Posts Tagged ‘Karen Gillan’

Guardians of the Galaxy, o trailer

Fevereiro 19, 2014

Deliciosamente delicIoso o trailer de “Guardians of the Galaxy”, que além de super bem humorado, ainda tem o Chris Pratt exibindo o seu novo shape e fazendo por merecer o nosso Höy, mas tem também as magias do Lee Pace e o Bradley Cooper (na voz do Rocket Raccoon), que são sempre uma visão e a Karen Gillan praticamente irreconhecível.

Ansiosos? Chega dia 01/08. #ITSADATE

 

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The Time Of The Doctor – a inevitável hora da despedida do nosso 11th Doctor

Janeiro 6, 2014

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Desde sempre, tive consciência de que cedo ou tarde, esse momento chegaria. Aliás, ao me ver completamente apaixonado por Doctor Who desde o seu primeiro episódio (dele e o meu, 5×01 “The Eleventh Hour”), venho dizendo não estar preparado para esse momento que a própria mitologia da série já anunciava como certo. Até que ganhamos à notícia de que esse ano, o Natal tinha tudo para ser mais triste, com o anuncio da regeneração do 11th Doctor, o meu Doutor, Matt Smith, que deixaria o personagem logo após o especial de 50 anos da série, também comemorado recentemente (e lindamente) e isso aconteceria exatamente no já tradicional especial de Natal.

Despedidas são sempre muito tristes, ainda mais de quem ou do que a gente gosta. Logo, sentimos aquele nó na garganta que custa a passar, um frio no coração que parece não ter fim e uma tristeza infinita se confunde na maioria das vezes com lágrimas. Tudo bem que esse sou eu, um ser de alma dramática nível avançado falando (aliás, lendo esse pequeno paragrafo acima me dei conta do meu potencial para escrever novelas mexicanas e ou dramalhões gregos), mas ainda assim, acredito que despedidas nessas condições devam ter um gosto semelhante para todo mundo. E apesar de ter sido anunciado, do episódio em si ter nos trazido aquele gostinho esperado de Natal e de o mesmo ter parecido muito mais uma grande homenagem (e foi) ao adorável 11º Doutor que ganhou vida através do Matt Smith, a todo instante, pelo decorrer do pouco mais de uma hora de sua duração, parecia que a pergunta que ecoava a todo instante (Doctor Who?)  nada mais era do que uma constatação, a de que a qualquer momento dentro daquele período do tempo e espaço, o 11th Doctor teria o seu fim.

Até que ele de fato aconteceu, em uma sequência memorável mas completamente diferente da despedida do 10th Doctor(que também foi memorável, mas de uma forma completamente diferente e também muito especial por outros motivos, como já reconheci aqui), que certamente foi o suficiente para deixar esse Natal com um gostinho entre um misto de azedume e muito mais amargo. Mas antes disso, a despedida começou extremamente doce, com um Doutor falando sozinho, ou melhor, carregando a cabeça de um Cybermen como uma espécie de seu novo co-piloto a bordo da TARDIS (que eu finalmente consegui adquirir recentemente e fiquei feito criança quando o meu pacote finalmente chegou – e chegou na mesma semana do “The Day Of The Doctor” – . E olha que ela é minúscula, mas dizem que é muito maior por dentro, rs), seguindo em direção a casa da Clara para bancar o papel de seu namorado (sério, leiam esse post do BuzzFeed dizendo o porque que o Doutor seria o pior namorado do mundo), fazendo uma adorável visita a sua família, visita essa que havia começado com um Doutor pelado. E sim, eu disse pelado. #TEMCOMONAOAMAR?

Dividindo momentos deliciosos com sua companion da vez, ficou difícil aceitar que aquela notável química entre os dois tinha apenas mais alguns minutos de duração, uma vez que a sua regeneração se aproximava, mas mesmo assim, ambos conseguiram nos divertir com piadas ótimas e várias referencias a série, quase que em um tentativa de nos fazer esquecer o momento de pura tristeza que ainda estávamos a caminho de presenciar. Nessa hora, foi bacana com o típico humor inglês acabou ganhando ainda mais espaço em Doctor Who, com a inesperada (porém já conhecida de todos os fãs da série) assumida do próprio Doutor sobre o fato dele estar usando peruca (algo que ficou notável ao longo do episódio), com espaço para piadas sobre suas orelhas que mais pareciam duas nadadeiras ganhando como resposta um sorriso com cara de maluco de um dos mais adoráveis doutores de todos os tempos. (outro fato inegável)

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Como plot para o especial da vez, ganhamos uma fábula um tanto quanto diferente dos últimos episódios de Natal protagonizados pelo próprio Matt Smith (que tinham aquela clássica linguagem de fábulas, sabe?),  com amarrações importantes em relação ao que vimos no próprio especial de 50 anos da série, que foi quando eles de certa forma, aproveitaram para reescrever uma parte importante dessa história tão querida e de forma bem simples e coerente (na medida do possível e quando eles acharam que não havia ficado bem claro, aproveitaram o momento para fazer piada sobre o assunto), tudo isso acabou ficando bem compreensível ao longo do episódio, mesmo com alguns (me incluindo nesse momento) ainda torcendo o nariz para a “nova contagem” dos doutores.

Ameaçado pelo ressurgimento de Gallifrey (que ainda não apareceu, mas havia voltado para assombrar o Doutor naquela mesma rachadura no Universo que encontramos no primeiro episódio da Season 5), ganhamos um episódio de despedida que na verdade foi uma grande e merecida homenagem a toda a trajetória do 11th Doctor e do próprio Matt Smith, repleto de referências importantes à sua mitologia do começo ao fim. Daleks, Cybermens, Weeping Angels, Silence (achei importante eles reaparecerem nesse final de trajetória do Doutor, porque a história do vilão da vez  – daquela vez – não havia sido explicada completamente, não é mesmo?), entre outras criaturas, todos estiveram presentes nessa despedida, demonstrando claramente a importância do trabalho do Matt Smith a frente do personagem durante esse últimos anos, principalmente ultimamente contando com toda a popularidade da série pelo mundo. Um claro reconhecimento ao seu trabalho e carisma, sem a menor dúvida. Clap Clap Clap!

O bacana foi que além dessas referências e elementos todos que estiveram presentes no episódio, ele foi completamente construído para o tipo de Doutor que foi o 11th, doce, meio goofy, apatralhado, muitas vezes infantil até (de uma forma bacana), que foram detalhes que acabaram deixando essa despedida mais doce e muito mais leve até. Dedicando sua vida a salvar uma cidade chamada Christmas (que para o seu assombro ainda ficava em Trenzalore, que descobrimos recentemente que é onde fica o seu túmulo), observamos o Doutor abdicando mais uma vez de suas vontades e desejos para tentar salvar alguma coisa e obviamente para que isso de fato acontecesse, ele teria que acabar decepcionando alguém, como ele fez com a Clara, mentindo para a mesma por duas vezes ao longo do episódio (fiquei morrendo de pena dela voltando para casa com aquele peru cru e ainda tendo que explicar o sumiço do “namorado para a família”. Imaginem que drama? rs), relembrando algo que a própria River Song (que fez falta nesse momento) já havia nos alertado anteriormente, quando nos disse que o Doutor sempre mente. Ou seja, confirmou!

Ao optar por ajudar aquela cidade, que estava ameaçada por uma guerra que poderia vir a acontecer uma vez que Gallifrey surgisse novamente (e para isso contamos com um outro plot “religioso” sensacional dentro da série), tivemos a oportunidade (mais uma vez, porque de outra forma, isso já havia acontecido com o Doutor do David Tennant) de poder ver um Doutor envelhecido, finalmente demonstrando os sinais do tempo, que para ele sempre pareceu que não surtia muito efeito. Quase que assumindo o posto de “bom velhinho”, meio Geppetto e ainda se mantendo com o Xerife da cidade (relembrando seu velhos tempos na america antiga, talvez), ganhamos um adorável Matt Smith de cabeça branca, bengala, evidenciando os 300 anos que ele havia permanecido naquele lugar, longe de todos, inclusive de sua TARDIS e consequentemente, companion (achei engraçado que ele não ficou amargo dessa vez, passando tanto tempo longe de uma companion, mas talvez isso não tenha acontecido porque companhia não lhe faltava naquele lugar). Ainda falando desse novo cenário, ficou impossível também não relacionar o personagem de Barnable, aquele garotinho que ficou tomando conta da TARDIS durante o mesmo com o Rory e seus tempos antigos de centurião, esperando por sua Amy Pond do lado de fora da Caixa Pandórica. (eu pelo menos fiz essa conexão na mesma hora, ainda mais ao notar todo o ruivismo do ator. Mas talvez esse seja o meu coração saudosista falando mais alto nesse momento…)

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É claro que como esse seria mais um conto de Natal para a série, tudo seria resolvido e haveria de sobrar algum tempo para a parte mais importante dele, que seria exatamente a despedida do Doutor, mas dessa vez, os caminhos foram outros e eles decidiram aproveitar a resolução final do episódio para já provocar o começo da regeneração do (meu) Doutor, algo que ao encontrá-lo de cabeça branca e bem diferente de quando nos encontramos pela primeira vez, ao meu ver, se tivesse de fato acontecido naquele momento, teria sido totalmente injusto com o Matt Smith, por diversos motivos, apesar de tê-lo dançando de bengala no telhado também tenha se tornado um momento inesquecível para o seu icônico Doutor.

Me lembro de já estar completamente rendido as lágrimas já lá pelos 30 minutos do episódio e cada referência (tipo “Don’t Blink” ou a “dança da girafa bêbada” – a mesma do casamento dos Pons -, ou quando ele ficou gritando com as crianças “Cool is not cool!”, rs) e ou cada aparição de um ícone importante da mitologia desse que é o meu Doutor assumidamente preferido, mesmo antes de ter conhecidos os anteriores, já era motivo para me deixar completamente emocionado. Mas nada poderia se comparar com a sequência final do episódio, que diferente ao que aconteceu com o 10th Doctor (que tem uma sequência final lindíssima e recheada de momentos importantíssimos), foi muito mais simples e pontual, mas nem por isso foi menos especial. Mas não foi mesmo. Aliás, vale ressaltar o quanto o roteiro do episódio fez questão de ressaltar a importância do 11º Doutor, dizendo que naquele momento (em um link com a história do próprio episódio), aquele homem havia se tornado lenda e a essa altura era amado por todos, algo que de certa forma, não deixa de ser verdade, não é mesmo?

Apesar da regeneração já ter começado no alto daquele lugar, ao entrar na TARDIS e encontrar peças de suas roupas espalhadas por todos os lados além de alguns icones do seu surgimento como 11th Doutor, juntos com a Clara nos desesperamos ao imaginar que a qualquer momento poderíamos dar de cara com um novo Doutor, mas com uma sequência dos pés a cabeça, nos encontramos aliviados ao ainda nos depararmos com o nosso 11th novamente, lindo com o seu cabelo invejável (mesmo sendo peruca), se preparando para seus últimos momentos como “o seu próprio Doutor”.

