Posts Tagged ‘Judith Hill’

The Voice Season 4, Live Top 8

Junho 3, 2013

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OMFG! O que aconteceu essa semana com o The Voice, minha gente? Se esses não foram os dois melhores episódios dessa Season 4, pelo menos eles certamente foram os mais surpreendentes. E injustos também. #HELLYEAH

Nossas reclamações a respeito de uma temporada morna praticamente desapareceram e dessa vez não pelo drama do ar condicionado de um dia desses e sim por tudo o que acabou acontecendo no programa. Além de performances verdadeiramente boas e um resultado praticamente inacreditável, essa semana no The Voice tivemos também o atraque entre o Carson e o UÓsher, que nos rendeu boas risadas e acho que podemos dizer que o Carson nunca esteve tão solto naquele palco.

Sim, Carson estava UNFIRAH chamando o UÓsher de “Urkel”, que devolveu a provocação chamando o Carson de “Jimmy Neutron” e a partir dessa briga de meninos de 10 anos no intervalo do colégio nasceu uma batalha que parece que não teve fim, com o Carson perguntando ao vivo se estava tudo bem entre eles depois do acontecido e o UÓsher, que novamente veio vestido para a guerra e naquele momento certamente estava pensando em pelo menos 245 formas de silenciar o adversário só como o olhar por ter trazido o assunto de volta a tona, disse que só reagiu porque ele começou e o Carson respondeu dizendo que ele terminou e o UÓsher praticamente finalizou dizendo que quando o Carson quiser, ele está pronto. Só faltou bater no peito, tirar os brincos e os apliques do cabelo e dizer “cai dentro!”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e começar a gritar “Briga! Briga! Briga!” igual nas reprises intermináveis dos filmes da Sessão da Tarde?

E alguém precisa dizer que o UÓsher jogou super baixo essa semana, não? Tendo apenas um candidata em seu time, o coach megabitch da vez não se fez de rogado e apelou ao vivo para os seus seguidores do Instagram e do Twitter votarem na Michelle Chamuel, que nem precisava disso porque fez uma performance excelente, o equivalente ao seu momento “True Colors” de outro dia, só que bem mais vibrante e de forma mais trabalhada (muito bem trabalhada por sinal). Foi horrível e é claro que como as mídias sociais tem um poder gigantesco nessas horas, Michelle acabou sendo salva, o que injustamente e principalmente depois de acompanhar as eliminações do programa, nos fazem questionar se ela foi salva (a primeira da noite inclusive) por seu talento mesmo ou pelo poder que UÓsher pode exercer a seu favor nesse tipo de mídia. Resultados como esses nós sempre vimos acontecer em votações abertas ao público, mas que em me lembre, eles todos até já chegaram a pedir para a “America” de forma geral, para salvar seus candidatos, mas não me lembro de nenhum dos coaches apelar desse jeito como o #UÓsher fez. Shame on you UÓsher, shame on you!

Se o UÓsher acabou apelando para o lado sujo e injusto desse tipo de competição, Shaks veio essa semana depositando todas as suas esperanças na sua única candidata, a talentosíssima Sasha Allen, que a cada semana tem sido uma delícia de se acompanhar no programa, além de contar com o apoio de todo o carisma da sua coach, que a cada novo episódio parece ser mais querida. Ela que infelizmente essa semana acabou cantando um dos hits do UÓsher, que não merecia a homenagem, mas que pelo menos bastou para a sua permanência no programa. E na hora em que o Carson anunciou o seu nome como uma das finalistas do Top 6 para essa semana, nenhuma reação nesse mundo poderia ter sido mais legal do que a da Shakira, que não sabia nem o que fazer com tudo o que ela estava sentindo naquele momento e o cabelo quase encrespou de novo, tamanha emoção. Sério, ela rezando visivelmente aflita e depois pulando da cadeira como se tivesse recebido uma entidade do Pula Pirata, foi simplesmente SENSACIONAL! Clap Clap Clap Shaks, queremos vê-la na final com a sua Sasha. (acho tão bonitinho quando ela chama sua candidata assim)

Michelle+Chamuel+Danielle+Bradbery+Voice+Season+rLYLkKkgJYUx

Blake abriu a semana com uma performance do seu novo single e foi um ótimo momento também. Não sei, sou suspeito para falar porque eu gosto do Blake desde sempre e de graça, mas ele no palco, mesmo quase imóvel e mandando um rap (tinha visto ele fazer o mesmo naquele prêmio country de outro dia) mexe com a gente, se não for pelo orgulho & carinho que sentimos por ele, deve ser mesmo pela magia dos seus 3 metros de altura country. Höy! Sorry Miranda… Em seu time, tivemos novamente uma série de excelentes performances e essa semana o #TeamBlake veio apostando tudo na cenografia, que foi realmente excelente para todos eles. E falando em casamento perfeito entre a música e o cenário, o que foi a apresentação do The Swon Brothers ao som de Eagles? Não sei se por conta dessa ter sido uma das poucas do repertório do #TeamBlake que eu já conhecia, mas achei tudo maravileeeandro durante aquela apresentação, que pra mim foi a melhor da dupla até aqui. Dupla que é difícil de admitir porque parece com uma série de outras coisas que nós já vimos e ouvimos por aí (inclusive por aqui, no Brasil), mas temos que reconhecer que é bem boa sim, apesar dessa não ser a nossa preferência. Só achei que a Holly veio muito Sarah Simmons essa semana e aquela Danielle precisa cantar urgentemente alguma coisa que a tire desse nicho teenager da fazenda de sempre. De qualquer forma, com performances bem bacanas e gostosas de ser ver, o #TeamBlake permaneceu intacto, com seus três integrantes seguindo para o Top 6. Y’all!

Adam, pobre Adam. A medida em que eu vou observando o Adam no The Voice, vou achando cada vez mais que nós dois temos inúmeras semelhanças no tipo de humor e sensibilidade. Me liga Adam, precisamos fortalecer essa amizade, ok? #BROSBEFOREVOICES. Mas essa semana, as coisas não estiveram nada boas para o #TeamAdam e isso infelizmente, porque suas três candidatas fizeram excelentes performances durante o programa da segunda, certamente estando todas elas entre as melhores da noite. É, mas parece que a America antiga andou discordando e nada foi mais honesto do que ao ver o seu time sobrando quase por completo na eliminação da última terça, Adam ter soltado um “I hate this country”, que foi mais ou menos o que todos nós sentimos naquele momento (e espero que a America antiga supere esse desabafo dele e não comece com certa implicância). Aposto inclusive que ele deve acusar o UÓsher pelos resultados desse episódio. Pelo menos eu acho que ele deveria…

