada, do alto do meu egoismo taurino, cheguei a dizer que caso eu fosse o dono do último vinil de “The Man Who Sold The World”, devido o meu grande amor de sempre pelo Bowie, que eu não seria capaz de dá-lo nem mesmo para o Walter, mas que poderia convidá-lo para ouvir aqui em casa, quando ele quisesse (claro que para além de tudo ter uma chance de ficar perto de uma mente como aquela, rs). Pois bem, messe momento eu declaro que devido a todo o brilhantismo do seu personagem (que foi o grande personagem dessa história) e por conta dessa história deliciosa do começo ao fim, se eu o tivesse ele seria seu Walter. Sério. Embalado com um laço feito com alcaçuz  e com um OBRIGADO, em caixa alta.

Sem a menor dúvida, uma série para se passar adiante e guardar em uma prateleira especial, nesse e em qualquer outro universo, azul, vermelho, fúcsia, rs.

#CLOSE

 

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O abraço que todo fã de Fringe gostaria de dar e receber, duas vezes

Novembro 22, 2012

O meu maior sonho nerd talvez seja o de algum dia poder abraçar o Leonard Nimoy. Sim, eu sonho com esse dia e pouco me importo se ele é possível ou não. Sou desses e penso nisso toda vez que eu vejo Star Trek, ou quando vejo qualquer tipo de referência ao seu personagem ou até mesmo ao ator, por exemplo. Ele e o Harrison Ford, o Han Badass Solo em pessoa. (sabe fã que fica emocionado só de pensar nessa hipótese? = Eu. Um dia sonhei com esse encontro e acordei chorando. Acreditem.)

Quando criança ganhei uma t-shirt de um dos episódios de “Star Wars” (não me lembro bem qual deles…) com vários personagens que poucas crianças conheciam. Um dia, em uma sessão de cinema na escola, virei a atração porque além de linda, minha t-shirt ainda brilhava no escuro (e eu usava como PJ, nesse dia fez calor e eu tirei o meu hoodie, então). #NERD! (sorry, tive que contar essa passagem, que ilustra muito bem um dos motivos por eu ter sofrido bullying na escola, rs)

Enfim, nessa minha lista de abraços para a vida, a essa altura, na categoria nerd eu já posso até incluir até o Sr Nimoy novamente, por suas participações em Fringe e nela hoje eu também incluo os Bishops, os dois, na mesma categoria, tamanho o meu apego com os personagens e com a série.

#TEMCOMONAOAMAR esses dois?

Além da ficção científica, o que eu sempre gostei mais na série foi a relação de amor desses dois, essa que sempre foi a minha relação de amor preferida em Fringe.

Gosto da Olivia, gosto da Etta, AMO Astrid e a vaca Gene, mas nada se compara com o quanto eu gosto desses dois personagens. (♥²)

Walter sempre foi genial e continua ainda melhor nessa reta final da série, mas o nosso querido Peter Pacey tem ganhado o seu merecido destaque, ainda mais nesses últimos episódios, com toda a sua transformação. Sem contar que ambos estão passando por coisas semelhantes na vida, enfrentando problemas parecidos, o que deixa a história ainda mais especial. Mais ou menos como se o Peter estivesse olhando para um espelho e  fosse enxergando no Walter o seu possível futuro e Walter tivesse olhando para o Peter, encontrando no filho diversas semelhanças com o seu passado.

O que me faz ter ainda mais certeza que a minha #CRUSH antiga no Joshua Jackson tinha um motivo ainda maior do que a magia… rs

Mas não vamos ficar falando muito de Fringe por enquanto, porque é claro que eu vou fazer um post enorme de declaração de amor para a série depois do seu final, que eu espero que seja tão sensacional como vem sendo tudo nessa temporada até agora.

Querido Walter Bishop…

Eu não tenho um vinil de “The Man Who Sold The World”, mas se eu tivesse e ele fosse o último desse universo, eu te convidaria para ouvir junto comigo aqui em casa, todo dia se você quisesse, rs. (Sorry, também AMO o Bowie, Walter!)