Uma despedia para despedaçar qualquer coração por cada palavra dita pelo ator Matt Smith, que naquela hora já não dizia mais nada como o 11th e sim como ele mesmo, dizendo que nunca iria conseguir se esquecer do tempo em que foi o Doutor, tornando ainda mais difícil essa já tão sofrida despedida. Nessa hora ele até ganhou uma olhada direto para a câmera, como se estivesse falando diretamente com cada um de nós, se despedindo lindamente desse personagem que ele conseguiu desenvolver tão bem (personagem que sempre foi o maior trunfo da série), ele que certamente encontrou dificuldades ao substituir o não menos carismático 10th Doctor do David Tennat e que naquele momento, junto com a sua bow tie, deixava um de seus dois corações dentro daquela TARDIS. Sério, essa sequência, por mais simples que tenha sido do que o 10º Doutor do David Tennant se despedindo de todos aqueles que foram importantes durante a sua jornada enquanto o personagem, foi de uma sinceridade absurda, do tipo que sendo fã da série e sobretudo do 11th Doctor, ficou bem díficil conter as lágrimas.

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Ainda em seus últimos momentos na pele do Doutor, ganhamos uma participação super foufa da pequena Amy Pond (interpretada por outra atriz, por motivos óbvios do passar do anos para uma criança) correndo por dentro da TARDIS, a primeira (e mais importante) pessoa que aquele Doutor havia encontrado em sua trajetória. Nessa hora, era impossível não lamentar a ausência da própria Amy Pond, que deveria estar presente em um momento tão importante como esse. Até que, nos minutos finais do episódio, uma câmera mudou de posição e uma mão foi vista descendo as escadarias da TARDIS e nesse momento, ganhamos o que talvez tenha sido o maior carinho para os fãs da série, especialmente para os fãs do 11th Doctor, com a Amy Pond entrando em cena para se despedir do seu maltrapilho, dividindo um carinho no rosto de uma doçura sem tamanho, libertando o nosso 11th Doctor para finalmente aceitar a sua regeneração, sem se arrastar muito mais depois desse momento importantíssimo para ambos, onde rapidamente acabamos surpreendidos pelo 12th Doctor, Peter Capaldi, assumindo definitivamente o posto do novo Doutor (ele que já havia aparecido apenas com seus grandes olhos durante o especial de 50 anos da série) e ainda em fase de adaptação ao seus novos rins, rs.

Juro que antes disso, depois da aparição surpresa (mas que a gente já esperava, é claro) da Amy Pond no episódio, meu player ficou preso nos minutos finais do mesmo, com o Matt Smith ainda repetindo ininterruptamente suas últimas palavras, algo que eu acabei aceitando com uma interferência cósmica do meu assumido desejo de que ele continuasse no papel do meu Doutor preferido. Sério, isso aconteceu de verdade, eu juro. (♥ + ♥)

Após enxugar as lágrimas e tentar me recompor desse momento que eu confesso que foi dificílimo na minha longa relação com séries de TV e seus personagens, ao relembrar os momentos desse especial de Natal com gosto amargo de despedida, antes de escrever essa review, foi impossível não reconhecer que apesar de extremamente dolorosa, essa despedida do Doutor do Matt Smith não poderia ter sido diferente, em nenhum aspecto. Algumas pessoas acharam o episódio complicado de se acompanhar e outras podem ter achado essa despedia menor ao que vimos da regeneração anterior, mas a verdade é que ela provavelmente tenha sido escrita como uma grande homenagem ao 11th Doctor e pensando por esse lado, não tem como não reconhecer que eles conseguiram atingir em cheio esse objetivo.

E se você achou pouco o que assistimos no Natal desse ano, a BBC liberou esse vídeo aqui, que tem os bastidores dessa despedida e é humanamente impossível não acabar se emocionando novamente, principalmente ao presenciar a reação do ator Matt Smith lendo suas últimas palavras durante a leitura do script do episódio de Natal, se confundindo exatamente com a mesma emoção que encontramos na voz e no olhar do ator durante a cena em si, algo que apesar de triste, nos deixa completamente satisfeitos por uma papel de tamanha grandeza ter caído nas mãos de um homem que parece ser tão adorável e absolutamente carismático com o seu personagem.

Do 11th Doutor nos despedimos com lágrimas e já sustentando o peso de uma saudade absurda, repetindo um feito que eu já reconheci que também aconteceu comigo quando experimentei a despedida do David Tennant e até mesmo do Christopher Eccleston (esse segundo menos, porque também passamos menos tempo em sua companhia) com seus respectivos Doutores, mas dessa vez foi realmente muito mais especial, algo que eu preciso reconhecer em nome do meu Doutor preferido entre todos eles. E para o 12th Doutor, boa sorte! Nos encontramos em breve. E para o meu Doutor, obrigado!

Geronimo!

 

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13 fundamentos que descobrimos e ou confirmamos durante a Comic Con 2013

Julho 31, 2013

1 – O Tom Hiddleston além de magia confirmada, é muito mais legal do que a gente imaginava 

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E ele ter ido de Loki e sustentado o personagem até o fim durante o painel do novo Thor na Comic Con 2013 foi sensacional. Höy!

 

2 – Confirmou. O Andrew Garfield só pode ser um foufo mesmo #PLIM

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E não é de hoje que a gente vem falando aqui no Guilt que boy para ser magia de verdade tem que ser bem humorado. Deu sorte, Emma Stone. Mantenha.

 

3 – Tem alguém mais bem acompanhado de Aarons  na vida do que o Senhor Bryan Cranston?

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Não, não tem. Será que ele tem alguma superstição envolvendo o nome, TOC ou seria ação do destino mesmo?

E desde quando o Aaron Johnson ficou desse tamanho todo, hein? (Höy!)

 

4 – Confirmou! O Rodrigo Santoro virou um bobble head

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E sim, essa perda nacional foi sentida, mas isso só durou até a gente bater o olho para a direita e dar de cara com o australiano da magia também confirmada do Sullivan Stapleton, que nem estava no seu melhor angulo, mas ainda assim, Höy!

Já viram Strike Back? Recomendo como soft porn, rs (mentira e recomendo não só por isso, rs, porque a série até que é bem boa, apesar de não ser do meu tipo preferido)

 

5 – Confirmou! Fox Mulder e Dana Scully ainda se odeiam, mas se amam

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E que delícia reencontrar com esses dois de amigos, não?

Mas temos que admitir que o tempo foi bem generoso com ela e ele conseguiu se manter até que dignamente (hoje, estou no mode bondade). Höy!

ps: nunca toquem a música de abertura de The X-Files perto de mim. Obrigado. (#MEDO&PAVOR)

 

6 –  E quem é que consegue olhar para o Lee Pace e não imaginá-lo automaticamente em sua cozinha, fazendo tortas com variedades de recheios e muito bem recheadas, huh?

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Ninguém ou alguém com muito autocontrole e ou interesses diversos variados e bem diferentes dos nossos, porque do contrário, não há quem não imagine exatamente isso toda vez. Sério. Höy!

E essa carinha faz até a gente esquecer que ele fez “Marmaduke” (uma torta daquelas e a gente promete que esquece para sempre essa parte do seu CV, Lee). #CREDINCRUZ

Lee Pace que estará em uma nova série do AMC, oitentista (confirmou!), sobre nerds (mas não esse tipo de nerds que você pode estar pensando), conspirações e computadores chamada  Halt & Catch Fire. Veremos…

 

7 –  Sério, alguém conhece a receita dessa dieta do Chris Pratt?

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Além da fome que é certa, alguém sabe o que mais é preciso enfrentar para emagrecer o peso do seu gêmeo siames? Porque a vida com opções de massas, doces, frituras e chocolates está difícil para todo mundo.

Mas não é de hoje que o Chris Pratt é magia e ele só redescobriu o seu feitiço depois de perder o seu dobro ao quadrado. Höy!

 

8 – Estamos achando que a fraqueza do novo Superman não é mais a Kriptonita e sim a coxinha

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Porque o nível de coxismo de seus outfits está ficando pesado para qualquer tipo de herói, não?

Por isso recomendamos um novo stylist com urgência!

 

9 –  Da série casais na Comic Con que nós amamos:

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Richard Madden e Jenna-Louise Coleman, que já eram lindos separados e juntos então, eles completam aquela visão. (♥)

 

10 – Magneto²

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E que encontro sensacional esse da dupla de Magnetos com o Ian McKellen e o Michael Fassbender, não?

Agora, imaginem o seguinte com a imagem a seguir:

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Esses dois brações ruivos (agora enormes, não?) do Fassy te abraçando nessas madrugas gélidas de ultimamente de editor que chega do trabalho em casa as 4h00 da manhã. (#DESABAFANDO)

Sem mais. (pensei em fazer uma piada a respeito do tamanho do Peter Dinklage em uma outra imagem – que também estará no novo X-Men – e um dos membros da anatomia do Fassy que fomos apresentados não tem muito tempo, mas não achei de bom tom)

 

11 – Ainda, o nosso Doutor (♥ + ♥)

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Olho para o Matt Smith, mesmo sem a cabeleira invejável e agora com orelhas de Elfo evidentes (ainda vou conversar sobre esse assunto com o Ryan Gosling…) e sinto os meus dois corações acelerar na mesma hora. #PLIM

E para quem não sabe, esse aí ao lado dele é o Craig Ferguson, o dono do melhor Talk Show da noite (e o mais tarde deles, o The Late Late Show), o único para quem eu aceito perder o título de super fã de Doctor Who. O ÚNICO.

Sem contar que não tem como não invejar esse momento da imagem a seguir, ai ai…

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#TEMCOMONAOAMAR?

 

12 – Say my name, bitches!

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Uma das coisas mais legais de qualquer Comic Con e da vida = O Bryan Cranston e Breaking Bad. Fato. (e esse deve ter sido o último painel da série, humpf!)

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A segunda coisa mais legal também é o Bryan Cranston, só que ao lado do Aaron Paul e com a sua própria cabeça na mesa. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E se você ainda tiver alguma dúvida sobre o fato do Aaron Paul ser um dos caras mais legais de Hollywood, assista a esse vídeo abaixo com ele descendo da sua própria casa para conversar com fãs fazendo turismo no seu bairro.

Sério, eu já separava mais um Emmy para ele só por isso. (♥)

#QUERIDÃO

13 – Clap Clap Clap!

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Não, você não está com qualquer tipo de problema de visão e sim, essa é a nossa Amy Pond, que não pensou duas vezes e raspou seus lindos cabelos ruivos pelo seu papel em “Guardians Of The Galaxy”.

Foi um susto? Foi. (ainda mais quando ela apareceu de peruca e só depois revelou o seu novo visual)

Invejamos cada fio ruivo daqueles que devem ter ficado no chão no dia desse crime? Invejamos.

Mas atriz é atriz e a Karen Gillan que a gente já AMAVA, só subiu no nosso conceito depois disso. Clap Clap Clap!

