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People’s Choice Awards, uma premiação que a gente não respeita os indicados, as escolhas e nem consegue se importar muito com o red carpet

Janeiro 11, 2013

Por esse motivo, temos bem pouco ou quase nada o que comentar sobre a premiação, a não ser dar aquele bocejo preguiçoso e  inspirador para quem estiver do lado e dizer que:

katy-perry-

Jogando um pouco de vermelho e branco nesse look até que OK da Katy Perry, ela estaria pronta para a Oktoberfest. Sério, estaria prontíssima.

Substituindo o preto por verde e continuando a salpicar um pouco de vermelho e branco, eu diria que ela ficaria a cara de voluntária da comunidade na festa da Achiropita. Cadê minha fogazza, hein? (tenho um pé em cada uma das comunidades, portanto, posso falar. E na verdade, me sinto como um cidadão do mundo, portanto, posso falar de todos na verdade, rs)

Preguiça ao som de “Wide Awake”, só que bem baixinho, quase impossível de ouvir… (rs)

morena-baccarin

Morena Baccarin nunca jamais deveria ter apostado em um jumpsuit. Ainda mais um que visivelmente não está no seu número.

Tão pouco deveria ter feito esse cabelo. #WÓ

E ela só conseguiria ficar pior do que isso, caso tivesse ido a festa acompanhada da sua filha que ninguém aguenta mais em Homeland. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

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Lea Michelle continua tentando, tentando muito, demais… e nós continuamos achando ela toda meio assim. TO-DA.

Ainda mais nesse combo todo combinado em SOL menor, que certamente demonstra no mínimo uma fraqueza em seu caráter e ou pura preguiça.

Para ficar pior, só se ela tivesse cantado no People’s Choice Awards. E cantado um dueto com o Kurt… (que eu AMO, mas vamos combinar que só sobra o doce para os dois em Glee, hein? Momentos impossíveis de não se bocejar e ou cair em sono profundo, dar uma olhada nos emails, alimentar o cachorro, montar 1/2 cidade inteira de LEGO, adiantar as coisas no Minecraft…)

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Como a Chloe Moretz cresceu, não?

Não a ponto de justificar toda a animação dos meninos em torno do seu nome (não consigo lidar com toda essa excitação nesse caso, simplesmente não consigo), mas ela cresceu. Fato. Em todos os sentidos.

Acertou no look, na cor, na referência. Só precisa acertar o make Casper e arrumar um sapato do seu número. Mas ela está na categoria daquelas que ainda tem tempo de vida para errar e se arriscar bastante.

E ela está começando agora, é talentosa e conseguimos enxergar um futuro bem bacana para ela, que foi bem mais esperta e pelo menos não fez a Lea Michelle, colocando uma outra cor no sapato.

Por esse motivo, ela vai ganhar uma estrelinha de boa aluna, só que em formato de coração (♥)

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AMO a Emma Watson para sempre (até que ela me prove o contrário com um feitiço bem do errado), gosto do look, acho que ela aposta bem no look curto que dá uma valorizada além de alongar o seu corpo pequeno e baixinho, mas digamos que a Herminone talvez não tenha aprendido direito a magia do make + do cabelo do bem, porque com essa cara e com esse cabelo, #NAOTABOMNAO

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Jennifer Aniston já poderia estar apostando mais em roupas um pouco mais adequadas ao seu status e idade, apesar dela ter esse corpinho invejável, conservado no sofá do Central Perk até hoje.

Mas acho que já passou da hora também dela parar de se contentar com pouco. Você fez Friends, ghol, uma das melhores comédias de todos os tempos e em um papel que todo mundo AMAVA. Está na hora de sentir vergonha de aceitar um prêmio cujo representante masculino foi o Adam Sandler, que mesmo sem pesquisar ou ter muita certeza, achamos que você já deve ter feito uma de suas trophy wifes e ou pretendentes em qualquer um de seus filmes preguiçosos. Se não fez, vai fazer, ou já esteve nessa lista de casting e talvez não tenham acertado apenas os valores, que isso nós sabemos que ela valoriza.

Menos comédia romântica e mais papéis interessantes, mesmo cômicos…

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Alguém poderia ter avisado o Castle que gravatorra estampada com terno todo preto é look de tio deslocadão tentando se enturmar na festa de formatura da sobrinha mais nova repetente.

#NAOTABOMNAO

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Só eu achei que a Naomi Watts estava indo para a festa errada?

