Posts Tagged ‘Justin Long’

Seria a Amanda Seyfried na indústria do cinema o equivalente a uma Taylor Swift para a indústria da música?

Setembro 2, 2013

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Porque segundo uma pesquisa da Forbes (mentira, apenas usamos a fonte para dar alguma credibilidade ao post. Beijo Forbes, sonhamos com o nosso nome em sua lista de ricah!), ambas são donas de uma lista quilométrica de ex namorados, com direito até a alguns nomes bem invejáveis para ambas as partes.

O que não é o caso do Justin Long, que pode até ser foufo, mas não neam?

Sem contar que a gente julga & torce o nariz para quem já dá confiança para o namorado carregar o cachorro nos primeiros encontros. De resto, tudo está liberado. TU-DO, porque somos livres. LIVRES! (#ESSYMANIFESTANTE)

#ALERTADSTALERTADST

 

 ♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A minha relação complicada com New Girl…

Maio 14, 2012

New Girl foi uma série que já começou me deixando na dúvida sobre o fato de gostar ou não da mesma. Comecei a assistí-la obviamente pela protagonista, a Zooey Deschanel, que é do tipo que dispensa maiores apresentações (Höy!). Porém, já logo de cara, comecei a perceber que para uma comédia, a atriz estava me parecendo um pouco deslocada e forçada demais em diversas ocasiões, o que me fazia entrar em conflito o tempo todo com o personagem e consequentemente com a série também, criando assim a minha relação complicada com New Girl por toda a sua primeira temporada.

Mas isso foi no começo de tudo, onde a gente estava apenas conhecendo os personagens e nos acostumando com suas personalidades, algo que para esse princípio, até que ainda seria perdoável. E com o tempo, todos eles se desenvolveram até que bem, definindo melhor a identidade de cada um, onde todos acabaram ganhando o seu próprio espaço, o que de certa forma nos dava um pouco mais de esperança de que as coisas ainda poderiam melhorar. Alguns mais, outros menos, alguns merecidamente e outros apenas por ter um maior apelo com a audiência ou serem os protagonistas (…). E apesar disso, a série ainda apresentava uma constante bastante irritante e impossível de ser ignorada: Jess.

Tudo bem que logo de cara, fomos apresentados a essa mesma Jess e o seu jeito sempre dois tons acima de viver a vida, o que seria até injusto dizer que a personagem piorou com o tempo ou que fomos enganados. Desde sempre, a Jess que nos foi apresentada foi exatamente aquela que nós tivemos até o final dessa primeira temporada da série. Desajeitada, um verdadeiro desastre socialmente, desconfortável o tempo todo e meio “infantil/inocente” demais para o meu gosto. Até acho a personagem aceitável e simpatizei com ela em determinados  momentos, mas ainda me sinto incomodado com a forma de fazer comédia da Zooey Deschanel, que eu lamento dizer mas que não me parece ser exatamente uma atriz de comédia (apesar de linda, hipster e boa em outros cenários como em “500 Days Of Summer” ou na sua banda, a She & Him). Não do tipo de atriz de comédia genuinamente engraçada, sabe?

Mas a personagem não é de todo ruim não e eu confesso que em alguns momentos, até cheguei a achá-la engraçada. Mas foram poucos, bem poucos esses momentos onde eu não me senti mais constrangido com a sua atuação, do que qualquer outra coisa. Talvez seja apenas uma impressão pessoal, talvez seja porque eu prefiro um tipo de humor mais natural, mas realmente dentre os 5 personagens da série (sendo o quinto elemento a Cece), ela foi quem mais me incomodou por todo esse tempo, do começo ao fim. E quando isso acontece logo com a protagonista, talvez não seja um bom sinal…

Jess até começou a funcionar melhor quando a colocaram descobrindo um certo interesse pelo Nick, revelando um dos momentos mais foufos da série até agora, naquele episódio onde ambos alinharam seus pés. Nesse momento, comecei a considerar que New Girl poderia até acabar acontecendo de vez para mim, se continuasse apostando nesse tipo foufurice. Mas foi realmente uma pena eles terem desistido desse plot precipitadamente, logo no começo da temporada, quando havíamos assistido apenas uns seis ou sete episódios, passando assim a acreditar que algo de melhor poderia sair desse possível casal. Humpf!