E a propósito…

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… com o acessório certo (nesse caso, o acessório sendo claramente o Lee Pace), não tem careca certa que não tenha jeito.

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Run you clever boy and remember – A segunda metade da Season 7 de Doctor Who e o começo de uma triste despedida…

Junho 1, 2013

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E depois de uma longa espera desde o especial de Natal de 2012 (esperar pelo que a gente realmente gosta, sempre deixa a sensação de que a espera foi muito maior, não?), finalmente continuamos a acompanhar Season 7 de Doctor Who, mas a sensação era a de que estávamos acompanhando uma nova temporada. Nova companion, nova TARDIS (pelo menos o seu interior), novo figurino (preferia o antigo…) e até uma nova abertura nós ganhamos para essa nova fase da temporada e com todas essas mudanças, não dava mesmo para sentir como se fosse a mesma coisa. Pelo menos não exatamente.

Talvez pelo sentimento de luto que ainda estava no ar pela despedida dos Ponds (glupt!), que marcou a primeira parte dessa Season 7 ou até mesmo pelo grande volume de novidades que acabamos encontrando nessa nova fase da série, essa sensação de estar acompanhando algo novo tenha sido intensificada, mas de qualquer forma, comparando suas duas metades, preciso admitir que eu ainda prefiro a primeira e não só pelo fator óbvio dela conter os últimos momentos da minha companion preferida de todos os tempos (na verdade, eu faria um time ruivo de companions, com Amy + Donna, que nós sabemos que seria uma afronta para o Doutor, que sempre sonhou ser ruivo, rs), mas também porque ela me pareceu melhor em todos os sentidos. Um pouco mais grandiosa (pensando em sua produção mesmo), com histórias mais interessantes e até mesmo divertidas, mesmo seguindo essa nova linha de Doctor Who com histórias mais “independentes”, muito mais bem cuidada também (alguns efeitos dos primeiros episódios dessa volta foram vergonhosos), isso sem contar o carisma dos personagens que a gente já conhecia de outras duas temporadas anteriores e que é sempre custoso de se desapegar.

Mas confesso que com a nova companion, Clara (Jenna-Louise Coleman), sendo um mistério desde a sua primeira aparição, ainda como a “souffle girl”, que foi como a conhecemos no excelente episódio que abriu a sétima temporada (7×01 Asylum Of The Daleks), realmente foi um recurso inteligente para fazer com que a gente se interessasse pela nova personagem logo de cara, ainda mais a encontrando pela primeira vez habitando um corpo odioso de um Dalek, que nos fez inclusive imaginar algumas teorias a seu respeito. Depois disso passamos um tempo sem vê-la, até que a reencontramos na Londres vitoriana no último Especial de Natal da série (7×06 The Snowmen, que contou como o sexto episódio da temporada), em um outro tempo, com outra função, algo que não só havia deixado todos nós bastante curiosos a seu respeito, assim como o Doutor, que mesmo sendo uma das mentes mais brilhantes do universo, não conseguia desvendar o segredo de Clara, para seu total desespero. Um recurso que parece ser uma das tendências do momento, a revelação de um grande mistério, onde várias séries da temporada tem apostado bastante nesse recurso até antigo da TV e do cinema e em alguns casos, bem preguiçosamente diga-se de passagem (porque algumas séries dependem apenas disso e é óbvio que a nossa curiosidade acaba nos prendendo a elas apenas por esse motivo também), mas não é o que encontramos no cenário de uma série como Doctor Who, que tem uma mitologia muito maior do que qualquer segredo misteriosamente misterioso do momento.

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No início dessa segunda metade da Season 7 da série inglesa prestes a se tornar uma cinquentona, depois de já termos nos despedido covardemente e aos prantos do Ponds (sim, eu sou passional mesmo) e já termos também esbarrado por pelo menos duas vezes com a Clara dentro do universo da série, voltamos a Londres dos dias atuais, onde o Doutor ainda precisava encontrar Clara e tentar descobrir o seu segredo. Doutor que para a nossa surpresa a princípio apareceu como um monge, com aquele senso de humor delicioso de sempre, mas que logo bateu a porta da Clara tentando descobrir mais sobre a garota impossível, em um novo primeiro encontro bem foufo. (apesar de que, vai ficar difícil para qualquer companion superar o primeiro encontro da Amy Pond com o Doutor. É, vai…)

Confesso que esse primeiro episódio não é dos meus preferidos (7×07 The Bells of St. John, não sei porque até agora a maioria dos sites numerou os episódios errados…), mesmo porque, um plot muito semelhante ao das pessoas sendo sugadas via Wi-Fi nós já vimos acontecer de forma parecida anteriormente na série, mas perdoamos, porque além desse ser o o nosso reencontro com o Doutor depois de uma longa espera, principalmente agora que a BBC resolveu manter uma agenda mais “americanizada” e não mais tão rigorosamente pontual como a inglesa (para nosso desespero), ainda contávamos com toda a curiosidade de finalmente descobrir quem seria a Clara. E esse acabou sendo o plot central de toda essa nova fase da temporada, com o segredo sobre a garota impossível sendo mantido até o final, algo que mesmo prometendo uma sequência de episódios mais soltos e com pouca ou nenhuma ligação entre si (os tais episódios mais independentes), mais ou menos como acontecia no começo da nova série (na Season 1 de 2005 por exemplo), acabou se tornando o nosso ponto em comum ao longo da temporada e me agrada muito perceber que apesar dessa vontade de tentar “algo novo” (de novo) na série, eles tenham mantido esse detalhe da continuidade, como se a gente tivesse pelo menos a sensação de saber para qual direção a temporada estava nos apontando naquele momento.

Um recurso que apesar de ter funcionado bem, mantendo pelo menos essa constante dentro da nova proposta da série, também poderia ter sido melhor aproveitado, uma vez que até a resolução final, poucas pistas nós recebemos em relação a identidade da Clara e isso eles poderiam ter resolvido de um outro jeito. Mas de qualquer forma é preciso reconhecer que a atriz Jenna-Louise Coleman se saiu muito bem na tarefa de substituir uma das companions mais queridas pelos fás da série (da qual a gente gostava até do seu companion na vida, Rory), enfrentando uma tarefa que não seria nada fácil, mas que com o seu carisma e perfil do personagem (que tem aquele lado mais “petulante” e “insolente” que a própria Amy tinha, não vamos negar), ela conseguiu até que se sair muito bem. Gosto também de sentir que eles não optaram por fazer o Doutor rejeitá-la, como vimos acontecer tão injustamente com a Freema Agyeman no passado – que se encontrou em The Carrie Diaries. You go girl! -, quando sua personagem veio a substituir a Rose, a primeira companion da série de 2005. Tudo bem que nesse caso temos uma série de outros fatores a se levar em consideração, como os sentimentos do Doutor em relação a Rose, mas essa abordagem nunca me pareceu justa com a personagem de Agyeman, que nesse quesito acabou sim sendo bem prejudicada. (mas acho a sua resolução enquanto companion e mulher simplesmente excelente!)

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Nessa segunda metade da temporada, já vimos que o Doutor ficou bastante recluso depois das despedida dos Ponds, que foi o que acompanhamos durante o especial de Natal da série, com o personagem se isolando entre as nuvens e de vez em quando até o pegamos usando os óculos de leitura que a própria Amy sempre usava, como um sinal claro da saudade que ele deve certamente sentir falta da personagem, mas ainda assim, ele recebeu a Clara muito bem em sua TARDIS (sem ficar mencionando o passado com o 10th fazia constantemente, tisc tisc…), com o convite irrecusável de sempre de viajar entre o tempo e espaço, que obviamente ninguém recusaria. (eu espero até hoje uma caixa azul surgir no meu jardim. Se eu tivesse um jardim, é claro, rs. Tenho vasos com plantas, serve? Sinta-se livre para destruí-los quando quiser, Doutor. Tudo em nome de um convite, claro)

Seguimos a temporada explorando o universo, chegando a um lugar onde se acreditava que ele tivesse sido criado, em mais um daqueles episódios da série onde nos deparamos com diversas criaturas bisonhas que nós amamos. Esse que também não foi dos meus episódios preferidos da temporada (7×08 The Rings of Akhaten), que além do plot da menina rainha e aquele coral, na verdade valeu mais por uma espécie de fábula que encontramos no início do mesmo episódio, com a Clara nos contando como foi que seus pais se conheceram no passado, tudo por uma simples coincidência envolvendo uma folha vagando no ar, que foi uma momento bem bacana para a série, do tipo que tricota sozinho um cachecol e luvas para o próprio coração.

Na sequência seguimos para um submarino soviético (será que eles reaproveitaram os cenários de Last Resort? rs), com Doctor Who trazendo a tona um plot também bastante recorrente do momento (7×09 Cold War), com a guerra fria (que andamos acompanhando lindamente em The Americans) também aparecendo na série inglesa, aproveitando para fazer aquela “mea culpa” americana que estamos encontrando com frequência no momento. Episódio esse que ainda nos trouxe um outro bom momento, com um de seus personagens arriscando uma das letras do Duran Duran. (ele que só eu acho que ficou bem interessado no Doutor? rs)

E a Season 7 só começou a ficar mais animada mesmo quando o assunto foram os fantasmas, em um plot meio “Ghostbusters”, quando o Doutor ao lado da sua nova companion encararam uma aventura atrás de um fantasma preso em um universo de bolso (7×10 Hide). Nessa hora, não teve como não lembrar da saudosa Fringe e o Walter seguindo para a sua verão do universo de bolso, com o Doutor inclusive usando as cores azul e vermelho para ilustrar o seu plano de ação. OK, tá certo que tudo pode ter sido uma grande coincidência (já mencionei algumas outras entre as duas séries por aqui, mas até então, sempre seguindo o caminho contrário, tendo qualquer uma delas primeiro aparecido em Doctor Who e depois em Fringe), mas não há como não suspeitar que talvez tudo não tenha passado de uma referência a série americana, uma vez que a BBC agora parece estar se empenhando um pouco mais nessa conquista da America antiga. Episódio esse que nos trouxe um elemento a mais, com Doctor Who se arriscando muito bem dentro de um território mais pertencente ao terror do que a própria fantasia (apesar de ter continuado fantasioso como sempre), nos entregando um Doutor correndo sem rumo em uma floresta para deixar os cabelos de qual um em pé.