Até agora, ainda estou achando que ela errou o dia do Globo de Ouro e ou do Oscar. Só pode!

Tadinha… e fez até o cabelo para ir na buatchy moderna… humpf!

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Alguém sabe dizer se a Olivia Munn foi atropelada por um caminhão de vodka batida com whisky e três dedos de veneno e para disfarçar e não perder a festinha, ela entrou em um culto e roubou o look da primeira irmã que passou na sua frente?

O que aconteceu com essa cara, Olivia? Ou melhor, quantas doses de vodka e ou botox de ultima hora bateram aí, hein?

Meninos meninos mesmo. Escolham melhor suas representantes da magia, caso contrário, não vamos poder respeitá-los e respeitá-las também…

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Alguém tem alguma dúvida que com essa cara quadrada, o Stephen Amell só pode ser do tipo que consegue manter a magia até na foto do RG e ou do passaporte?

Se essa premiação fosse minha, (lembrando que eu tenho a minha own premiação), primeiro que eu já mudaria o nome dela para algo mais interessante do tipo Super Nany People’s Sophie’s Choice Awards (rs, mas sério e a estatueta teria o formato da Meryl Streep) e segundo que obviamente ele teria sido um dos apresentadores na lista da magia, só que o envelope estaria no alto de uma parede de barras do tipo daquela que ele usa magicamente em Arrow e para subir, seria obrigatório um look mais confortável, ou seja, shirtless e talvez on commando, claro. (rs)

Höy!

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Toda vez que eu me deparo com o Jensen Ackles, eu penso que ele teria sido um bom motivo para que eu tivesse coragem de encarar Supernatural

Mas somente se a série fosse Supernatural mesmo, com a coisa toda levada bem a sério, do tipo que investe no Supernaturismo de raíz, rs.

Höy!

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Eddie Redmayne, minha nova #CRUSH do momento e que é sempre uma visão e que não é do tipo de boy magia muito fácil de encontrar, mesmo em uma terra premiada e encantada qualquer devido ao seu nível de ruivismo, sempre muito bem vindo por aqui, como todo mundo já sabe. #BRAVE

Höy!

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Se Deos fosse uma mulher justa ou pelo menos de saia justa (hoje estou nível Zorra Total meets SNL Brasil meets aquele tio chatônico e piadista que todo mundo tem. Aff…), dessa proximidade entre o Boone (que nesse caso é o Ian Somerhalder) e o Matt Bomer (que nesse caso é ele mesmo) nasceria uma série de novas crianças de todos os sexos, em número suficiente para repopular toda a China, metade do Canadá e 3/4 da Suíça.

Se ela existe mesmo, isso seria o mais justo de se acontecer nesse caso ou no caso de qualquer proximidade entre outras magias equivalentes. #AMEM

Höy!²

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AMO The Hunger Games, beijo para todos da Capitol, AMO o elenco (R.I.P Rue), exceto pelo Liam e sua atual companhia e ou gênio, que tudo indica que é difícil e pouco sábio, mas:

1) Jennifer Lawrence estava com o cabelo errado no look certo. Uma referência mais diva na era disco teria ficado sensacional nesse caso, já que o look todo antigo, que também ficaria bom nesse outfit, acabaria pesando demais nesse tipo de premiação também e ela poderia acabar fazendo a amiga deslocada da Naomi Watts.

2) Peeta, sapato marrom nesse tom é nunca jamais, nem nos nossos pais. Anota ae para nunca mais esquecer.

3) Liam estava com o terno certo, amei a cor, mas não está com cara de “Formandos 2012”? Bem achei…

4) Acho imperdoável que a dupla não tenha ido com a roupa pegando fogo e o Liam levado sua própria moita natural e um pedaço de pão amanhecido para dividir com ela nos intervalos. Imperdoável!

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Para encerrar, preciso dizer que eu não consigo aceitar e ou levar a sério uma premiação onde a Taylor Cara de Alface Swift consegue estar entre as mais lindas da noite. Tudo bem que quem realmente importa na fila do mercado 24 horas não foi, mas mesmo assim,  não consigo, é demais para mim.