Em seu time, Judith Hill veio profissional de tudo, com um repertório meio assim, fato, com base eletrônica e soul, que funcionou melhor para ela só na parte mais “soul” mesmo. Ainda assim, ela fez uma apresentação excelente, com cara de profissional mesmo, como se fosse uma das artistas convidadas para o episódio da semana e não uma participante. Mas alguma coisa em seu discurso já anunciava que aquele risco a essa altura realmente custaria a sua permanência no programa, algo que infelizmente se concretizou mais tarde no programa seguinte, na dupla eliminação mais injusta da temporada até agora. Depois tivemos a Sarah Simmons, fazendo uma apresentação maravilhosa ao som do mega hit do Gotye “Somebody That I Used To Know”, com uma cenário lindo e toda a potência da sua voz, que consegue ser totalmente delicada e absolutamente poderosa ao mesmo tempo, como eu não canso de repetir por aqui. Mas novamente de forma inexplicável, Sarah também acabou sendo eliminada, deixando o #TeamAdam apenas com a Amber Carrington, que ao longo do programa tem nos mostrado o seu valor, mas que definitivamente não seria em quem a gente apostaria como finalista desse time (lembrando da sua audição, a gente realmente não apostaria). Apesar da mágoa de ver duas de nossas candidatas mais queridas abandonando a competição tão cedo, é preciso reconhecer que a Amber cantando “Skyfall” da Adelle foi de arrepiar, em uma execução perfeita do começo ao fim que merece todo o nosso respeito e reconhecimento. Clap Clap Clap!

Acho importante dizer que no episódio da terça, aquele com as eliminações e que por esse motivo (além de ser mais curto) quase sempre tende a ser mais chatinho, tivemos excelentes performances no formato de duetos, com algumas duplas improváveis como a Judith Hill + Michelle Chamuel ou a Sasha Allen + The Swon Brothers, que foram excelentes também quando junto no palco.

Assim, encerramos a semana bem tristes, com apenas 6 candidatos seguindo nessa Season 4 do The Voice: Michelle Chamuel, que poderia ter passado por essa semana de forma mais honesta e isso não por culpa dela (blame UÓsher), Sasha Allen, que a gente vibrou junto com a Shakira por ter permanecido (e duvido que alguém tenha ganhado na empolgação daquele momento, rs), Amber Carrington, a última peça do #TeamAdam que fe por merecer a sua vaga depois dessa belíssima performance da semana e o #TeamBlake permanecendo intacto pela terceira semana consecutiva, com o The Swon Brothers (os únicos meninos da competição), Danielle Bradberry (que se sair o Blake chora e depois infarta) e a Holly Tucker, que eu fico morrendo de pena porque toda vez fica entre as últimas aguardando os resultados e que eu achei bem bonitinho o detalhe que o Blake chegou a mencionar durante o episódio da segunda, sobre o fato dela permanecer estudando, mesmo estando no programa.

Só não aceitamos perder mais um diva na próxima semana. Isso NUNCA, JAMAIS!

 

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The Voice Season 4, Live Top 10

Maio 27, 2013

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Mais uma semana de apresentações ao vivo no The Voice e mais uma semana onde dois candidatos de qualquer um dos times fazem suas malas e seguem o rumo da porta da derrota. É, a competição já se aproxima do final e essa semana foi a vez do Top 10 apostar tudo em suas performances, tentando desesperadamente a permanência no programa.

Os destaques dessa semana que deveriam ter ficado por conta das apresentações de Shakira e UÓsher ao lado de seus respectivos times, acabou sendo prejudicado pelos acontecimentos em Oklahoma com a passagem daquele tornado pavoroso e por esse motivo, de forma bastante respeitosa até, tivemos apresentações bem mais contidas no segundo programa da semana, que estava em um clima mais triste devido a tudo o que aconteceu no dia anterior. De qualquer forma, ganhamos uma apresentação linda do casal Blake e Miranda Lambert, interpretando aquela música que a gente sabe o quanto significa para o Blake (uma música especial que ele fez para o irmão que morreu anos atrás) e que foi cantada praticamente inteira pela Miranda, com o marido visivelmente emocionado ao lado, acompanhando apenas no violão aquela homenagem simples à cidade de Oklahoma.

Mas tirando a parte triste da semana, novamente tivemos algumas boas performances durante esses dois novos episódios e mais uma vez, nossas apostas de que essa talvez se torne muito em breve uma temporada apenas feminina do The Voice só tem se confirmado, tanto pelo resultado quanto pela força do programa, que dessa vez está praticamente acumulada apenas no lado feminino. Além disso, tivemos também a volta dos co-coaches da temporada que passaram bem batido exceto pelo Cee Lo, que nós AMAMOS rever mais uma vez, claro.

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O #TeamAdam, ainda com as mesmas três candidatas da semana passada, vem se confirmando como o (meu) preferido da temporada, com as vozes femininas mais sensacionais dessa Season 4 do The Voice. Exceto por uma delas, que ainda figura no #TeamShakira, mas que já foi do Adam no passado (seu maior arrependimento, certamente). Novamente as três fizeram excelentes performances, sólidas, fortes e vibrantes. Sarah Simmons resolveu colocar seu lado rocker para fora e veio bem mais sexy do que “fada” essa semana, com uma potencia assustadora e digna da sua permanência no programa. Judith Hill fez algo que ela estava relutando para fazer, que seria uma “homenagem” ao MJ, devido ao seu histórico com o rei do pop e todos os acontecimentos que todos nós já sabemos bem a essa altura. Mas o Adam é inteligente e escolheu a música certa para que Judith fizesse sua homenagem, sem soar como qualquer outra coisa a não ser algo bem bacana. Outra que vem surpreendendo é a Amber Carrington, que não fica para trás no seu time e corresponde a todas as expectativas, mesmo com um repertório mais preguiça e sua alma country rejeitada pelo Blake (nesse que talvez seja o grande arrependimento do Blake nessa temporada, que não chegou nem a cogitar escolher a candidata…). E nessa semana, tivemos uma repetição do que aconteceu na semana passada, com o #TeamAdam permanecendo intacto novamente, continuando com suas três grandes potências.

No #TeamBlake a coisa também continua bem boa, apesar do repertório e das nossas reclamações de sempre de um universo country que eles não conseguem fugir nunca. Estou gostando que desde a semana passada, os The Swons Brothers passaram a se arriscar mais, onde ambos da dupla tem ganhado seu espaço durante as apresentações e isso vocalmente falando. Holly Tucker veio gospel essa semana, deixando transparecer um lado dela que a gente ainda não conhecia, mas já imagina como o cenário perfeito para ela, por todos os motivos desse mundo. Sem contar a coincidência dela cantar uma música com aquela mensagem naquele momento. #MEDO. Agora, é fato que desde cedo na competição, Blake só tem olhos para a sua pequena Danielle Bradbery, que como ele mesmo disse, é o seu Justin Bieber e ou a sua aposentadoria do mundo da música. Ela que mais uma vez foi ótima, mas ainda assim não foi a melhor e quando comparada com as demais candidatas mais experientes dessa Season 4, fica visível e notável que ela ainda tem muito a aprender. Mas eu não duvido nada que a nova princesa Disney acabe saindo a vencedora dessa temporada e se isso de fato acontecer, Blake já pode mesmo considerar uma aposentadoria e viver dos lucros que essa menina provavelmente ainda vai lhe render. Repetindo o feito da semana passada e do #TeamAdam, Blake também permaneceu com o mesmo time, com seus três competidores ainda em jogo para a próxima fase.