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Exceto por esse último episódio mais assombroso da série, essa foi realmente a parte mais morna dessa segunda metade da temporada, que a essa altura já estava precisando desesperadamente de mais animação. Que foi quando ganhamos o meu episódio dos sonhos (algumas pessoas até lembraram dos meus comentários por aqui sobre esse sonho e chegaram a me avisar sobre a sua realização. Thnks!), do qual eu já havia falado em um dos meus outros textos sobre a série desse ser um dos meus maiores sonhos dentro da mitologia de Doctor Who, que foi quando ganhamos uma deliciosa excursão por dentro da TARDIS (7×11 Journey to the Centre of the TARDIS), que foi exatamente quando a série voltou a me ganhar novamente durante essa Season 7. E é claro que eu acho que esse episódio foi feito para mim (se até Fringe fez um episódio para mim em sua reta final… #Guilt), por isso desde já agradeço Moffat pelo feito! (rs, só falta aquele convite que não chega nunca. Topo companion, novo Doutor e ou figuração. Topo até ficar bem ruivo para o 12th, daqui alguns bons anos, claro, porque quero o Matt Smith exatamente onde ele está ainda por muitos anos. #AMEM – sim, esse texto foi escrito antes de qualquer notícia, por isso resolvi deixá-lo dessa forma)

Um episódio delicioso, onde embarcamos em uma mini excursão por dentro da TARDIS, onde devido a sua grandiosidade (além de outras coisas importantes que aprendemos sobre a sua mitologia nesse episódio) não seria possível que fosse mais completo. E ter a Clara explorando aqueles inúmeros corredores foi ótimo, assim como foi bem especial vê-la encontrando o berço do Doutor (que já vimos anteriormente ele presentear a Amy como o berço oficial da sua filha, Melody Pond AKA River) até que passamos pela piscina gigantesca e chegamos até a biblioteca. Mas espera aê, não tinha uma piscina dentro da biblioteca? Sim, claro que eu reparei nesse detalhe e fiquei esperando ansiosamente por esse momento, que não aconteceu (humpf!). Procurando a respeito por aí, encontrei uma teoria de que apesar deles terem dito isso na série, dizem que na verdade a intenção foi dizer que a piscina foi parar na biblioteca apenas por conta da queda da TARDIS  (sei… mas OK, pode ter sido tudo uma questão simples de interpretação mesmo), algo que eu não cheguei a imaginar na época e já tinha inclusive comprado o conceito de decoração, rs . Detalhes a parte, o importante mesmo é que durante esse episódio fomos presenteados com uma das bibliotecas mais lindas do universo, um verdadeiro sonho. Sério! Além do excelente tour pelo interior da TARDIS, o episódio também nos trouxe de volta a discussão a respeito da Clara, do porque que a própria “máquina do tempo” a rejeitava e um Doutor enfurecido, quase perdendo a paciência apenas por não conseguir desvendar o segredo da garota impossível, que mais um vez, foi a responsável pelo resgate do plot dramático da vez e talvez essa tenha sido uma das pistas a respeito da sua história.

A partir desse momento, ganhamos uma leva de excelentes episódios novamente e já era de se esperar, uma vez que até essa altura da temporada após o retorno, tudo estava bem morno mesmo. Dando continuidade a temporada, visitamos Yorkshire em 1893 e nos deparamos com a pavorosa cidade de Sweetville (7×12 The Crimson Horror), que por trás de toda a sua perfeição escondia um plot secreto de na verdade tentar descaradamente acabar com o imperfeito ao seu redor. Nesse episódio, encontramos um Doutor impossível e praticamente disfarçado de “Hellboy”, usando apenas seus trajes de baixo de inverno, vivendo como o monstrinho de estimação da herdeira do lugar. Acho que vale dizer também que o Matt Smith esteve em sua melhor forma ao longo dessa temporada (na verdade ele só vem crescendo dentro do papel, por isso seria uma pena ter que nos despedir tão cedo) e esse episódio foi um exemplo perfeito disso. Cheio de trejeitos e toda aquela loucura adorável, o 11th Doctor esteve impossível ao longo de toda essa temporada, nos conquistando cada vez mais com o seu enorme carisma e alma de criança, que é mais ou menos como eu o enxergo. Não sei porque, mas sempre achei o Doutor do Matt Smith o mais infantil de todos eles (contando os três últimos). E digo mais infantil no sentido de inocente mesmo  e todos os seus trejeitos, caras e bocas, sempre reforçaram essa minha impressão. Gosto da forma como ele fica extremamente excitado de vez em quando (ele baixando a sonic screwdriver durante um desses episódios foi ótimo, rs) e ao mesmo tempo consegue ficar extremamente tímido quando o assunto são os seus sentimentos, como quando a Clara o provoca dizendo que ele parece ser do tipo que só namoraria alguém que a mãe (referindo-se a TARDIS) aprovasse. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

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Como os vilões conhecidos sempre precisam retornar a série e pelo fato dos Daleks estarem de folga da sua eterna briga com o Doutor (por conta da Clara, inclusive), dessa vez nos deparamos com os Cybermens reaparecendo em um cenário que parecia ser um grande parque de diversões (7×13 Nightmare in Silver), para onde o Doutor acabou levando as crianças que a Clara tomava conta na Londres atual. Apesar do episódio ter sido muito bem feito, ele não chegou a empolgar muito, talvez pelo fato do episódio anterior ter terminado com o cliffhanger das crianças descobrindo a relação da Clara com o Doutor e na sequência isso sequer ter aparecido de forma mais adequada. Tudo bem que tratavam-se de crianças, que dentro de uma máquina do tempo e se deparando com todas aquelas possibilidades, a última coisa que elas iriam questionar naquele momento seria qualquer coisa em relação a isso, mas ainda assim, crianças são sempre tão curiosas e ter deixado esse detalhe passar sem uma explicação mínima pelo menos, foi meio preguiçoso vai? Enfim…

Até que chegamos ao episódio que encerraria a Season 7, ele que já nos trazia a maior mitologia da série em seu próprio título, anunciado como “The Name Of The Doctor” (7×14). Detalhe que no episódio onde conhecemos um pouco mais o interior da TARDIS, vimos que a Clara acabou descobrindo em um de seus livros qual seria o verdadeiro nome do Doutor, algo que desconfiamos que até poderia ter alguma relação com o plot da vez. Mas não, o episódio prometia nos trazer sim, o nome do Doutor, seu maior segredo desde sempre, revelado de uma outra forma e para isso, seria necessário uma visita até Trenzalore, que foi quando descobrimos que se tratava do lugar onde ele foi enterrado após a sua morte e como ele mesmo chegou a mencionar ao longo do episódio, um homem nunca deveria visitar o próprio túmulo. (glupt!)

Um episódio que apesar de contar com algumas falhas em relação principalmente a sua resolução (algumas fáceis demais, quase que muito convenientes para a história) e isso nós precisamos lembrar antes de dizer que foi tudo maravilhoso, foi mais do que um episódio de encerramento da temporada e acabou chegando como uma espécie primeiro presente para todos os fãs da série em comemoração aos 50 anos de Doctor Who de logo mais. Nele, além do título que já aguaçava a curiosidade de todos os seu fãs, havia também uma promessa que se anunciava desde o seu começo de que finalmente iriamos descobrir quem ou o que de fato era a Clara, algo que ainda ecoava na nossa imaginação, mas que até então não havia encontrado nenhuma explicação.

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E já começamos o episódio com a Clara circulando entre os outros doutores (sim, os clássicos! E não me perguntem como isso foi feito porque eu me recuso a criticar os efeitos especiais nesse momento) e descobrimos que ela na verdade esteve presente na vida de cada um deles, sempre tentando despertar a sua atenção, mas que o 11th foi um dos únicos que a conseguiu ouvir. Mas como isso? Bem, para ajudar a contar essa história, contamos também com outros personagens recorrentes dessa nova fase da série, que na verdade foram aqueles que deram asilo para o Doutor durante o seu período nebuloso pós Ponds, Strax, Madame Vastra e sua amada Jenny Flint (AMO o Strax muito provavelmente confuso com a relação das duas, chamando a Jenny de menino o tempo todo, rs), que ganharam também o reforço de ninguém menos do que ela, River Song, a esposa do Doutor, que finalmente voltava para a série. (só fiquei com muita pena que ela e o Doutor nem tiveram um momento daqueles para lembrar da família antiga, humpf! Mas de qualquer forma, fomos compensados…)

Assim embarcamos até o túmulo do Doutor, que não poderia ser outro a não ser a própria TARDIS, só que em uma versão gigantesca, o maior dos monumentos daquele cemitério. Em meio a um plano do vilão da vez, o Dr Simeon (o mesmo do episódio de Natal, quando reencontramos a Clara), fomos atraídos para dentro do túmulo do próprio, com a River interagindo apenas com a Clara e os demais personagens, por se tratar daquela River da qual nós conhecemos o seu destino ainda no episódio da biblioteca, ainda com o 10th Doctor do David Tennant. Nessa hora, quando estávamos prestes a descobrir o nome do Doutor (que na verdade todo mundo já desconfiava que seria algo que não aconteceria por motivos óbvios), ganhamos aquele tal recurso fácil que eu mencionei anteriormente, com a River sussurrando o seu nome para que o túmulo pudesse se abrir e a gente não precisasse ficar sabendo o seu maior segredo (sendo que nem vimos esse momento, por isso a preguiça maior…), que a essa altura, apenas ela e a Clara dizem saber. Aliás, o encontro entre as duas personagens foi ótimo nesse episódio e acabou nos rendendo alguns diálogos deliciosos de puro ciúmes que sempre acontecem quando as mulheres do Doutor se encontram.

Em seu túmulo encontramos uma “cicatriz” em forma de DNA (e não um corpo, esqueleto ou cinzas, rs), com um luz forte que na verdade reunia toda a sua timeline, que para um Time Lord, a gente não consegue sequer imaginar a sua proporção e foi bem bonita a forma com que eles através do próprio Doutor, nos introduziram àquele conceito. Claro que eu não vou ficar aqui agora explicando todas as resoluções do episódio, mas foi no momento em que a Clara se deparou com o Doutor sofrendo com o paradoxo da sua vida diante dos seus olhos e dois corações, que descobrimos quem era a garota impossível, que para salvá-lo daquela situação, precisou se jogar na tal “cicatriz” dele através do universo (que nós sabemos que é um herói que carrega uma série de culpas, por isso a “cicatriz”), que foi a forma como ela acabou sendo dividida em diversas versões, se tornando um eco na vida do Doutor e por isso ele a encontrava em diversos momentos como presenciamos ao longo da temporada, com ela tendo sempre a missão de tentar salvá-lo de alguma coisa, algumas vezes perdendo até a própria vida.

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E por esse motivo vimos Clara circulando nos cenários antigos da série, em meio aos demais Doutores, porque na verdade, ela sempre esteve ali (algo que foi bem bacana, apesar dos efeitos e de ser quase a mesma desculpa para a presença da River ainda na série. E sim, eu disse “quase”, que fique bem claro) e com o detalhe de que quando o Doutor roubou a sua TARDIS, Clara foi inclusive a responsável pela sua escolha por essa TARDIS, que viria a se tornar sua maior companheira ao longo da vida. Uma resolução super foufa e surpreendente até, apesar de qualquer semelhança com a história da River ou qualquer falha que o episódio tenha nos apresentado.

