Posts Tagged ‘Josh Dallas’

Seria muito creep recortar a cara dela e colocar a nossa?

Setembro 3, 2012

Claro que sim, tudo tem um limite nessa vida.

Então podemos pelo menos dizer que ela é a nossa filha encantada, hein Charming?

By the way… Höy!

ps: e essa carinha de príncipe, hein? ENCANTADO!

 

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Vejo focos de incêndios all around the world…

Agosto 13, 2012

… e se a visita do Charming fosse garantida como nessa imagem dele para um ensaio da Da Man, só eu imagino muita gente investindo na pirofagia caseira? Sim ou nem tenho tempo para responder a questán porque já estou em chamas?

Höy!

 

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Nesse caso aceitamos a cara de arrogante

Junho 22, 2012

Porque não é todo mundo que pode dizer que realmente está pegando o príncipe encantado, hein? Nesse caso aceitamos a cara de arrogante da Ginnifer Goodwin (porque ontem, alguém não estava se garantindo tanto assim para manter a mesma cara de arrogante…)

Nesse caso perdoamos até o cabelo totalmente coxinha de Charming, que nem precisava disso, porque de cara lavada já tem cara de menino arrumadinho. Höy!

 

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The 10th Doctor (parte 3 – final)

Junho 15, 2012

Finalmente chegamos a reta final dessa matatona de Doctor Who aqui no Guilt e como toda boa despedida, ela não poderia ter sido mais emocionada e tão pouco menos especial.

Uma temporada mais do que importante, onde tivemos a despedida do 10th Doctor, vivido adoravelmente pelo ator David Tennant, trazendo a segunda regeneração do personagem nessa nova fase de Doctor Who a partir do ano de 2005. Um momento doloroso para quem é fã da série, ainda mais contando nesse caso com uma trajetória muito maior do que a do Doutor anterior (9th Doctor), onde David Tennant acabou dando vida a esse personagem icônico por três temporadas, com três companions diferentes e o seu momento de despedida do personagem não poderia ter sido nem menos e nem mais especial.

Quem já assistiu a série deve saber bem do que eu estou falando, agora quem se sentir com vontade de encarar uma maratona na série inglesa a partir dessa minha maratona, eu vou logo avisando que é importante deixar reservado uma boa caixa de Klennex a disposição, porque será necessário, acreditem. Já adianto que fiquei profundamente emocionado com essa despedida, mas falaremos melhor dela mais tarde, é claro.

Começamos essa Season 4 com um especial sensacional de Natal (4×00 Voyage of the Damned), que nos trouxe uma versão do Titanic no espaço, invertendo um pouco o espaço físico dessa história, mas colocando o famoso navio também em apuros, prestes a afundar no céu e cair sobre o solo da Londres antiga, ou melhor, quase caindo no quintal da própria rainha. Nele, contamos ainda com a participação mais do que especial do ator Russell Tovey (♥), que enquanto personagem, serviu para realizar um sonho antigo do próprio Doutor que era o de ter um Alonso para ele enfim poder falar o seu clássico “Allons-y” para a pessoa certa. No mesmo episódio e fazendo companhia para o Doutor, tivemos ninguém mendo do que a Kylie Minogue, onde a sua personagem acabou sendo de grande importância para a história do especial, com ela arriscando a sua própria vida para que o Doutor pudesse evitar uma catástrofe maior. Cool! (mas poderia ter cantado… hein Kylie?)

Em seguida tivemos a chegada da companion da vez, uma velha conhecida de todos nós, a aguardadíssima: Donna Noble (Catherine Tate – ♥). Ela que já havia participado anteriormente também em um episódio de Natal da série e que dessa vez voltava para dividir a cena com o Doutor dentro de sua famosa TARDIS durante toda essa temporada. Desde que a Donna apareceu pela primeira vez naquele especial, foi notável a grande química que acabou acontecendo entre os dois, algo que ultrapassou o limite da preguiça de sempre de um tensão sexual óbvia e esteve mais para uma parceria no crime mesmo, inclusive sendo esse o nome do seu primeiro episódio como companion.

Donna além de mais madura, também tem aquele perfil meio loser e “diminuído”, com uma autoestima um tanto quanto abalada por conta de suas decepções com a vida. Mas ao mesmo tempo, ela tem um humor bastante especial e acaba usando esse detalhe a seu favor, onde ela acaba provocando muito mais o próprio Doutor, com quem a personagem divide momentos divertidíssimos. Acho ótimo quando em um episódio qualquer, alguém assume que eles são um casal e ela faz sempre questão de esclarecer que eles são apenas amigos. Donna inclusive me lembra muito da Amy Pond, não só pelo fundamento do ruivismo, mas pela postura das duas diante as situações inusitadas a bordo da TARDIS e na troca direta com o Doutor. Eu diria até que Donna é uma Amy Pond mais magoada, do tipo que a vida ainda não lhe sorriu tanto assim, sabe?

Com uma diferença notável dentre todas as companions que estiveram ao lado do Doutor desde 2005, onde de todas elas, Donna me pareceu ser a que mais se importava com tudo o que acontecia ao seu redor. Não que as outras fossem absolutamente frias ou totalmente egoistas, mas ficou claro desde o começo, que ela não se contentava em resolver apenas o problema da vez e sempre acabava se preocupando também com as demais pessoas envolvidas indiretamente a todos eles, provocando inclusive o Doutor a ir mais além, dizendo que ele poderia fazer muito mais para aliviar a culpa que ele sempre acaba carregando, como no episódio em Pompeii por exemplo, onde ela se recusa a deixar aquela história para trás sem ao menos salvar a vida de alguém.

Quem acompanha o Guilt sabe que eu sou Team Ponds e AMO a Amy desde que ela apareceu assustada em seu quarto ainda criança, no início da Season 5, que foi quando eu comecei a assistir e me apaixonei completamente pela série. Mas tenho que reconhecer que a essa altura, Donna Noble também acabou conseguindo um lugar bem especial no meu coração, se tornando a minha segunda companion preferida ever. Gostei muito dessa postura de igual para igual dela com o Doutor, dessa troca no mesmo nível que acabou acontecendo entre os dois, assim como achei importante esse lado mais humano da personagem acabar sendo mais explorado, o que de certa forma, acabou servindo para aliviar um pouco da culpa que o próprio Doutor carrega em diversas ocasiões, como eu disse anteriormente.

E esse é outro aspecto que ficou bem claro durante essa Season 4, que é o porque da necessidade do personagem em manter uma companion sempre por perto. Ficou evidente que ele mantém esse padrão porque necessita de alguém humano por perto para lembra-lo de coisas que ele não consegue perceber por si só e até mesmo para mantê-lo no controle, para que o próprio não caia em uma espécie de “complexo de Deus”, digamos assim. Em alguns momentos inclusive dessa temporada, foi possível observar o quanto o Doutor pode ser “diferente” quando sozinho, nos revelando um outro lado da sua personalidade que a gente não costuma ver muito por trás daquela armadura de herói e grande defensor da humanidade. Mas ele pode sim ser uma pessoa pior, desde que esteja desacompanhado, como chegamos a observar em pelo menos dois momentos importantes dessa temporada e por isso descobrimos o porque da necessidade de uma companheira ao seu lado o tempo todo.

