Posts Tagged ‘Josiah Hawley’

The Voice Season 4, Live Top 12

Maio 20, 2013

ustv-the-voice-top-12-performances-1

This is it! Chegamos àquele ponto do The Voice onde não tem coach certo que ainda consiga salvar seus protegidos das injustiças cometidas pela votação aberta da America antiga, que é aquela fase da competição onde todos eles (e nós também) ficam dependendo exclusivamente do voto popular e nessa hora, sabemos que nem sempre as coisas costumam ser muito justas e de vez em quando o carisma e ou o apelo com seu público, acaba falando mais alto do que qualquer outra coisa.

Com a competição literalmente esquentando pela primeira vez durante toda essa Season 4, isso devido a um pandraz no ar condicionado dos estúdios que o Carson fez questão de ressaltar durante todo o primeiro episódio da semana, com piadinhas ótimas em relação a pequena falha técnica (tirou até o terno e colocou os brações peludos e tattoos de chiclete de fora), que a propósito, foi motivo para o UÓsher tentar nos distrair com seus brações super definidos também. E digamos que ele até que conseguiu. Höy! Mas voltando ao Carson, é preciso dizer que em muito tempo, ele não parecia estar tão solto e perdeu um pouco daquele ar robótico que ele sempre fica, principalmente durantes as lives, provavelmente por conta do ponto eletrônico que deve ficar infernizando o pobre coitado por questões técnicas de tempo e coisas do tipo. Acho até que a NBC deveria considerar uma sabotagem proposital nesse ar de vez em quando. Quem sabe o Adam não se anima até para um shirtless, hein? (rs)

Mas ao que diz respeito sobre a competição, tivemos bons momentos durante essa nova semana, mas eu continuo insistindo que nada se compara com o que vimos e ouvimos durante a Season 3. E essa culpa (além da pressa) eu credito ao elenco de candidatos da vez, que são visivelmente menos preparados do que os da temporada anterior e se vocês são do tipo que prestam atenção nos pequenos detalhes, já devem ter percebido que durante essa temporada, quase sempre eles se encontram meio que perdidos no palco, cometendo uma série de erros bobos que a gente não estava acostumado a ver na competição com tanta frequência. (se bem que na apresentação ao lado do seu time, sobrou um errinho até mesmo para o próprio Adam, ou pensa que a gente não percebeu a sua entrada precipitada no gritinho fino de menino adolly tardio ainda enfrentando a puberdade? Hein, Adam Lavínia  – que é como nos tratamos. SIM, agora somos íntimos a esse ponto)

Vedo foi o primeiro a se apresentar e fez vergonha no seu “forte”, que são as coreôs, apresentando um versão de “Rock With You” do MJ extremamente afetada e caricata, isso mesmo tendo um coreógrafo como reforço convocado pelo próprio UÓsher para o seu time. Foi horrível e obviamente seria algo que afetaria o seu julgamento dentro da competição. Ainda falando do #TeamUÓsher, tivemos também uma apresentação mais intimista do Josiah Hawley, que fez o intimista também no figurino, aparecendo de jeans e camiseta branca, apenas e mesmo assim divou lindamente (algo bem fácil no caso dele, Höy!), não só pela aparência e sim e mais uma vez pelo seu talento. Michelle Chamuel veio com mais força durante essa semana em sua performance, só que ficou faltando força na voz, que ficou pequena para a música, apesar da sua performance ter sido boa também. Mas foi baixo e a música soava como se estivesse pedindo mais do que ela poderia entregar naquele momento. Mas Michelle conta com o fator carisma e identificação com o público, então sabemos que seus deslizes não representam um risco muito grande, pelo menos por enquanto. E como o UÓsher repete suas lines, não? NÃO UÓsher, a America não vai comprar seu bordões ou frases de efeito, que by the way, não são tão geniais assim. A não ser que aqueles brações de fora apareçam com mais frequência e a gente não consiga pensar direito… rs