Aliás, antes da descoberta da identidade da Clara, tivemos um outro momento extremamente emocionante para a série, com o Doutor finalmente enxergando a River durante o episódio (que estava em um outro plano e não podia ser vista), dizendo que na verdade ele sempre a viu e ouviu depois dos acontecimentos todos entre eles, mas nunca teve coragem de admitir ou responder por medo do quanto poderia doer esse reencontro. Sério, apesar do beijo (é gente, teve um beijo), tenho que confessar que a essa altura do episódio eu já estava completamente entregue as lágrimas, achando tudo absolutamente foufo e carinhoso com todos os personagens. River que se despediu lembrando que ela estava “conectada” a Clara, anunciando mais um dos seus famosos “spoilers!” que na verdade não foi nada mais do que uma porta aberta que eles aproveitaram para deixar para o personagem retornar algum dia a série.

Com tudo resolvido e mantendo o mistério sobre o seu nome, restava ao Doutor a missão de resgatar Clara, que depois de ter invadido sua timeline, acabou presa dentro do fluxo temporal dele, em meio a silhuetas de todos os doutores correndo de uma lado para outro, até que o seu Doutor a encontrasse (e o recurso da folha nesse momento também não poderia ter sido mais delicado ou especial), para tirá-la de lá. Nesse momento, uma outra silhueta aparecia ao fundo, com um homem de costas, pelo qual Clara ficou interessada por não reconhecer, uma ver que descobrimos que ela conheceu todos os 11 Doutores até agora, que foi quando o Doutor apavorado e confuso, disse que aquele foi quem o traiu (?), que foi quem quebrou a promessa em relação ao nome que todos eles resolveram usar (??), completando dizendo que aquele era o seu segredo (???) e quando achamos que o episódio se encerraria por aí, o tal homem misterioso ganhou voz, dizendo que não teve escolha e aos poucos foi virando para a câmera sendo, onde nos deparamos com o ator John Hurt (antes disso eu só conseguia pensar no Leonard Nimoy ou no Ian McKellen), sendo anunciado como The Doctor. BOOM! (créditos finais)

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Sério, naquele momento eu quase tive um ataque cardíaco, pesando qualquer coisa a respeito. Na verdade eu entrei em um surto semi psicótico, onde não conseguia chegar a nenhuma conclusão em relação ao plot da vez e sobre qual seria esse segredo. Que é algo que eles prometeram revelar ao final do episódio, no especial de 50 anos de Doctor Who, no dia 23/11, que a gente já sabe que é quando temos um compromisso certo no tempo e espaço, ou talvez seja o momento ideal para sumir do próprio tempo e espaço, isso para quem quiser evitar algum spoiler antes de assisti-lo, a respeito das surpresas que o mesmo deverá nos trazer. (além da presença da Billie Piper e do David Tennant, que já foram anunciados faz tempo como presenças garantidas no especial que marca o encontro entre os dois Doutores)

E da melhor forma possível (entendam que isso foi escrito antes do que vem no parágrafo abaix0), nos despedimos da Season 7 de Doctor Who, que pensando na temporada como um todo, chegou a ser bastante completa, apesar de demonstrar certa fraqueza em alguns momentos, como eu disse anteriormente me referindo principalmente aos primeiros episódios dessa segunda fase, mas que ao mesmo tempo talvez seja a temporada que mais tenha nos despertado a curiosidade, além de ter nos entregue emoções bem variadas, com a despedida dos Ponds, as novidades com a chegada da Clara, todo o mistério sobre a sua identidade e esse final de temporada que não poderia ter sido mais especial ou enigmático, elevando ao máximo as expectativas para a grande comemoração do dia 23 de novembro, com o especial de 50 anos da série.

Para o final, ficam as informações mais tristes em relação ao futuro da série (respira fundo, Essy). Essa semana, a BBC anunciou a renovação nada surpreendente de Doctor Who para a sua Season 8 em 2014, sendo que eles ainda haviam deixado em aberto as suspeitas sobre a permanência do ator Matt Smith como o nosso adorkable e queridíssimo 11th Doctor. Uma permanência que inclusive por aqui vocês chegaram a me ver comentando por diversas vezes a respeito das minhas suspeitas de que o especial de Natal de 2013 talvez pudesse ser mesmo a despedida do ator Matt Smith a frente do personagem, algo que foi confirmado quase agora (glupt), enquanto eu ainda estava editando esse post antes de sua publicação aqui no Guilt (confirmou!), com a declaração oficial de que o Matt Smith realmente deixará a série após o especial de Natal desse ano, que vai contar com a sua regeneração para 12th Doutor, que por enquanto ainda permanece em segredo em relação a sua identidade.

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Uma notícia que não poderia ser mais triste para os fãs do ator e do 11th Doctor (que todo mundo sabe que é o meu Doutor e eu venho me preparando para essa momento desde o nosso primeiro encontro, lá no jardim da Amy Pond e confesso que foi bem sofrido ler a notícia nesse momento) mas que ao mesmo tempo chegou com essa declaração linda do ator, que está disponível no site oficial da série na BBC, para quem quiser conferir todas as informações com mais detalhes:

 

Doctor Who has been the most brilliant experience for me as an actor and a bloke, and that largely is down to the cast, crew and fans of the show. I’m incredibly grateful to all the cast and crew who work tirelessly every day, to realise all the elements of the show and deliver Doctor Who to the audience. Many of them have become good friends and I’m incredibly proud of what we have achieved over the last four years.

Having Steven Moffat as show runner write such varied, funny, mind bending and brilliant scripts has been one of the greatest and most rewarding challenges of my career. It’s been a privilege and a treat to work with Steven, he’s a good friend and will continue to shape a brilliant world for the Doctor.

The fans of Doctor Who around the world are unlike any other; they dress up, shout louder, know more about the history of the show (and speculate more about the future of the show) in a way that I’ve never seen before, your dedication is truly remarkable. Thank you so very much for supporting my incarnation of the Time Lord, number Eleven, who I might add is not done yet, I’m back for the 50th anniversary and the Christmas special!

It’s been an honour to play this part, to follow the legacy of brilliant actors, and helm the TARDIS for a spell with ‘the ginger, the nose and the impossible one’. But when ya gotta go, ya gotta go and Trenzalore calls. Thank you guys. Matt.”

 

E assim, agora mais tristes do que nunca, começamos oficialmente a nos preparar a grande despedida, contando com apenas mais 2 episódios na companhia do nosso 11th Doctor, com o especial de 50 anos da série e o especial de Natal desse ano (ambos episódios que mereciam um Confidential, não?), para os quais certamente eu já vou começar a estocar caixinhas e mais caixinhas de Kleeex, porque não vai ser fácil essa nova experiência de ter que me despedir do meu Doutor. (tears)

Aproveitando algo que eu li nessa mesma declaração a respeito da notícia, pedindo licença e utilizando uma line escrita sabiamente pelo próprio Moffat em seu texto sobre o assunto, eu não consigo pensar em um forma mais foufa de começar essa despedida do Matt Smith como o 11th, pelo menos por enquanto, a não ser repetindo as seguintes palavras:

 

Steven Moffat –  Thank you Matt – bow ties were never cooler.

 

Realmente as bow ties nunca foram tão sensacionais e muito provavelmente serão inesquecíveis para todos nós!  (tears = ♥ + ♥)

ps: para quem se animar para uma maratona  de Doctor Who, se interessar mais pela série ou quiser relembrar alguma coisa, temos posts bem especiais para cada uma das demais temporadas também: Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5  Season 6 e a primeira parte da Season 7.

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Doctor Who: The Bells of Saint John, a prequel

Março 25, 2013

Prequel do próximo episódio de Doctor Who, que retorna no próximo sábado para a continuação da Season 7. (odiando essas divisões de temporadas que andam acontecendo ultimamente)

Nele temos o Doutor encontrando a própria Clara ainda criança, visivelmente triste por a ter perdido por duas vezes, mas ganhando alguma esperança da pequena garota de que no final, tudo daria certo. Sem contar que #TEMCOMONAOAMAR e ao mesmo tempo não morrer de pena, encontrar com o Doutor visivelmente triste daquele jeito no balanço?

Não, não tem. (♥)²

Aproveitando que estamos falando sobre o assunto, nos últimos dias, os boatos de que o Matt Smith estaria pronto para se despedir do 11th Doctor começaram a ficar mais fortes na imprensa inglesa, principalmente devido a uma matéria publicada no The Sun, dando a informação como certa, muito embora a BBC1 continue afirmando que ele está muito satisfeito com o seu papel e que não tem a intenção de deixar a série, algo que o mesmo já chegou a dizer por várias vezes. Mas não é de hoje que suspeitamos que após as comemorações de 50 anos da série inglesa vão acontecer logo mais, isso de fato aconteceria (eu mesmo cheguei a dizer sobre as minhas suspeitas aqui no Guilt por diversas vezes, anunciando inclusive que eu não estou pronto para esse momento…) e muito disso também pelo fato do ator estar encerrando um ciclo de três temporadas na pele do personagem, algo semelhante ao que aconteceu com o David Tennant e o seu 10th Doctor.

O próprio Matt Smith andou dizendo que vai fazer o novo filme do Ryan Gosling (que Ryan irá dirigir), assim que encerrar as gravações dos especiais da grande e merecida comemoração que a série deverá ganhar esse ano, algo que ele afirmou recentemente no The Jonathan Ross Show que encerra com o especial de Natal desse ano, algo que nos fez suspeitar de que a data provavelmente será quando nos despediremos do atual Doutor. (ou seja, o meu Natal esse ano vai ser sofrido)

Agora, outra notícia que andou circulando recentemente é a de que além do ator, o Steven Moffat também estaria considerando sair da série inglesa, onde segundo a EW, ele mesmo disse não se ver apegado a um só projeto por muito tempo. Ou seja, será que teremos essas duas grandes perdas em Doctor Who ainda esse ano? (e se isso se confirmar, essa Season 7 será a maior temporada de perdas da série de 2005 até agora, não? Triste mil…)

Veremos…

 

ps: e para quem está com saudades da Karen Gillan acabou de entrar como personagem regular para o elenco de NTSF: SD: SUV (sim, esse é o nome da série)

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Have Yourself a Merry Little Christmas Who

Dezembro 14, 2012

SIM, o Doutor e os Ponds juntos novamente, cantando um clássico de Natal. YEI!

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

#DATDOCTOR

 

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Doctor Who: P.S. (o ponto final que não vimos na despedida dos Ponds)

Outubro 12, 2012

O que eu disse no no final da minha review sobre a despedida dos Ponds? CONFIRMOU!

No vídeo acima, descobrimos o que de fato aconteceu com Amy e Rory após aquela despedida dramática com o Doutor em The Angels Take Manhattan, em uma cena lindíssima, escrita por Chris Chibnall, que foi feita para o episódio de despedida do casal, mas que acabou não sendo filmada, por isso temos apenas o storyboard para esse que teria sido mais um momento mais do que especial para a história desses personagens tão queridos por todo mundo. Uma conclusão que a gente adoraria ter visto, embora o episódio tenha sim terminado na hora certa. (quem sabe eles não decidem incluir essa cena no especial de Natal? Eu bem acho que alguém deveria considerar esse possibilidade…)

Nele encontramos Brian (o pai do Rory) recebendo uma carta escrita pelo próprio filho, sendo entregue por um homem misterioso, que ao final descobrimos ser quem eu disse no final da minha review que poderia vir a “existir”. E esse meu palpite certeiro só pode estar ligado com a minha relação de amor desde que descobri a série (♥). Ou o Moffat roubou a minha ideia… (rs)

Um final lindo, onde dessa vez pelo menos, ganhamos mais certeza de que ele foi feliz mesmo, embora essa não seja a sensação que carregamos após aquela despedida. (glupt)

E quando uma série de TV consegue nos emocionar novamente e nesse nível, nos apresentando apenas um storyboard com uma narração lindíssima dessas (do próprio Rory), nós entendemos o porque que gostamos tanto dela.

(♥+♥+♥)

#ANTHONY

ps: presente de dia das crianças para todos Whovians!

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O último dia dos Ponds (♥+♥)

Outubro 3, 2012

Se vc já se emocionou no finde com a despedida dos Ponds em Doctor Who, espere até vc assistir a esse vídeo super especial, que entre outras coisas, nos mostra como foi o último dia de Karen Gillan e Arthur Darvill no set de Doctor Who.

Primeiro que tudo já começa da forma mais emocional possível, com ambos gravando pela última vez dentro da TARDIS, encontrando com o Matt que após fazer graça, pede para que ambos não o abandonem. Cute.

Na sequência ganhamos uma série de declarações de como os atores se conheceram pela primeira vez, com o Arthur revelando que Karen estava de salto no primeiro encontro dos dois e parecia ser mais alta do que ele, o que ele achou que seria um pesadelo. Howsweetisthat?

Karen também faz uma declaração linda, dizendo que os primeiros dias de gravações vivendo a Amy Pond foram uma loucura, porque eles (os 3) estavam assumindo algo que era uma instituição britânica  e ela não tinha a menor ideia do que deveria fazer a respeito e só desejava fazer o seu melhor. Sim, Karen, vc fez. (♥)

Até que chegamos a parte das gravações do episódio final, com um momento lindo dos bastidores da cena de despedida da Amy, com todos visivelmente emocionados durante aquele momento. Mas muito mais lindo do que isso, foi ela ter se comprometido a estar com o Matt durante a gravação da cena que encerrou o episódio, com ele lendo o epílogo escrito por Amy na última página do livro, que foi descobrimos que Karen esteve do seu lado naquele momento (off camera), lendo bem baixinho a carta para ninguém acabar ouvindo, porque tinha muita gente acompanhando a gravação no Central Park e tudo precisava ser mantido em segredo, e terminando com aquele beijinho super foufo que ele deu nela ao final da cena, com ambos chorando de emoção. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Sem contar a fraude que nos foi revelada pelo próprio Steve Moffat, que nos contou que na verdade, a última cena deles enquanto personagens aconteceu ao final do episódio “The Power Of Three”, com aquele momento que já virou um clássico, com os três de frente com a TARDIS, prontos para viajar juntos novamente. O que não poderia ter sido mais sensível por parte de todos os envolvidos em terem pesando em deixar esse momento para ser marcado como o último dos Ponds dentro da série. (AMO o Matt revelando que os Ponds dividiram uma lágrima dentro da TARDIS, mas que ele não, ele não é desse tipo. Sei…rs)

Fora isso tem todo aquele clima delicioso dos bastidores da série (dos saudosos Confidencials!), onde podemos observar que aqueles três realmente se deram muito bem dentro e fora das câmeras, algo que era possível de se sentir assistindo a qualquer um dos episódios. AMO quando a Amy diz que se despedir dos dois era como se despedir de dois irmãos irritantes. De novo, #TEMCOMONAOAMAR? (e não tem como negar que o hairstyle do próprio Doutor acabou afetando até mesmo o Rory ao longo desses anos, não? rs)

Um vídeo especialíssimo para qualquer fã da série. Eu que achei que já tinha me emocionado (também conhecido como chorado feito criança) na despedida dos Ponds da série (7×05 The Angels Take Manhattan), que eu já assisti por cinco vezes até agora, sério, acabei ganhando mais um bom motivo para disputar a vaga de acionista na fábrica de Klennex, rs.

 

ps: esperamos ver ambos (Karen e Arthur) muito ainda na TV e no cinema. Geronimo!

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The Angels Take Manhattan (Goodbye Ponds!)

Outubro 1, 2012

Sábado, 17h00

Me desconectei  de todas as fontes que pudessem me trazer qualquer tipo de spoiler sobre a despedida dos Ponds em Doctor Who e passei a torcer para que ninguém que cruzasse o meu caminho durante as horas seguintes, acabasse me trazendo qualquer tipo de notícia antecipada…

Domingo, 14h00

Ainda sem ter assistido o episódio de despedida (embora estivesse extremamente ansioso para), finalmente fiz minha encomenda do mesmo, mas sem pressa, apesar da euforia e ansiedade e fiquei aguardando pelo melhor momento ideal para assistí-lo, uma vez que considerava esse como um momento bastante especial no meu own vício de séries de TV e principalmente dentro da mitologia de Doctor Who

20h05

Finalmente a hora havia chegado. Play…

20h10

Disse o meu primeiro “Confirmou” após uma certa aparição dentro do próprio episódio (sobre um spoiler que eu não consegui evitar)

20h17

Como não gosto nada de cemitérios, comecei a sentir uma certa energia negativa vindo na direção daquela história… um sinal que não me  parecia ser nada bom (glupt)

20h18

Meu segundo “Confirmou” da noite, esse que confirmava que a minha sensação parecia estar certa em relação ao andamento da história…

20h27

Tive um primeiro momento de alegria, com Melody aparecendo aparentemente intacta depois de um certo plot. Yei!

20h28

Alegria que durou apenas 1 minuto porque novamente, nada parecia estar bem como cheguei a imaginar no minuto anterior e a partir disso, meu coração já estava praticamente saltando pela boca de tanta ansiedade…

20h32

Chorei, pela segunda vez. Não mencionei que já havia chorado anteriormente? SIM, algo que também aconteceu às 20h28

20h36

Depois de um grito animadíssimo de “Go Amy”, comecei a vomitar arco-íris e corações saiam dos meus olhos como se não houvesse amanhã. Ahhh, e havia alguma esperança de novo…Yei!

20h38

Vertigo… (não posso com o mix altura + falta de segurança. Não tenho problema com altura, desde que tenha segurança, rs)

20h40

Gritei mais alto que o próprio Doutor (apesar de já ter visto a cena no promo)

20h41

Me auto abracei, voltei a ver corações ao meu redor, mas o cenário ao fundo me fazia sentir que algo ainda poderia não acabar tão bem assim daqui para o final e faltavam menos de 8 minutos para acabar…

20h42

Meu coração ficou pequeno, bem pequeno e quase desapareceu…

20h43

Comecei a perder o controle e chorar feito criança, mesmo sendo um homem adulto. Não, esse não poderia ser o final dos Ponds… #TENSO

20h44

No “maltrapilho”, eu já não conseguia mais enxergar as legendas e estava completamente rendido ao momento (tears²)

20h44 e alguns segundos depois,

tentei abraçar o Doutor… mas não consegui, humpf!

20h46

meu coração estava acelarado como se estivesse correndo naquela ponte do Central Park de mãos dadas com o Doutor em busca da última página (que eu tinha certeza que teria alguma importância desde o começo)

20h47 e mais alguns segundos,

encontramos o epílogo, que eu só pude ouvir, porque enxergar a essa altura e com os olhos cheios de lágrimas como eu estava, já era uma tarefa praticamente impossível 

20h48

não haviam mais palavras para mim naquele momento… (depois de chegar ao fim, voltei novamente para 20h42, para ver tudo de novo e ter certeza de que eu não havia perdido nada e mais tarde, antes de dormir, assisti tudo de novo)

Fiz questão de descrever a minha experiência assistindo a despedida dos Ponds em Doctor Who, porque eu não conseguia imaginar uma outra forma (ou qualquer forma) para começar esse post. Essa que é uma despedida e a gente sabe que despedidas são sempre dolorosas, mesmo quando elas são para algo bom ou positivo para todos os envolvidos. Depois disso tudo fui tomar banho, ainda extremamente triste com o final dos Ponds, muito embora ele não tenha sido exatamente tão “triste” assim. Mas foi triste, beeem triste… (#COERENCIAWHO). É, foi legitimamente triste. (barulho do meu coração se despedaçando e virando poeira cósmica)

The Anglels Take Manhathan (7×05), o momento que todos nós enquanto fãs da série e principalmente dos Ponds temíamos que chegasse, mas que finalmente havia chegado e agora não adiantava mais tentar fugir. Piscar então, nem pensar!

Vamos combinar que toda aquela introdução do episódio acabou sendo um tanto quanto desnecessária, embora tenha nos situado sobre o que enfrentaríamos dentro dele (mas durou 5 minutos. Precisava? Sério?). Talvez esse seja o meu lado Team Pond falando mais alto, reclamando que em um momento de despedida como esse, a nossa vontade era a de permanecer ao lado dos Ponds o máximo possível, mas entendo que tenha sido a fórmula que Moffat encontrou para nos situar dentro da sua proposta de história para Manhattan e esse final anunciado que a gente sabia que agora havia chegado a hora e não havia mais escapatória. O fim estava próximo e o clima não era dos melhores…

E lá estavam eles, talvez as criaturas mais pavorosas e medonhas da mitologia da série (eu pelo menos morro de medo), os Weeping Angels, por todos os lados em NY, inclusive assumindo como forma o que que certamente é um dos maiores símbolos da cidade e dos americanos, a Estátua da Liberdade, embora esse fato não tenha sido exatamente uma surpresa para mim, porque esse spoiler eu não consegui evitar ao longo desse tempo todo. (ainda bem que ela acabou fazendo mais figuração do que qualquer outra coisa). NY, uma cidade que não poderia ter sido um cenário melhor para a história dos vilões da vez, que assim como a grande maioria dos grandes centros urbanos, é uma cidade repleta de estátuas por todos os lados, por isso, nem pensem em piscar quando forem visitar qualquer uma delas.

Embora algumas coisas tenham ficado pendentes no meio do caminho (como o porque da perseguição a princípio apenas do próprio Rory, sendo que o Central Park sempre foi muito frequentado, mas OK, ele pode ter sido a pessoa errada na hora errada e naquele momento estava sozinho…), a história envolvendo os anjos e aquela espécie de hotel/prédio que se sustentava através da energia vital de suas vítimas foi bem bacana, apesar de ter sido bastante simples até, assim como também foi bem bacana a utilização dos pequenos anjos dessa vez, além da própria Estátua da Liberdade com seus dentes afiadíssimos no alto daquele prédio. Cool!