Ainda falando da Donna, seria impossível não mencionar a sua adorável relação com o avô Wilfred (Bernard Cribbins), um senhor de cabeça branca que sonhava com o espaço e adorava observar as estrelas. Fiquei torcendo para que ele fosse convidado pelo menos uma vez para visitar o tempo e o espaço a bordo da TARDIS e adorei quando a Donna fez o Doutor parar a máquina do tempo perto do seu quintal, para que ela pudesse se despedir do avô, mostrando para o mesmo que ele estava certo a respeito do espaço o tempo todo. E mal sabia eu que mais tarde, o avô da Donna ainda teria uma papel fundamental para essa história e que sim, ele teria a sua chance enquanto companion…

E como em Doctor Who é comum que algum personagem real da nossa história acabe fazendo parte da série, dessa vez ganhamos a participação de ninguém menos do que a escritora Agatha Christie, famosa por suas histórias encolvendo crimes misteriosos e que nesse caso não poderia ser diferente e a sua participação dentro da série foi marcada justamente por um desses crimes (4×07  The Unicorn and the Wasp), esse que foi um dos meus episódios preferidos da temporada. E foram ótimas as tentativas da Donna de ganhar algum crédito nos best-sellers da escritora, algo que de certa forma, chegou até a acontecer. Howcoolisthat?

Outro momento bastante importante da temporada foi a primeira aparição da misteriosa River Song (Alex Kingston), em um episódio lindo em um universo dentro de uma biblioteca fantástica (que eu imagino que seria o lugar perfeito para a minha mãe morar), em mais um dos melhores episódios dessa Season 4 (4×08 Silence in the Library + 4×09 Forest of the Dead). E esse primeiro encontro entre o Doutor e a até então ainda mais misteriosa River, deve ter sido uma verdadeira tortura para todos os fás da série que acompanharam Doctor Who naquele momento, onde nesse caso eu até acabei me sentindo bastante privilegiado por já ter visto o futuro da série anteriormente, sabendo exatamente de quem ela se tratava e qual a sua importância para a série, algo que nós  só acabamos descobrindo durante a Season 6. E na linha do tempo confusa da River Song e do Doutor, esse seria exatamente o último encontro entre os dois, antes mesmo dele ser o Doutor que ela conheceu em sua timeline. Ou seja, apesar da confusão da linha de tempo entre os dois, sabemos que esse foi o ponto final da história da personagem, o que não deixa de ser bem triste. Uma curiosidade que eu acabei observando nesse episódio é que ele contou com uma pequena participação do ator Josh Dallas, ainda na fase do começo da sua carreira, muito antes de se tornar conhecido por seu papel com o Prince Charming em Once Upon a Time, fazendo uma ponta como uma das criaturas daquela biblioteca.

Entre os meus outros episódios preferidos dessa Season 4 que eu já disse ser bem especial, estão a primeira aventura da Donna a bordo da TARDIS ao lado do Doutor, encarando a Roma antiga (4×02 Fires of Pompeii), assim como a visita ao planeta dos Oods (4×03  Planet of the Ood), que como sempre, estavam sendo tratados como escravos. Em um outro momento, acabamos ganhando uma “filha do Doutor” (4×06  The Doctor s Daughter), em outro episódio que é mais curioso do que bacana (ainda mais com aquela resolução ficando em aberto), onde temos a participação do ator Joe Dempsie, o Chris de Skins. Ainda tivemos aquela sequência super especial dos três episódios que marcaram uma grande reunião de personagens da série (4×11 Turn Left/ 4×12 The Stolen Earth/ 4×13 Journey s End) que nos trouxeram ótimos momentos, como a Donna vivendo uma espécie de realidade alternativa, caso ela tivesse escolhido um oferta de emprego ao invés do Doutor, ou o surgimento da sua versão “Doctor Donna” (que eu cheguei a torcer para que tivesse durado mais) para a conclusão dessa trilogia, assim como os os dois episódios que encerraram a temporada e que marcaram a despedida definitiva do 10th Doctor (4×17 The End of Time (Parte 1)/ 4×18 The End of Time (Parte 2), que obviamente foram muito especiais mesmo e eu não estou exagerando.

E é impossível também passar por essa quarta temporada de Doctor Who sem reconhecer o quanto a série evoluiu em relação aos seus recursos visuais, nos levando para cenários fantasiosos e grandiosos, com uma beleza notável e surpreendentemente muito bem executados, diferente do que já vimos na série durante a Season 1, por exemplo e de vez em quando em um ou outro episódio meio assim em termos visuais da atualidade (mas nada no nível de Once Upon A Time, para a nossa sorte). Mas é obvio que o grande sucesso dessa nova fase desde 2005, deve ter contribuído bastante para esse ganho, onde certamente eles devem ter passado a investir muito mais na produção da série e nós enquanto audiência, só ganhamos com isso. E #TEMCOMONAOAMAR os monstros de Doctor Who? Eu AMARIA ter uma miniatura de cada um deles. Sério. Cadê essa franquia de brinquedos que não chega logo por aqui, hein?

Essa quarta temporada de Doctor Who também é bastante especial porque além de ser marcada pela despedida do David Tennant, ela acabou revisitando diversos cenários já conhecidos de todos nós, mesmo contando uma nova história e com isso, acabamos ganhando participações mais do que especiais ao longo dela.

A começar pela Martha (Freema Agyeman), a ex companion do Doutor que preferiu encerrar suas viagens a bordo da TARDIS por não ter conseguido conquistar o amor do próprio. Obviamente que seria impossível que depois da sua jornada ao lado do Doutor, que Martha continuasse a mesma de sempre e sendo assim, acabamos ganhando uma versão da personagem com ainda mais características de heroína (como ela encerrou a sua participação na série durante a Season 3), com ela mantendo um cargo importante na UNIT e de certa forma e mesmo que de longe, continuando um trabalho que certamente um único Doutor não seria capaz de dar conta sozinho. (mais ou menos como a mesma função de Torchwood, por exemplo)

Outra que aparece em diversos momentos da temporada, tentando se comunicar com o Doutor mas não conseguindo sucesso por um longo período e para nossa total surpresa foi a Rose (Billie Piper), ela que estava em um universo paralelo alternativo e que não poderia mais manter nehnum contato com o Doutor, segundo o encerramento da sua parceria com o Doutor, ainda no final da Season 2. Dessa forma, aquilo que eu reclamei nas duas primeiras temporadas, que era o fato delas não trazerem exatamente um plot central que unisse toda a história da temporada (como estamos acostumados atualmente e que eu gosto muito, mas que eles já avisaram também que vão mudar para a Season 7, deixando os episódios com histórias mais soltas a partir da entrada da nova companion, como nesse começo da série desde 2005), acabou acontecendo nessa temporada através da participação da Rose, que achou um jeito de cruzar o universo em busca do seu (tisc tisc) Doutor.