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E a Shakira, veio ou não veio de Mufasa essa semana no The Voice, hein (#CREDINCRUZ)? #TeamShakira que para essa semana tinha apenas dois competidores ainda, Sasha Allen e Khris Thomas. Sasha que é uma das nossas divas da competição e essa semana veio mais atualizada, pop e com um figurino ótimo, nos entregando uma apresentação bem bacana, sem muitos exageros e com cara de coisa nova boa. Para o Khris, além do talento indiscutível, a falta de carisma acabou finalmente pesando (até que enfim!), apesar da sua performance para essa semana ter sido muito mais solta e até “feliz”. Mas não foi o suficiente e assim ele acabou saindo da competição, deixando Shaks apenas na companhia de Sasha, com quem a gente espera que pelo menos ela chegue até a final. E sim, o UÓsher foi péssimo com ela de novo, mas essa semana ele não esteve sozinho, apesar do Adam, que também acabou entrando na briga, não ter feito a maldita com o megabitch da vez.

No #TeamUósher, tivemos uma semana bem difícil. Digo isso porque aproveitando o talento do Josiah Hawley, UÓsher andou pegando pesado na escolha de repertório do ex modelo construtor (sim ele nos revelou esse plot do seu passado e a Christina Milian não perdeu a chance de cantá-lo ao vivo. Sim, aquela megabitch fez isso… bitch) selecionando mais uma música bem difícil de se manter ao vivo, com “Clocks” do Coldplay, que Josiah até que conseguiu carregar bem, mas como se trata de uma música cheia de nuances, suas chances de que a America antiga o entendesse realmente pareciam mínimas, tanto que ele acabou sendo o eliminado da vez do #TeamUÓsher, que agora, apesar do carisma gigantesco da Michelle Chamuel, acabou se tornando o mais fraco entre os quatro. Michelle que cantou Pink, super dentro da sua zona de conforto e mesmo assim eu ainda sinto como se a voz dela fosse pequena demais para a competição, mesmo adorando a personagem/pessoa.

E assim ficamos com apenas oito candidatos para essa semana, que esperamos que nos reserve boas surpresas e que a America antiga não esteja surda e resolva nos surpreender de forma negativa dessa vez, ainda mais se aproximando cada vez mais da finale. Veremos…

 

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The Voice Season 4, Live Top 12

Maio 20, 2013

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This is it! Chegamos àquele ponto do The Voice onde não tem coach certo que ainda consiga salvar seus protegidos das injustiças cometidas pela votação aberta da America antiga, que é aquela fase da competição onde todos eles (e nós também) ficam dependendo exclusivamente do voto popular e nessa hora, sabemos que nem sempre as coisas costumam ser muito justas e de vez em quando o carisma e ou o apelo com seu público, acaba falando mais alto do que qualquer outra coisa.

Com a competição literalmente esquentando pela primeira vez durante toda essa Season 4, isso devido a um pandraz no ar condicionado dos estúdios que o Carson fez questão de ressaltar durante todo o primeiro episódio da semana, com piadinhas ótimas em relação a pequena falha técnica (tirou até o terno e colocou os brações peludos e tattoos de chiclete de fora), que a propósito, foi motivo para o UÓsher tentar nos distrair com seus brações super definidos também. E digamos que ele até que conseguiu. Höy! Mas voltando ao Carson, é preciso dizer que em muito tempo, ele não parecia estar tão solto e perdeu um pouco daquele ar robótico que ele sempre fica, principalmente durantes as lives, provavelmente por conta do ponto eletrônico que deve ficar infernizando o pobre coitado por questões técnicas de tempo e coisas do tipo. Acho até que a NBC deveria considerar uma sabotagem proposital nesse ar de vez em quando. Quem sabe o Adam não se anima até para um shirtless, hein? (rs)

Mas ao que diz respeito sobre a competição, tivemos bons momentos durante essa nova semana, mas eu continuo insistindo que nada se compara com o que vimos e ouvimos durante a Season 3. E essa culpa (além da pressa) eu credito ao elenco de candidatos da vez, que são visivelmente menos preparados do que os da temporada anterior e se vocês são do tipo que prestam atenção nos pequenos detalhes, já devem ter percebido que durante essa temporada, quase sempre eles se encontram meio que perdidos no palco, cometendo uma série de erros bobos que a gente não estava acostumado a ver na competição com tanta frequência. (se bem que na apresentação ao lado do seu time, sobrou um errinho até mesmo para o próprio Adam, ou pensa que a gente não percebeu a sua entrada precipitada no gritinho fino de menino adolly tardio ainda enfrentando a puberdade? Hein, Adam Lavínia  – que é como nos tratamos. SIM, agora somos íntimos a esse ponto)

Vedo foi o primeiro a se apresentar e fez vergonha no seu “forte”, que são as coreôs, apresentando um versão de “Rock With You” do MJ extremamente afetada e caricata, isso mesmo tendo um coreógrafo como reforço convocado pelo próprio UÓsher para o seu time. Foi horrível e obviamente seria algo que afetaria o seu julgamento dentro da competição. Ainda falando do #TeamUÓsher, tivemos também uma apresentação mais intimista do Josiah Hawley, que fez o intimista também no figurino, aparecendo de jeans e camiseta branca, apenas e mesmo assim divou lindamente (algo bem fácil no caso dele, Höy!), não só pela aparência e sim e mais uma vez pelo seu talento. Michelle Chamuel veio com mais força durante essa semana em sua performance, só que ficou faltando força na voz, que ficou pequena para a música, apesar da sua performance ter sido boa também. Mas foi baixo e a música soava como se estivesse pedindo mais do que ela poderia entregar naquele momento. Mas Michelle conta com o fator carisma e identificação com o público, então sabemos que seus deslizes não representam um risco muito grande, pelo menos por enquanto. E como o UÓsher repete suas lines, não? NÃO UÓsher, a America não vai comprar seu bordões ou frases de efeito, que by the way, não são tão geniais assim. A não ser que aqueles brações de fora apareçam com mais frequência e a gente não consiga pensar direito… rs