E nada me tira da cabeça que em outras vidas, essa cara de alface já foi Medusa. Tenho quase certeza disso…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A boa surpresa de “The Hunger Games”

Abril 18, 2012

Realmente uma boa surpresa. Mas por enquanto, só boa…

Toda vez que surge um best-seller dentro do universo adolescente, eu, a essa altura já muito bem escolado, acabo ficando sempre com os dois pés atrás, totalmente a parte da excitação exagerada que se tem quando adolescente, por exemplo. Isso porque tenho um certo trauma de que ao invés do novo “Harry Potter”,  acabe surgindo mesmo é o novo “Twilight” e uma outra porcaria com essa eu acho que ninguém mais aguentaria. É, quer dizer…os números dizem que há quem ainda aguente, rs. Mas para a minha total surpresa, esse não foi nem de longe o caso de “The Hunger Games”, sucesso em formato de livro que esse ano ganhou a sua aguardada versão cinematográfica dirigido por Gary Ross (“Seabiscuit”, “Pleasantville”)

Digo aguardada, porque muito se falava sobre o filme antes mesmo dele ser lançado, criando uma certa expectativa até mesmo por mim, que cheguei a ficar bem curioso sobre o assunto (o que geralmente não precisa de muito, porque sou uma pessoa curiosa por natureza). Por todos os lados surgiam fotos e mais fotos dos sets de filmagens, personagens com figurinos exóticos e muita especulação sobre o possível novo sucesso dos cinemas. Mas seria tudo isso um motivo confiável para realmente se animar com a novidade?

E até que depois de ter assistido ao filme, eu posso dizer que confirmou e tenho que ser honesto em admitir que não é que “The Hunger Games” é bem bom?

Desconsiderando a euforia dos adolescentes em torno do asssunto, podemos dizer que o filme é bem bom sim, a começar pela história, que é excelente e que no filme, apesar de tudo correr com uma certa pressa, mesmo com a sua longa duração, me pareceu ter sido bem aproveitada na medida do possível. E não, eu não li os livros, mas tudo bem, vamos falar sobre o filme mesmo assim, afinal, para ser compreendida, uma coisa não precisa (e nem deve) necessariamente depender da outra.

Talvez a grande diferença de “The Hunger Games” esteja mesmo no elenco, o que já de cara o diferencia da saga vampiresca interminável de ultimamente. Atores conhecidos e consagrados, como Stanley Tucci ou o Woody Harrelson e a novata Jennifer Lawrence, que com uma indicação ao Oscar para carregar para o resto da vida nas costas, quase nada além de uma boa história (+ $$$) justificaria o seu papel  de protagonista no filme. Ainda mais porque ele não chega a exigir muito do que ela já provou que poderia entregar como atriz,  mas mesmo assim, a sua Katniss Everdeen se torna uma personagem importante, muito mais pela sua força e por toda a coragem do seu perfil perfeito de heroína, do que por qualquer outra coisa.

No filme, a batalha dentro do próprio jogo é tratada com uma ironia deliciosa, como se  todos os olhos estivessem voltados para “as regras” dos realitys shows que todos nós já estamos mais do que cansados de assistir há pelo menos uma década, de um jeito bem divertido até, mostrando de forma bem cínica o que todos nós acabamos engolindo por todos esses anos à frente da TV, com ou sem querer. Com a diferença de que naquele caso, os escolhidos para participar dos jogos não tinham nenhuma outra opção de escolha de tentar trilhar um caminho diferente a não ser o eterno caminho das subcelebridades ex alguma coisa de hoje em dia.

E as regras são bem claras, totalmente injustas e mutáveis o tempo todo, e eles mostram sem o menor pudor que quem ganha nem sempre é o mais forte e sim o mais carismático, que recebe uma chuva de paraquedas de patrocinadores (literalmente), apoiando a postura dos seus participantes queridinhos que com isso, ganham certos benefícios importantes para se manter no jogo de vida ou morte, mostrando o quanto a audiência é altamente influenciável e totalmente manipulada o tempo todo nesse tipo de situação, influenciando diretamente no resultado final. Uma realidade forçada, manipulada, feita para entreter e gerar lucros descaradamente e qualquer semelhança com a realidade, certamente não é mera coincidência. E vale de tudo para vencer esse jogo, unir forças para se tornar imbatível, tentar forçar um casal (mesmo que nesse caso haja alguma verdade) para tentar garantir na emoção e vale também cuidar dos indefesos, com ou sem segundas intenções, afinal, quem não gosta de um bom herói? Tudo na verdade funciona com uma estratégia para levar o jogador o mais longe possível dentro do jogo a ponto de torná-lo o grande vencedor. Vencedor esse que é o único a sair vivo entre os participantes, diga-se de passagem. Por isso, assim como há pouca justiça no Hunger Games, há também pouca naturalidade.

