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The (KGB) Americans

Fevereiro 15, 2013

theamericansfx

Surpreendente em todos os sentidos. TO-DOS.

Ao ler a sinopse de “The Americans” (de Joe Weisberg – Falling Skies – e Graham Yost – Justified – e baseada em uma ideia de Darryl Frank e Justin Falvey), que trazia uma dupla de agentes russos da KGB infiltrados como americanos comuns, vivendo como um casal feliz nos subúrbios da America antiga da década de 80 durante o período da temida Guerra Fria, acabei não conseguindo apostar muito na nova produção do FX, que trazia no elenco a dulpa Keri Russell, fazendo a sua volta da TV depois do fracasso de Running Wilde (que era sofrível e ela dividia com o Will Arnett, uma prova clara de que ele não anda fazendo as melhores escolhas para a sua vida) e desde Felicity (♥) e o Matthew Rhys, esse sempre excelente, mesmo com o final super decadente de Brothers & Sisters. Comecei a suspeitar que dificilmente algo bacana sairia dessa nova aposta, mas depois de assistir a esse piloto, me vi completamente enganado sobre as minhas primeiras impressões sobre a série.

Um piloto longo, com pouco mais de uma hora de duração, mas que ao mesmo tempo conseguiu utilizar muito bem o seu tempo gasto nos situando em relação a história. Aquela sequência inicial já foi bem da sensacional, com um nível bacana de ação e suspense, enquanto começávamos a entender sobre o que a série tratava. Felicity já enfrentando o seu primeiro drama capilar na nova série (tenho certeza que aquela cena da peruca, apesar de fazer perfeitamente parte da cena, foi sim uma provocação ao drama antigo da atriz, quando resolveram cortar os seus longos e volumosos cachos nos primórdios de Felicity e a America antiga entrou em crise) e Kevin Walker mandando ver no corpo a corpo, mostrando que agora que ele tem alguma descendência russa, não está mais para brincadeira ou longas conversas ao telefone com seus demais irmãos e irmãs fofoqueiros e antigos. (rs)

Mas OK, deixando o meu cinismo de lado, surpreendentemente é quase impossível relacionar qualquer um dos dois ao seus grandes trabalhos de destaque do passado. Keri Russell está excelente na pele da agente infiltrada da KGB, Elizabeth Jennings, vivendo o sonho americano que ela acreditava não pertencer até então (mas devido a uma revelação envolvendo os seus ideais do passado, ela já começa a dar sinais de que pode vir a se adaptar a sua nova realidade), com marido e filhos em uma grande casa do subúrbio típico americano. Uma personagem que já começa a revelar suas camadas logo no piloto, mostrando que toda aquela sua postura de badass, meio que sem paciência ou não querendo nenhum tipo de envolvimento com o seu parceiro no crime, tinha raízes mais profundas do que a gente poderia imaginar.

Além do seu passado traumático que nos foi revelado através de um estupro nos tempos do seu treinamento na década de 60 ainda na Russia antiga, Elizabeth teve uma excelente introdução enquanto personagem, mostrando que em serviço ou na vida real, ela também não está para brincadeira. Todas as suas sequência, envolvendo plots dramáticos ou cenas de ação foram sensacionais, ainda mais para um piloto tão bem amarrado, entregando a cabeça do seu estuprador do passado, que agora era a vítima da missão da vez da dupla de agentes e que estava aguardando uma finalização no porta malas do carro do casal, estacionado na garagem.

Matthew Rhys também está sensacional no papel do agente da KGB Phillip Jennings, esse um pouco até mais fácil de lembrar o que já vimos do ator recentemente na TV devido ao seu carisma absurdo e personagem menos “bitolado” do que a sua parceira. Apesar de dividir os mesmos ideais e raízes (apesar de que, parte do passado dele ainda não nos foi revelado, como por exemplo, quem era aquela mulher da foto que ele olhava antes de conhecer Elizabeth…), Phillip começa a enxergar no american way of life que ambos estão vivendo durante tanto tempo, uma possibilidade de escapar daquele vida dupla que pode acabar levando os dois para a prisão perpetua caso sejam descobertos em território inimigo e é possível perceber que ele não consegue achar o estilo de vida americano tão ruim assim para considerar como o seu próprio futuro dentro do país.