Tão bacana quanto a história toda envolvendo os Weeping Angels, foi a introdução dos Ponds em meio a isso tudo, por um livro vindo diretamente do futuro e escrito pela própria filha do casal, que finalmente nos dava o ar da sua graça nessa nova temporada. Aliás, foi bem divertido ver o Doutor todo vaidoso diante do seu reflexo, se preparando para o encontro com sua esposa, a Professora (para ele, rs) River Song. E nada mais do que justo que River estivesse presente na despedida dos próprios pais. (embora eu tenha achado que faltou um pouco de emoção por parte dela para aquele momento final…)

Apesar disso tudo e até mesmo da simplicidade da história (que a princípio parecia ser muito mais complicada do que acabou realmente sendo), o episódio brincou com os nossos sentimentos de forma cruel, nos dando falsas esperanças de que tudo acabaria bem no final e aniquilando todas elas logo em seguida, sem dó e nem piedade. Quem não vibrou com o Doutor quando viu a River solta do Weeping Angel que a segurava naquela sala e logo depois recebeu um soco no estômago e três bofetadas através daquele grito de dor dela ao ter o Doutor a puxando pelo braço, que não teve outro jeito e ela teve mesmo que quebrar para se libertar da tal criatura, contrariando o que ele achava que havia acontecido, para sua total decepção? (e foi lindo ele usando a energia da regeneração para curá-la depois disso. Lindo!- mas que eu acho também que é mais um sinal de que o 11th Doctor não vai muito longe… GLUPT!)

O mesmo aconteceu depois, quando juntamente com todos eles, encontramos Rory dentro daquele cenário, onde fomos surpreendidos novamente com mais uma pista de que essa história não poderia acabar bem, uma vez que no mesmo local, encontramos também uma versão do próprio Rory envelhecido, ficando feliz por finalmente ter encontrado a sua Amy Pond de volta, após todos aqueles anos que a sua atual aparência denunciava. E mais uma vez Moffat brincou com a nossa esperança (ele que dessa vez escreveu o episódio de despedida himself) e nos fez acreditar em um paradoxo, algo que pudesse garantir um final feliz para aqueles dois personagens por quem nós torcemos tanto ao longo desses anos todos.

Um momento bem bacana também, foi quando para que tudo isso tivesse pelo menos uma chance de ter o final feliz que merecia, Rory e Amy tiveram que se sacrificar em uma atitude suicida que parecia ser a única resolução possível para toda aquela situação, o que eles não teriam conseguido fazer de outra forma senão juntos. Esse que foi um outro momento lindo do episódio e que mais uma vez colocava a vida dos dois em risco, sem a gente ter muita certeza do que estaria por vir daqui para frente com ambos saltando juntos do alto daquela prédio em Manhattan.

Foi quando descobrimos logo na sequência que o plano suicida havia dado certo sim, com Amy e Rory acordando naquele cemitério em NY, um cenário que não combinava exatamente como um final feliz e onde nós já havíamos visto ainda no começo do episódio, uma lápide com o nome de Rory Williams escrito nela. E essa alegria realmente acabou durando bem pouco novamente, quando Rory finalmente se deu conta da tal lápide com seu nome e foi surpreendido por um dos sobreviventes dos Weeping Angels (malditos! Meus novos maiores inimigos!), que o fez desaparecer diante dos nossos olhos de uma vez por todas e pior, diante da sua Amy.

Naquele momento, eu já havia perdido qualquer esperança sobre um possível final feliz para os dois e as minhas suspeitas quanto ao destino de ambos só se confirmavam, embora o próprio Doutor tenha prometido no episódio anterior para o pai do Rory que nunca deixaria nada acontecer com eles, não com os Ponds. (o que eu até cheguei a alertar que poderia ser um sinal de que esse final poderia não ser tão feliz quanto a gente gostaria)

E foi quando fomos surpreendidos com a atitude da Amy (mais ou menos surpreendidos, porque naquele momento, Amy foi mais Amy Pond do que nunca!), que não pode se ver longe do seu agora marido e grande amor da sua vida, onde ela finalmente entendeu que estava mesmo na hora de se despedir do Doutor, sendo que aquela poderia ser a sua única chance de voltar a viver ao lado do grande amor da sua vida e quem sabe assim ainda ter alguma chance de envelhecer ao lado dele. E isso tudo em questão de poucos minutos. PUFF! E assim, Amy Pond se despediu do seu Doutor maltrapilho, desviando o olhar do tal Weeping Angel e se despedindo do Doutor de uma vez por todas, o deixando naquele lugar apenas na companhia da River, totalmente desesperado por ter perdido a sua Amelia e não ter cumprido com a sua promessa, onde logo em seguida, descobrimos com a imagem da lápide do Rory, que ambos ainda tiveram uns bons anos de vida juntos, tendo ela morrido aos 87 anos, cinco a mais do que o grande amor da sua vida. Um final feliz triste demais para qualquer Whovian ou qualquer pessoa que seja dona de um coração que funcione pelo menos um pouquinho, não?

Uma despedida que não poderia ter sido mais dolorosa para todos nós, fãs dos Ponds, que nos trouxe esse conflito de emoções com falsas esperanças, mas que por outro lado também acabou nos garantindo um futuro feliz para o que o casal sempre desejou viver juntos, onde embora agora não tenhamos mais ambos para acompanhar o Doutor daqui por diante a bordo de sua TARDIS no tempo atual, a história dos dois acabou continuando ainda por muitos anos, como se a gente só tivesse ganhado uma visita ao futuro que sempre desejamos para o casal, só que esse futuro já faz parte do nosso passado e já se encontra com sua história encerrada. Triste. Feliz. Triste inconsolável. Nessa ordem. (♥ ♥)

Com esse momento, acabei vivenciando uma nova experiência dentro da série, onde pela primeira vez eu estava me despedindo de uma companion com quem eu tinha me envolvido desde o começo de sua história. Durante a minha maratona dentro da série, eu já havia vivenciado a despedida de outras três companions (Rose + Martha + Donna), mas de uma forma totalmente diferente da minha relação com Amy Pond. Comecei a assistir Doctor Who a partir da sua Season 5 (que já havia até sido exibida) e por isso, Amy Pond acabou sendo a minha primeira companion, o que por si só, já era um bom motivo para torná-la tão especial para mim. (além dela ser a mais legal e badass de todas, claro. Ela e a Donna, que fica em segundo lugar e todo mundo sabe que eu sou Team Red, portanto, lidem com isso, rs)

Foi através da sua história que eu comecei a conhecer e me apaixonar perdidamente pela série, a partir daquela rachadura em seu quarto, com Amy ainda criança e extremamente adorkable, em seu primeiro encontro com o Doutor (que também foi o meu primeiro encontro com o mesmo e foi amor a primeira vista). Assim como ele mesmo disse no episódio anterior, Amy também foi a primeira que esse rosto aqui (Essy) conheceu dentro da série, assim como foi para ele e depois de ter acompanhado a sua mitologia desde 2005 (Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 e Season 6), eu não poderia dizer algo diferente a não ser afirmar categoricamente que a sua história enquanto companion foi a mais especial de todas. Sorry todas as outras, mas é verdade. (por isso até resolvi fazer essas reviews de cada um dos cinco episódios que marcaram a sua despedida… Asylum Of the Daleks, Dinosaurs on a Spaceship, A Town Called MercyThe Power Of Three e agora o The Angels Take Manhattan)

E Amy foi a mais especial de todas elas porque pela primeira vez na série (falando apenas de 2005 até então, que é o que eu conheço), acompanhamos a evolução da vida de uma companion também fora da TARDIS. Conhecemos Amelia criança, voltamos anos depois já encontrando a mesma adulta e completamente fã do Doutor, descobrimos que ela era noiva e conhecemos o noivo que ela deixou para depois, Rory, só para conhecer o universo a bordo da TARDIS (e quem não teria feito o mesmo? Mesmo com o casamento pronto para dia seguinte…). Nos apaixonamos por ele, assistimos a história de amor dos dois crescer, vimos ele desaparecer uma outra vez e ficamos desesperados, tempos depois encontramos com ele como o último centurião, que ficou protegendo e  esperando por 2000 anos o amor da sua vida, a sua Amy. Apóis isso, assistimos o casamento dos dois, em um dos momentos mais sensacionais dentro da série, acompanhamos pouco da sua gravidez, fato, mas conhecemos a sua filha, Melody Pond (outro momento lindo da série), que a gente até já conhecia e que acabou sendo sequestrada dos próprios pais praticamente no mesmo momento em que eles a conheceram. #DRAMA

Depois disso tivemos Amy virando sogra do Doutor (algo que eu adoraria que tivesse sido mais explorado dentro da série), algum tempo depois encontramos ela  sofrendo para manter a relação de amor com o homem de sua vida, uma vez que ela havia descoberto não poder ter mais filhos e por esse motivo, estava prestes a assinar o divórcio com o Rory e após toda essa sua trajetória que até pode ser considerada como atípica dentro da série, finalmente tivemos os dois se acertando e decidindo ficar juntos para sempre, porque a essa altura, já não existia mais Amy sem o seu Rory Pond (rs). Só faltava agora descobrir se poderia existir os Ponds sem o próprio Doutor, que era o que vinha atormentando o casal ultimamente. Ou seja, em nenhuma outra das histórias encontramos uma trajetória tão completa para uma companion e por isso, apesar de ter ficado inconsolável com a sua despedida e a forma como tudo aconteceu (que foi sim, bem cruel!), consigo aceitar que esse tenha sido o fim da nossa adorável Amelia Pond. E foi lindo ter a participação da little Amy ao final do episódio, em uma história que realmente havia encerrado todas as suas etapas e que com esse capítulo final, acabou ganhando um prelúdio bem mais feliz.

Durante as férias da série, ainda naqueles especiais sobre Doctor Who que foram exibidos pela BBC America, naquele que contava um pouco mais sobre as mulheres de Doctor Who (The Women Of Doctor Who), alguém usou a melhor definição para Amy Pond, dizendo que ela nada mais era uma groupie do Doutor, uma fã mesmo, um pouco como todos nós, que colecionava coisas sobre o seu ídolo (no caso, brinquedos e desenhos que ela mesmo havia feito como lembrança daquele homem misterioso que surgiu em sua caixa azul no meio do seu quintal e que havia prometido voltar em cinco minutos), o que não poderia ser uma definição mais precisa e perfeita para a personagem, que sempre foi isso mesmo, uma grande fã do seu Doutor maltrapilho.

E dessa forma maravileeeandra, porém absolutamente triste (ainda estou inconsolável, sério), nos despedimos dos Ponds, em um episódio que esvaziou os nossos corações e onde os Weeping Angels não só tomaram NY, como tomaram também a nossa Amy Pond. Mas como em Doctor Who nada é tão definitivo assim, quem sabe um dia ainda ganhamos uma visita a esse casal envelhecendo juntos no passado? Quem sabe eles não conseguiram ter um filho e iremos conhecer ele mais para o futuro da série? (isso já é a minha imaginação indo adiante. Aproveite as free ideas, Moffat e me pague com produtos licenciados, além de uma visita ao set de gravações e uma volta na TARDIS, de verdade!)