Bacana ver também que existe um pensamento de postura política por trás daquele texto, detalhe que é super bacana e acaba funcionando muito bem para a história, mostrando o sofrimento dos menos favorecidos e o que as vezes eles tem que se submeter para que os mais afortunados tenham algum motivo para sorrir e se sentirem entretidos. Transferindo para a nossa realidade, vc que ligou a TV agora e está assistindo a um programa sensacionalista qualquer, achando graça da desgraça alheia ou ainda que esteja assistindo a um apresentador pseudo-caridoso com cara de bom moço de família, que “gentilmente” gosta de ajudar aos mais necessitados, mostrando cada gota de suas lágrimas ao vivo na TV, explorando o máximo da pobreza a troco de uma reforma, de um carro novo, de um copo de refrigerante sem gelo com 3 bolachas cream cracker, ou o que quer que seja, vc já poderia até ser considerado facilmente com uma das pessoas caricatas da Capitol. E que fique bem claro que isso não é um elogio…

Aliás, aqueles personagens da Capitol parecem todos terem saído diretamente de uma reunião de TCCs de Moda desse meu Brasil a fora, não? De uma edição all stars até, rs. Endinheirados super exagerados, exaltando o luxo e a riqueza em seus trajes nada convencionais e de pouquíssimo bom gosto também. Poderia ser mais bacana se eles fossem apenas pessoas livres, que gostassem de se arriscar mais, o que não é o caso dos personagens do filme (só no filme?), que querem mesmo é aparecer e transparecer riqueza.

E enquanto isso, do outro lado do muro, os habitantes dos 13 (agora apenas 12) distritos rebeldes, seguem lutando por um pedaço de pão velho (literalmente), as vezes sujo e molhado (glupt), sendo obrigados a viver com o mínimo, apenas por não aceitar as regras que lhes foram impostas por forças maiores. Alguma semelhança com a realidade? Viu como ser rebelde de verdade não é nada fácil? PÁ! (tapa na cara)

Bacana também é ter a mulher como a grande heroína do filme, tirando-a completamente daquele lugar comum da mulher frágil de antigamente e a colocando em um campo de batalha injusto, enfrentando de crianças até marmanjos barbados e cruéis, e isso de igual para igual, sem mimimi. E esse é outro dos motivos que fazem da personagem principal (Katniss) uma grande personagem, como eu disse no começo do post. A heroína que não conhece as regras do jogo e tem dificuldades em segui-las, que começa a conhecer e se rebelar contra a sujeira dos próprios jogos, que tem sentimentos, que se oferece para lutar no lugar da irmã mais nova, que tem piedade dos seus oponentes “mais fracos”. Realmente, é impossível não adorar a Katniss e torcer para ela,  mesmo que a personagem pouco fale no filme e passe boa parte dele tendo a sua força testada.

E o mesmo vale para o lado masculino da força do distrito 12, o adorável Peeta Mellark (Josh Hutcherson), que é puro carisma e consciente disso, abusa dessa sua característica para compensar a sua falta de força e habilidades para o jogo. Embora eles tentem por boa parte do filme pintar o personagem de forma dúbia, acaba ficando bem claro quais são as suas verdadeiras intenções dentro daquele jogo, que agora para a nossa sorte, tem regras mutáveis e com isso a esperança de um final feliz para ambos representantes do distrito passa a ser mais real, ou pelo menos mais completa, digamos assim.

Os coadjuvantes também são todos excelentes, valendo um destaque especial para o Stanley Tucci, que interpreta Caesar Flickerman, o apresentador do talk show onde os participantes tem a chance de se expor para a grande midia, tentando ganhar a sua atenção e nessa hora, ganha quem tiver mais carisma e souber como utilizá-lo a seu favor.

O clima futurista do filme também é bem bacana, porque apesar de ficar bem claro que vivemos numa outra época dentro do longa, o contraste entre a Capitol, que é a parte rica da trama e os outros distritos com menos grana, dão um contraste bacana entre essas duas formas de vidas tão distintas (algo como a vida no campo e na cidade grande) e de certa forma codependentes. Além disso, a moda também tem um certo destaque no filme, embora a sua intenção na história seja também a de fazer uma crítica, do quanto julgamos pela aparência e blah blah blah. Dei uma olhada na trilha e também achei no mínimo curiosa, com nomes como Arcade Fire, Kid Cudi e Taylor Swift (Zzz…nem tudo é perfeito) e a parte instrumental da mesma, também é bem boa.