a_560x375

Novamente, as performances mais difíceis da noite foram as do #TeamBlake e entendam, eu AMO o coach de mais de três metros de altura e alma de irmão mais velho, mas fica difícil conseguir torcer para o seu time com aquele repertório tão fechado, específico e acima de qualquer outra coisa, country. Humpf! Tudo é muito específico no seu time e embora as performances dos seus três candidatos tenham sido bem boas, por uma questão de gosto pessoal talvez, eu não consigo me apegar muito a nenhum deles nesse caso. De qualquer fora, entre a Holly Tucker,  Danielle Bradbery e os The Swon Brothers, Bradbery foi quem menos entregou durante essa semana, mas isso nós também sabemos que talvez nunca chegue a ser um problema sério para a nova queridinha da America antiga (e do Blake). Mas essa semana, quem realmente me surpreendeu foram os The Swon Brothers, que fizeram uma apresentação lindíssima com voz, violão e piano, dando uma maior chance para ambos da dupla conseguirem mostrar o seu potencial e isso pela primeira vez durante a temporada. Mas, apesar de ser bem difícil aguentar um #TeamBlake inteiro country, preciso reconhecer que se o Blake algum dia me ligar dizendo “Awoohoo, play something country” daquela forma, eu provavelmente possa mudar de ideia no mesmo instante sobre qualquer coisa a respeito da vida na fazenda, além de imediatamente começar a tocar algo country. Höy! (rs)

No #TeamShakira, sentimos desde a sua escolha de repertório para o Garrett Gardner ao som de “I Want It That Way” dos Backstreet Boys, que talvez a música o acabasse prejudicando. Sasha Allen apareceu com toda a sua força durante essa semana, mas apelou demais para a teatricalidade, que acabou deixando a sua performance exagerada demais, apesar de ter sido mais uma entrega precisa da sua voz que é uma das melhores da temporada, sem dúvida. Aliás, gostaria de deixar registrado desde já que nada me surpreenderia se nessa reta final, a competição acabasse completamente feminina, porque a força das mulheres durante essa Season 4 do The Voice está realmente engolindo os meninos. Khris Thomas apresentou um clássico do The Jackson 5 e eu achei que ele desandou, por diversas vezes. Nada muito vergonhoso, mas faltou um pouco mais de afinação além de carisma, que na verdade sempre lhe faltou. E mais uma vez ficou visível o quanto o #TeamShakira fez a Aguilera durante essa temporada, sendo desde o começo o mais fraco de todos e os resultados acabaram nos comprovando exatamente isso. E minha querida Shaks, que figurino era aquele? Parecia uma homenagem para a Xuxa antiga no Carnaval antecipado de 2014. Ew!

Já o Adam, toda a minha implicância com ele realmente sumiu depois de acompanhar o The Voice como eu deveria ter feito desde o começo (as Season 1 e 2 eu acabei acompanhando na preguiça, pulando algumas coisas) e hoje eu realmente o acho um dos mais inteligentes (e extremamente sensível) dentro do programa. Tanto que o seu time tem realmente algo de diferente durante essa temporada e eu diria até que nele estão as mais profissionais da competição. Três mulheres com três grandes vozes, cada uma dentro do seu próprio fundamento e todas excelentes. Judith Hill veio de voz e piano, linda, com um cabelo que a gente adoraria ter igual para copiar (rs), divona como sempre. Sarah Simmons tem uma voz inexplicável, doce e extremamente forte em uma mesma frase e a Amber Carrington é a grande carta country que o Adam apostou certo quando a escolheu durante as blinds. Mais um motivo para acreditar que o Adam além de um ótimo coach, é também bem inteligente e consegue enxergar e pensar adiante. Ah, e ele é magia tatuada também. Höy!