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Novamente, as performances mais difíceis da noite foram as do #TeamBlake e entendam, eu AMO o coach de mais de três metros de altura e alma de irmão mais velho, mas fica difícil conseguir torcer para o seu time com aquele repertório tão fechado, específico e acima de qualquer outra coisa, country. Humpf! Tudo é muito específico no seu time e embora as performances dos seus três candidatos tenham sido bem boas, por uma questão de gosto pessoal talvez, eu não consigo me apegar muito a nenhum deles nesse caso. De qualquer fora, entre a Holly Tucker,  Danielle Bradbery e os The Swon Brothers, Bradbery foi quem menos entregou durante essa semana, mas isso nós também sabemos que talvez nunca chegue a ser um problema sério para a nova queridinha da America antiga (e do Blake). Mas essa semana, quem realmente me surpreendeu foram os The Swon Brothers, que fizeram uma apresentação lindíssima com voz, violão e piano, dando uma maior chance para ambos da dupla conseguirem mostrar o seu potencial e isso pela primeira vez durante a temporada. Mas, apesar de ser bem difícil aguentar um #TeamBlake inteiro country, preciso reconhecer que se o Blake algum dia me ligar dizendo “Awoohoo, play something country” daquela forma, eu provavelmente possa mudar de ideia no mesmo instante sobre qualquer coisa a respeito da vida na fazenda, além de imediatamente começar a tocar algo country. Höy! (rs)

No #TeamShakira, sentimos desde a sua escolha de repertório para o Garrett Gardner ao som de “I Want It That Way” dos Backstreet Boys, que talvez a música o acabasse prejudicando. Sasha Allen apareceu com toda a sua força durante essa semana, mas apelou demais para a teatricalidade, que acabou deixando a sua performance exagerada demais, apesar de ter sido mais uma entrega precisa da sua voz que é uma das melhores da temporada, sem dúvida. Aliás, gostaria de deixar registrado desde já que nada me surpreenderia se nessa reta final, a competição acabasse completamente feminina, porque a força das mulheres durante essa Season 4 do The Voice está realmente engolindo os meninos. Khris Thomas apresentou um clássico do The Jackson 5 e eu achei que ele desandou, por diversas vezes. Nada muito vergonhoso, mas faltou um pouco mais de afinação além de carisma, que na verdade sempre lhe faltou. E mais uma vez ficou visível o quanto o #TeamShakira fez a Aguilera durante essa temporada, sendo desde o começo o mais fraco de todos e os resultados acabaram nos comprovando exatamente isso. E minha querida Shaks, que figurino era aquele? Parecia uma homenagem para a Xuxa antiga no Carnaval antecipado de 2014. Ew!

Já o Adam, toda a minha implicância com ele realmente sumiu depois de acompanhar o The Voice como eu deveria ter feito desde o começo (as Season 1 e 2 eu acabei acompanhando na preguiça, pulando algumas coisas) e hoje eu realmente o acho um dos mais inteligentes (e extremamente sensível) dentro do programa. Tanto que o seu time tem realmente algo de diferente durante essa temporada e eu diria até que nele estão as mais profissionais da competição. Três mulheres com três grandes vozes, cada uma dentro do seu próprio fundamento e todas excelentes. Judith Hill veio de voz e piano, linda, com um cabelo que a gente adoraria ter igual para copiar (rs), divona como sempre. Sarah Simmons tem uma voz inexplicável, doce e extremamente forte em uma mesma frase e a Amber Carrington é a grande carta country que o Adam apostou certo quando a escolheu durante as blinds. Mais um motivo para acreditar que o Adam além de um ótimo coach, é também bem inteligente e consegue enxergar e pensar adiante. Ah, e ele é magia tatuada também. Höy!

No segundo episódio da semana, esse com o ar condicionado já consertado (segundo o Carson, então o que explicaria o Thicke se derretendo daquela forma no palco? Sério, durante a sua apresentação, parecia que ele tinha tomado um banho de cachoeira, estando ele 158 + ensopado do que o Blake durante o seu duéte com a Shakira na semana anterior. O detalhe é que durante a sua performance, só ele acabou molhado, porque o Pharrell que também estava no palco, continuou normal de tudo. Sei…),  além das apresentações dos sobreviventes do #TeamAdam + #TeamBlake ao lado de seus coaches, tivemos as temidas eliminações da noite, que podemos dizer que dessa vez foram até que bem justas, apesar de ter nos deixado apreensivos até o final. Naquele momento, cheguei a ficar com bastante pena da Shakira, que por pouco não ficou apenas com um dos integrantes do seu time, (do UÓsher eu não fiquei), mas que no final das contas acabou sobrando menos um para cada um dos novos coaches, com as despedidas do Vedo e do Garrett Gardner, que foram os eliminados da vez, que dessa forma, deixaram os times do Adam e do Blake exatamente da mesma forma, com os mesmos três participantes de antes.

E essa foi a nossa semana no The Voice porém, como novidade da vez, perto do finde foi confirmado que a Aguilera e o Cee Lo realmente voltam para a Season 5 do programa, mas, Shaks e UÓsher estarão de volta para a Season 6. Animados?

 

ps: só eu continuo achando que o Adam e o UÓsher ainda vão se atracar? Reparem nos dois, por favor e me digam, vai ou não vai sair uma briga a qualquer momento? E OK, apesar de bem mais mirradinho, vamos todos apostar no Adam, tá? Combinado então. Blake, nos dê cobertura…

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The Voice Season 4, The Live Playoffs (1ª Semana)

Maio 14, 2013

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As lives no The Voice são o sonho de todos os participantes do programa desde o começo. Todos sonham em chegar nessa fase porque é quando a identidade de cada um deles vai se estabelecendo enquanto artistas, com todos se apresentando com performances mais bem produzidas (e a produção do programa é sempre bem boa, mesmo quando tudo é mais simples) e ao vivo, o que por outro lado também não dá chance para erros gritantes, principalmente no que se diz respeito a voz de cada um dos candidatos, porque um escorregão aqui ou ali no palco nós até que perdoamos (Holly quase caiu um dia desses e os irmãos Swon fizeram a pêssega que eu bem reparei… E como aquele gordinho é uma diva, não? Já estou adorando ele e para passar a AMAR é um passo… rs), mas aquela desafinada meio assim nós ou a America antiga não deixa passar assim tão fácil, a não ser que o carisma do candidato ou a sua história dentro do programa até esse ponto seja maior do que qualquer coisa. Quer dizer, de vez em quando eles até deixam passar sim… (tisc tisc, Vedo, Kris Thomas, tisc tisc)

Mas ao mesmo tempo em que vivem esse sonho, todos eles passam também a experimentar um pouquinho do pesadelo de todo artista, uma vez que nessa fase ao vivo do The Voice, o público é quem vota para quem eles acham que deve permanecer no programa, deixando para os coaches a difícil tarefa de poder salvar apenas 1 integrante de cada time e assim, a cada semana nos despedimos de um candidato de cada um dos quatro times. Humpf! (mas só para alguns…)

Como primeiro programa ao vivo da temporada tivemos a dobradinha #TeamAdam + #TeamUÓsher, com uma rodada de apresentações ao vivo bem boa (inclusive com ótimas escolhas de repertório), exceto pelo duéte dos dois coaches, que foi uma vergonha no sentido de que parecia que ambos estavam cantando por acaso no mesmo momento, mas sem nenhuma interação ou cumplicidade e ou vontade de disfarçar que muito provavelmente exista um problema entre eles. Foi awkward, não foi? É, foi… #BRINGABRIGABRIGA