Claro que como toda boa adaptação, os fãs mais pedantes da séries de livros da autora americana Suzanne Collins, acabaram reclamando sobre pontos que não foram tocados na versão cinematográfica, ou que foram modificados. Houveram inclusive críticas racistas envolvendo a escolha do casting do filme, algo que eu teria vergonha até de contar para vcs, só de pensar que hoje em dia ainda há quem pense dessa forma escrota. Mas analisando como um todo, o filme é bem completo, cumprindo muito bem a sua função entre a história e a sua execução, funcionando perfeitamente como um bom entretenimento.

Mas apesar de ser um filme bom, senti que a história me pareceu corrida um pouco até que demais para aqueles 144 minutos de sua duração. Achei por exemplo, que uma boa parte dele foi mal gasta naquela introdução antes do jogo, algo que poderia ter sido melhor apresentada, com mais informações sobre os personagens ou até mesmo sobre a mitologia da série de livros. Quem é quem, o porque de tudo aquilo, coisas desse tipo que no filme quase não aparecem e/ou quando aparecem, são apenas pequenas pinceladas de informação. Fora isso, aquela câmera meio trêmula também dessa primeira parte do filme (depois tudo bem, na hora do jogo pelo menos seria justificável), chegou a me incomodar bastante, principalmente quando as imagens apareciam fora do foco por alguns instantes. Cheguei até a ficar na dúvida se estava de óculos ou não, rs. Achei que se eles tentaram imprimir fundamento com esse tipo de detalhe, acabaram imprimindo mesmo foi amadorismo, além de prejudicar quem assiste ao filme nesse caso. (fiquei meio enjoado até)

Mas a história como eu disse é realmente muito boa, assim como o filme em si, que funciona muito bem como “Sci-Fi da nova geração”, além de ser um bom filme de aventura e romance, cumprindo todos os requisitos básicos para tal. Acho até que há uma boa e promissora possibilidade para que essa se torne uma saga digna de se prestar atenção daqui para frente. Nada do tipo que a gente precise urgentemente, enlouquecidamente, ou qualquer coisa do tipo. Mas vale a pena assistir sim “The Hunger Games” e reconhecer que dessa vez, as crianças tinham sim razão, rs.

Coachella 2012 – Agora sim, a parte boa e fundamento do festival, que ainda nos dá alguma esperança de que nem tudo está perdido!

Abril 16, 2012

Se por um lado o Coachella 2012 foi uma total preguiça (e esse lado nós já conhecemos no post anterior), do outro, ainda há esperança de que gente bonita e com fundamento, reunidos para ouvir música boa, ainda existe!

Não acredita? Pois bem, nem tudo está perdido…Yei!

Kate Bosworth (Höy!) e o seu Michael Polish, ela que só não vai levar o título de muse da edição 2012 do Coachella, pq esses looks todos dela eram meio que patrocinados e ai fica fácil aparecer assim maravileeeandra nos primeiros dias do festival, neam gata? (não que a gente não acredite no seu own potencial)

Mas tá gatona, tá magrona, tá gostosa e é isso o que importa. PÁ!

ps: querendo me patrocinar tmbm Mulberry, estamos ae!

Um bom exemplo de como um bom patrocínio pode fazer toda a diferença, é esse look da Emma Watson, completamente diferente daquele outro do post anterior, totalmente meio assim…

Agora sim, maravileeendra! (e o que são foufas essas criaturas infláveis? Hein?)

Falando em magia e gente bonita…Jared Followill e a sua namorada. Höy!

Vamos combinar que a fazenda Followill tem um ótimo trabalho de reprodução, não?

Emile Hirsch que agora sim, de banho tomado e roupa trocada, figura na nossa lista que ainda vale a pena do Coachella.

Foufo mil!

Frodo é sempre o Frodo neam minha gente?

Ele que dessa vez, não foi acompanhado nem do seu pé de hobbit (rs) e nem do seu melhor amigo, Wilfred. Humpf!

Foufo mil!

Josh Hutcherson, que mesmo basicão e com essa cara mega quadrada, é o nosso novo queridão, neam?