Depois disso surgiu uma nova esperança de melhora para a personagem, com a Jess ganhando um candidato a sua altura como namorado, interpretado surpreendentemente bem (euri) pelo ator Justin Long, que fazia uma espécie de Jess em sua versão masculina. Arrisco até em dizer que ele conseguiu ser melhor sucedido nessa interpretação do que a própria Zooey (Sorry Zooey! Suck it Zooey! rs). Só que mais uma vez eles desistiram de arrumar um par “fixo” para Jess e resolveram apostar mais nessa jornada da eterna procura pelo homem ideal, recebendo alguns novos candidatos a boy magia da moça no decorrer da temporada. Algo que a essa altura, depois de 24 episódios da sua Season 1, a presença de alguém para dividir a cena com ela me pareceu ser fundamental para que a mesma consiga se desenvolver de uma forma melhor. Jess é do tipo de personagem que não tem força sozinha e precisa mesmo de um par para que ela possa apoiar o seu nível de humor meio capenga. Só que, tornar esse posto algo com uma certa rotatividade, descartando logo de cara dois bons candidatos para ocupar esse posição, pode ter sido uma decisão bem arriscada para New Girl.

Ao mesmo tempo em que Jess ficou presa nesse humor menos interessante, ou até mesmo menos convincente, sobrou cada vez mais espaço para que os demais participantes roubassem a cena. Como foi o caso do Schmidt (Max Greenfield), que conseguiu pular do posto de total douchebag do começo da temporada, para o posto de um personagem adorável e divertidíssimo, dos que mais valeu a pena na série durante toda essa temporada. Ele que declaradamente foi um dos maiores motivos para eu ter resistido bravamente até esse final de temporada.

Mas fico sempre com a sensação de que o Shimidt poderia oferecer mais do que New Girl está preparada para receber, por isso sinto que ele merecia um spin-off, ou até mesmo ser vendido como personagem pronto para Happy Endings (rs,), onde eu fico imaginando que ele funcionaria perfeitamente bem (e ele até fez uma participação na série). Será que eles aceitam a troca de um Schmidt por uma Alex? (rs, será que com isso vamos lançar uma modalidade de intercâmbio de personagens?)

Assim, Schmidt acabou ganhando ainda mais espaço, principalmente quando passou a dividir uma relação bem improvável e mantida em segredo por um bom tempo com a Cece (Hannah Simone), a melhor amiga super model da Jess. Como casal, ambos funcionaram muito bem, nos rendendo ótimos momentos dentro dessa história, talvez até o melhores deles.

Nick (Jake M. Johnson) foi outro que a medida em que o tempo foi passando, foi ganhando cada vez mais espaço dentro de New Girl, funcionando um pouco com o “protagonista” masculino da série. Sempre achei que além de um homem meio depressivo e desacreditado, que desistiu dos seus sonhos e estava contente com a sua vidinha medíocre de agora, no fundo, eu sempre senti que o personagem tinha algum problema com alcoolismo, porque eu não me lembro dele não estar segurando uma garrafa de cerveja, em quase todas as suas cenas da temporada. Sério, fiquei bem feliz que a própria Jess tenha mencionado isso na season finale (#NICKNAREHABJÁ!). E esse perfil meio loser e meio rabugento, parece ser mesmo o grande sucesso da vez na TV, talvez por se aproximar mais da realidade de cada um de nós, que nem sempre é mega feliz ou super bem realizada.