No segundo episódio da semana, esse com o ar condicionado já consertado (segundo o Carson, então o que explicaria o Thicke se derretendo daquela forma no palco? Sério, durante a sua apresentação, parecia que ele tinha tomado um banho de cachoeira, estando ele 158 + ensopado do que o Blake durante o seu duéte com a Shakira na semana anterior. O detalhe é que durante a sua performance, só ele acabou molhado, porque o Pharrell que também estava no palco, continuou normal de tudo. Sei…),  além das apresentações dos sobreviventes do #TeamAdam + #TeamBlake ao lado de seus coaches, tivemos as temidas eliminações da noite, que podemos dizer que dessa vez foram até que bem justas, apesar de ter nos deixado apreensivos até o final. Naquele momento, cheguei a ficar com bastante pena da Shakira, que por pouco não ficou apenas com um dos integrantes do seu time, (do UÓsher eu não fiquei), mas que no final das contas acabou sobrando menos um para cada um dos novos coaches, com as despedidas do Vedo e do Garrett Gardner, que foram os eliminados da vez, que dessa forma, deixaram os times do Adam e do Blake exatamente da mesma forma, com os mesmos três participantes de antes.

E essa foi a nossa semana no The Voice porém, como novidade da vez, perto do finde foi confirmado que a Aguilera e o Cee Lo realmente voltam para a Season 5 do programa, mas, Shaks e UÓsher estarão de volta para a Season 6. Animados?

 

ps: só eu continuo achando que o Adam e o UÓsher ainda vão se atracar? Reparem nos dois, por favor e me digam, vai ou não vai sair uma briga a qualquer momento? E OK, apesar de bem mais mirradinho, vamos todos apostar no Adam, tá? Combinado então. Blake, nos dê cobertura…

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Voice Season 4, The Live Playoffs (1ª Semana)

Maio 14, 2013

adam + usher

As lives no The Voice são o sonho de todos os participantes do programa desde o começo. Todos sonham em chegar nessa fase porque é quando a identidade de cada um deles vai se estabelecendo enquanto artistas, com todos se apresentando com performances mais bem produzidas (e a produção do programa é sempre bem boa, mesmo quando tudo é mais simples) e ao vivo, o que por outro lado também não dá chance para erros gritantes, principalmente no que se diz respeito a voz de cada um dos candidatos, porque um escorregão aqui ou ali no palco nós até que perdoamos (Holly quase caiu um dia desses e os irmãos Swon fizeram a pêssega que eu bem reparei… E como aquele gordinho é uma diva, não? Já estou adorando ele e para passar a AMAR é um passo… rs), mas aquela desafinada meio assim nós ou a America antiga não deixa passar assim tão fácil, a não ser que o carisma do candidato ou a sua história dentro do programa até esse ponto seja maior do que qualquer coisa. Quer dizer, de vez em quando eles até deixam passar sim… (tisc tisc, Vedo, Kris Thomas, tisc tisc)

Mas ao mesmo tempo em que vivem esse sonho, todos eles passam também a experimentar um pouquinho do pesadelo de todo artista, uma vez que nessa fase ao vivo do The Voice, o público é quem vota para quem eles acham que deve permanecer no programa, deixando para os coaches a difícil tarefa de poder salvar apenas 1 integrante de cada time e assim, a cada semana nos despedimos de um candidato de cada um dos quatro times. Humpf! (mas só para alguns…)

Como primeiro programa ao vivo da temporada tivemos a dobradinha #TeamAdam + #TeamUÓsher, com uma rodada de apresentações ao vivo bem boa (inclusive com ótimas escolhas de repertório), exceto pelo duéte dos dois coaches, que foi uma vergonha no sentido de que parecia que ambos estavam cantando por acaso no mesmo momento, mas sem nenhuma interação ou cumplicidade e ou vontade de disfarçar que muito provavelmente exista um problema entre eles. Foi awkward, não foi? É, foi… #BRINGABRIGABRIGA