I ♥ Peeta! (quem viu “The Hunger Games” sabe do que eu estou falando e já pode aguardar o meu post a respeito do filme que deve chegar em breve…)

E eles que foram  o casal foufurice da vez no Coachella : Joshua Jackson e Diane Kruger

Sim, o nosso Peter Pacey (♥), que dessa vez surgiu em um lago cercado de crocodilles (rs) e  provou que merece ser considerado um boy magia mágica porque…

… se sentiu confortável o suficiente para apontar coisas na arara na ludjeeenha, mesmo com a Diane Kruger entendendo muito mais do riscado e com isso subiu ainda mais na nossa categoria de namorados imaginários perfeitos (rs). Atitude essa que só prova que:

a) ele é seguro o suficiente e tem personalidade para arriscar palpites

b) ele presta atenção no que ela diz e já conhece o seu gosto

E sendo a alternativa correta A ou B, eu pergunto: #TEMCOMONAOAMAR?

#TEMCOMONAOAMAR o casal todo combinado no pantone de listras? (♥)

ps: e essa cara de todo simpatico & completamente bobo? E o quanto é maravileeeandra essa Diane Kruger? Höy!

#TEMCOMONAOAMAR  um abracinho (quase afofada) do casal em pleno show?

Awwwnnn! (♥)

Walter estaria orgulho em seus laboratório, certamente! (nós em nossos laboratórios também ficamos!)

Para finalizar esse post que nós dá alguma esperança de que ainda é possível se fazer um festival como o Coachella de forma nada preguiça como na versão do post anterior (que nós preferimos esquecer), ficamos com essas duas últimas imagens que traduzem tudo o que a gente espera de um festival:

A primeira com o Aaron Paul se jogando na pixxxta (tá, gramado, rs), como deve ser e todo mundo tem que experimentar algum dia! Porque afinal de contas, o que a gente sempre espera de um festival é diversão, neam?

E a segunda, com esse pai levando o garotinho ainda super pequeno para o festival, provando que em fundamento a gente investe desde bem cedo.

Foufo mil!

ps: esperamos que o próximo finde do Coachella seja mais inspirador… (e que algumas pessoas prefiram ficar em casa, rs)

ps2: as imagens que abrem e fecham esse post são do Cobrasnake (♥)

É, acho que as crianças estão preparadas…

Dezembro 27, 2010

Direto e delicado e sexy ao mesmo tempo. Um casal normal vivendo a crise da meia idade, “living the dream” em sua grande casa no suburbio, lidando com o fato de que os seus filhos já não são mais crianças e todo o resto que acompanha o pacote “família”. Basicamente, esse é o tema de “The Kids Are All Right”, acrescentando o detalhe de que o casal da vez é um casal gay, um casal de mulheres, mas que nem por isso se torna o ponto central da história, sendo apenas um detalhe mesmo.

O que eu achei de mais importante no filme é que ele não levanta grandes questionamentos, bandeiras ou qualquer coisa do tipo como de costume. Tudo é muito mais simples do que isso e na verdade a história poderia acontecer com qualquer outro casal (e como acontece…). Clap Clap Clap Lisa Cholodenko (Hung, A Sete Palmos, The L World)

O filme aborda a questão do relacionamento entre famílias, ou o que alguns gostam de chamar como “nova famílias”. Eu acho o termo até que ok, uma vez que novas possibilidades de família vem surgindo. Que eles acham que vem surgindo agora, porque na verdade, sempre existiram, fatão! A diferença é que agora eles mostram a sua cara e exigem os seus direitos, como todo o resto do mundo. Finalmente!

Conversas deliciosas regadas a muit vinho e  comida orgânica entra filhos e  pais com almas hippies. De um lado, a mãe liberal (Julianne Moore), que desistiu da carreira por conta da sua família e que agora se permite aventurar por novos caminhos. E nesse caso, a escolha da vez é o paisagismo (que eu AMO!). A outra, a provedora da família, médica (Annette Bening), que traz o bolo de dinheiro maior para casa mas que nem por isso é a mais importante (mas as vzs se esquece disso). Essa, sonhou um dia com a família perfeita, com esposa e filhos , mas acho que nunca pensou muito no que isso representaria para a vida e sonhos da outra.Ambas com um filho cada, do mesmo pai, um até então desconhecido doador de esperma.

Até que a curiosidade dos filhos fala mais alto e eles acabam encontrando o tal “pai”. E a partir disso, todos tem que aprender a lidar com a presença de mais um membro da família e tentar conhece-lo.