A essa altura, já deu para notar que de longe, o Adam tem o time com as vozes mais poderosas dessa Season 4, um time repleto de meninas, cada uma com um estilo diferente porém, todas ótimas e super potentes. Com apresentações animadoras, ficou bem difícil escolher quem deixaria o programa nesse caso. Apesar disso, era meio que previsível que a Caroline Glaser estava prejudicada naquele lugar (algo que ela mesmo percebeu e chegou a mencionar), não por ser menos talentosa e sim por pertencer a uma outra vertente que não funciona a base de gritos e uma gigantesca presença de palco, como a Judith Hill por exemplo, que apesar de ter entregue uma performance daquelas, não foi a melhor de todas durante essa primeira semana ao vivo. Sorry, Judith! Do #TeamAdam, a melhor performance ficou por conta da Sarah Simmons, que normalmente tem uma voz doce e tranquila quando falando (as vezes eu acho ela docemente forçada, como eu acho todo mundo que tem esse perfil de fada, #MyBad), do tipo de gente que fala tão baixo que nunca conseguimos entender nada do que está falando, mas quando no palco, sua voz se transforma e ganha potência máxima. De todas elas, ficou visível também que ao ver os resultados da votação aberta para o público, Adam ficou surpreso ao ter a Amber Carrington salva pela audiência (merecidamente, porque ela cantou muito melhor que a Rihanna uma de suas músicas, apesar dela não ser uma das minhas preferidas do seu time), algo que o fez ter que deixar partir a adorável Caroline Glaser, deixando o seu time com Amber Carrington + Judith Hill e Sarah Simmons, que seguem pelo #TeamAdam.

Preciso dizer que durante essa semana, o UÓsher até que me surpreendeu de forma positiva com suas técnicas como coach da vez. Claro que ele deve ter percebido que a sua imagem ficou meio abalada devido a sua forma de tratar quem faz parte do seu time e fez algo propositalmente para tentar “consertar” essa nova imagem que ganhamos dele depois da sua participação no The Voice durante essa Season 4. Mas não é que colou? Colou, mas nem tanto assim também, porque UÓsher continuou com o seu treinamento militar e levou seu time para suar a camisa na disputa das vagas disponíveis da vez. Josiah Hawley fez o impossível com “Starlight” do Muse (que deve ser super difícil de ser cantada ao vivo, inclusive pelo próprio Muse, rs) e divou lindamente como qualquer olhada dele para a câmera tem divado desde o começo do programa e muito provavelmente da sua vida. Höy! E foi uma opção arriscada não foi? Por isso nem me surpreendi muito quando ele ficou entre os dois últimos, aguardando a decisão final do seu coach. Mas quem roubou mesmo a cena dessa vez foi a Michelle Chamuel, que com uma apresentação super contida e diferente de tudo o que ela havia feito até então, apenas com voz e piano, conseguiu deixar todo mundo emocionado ao som de “True Colors”. Sem contar que ela é puro carisma, não é mesmo? No final das contas acabou sobrando para Cáthia (eliminada do time), que não conseguiu segurar muito bem uma Whitney, mas que ao mesmo tempo eu não sei se chegou a ser pior do que o Vedo (salvo pelo público), que permaneceu no #TeamUÓsher, ao lado da Michelle e do Josiah, que foi salvo pelo UÓsher no último momento.

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No segundo programa, confesso que tivemos uma caída em tudo, muito provavelmente porque tivemos que aguentar um #TeamBlake apenas com cantores country, o que acabou deixando o episódio com essa cara e para quem não gosta muito do gênero, é fato que esse detalhe deve ter pesado bastante (e pesou). Apesar do gênero, Blake tem um time ótimo, mesmo que a gente não consiga reconhecer 90% de tudo o que eles cantam a cada semana. E já deu para perceber que o Blake tem seus preferidos, não? Danielle Bradbery por exemplo, ele não deixa escapar tão cedo, assim como a dupla The Swon Brothers, que o Blake vem carregando como a dupla que mais chegou longe dentro da competição desde então. Até hoje, não consigo chegar a uma conclusão a respeito de duplas no programa, mas tudo bem. Holly Tucker apesar de ótima, realmente precisa trabalhar um pouco mais da sua confiança, um pouco querendo dizer muito na verdade, porque ela tem aquela personalidade que se acha muito menor do que é, do tipo que quando sempre, acaba cansando. Mas quem deixou o programa essa semana do #TeamBlake foi o excelente Justin Rivers, que havia sido bem prejudicado durante essa Season 4 até então por conta da edição (algo que eles reconheceram durante um dos episódios) e acabou sendo eliminado, deixando o seu time com Holly Tucker + Danielle Bradbery + The Swon Brothers. Mas com esse peso country todo, seria bem bacana se o Blake começasse a pensar em versões ou pelo menos ampliar os horizontes do seu time.

Agora, precisamos dizer que o Blake estava impossível durante essa semana, não? O que será que tinha naquele Starbucks para a gente pedir também quando for fazer uma visita? A apresentação em dupla dele com a Shaks foi ótima por sinal, com muito mais entrosamento e até mesmo carinho entre os dois, algo que não conseguimos enxergar nem com lentes de aumento na apresentação Adam vs Usher. Agora, o Blake suando pencas, se desmanchando em suor durante a execução de uma música que nem exigia muito de suas habilidades vocais, foi no mínimo preocupante. Shaks estava “mate”, Blake estava “verniz”, rs. Tanto que durante os resultados, Blake voltou super calmo, fazendo a pêssega, porque obviamente deve ter escutado alguma coisa de alguém, nem que esse alguém tenha sido apenas a Miranda…

Shakira continua sendo aquela foufa e ficou nítido que entre todos eles, ela foi a quem mais sofreu na hora de decidir quem seguiria ou não no seu time (isso porque o Adam e o Blake já devem estar super acostumados e o UÓsher parece ter um coração feito de água gelada, rs). Com escolhas de repertório grandiosas, Shaks mais uma vez mostrou que não estava para brincadeira, apesar do seu time ter um potencial um tanto quanto mais fraco do que os demais, exceto por um deles. Apesar das apresentações até que bem corretinhas, seu time também não chegou a empolgar muito, a não ser pela performance da Sasha Allen, seu maior trunfo dentro da competição e ela que talvez seja nesse momento a minha grande favorita para essa Season 4. Com uma apresentação extremamente sexy mas sem apelar ou carregar nos exageros, Sasha divou e nos entregou a melhor performance da semana (de novo) e estava na cara que ela estaria entre aqueles que o público salvaria. No momento final, acabou sobrando para a Karina Iglesias, apesar da sua performance também ter sido bem boa. Assim, o #TeamShakira acabou com o Khris Thomas, que eu já acho que está fazendo hora extra no programa, Garrett Gardner e Sasha Allen.