A essa altura, já deu para notar que de longe, o Adam tem o time com as vozes mais poderosas dessa Season 4, um time repleto de meninas, cada uma com um estilo diferente porém, todas ótimas e super potentes. Com apresentações animadoras, ficou bem difícil escolher quem deixaria o programa nesse caso. Apesar disso, era meio que previsível que a Caroline Glaser estava prejudicada naquele lugar (algo que ela mesmo percebeu e chegou a mencionar), não por ser menos talentosa e sim por pertencer a uma outra vertente que não funciona a base de gritos e uma gigantesca presença de palco, como a Judith Hill por exemplo, que apesar de ter entregue uma performance daquelas, não foi a melhor de todas durante essa primeira semana ao vivo. Sorry, Judith! Do #TeamAdam, a melhor performance ficou por conta da Sarah Simmons, que normalmente tem uma voz doce e tranquila quando falando (as vezes eu acho ela docemente forçada, como eu acho todo mundo que tem esse perfil de fada, #MyBad), do tipo de gente que fala tão baixo que nunca conseguimos entender nada do que está falando, mas quando no palco, sua voz se transforma e ganha potência máxima. De todas elas, ficou visível também que ao ver os resultados da votação aberta para o público, Adam ficou surpreso ao ter a Amber Carrington salva pela audiência (merecidamente, porque ela cantou muito melhor que a Rihanna uma de suas músicas, apesar dela não ser uma das minhas preferidas do seu time), algo que o fez ter que deixar partir a adorável Caroline Glaser, deixando o seu time com Amber Carrington + Judith Hill e Sarah Simmons, que seguem pelo #TeamAdam.

Preciso dizer que durante essa semana, o UÓsher até que me surpreendeu de forma positiva com suas técnicas como coach da vez. Claro que ele deve ter percebido que a sua imagem ficou meio abalada devido a sua forma de tratar quem faz parte do seu time e fez algo propositalmente para tentar “consertar” essa nova imagem que ganhamos dele depois da sua participação no The Voice durante essa Season 4. Mas não é que colou? Colou, mas nem tanto assim também, porque UÓsher continuou com o seu treinamento militar e levou seu time para suar a camisa na disputa das vagas disponíveis da vez. Josiah Hawley fez o impossível com “Starlight” do Muse (que deve ser super difícil de ser cantada ao vivo, inclusive pelo próprio Muse, rs) e divou lindamente como qualquer olhada dele para a câmera tem divado desde o começo do programa e muito provavelmente da sua vida. Höy! E foi uma opção arriscada não foi? Por isso nem me surpreendi muito quando ele ficou entre os dois últimos, aguardando a decisão final do seu coach. Mas quem roubou mesmo a cena dessa vez foi a Michelle Chamuel, que com uma apresentação super contida e diferente de tudo o que ela havia feito até então, apenas com voz e piano, conseguiu deixar todo mundo emocionado ao som de “True Colors”. Sem contar que ela é puro carisma, não é mesmo? No final das contas acabou sobrando para Cáthia (eliminada do time), que não conseguiu segurar muito bem uma Whitney, mas que ao mesmo tempo eu não sei se chegou a ser pior do que o Vedo (salvo pelo público), que permaneceu no #TeamUÓsher, ao lado da Michelle e do Josiah, que foi salvo pelo UÓsher no último momento.

shaks + blake

No segundo programa, confesso que tivemos uma caída em tudo, muito provavelmente porque tivemos que aguentar um #TeamBlake apenas com cantores country, o que acabou deixando o episódio com essa cara e para quem não gosta muito do gênero, é fato que esse detalhe deve ter pesado bastante (e pesou). Apesar do gênero, Blake tem um time ótimo, mesmo que a gente não consiga reconhecer 90% de tudo o que eles cantam a cada semana. E já deu para perceber que o Blake tem seus preferidos, não? Danielle Bradbery por exemplo, ele não deixa escapar tão cedo, assim como a dupla The Swon Brothers, que o Blake vem carregando como a dupla que mais chegou longe dentro da competição desde então. Até hoje, não consigo chegar a uma conclusão a respeito de duplas no programa, mas tudo bem. Holly Tucker apesar de ótima, realmente precisa trabalhar um pouco mais da sua confiança, um pouco querendo dizer muito na verdade, porque ela tem aquela personalidade que se acha muito menor do que é, do tipo que quando sempre, acaba cansando. Mas quem deixou o programa essa semana do #TeamBlake foi o excelente Justin Rivers, que havia sido bem prejudicado durante essa Season 4 até então por conta da edição (algo que eles reconheceram durante um dos episódios) e acabou sendo eliminado, deixando o seu time com Holly Tucker + Danielle Bradbery + The Swon Brothers. Mas com esse peso country todo, seria bem bacana se o Blake começasse a pensar em versões ou pelo menos ampliar os horizontes do seu time.