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Eu teria proposto um abraço em família…

Novembro 14, 2012

… e teria puxado o Walter, porque já me sinto um Bishop, rs. (Etta, Essy, está tudo em família, rs #RESIST)

E sabendo que Fringe encerrará suas atividades definitivamente em 18 de Janeiro com um series finale de duas horas de duração (a realização do nosso sonho), eu já estou me preparando psicologicamente para perder o meu Sci-Fi preferido e principalmente, para ficar longe dos meus encontros semanais com Walter. Me abraça? (mas tem que ser um abraço para cada universo, tsá?)

Vou precisar de toda alcaçuz desse mundo, rs (que a propósito, eu detesto)

#ESSY #ESSO #ESTER #JERSSY #MERSSY #FRESHY

 

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E a Comic-Con 2012 foi ou não foi bem meio assim?

Julho 26, 2012

Tirando o painel de Breaking Bad, que a gente adoraria ter participado, o de Doctor Who que é o nosso sonho do momento enquanto não temos ainda a nossa própria TARDIS (na esperança…)  e o de Fringe, porque somos curiosos no nínel mais alto do colapso entre os universos azul & vermelho, eu diria que a Comic-Con 2012 foi no mínimo bem preguiçosa.

Pouquíssimas novidades, uma ou outra informação sem muita relevância e quase nenhum acontecimento capaz de fazer nós, os nerds que ficaram em casa, a realmente sentir inveja deles, os nerds que compareceram ao evento desse ano… (quem eu quero enganar? Essa inveja vai sempre existir no coração 8-bit de todos nós…humpf!)

Falando em Breaking Bad, que foi sim o painel mais animado EVA da edição desse ano da Comic-Con, cheguei a ficar impressionado com a forma como a série vem se promovendo com muito mais força durante essa sua Season 5, que diga-se de passagem, não está nada menos do que sensacional! (sério, o que foi aquele segundo episódio? Clap Clap Clap! – de pé)

Mas é claro que eles regularam spoilers. Mas vcs querem saber a minha opinião para o final da série?

Walter percebe o monstro que se tornou e o caminho sangrento que percorreu para chegar na sua reta final e acaba se rendendo a morte (por esse ou por aquele momento) e quem deverá sobreviver dessa história toda é mesmo o Jesse, gritando “Yeah Bitch! Magnetics” como se não houvesse amanhã.

Esse é o meu palpite/desejo não mais secreto. Sem mais.

Alguém precisa falar: como a  Anna Torv estava magrona, estava gatona e estava gostosa no painel de Fringe hein?

HÖY! (em caixa alta)

HÖY! (de novo pq ela interpreta 2 papeis na série, rs)

Peter Pacey agradece a sinceridade. 

Mas a nossa mágoa com Fringe esse ano na Comic-Con fica por conta daquele trailer preguiçoso que eles passaram por lá dizendo ser da sua nova temporada, que de novo não tinha nada. NA-DA!

Custava filma 2 segundos em um cenário aleatório com cara de futuro e dizer “2036 is coming…”?

Não, não custava.

#CHATIADO

Agora, vamos falar de moda na Comic-Con?

Que preguiça é essa minha gente? Tô odiando essa postura “sou nerd e não ligo para as modas”, que todo mundo sabe muito bem que não é verdade e sim recalque.

E como lidar com as escolhas do elenco de Community?

Até na festa de aniversário do meu vizinho irritante com filhos mais irritantes ainda da qual eu não fui convidado a participar (sem ressentimentos, mas é sempre de bom tom mandar um kit festa para o vizinho, com bolo, doces sortidos e no mínimo quatro brigadeiros e toda a família brasileira sabe disso) tinha gente mais bem vestida do que isso, ou pelo menos mais esforçada…

Vou fingir que não vi esse amarelo pavor da Gillian Jacobs e continuar a amando loucamente. Te AMO Britta/Gillian! (♥)

E continuar desejando a morte da Annie na próxima temporada. Lá e em Mad Men, claro. Desculpa qualquer coisa, Annie’s boobs!

Já a Mayim Bialik, eu não ligo a mínima que seja cafonona, só porque eu respeito a Blossom até a morte. Ainda mais porque nada que ela vista hoje, seria pior do que o que ela já usou com orgulho no seriado antigo. A não ser que seja algo vintage daquela época antiga, rs.

E quem é vc para falar o contrário, se eu não vejo nenhuma coroa de diamantes na sua cabeça nesse exato momento. Hein?

#RESPECT

I ♥ Amy Farrah Fowler

Se eu encontro o Howard vestido assim na Comic-Con, vou logo achando que é um assistente do office boy e vou logo pedindo o meu mocca chocolata yah yah. Mas tem que ser bem quente.

Não foi buscar ainda querido? (tá, eu me visto assim de vez em quando e se vc me pedir um café eu te mando o doce. WOO)

Gostaria de dizer que mesmo com a Michelle Williams aparecendo maravileeeandtra assim na Comic-Con (e o target? Confere? Mesmo? São pergunta que ela deverá fazer assim que receber o próximo convite), ela não foi a minha muse desse ano. Fuém!

Desculpa qualquer coisa, Mi! (rs)

Falando em muse, gostaria de deixar bem claro que por motivos pessoais, seremos audiência certa na série Arrow, só por conta da magia do Stephen Amell, claro.

Höy!

OK, a gente ama o Zachary Levi, que é o nosso príncipe Disney preferido,  mas não tanto assim a ponto de conseguir ignorar esse outfit em um nível alto de preguiça. Certo?

Certo. Precisa nos conquistar primeiro para depois relaxar Zachy, regra básica para qualquer relacionamento (para o começo e/ou o fim deles, rs)

#NAOTABOMNAO

MUSO da Comic-Con 2012 = Darren Criss

Achamos que ele deve esquecer o gel de vez e assumir o seu curly com orgulho na nova temporada de Glee (que a gente torce para que seja bem boa, só para ter outro TGP, que é melhor ainda, claro!)

Höy!

ps: mantenha a barba. A puberdade deve chegar no McKinley High!

Já que chegamos a essa ponto, vamos falar de magia?

Magia ruiva =  Michael C. Hall = Höy!

A gente não liga mais para o Dexter já faz duas temporadas, pelo menos. Mas é humanamente impossível ignorar o Michael C. Hall em qualquer coisa que ele faça na vida.

Magia da Barba Ruiva = Dave Annable = Höy!

Não temos a menor vontade de assistir sua nova série, a 666 Park Avenue, mas achamos importante alguém em Hollywood escolher assumir o grisalho, mesmo tão novo como o Dave. Acho corajoso e honesto.

ps: beijo para os Walkers antigos, que empatam com a minha própria família no nível de fofoca ao telefone, rs. 

Magia sueca =  Alexander Skarsgard = Höy!

Sempre 3 metros dele. PÁ!

O Frodo a gente nunca vai ter certeza se é legal, por isso passamos…

Mas quem nunca sonhou em fazer a Maria Garupa em Sons Of Anarchy com o agora magia (o único por lá) chefe de tudo?

TODAS! Höy!

Agora parece que é oficial: acabou para o Bill!

Depois dessas 5 últimas temporadas de True Blood, vc ainda consegue achar que ele se parece em alguma coisa com aquele vampiro sentado no Merlotte’s no começo da Season 1?

Eric continua o mesmo desde que cortou o cabelo e fez balaiagem pela primeira vez, tornando-se assim um vampiro de respeito

Mas não parece mesmo!

#NAOTABOMNAO

ps: do Sam eu morro de preguiça, por isso prefiro ignorar e bastava colocar a Tara ali do lado para completar o time daqueles que se morressem, a gente não sentiria a menor falta em True Blood. Sim. 

Agora sim, o meu painel preferido ever dessa Comic-Con. Painel Who?

Karen Gillan, Arthur Darvill e Matt Smith, também conhecido como o melhor Doutor de todos os tempos. Höy!

Posso dizer que foram os que menos se esforçaram e que mesmo assim conseguiram imprimir da magia a sedução?

Cool Cool Cool! (♥³)

E para a Karen Gillan com esse cabelo maravileeeandro em ruivo, vai o posto de nossa MUSE da Comic-Con 2012.

Não só por ela ser a garota que esperou (♥), nem só por ela ter aparecido linda assim (com essa bolsa que é só amor!) e sim por ela ter dito que adoraria ver um episódio de Doctor Who com todos eles presos dentro de um piano (sério, quem diria uma coisa dessas?) e praticamente se convidar para participar de Community, no episódio especial em que eles vão a um evento do Inspetor do Tempo. Howcoolcouldbethat?

I ♥ Amy Pond

Höy!

ps: e não, não tivemos uma preview da Season 7 de Doctor Who esse ano. Humpf!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Two Bs

Maio 11, 2012

 

The Two Bs, que foi como o próprio Leonard Nimoy apresentou a dupla Belly e Bishop, que aproveitaram esse momento de encerramento da quarta temporada de Fringe, para comentar um pouco sobre os seus personagens.

Lembrando que hoje, temos a segunda parte do final da Season 4 e sabe o que é ainda melhor do que isso?

É saber que ainda na Fall Season, teremos a continuidade para a conclusão de uma das melhores séries ever. Yei!

ps: nem comentei nada porque deixei para falar sobre toda a temporada após o seu encerramento, mas o que foi a Astrid em sua versão ninja, na primeira parte dessa reta final? (♥)

Como não se emocionar com o John Noble em dobro em Fringe?

Maio 2, 2012

Não é de hoje que o trabalho do John Noble vem sendo sensacional em Fringe. Desde o começo da série, ele conseguiu achar exatamente o ponto de equilíbrio entre a loucura, a genialidade e a doçura, que fazem de Walter Bishop até hoje, quatro anos depois, um dos melhores personagens da TV.

É difícil entender como um ator que vem entregando um trabalho excepcional como esse, ainda consiga ser ignorado por toda e qualquer premiação. Acho que se os fãs de Fringe (e nessa turma eu mesmo me incluo) fizeram campanha para que a série permanecesse viva até hoje e nesse caso com êxito, já passou da hora dessa campanha se voltar para o merecido reconhecimento desse ator sensacional. Queremos John Noble no Emmy e no Golden Globe, NOW!

E mais uma prova disso foi o lindíssimo episódio da semana passada em Fringe (4×20 Worlds Apart) que fechou a ponte entre os dois universos, numa tentativa de dificultar os planos de David Robert Jones, que nos trouxe mais um dos grandes momentos de emoção dentro da série, algo que eles sempre conseguem fazer com maestria e muito disso não só devido a sua excelente história, mas também pelas sensacionais interpretações de seus atores, que com apenas um olhar, conseguem transmitir todo o sentimento de um momento como aquele, como é o caso do John Noble e o seu adorável Walter.

Na hora da despedida, foi quase impossível acreditar que tratava-se do mesmo ator interpretando dois papeis tão diferente, onde Walter e Walternativo dividiram um momento difícil para ambos, deixando a rivalidade de lado, despidos de qualquer tipo de sentimento negativo, apenas um reconhecendo a genialidade e coragem do outro, quase nos fazendo realmente acreditar que estávamos assistindo dois atores diferentes em cena. E como não se emocionar com os dois, sentados ali no meio do caminho, lamentando o futuro que teriam que enfrentar daqui para frente, uma vez que o processo de cura do Lado B seria interrompido de vez após o fechamento da ponte entre os dois universos e ainda, contando com a possibilidade de que com isso, Peter acabasse sumindo novamente.  DRA-MA!

Não sei vcs, mas eu não consegui conter as lágrimas naquele momento de despedida do Lado A e B, com cada um deles ganhando o seu momento para aproveitar e destruir os nossos corações com aquela despedida. Ponto também para Olivia, que teve um ótimo momento com Folivia, com um diálogo super emocionante entre as duas, assim como a dobradinha Aspirin + Aspirin se despedindo com um tímido sinal, sempre tão foufas. Sem contar o Lincoln, que escolheu permanecer do lado vermelho da força, que com o fechamento da ponte e com a nossa visão do futuro na série no excelente episódio anterior (onde aparentemente eles estavam do lado azul) nós não temos a menor ideia ainda de como irá ficar. (glupt)

Mas apesar de todo esse climão de saudade, eu credito quase toda a emoção desse episódio ao John Noble, que com um simples olhar de culpa pelo que ele fez no passado com as vítimas dos seus experimentos com Cortexiphan, que voltaram para um participação fundamental nesse episódio, ou quando ele tocou no Peter após o fechamento da ponte, talvez para acreditar que o seu filho ainda continuava ao seu lado, um ator que com gestos simples como esses, consegue nos transmitir toda a emoção de um momento importantíssimo para a mitologia da série. Sem apelação e sem grandes dramas forçados, apenas emoção.

Realmente, um ator que merece ter mais reconhecimento. Se tem um personagem que eu iriei sentir falta de Fringe quando a série enfim terminar (e contando com a próxima temporada, temos apenas mais 15 episodios pela frente), esse será Walter Bishop, que consegue nos emocionar como ninguém com toda a sua genialidade e ao mesmo tempo, consegue ser o alívio cômico perfeito para a série.

Coisa de bom ator neam? Clap Clap Clap!

I ♥ John Noble

E na próxima semana, a primeira parte do aguardadíssimo Season Finale (4×21 Brave New World – Part 1)

#ALIVE

ps: alguém mais desconfia que Belly está por trás disso tudo?

Fringe voltando para a sua Season 4, mas por enquanto nem lá nem cá

Setembro 25, 2011

Sabe aquela sensação de estar esperando algo mais? Foi exatamente assim que eu me senti na noite de ontém com a volta da Season 4 de Fringe (4×01 Neither Here Nor There).

Antes de qualquer julgamento eu já vou logo afirmando que não foi um retorno ruim, apenas não foi nada do que eu esperava. E isso pode ser tão bom quanto ruim.

Peter ainda continua sendo uma incógnita. #WHEREISPETERSHOP?

A pergunta continua a ecoar e nós não sabemos ao certo o seu paradeiro. Quer dizer, sabemos que ele aparece no espelho, na tv ou no fundo da cena como um “holograma” tremido logo no começo do ep, mas fato é que ainda não sabemos exatamente onde ele esta e isso me deixou um pouco frustrado.

O que sabemos é que os Observadores tem uma missão e ela seria a de apagar a sua existência de vez. Alguém acredita que eles conseguiriam um feito como esse?

Eu acredito, mas acho que o que vai acontecer mesmo é que o September, para quem sobrou essa tarefa (aquele mesmo que já salvou Walter e Peter no passado), provavelmente vai acabar se sacrificando de alguma forma pela existência do Peter, indo contra a cartilha dos Observadores e indícios disso já até apareceu ao final do episódio, quando ele decidiu não usar aquela máquina. Essa seria a minha aposta inicial, mas como em Fringe tudo é possível e nada é muito previsível, eu aceito o que vier, desde que eles tragam o Peter de volta e logo.

De resto, tivemos o climão pesado entre os dois lados, azul e vermelho e a tensão das duas Olivias tendo que trabalhar juntas, mesmo sem confiar uma na outra e sem maiores detalhes sobre como isso esta funcionando até agora. Cool.

Walter desconfiado dos planos do Walternativo, uma vez que agora eles precisam trabalhar juntos e tentar resolver os problemas que ambos causaram no universo um do outro.  E com esse episódio ganhamos uma primeira pista de que sim, Walternativo anda mexendo os seus pauzinhos e Walter já percebeu isso.

A aparição da vaca Gene, mesmo como figuração tmbm foi ótima, já que sempre morremos de saudades dela. Cool!