E apesar de ter sido uma semana animada e maior com o programa extra da quarta com os resultados, preciso dizer que quase todas as performances em grupo, com todas as vozes reunidas, acabaram ficando bem meio assim. A que abriu o 4×16 então… #CREDINCRUZ! E esse tipo de coisa não costumava acontecer anteriormente no The Voice, hein? #OCAPETAESTÁDEOLHO

De qualquer forma, a semana valeu pelo retorno do Cee Lo Green, que se apresentou no episódio com o anúncio dos resultados e o Carson (Carson que anda se aventurando demais no fundamento cabelón, não?) e  fez exatamente o que a gente gostaria de fazer se encontrasse com o Cee Lo em qualquer lugar. (♥)

Além disso, acabaram de anunciar que é certo que a Xtina volta para o The Voice na próxima temporada (ela que já teve até o seu contrato assinado) e o Cee Lo estaria bem próximo de assinar o contrato com a NBCecê para tambem oficializar o seu retorno. Animados?

E agora restam apenas 12, 3 deles para cada time. É o que temos para essa semana…

 

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The Voice Season 4, The Knockouts

Maio 6, 2013

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A fase “The Knockouts” no The Voice é conhecida por se tratar exatamente do momento em que os participantes do programa se encontram naquele famoso tudo ou nada, prestes a avançar na competição ou experimentar o gosto suado e provavelmente recheado de perdigotos da lona daquele ringue. (EW! Mas é verdade)

E tudo se resolveu em dois míseros programas, que em dupla nos revelaram quem seriam os participantes dos times Adam + Shakira e depois Blake + UÓsher. Sem muitas surpresas e com um time bastante reduzido, com apenas 4 representantes em cada um deles, seguimos adiante com a competição que eu continuo insistindo que além de parecer estar sendo feitas as pressas (ainda mais contando com esse número reduzido de participantes), continua morna e quase que esfriando, onde nem o descontrole e o nível elevadíssimo de megabitch o UÓsher estão conseguindo salvar essa Season 4.

O Adam já começou a “The Knockouts” destruindo os nossos corações, tirando sem piedade (quer dizer, a gente até sentiu que ele ficou em dúvida) a excelente dupla Midas Whale da competição, apesar da performance do melhor dueto que já apareceu no programa ter merecido perder a batalhas (lamento dizer isso mas foi fraca). Digo “apesar” porque mesmo com esse detalhe infeliz da escolha de repertório para o momento (infeliz nesse caso, porque um dos atrativos dessa fase do programa sempre foi a escolha própria de cada um dos participantes) assim como a sua execução, por representar algo realmente novo no programa e também contando com toda a trajetória da dupla até esse ponto do The Voice, é claro que a gente preferia ver a dupla seguindo adiante do que mais uma cantora folk pop country que escolhe uma música da Avril Lavigne mais batida do que o Starbucks de baunilha & caramelo do Adam. Depois disso ele até que tentou se redimir escolhendo a cantora indie que ele roubou do Blake durante a fase anterior (Caroline Glaser), mas suas duas últimas batalhas da noite não poderiam ter sido mais óbvias. Óbvias porém justas, resultando em um #TeamAdam totalmente feminino a caminho das apresentações ao vivo de logo mais. Continuo achando um dos melhores times da temporada, com as vozes mais poderosas, mas super pé no chão e quase chato se não fosse por um ou dois nomes de quatro. (Amber Carrington/country cafona + Caroline Glaser/indie assustada  + Judith Hill/DIVONA + Sarah Simmons/Adele da floresta encantada)

Shakira também acabou sendo bem previsível em suas escolhas e talvez as grandes surpresas do seu time tenham ficado por conta das duplas que ela escolheu para cada uma de suas batalhas. Mas Shakira foi justa (como no caso Khris Thomas vs Mary Miranda), apesar de ter deixado transparecer o seu favoritismo escolhendo o Garrett Gardner ao invés da Tanya (e todo mundo sabe o quanto o The Voice tende a valorizar essas histórias de superação), apesar também de ter gostado bastante do que Shaks conseguiu fazer com a voz do Garrett, escondendo aqueles berros ásperos muitas vezes irritantes e que nesse caso soavam como um total exagero. Depois disso ela fez a sua batalha latina e acabou escolhendo aquela que tinha mais energia (Karina Iglesias) naquele momento, encerrando a noite com a batalha que completou a destruição do meu coração durante esse episódio, com as excelentes Sasha Allen e Shawna P., ambas fazendo muito por merecer, embora a performance da Shawna não ter sido muito boa, o que acabou lhe custando a última vaga do #TeamShakira, que dessa forma, acabou bem misto com 2 meninos e duas meninas, o que também acabou deixando o seu time bem equilibrado em termos de energia e carisma. (Khris Thomas/Ain’t No Whitney e falta carisma e ou vida +  Garrett Gardner/garoto pastilhas Valda + Karina Iglesias/Fuerza Bruta + Sasha Allen/DIVONA)

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No episódio seguinte, chegava a hora do Blake brincar com o nosso coração, tendo como primeira briga da noite a batalha Justin Bieber vs Miley Cyrus. Nessa hora, pela primeira vez tivemos a chance de ver uma apresentação completa do Justin Rivers (que cantou Miley… e como ele é a cara da Dave de Happy Endings, não?), que é realmente excelente e fez por merecer a sua vaga para as apresentações ao vivo, principalmente por aquela sua última nota que não acabava mais. Na sequência, o melhor da apresentação da segunda batalha do seu time ficou por conta de todos eles (os coaches) indo contra a opinião do UÓsher em relação a versão de “Sweet Dreams” do Luke Edgemon (que eu nem sabia, mas já participou de Glee como um dos Warblers). Sério, foi lindo e eu fiquei esperando o UÓsher levantar da sua cadeira em uma voadora giratória só. Mas ele se conteve. Pelo menos por enquanto (humpf). Mas nessa hora o Blake acabou fazendo algo que ele sempre faz, que é se comprometer com quem ele escolheu primeiro, apesar daquela Holly Tucker ter uma voz que é um sonho (um sonho country, mas um sonho). Na última batalha da noite, apesar da dupla de irmãos onde o gordinho consegue ser mais metido do que o magrinho que poderia ser o magia do grupo (magia cafona, que fique bem claro), Grace Askew, que deixou todo mundo encantado durante as blind auditions, acabou perdendo pela escolha de repertório, que não foi nada boa para essa hora. De forma bem óbvia, como todo o seu time até aqui, o #TeamBlake acabou ficando com 4 artistas country, que apesar de ser a sua especialidade, deixou o seu time meio chatinho e com menos possibilidades. Mesmo assim, são quatro grandes vozes. Segmentadas, mas são. (Justin Rivers/ou Dave The Happy Endings + Holly Tucker/que é aquela que o carisma ainda precisa alcançar a voz+ Danielle Bradbery/A Princesa Disney da ediçãoThe Swon Brothers/os sertanejos universitários preguiça da vez na America antiga)