Tudo bem que eu nunca fui muito fã assim da sua personagem, mas não consegui não me emocionar com o reencontro dos dois, que aconteceu em um episódio mais do que especial, triplo, em uma cena super clichê mas nem por isso não aceitável, onde acabamos ganhando uma reunião com boa parte do elenco de cada uma das três primeiras temporadas: Rose + sua mãe Jackie + Mickey + Martha + sua família + Capitão Jack + Torchwood + Sarah Jane Smith + K-9. Howcoolisthat?

Uma sequência de episódios que trouxe uma nova dinâmica temporária para a série, com as três últimas companions do Doutor finalmente se conhecendo e ainda com a participação mais do que especial da Sarah Jane Smith (Elisabeth Sladen) e o seu adorável K-9. Achei ótimo que não foi tão fácil assim para que a Rose conseguisse finalmente fazer algum contato com o Doutor e o modo como ela acabou sofrendo ao ver o rosto de suas substitutas ganhando uma atenção que um dia foi exclusivamente sua, foi bem emocionante. Apesar de considerar irritante essa tensão sexual que eles insistem em tentar na relação Doutor + Companion e que eu nunca fui muito fã inclusive na história da Rose, nesse caso, acabou sendo totalmente justificável a reação da personagem diante daquela situação. E #TEMCOMONAOAMAR a relação Martha vs Donna, ou o interesse da própria Donna para cima do Capitão Jack (John Barrowman)?

A conclusão desse arco da reunião de todos esses personagens também foi excelente, com todos unindo forças para ajudar o Doutor contra os Daleks (sempre eles. Argh!) e nos trazendo de volta o plot da mão cortada do Doutor, que a gente não entendia muito bem o que ainda estava fazendo dentro da TARDIS, mas que teria alguma função no final das contas. A partir dela, ganhamos um doppelganger de Doutor (nesse caso, metade humano) e uma nova Donna, a Doctor Donna (Howcoolisthat?), que acabou ganhando a sua “parte Doutor” e foi de extrema importância para a conclusão dessa história. Mas apesar do final feliz para mais esse plot, esse episódio ainda contou com uma carga dramática a parte, com uma nova despedia do Doutor para cada uma de suas companions, inclusive a Donna. (glupt)

Confesso que eu achei um tanto quanto cruel a forma como ele se despediu da Donna, com ela perdendo a memória e sem sequer poder lembrar dos seus momentos ao lado do Doutor, correndo inclusive risco de morte por isso. Logo ela ter esse destino, não me pareceu nada justo. Mas como em Doctor Who nada é definitivo, acabei nem me preocupando tanto assim (mas fiquei sentindo falta de um momento de despedida entre os dois, do tipo bem emocionado, sabe?). Mas foi bem bacana ver o Doutor deixando cada um dos seus companheiros em seu devido lugar, agradecido por saber que apesar de ser um homem sozinho no universo, ele sempre poderá contar com cada um deles, que de certa forma, são a sua família. E nesse caso, quem ainda se deu muito bem foi a Rose, que acabou ganhando o dopplelganger de Doctor para chamar de seu, que até pode estar sem poderes, sem TARDIS e sem chave sônica, mas é exatamente igual ao homem por quem ela se apaixonou no passado e dessa vez, tivemos a certeza de que ela foi a única das companions atuais que foi correspondida por ele, detalhe que no final das contas eu achei bem foufo!

Três episódios mais do que especiais, que marcaram o “encerramento” da temporada, com essa reunião pra lá de especial com todos eles a bordo da TARDIS (que segundo o próprio Doutor, foi projetada para ter 6 pilotos e por isso ele sofre para controlar sozinho a máquina do tempo mais legal de todos os tempos, rs), o que certamente foi um grande acontecimento para quem é fã de Doctor Who, eu diria até que o maior deles até então. Mas digo “encerramento”, porque após esses três episódios que de certa forma encerrariam a Season 4 com o número de costume de 13 episódios, ainda tivemos mais 5 especiais como presente, três deles com uma história mais solta, como costumam ser os episódios de Natal por exemplo e os dois últimos que foram necessários para a grande despedida do David Tennant.

O primeiro desses especias nos trouxe inclusive uma nova experiência para a série, com o Doutor encontrando um outro Doutor e sua companion (4×14 The Next Doctor), que a princípio ele acreditava ser de uma timeline futura (por ele a essa altura já estar ciente de que sua morte se aproximava), algo que nunca havia acontecido nessa nova fase da série (não sei se já aconteceu no passado, então…). Uma pena que esse plot foi abortado com a sua resolução de que na verdade, aquele novo personagem apenas achava que era um Senhor do Tempo por conta dos temidos Cybermens, mas que no final das contas não era bem verdade. Mas fiquei imaginando que isso poderia ser utilizado como recurso para promover um encontro entre os 3 Doutores dessa nova geração, Eccleston + Tennant + Smith = ♥³. Quem sabe não ganhamos algo parecido no ano que vem, quando a série irá comemorar os seus 50 anos de vida e ao que tudo indica, teremos uma temporada semelhante a essa, com pencas de especiais, hein? #SONHO!

O segundo deles é um especial de Páscoa (4×15  Planet of the Dead), que já começa com o Doutor comendo um ovo de Páscoa daqueles, capaz de te fazer sentir vontade de sair de casa no meio da madrugada para comprar (que é sempre o meu caso quando não tem chocolate em casa. #DRAMA/ I ♥ Chocolate) e que chegou com uma “tentativa de companion” do mundo do crime. Uma menina lindísisima por sinal, mas segura demais e um tanto quanto do lado negro da força, o que em nada combina no posto de companheira oficial do Doutor. Mas foi bem bacana vê-lo libertar a personagem ao final do episódio, naquele ônibus de dois andares típico inglês e nesse caso com o plus a mais dele ser voador (me lembrou ônibus em Harry Potter até). Cool!

O terceiro marca exatamente o que eu falei para vcs ainda no começo dessa review (4×16 The Waters of Mars), com um Doutor revelando o seu lado negro da força, quando ele resolveu aceitar a sua importância para o universo, onde cego por conta de sua arrogância, acabou causando um paradoxo que seria imperdoável, mesmo para um Senhor do Tempo. Um episódio bem bacana, que além de nos revelar um outro lado do Doutor, esse muito mais obscuro do que o que nós já conhecemos, justamente enquanto ele ainda viajava sem companhia nenhuma (algo que se repetiu a partir do primeiro desses três episódios em questão), ainda nos trouxe aquelas pessoas medonhas da tripulação que habitava Marte, com água saindo por todos os cantos de seus corpos. #MEDO.