Agora, precisamos dizer que o Blake estava impossível durante essa semana, não? O que será que tinha naquele Starbucks para a gente pedir também quando for fazer uma visita? A apresentação em dupla dele com a Shaks foi ótima por sinal, com muito mais entrosamento e até mesmo carinho entre os dois, algo que não conseguimos enxergar nem com lentes de aumento na apresentação Adam vs Usher. Agora, o Blake suando pencas, se desmanchando em suor durante a execução de uma música que nem exigia muito de suas habilidades vocais, foi no mínimo preocupante. Shaks estava “mate”, Blake estava “verniz”, rs. Tanto que durante os resultados, Blake voltou super calmo, fazendo a pêssega, porque obviamente deve ter escutado alguma coisa de alguém, nem que esse alguém tenha sido apenas a Miranda…

Shakira continua sendo aquela foufa e ficou nítido que entre todos eles, ela foi a quem mais sofreu na hora de decidir quem seguiria ou não no seu time (isso porque o Adam e o Blake já devem estar super acostumados e o UÓsher parece ter um coração feito de água gelada, rs). Com escolhas de repertório grandiosas, Shaks mais uma vez mostrou que não estava para brincadeira, apesar do seu time ter um potencial um tanto quanto mais fraco do que os demais, exceto por um deles. Apesar das apresentações até que bem corretinhas, seu time também não chegou a empolgar muito, a não ser pela performance da Sasha Allen, seu maior trunfo dentro da competição e ela que talvez seja nesse momento a minha grande favorita para essa Season 4. Com uma apresentação extremamente sexy mas sem apelar ou carregar nos exageros, Sasha divou e nos entregou a melhor performance da semana (de novo) e estava na cara que ela estaria entre aqueles que o público salvaria. No momento final, acabou sobrando para a Karina Iglesias, apesar da sua performance também ter sido bem boa. Assim, o #TeamShakira acabou com o Khris Thomas, que eu já acho que está fazendo hora extra no programa, Garrett Gardner e Sasha Allen.

E apesar de ter sido uma semana animada e maior com o programa extra da quarta com os resultados, preciso dizer que quase todas as performances em grupo, com todas as vozes reunidas, acabaram ficando bem meio assim. A que abriu o 4×16 então… #CREDINCRUZ! E esse tipo de coisa não costumava acontecer anteriormente no The Voice, hein? #OCAPETAESTÁDEOLHO

De qualquer forma, a semana valeu pelo retorno do Cee Lo Green, que se apresentou no episódio com o anúncio dos resultados e o Carson (Carson que anda se aventurando demais no fundamento cabelón, não?) e  fez exatamente o que a gente gostaria de fazer se encontrasse com o Cee Lo em qualquer lugar. (♥)

Além disso, acabaram de anunciar que é certo que a Xtina volta para o The Voice na próxima temporada (ela que já teve até o seu contrato assinado) e o Cee Lo estaria bem próximo de assinar o contrato com a NBCecê para tambem oficializar o seu retorno. Animados?

E agora restam apenas 12, 3 deles para cada time. É o que temos para essa semana…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Voice Season 4, The Knockouts

Maio 6, 2013

Shawna+P+Voice+Season+4+Episode+11+y4q2WCmr3ljx

A fase “The Knockouts” no The Voice é conhecida por se tratar exatamente do momento em que os participantes do programa se encontram naquele famoso tudo ou nada, prestes a avançar na competição ou experimentar o gosto suado e provavelmente recheado de perdigotos da lona daquele ringue. (EW! Mas é verdade)

E tudo se resolveu em dois míseros programas, que em dupla nos revelaram quem seriam os participantes dos times Adam + Shakira e depois Blake + UÓsher. Sem muitas surpresas e com um time bastante reduzido, com apenas 4 representantes em cada um deles, seguimos adiante com a competição que eu continuo insistindo que além de parecer estar sendo feitas as pressas (ainda mais contando com esse número reduzido de participantes), continua morna e quase que esfriando, onde nem o descontrole e o nível elevadíssimo de megabitch o UÓsher estão conseguindo salvar essa Season 4.