Discordando com as opiniões alheia a todo momento, implicando com os comentários dos outros times, UÓsher continuou sendo aquela megabitch que nos foi apresentada durante a fase anterior do programa. Como já disse anteriormente, talvez por isso as performances do seu time tenham sido todas bem mais chatinhas e “controladas” como bem lembrou o Blake em determinado momento do episódio. Mas ele mostrou que está atento não só com as vozes, mas sim com as apresentações, com o nível de carisma e também com o apelo de cada candidato (algo que pode ser bem importante para a nova fase do programa, que depende da votação do público), com certeza. Por isso a escolha do Josiah Hawley não foi nenhuma surpresa, assim como a da Michelle Chamuell (amei o Blake dizendo que parecia que alguém tinha dito que ela havia acabado de ganhar na loteria antes de entrar no palco e ele já tinha comprado tanto a ideia, que já estava pensando até no que eles iriam comprar juntos, rs), que com um carisma gigantesco acabou levando a melhor contra a sua oponente ex modelo dona de uma atitude esnobe, Audrey Karrasch (que não deveria ter passado nem das blind auditions) e que foi responsável por uma das maiores vergonhas do programa até agora, com a sua voz que quase sumiu durante a apresentação de “How To Love” (que eu confesso que AMO!), com o Blake não se contendo e olhando na mesma hora para a cara do UÓsher, que com suas narinas mega abertas (que nós já aprendemos que é um sinal de que ele não está gostando de alguma coisa) demonstrava claramente todo o seu constrangimento naquele momento. E a maior surpresa do seu time ficou pela derrota do Ryan Innes (entre os homens, ele era o meu preferido), que cantou “I Dont Want To Be” (que a gente AMA da abertura de One Tree Hill), mas que foi completamente meio assim e acabou lhe custando a sua vaga que já era dada como certa por todos, que acabou ficando com a Cáthia (ZzZZZ), que naquele momento e só naquele momento, foi bem superior. Dessa forma, o #TeamUÓsher acabou sendo o grupo realmente mais diversificado de todos eles. Não são os melhores em cada uma de suas categorias, mas mesmo assim, surpresas podem acontecer. (Josiah Hawley/Höy! + Michelle Chamuell/aquela que se perder pode ser contratada como elenco de TBBT + Vedo/Ou Ne-yo + Cáthia/CáthiazZZZ

E assim encerramos mais uma fase dessa quarta temporada do The Voice e essa semana, quando começam as apresentações ao vivo, teremos não dois mas três episódios dessa delícia. Será que vamos resistir? …

 

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The Voice Season 4, blind auditions

Abril 15, 2013

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Prometi para mim mesmo que esse era um dos monstros que eu ainda não estaria pronto para criar aqui na mitologia do Guilt, mas cá estou eu, prestes a iniciar um novo feito.

Sim, além de tudo que eu assisto de séries de TV (que todo mundo sabe que não são poucas), eu também assisto realitys, que é um assunto novo aqui no Guilt, mas que eu resolvi comentar dessa vez (ou pelo menos tentar, não me pressionem). Dente eles, o meu preferido desses de competição é disparado o The Voice (US), que até pode ser uma competição como os outros mas que não tem aquele clima de jurados “mean girls” arrogantes, tentando humilhar os competidores ou gente com pouco talento que só quer aparecer na TV, nem que para isso tenha que se sujeitar a ser material para a arte do insulto (que alguns fazem porcamente) desses mesmos jurados. Mas vamos comentar tudo sobre a Season 4 do The Voice de forma bem leve, com pouco serviço e apenas soltando o que a gente pensa enquanto assiste a essa delícia semanalmente. (ainda mais agora que andam dizendo que realmente não vai ter mais The Glee Project. Humpf!)

E começamos essa nova temporada do The Voice com grandes novidades, com a Shakira e o Usher ocupando os respectivos lugares da Christina Aguilera e do Cee Lo (de quem eu morro de saudades), que deixaram o programa por essa temporada (disseram que seria apenas por essa temporada, mas eu não sei não viu? A Aguilera nem em turnê está…) para se dedicarem a outros projetos. Assim, ambos os novatos chegaram calmamente e aos poucos foram deixando aparecer a que vieram, sendo recebidos obviamente como meros calouros pelos já veteranos Blake e Adam, minha verdadeiras #CRUSHES dentro do programa desde sempre EVA and EVA.

Adam continua sendo o meu “abraçador” preferido, sempre com seus jeans super apertados (nos revelando coisas nessa temporada, vide o momento em que ele subiu “entusiasmado” em sua cadeira para aplaudir umas das candidatas de pé), tees podrinhas e cheias de buracos que segundo seu oponente na vida (Blake) custam mais de $600, seus longos braços tatuados e a voz de menino adolescente  resultado da mutação com um gato do Instituto X, ainda enfrentando a barra da adolescência e suas variações de voz (falando com voz fininha no final dessa line). Blake também, um forte concorrente na posição de “grande abraçador”, com sotaque de personagem de Bon Temps em True Blood e seus três metros e meio de altura, sempre pronto para fazer um comentário divertidíssimo a respeito de qualquer coisa, ou imitar de forma porca e ridícula o cabelo de um participante qualquer (qualquer não porque esse era bem do magia, Josiah Hawley. Höy!), além de de vez em quando deixar transparecer nitidamente que a sua rivalidade com o Adam nada mais é do que uma história de amor ainda não correspondido da forma como ambos gostariam (ele tentando beijar o Adam um dia desses foi ótimo e uma prova disso, rs).

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Até a temporada anterior eu AMAVA os dois igualmente, mas agora tenho que reconhecer que o Adam vem ganhando uns pontos negativos nessa disputa devido aos seus comentários para cima da Shakira, sempre dando aquela carteirada de que ele é americano e ela não (só eu acho que ele “pinky swear” amizade eterma para a Aguilera?). Uma bobagem que não está pegando nada bem para ele mesmo e se isso fosse realmente importante para a mitologia de um programa como o The Voice no mundo todo, o Will AM/PM não estaria como coach do The Voice UK ou o Joel Madden (que vai ajudar a Shakira nessa próxima fase do progama) também não estaria fazendo o The Voice Australia. Shame on you, Adummy, #SHAMEONYOU

Shakira chegou com vontade, embora muitas vezes pareça que ela não domina a língua perfeitamente para conseguir encontrar o discurso certo na hora de tentar conquistar os membros para o seu time. Nunca fui fã da sua voz (que eu na verdade detesto), mas sempre a achei uma querida e com o seu bom humor e simpatia, ela acabou se destacando bastante nessa primeira fase do The Voice. Apesar disso, fica nítido que em algumas horas ela se desespera, atravessando o que os demais jurados estão falando ou fica prestando uma atenção absurda em como eles se comportam, quase como se ela estivesse fazendo um estágio dentro do programa. Não sei não, mas não acredito que ela saia vencedora dessa temporada, ainda mais com o seu time que parece ser o mais fraco da vez, mas se tivesse tempo de ficar por mais uma temporada , talvez tivesse a chance de aprender mais com esse seu “estágio” e se tornasse uma vencedora no futuro. E só eu acho que o The Voice de vez em quando é bem tendencioso ou foi apenas coincidência que nessa temporada toda a comunidade latina resolveu aparecer no programa? (saíram os super diferentes que apareciam no programa basicamente para agradar o Cee Lo – e todos nós) Até um brasileiro resolveu aparecer e Shaks até se arriscou no português para se comunicar com o candidato, algo que o Adam reconheceu como umas das coisas mais sexys ever e pediu mais. Ou seja, se algum dia cruzarmos com ele em um beco escuro, nem precisamos gastar todo aquele inglês que dominamos no truque, rs.