Agora, o pior de tudo isso é saber também que esse foi o penúltimo episódio da Season 7 de Doctor Who desse ano, onde só poderemos ver como o Doutor estará lidando com a perda dos Ponds no especial de Natal de logo mais (e pelo curto teaser acima, parece que ele não está nada bem), que também marcará a entrada de Oswin Oswald como a sua nova companion. E é isso, agora só nos resta engolir esse choro e nos recompor. (DETESTAVA quando minha mãe dizia isso para mim quando criança, rs)

Goodbye Ponds! (♥ ♥)

 

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The Power Of Three

Setembro 26, 2012

 

You were the first—the first face this face saw. You are seared onto my hearts (♥ ♥)

 

Dizer que o episódio da última semana de Doctor Who foi excelente (7×04 The Power Of Three), chega a ser pouco para ser justo ao quanto ele acabou sendo especial para quem acompanha a série e principalmente para quem assim como eu, também é completamente apaixonados pelos Ponds.

Mais um episódio super completo dessa Season 7, onde vimos de tudo um pouco, como uma invasão de cubos que ninguém no mundo inteiro sabia do que se tratava, eles que passaram a ser observados 24 horas por dia durante bastante tempo mas que permaneciam ali, estáticos, sendo apenas cubos aparentemente inofensivos, até que começaram a interagir com o universo e descobrimos que eles faziam parte de um plano muito maior. E a presença desse inimigo atípico da série acabou trazendo de volta a participação da UNIT, da qual nós não ouvíamos falar já tem bastante tempo. (onde ganhamos também a participação da personagem Kate Stewart, que na verdade era filha de um antigo personagem recorrente em Doctor Who no passado, o Brigadier Lethbridge-Stewart)

Mas apesar do inimigo silencioso, do tipo paciente e mais tarde revelando ser parte de uma lenda que assustava até mesmo as crianças de Gallifrey (Shakri), o episódio teve mesmo uma outra importância e relevância muito maior, focando em algo que sempre nos perguntamos sobre a série, mas que pouco acabamos vendo dentro dela.

E a vida real?

Dessa vez foi justamente o que observamos durante o episódio que nos trouxe um pouco do dia a dia dos Ponds da vida real, um ponto bastante importante a ser tocado,  ainda mais agora que o Doutor está enfrentando essa nova dinâmica com a sua companion, viajando a maior parte do tempo sozinho e passando de vez em quando para uma aventura a três, só para relembrar os velhos tempos. Por isso “The Power Of Three” foi bem especial, a começar pela narração da própria Amy no seu início, com flashs de fatos importantes que eles já passaram juntos a bordo da TARDIS ao longo dessas três últimas temporadas e na sequência voltando para a realidade, a vida real do Ponds, que obviamente não é tão movimentada quanto a vida ao lado do Doutor explorando o universo, mas que também tem a sua importância. Excelente quando o Doutor fez pouco caso do trabalho na vida real do Rory e ele respondeu “E vc pensa que o que vc faz é tudo?”, colocando o próprio para pensar que existe muito mais a se levar em consideração nesse caso.

Foi quando passamos a entender o grande conflito dos Ponds em relação ao seu futuro, sobre o fato de se comprometerem com a vida real, com seus trabalhos, amigos, família e deixar o Doutor seguir o seu caminho, ou se de fato a essa altura, eles já se encontravam completamente viciados em viagens no tempo e seria tarde demais para tentar viver uma vida normal. E  através desse conflito foi possível perceber até a exaustão dos Ponds, principalmente quando a Amy diz que já se passaram 10 anos (para eles ao lado do Doutor e não para o resto do universo) e tudo parece ter um peso muito maior agora, depois desse tempo todo na companhia do Doutor, onde eles acumularam uma experiência que jamais teriam na vida se não fosse por aquele homem, mas que também para isso tiveram que deixar de lado coisas importantes da vida real deles e consequentemente de todos que os cercam.

Mas esse conflito não se deu apenas para o lado humano da história e com a invasão silenciosa dos cubos, que demoraram para se manifestar (1 ano e 1 dia), o próprio Doutor teve que se adaptar a vida real, passando a viver junto e na casa dos Ponds por muito mais tempo, algo que para ele também foi custoso, porque com a infinidade de possibilidades lá fora no universo, ficar sentado em casa jogando Wii poderia até ter sua diversão, mas cansava. Enquanto esse conflito nos foi apresentado, ganhamos excelentes cenas do Doutor fazendo mil e uma coisas na casa dos Ponds (até aspirar a sala ele aspirou, rs) e se entendiando logo em seguida, quando ele percebeu que só havia passado 1 hora na vida real. Um sinal claro de que para um Time Lord, o Doutor não tem uma boa percepção em relação ao tempo. (talvez por isso tenha atrasado novamente para devolver os Ponds depois da festa de aniversário de casamento deles, rs)

Brian, o pai do Rory, também voltou para esse episódio, colaborando com a UNIT no caso dos cubos, mas principalmente colaborando para a relação Ponds + Doctor. Sua curiosidade e dedicação acabou lhe rendendo até mesmo um convite para viajar na TARDIS junto com eles todos, algo que o próprio recusou justificando que alguém precisava ficar para regar as plantas. Mas o personagem também questionou o Doutor sobre o seu passado, perguntando sobre as demais pessoas que o acompanharam ao longo do tempo e o que aconteceu com todas elas, fazendo o próprio reviver alguns momentos que nós sabemos que ele não gosta muito de lembrar, além de ter que lidar com a sua parcela de culpa nas histórias de todas essas pessoas. “Algumas me deixaram, algumas foram deixadas para trás e algumas, não muitas, morreram”. (glupt)

Após soltar essa line, ele prontamente diz que isso não vai acontecer com eles, não com os Ponds, que ele jamais deixaria que tivessem esse fim. Nesse momento, senti um peso a mais para essa relação, ainda mais nessa reta final com clima de despedida, o que me deixou com bastante medo sobre o que está por vir logo no próximo episódio, que todos nós sabemos que será a grande despedida dos Ponds. E esse foi apenas o primeiro sinal de que ambos significam demais para o Doutor e seguindo um sensação pessoal que eu mesmo venho tendo em relação ao que o Doutor parece já saber sobre o futuro dos personagens (que pode ser também apenas medo por mais um vez ser deixado), fico morrendo de medo que a despedida dos Ponds seja algo definitivo ou trágico. Espero mesmo que o caminho não seja esse. Não para eles. Não os Ponds! (glupt – tremendo)

Tudo bem que do começo mais lento do episódio com a invasão dos cubos até o caos que se instaurou no mundo após a manifestação deles, que passaram a atacar os corações das pessoas no mundo todo, inclusive do próprio Doutor, que também teve momentos excelentes com um coração só, até ser “reanimado” pela Amy e receber de volta os batimentos do seu “esquerdinho” (quase morri quando ele levantou praticamente incontrolável com a volta do seu segundo coração), tudo isso acabou sendo resolvido rápido demais, em poucos minutos antes do final do episódio e essa questão do ritmo em relação a quantidade de história, personagens e fatos importantes para um único episódio, que é a nova fórmula que eles vem apostando durante essa Season 7 ao meu ver ainda precisa ser melhor acertada, para que as resoluções não acabem parecendo corridas ou até mesmo fáceis demais como aconteceu agora por exemplo. (no episódio com os dinossauros foi a mesma coisa)

Mas tudo isso foi necessário para desenvolver melhor esse dilema que a Amy estava enfrentando e que até mesmo o próprio Doutor já havia percebido que estava acontecendo. E foi quando ganhamos aquela cena linda com os dois observando Londres na ponte, onde eles acabaram enfrentando uma D.R sobre o fim do relacionamento que ambos sentiram que estava se aproximando. Apesar do meu envolvimento emocional ser gigantesco com ambos os personagens e já esperar algo bem especial para um momento como esse, fui meio que pego de surpresa com as palavras do próprio Doutor, que não poderiam ter sido mais carregadas de sentimento e tão precisas para aquele momento.

Quando Amy questionou o porque dele acabar sempre voltando para buscá-los, mesmo sabendo da dúvida que ela e o Rory estavam enfrentando em continuar ao seu lado ou não e ele respondeu com uma doçura impressionante que ele volta sempre para ela porque ela foi uma “primeira”, a primeira pessoa que ele viu após a regeneração e que por isso, ela e o Rory estavam gravados no seu coração para sempre, foi exatamente quando eu me vi totalmente entregue as lágrimas, para um momento que seria impossível de ter sido mais doce. (juro, tive um ataque de choro do meio do nada e senti a maior vontade desse mundo de abraçar os dois naquela ponte, tanto que na mesma noite, acabei sonhando que eu estava no episódio seguinte, nas despedida dos Ponds, correndo de um lado para o outro com o próprio Doutor e pedindo para tirar uma foto com ele em meio a umas projeções na parede, que me respondia dizendo”Para que tirar uma foto Essy, se vc vai poder viver tudo isso comigo daqui para frente?”. SIM, no meu sonho eu myself virei uma companion, lidem com isso. #HOWCOOLISTHAT?)

Até que chegamos a uma pré despedida deles todos ainda na casa dos Ponds, que quase aconteceu se não fosse a intervenção do próprio Brian, que disse que uma oportunidade como aquela que os Ponds estavam ganhando, de poder explorar o universo ajudando quem quer que seja, não poderia ser desperdiçada daquela forma e que eles deveriam sim seguir com o Doutor, ainda mais agora que eles já experimentaram esse gostinho e sabem da infinidade que os aguarda lá fora e que além disso, a vida real sempre estaria ali, esperando por eles. Que foi quando eles decidiram seguir em frente com o Doutor, um momento onde eles também acabaram entendendo e recuperando o “The Power Of Three”.

Um episódio excelente, principalmente em termos de edição, que foi todo construído com pequenos saltos no tempo e uma série de cenas aleatórias, mas que faziam todo o sentido para estarem naquele ponto da história. Episódio esse que veio nos preparando para o inevitável, que acontece no próximo sábado, com a despedida dos Ponds como companions (glupt glupt). Sinceramente, meus olhos encheram de lágrimas só de escrever essa line e eu espero do fundo do meu único coração (sim Doutor, há quem viva com apenas um deles, rs) que não seja uma despedida dolorosa, o que vai ser praticamente impossível de acontecer, eu sei que despedidas de quem a gente gosta são sempre um drama, mas que ela seja justa com o nosso sentimento com esses dois personagens adoráveis.

E é isso, semana que vem temos os medonhos Weeping Angels, River Song, Manhattan e aquele goodbye que a gente não gostaria que chegasse tão cedo. Desde já aceito abraços de consolação, porque vai ser um drama dramático perder a minha companion. Amy também foi a primeira para essa cara aqui, que começou a assistir a série na sua Season 5 e por isso, vcs podem imaginar a barra que vai ser essa despedida… (já não há mais espaço para caixas de Klennex na minha casa)

 

ps: me lembrei esses dias que quando eu era criança, minha mãe dizia que o coração ficava do lado esquerdo, mas ao colocar a mão no meu peito eu meio que sentia ele batendo dos dois lados e por isso, sempre achei que eu tivesse dois corações. Será que isso significa?

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