Uma sequência de especias que nos trouxe para o momento da grande despedida. Ao longo da temporada, pequenas pistas foram espalhadas a respeito da morte do Doutor e nesses dois últimos episódios, chegou a hora dele encarar a sua inevitável regeneração. E nessa hora, tudo foi construído de forma brilhante, com o anúncio de que a sua morte aconteceria pelo sinal das quatro batidas (que nada mais era do que a representação do batimento do coração dos Senhores do Tempo) e que de quebra, ainda nos trouxe Gallifrey de presente, terra natal do próprio Doutor e que inclusive chegou a se aproximar (literalmente) da Terra no formato de uma grande ameaça, a qual ele teve que destruir no passado (e carrega uma culpa enorme por conta disso, se tornando o último de sua espécie) e que por diversas vezes já ouvimos parte de sua história durante esses seis últimos anos da série desde 2005.

Apesar de sempre ter morrido de vontade de conhecer um pouco mais sobre Gallifrey e toda a sua mitologia (em flashback talvez? …) , acabei não gostando muito de ver o planeta aparecer de fato e no presente da temporada, embora a forma como tudo isso acabou acontecendo tenha sido no mínimo justificável. Ainda mais que a sua presença nessa reta final acabou trazendo algumas revelações, surpresas e até mesmo a volta de um dos vilões mais temidos pelo próprio Doutor: Master (John Simm).

Ele que foi usado como ferramenta para que os demais Senhores do Tempo conseguissem a sua “liberdade” e com isso ganhassem a chance de reconstruir a sua história. Nesse momento, acabamos descobrindo um pouco mais da mitologia da espécie do próprio Doutor e descobrimos o que de fato o motivou a levar o seu povo a ser extinto. Bacana também foi ver a forma com o Master foi usado como ferramente fundamental para todo essa história, a deixando ainda mais muito bem amarrada. Só achei que a sua participação durante a temporada anterior acabou sendo muito mais impactante do que a sua presença massiva durante essa Season 4.

Nessa reta final, o que nos foi reservado como surpresa, foi a presença de uma mulher que a princípio, aparecia apenas para o avô da Donna, guiando aquele senhor a ajudar o Doutor da forma correta nesses dois últimos episódios, algo que seria fundamental nesse último momento de sua vida. E a sua presença misteriosa foi algo que acabou ficando no ar, deixando uma possibilidade de que aquela mulher na verdade seria a própria mãe do Doutor, com ela e um outro homem sendo os únicos contra o plano dos demais Senhores do Tempo ainda em Gallifrey, que como castigo, tiveram que se manter em posição de Weeping Angels. (castigo terrível, mas sensacional, não?). Nessa hora eu logo imaginei que os dois que foram contra o plano todo, só poderiam ser seus pais, mesmo sem ter tido uma pista até então. Mas foi algo que talvez eles não tiveram muita coragem de explorar (o que eu acho bacana, porque poderia acabar levando a série para uma área obscura e arriscada para uma série de quase 50 anos de sucesso) e optaram por deixar apenas no ar essa ideia. (o que pode também ter sido apenas uma sensação minha…)

Até que chegamos a fatídica hora da despedida, onde por um momento, chegamos até a nos enganar, assim como o próprio Doutor, que se encontrou surpreso por ainda estar vivo, mesmo depois de ter conseguido derrotar (com uma ajuda importantíssima do próprio Master) o povo de Gallifrey. Mas ao enfim ouvir as 4 batidas que apareceram no pedido de ajuda do avô da Donna logo em seguida desse curto momento de alivio para o personagem, ele se deu conta de que realmente aquela era a sua hora e não tinha mais por onde escapar. (glupt de novo)

Nessa hora, vale a pena lembrar que dessa vez, embora fosse totalmente justificável, o Doutor acabou novamente se revelando como um ser que como todo mundo, também mantém o seu lado obscuro, soltando palavras duras para cima do próprio senhor Wilfred, mostrando claramente e por mais uma vez, um outro lado da sua personalidade, mesmo que por questão de pouco tempo. (mas também, que não se revoltaria ao encarar a sua própria morte depois de quase conseguir escapar? Hein?)

Confesso que nessa hora, eu já estava bastante tenso com a regeneração, que poderia acontecer a qualquer momento e embora já estivesse familiarizado com essa cena, apenas da parte em que ele caminha dentro da TARDIS para o momento da regeneração em si (que eu já havia visto por curiosidade no passado, quando comecei a assisti a série), eu não poderia sequer imaginar o que viria antes disso…

E da forma mais emocional possísvel, o 10th Doctor aproveitou para viajar no tempo nos seus últimos momentos de vida antes da regeneração para reencontrar cada uma das pessoas que foram importantes para ele durante essa trajetória de três ótima temporadas, uma forma linda de retribuir com carinho o precioso trabalho que o ator David Tennant deixou com o seu legado, algo nada mais do que merecido, para aquele que também deu vida a esse personagem grandioso da melhor forma possivel, conseguindo deixar a sua forte identidade e marca em todos os fãs da série até hoje.

E foi lindo, lindo, lindo, ele se despedindo de cada uma de suas companions, aparecendo para cada uma delas de forma especial para dizer o seu adeus, mesmo que de longe, distante, sem dizer uma só palavra, apenas observando cada uma delas pela última vez e visivelmente triste. Martha foi a primeira e em campo de batalha, ele acabou salvando a sua pele mais uma vez, onde descobrimos que ela além de agora usar tranças (rs), ela também se encontrava casada com o Mickey, o ex preguiça da Rose (mas cadê o pediatrão, hein Martha?). Apesar de formarem um casal totalmente avulso, achei foufa a resolução também, vai?

Ainda em um ato heroico, tivemos o Doutor salvando o filho da Sarah Jane Smith e consequentemente se despedindo da personagem. Mas especial mesmo foi o capitão Jack Harkcness sentado em um bar repleto de criaturas exóticas e conhecidas da série, recebendo um drink do próprio Doutor, que de brinde ainda arranjou o Alonso (sim, o Tovey voltou. Yei) para o capitão Jack chamar de seu, ou pelo menos para começarem algo. Höy! Um momento excelente como despedida entre os dois, não? (eu fiquei super surpreso com a aparição do personagem novamente e AMEI a resolução. Aliás, não sei se eu já disse isso, mas adoraria ter o Russel Tovey como Doutor, o que após suas participações na série, eu nem acredito mais que seja possível, humpf!)

Encerrando as despedidas, é claro que não poderia faltar ela, Rose Tyler, a companion capaz de mexer com os dois corações do Doutor, com um detalhe de que por uma questão burocrática dentro da própria história, ele acabou a visitando no passado, antes mesmo dela ter sido a escolhida com a companheira do 9th Doctor, completando assim a etapa final da sua despedida.