Já o Usher, esse praticamente sumiu durante as blind auditions, passando totalmente ou quase despercebido (sério, em um dos episódios, ele nem parecia estar lá). Sempre com um discurso do tipo “político chato”, o músico sempre acaba falando o óbvio e tem os discursos mais preguiçosos e lames da temporada. E olha que eu nunca tive a menor antipatia por ele, hein? Seu time também não está dos melhores e para ele sobrou o que seria facilmente um time escolhido pela Aguilera por exemplo, que sempre teve o time mais magia, mais parecido com o que ela gosta de fazer ou cantar, mas nem sempre reunindo os mais talentosos da competição. Apesar disso, já deu para perceber que ele se aproximou bastante do Blake e as batalhas de dança entre os dois a essa altura já devem ter se tornado épicas. E só eu AMEI quando estavam o Usher e a Shakira conversando sozinhos sobre o fato de serem os novatos no programa (naquelas cenas que eles gravam de vez em quando) e o Blake se aproximou, se achando o mais experiente da turma, tentando intimidar os novos competidores e ao ouvir que o plano deles era vencer o Adam, se vendeu automaticamente para o lado dos newbies? Mas algo sempre me disse que o Usher ainda estava escondendo alguma coisa, algo que ficou bem claro durante o sneak peek da próxima etapa da competição.

Apesar de tudo isso, é bem fácil reconhecer que essa temporada está sendo mais fraca do que a anterior e isso não por conta das trocas de coaches ou qualquer coisa do tipo, porque eles bem que já conseguiram se acertar rapidamente, encontrando uma boa química juntos e sim porque até agora, poucos talentos chegaram a roubar completamente as nossas atenções durante essa Season 4. Me lembro do Terry McDermott, da Melanie Martinez, do Brian Keith ou da própria Cassadee Pope (vencedora da Season 3 do #TEAMBLAKE) durante suas audições da temporada anterior e sinto saudade daquela sensação ao ouvir suas vozes pela primeira vez. Nesse caso, tivemos apenas um ou outro que realmente chegou a empolgar, mas nada no nível de nenhum dos participantes mencionados. (fiquei pensando se eu não teria sentido isso apenas porque a Season 3 terminou tem praticamente apenas 4 meses e a memória ainda está bem recente…)

E alguns bons personagens para essa temporada acabaram inclusive sendo dispensados injustamente durante as audições, onde pelo menos uns quatro deles poderiam facilmente estar em qualquer um dos times (aquele candidato que o Carson era fã de longa data então… Carson que diga-se de passagem, está impossível na torcida com as famílias, rs). De qualquer forma, quem sabe eles não acabam nos surpreendendo nessa próxima fase dos battle rounds, como também aconteceu com o Nicholas David ou a Amanda Brown também durante a Season 3. Veremos…

Então, até agora, ficamos com os times divididos da seguinte forma: Blake tem meia dúzia de artistas country (amei a contry girl super cool de cabelo para o alto, tocando com apenas uma das mãos, Grace Askew), duas ou três wannabe Taylor Swift e algumas boas surpresas em outros estilos (Caroline Glaser, Jacqui Sandell) , que eu acho que ele deveria apostar cada vez mais ao invés de cair novamente nas armadilhas do seu próprio nicho (algo que ele até conseguiu fugir bem durante a temporada anterior e acabou levando). Usher tem um time bem parecido com ele, pop + R&B e bem jovem, mas mesmo assim com pouca força pelo menos a princípio, apesar de ter também algumas mais “indie” ou mais surpreendentes (Jess Kellner, Michelle Chamuel, Ryan Innes e a melhor de todas e última candidata a se apresentar, Jessica Childress) que também me pareceram bem boas.

Shaks ficou com o time aparentemente mais fraco, mas nele encontramos pelos menos dus grandes armas que podem acabar surpreendendo (Luke Edgemon é uma delas. Höy!) . Aquela mulher que cantava como a Janis (Shawna P.) era sensacional e tem tudo para ir adiante. Por último, o time do Adam me pareceu ser o mais forte dessa temporada, com opções bem variadas e as melhores vozes (Judith Hill, Sasha Allen, Midas Whale, Patrick Dodd, Sarah Simmons). Sem contar que ele conseguindo roubar um dos melhores artistas country da temporada para o seu time (Warren Stone) foi uma verdadeira realização pessoal para a sua eterna disputa de sempre com o Blake. Algo que eu acabei achando curioso foi que durante a Season 3, ao ouvir de uma das candidatas que “era melhor que eles realmente ganhassem a competição” de forma tranquila até, Adam fez a megabitch e achou que a pobre coitada foi arrogante naquele momento, lembrando o fato por pelo menos duas vezes durante o programa até a eliminação da mesma e agora, durante a atual Season 4, ao conseguir um candidato country que o Blake não quis e ao ouvir do mesmo algo do tipo “vamos arregaçar com ele” (para ser leve devido ao horário, rs), Adam covardemente não levou o comentário adiante, embora o tenha respondido ao pé do ouvido. Sei…

Encerrando as blind autitions dessa Season 4, ganhamos um sneak peek da próxima fase do The Voice, onde começam as batalhas de duplas escolhidas por cada um de seus coaches, sendo que eles ainda poderão roubar candidatos não escolhidos por seus mentores e nesse aperitivo, já deu para perceber que  o Usher acabou colocando o que talvez ele estivesse escondendo para forma (e talvez não tenha sido exatamente isso que vocês estão pensando, rs), repreendendo candidato que apareceu rindo durante os ensaios, dizendo que aquilo não era brincadeira e tudo mais, despertando a rivalidade entre outros candidatos do seu próprio time e agindo como se estivesse na guerra, literalmente e no exército (preguiça….). What a bitch. O que acadou dando a impressão que ele tem tudo para ser o vilão do programa. Vamos ver então até onde toda aquela sua politicagem consegue chegar…

E é isso, agora é oficial e comentaremos o The Voice por aqui também (algo que eu também faço sempre no Twitter enquanto assisto aos episódios, para desespero da maioria dos meus seguidores, claro, rs) e voltamos aqui para comentar cada uma das fases dessa Season 4 do The Voice assim que encerradas, combinado? (It’s a date)

#TEAMESSY

 

ps: e vamos parar de implicar com a Christina Milian que só aparece de vez em quando no The Voice e mesmo assim a gente acaba torcendo o nariz (mais por ansiedade do que por qualquer outra coisa), que as entrevistas dela para o site do programa são todas ótimas. Sério. 

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