Tão profissional quanto a sua parceira, ele também aparece com pompa de badass em campo, em cenas de luta sensacionais do começo ao fim. O que foi a briga dele com o pedófilo da região que resolveu se engraçar com a sua filha (e nem precisava disso, porque eu já tinha certeza que ao ter percebido o perfil do cara, ele certamente acabaria tomando alguma providencia a respeito), com ele saindo vitorioso mas não sem antes se servir de um cachorro quente grelhado? Com a diferença de que pelo menos o seu personagem parece mais adaptável às circunstâncias, conseguindo se divertir mais e procura até um maior envolvimento com a sua parceira, com quem embora ele viva uma vida de aparências como casal, na prática, nada estava sendo como se esperava.

E foi linda a forma como ambos acabaram criando um vínculo maior, com a revelação de que aquele cara preso no porta malas do casal era um problema antigo da sua “mulher”, que ele nem pensou duas vezes antes de finalizar, apenas quando solicitado por ela, que precisava vencer aquela luta que ela tinha em débito com aquele cara horroroso desde muito tempo, provando que agora, ela podia muito mais que ele (uma vingança ótima por sinal). Um sequência incrivelmente sensacional, densa, profunda, super bem executada e tudo isso sem o menor exagero.

Sem contar que depois disso, percebendo o grande vínculo que havia sido despertado naquele momento entre eles, Elizabeth acabou cedendo ao encantos do parceiro/marido e por incrível que pareça, eles conseguiram fazer tudo isso de forma digna, em um cenário típico dos anos 80 e com Phil Collins tocando ao fundo. Dá para acreditar? (“In the Air Tonight” que eu não consigo parar de ouvir desde então)

Aliás, os 80’s realmente voltaram com força a TV com The Carrie Diarires e agora com The Americans, que também não fez feio (e olha que as referências da década são todas tão difíceis de não tornar caricata…), trazendo um cenário extremamente convincente e de muito bom gosto até, apesar da calça semi baggy da própria Felicity em uma das cenas em sua casa, rs (sorry, mas vez ou outra, eu vou te chamar de Felicity, Elizabeth, porque é assim que funciona a minha cabeça e não por qualquer semelhança entre as duas além da mesma atriz que as interpreta, é claro. Lide com isso). Outro tipo de cuidado que eu achei bem importante na produção foram as caracterizações quando em campo de batalha do casal, com ambos aparecendo com disfarces ótimos e perucas melhores ainda, coisa não muito fácil de se encontrar na TV. (vide as peruquinhas pavorosas do Arrow quando na ilha)

Além de ter nos aprofundado bastante até em relação a parte da história dos personagens principais e sobre o porque de tudo aquilo, optando mais por começar a justificar a postura de cada um deles naquele ponto da história do que qualquer outra coisa, ainda ganhamos um vizinho recém chegado aos subúrbios que promete dar alguma trabalho para o casal. Ele que para complicar ainda mais é do FBI e está envolvido em uma tarefa que levanta suspeitas sobre o fato dos russos estarem infiltrados nos USA como cidadãos comuns, ele ainda chega com a bagagem de já ter sido um agente duplo em campo nazista e já começa a desconfiar do comportamento inofensivo demais dos novos vizinhos. (aquele final foi aflitivo, mas teve uma conclusão ótima, com o Phillip estando a uma passo a frente de tudo. Brilhante.)

O piloto, apesar da sua longa duração (lembra do piloto de Fringe? Então… longo, porém excelente), tem um ritmo bem bacana que pode variar de acordo com as preferências pessoais de cada um, com um volume equilibrado entre a quantidade de plots e acontecimentos que acabamos encontrando no primeiro capítulo dessa história, que se seguir a mesma linha desse episódio piloto, tem tudo para ser uma das boas novidades da TV americana para esse ano. (e é muito legal encontrar a Felicity e o Kevin Walker falando russo na TV, vai?)