Mas o meu momento preferido mesmo foi ele indo até uma sessão de autógrafos dos livros que a bisneta da mulher por quem ele se apaixonou no passado estava publicando. Aquela que ele conheceu ainda durante a Season 3, naquele episódio em que ele se torna “humano” por um certo tempo e passa a viver com um homem comum (John Smith). Ela que encontrou o diário que o Doutor deixou para a sua amada no passado e que escreveu um livro sobre a história dos dois, que acabou ganhando a confirmação de que aquela foi uma história de amor real entre a sua bisavó e o Doutor, com o próprio aparecendo de corpo presente durante uma sessão de autógrafos para lançamento do livro. Uma detalhe que eu achei mais do que foufo e totalmente inesperado. (♥)

Nessa hora, eu realmente me peguei surpreso com a caraga emocional dessa despedida, que realmente foi muito especial, ainda mais contando com a trajetória inteira do 10th Doctor ao longo dessas três últimas temporadas, com três companions diferentes e tanta mitologia da série sendo revelada durante esse percurso, que é impossível não se emocionar com a hora em que o David Tennant se despede dizendo que não quer ir (desabei, sério). A minha primeira experiência com regenerações em Doctor Who aconteceu durante essa maratona, lá atrás, no final da primeira temporada, onde eu também cheguei a ficar bastante emocionado com a saída do Christopher Eccleston para a entrada do Tennant. Mas realmente, esse tempo maior que acabamos passando na companhia do décimo Doutor, fez com que dessa vez, essa despedida fosse muito mais dolorosa e eu me peguei entregue as lágrimas ao final dessa jornada (assim como aconteceu com a experiência anterior, só que agora com muito mais intensidade), sem a menor vergonha de admitir isso em público. Chorei litros, feito criança.

Tudo bem que ter a carinha do Matt Smith logo na sequência e já ter visto o que aconteceu depois disso por duas temporadas a frente, acabou me confortando bastante sobre a troca, ainda mais com as piadinhas sobre ele ainda não ser ruivo, ou pelo 11th Doctor achar que é uma menina por conta do seu cabelo maior do que o de costume. Mas tenho que admitir que não foi nada fácil me despedir do 10th Doutor, que realmente fez um excelente trabalho vivendo esse personagem que sozinho já tem uma força absurda, mas que o trabalho sensacional do ator David Tennant na pele do nosso 10th Doctor acabou deixando ainda mais especial. Well done!

Encerro aqui a minha maratona de Doctor Who (pelo menos com vcs, porque eu pretendo rever a Season 5 e a Season 6 antes da Season 7 começar e já estou inclusive fazendo isso com a nossa velha e as vezes boa TV aberta – na Cultura, que começou a apresentar a Season 5 recentemente e tem sido a minha companhia durante os jantares semanais aqui em casa e tem opção com audio original – embora o closed caption seja um verdadeiro drama) onde antes de me despedir de vez dessa adorável e altamente recomendável maratona, eu preciso ser bem  justo em reconhecer que qualquer coisa que eu não tenha gostado no trabalho do ator David Tenntant no começo de sua trajetória enquanto esse icônico personagem, acabou se tornando absolutamente miníma em relação ao seu lindo trabalho a frente do 10th Doctor, do qual eu me despeço agora com o maior carinho desse mundo. Clap Clap Clap!

Mas antes de terminar essa review, tenho que reafirmar publicamente o quanto eu sou totalmente encantado com a série e o quanto o meu amor por Doctor Who só tem crescido desde que nos conhecemos. Sempre tive uma curiosidade enorme por esse universo (Paolo Torrento sempre me tentava a respeito), mas sempre acabava me faltando tempo. Até que finalmente eu decidi enfrentar essa maratona da série inglesa a partir de 2005, que hoje eu reconheço ter sido uma experiência maravileeeandra, em todos os sentidos e por isso recomendo para todo mundo, de verdade (♥). Sempre gostei desses universos mais fantasiosos, de Sci-Fi e coisas do gênero, mas a mitologia que Doctor Who consegue envolver em seu universo é realmente das mais especiais ever e não é a toa que a série está prestes a comemorar 50 anos (sim, 50 ANOS!), reunindo gerações e mais gerações de fãs, agora também no mundo todo. Tanto que logo eu, com anos de experiências sentado à frente da TV, acumulando uma lista de heróis preferidos desde a infância dos meus filmes ou HQs do coração, acabei assumidamente ganhando um novo representante dentro dessa categoria (embora ele não seja exatamente como os outros), que com seu sotaque inglês indeed e sua gravata borboleta (que foi como eu o conheci, portanto essa sempre será a sua imagem para mim. Bow ties are cool!), acabou deixando todos os seus concorrentes de lado, assumindo de vez o posto mais alto e importante da minha lista, que nesse momento eu declaro ser do dono da cabine azul que é muito maior por dentro e de mais ninguém. I ♥ DOCTOR WHO

Dito isso e para finalizar de verdade essa maratona (que ficou enorme e eu demorei pencas para fazer, eu sei), trago o placar final dessa disputa de Doutores no meu coração: Matt Smith 10 vs David Tennant 9,85. Onde mesmo que o 10th Doctor tenha me ganhado ao longo dessas três temporadas, o meu coração realmente ainda pertence ao Matt Smith, que foi amor a primeira vista mesmo e que vai ser para sempre o meu Doutor. Mas e quem foi que disse que eu não posso ter 2 Doutores? Se eles tem dois corações, eu posso ter dois doutores também e fim de papo. (rs)

O bom também é que agora que Doctor Who finalmente chegou ao Brasil, seja pela TV aberta ou com a recém chegada da BBC por aqui, ganhamos grandes chances de alguns produtos da franquia também acabarem chegando por aqui, com os DVDS da série por exemplo, onde a Season 1 já se encontra disponível em DVD para venda e mal posso esperar para ter essa coleção completa na minha prateleira especialíssima.

E agora, o nosso último porém bem especial:

ALLONS-Y! (♥)

ps: novamente, ganhamos um episódio animado ao final dessa Season 4 (Dreamland), que traz um diferente tipo de animação do que nós já haviamos visto durante a Season 3 e que também é bem bacana de ser visto. Assim como as Proms que por enquanto temos a de 2009 e a de 2010, que são o tipo de espetáculo dos meus sonhos, com uma apresentação lindíssima da trilha sonora da série ao vivo com sua orquestra (trilha que é bem boa por sinal) e a presença de alguns atores como apresentadores do evento, que ainda conta também com a presença dos monstros mais sensacionais da série vagando em meio ao público e causando as mais variadas reações. Só não entendi o porque do David Tennant não ter aparecido de corpo presente na dele em 2009 … o que o Matt Smith fez na sua primeira de 2010 e foi mais do que sensacional! 

ps2: agora uma bronca para a TV Cultura, que esteve apresentando a série na ordem, tudo certinho e lindamente, inclusive com os especiais de Natal de cada uma das temporadas (porque eu bem andei conferindo), mas que acabou pulando os tês últimos episódios dessa Season 4, deixando totalmente de lado a regeneração do décimo Doutor, um momento mais do que importante para quem passou a acompanhar a série através da TV aberta. Sacanagem! (depois do especial de Páscoa, eles pularam direto para o 5×01 The Eleventh Hour, que é o primeiro com o 11th Doctor. Humpf!)

ps3: talvez essa tenha sido a minha maior review aqui no Guilt. Thnks a todos que conseguiram sobreviver até o final desse post.

Aquele olhar que todas sabem o que significa

Maio 31, 2012

E todas sabem também que o que vem depois dele é melhor ainda. Höy!

#CHARMING

Era uma vez …

Maio 26, 2012

Once Upon A Time já logo de cara poderia ser considerada como uma série covarde. Digo isso porque me parecia bem fácil, pelo menos a princípio, brincar com uma memória afetiva de histórias e personagens conhecidos e que de uma forma ou de outra, todos nós compartilhamos.

Mas a série da ABC conseguiu ir além disso, onde para tal, eles tiveram que assumir o risco de inovar dentro de histórias tão familiares para uma grande maioria e por esse motivo, a série acabou supreendendo a todos com a sua proposta inovadora, que a essa altura já não me parecia mais ser covarde e sim completamente corajosa.

Tudo bem que logo de cara eu imaginei que toda essa dinâmica tinha tudo para não dar certo. Misturar histórias de contos infantis com a vida real, dividindo-as em duas realidades diferentes me parecia ter tudo para dar errado. E mais uma vez eu me precipitei nas minhas próprias opiniões pessoais antes mesmo de conhecer a proposta e acabei me deparando com uma série super foufa, que tinha tudo para se tornar mais uma história infantil com final feliz, daquelas que a gente custa a esquecer, mesmo com o tempo.

Também, brincando dentro desse universo super conhecido e dando vida a personagens já tão queridos de todos nós e ainda trazendo um algo mais para suas histórias já tão conhecidas, seria praticamente impossível que pelo menos esse layer da série não fosse bem bacana. E mesmo comprovando ao assistir a série o quanto ele conseguiram desenvolver muito bem essa proposta, eu sempre acabava me perguntando: e o que aconteceria do lado de lá, o lado da vida real? …

Mas ok, vamos por partes. Primeiro ainda precisamos falar desse universo encantado, antes de encararmos a vida real.

No lado encantado da história, quase tudo foi bem perfeito o tempo todo. Histórias super conhecidas sendo contadas com algum elemento novo, o que por si só já era o maior trunfo da série e desde já agradecemos por eles terem escolhido esse caminho mais audacioso para transformar em algo novo, uma coisa tão familiar para todos nós. Tirando a falta de qualidade dos efeitos de alguns cenários, de vez em quando um figurino ou um make meio assim, talvez até pelo alto custo que tudo isso acarretaria para uma série estreante (o que eu acho que deva ser superado na próxima temporada, com a entrada do dinheiro dos lucros dessa Season 1 + o investimento que deve ocorrer naturalmente), tirando tudo isso, foi praticamente impossível não achar sensacional as resoluções que eles acabaram encontrando para personagens que já existiam em nossas memórias afetivas e mesmo assim, contando uma história relativamente nova, totalmente baseada nessas figuras que todo nós temos o maior carinho desde muito cedo.

Dentro desse universo, fiquei super emocionado com a história do Grilo Falante, ainda no começo da temporada e também com o plot do amor de um dos Sete Anões pela Fada cor de rosa (♥), em um dos episódios mais foufos dessa primeira temporada. Mas nada foi mais surpreendente e audacioso, do que a revelação de que nessa nova versão para a TV, a Chapeuzinho Vermelho era também ninguém menos do que o próprio Lobo Mau. Howcoolisthat?

Impossível não gostar também de personagens como a nova Snow White, que enquanto personagem de contos de fadas era muito mais legal do que todas as versões que nós já vimos nos livros ou até mesmo no cinema. Uma mulher com características de heroína, lutando pelos seus objetivos e em nome de uma justiça que em terra comandada por uma Rainha Má e Bruxa, seria quase impossível de se conquistar.

Do lado negro da força ganhamos uma Rainha má do tipo beeem má, uma mulher amarga, capaz de tudo para alcançar os seus objetivos, mas que ao mesmo tempo, com o decorrer da história, fomos conhecendo um outro lado da sua personagem, onde descobrimos que nem sempre ela foi tão má assim, construindo assim aquele perfil de vilão que não é apenas vilão, do tipo que a gente adora. Muito embora toda a sua mágoa em relação a Snow White tenha sido um tanto quanto exagerada, não? Por isso considero que apesar do passado mais calminho da personagem, uma Bruxa Má já estava adormecida ali dentro, pronta para botar os seus feitiços para fora a qualquer momento.

Outro vilão que apareceu nesse novo conta de fadas foi o Rumpelstiltskin, personagem que nem é tão popular dentro desse universo (pelo menos não na nossa cultura, eu acho). Para ele sobrou o papel do vilão meio dúbio, que joga dos dois lados o tempo todo, onde nunca ficou realmente claro quais eram suas reais intenções dentro daquela história. Ele que também acabou fazendo as vezes de Fera, ganhando uma Bela para chamar de sua. (tadinha da Claire de Lost… só se dá mal)

Dentre tantas possibilidades, ganhamos diversos personagens queridíssimos, como o Grilo Falante (muito bem executado, por sinal), Gepeto e o seu Pinóquio, a Fada Azul e até mesmo os 8 anões (sim, segundo a série, eles já foram 8), onde obviamente que falar da história da Snow White sem falar dos anões, seria praticamente impossível.

Como na série nem tudo segue a risca as histórias que nós já conhecemos e sempre ganhamos um elemento novo a mais para elas, nessa versão para TV, a Snow White acabou se casando com o Príncipe Encantado (e que princípe, hein? Höy!) e tendo uma filha chamada Emma, a qual seria uma personagem bastante importante para a trama toda, principalmente no lado real da história, sendo descrita desde o início como única capaz de acabar com a maldição da cidade de Storybrooke, cenário para a vida real desses personagens todos do outro lado da história.

Mas eu não vou ficar aqui contanto os plots todos da série e descrevendo cada um dos personagens que nós conhecemos durante esses 22 episódios da sua primeira temporada, porque nesse caso eu deveria escrever um livro infantil e não esse post portanto, após essa pequena introdução aos personagens mais importantes da trama e alguns momentos, vamos logo pulando para o que interessa.