A gente tende a achar que a família do outro é sempre mais legal do que a nossa, principalmente quando se é jovem. Os seus pais sempre te deixam envergonhados, mas os pais dos seus amigos (que fazem praticamente as mesma coisas que os seus), esses sim são legais. To-los!

Na verdade, basta vc olhar com mais atenção que vai acabar percebendo que família é tudo igual. A diferença são os métodos, as crenças, os princípios. Isso sim faz toda a diferença, as o fundamento é o mesmo.

Mas esse tipo de coisa não é tão fácil de ser percebida, é preciso muito tempo de convivência para isso e talvez por isso sejamos tão experts sobre as nossas próprias famílias, ou pelo menos o que conhecemos dela (…). E com tanto conhecimento sobre o assunto vem as frutrações, as opiniões diversas e algum julgamento. Dra-ma!

A questão da traição no filme, de uma das mães com o pai “biológico” das crianças eu achei um tanto quanto sacanagem. Mas é difícil parar para pensar no quanto aquele erro que vc esta cometendo poderá influenciar a vida das demais pessoas relacionadas com o problema, não? Quem nunca?

Essa sabedoria eu gostaria de ter (eu e o resto da humanidade), mas na maioria das vezes o impulso fala mais alto (e outras coisas também, rs). Egoísmo puro eu diria, principalmente quando vc não se importa com a relação dos seus atos impensados na vida dos demais, humpf!

Só acho que nesse caso, o caso poderia ter sido com a namorada do doador neam? Eu acharia bem chic! (rs)

Mas como resistir ao Mark Ruffalo? Ainda mais quando ele parece um rebelde que deu certo, apostou no seu sonho e se deu bem, amigo da natureza (euri)  e ainda me aparece vestindo couro e em cima de uma moto neam? Muita magia a ser resistida, fatão! Difícil lutar contra e talvez por isso eu tenha perdoado a Julianne Moore nessa.

Na verdade,  pra mim, o quesito “traição” sempre só pode ter dois motivos:

Motivo 1: Big T, também conhecido como pura sacanagem!

Quando vc acha que não da para resistir, por algum motivo, seja ele físico, químico ou whatever! Acontece e eu acho esse até que compreensível. (e isso não quer dizer “perdoável”, que fique bem claro para quem interessa, rs)

Motivo 2: Falta de atenção da outra parte. Clássico!

Na verdade, a grande desculpa de uma maioria de traidores (rs). Um se sente menos valorizado pelo outro do casal e por isso resolve ter um caso. Esse tipo de situação eu acho bem pior na verdade, porque é quase uma regra que quem faz esse tipo de coisa por esse motivo, faz pura e simplesmente para magoar de alguma forma o outro e não para satisfazer o seu próprio prazer, o que eu acho triste na verdade. Acho essa forma de traição mais maldosa e talvez por isso eu ache pior (mesmo achando as duas formas erradas neam? De novo, que fique bem claro a quem possa interessar, rs)

No final, um discurso direto e sincero, em frente aos filhos que fazem parte do problema e participam dele, ao contrário do que acontecia no passado, quando os filhos eram ignorados nessa hora e assim vem o pedido de desculpas da forma mais honesta possível, revelando a quem realmente interessa o quanto difícil é o casamento. Revelando o quanto é difícil envelhecer ao lado de outra pessoa, dividindo o dia a dia e o quão exaustivo isso pode ser. E a certeza de que as coisas podem ser resolvidas, pelo menos para alguns…

Achei esse um dos melhores discursos sobre traição e ou “pedido de desculpas” mais honesto do cinema atualmente. Uma excelente alternativa para quem esta passando por algo parecido ter uma idéia de como lidar honestamente com o problema.

Filme delicioso, recheado de piadeeenhas sutis,  sobre família e seus problemas, que eu recomendo para todos os meus leitores assistirem comendo um salada de produtos orgânicos e com “produtos orgânicos” eu quero dizer M&M’s (o pacote grande!)

ps: mais uma vez eu gostaria de deixar registrada a minha indignação em relação as traduções dos títulos dos filmes do inglês para o português. Nesse caso por ex, o título do filme por aqui ficou como “Minhas Mães e Meu Pai”, howlameisthat? Totalmente apelativo e sem a menor ligação com o propósito ou o fundamento do filme. Sinceramente, eu aceitaria esse trabalho, pq títulos como esses, afastam pessoas como eu dos cinemas, fikdik.


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