O Adam já começou a “The Knockouts” destruindo os nossos corações, tirando sem piedade (quer dizer, a gente até sentiu que ele ficou em dúvida) a excelente dupla Midas Whale da competição, apesar da performance do melhor dueto que já apareceu no programa ter merecido perder a batalhas (lamento dizer isso mas foi fraca). Digo “apesar” porque mesmo com esse detalhe infeliz da escolha de repertório para o momento (infeliz nesse caso, porque um dos atrativos dessa fase do programa sempre foi a escolha própria de cada um dos participantes) assim como a sua execução, por representar algo realmente novo no programa e também contando com toda a trajetória da dupla até esse ponto do The Voice, é claro que a gente preferia ver a dupla seguindo adiante do que mais uma cantora folk pop country que escolhe uma música da Avril Lavigne mais batida do que o Starbucks de baunilha & caramelo do Adam. Depois disso ele até que tentou se redimir escolhendo a cantora indie que ele roubou do Blake durante a fase anterior (Caroline Glaser), mas suas duas últimas batalhas da noite não poderiam ter sido mais óbvias. Óbvias porém justas, resultando em um #TeamAdam totalmente feminino a caminho das apresentações ao vivo de logo mais. Continuo achando um dos melhores times da temporada, com as vozes mais poderosas, mas super pé no chão e quase chato se não fosse por um ou dois nomes de quatro. (Amber Carrington/country cafona + Caroline Glaser/indie assustada  + Judith Hill/DIVONA + Sarah Simmons/Adele da floresta encantada)

Shakira também acabou sendo bem previsível em suas escolhas e talvez as grandes surpresas do seu time tenham ficado por conta das duplas que ela escolheu para cada uma de suas batalhas. Mas Shakira foi justa (como no caso Khris Thomas vs Mary Miranda), apesar de ter deixado transparecer o seu favoritismo escolhendo o Garrett Gardner ao invés da Tanya (e todo mundo sabe o quanto o The Voice tende a valorizar essas histórias de superação), apesar também de ter gostado bastante do que Shaks conseguiu fazer com a voz do Garrett, escondendo aqueles berros ásperos muitas vezes irritantes e que nesse caso soavam como um total exagero. Depois disso ela fez a sua batalha latina e acabou escolhendo aquela que tinha mais energia (Karina Iglesias) naquele momento, encerrando a noite com a batalha que completou a destruição do meu coração durante esse episódio, com as excelentes Sasha Allen e Shawna P., ambas fazendo muito por merecer, embora a performance da Shawna não ter sido muito boa, o que acabou lhe custando a última vaga do #TeamShakira, que dessa forma, acabou bem misto com 2 meninos e duas meninas, o que também acabou deixando o seu time bem equilibrado em termos de energia e carisma. (Khris Thomas/Ain’t No Whitney e falta carisma e ou vida +  Garrett Gardner/garoto pastilhas Valda + Karina Iglesias/Fuerza Bruta + Sasha Allen/DIVONA)