E tivemos também a volta do elemento procedural, algo que muitos sentiam falta na série (eu adorava essa fase da Season 1) e que de quebra ainda acabou sendo a introdução para o Lincoln versão azul se juntar de vez a Fringe Division, ocupando uma vaga que já foi do Peter (e ocupando muito bem por sinal. Höy!). Mas a pergunta que não quer calar é: porque ele e a Olivia não se reconheceram? Hein?

É, realmente parece que a história foi reescrita…

Esse episódio também pareceu como uma revisita ao episódio piloto da série, com várias referências ao próprio além de algumas semelhanças claras que a própria Olivia fez questão de relembrar. E acho que a intenção foi exatamente essa, como se a ausência do Peter nos levasse a esse “recomeço”.

Mas deu para perceber na interpretação primorosa da Anna Torv um certo desconforto no ar. Na verdade, algo mais como um vazio mesmo. Olivia parece estar deprimida e isso com certeza esta relacionada a ausência do Peter na história. E aquelas pausas que ela deu em alguns momentos nesse epispódio de estréia da temporada, me pareceram com uma tentativa de se lembrar de algo que ela ainda não sabe muito bem o que é, mas que esta sentindo falta.

Com o Walter a situação é diferente, ele parece estar assustado (e muito) por não reconhecer o homem que ele anda vendo minsteriosamente por ai em algumas aparições surpresa (Peter). Mas como Walter é um homem com um histórico meio assim para esses assuntos, ele acaba não sendo levado muito a sério nessa situação, humpf! E ficamos mais ou menos com a sensação de que a Olivia pode sentir a presença do Peter, mesmo sem se lembrar dele por enquanto e Walter consegue vê-lo em alguns momentos, mas também sem reconhecê-lo por enquanto.

E eu não consigo entender como é que nós vivemos em um mundo onde todo o talento de um ator como o John Noble consegue ser ignorado todo ano em todas as premiações da tv. Sério, eu não entendo.

Outro fator importante da premiere foi a abertura em laranja, contrariando o que eu cheguei a discutir algumas vezes por aqui no Guilt em relação a um possível novo universo amarelo para essa temporada. Diferente do que muitos imaginavam, o laranja representa sim a nova realidade da série, desse momento em que nos encontramos no cenário da ponte entre os universos (azul e o vermelho) e não um outro universo completamente novo. Apesar de que, algumas coisas não parecem estar como elas já foram um dia e o não reconhecimento entre o Lincoln e a Olivia pode muito bem reforçar essa teoria para a nova fase da série. Hmm mmm…

Enfim, as nossas dúvidas todas continuam, novas teorias surgem em nossas cabeças e o melhor disso tudo é que Fringe esta de volta e esse foi apenas o primeiro episódio dessa nova temporada. Ou seja, ainda vamos ter muito tempo para conspirar sonbre o assunto, rs.

E no próximo episódio…

#APPEAR

Walter ♥ Peter

Agosto 8, 2011

Difícil ver um John Noble fora do trabalho hein? (e esse cabelo escuro? Seria a luz? Seria o trabalho? Seria uma crise da meia idade? rs)

Momento raro e foufo mil entre esses dois que nós amamos e acreditamos que são mesmo pai e filho, rs (e ai de quem disser o contrário, humpf!)

ps: e setembro esta chegando. Yei!

O adorável Mad Men

Junho 22, 2011

 

Levou o prêmio de melhor ator de drama no 2011 Critics’ Choice Television Awards e ainda fez graça? #TEMCOMONAOMAR? Höy!

Quem levou um prêmio para a casa também foi o John Noble, o Walter de Fringe, como melhor ator coadjuvante em série dramática. Mas como assim coadjuvante? Fringe não é dele, da Olivia e do Peter? (mais dele do que dos outros até?)

Geralmente nessas premiações quem se candidata e escolhe em qual categoria concorrer são os próprios atores e se esse for o caso aqui, achei humildade demais do Walter hein?

Mesmo assim, Clap Clap Clap!


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