Desde que Once Upon a Time começou, fomos enfrentando uma série de detalhes técnicos meio falhos, principalmente na questão dos efeitos especiais, com cenários bem meio assim e uma plástica nem sempre muito bem cuidada/executada. Mas perdoamos tudo isso pelo apego a suas histórias, sempre tão interessantes pelo lado fantasioso, que a gente até acabava deixando passar um detalhe como uma falha técnica meio assim, aqui ou ali.

No meio dessas histórias de fantasia, não teve como não nos emocionarmos com a história do Grilo Falante, citando apenas um exemplo delas, ele que na vida real era o psicologo do Henry. Aproveitando que falamos nele, Henry era o único que sempre desconfiou que a vida em Storybrooke era baseada no seu livro de contos de fadas e que todos por ali faziam parte de suas histórias, mas por algum motivo não se lembravam desse detalhe. Ele que assim como Emma, ainda não ganharam suas versões encantadas para a série. Fico imaginando quem ele seria… (ou se eles seriam alguém mesmo)

Outro momento extremamente tocante da temporada foi a história do Pinóquio, que havia aparecido apenas no piloto, mas que depois havia sumido na vida real e a gente não sabia exatamente o porque. Até que ele surgiu maravileeeandro e teve uma importância super relevante para o desenrolar da história da própria Emma, a mocinha da trama. Episódio esse que acabou provando que eles conseguem sim tomar um pouco mais de cuidado com o visual da série, onde eles conseguiram dar vida a um boneco de madeira de forma bem digna, mesmo usando os recursos dos efeitos especiais que nem sempre funcionam na série, como eu também já disse.

Já que tocamos no assunto, como esquecer ou ignorar os fundos super falsos do episódio do Principe? Logo ele, que ainda ganhou uma peruquinha pavorosa durante o mesmo e um gêmeo magia que morreu no decorrer do episódio, para o nosso total desespero. Imaginem só, dois Charmings? Höy²! Assim como a tentativa de recriar Wonderland, que só não foi mais falha porque a sua participação/duração em cena foi curta. Eu que as vezes acho os efeitos de Doctor Who bem meio assim, acabei ficando constrangidíssmo com a versão de Once Upon a Time para a minha terra encantada preferida de todos os tempos. Mas o plot do chapeleiro foi bem bacana também então, estão perdoados.

Mas se tudo no lado encantado da história acabou funcionando muito bem, mesmo com todos os seus efeitos especiais meio assim, algo que a essa altura a gente até já deixava passar, em Storybrooke, cidade onde os personagens das histórias infantis estavam todos presos e sem memória de suas reais identidades encantadas, isso por conta de uma maldição da própria Rainha Má (que na cidade ainda mantinha a função de prefeita), do lado de cá, onde as histórias infantis davam espaço para a vida “real” de seus personagens, ou pelo menos ao que eles acreditavam ser real, tudo andava bem lentamente e quase nada de fato acontecia, o que eu acho que foi uma das maiores falhas dessa primeira temporada.

A não ser o principal, como a Prefeita Regina, mãe do Henry (Rainha Má do lado de lá), que ficou naquela disputa interminável pela guarda do garoto ao lado da Emma (que é a sua mãe biológica), mesmo sem que ambas tenham tomado qualquer medida legal a respeito da guarda do garoto. Maria Margarete, a professorinha da cidade (e Snow White do lado de lá), permaneceu sempre com os seus olhares profundos de quem sempre perdoa, mesmo levando um tapa na cara atrás do outro do David (do lado de Lá James, o Príncipe Encantado), o seu príncipe que na vida real e convenhamos que ele era bem bunda molão, vai? O que só nos prova que Príncipes Encantados realmente não existem. Desistam! (Humpf!)

Sempre com a presença do Mr Gold (Rumpel do lado de lá) no meio disso tudo, sempre oferecendo ajuda para quem estava passando por algum tipo de problema, mas não sem antes pedir alguma coisa em troca. Mas tirando tudo isso, do lado real da história, eles realmente ficaram devendo no ritmo e relevância, uma vez que quase nada de importante aconteceu para aqueles personagens. Tudo bem que a gente entende que o apelo maior da série obviamente  seria o lado encantado da história, muito mais apelativo por natureza, mas achei que ficou faltando alguma coisa nessa parte mais pé no chão da série, mesmo que tenha acontecido alguma movimentação nesse sentido também, o que eu considero que talvez não tenha sido o suficiente.

Mas como a série é uma história com um enorme apelo infantil, declaradamente feita para a família, é impossível não gostar de Once Upon a Time, a ponto dos seus defeitos todos se tornarem apenas pequenos detalhes em relação ao tamanho das suas histórias e todo o seu potencial dentro desse universo riquíssimo das histórias infantis e personagens mil. Resta saber até quando a gente consegue passar por cima de tudo isso…

E algo precisava encerrar essa temporada, trazendo assim uma resolução para que aqueles personagens enfim se livrassem do feitiço, com a Emma finalmente acreditando na teoria do Henry e a sua “Operação Cobra”, entendendo de uma vez por todas que o garoto realmente estava falando a verdade, por mais absurdo que isso pudesse parecer. Tudo bem que isso também aconteceu de forma até que fácil demais, com ela apenas tocando o livro (que ela já tinha tocado e lido por diversas vezes) em um momento de desespero (que seria a justificativa para tal) e dessa vez tendo uma espécie de flash sobre o universo de faz de conta. Um start um tanto quanto fácil demais para a história, vai? Mas o episódio em si que encerrou essa primeira temporada foi bem bacana, cheio de aventura, dragões e a Emma cumprindo o seu dever, unindo o começo e o fim dessa história que passamos a acompanhar durante essa temporada, chegando assim a um ponto em comum nos dois universos, encantado e real. (confuso?)

Achei sensacional a hora em que ela se atracou com a Regina naquele quartinho do lado real, estapeando a mulher que envenenou o seu filho, na tentativa de envenenar a própria. E a forma como a maldição foi quebrada, com o verdadeiro amor aparecendo como salvação para o Henry, foi realmente muito foufo, um momento bastante especial para Once Upon A Time. E o mesmo aconteceu para o tão esperado encontro Snow + Charming no lado real dessa história, onde não só eles mas todos os personagens de Storybrooke acabaram recuperando suas memórias “encantadas”.

Só não entendi o porque de ninguém ter voado no pescoço da Regina naquele momento, ou ter pensando em pelo menos mantê-la presa em algum lugar. Outro ponto que eu achei que ficou faltando e que poderia ter aparecido nesse momento, seria o encontro do Chapeleiro com a sua filha. Uma pena isso não ter acontecido…

E ainda nessa reta final, com a maldição finalmente quebrada, algumas dúvidas surgiram no ar, como por exemplo, o porque eles terem permanecido em Storybrooke após a quebra do feitiço? Na verdade, essa era a minha grande dúvida sobre a resolução dessa história e eu não consigo muito bem arriscar alguma teoria sobre o assunto do que poderemos ver durante a próxima temporada da série.