E de qualquer forma, ficamos felizes que ambos os atores tenham encontrando personagens excelentes para voltar a TV.

Veremos…

 

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E a lista dos vencedores do Emmy 2011, hein?

Setembro 19, 2011

Preparados para várias injustiças?

Melhor ator coadjuvante em série de comédia: Ty Burrel, por Modern Family

O único prêmio que Modern Family merecia vencer de todos os que levaram…Clap Clap Clap

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia: Julie Bowen, por Modern Family

Sério? Ela foi melhor que a Gloria então? NUNCA!

Melhor direção de série de comédia: Michael Spiller, por Modern Family

Melhor roteiro de série de comédia: Steve Levitan e Jeffrey Richman, por Modern Family

Melhor série de comédia: Modern Family

E agora podemos afirmar com propriedade que quem vota, não assiste tv. Humpf…

Melhor ator de série de comédia: Jim Parsons, por The Big Bang Theory

AMO o Sheldon, mas essa última temporada de TBBT foi bem meio assim. Blame Pryia, nome que me dá calafrios indianos.

E o climão de ter recebido o prêmio das mão do Charlie Sheen, hein?

 Melhor atriz de série de comédia: Melissa McCarthy, por Mike & Molly

??? Zzzz…Pra mim, ela ainda é a Sookie de Gilmore Girls. Ou a madrinha dyke daquele outro filme…

Melhor ator coadjuvante de série dramática: Peter Dinklage, por Game of Thrones

Só eu fiquei muito feliz? Mais do que merecido…

Clap Clap Clap!

Melhor atriz coadjuvante em série de drama: Margo Martindale, por Justified

Zzzz

Melhor atriz de série dramática: Julianna Marguiles, por The Good Wife

Não sei se é a minha implicância natural com ela, mas a Julianna Marguiles não me convence. 

Pra mim ela é realmente uma esposa boazinha demais e preguiça…

Melhor ator em série dramática: Kyle Chandler, por Friday Night Lights

Merecido vai? E alguém mais se lembra dele naquela série em que ele recebia o jornal do dia seguinte antes do tempo? AMAVA!

Clap Clap Clap Coach Taylor!

Melhor direção de série dramática: Martin Scorsese, por Boardwalk Empire

Alguém tinha alguma chance contra o Scorsese?

Melhor série dramática: Mad Men

Um prêmio que não dá para negar. A gente até torce para que as outras tenham alguma chance, mas fica difícil de superar. 

Melhor roteiro de série dramática: Friday Night Lights

Prêmio de consolação pelo final da série

Melhor atriz coadjuvante em minissérie, série ou filme de TV: Maggie Smith, por “Dowron Abbey”

Melhor ator em minissérie, série ou filme de TV: Barry Pepper, por “The Kennedys”

Melhor direção de minissérie, filme ou especial dramático: Brian Percival, por “Downtown Abbey”

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme de TV: Guy Pearce, por “Mildred Pierce”

Melhor atriz em minissérie ou filme para TV: Kate Winslet, por “Mildred Pierce”

Melhor roteiro de minissérie, filme ou especial dramático de TV: “Downton Abbey”

Melhor minissérie ou filme para TV: “Downtown Abbey”

Melhor reality show ou programa de competição: “The Amazing Race”

Melhor roteiro para programa de variedades, musical ou comédia: “The Daily Show”, com Jon Stewart

Melhor direção de programa de variedades, musical ou comédia: Don Roy King, por “Saturday Night Live”

Melhor programa de variedades, musical ou comédia: “The Daily Show”, com Jon Stewart

 

E se vc ainda esta revoltado, talvez o video de abertura da premiação possa te animar.

Destaque  para a participação deliciosa do elenco de Mad Men. Rolei!

E amanhã, o show do gongo no red carpet.