Apesar do seu começo adorável, Nick foi sendo exigido cada vez mais dentro da série a medida que ganhava mais espaço e em um determinado momento, eu cheguei  a pensar que ele teria recebido o encosto da Jess. Isso porque do meio do nada, o personagem começou a ficar super exagerado, forçado demais, sempre fazendo a mesma careta ou gritando por um motivo qualquer e banal. Preferia quando ele era apenas um cara meio depressivo, desconfortável e tímido, sem grandes exageros, apenas foufo. Mas mesmo com toda essa mudança repentina do personagem, ele conseguiu garantir alguns bons momentos, permanecendo mais aceitável do que a própria Jess.

Já o Winston (Lamorne Morris), esse eu ainda não consegui entender qual a sua função dentro de New Girl até agora, sinceramente. Coadjuvante do coadjuvante do coadjuvante, ele permaneceu na sombra dos demais personagens e conseguiu garantir apenas três ou quatro bons momentos de destaque durante toda essa temporada de 24 episódios. E o pior é que todos eles foram bons (como naquele episódio com os sinos), ou seja, acho até que ele poderia ter sido melhor aproveitado.

Um problema que eu consigo enxergar facilmente na série, além das visíveis falhas em alguns dos seus personagens, são os seus próprios plots. Tudo que foi relacionado ao cotidiano dos quatro dentro daquele apartamento e como grupo, foi bem bacana, assim como os problemas pessoais de cada um quando os demais precisaram se envolver na resolução dessas histórias. Todos os momentos dessa temporada que foram divididos dessa forma, funcionaram bem para a proposta de comédia da série, assim como as suas resoluções super foufas, com os amigos se ajudando ou simplesmente estando disponíveis uns para os outros. Assim, o grupo em si conseguiu até que funcionar bem, mas apenas para essas situações específicas. O problema é realmente quando eles estão separados, onde fica evidente as falhas e o nível da graça de cada um.

Juro que eu até me esforcei um pouco mais para continuar gostando da série (como eu cheguei a gostar lá pelo episódio 5 e inclusive cheguei a declarar aqui no Guilt), mas depois desse season finale, eu cheguei a conclusão de que a minha relação com New Girl talvez realmente deva terminar por aqui. Fiquei tão, mas TÃO constrangido com aquela cena da Zooey Deschanel enfrentando um coyote de quatro, imitando o próprio durante o episódio que encerrou a temporada, que eu não consegui recuperar qualquer sentimento positivo que eu tenha tido com a série desde o seu começo, tão pouco qualquer tipo de respeito. Sério, o que foi aquilo, minha gente?

Nessas horas, eu tenho cada vez mais certeza de que jamais eu poderia ser ator, porque o meu senso crítico não me permitiria fazer certas coisas.

Para expressar o nível da minha decepção com aquele season finale pavoroso, eu cheguei a torcer que o coyote estivesse bem faminto naquele noite e assim resolvesse de vez o problema da Jess dentro dessa proposta de comédia. NHOC!

Quem sabe assim a série não voltaria totalmente renovada para a sua Season 2, com o título de “New Boy”, com o Schmidt no posto de protagonista? #SONHO!

Por esse motivo, mesmo com o coração apertado por possivelmente acabar abandonando o adorável Schmidt nessa situação, sinto em dizer que talvez eu relamente não volte mais a assistir New Girl (ainda mais contando com o excelente nível de comédias que nós conseguimos encontrar na TV hoje em dia, com concorrentes como Community, Modern Family, 30 Rock, Parks And Recreation e até mesmo Happy Endings, por exemplo). A não ser que ela fique realmente bem boa (e já aviso que nesse caso, o esforço terá que ser bem grande) e algum leitor consiga me convencer desse fato. Caso contrário, terminamos por aqui a nossa relação complicada, Zooey. Uma beija!

Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs

Da série casais que o Guilt ama

Fevereiro 2, 2010

Drew Barrymore ♥ Justin Long


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