Mas o que eu estou curiosíssimo para ver é como irá ficar a dinâmica familiar entre o casal Snow e Charming com a filha Emma (que tem praticamente a mesma idade que eles, rs) e o neto Henry. Imaginem o primeiro jantar em família desse núcleo? Super foufo! E se esse momento contar com a presença dos anões então… (rs).  Aliás, alguém mais desconfia que o pai do Henry seja o filho desaparecido do Rampel? Hmm…

Com isso, ainda tivemos um momento importante vindo diretamente do Rumpels, que encerrou o episódio devolvendo em formato de uma gigantesca fumaça roxa (o novo monstro de fumaça, rs), toda a magia para os seus devidos personagens. Agora só nos resta saber o que isso trará de novo para a história que deverá seguir a sua Season 2 na próxima Fall Season.

Mas o próximo capítulo dessa história, nós só teremos na próxima temporada. Vejo vcs em Storybrooke!

 

ps: Enquete Guilt – Quem seria vc no universo de Contos de Fadas?

Anos de experiência andando de Metrô e eu nunca encontrei um príncipe, humpf!

Maio 14, 2012

Será que estamos pegando a linha errada? Ou a expansão do Metrô de SP não chegou ainda em Far Far Away? Höy!

Tudo bem que de vez enquanto até aparece um candidato, mas nunca da clã Encantado legítimo, humpf!

Regabofe dos Obamas

Maio 2, 2012

Sim, no finde tivemos aquele famoso “jantar com o presidente” (2012 White House Correspondents’ Association Dinner), onde vários artistas e celebridades são convidados para um regabofe daqueles (AMO essa palavra e esperava ansiosamente para usá-la)

Digamos que esse ano, a lista não estava assim no seu mais alto nível de prestígio, mas os Obamas garantiram pelo menos o elenco dos seus seriados preferidos, fato. (quero saber quem é que assiste True Blood, hein presidente?)

Não chegou a ser um show de horrores, como a maioria dos red carpets, mas ficou na cara que ninguém fez muita questão se esforçar para sentar à mesa da casa do presidente…

Charlize Theron foi uma das poucas maravileeeandras da festa (apesar das imagens não favorecerem muito), nesse seu vestido inteiro rendado no truque.

Só não gostei muito do cabelo, achei preguiça…

Kate Hudson até que nos surpreendeu e foi com esse vestido todo no fundamento do brilho.

Achei phino, gostei da cor… mas vamos falar do que não tem como não reparar?

Esse penteado não foi feito para vc Kate…sorry!

E com tanta coisa que elas aplicam na cara, fora o investimento no estica & puxa que todos nós sabemos que ela já fez, Kate nunca pensou em consertar esses dois grandes problemas? Hein?

Elizabeth Banks também estava linda com o seu vestido tipo preplum, na versão tímida do fundamento do momento.

Vamos dizer que o elenco de Modern Family (que deve ser um dos seriados preferido dos Obamas, porque esteve em peso no jantar), não estava assim muito inspirado…

Primeiro a Claire (que eu não sei porque a America ainda acha essa mulher tão engraçada, ainda mais com a Sofia ao seu lado), que se estivesse com mais preguiça do que isso, teria ido de pijama. E o maxilar travado no sorriso tenso? Sei…

E segundo a Gloria que na pressa, pegou um vestido emprestado da Haley neam?

Achei juvenil demais… (apesar dela ser xóvem ainda)

O único que representou muito bem a família moderna no jantar desse ano foi ele, Phil (♥), que desde já, tenta uma vaga no nosso curso da escola de lenhadores nerds.

Na verdade, eu bem acho que quem foi de curto, acabou sendo prejudicada…

Exceto pela Eva Longoria, que apesar de ter escolhido um modelão curto, investiu no poder de um tecido de rica, o que de certa forma acabou compensando.

E quem liga para o vestido da Ginnifer Goodwin… (que eu até gosto, mas não gosto muito)

… quando ela me chega no evento com um carregador de guarda-chuva do tipo encantado?

Josh Dallas = Höy!

As duas grávidas da noite apostaram no sempre bom pretinho básico, que nem sempre é regra e abaixo vcs vão entender o porque…

Reese Witherspoon, que me pareceu ter sido uma das poucas que se esforçou um pouco mais, pensando no combo todo e a Anna Paquin, que estava mais básica, mas ainda assim maravileeeandra, ambas de preto.

Não disse que a máxima do pretino básico não é regra?

No caso de LiLo, faltou poder neam? Que ticidinho mais meio assim era esse? 47º aluguel?

E essa barra super marcada?

Só espero que ela não tenha comido nenhuma sobremesa com açucar de confeiteiro, porque vcs sabem que o povo fala neam? NHÁ!

Claire Danes (que foi outra das escolhidas diretamente da listinha do Tivo dos Obamas) foi uma das que não estava em um bom dia…

O que é isso Carrie? Não se entregue assim tão fácil, nem mesmo pela desilusão com uma magia ruiva … Stay Strong! (mas todas nós entendemos essa barra)

Já a Dakota Fanning também  estava maravileeeandra com esse longo todo bordado de ricah!

Daniel Radcliffe, Darren Chris, Ryan Kwanten, que foram os boys magia da vez que também compareceram ao evento. (dá próxima vez Michelle, exija um “Ryan Gosling” na own sua lista)

Odeio convidado que não se manca e não respeita o plus 1 do convite, insistindo em carregar gente a mais em tudo quanto é festa. Como a Rosario Dawnson, que insistiu em levar os gêmeos para a festa. WOO!

Muito decote para a sobriedade de um regabofe com o presidente, não?

Alguém precisa ensinar a Zooey Deschanel qual é o tamanho certo do seu vestido. E nem adianta fazer carinha de foufa, que #NAOTABOMNAO

Da série casais que nós amamos: Charming + Maria Margarete

Abril 26, 2012

Tudo bem que estão precisando deixar o príncipe bem menos bunda mole e a Snow White bem menos dramática em Once Upon A Time, mas por enquanto a gente perdoa…

Me leva para Storybrooke e me chama de Maria Margarete!

Março 6, 2012

Título do post que traduz muito bem o que todas gostariam de dizer nesse momento, rs

Snow White (Ginnifer Goodwin) passando batom no nosso Charming (Josh Dallas) é demais pra mim. CATAPLOFT! 

E com essa imagem, o Charming acabou de ganhar mais 55 estrelinhas douradas no meu conceito. Höy!

#TEMCOMONAOAMAR²

ps: Ginnifer já tinha as suas estrelinhas garantidas desde que ela nos ensinou no passado que ele poderia não estão assim tão a fim de nós, rs

ps2: thnks Jac, que foi a leitora fundamento que me mostrou essa delícia que deixou o meu dia ainda mais encantado!


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