E os indicados ao Emmy 2011 são:

Julho 14, 2011

(esse ano com comentários de Essy Ewald Filho Wilker, rs, e com corações nos meus preferidos como sempre)

 

Melhor Série Dramática

 

Dexter

♥ Mad Men

The Good Wife

♥ Game of Thrones

Friday Night Light

Boardwalk Empire

Dexter deixou de ser legal já tem algum tempo. The Good Wife não deu pra mim. Acho possível que Friday Night Light leve, por ter sido a sua última temporada. Das novatas, ambas são muito bem feitas, mas eu me animei mais com GOT. Mas Mad Men é sempre excelente, então fico entre as duas…


Melhor Série de Comédia

 

Modern Family

♥ Parks & Recreation

The Office

♥ 30 Rock

Glee

Big Bang Theory

Novamente ignoraram Community completamente hein? Sério, essa gente não deve ver televisão…E outra que me fez rir como nunca nessa temporada foi Raising Hope, que também não aparece na lista., humpf! 30 Rock também voltou a boa forma, mas Parks And Recreation foi além, então meu voto vai em homenagem ao Li’l Sebastian, rs


Melhor Ator em Série Dramática

 

Hugh Laurie (House)

♥ Jon Hamm (Mad Men)

Michael C. Hall (Dexter)

♥ Kyle Chandler (Friday Night Lights)

♥ Steve Buscemi (Boardwalk Empire)

Timothy Olyphant (Justified)

 

Dizem que o Timothy Olyphant esta ótimo em Justified, série que eu pretendo começar a ver em breve. Jon Hamm tem a magia que encanta todas, mas estou achando que o coach Taylor esta merecendo esse prêmio pelo conjunto da obra hein? Mesmo com o Steve Buscemi (que levou o Golden Globe, fikdik) atropelando todo mundo em Boardwalk Empire.

 

Melhor Atriz em Série Dramática

 

Julianna Margulies (The Good Wife)

Mariska Hargitay (Law & Order: Special Victims Unit)

♥ Elizabeth Moss (Mad Men)

Kathe Bates (Harry’s Law)

Connie Britton (Friday Night Lights)

Mireille Enos (The Killing)

 

Difícil. Eu sempre acho que a Elizabeth Moss merece ganhar todos os prêmios nessa categoria, só pelo delicioso desconforto da sua personagem Peggy. E a Mireiille Enos, quando aprender pelo menos mais duas caras diferentes, a gente pensa no seu caso…

 

Melhor Ator em Série de comédia

 

Steve Carell (The Office)

♥ Alec Baldwin (30 Rock)

Jim Parsons (Big Bang Theory)

Matt LeBlanc, (Episodes)

♥ Louie CK (Louie)

Johnny Galecki (The Big Bang Theory)

 

De todos, o Alec Baldwin foi que me fez rir mais. Mas o Louie além de rir me fez pensar, então fiquei balançado, rs. Agora, alguém me explica o que é que o Matt LeBlanc esta fazendo nessa lista? O mesmo vale para o Johnny Galecki…

 

Melhor Atriz em Série de Comédia

Tina Fey (30 Rock)

♥ Amy Poehler (Parks and Recreation)

Melissa McCarthy (Mike & Molly)

Laura Linney, (The Big C)

♥ Martha Plimpton (Raising Hope)

 

Amo The Big C, mas eu acho que esta mais para uma dramédia (assim como a finada United States Of Tara, Nurse Jackie, Glee). Tina Fey escreve melhor do que atua, fato. Agora a Amy Poehler é sensacional, não? Meu voto é dela, mesmo com o coração partido pela Martha Plimpton que eu também amo! (ainda mais pq ela fez Os Goonies neam?)

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

♥ John Slattery (Mad Men)

Andre Braugher (Men of a Certain Age)

Alan Cumming (The Good Wife)

♥ Peter Dinklage (Game of Thrones)

Josh Charles (The Good Wife)

Walton Goggins (Justified)

 

John Slattery, foi o único que eu não precisei me esforçar para lembrar. Mas graças ao IMDB, descobri que o Peter Dinklage é ninguém menos do que o anão de Games Of Thones e ai, não tem para mais ninguém. Pode preparar a forma especial para o mini prêmio, rs

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

 

Margo Martindale (Justified)

♥ Michelle Forbes (The Killing)

Christine Baranski (The Good Wife)

♥ Christina Hendricks (Mad Men)

Archie Panjabi (The Good Wife)

Kelly Macdonald, (Boardwalk Empire)

Margo Martindale (Justified)

 

Eu tenho uma implicância enorme com a Michelle Forbes, mas tenho que reconhecer que ela foi excelente em The Killing.

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série de comédia

 

♥ Chris Colfer (Glee)

Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)

Jon Cryer (Two and A Half Men)

Eric Stonestreet (Modern Family)

♥ Ty Burrell (Modern Family)

Ed O’Neill, (Modern Family)

 

AMO o Kurt, mas acho que Glee exige muito mais do lado dramático dele do que do cômico por exemplo, e assim ele acaba prejudicado. Como todos os outros são de Modern Family e durante essa Season 2 eu já não dei mais tanta risada quanto na Season 1, whatever. Mas mesmo assim eu voto no Phill, que foi quem salvou a temporada ao lado do Luke e da Gloria. Mas não vou ficar surpreso se o outro de Two And A Half Men levar, só para eles terem mais um motivo para fazer piadinha batida com o Charlie Cheen…

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de comédia

 

Jane Lynch (Glee)

Kristen Wiig (Saturday Night Live)

Jane Krakowski (30 Rock)

Julie Bowen (Modern Family)

♥ Sofia Vergara (Modern Family)

♥ Betty White (Hot in Cleveland)

Kristen Wiig (Saturday Night Live)

 

Gloria! Gloria! Gloria! Ela merece vai? Se bem que, a Betty White além de ser um senhora foufa, me faz rolar de rir com a sua Hot In Cleveland. E agora?

 

Melhor Ator Convidado em Série de comédia

 

Idris Elba (The Big C)

Nathan Lane (Modern Family)

Zach Galifianakis (Saturday Night Live)

Justin Timberlake (Saturday Night Live)

Matt Damon (30 Rock)

Will Arnet (30 Rock)

 

Fico com o Will Arnet inimigo nº1 de Jack Donaghy. Mas eu morri de rir com o episódio no avião de 30 Rock, com a participação do Matt Damon também…

 

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

 

Bruce Dern (Big Love)

Beau Bridges (Brothers & Sisters)

♥ Michael J. Fox (The Good Wife)

Paul McCrane (Harry’s Law)

Jeremy Davies (Justified)

Robert Morse (Mad Men)

 

Estou achando que o Michael J. Fox leva essa hein? Mesmo com a torcida contra…

 

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia

 

Kristin Chenoweth (Glee)

Dot-Marie Jones (Glee)

Gwyneth Paltrow (Glee),

♥  Cloris Leachman (Raising Hope)

Tina Fey (Saturday Night Live)

♥ Elizabeth Banks (30 Rock)

 

Elizabeth Banks esta sensacional em 30 Rock, fatão! Mas e a avó de Raising Hope, hein?

 

Melhor reality show de competição

 

So You Think You Can Dance

Top Chef

The Amazing Race

American Idol

Dancing With the Stars

Project Runway

 

Preguiça…Mas ano que vem, meu voto vai para The Glee Project, meu novo vício!

 

Melhor minissérie ou filme para a TV

 

Cinema Verite

Downton Abbey

The Kennedys

Mildred Pierce

The Pillars Of The Earth

Too Big To Fail

 

Será que alguém consegue tirar essa dos Kennedy?

Bom, depois de nos decepcionar mais uma vez com a ignorada que as nossas preferidas sempre acabam levando em toda e qualquer premiação (Fringe, Community, It’s Always Sunny, Sons Of Anarchy) agora só nos resta esperar a premiação, que acontece no dia 18 de Setembro lá na america antiga e que dessa vez terá como hostess a deliciosa Sue Sylvester (Janie Lynch)


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