535997

No episódio seguinte, chegava a hora do Blake brincar com o nosso coração, tendo como primeira briga da noite a batalha Justin Bieber vs Miley Cyrus. Nessa hora, pela primeira vez tivemos a chance de ver uma apresentação completa do Justin Rivers (que cantou Miley… e como ele é a cara da Dave de Happy Endings, não?), que é realmente excelente e fez por merecer a sua vaga para as apresentações ao vivo, principalmente por aquela sua última nota que não acabava mais. Na sequência, o melhor da apresentação da segunda batalha do seu time ficou por conta de todos eles (os coaches) indo contra a opinião do UÓsher em relação a versão de “Sweet Dreams” do Luke Edgemon (que eu nem sabia, mas já participou de Glee como um dos Warblers). Sério, foi lindo e eu fiquei esperando o UÓsher levantar da sua cadeira em uma voadora giratória só. Mas ele se conteve. Pelo menos por enquanto (humpf). Mas nessa hora o Blake acabou fazendo algo que ele sempre faz, que é se comprometer com quem ele escolheu primeiro, apesar daquela Holly Tucker ter uma voz que é um sonho (um sonho country, mas um sonho). Na última batalha da noite, apesar da dupla de irmãos onde o gordinho consegue ser mais metido do que o magrinho que poderia ser o magia do grupo (magia cafona, que fique bem claro), Grace Askew, que deixou todo mundo encantado durante as blind auditions, acabou perdendo pela escolha de repertório, que não foi nada boa para essa hora. De forma bem óbvia, como todo o seu time até aqui, o #TeamBlake acabou ficando com 4 artistas country, que apesar de ser a sua especialidade, deixou o seu time meio chatinho e com menos possibilidades. Mesmo assim, são quatro grandes vozes. Segmentadas, mas são. (Justin Rivers/ou Dave The Happy Endings + Holly Tucker/que é aquela que o carisma ainda precisa alcançar a voz+ Danielle Bradbery/A Princesa Disney da ediçãoThe Swon Brothers/os sertanejos universitários preguiça da vez na America antiga)

Discordando com as opiniões alheia a todo momento, implicando com os comentários dos outros times, UÓsher continuou sendo aquela megabitch que nos foi apresentada durante a fase anterior do programa. Como já disse anteriormente, talvez por isso as performances do seu time tenham sido todas bem mais chatinhas e “controladas” como bem lembrou o Blake em determinado momento do episódio. Mas ele mostrou que está atento não só com as vozes, mas sim com as apresentações, com o nível de carisma e também com o apelo de cada candidato (algo que pode ser bem importante para a nova fase do programa, que depende da votação do público), com certeza. Por isso a escolha do Josiah Hawley não foi nenhuma surpresa, assim como a da Michelle Chamuell (amei o Blake dizendo que parecia que alguém tinha dito que ela havia acabado de ganhar na loteria antes de entrar no palco e ele já tinha comprado tanto a ideia, que já estava pensando até no que eles iriam comprar juntos, rs), que com um carisma gigantesco acabou levando a melhor contra a sua oponente ex modelo dona de uma atitude esnobe, Audrey Karrasch (que não deveria ter passado nem das blind auditions) e que foi responsável por uma das maiores vergonhas do programa até agora, com a sua voz que quase sumiu durante a apresentação de “How To Love” (que eu confesso que AMO!), com o Blake não se contendo e olhando na mesma hora para a cara do UÓsher, que com suas narinas mega abertas (que nós já aprendemos que é um sinal de que ele não está gostando de alguma coisa) demonstrava claramente todo o seu constrangimento naquele momento. E a maior surpresa do seu time ficou pela derrota do Ryan Innes (entre os homens, ele era o meu preferido), que cantou “I Dont Want To Be” (que a gente AMA da abertura de One Tree Hill), mas que foi completamente meio assim e acabou lhe custando a sua vaga que já era dada como certa por todos, que acabou ficando com a Cáthia (ZzZZZ), que naquele momento e só naquele momento, foi bem superior. Dessa forma, o #TeamUÓsher acabou sendo o grupo realmente mais diversificado de todos eles. Não são os melhores em cada uma de suas categorias, mas mesmo assim, surpresas podem acontecer. (Josiah Hawley/Höy! + Michelle Chamuell/aquela que se perder pode ser contratada como elenco de TBBT + Vedo/Ou Ne-yo + Cáthia/CáthiazZZZ

E assim encerramos mais uma fase dessa quarta temporada do The Voice e essa semana, quando começam as apresentações ao vivo, teremos não dois mas três episódios dessa delícia. Será que vamos resistir? …

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


%d bloggers like this: