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Smash(ed)

Junho 5, 2013

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Smash encerrou sua curta história de duas temporadas na TV nos provocando descaradamente, mesmo tendo entregue uma segunda temporada bem meio assim, para não dizer péssima logo de cara, sem antes argumentar, como se ainda estivessem acima de qualquer coisa, no lucro, dizendo em seu número de encerramento que bastava entregar um grande final para que a audiência esquecesse todo o resto. Mas será que só isso realmente seria o suficiente para esquecermos de fato tudo o que foi essa Season 2 que encerrou de vez Smash?

Começamos reconhecendo logo de cara que essa segunda temporada da série sobre os bastidores de um musical na Broadway foi muito, mas muito custosa, do tipo que nos fez questionar o tempo todo o porque que continuamos diante da TV durante aqueles pouco mais de 40 minutos semanais. Isso quando não cochilamos ou desviamos nossas atenções para uma partida de Tetris invertido ou quem sabe matar a saudade do ICQ. É claro que em meio a uma temporada bem medíocre, o fator “Broadway” sempre acabava nos cativando e nos prendendo de alguma forma, por motivos óbvios é claro de muitas luzes piscando ao mesmo tempo, gente cantando invejavelmente como se não estivesse fazendo o menos esforço, um dia como outro qualquer milimetricamente coreografado, realizando de alguma forma a nossa fantasia de viver dentro de um musical pelo menos por um dia (sonho!), ou qualquer coisa do tipo. É claro que tudo isso sempre acabava nos distraindo de alguma forma, mas digamos que se a Broadway fosse realmente metade do que Smash foi durante essa Season 2, muito provavelmente suas luzes não continuariam acesas até hoje.

Durante a Season 1, reconhecemos que a série começou muito bem, nos trazendo a dança das cadeiras sobre quem de fato acabaria com o tão sonhado papel da nova Marilyn no teatro e enquanto isso, acompanhamos também toda a produção que um musical desse porte costuma ter, com as inúmeras brigas e desentendimentos envolvendo sua produção e os vários acertos e ajustes que são necessários para montar um espetáculo como Bombshell. E ao mesmo tempo em que enxergamos tudo isso, observamos e apontamos também diversas falhas que a série cometeu já em sua temporada de estreia, falhas que precisavam ser acertadas para que o show pudesse continuar, fazendo com que todos ainda continuassem interessados nele pelos motivos certos e não por um apelo ou atrativo certo qualquer.

Plots bem falhos, personagens insuportavelmente insuportáveis, histórias sem a menor força, números musicais ultrapassando todas as barreiras do ridículo (lembram do número Bollywood, com todo o elenco principal reunido pela primeira vez? #CREDINCRUZ), tudo isso precisava mudar e eles já encerraram a Season 1 anunciando uma série de cortes animadores no elenco, como o insuportável do assistente bi hétero gay Ellis, o marido bunda molão da Julia e seu filho adolescente que só tinha cara de velho mas eles juravam que era um adolescente (sério, eles mesmo chegaram a admitir e dizer isso na série), além do DiMaggio, a única despedida sentida por todos nós. Além disso, houve também uma troca de roteiristas e a espera de um tempo maior para que a Season 2 fosse realizada, algo que nos deixou com uma pontinha de boa esperança, aguardando pela nova temporada.

Até que ela finalmente chegou e nesse momento, toda essa esperança foi desaparecendo sem precisar fazer muito esforço, porque logo de cara, ainda na estreia da Season 2, Smash infelizmente já nos dava indícios de que continuava a seguir um caminho que não nos agradava em nada. Os plots continuavam capengas, alguns deles, que inclusive nos foram apresentados durante a season finale da temporada anterior como cliffhangers, foram abandonados descaradamente, sem nenhuma explicação (tipo a Ivy viciada em remédios) e mesmo com cartas de demissões entregues ao final da primeira temporada, ainda tivemos a breve reaparição de personagens meio assim (sim, estamos falando do marido da Julia que reapareceu durante a premiere e mais para a metade da temporada, recebemos também uma visita constrangedora e totalmente desnecessária do filho da Julia) e uma série de pequenas correções que precisavam ser feitas mas que eles pareciam continuar ignorando, mesmo com todas as mudanças em sua produção e tendo ganhado mais tempo para que esses ajustes fossem feitos.

A partir disso, a própria série foi se auto sabotando ao poucos em suas novas tentativas de finalmente dar certo, destruindo inclusive o pouco que permanecia OK dentro da sua própria história. Vejamos o caso da Julia por exemplo, ela que esteve envolvida com 3 dos personagens que foram eliminados da nova temporada e mesmo assim continuou sendo bem bacana, mérito é claro que da atriz Debra Messing, que interpretava a sua nova Grace com maestria na série (duas verdades: Julia era a nova Grace, fato e sorry e Debra consegue fazer o tipo muito bem mesmo, conseguindo se distanciar completamente do seu núcleo totalmente meio assim) e mesmo sendo a única sobrevivente do seu núcleo (familiar) acabou logo de cara ganhando o plot de que o seu trabalho a frente de Bombshell era o pior do musical (sério que alguém comprou isso?) e que tudo o que precisava melhorar estava em suas mãos. (praticamente uma mea culpa por parte dos roteiristas)

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Sem contar que o passado da personagem envolvendo a traição do marido (por parte dela), acabou tomando proporções completamente fora de propósito, com Smash querendo nos fazer acreditar e engolir que toda a sociedade da Broadway estava preocupadíssima com o caso de traição (vejam bem, segundo eles, só se falava disso nos bastidores) e estavam sabotando a Julia e por consequência todo o musical pelo motivo da moral e dos bons costumes teatrais, isso a ponto deles serem quase expulsos da “sociedade teatral” exatamente por esse motivo. Sério, Smash se passava na Broadway ou em uma seita religiosa dessas bem ignorantes? Com isso, sua personagem acabou ficando completamente pouco profissional (a série inteira pareceu ser bem anti-profissional durante essa temporada), sempre envolvida sexualmente com seus colegas de trabalho quando não gays (detalhe importante a se levantar, caso contrário acho que nem o Tom teria escapado), com tentativas de plots românticos com todos os que cruzaram o seu caminho profissionalmente (que vergonha), tornando a personagem como uma espécia de “Maria Dramaturgo”. EW! Lembrando que Julia não era uma iniciante na Broadway e já tinha certa experiência no assunto, além desse nunca ter parecido ser o perfil da personagem.

Sua outra metade, Tom (que nessa versão é o seu Will, só que mais Jack do que Will, convenhamos…) continuou sendo o mesmo foufo de sempre, até que começou a experimentar o poder de estar a frente do show, que foi quando ele acabou sendo nomeado a diretor do musical e tudo ficou ainda pior. Do músico fofinho apaixonado pela arte, Tom se tornou qualquer outra coisa do tipo incontrolável, as vezes sendo querido, querendo a participação de todos envolvidos com o projeto e logo em seguida perdendo o controle da situação e não sabendo mais o que fazer a respeito e as vezes completamente perdido, não querendo mais ser dupla com a Julia, simplesmente por estar meio deslumbrado com as novas possibilidades da sua carreira, até perceber que sozinho ele não conseguia ser tão bom quanto em dupla. Ain’t no Tom without a Julia. Ain’t no Will without a Grace. Seus envolvimentos amorosos também foram todos desastrosos e alguns bem vergonhosos, tanto quando namorando o ator melhor amigo da Ivy (que foi do bailarino ao reserva do papel principal em 3, 2, 1, personagem que não tinha o menor amor próprio e se demonstrou compreensivo demais) até quando se tornou o viúvo mais tedioso e nada convincente da face da terra. Sim, tivemos uma morte em Smash (viu como Smash é um drama?), e uma morte levada a sério, com uma série de tributos e reverências, mesmo que ela tenha acontecido para um personagem que só havia aparecido agora dentro da mitologia da série, sobre o qual falaremos mais depois. Sério, o relacionamento dele com o Kyle (R.I.P) apareceu do meio do nada, foi resolvido rapidinho, de forma pratica e absolutamente sexual e na verdade, pouco tempo eles estiveram juntos para tamanho luto por parte do Tom, não? Pra mim, a viúva oficial daquele funeral era o mocinho da iluminação, que depois disso foi descartado com uma lâmpada velha queimada.

Mas se Smash não se importou em tentar piorar personagens pelos quais a gente ainda tinha algum carinho como Tom & Julia, com a parte mais musical mesmo da trama, eles também não pareciam estar preocupados ou muito focados. Se eles não conseguiram resolver bem 1 musical durante a Season 1 e agora que Bombshell finalmente havia chegado a Broadway, uma série de mudanças pareciam ainda necessárias para que ele de fato acontecesse, de forma presunçosa e totalmente fora de controle, Smash teve a cara de pau de se arriscar em diversos novos projetos musicais dentro de uma temporada que já não estava andando muito bem quando apenas focada em um deles.

Bombshell acabou se transformando em dois espetáculos, quase três, que foi quando o personagem do Derek resolveu pular fora desse navio já afundando e ao mesmo tempo, eles começaram a investir em um outro musical dentro da série, esse com uma cara forçada de teatro mais experimental e independente, tentando fugir do estereotipo dos grandes musicais, experimentando novas linguagens e que mais tarde veio a se tornar o Hit List, que mesmo sendo super independente, sem grana e underground, acabou em dois segundos ganhando a Broadway (com direção do Derek, claro), se tornando o novo musical do momento e o grande oponente de Bombshell em sua temporada.

Mas pensa que acabou? Porque não acabou não e Bombshell e  Hit List não foram distrações suficientes para os produtores e roteiristas de Smash que realmente pareciam acreditar (só eles) que conseguiriam dar conta de toda essa variedade musical e outros dois musicais foram montados dentro da série durante essa Season 2. Um deles trazendo a nova sensação da Broadway do momento, uma estrela querendo provar que não era apenas uma garota inocente (não entendi até agora o propósito do musical dela, que na verdade não tinha uma história e era apenas focado em mostrar a sua trajetória no teatro e ou seus dotes vocais), com a Jennifer Hudson sendo vendida como essa grande estrela da vez, uma impressão que eles mesmo fizeram questão de nos passar durante os promos e os trailers da nova temporada (inclusive ela aparece no poster da temporada), mas que na verdade não era bem isso e ela parecia mesmo só ter dado uma passadinha na série, apenas para dar alguns conselhos aqui e ali para as iniciantes no ramo (principalmente a Karen) e fazer um ou dois números que para quem conhece a voz poderosa da cantora, talvez seja mais fácil  imaginar que ela realizou muito bem, isso antes de ser completamente descartada da série, sem sequer ser mencionada novamente. Simples assim. O outro musical dentro da série musical, esse de época e para o qual a Ivy acabou sendo emprestada (já que ela estava meio sem perspectiva depois de ter perdido o posto de nova Marilyn para a Karen), isso para que ele pelo menos tivesse alguma relação com a série, já que parecia paralelo demais e sem a melhor ligação com a trama, estrelado pelo Sean Hayes, que é sempre ótimo mas que também não encontrou um bom papel dentro da série, forçando a barra em um estereotipo exageradamente goofy, que seria mais ou menos o resultado de uma batida entre um Robin Willians e um Jim Carrey.

Talvez eles tenham incluído tantos outros musicais assim para quem sabe tentar desesperadamente nos distrair em relação a toda a grande porcaria que estava se tornando essa segunda temporada da série, que a essa altura já havia desandado de vez, não demonstrando a menor esperança de uma melhora, tanto que os números de sua audiência foram despencando cada vez mais e a série acabou sendo transferida para os sábados, que todo mundo sabe que é o corredor da morte para qualquer série. O desespero foi tanto que o próprio Bombshell acabou ficando quase que completamente de lado, assim como as músicas originais da série, que praticamente desaparecerem ao longo dessa temporada (pelo menos as do Bombshell sim, que foram muito mais presentes durante a Season 1) e seus número foram reduzidos consideravelmente também, transformando Smash em uma espécie de série sobre um musical do que uma série realmente musical. E como Derek acabou deixando a direção do projeto sobre a Marilyn, partindo para a direção do Hit List, novamente nos vimos de volta ao plot da dança das cadeiras que foi o grande plot da primeira temporada, sobre quem realmente acabaria sendo a nova Marilyn da Broadway, uma vez que Karen havia sido a escolha pessoal do diretor no passado, mas com a peça agora nas mãos do Tom, as coisas poderiam se tornar bem diferentes e favoráveis para a Ivy. (confirmou!)

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Que foi quando finalmente ganhamos a Ivy Lynn voltando para o posto que sempre achamos que ela sem a menor dúvida parecia ser a melhor escolha, encarando de forma bem mais natural (Karen sempre pareceu meio forçada no papel, além da sua notável falta de carisma, apesar do talento) a tarefa de dar vida a Marilyn, enquanto continuava lidando com a indiferença e infidelidade do Derek (ele que além de estar envolvido com a dança das cadeiras da vez só ganhou mesmo plots repetidos envolvendo o seu lado infiel e possivelmente alcoólatra, que nós já bem conhecemos), assim como o plot dramático da eterna competição com a mãe também atriz de musicais. Ivy que perdeu completamente o seu lado Marilyn megabitch e fez a humilde durante essa temporada, se encontrando inclusive prestes a desistir da carreira no começo dela e deixando de lado recursos que ela já havia utilizado no passado para conseguir o que queria. Nesse momento, estava claro que perdemos a antagonista da série e por esse motivo, como sempre torcemos para a personagem desde o começo, apesar das maldades do seu passado, passamos a enxergar o que sempre esteve óbvio, reconhecendo que Ivy realmente nasceu para aquele papel e em termos de carisma e talento (só faltou inteligência, porque ficar grávida a essa altura do campeonato foi o fim! E do Derek, que pegava geral…), ela que realmente merecia muito mais a posição mais desejada da Broadway de mentira do momento.

Karen que desde sempre se mostrou dona de uma personalidade bem mais apagada e por isso acabou quase sumindo ao longo da temporada, quando desistiu de ser a nova Marilyn para seguir o Derek em seu novo projeto, que ela mesmo se via mais interessada por conta de um boy magia que havia surgido em sua vida e que casualmente era um músico e vivia com um amigo que estava conveniente escrevendo um roteiro para um musical, que tinha grandes chances de ser o novo Rent. Sei… Karen realmente apesar de ser muito talentosa, nunca pareceu ser a melhor opção nesse cenário sobre quem deveria ser a nova Marilyn e colocando a personagem mais de lado, ficou evidente que ela não tinha o carisma necessário para segurar um papel como aquele, sendo que nem como secundária ela conseguiu se dar bem. A verdade é que ela nunca teve o carisma necessário, apesar de executar muito bem os números musicais dentro da série, mas sempre notamos que faltava alguma coisa importante nela para tal. Durante a temporada anterior, cheguei até a mencionar que seu despertar talvez tivesse acontecido tarde demais e essa nova temporada acabou confirmando exatamente essa impressão, mas talvez Karen nem tenha sido apenas despertada tarde de mais e sim, muito provavelmente, ela é só aquilo mesmo, simples assim.

Com o carisma de uma ostra, Karen se viu presa ao novo musical independente chatinho que acabou ocupando um espaço enorme da temporada, fazendo inclusive com que os atores envolvidos com Bombshell passassem a circular também dentro desse novo núcleo (Julia, Tom), que contava basicamente com a Karen e o Derek circulando entre os novos personagens por quem nós não conseguimos nos importar muito. Kyle, o tal amigo do seu boy magia que era escritor (aquele do R.I.P), até que parecia ser bem fofo, apesar de ter passado magicamente do total fracasso do seu texto ingênuo e despreparado para um musical grandioso para o escritor homenageado e reconhecido no Tony em pouquíssimo tempo depois. Coerência zero. Ele que apesar de namorar o tal iluminador magia, acabou se aventurando no que pareceu ter sido uma ou no máximo duas noites com o Tom, algo que foi o suficiente para fazer com que os roteiristas desprezassem o antigo namorado do personagem (para o qual ele inclusive apresentou até a sua família, vejam bem), muito provavelmente porque acharam que como o personagem iria morrer mesmo, o Tom faria uma viúva de maior peso por conta da relevância do personagem para a história do que o pobre iluminador coadjuvantão. Que vergonha Smash, que vergonha! Além disso, aqueles flashbacks com o Kyle participando da vida de todos os personagens principais, deixando sua lição de vida, sua “marquinha em cada um deles” (ZzZZZ), sendo que antes disso ele tinha ganhado apenas pequenas participações ao longo da temporada, além de totalmente desastrosos, chegaram a ser extremamente constrangedores, para não dizer ridículo, como se de um episódio para o outro o personagem tivesse se tornado um mito da Broadway, personagem esse que sequer teve o trabalho de ser construído previamente da forma certa.

Kyle que dividia o apartamento com o tal boy magia da Karen, Jimmy, que era absolutamente insuportável (em todo e qualquer sentido), além de nem ser tão magia assim, algo que até seria capaz de nos fazer pelo menos tolerar o seu personagem pela visão. Ele que chegou na série de forma misteriosa, com nome falso, onde descobrimos mais tarde que tinha dividas com um traficante, que na verdade era seu irmão, mas que acima de tudo isso era um músico talentosíssimo que tinha tudo para ser o novo queridinho da Broadway caso tivesse a sua chance. Detalhe, de músico ele passou a ator dramático também em um passe de mágica e acabou estrelando Hit List ao lado da Karen (novamente aquela questão do anti-profissionalismo mencionado anteriormente), com a qual ele manteve uma relação bem meio assim até o final da temporada, quando seu personagem acabou ganhando como resolução final o plot de que ficaria preso apenas por uns meses (senta ai e espera viu, Karen?), isso porque o grande segredo da sua vida era o de que uma garota havia morrido de overdose ao seu lado no passado e ele com medo do que aconteceu acabou fugindo, sem prestar socorro ou qualquer coisa do tipo e por isso havia assumido uma nova identidade, achando que se fosse pego por quem ele realmente era, poderia acabar sendo preso. Mas ao final da série, Jimmy acabou descobrindo que a tal garota na verdade não morreu e estava viva, por isso sua pena seria mais leve no final das contas. Sério, ele nem tentou descobrir o que de fato havia acontecido com a garota durante todo esse tempo antes de fugir?

Eileen continuou divando, mesmo com os probleminhas que a atriz Anjelica Huston acabou enfrentando por conta da mão pesada em alguns procedimentos estéticos meio assim. De todos os personagens, apesar de todo o anti-profissionalismo que sempre encontramos aqui e ali na série, ela sempre pareceu ser a mais profissional desde o começo de Smash e assim permaneceu até o final, colhendo merecidamente os frutos de todo o seu profissionalismo. E foi bem bacana vê-la recuperando o seu boy magia antiga do bar no final das contas, fora o sentimento da vingança pessoal dela com o marido, que além de ser um péssimo empresário, continuava se relacionando com o Ellis, aquele mesmo que a gente não suportava desde a primeira temporada e que dessa vez embora não tenha aparecido em cena, esteve presente em menção desonrosa, apenas para aterrorizar todo mundo mesmo que no formato de um fantasma.

É preciso dizer também que apesar de todos esse erros de roteiro e construção de personagem, um dos grandes problemas de Smash sempre esteve concentrado na parte musical da série, que não conseguiu se resolver muito bem durante essas duas temporadas. Talvez por se levarem a sério demais, mas é fato que em Smash, os momentos musicais só funcionaram de verdade durante os ensaios ou quando em cena, do contrário, eles não conseguiram resolver muito bem essa questão, como temos que reconhecer que Glee com muito bom humor (algo que faltou para a série), sempre conseguiu fazer naturalmente, sem ter que se esforçar muito para nos convencer de qualquer coisa. Se durante a primeira temporada tivemos um dos piores momentos musicais da série com aquela performance no pior do estilo Bollywood, durante essa Season 2, tivemos uma outra performance extremamente constrangedora e ruim logo no começo da temporada, com o Derek envolvido com diversas mulheres de salto pink dentro de um bar, que foi bem mais simples do que a anterior mas tão ridícula quanto. Não sei se foi só eu, mas consegui perceber uma vergonha explicita na cara do ator Jack Davenport durante a cena e não acho que foi muita coincidência logo depois dela o mesmo ter anunciado o seu envolvimento com uma nova série inglesa para a próxima temporada, mesmo ainda estando Smash com o seu futuro incerto naquele momento.

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Tentando desesperadamente encerrar a série pelo menos de forma honesta, Smash escolheu se despedir no formato de tortura, com um episódio duplo que nos preparava para o Tony, para o qual a série jurava que Bombshell e Hit List, apesar de todos os erros, eram os musicais que mais disputavam as categorias da premiação. Apesar de toda a trajetória, esse foi um final bacana sim para a série (mas também não esteve livre de grandes erros e aquele anti-profissionalismo de sempre, como por exemplo a apresentação do elenco de Hit List de última hora no palco do Tony, que aparentemente não contava com nenhuma segurança), apesar também de bastante estendido e que conseguiu reunir uma série de conclusões que a série precisava desesperadamente encontrar, antes de se encerrar, uma vez que a sentença de morte já havia chegado. Nesse episódio duplo, observamos a série e seus personagens se resolvendo de forma até que digna, o que nos faz questionar o porque deles não terem feito algo parecido com o restante da temporada, repetindo o mesmo feito e erro da temporada anterior, com a diferença que durante a Season 1, pelo menos os primeiros episódios da temporada conseguiram render alguma coisa boa, algo que não chegou a acontecer durante a Season 2, exceto pelo seu series finale.

Com esse final tudo acabou sendo acertado, os personagens ganharam o seu “final feliz”, Bombshell se firmou como o grande musical da vez durante o Tony Awards, com espaço para que Hit List também ganhasse o seu reconhecimento. Nessa hora, sobrou espaço até para mais uma tentativa amorosa para o Tom, com um provocação bem explícita para um certo ator de cinema que de uns anos para cá ganhou respeito na Broadway e que tem uma vida pessoal bastante questionável em alguns sentidos. Não vamos citar nomes porque não somos desse tipo, mas digamos que ficou bem claro que aquele possível novo boy magia do Tom (e o que aconteceu com o Scotty de Brothers & Sisters? Inflou?) era ninguém menos do que alguém que pode ser um dos X-Men, rs.

Apesar desse final até satisfatório, como foi o da primeira temporada, que também reuniu uma série de tropeços durante o seu caminho, Smash encerrou a sua história nos provocando com aquela ideia  mencionada no início dessa review, dizendo que desde que eles conseguissem encerrar a série bem, a audiência acabaria esquecendo todo o resto. Algo que fica bem difícil de se levar em consideração, uma vez que para quem permaneceu enquanto audiência da série durante essa nova temporada, temos a impressão por experiência própria que não deve ter sido uma das experiências mais fáceis da vida televisiva de ninguém. Por isso não, não é possível encerrar um série dessa forma descarada e esperar que a sua audiência esqueça todo a sua trajetória, que foi sim custosa, entendiante e principalmente porcamente executada. É, foi ruim mesmo e isso nós não vamos conseguir esquecer assim tão facilmente. Por isso nos despedimos de Smash sem a menor saudade, sem conseguir lembrar de pelo menos um bom número musical da sua nova temporada, que por se tratar de uma série musical, deveria obrigatoriamente ter existido.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Golden Globes 2013, a premiação dos nossos sonhos que teve um red carpet que foi um verdadeiro pesadelo

Janeiro 14, 2013

Se o Golden Globes 2013 de ontem a noite se concretizou como a premiação dos nossos sonhos, seu red carpet não conseguiu atingir o mesmo feito e acabou virando um pesadelo.

Mas não dos grandes, tão pouco com direito a direção do Tarantino. Sorry. Não foi para tanto e digamos que esse, embora tenha sido um pesadelo escuro, porém morno, foi também bem preguiçoso e quase sem esforço nenhum.

Mesmo assim, conseguimos separar as melhores e piores da noite, que é a nossa tarefa preferida em noite de premiação e todo mundo sabe disso!

 

E o prêmio de pior colagem com cola quente vai para:

Sienna

Quem quer que seja o responsável por esse look horrorendo em duas peças da Sienna Miller. Sério, que coisa mais pavorosa é essa, Sienna?

Porque se isso não foi um presente de dia das mães enviado diretamente do futuro pelo seu filho recém nascido, gostaríamos muito de ouvir a sua justificativa para tamanho erro. Deve ser algo interessante, porque olha isso…

Sério, desembucha Sienna. Alguém te obrigou? Você não pode contar porque estão ameaçando a sua família?

Ela que também ganhou o prêmio no quesito melhor cara de castor da noite. Clap Clap Clap!

By Erdem

#NAOTABOMNAO

 

Quem escolhe ir de calva em uma premiação onde você tem grandes chances de ser uma das vencedoras?

Chastain

_ Vai de que hoje dona Xhasssstain? (língua pressa)

_ Ah bee e se a gente tentasse aquele look calvo?

Aposto como o casamento do Hugh Jackman é real, pelo menos na Australia antiga e que pode significar qualquer outra coisa no dialeto dos cangurus (rs), que esse foi o papo de salão da Jessica Chastain com a bee vingativa e ou incompetente que cometeu esse crime na sua cabeça.

E se o cabelo já não estava bom, ela fez o que mesmo?

Coroou o desastre da noite com esse vestido pavoroso e com decote generoso que ninguém olhou por que estava todo mundo feito aquela figurante passando ali atrás, sem entender como é que alguém escolhe assumir a careca em dia de premiação.

#NAOTABOMNAO e o que é pior, a imagem entrou para a história porque ela foi uma das premiadas. E a gente faz a dancinha do #TOLDYOUSO.

By Calvo Harrys… quer dizer, Calvin Klein

 

Falando nela, não aprendeu mesmo nada com a Karen Walker, não é mesmo Grace?

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Viveu por 8 temporadas cercadas das bees (e hoje trabalha em Smash, uma série musical, ou seja, continua cercada das bees, rs), com uma assistente impiedosa como a saudosa Karen Walker e até hoje parece que a Debra AMO Grace Messing não aprender nada na fila da buatchy moderna, não é mesmo?

Quem precisa de todo esse volumão logo no quadril?

#NAOTABOMNAO

By Donna Karan

 

Quando até a sua prima mais feia tem coragem de rir da sua cara e julgar o seu look, é sinal que #NAOTABOMNAO

Halle Berry

Viu Halle Berry, a única berry que nós não gostamos nada (porque as outras, blue + black + red, são todas bem vindas, rs), quando até a sua prima mais feia, que é como vamos aproveitar para identificar aquela senhoura de xale e flor branca na cabeça passando ali atrás, tem coragem de rir descaradamente da sua escolha, isso só pode ser um sinal claro & evidente de que #NAOESTABOMNAO mesmo.

E o desespero de colocar tudo de fora, inclusive a pose eternizada por Joliezão para tentar pelo menos virar meme? Nunca serás!

Nem meme de “You Suck” com GIF da sua “Catwoman” em qualquer uma das cenas daquele filme vale (cuspida no chão em formato de bola de pelo), porque ninguém consegue lembrá-la desde que a Anne Hathaway passou a ocupar o mesmo espaço com muito mais graça e fundamento. Meow!

 

Falando em desespero…

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… lembramos de desemprego e tem gente fazendo de tudo para conseguir entrar em um casting qualquer, não é mesmo Eva Longoria?

Se o decote na frente não existisse e só houvesse o das costas (e ele tinha um decotão em U nas costas) e também não existisse essa fenda, porque ninguém estava pedindo por tanta generosidade assim, estaria perfeita. Mas…

#NAOTABOMNAO

By Emilio Pucci (pucci some clothes on, rs)

 

Alguém segura as gêmeas Deschanel da Deschanel?

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Ela que mais uma vez não foi de Chanel e nem de chapéu (que é o meu sonho dizer por aqui, nessa ordem e e isso significa que A- A FOX está sem prestígio, ou B- A FOX não paga bens) Mas tem que ser alguém que se importe, caso contrário, pode deixar assim mesmo para a gente morrer de rir da falta de sustentação das gêmeas.

E as unhas que estavam cheias de desenhos e ela fez questão de dividir isso com o mundo em seu Estragão?

Certeza que a Alcione já mandou copiar. Certeza!

#NAOTABOMNAO

 

Suck it, Taylor Swift

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Taylor foi com a mesma cor da Lena Dunham. Bitch. Mas errou. YEI

Taylor estava concorrendo na categoria melhor cara de alface. Bitch. Mas perdeu para a Adele. YEI. Mas se fosse só pela cara de alface mesmo, seria merecido! rs

Taylor quase soltou um palavrão do tipo “boba feia” quando perdeu. Ohhh, bitch. Mas se segurou e fez cara de constipada com um 1/2 sorriso de lado. MORREMOS de rir por três gerações diferentes com o momento em close.

E que grotesca essa parte “sereia” do vestido, não? EW!

By Dona Karan

#NAOTABOMNAO

 

Desde o seu final em #TDKR, perdemos Marion, é isso?

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Não, não é isso e só pela cara dela de emoção no momento do discurso da Jodie Foster The People, nós ainda podemos garantir que ela é uma ótima atriz.

Mas ultimamente tem feito cada escolha.. como essa saia de bico horrorenda. Sério?

Volte a ser linda, Marion!

By Christian Dior Haute Couture

#NAOTABOMNAO

 

Momento contraditório

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Isso porque eu amo tudo no vestido da Rachel Weisz e ao mesmo tempo, não gosto nada dele. Acho que é porque desde que esse hype apareceu, nunca fui muito fã.

E sério, ao bater o olho pela primeira vez na imagem dela com o Daniel Craig de óculos, pagando a permuta, achei que ela estava acompanhada do Psy, rs #CREDINCRUZ

E o high five mais sensacional do Golden Globe desse ano foi do James Bond himself + Adele. Invejável e sensacional!

By Louis Vuitton

ps: esse foi o ano dos escuros, pretos e ou vermelhos na premiação, não? Tomem nota, porque pode cair na chamada oral… rs

 

Muito menos é mais mais

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Menos decote, menos fenda, mais tiras nessa sandália pavorosa e mais cuidado com esse coque, Katharine Mcphee.

By Olivier Theyskens for Theory

#NAOTABOMNAO

 

Nunca se vai na festa da concorrente vestida como a estatueta da outra

Anne Hathaway

Essa é uma regra básica dos bons costumes que a Glorinha não contou no seu livro e nem em seu programa, mas que a Anne Hathaway deveria ter pensando por ela memso antes de escolher esse vestido que se fosse em dourado, ela estaria a própria estatueta do Oscar, não estaria?

Aliás, suas duas últimas escolhas foram completamente meio assim…

By Chanel (esse que deve ser um número 2 e 1/2 no máximo, porque não chega ao 5)

#NAOTABOMNAO

 

Agora uma pausa para repor o milk shake de Nutella para aproveitar e dizer 3 verdades sobre os meninos na noite de ontem, porque eles também merecem a nossa atenção no red carpet, ou vocês pensam que aquele tapete se estende sozinho em noite de premiação? E é por isso que precisamos deles, ainda mais quando estamos de pele e cabelo feito e todo mundo sabe disso. Lidem com essa informação meninos…

day lewis

Daniel Day-Lewis, esse é um homem bonito, o resto é tudo aprendiz de feiticeiro. Tirando alguns, claro, eles que já estão na classe avançada. (rs)

Höy e beijo para toda a gangue de NY! #RESPECT

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Esse foi o homem que mais acertou no tux na noite de ontem. Lindo, interessante, com cor, textura e de quebra, Ben Affleck ainda saiu com dois prêmios, melhor diretor e melhor prêmio. Está bom para vocês? Höy!

sofia-vergara

Agora e toda essa gracinha dele para cima da Gloria de Modern Family (que não levou nada, eu acho. Suck it! – mesmo assim)? Não sei não viu, até ela pareceu não acreditar no que estava acontecendo naquele momento. Mas achamos que por enquanto, Jenn não tem com o que se preocupar. Apenas por enquanto…

Apesar de que, sempre achamos que os meninos agem como bobos em apenas duas ocasiões: quando querem alguma coisa e não sabem como e o que fazer para conseguir e ou quando estão no seu estado normal, sendo apenas meninos. #Meh (rs)

O capeta está de olho…

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E esse é um representante digno da magia mágica ruiva, não?

Por isso, i do declare Brody, que com tanto talento, você acabou de entrar para o clã raríssimo da magia mágica ruiva, sir. Höy!

Agora voltando aos trabalhos, vamos ver quem esteve melhor no Golden Globes 2013, porque nem só de pesadelos vive o homem. WOO

 

Megan Crossfox, finalmente acertando na vida

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E não, eu não cai de cabeça no chão ou entrei em um buraco negro no universo de onde eu jamais deveria ter saído para fazer esse tipo de declaração sobre a Megan Fox, de quem todo mundo sabe que a gente não gosta.

Mas dessa vez ela se deu bem, não pelo fundamento, beleza ou qualquer outra coisa do tipo e sim porque ela fez a melhor cara de arrogante da noite para quem foi acompanhada do David de 90210 original. PÁ!

Se tivesse voltado no tempo e conseguido ir com o Brandon ou o Dylan antigo, ganharia ainda mais pontos positivos, mas como o assunto é o presente e o David é o único que nos resta da turma digno de atenção, aceitamos o feito. Höy!

ps: ela que foi uma das pelo menos 3 recém paridas que já voltaram ao seu shape antigo e original, não? O milagre? Ninguém conta…

 

Eu poderia estar matando, eu poderia estar roubando, eu poderia estar defendendo esse floral da Lucy Liu…

Lucy Liu

… que tinha uma estampa linda, que deu vontade de forrar a cama ou mandar revestir toda uma poltrona com cara de antiga e ou vintage com ele (vestido que com menos volume, ficaria bem melhor) mas eu prefiro me atentar ao detalhe ao fundo, do lado direito de quem vê, com o que parece ser a primeira aparição em público do Valentino himself travestido de mulher. E nasce uma DIVA!

HAHA. Sério, nada nessa vida me convence de que aquela não é ele e se alguém souber se o Valentino andou passando férias na Tailândia, a gente pode confirmar se o salame ficou por lá mesmo e virou presunto de Parma, rs

Aguardando contatos…

By Carolina Herrera

 

Vamos dar um vale crédito para a Michelle Dockery usar com sabedoria?

michelle-dockery-

Ela que acabou de chegar na America antiga, possivelmente sem marido (drama dramático da mágoa do caboclo indeed) e que tinha tudo para ter acertado no modelo de ricah, se ele não tivesse marcado tanto a underwear. (principalmente em outra imagem, que eu não vou postar porque tenho esperança do meu nome aparecer no testamento de Downton, onde estava tudo marcado de forma grotesca, pior do que esse costurão do corpo do vestido)

Go Mary! Go Mary!

 

Não sabemos quando de fato é a rainha, a Meryl Streep ou a Glenn Close, mas em todo caso

hellen mirren

Precisamos dizer que queremos crescer conservados nesse shape. #AMEM (que nem hoje em dia está tudo isso, rs)

#GODSAVETHEQUEENINAGOODSHAPEFOREVER

E aquela figurante ali no fundo, se não tivesse removido os seus canais lacrimais em sua última intervenção cirurgica, certamente estaria chorando enquanto chegava a conclusão de que se não tivesse feito tantas intervenções na cara, teria a chance de envelhecer dignamente assim. Tarde demais minha senhoura, tarde demais.

 

Se já gostamos de casal que combina o pantone, imaginem então o que sentimos por aqueles que mantem o mesmo fundamento no picumã

ryan + hough

O vestido era lindo, mas casal que divide até as escovas/escovadas, é só amor. Nada a declarar porque pouco importa quem eles são além do fato de viverem essa relação perfeita de salão… rs (sorry Ryan)

 

Porque nós AMAMOS um vestidão vermelho casca de ferida

naomi-watts

Sim, vermelho casca de ferida, do tipo quando quase madura, é a nova cor do momento. Anotem…

E qualquer pessoa coberta nesse nível, não está para brincadeira, não é mesmo Naomi Watts? (ela que na busca por um prêmio está indo em todas as festas da temporada, inclusive regabofe de coxinha fria em noite de eleição de novo sindico na reunião de condomínio mais ou menos)

 

Deitando todas em P&B by Julianne Moore

Julianne Moore

 

Eu sou linda, eu sou ricah, eu sou premiada, eu sou ruiva. Sem mais. 

 

Esse deveria ser o resumo do perfil da Julianne Moore para a vida e ou o refrão do seu funk.

MARAVILEEEANDRA!

 

(♥)

lena-dunham

AMAMOS ainda mais premiada e vestida de princesa nessa Zac Posen, em dia da premiere da nova temporada da sua série, pela qual você voltou para casa com dois prêmios por sua temporada antiga.

#TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. (♥²) #Ghols

 

Morena Baccarin, aquela que ninguém suporta em Homeland e só consegue perder para a sua filha insuportável e pedante na mesma, nos fazendo engolir o seu Valentino escolhido por dedos de fadas

damian-lewis

SIM, depois daquele crime que ela cometeu contra ela mesmo no PCA 2013, Baccarin estava mesmo precisando se redimir e nada melhor do que um Valentino como esse para deitar com todas, não?

MARAVILEEEANDRA

 

Assim chegamos ao fim do nosso pesadelo, para você que conseguiu resistir bravamente até o final desse post, recomendamos uma encarada na imagem do Day-Lewis por pelo menos 13 minutos e 1/2 antes de tentar dormir novamente. Isso porque nós sempre desejamos o bem para os nossos leitores. SEMPRE!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Let me be your f*cking star!

Maio 22, 2012

Smash foi uma série que já chegou sendo uma das grandes promessas da temporada. Trazendo os bastidores de um musical, com todo o trabalho pesado que é necessário para se colocar alguma coisa na Broadway, passando por todas as suas etapas, da captação de dinheiro para colocar uma ideia genial em prática, até os problemas técnicos do dia da pré-estréia. Com um detalhe que por si só já fazia toda a diferença. Um detalhe não, um nome: Marilyn Monroe.

Logo de cara ganhamos duas fortes candidatas para o posto. Uma novata, vinda diretamente do interior, tentando a sorte na cidade grande, naquele plot de sempre que a gente conhece bem. Embora ainda bastante sem experiência, a candidata era dona de uma voz sensacional e um interesse em aprender fora do comum, principalmente pensando nesse universo de divas com egos cada vez mais inflados. Essa era Karen Cartwright (Katharine McPhee), a versão “Marilyn Adormecida” de Smash.

Do outro lado do palco, ganhamos uma versão “Blond Ambition”, essa bem mais talentosa e já com certa bagagem nos palcos da Broadway nas costas. Loira e cheia de curvas, logo de cara, ela parecia à escolha mais óbvia para ser a nova “Bombshell”. Uma Marilyn incrivelmente talentosa, porém, o que sobrava em seu carisma + talento, fomos descobrindo ao longo da temporada que faltava em seu caráter. Essa era Ivy Lynn (Megan Hilty), a garota capaz de tudo para conseguir o papel da sua vida. Nesse caso, a “Marilyn Evil” de Smash.

Durante essa primeira temporada, rolou meio que uma dança das cadeiras o tempo todo. Ainda assim, desde o começo ficava cada vez mais claro que Ivy, ou melhor, Evil (como eu gosto de chamá-la) estava muito mais preparada para o papel. Evil tinha o talento, o carisma e até mesmo os cabelos loiros que se espera de uma boa Marilyn, mas mesmo assim, ainda parecia não ser o suficiente.

Ao mesmo tempo em que ela tinha todos os requisitos para ser a nova Marilyn, o caminho que ela escolheu para tal não foi o ideal. Disposta a tudo e com esse final de temporada nós descobrimos que ela estava disposta a tudo mesmo, Evil não media esforços para conseguir o seu objetivo, por isso se sujeitava a dormir com o diretor, tentava afastar a sua concorrente a qualquer custo, um comportamento típico de uma estrela que não tem tanta certeza a respeito do seu brilho.

Evil, que desde o começo da série foi pintada como uma mulher mais segura de si em relação a sua inimiga declarada, acabou revelando cada vez mais uma fragilidade que ela tentava esconder a qualquer custo, uma insegurança que ela carregava para a vida e utilizava das armas mais sórdidas para se proteger e não deixar ninguém perceber a sua verdadeira fraqueza. Dessa forma, ficava difícil torcer por Ivy, que a todo momento aprontava alguma coisa que revelava um pouco mais do seu caráter duvidoso, mesmo com ela tirando de letra e arrancado os nossos aplausos em quase todos os seus números. Como esquecer a apresentação de “Wolf” no apartamento do Derek, ainda no começo da temporada? Hein? Auuuu! (que eu acho o melhor número de Smash até agora…)

Para Karen sobrava o papel difícil da humilde aprendiz, ela que também tinha um certo nível de insegurança, mas que talvez para a sua sorte, não conseguia esconder muito bem essa sua insegurança, totalmente diferente de Ivy. Dessa forma, ela ficava sempre à sombra de alguém, observando de longe o trabalho das pessoas mais experientes do que ela, reconhecendo o talento alheio sem o menor problema, sem se sentir inferior, em um nível de humildade cada vez mais raro de se ver hoje em dia e eu imagino que na Broadway, seja mais difícil ainda.

Apesar de desde o começo ficar bem claro que eles estavam tentando deixá-la mais apagada propositalmente, para que a sua estrela despertasse na hora certa, ficava difícil também torcer por uma protagonista tão apática, do tipo boazinha demais, sabe? Aquela que apanha, apanha e continua sem reação nenhuma. Mas como nos foi revelado na letra da música que encerrou o episódio da season finale, Karen era mesmo apenas uma estrela adormecida, aguardando a sua vez de brilhar. Mas convenhamos que talvez ela tenha ficado adormecida por um tempo longo demais…

Mas tirando a questão de quem acabaria sendo a Marilyn um pouco de lado, os demais personagens da trama também tiveram a sua colaboração no desenvolvimento dessa história, para o bem e para o mal.

Apesar de Smash ser uma série sobre os bastidores de um musical, seria praticamente impossível deixar a vida pessoal de seus personagens totalmente à parte da história. E foi nessa hora que a série encontrou o seu maior desafio e nesse caso, devo dizer que nesse quesito, a série não conseguiu ser muito feliz.

A começar pelo plot da família da Grace (na verdade Julia, mas…), que não colou de jeito nenhum. Com um filho insuportável e com zero de carisma, acompanhado no combo do marido bunda molão (que eu só passei a gostar quando descobri que ele foi/é o Shrek na versão para a Broadway. Howcoolisthat?), ficava cada vez menos interessante todo e qualquer plot dentro desse núcleo. Juro que quando a história do caso dela com o DiMaggio (Will Chase) acabou sendo descoberta pelo filho que ainda sofre por não ter ganhado a sua irmãzinha chinesa (euri), eu fiquei torcendo para que essa fosse à deixa para a despedida da família dela, abrindo espaço para que Grace pudesse assim ficar com o seu boy magia da Broadway. (que na vida real, é o verdadeiro namorado da Debra Messing)

Nesse caso, faltou também um pouco mais de profissionalismo para a personagem da Grace, não? Como assim ela me aceita demitir o ex-amante, apenas para fazer a sua família feliz? E o que é que o universo tem a ver com essa questão? E as contas que o moço também tem para pagar? Também não me aguentei quando em um determinado momento da temporada, ela teve que justificar que o seu filho só tem cara de velho, mas que ele é super novo (muito provavelmente porque eles perceberam que o ator e o personagem não convenceram). Sério, fiquei bem constrangido…

E como a Grace não funciona direito sem uma dupla, dessa vez ela ganhou um Tom (Christian Borle) para chamar de seu. Tom & Grace. Ele que é talentosíssimo e um foufo, mesmo cometendo o grande erro da sua vida ao dispensar o boy magia mágica do jurídico para ficar com a gay fã esportes, uma espécie raríssima, diga-se de passagem. Sério, o que deu na cabeça do Tom?

Ele que em um certo momento dessa reta final, aproveitou para jogar na cara da Grace o quanto ela estava sendo pouco profissional exigindo a cabeça do seu amante e culpando todo mundo pelo seu caso, tirando totalmente o peso da culpa da traição das suas próprias costas. Achei bem importante que alguém tenha dito essa verdade que ela estava mais do que precisando ouvir. Outro ótimo momento da temporada foi a discussão entre Tom e Derek, resolvendo uma questão que ambos dividiram no passado e que desde o primeiro encontro dos personagens na série, ainda pairava no ar, mesmo sem a gente saber exatamente sobre o que se tratava.

Agora, dois personagens que eu achei sensacionais logo de cara e assim se mantiveram até o final da temporada, foram Derek e Eillen, essa segunda mais ainda até.

Derek (Jack Davenport) o boy magia diretor carrasco british indeed, com aquele sotaque que a gente AMA e a magia de um diretor competentíssimo (já falei que ele é very british?), pena ele vir com aquele gênio incontrolável, do tipo cruel por natureza. Tudo bem que mesmo com Derek, eles conseguiram cometer uma série de erros, como aquele desastre do novo musical que ele acabou propondo, com muito mais apelo comercial e zero bom gosto. Fiquei pensando que aquele tipo de erro seria bem difícil de acontecer com um diretor brilhante e competente, com anos de experiência dentro dessa área, como eles estavam pintando o personagem até então. Agora, o meu respeito com ele nunca mais será o mesmo depois daquela saidinha de ré no número “Bollywood” que a série arriscou em um de seus episódios. Arriscou e não foi muito bem assim…

Um número polêmico, que gerou as mais variadas reações devido a sua falta de propósito e logo nesse que seria o primeiro grande número da temporada envolvendo todo o elenco. Para o meu gosto, eu até achei que ele foi bem executado, mas ao mesmo tempo em que ele conseguiu me agradar, também fiquei no time dos que torceram o nariz para o fato dele ter acontecido do meio do nada, sem um plot relevante o bastante para tal, ainda mais sendo o único número que acabou reunindo todo o elenco.

Aliás, todos os números na série que apareceram dessa forma (como um sonho), ou fora do cenário do musical, acabaram me incomodando. A não ser quando em um momento de descontração qualquer dos personagens, esses sim super justificáveis. Mas um deles em específico, onde  Evil era vista cantando no seu quarto, em um momento super 90’s decadente, esse sim eu achei bem preguiça. Parecia um clipe antigo da Celine Dion. Sério. Acho que nessas situações fora do palco, eles ainda precisam aprender a como deixar os números musicais mais alinhados com a história.

E tem como não amar a nossa Anjelica Huston jogando martinis na cara do ex marido cretinão a todo momento? Ela que vive Eileen na série e é sem dúvida uma das personagens mais queridas de Smash. Eileen que arriscou o seu Degas em nome do musical que ela acreditava ser a galinha dos ovos de ouro, aproveitando para provar para o ex marido o quanto ela consegue ser profissional, mesmo sem o seu apoio financeiro. AMO o plot dela com o cara do bar e acho que eles formaram um casal sensacional, mas o maior destaque da personagem ficou mesmo para os foras homéricos que ela aproveitava para dar no Ellis, o assistente gay/HT/bi mais insuportável da face da terra. WOO!

Sério, nada foi mais divertido durante essa temporada do que Eileen colocando Ellis no seu devido lugar. Ele que foi uma megabitch do começo ao fim e algo me diz que depois da sua demissão no season finale, ele ainda dará muita dor de cabeça para Eilleen. E quem não tinha certeza que ele teria sido quem tentou envenenar a nova estrela do pedaço? E alguém mais aposta que com o musical fazendo sucesso, Ellis vai acabar exigindo a sua parte na criação de tudo aquilo e gerar muita dor de cabeça para todas?

Antes de partir para a reta final dessa primeira temporada da série, eu devo ser sincero ao admitir que mesmo com toda a empolgação do começo da temporada e boa parte desse texto, eu cheguei a cansar de Smash durante esses 15 primeiros episódios. E isso se deu a partir do sexto episódio, onde eu senti que foi onde eles começaram a se perder quase que totalmente. Depois desse fatídico episódio, ficou bem claro que a série estava entrando em um declínio, mesmo mantendo alguns bons momentos dentro do seu fundamento. Tanto que para a próxima temporada, a NBC muito provavelmente preocupada com esses vários deslizes de boa parte da temporada, acabou adiando a Season 2 já confirmada da série, apenas para 2013. Talvez para ganhar um pouco mais de tempo para pensar melhor o desenvolvimento dessa história, ainda mais agora que a série sofreu uma troca de roteiristas (e dizem que quem vem por ai é um roteirista de Gossip Girl, ou seja: MEDO!). Esperamos que esse tempo maior seja algo positivo para Smash, porque para uma boa série musical, eles ainda precisam melhorar muita coisa. MUITA!

E justamente nessa segunda metade da temporada muito mais fraca do que o seu começo (os quatro primeiro episódios são bem bons, por exemplo), tivemos a entrada de ninguém menos do que a Uma Thurman, que chegava para roubar a cena, roubando também a disputada vaga de nova Marilyn da Broadway, vivendo a estrelíssima Rebecca Duvall. Sinceramente, apesar de adorar ver a Uma em cena, eu não consegui entender muito bem o porque dela ter aceitado o convite para essa participação, que poderia ter sido interpretada por qualquer outra atriz bem menos importante. Mas parece ser até uma tendência, onde várias estrelas do cinema estão migrando para a TV, alguns para participações menores ou afetivas, mas talvez essa seja até uma justificativa para a maioria dos canais terem reduzido várias de suas temporadas e projetos para 13 ou 15 episódios, onde é muito mais fácil de se segurar uma estrela desse porte, do que uma temporada muitas vezes arrastada, de 24 episódios. (além dos custos, claro)

Mas quando todas as minhas esperanças eram as mais baixas possíveis em relação a esse final de temporada, a ponto de me colocar bastante em dúvida sobre a minha relação futura com a série, Smash chegava para entregar um final bem do descente, ainda mais se comparado ao seus últimos episódios bem capengas. E chegava à hora de conhecermos finalmente a dona do posto de nova Marilyn, dessa vez em mais uma pré-estréia do musical, onde nada mais poderia dar errado.

E foi nesse exato momento que a Katherine McPhee acabou ganhando a chance de finalmente despertar a Marilyn adormecida de dentro de sua Karen. O que de fato aconteceu, mas não chegou a ser impactante o suficiente para que a gente enquanto audiência tivesse a mesma certeza do Derek em relação a ela de fato ser a melhor opção pelo papel. Eu até culparia isso pelo tempo enorme que essa ascensão levou para de fato acontecer, mas acho também que faltou um grande número com as músicas já conhecidas da série, sem ter cara de ensaio (porque até houve um momento “Wolf”), para que a gente acreditasse um pouco mais em todo o seu potencial. Nessa hora, senti que mesmo estando  no centro dos holofotes, ainda faltou alguma coisa para transformá-la em uma verdadeira bombshell.

Uma resolução que não poderia ser diferente, uma vez que nos dois episódios anteriores, Ivy Evil passou a ganhar bem mais status de megabitch, firmando de vez o seu papel de antagonista dentro daquela história, onde ela acabou dormindo com o namorado da Karen apenas porque o seu Derek estava pegando a estrela de Hollywood, sendo que a própria Karen nada tinha a ver com isso tudo. Obviamente que nessa hora, totalmente desesperada ao ver a sua nova e talvez última chance desaparecendo mais uma vez, ela não teve dúvidas e resolveu desestabilizar a sua concorrente, revelando a noite em que ela e o agora noivo de Karen passaram juntos. Mas que coisa feia hein Evil? Ai ai ai…

Claro que essa revelação, acumulada juntamente com toda a pressão de ainda não se sentir preparada para a posição que quase ninguém acreditava que ela seria capaz de assumir acabou levando Karen ao seu grande surto, quase desistindo do seu maior sonho por ver uma parte importante da sua vida desmoronando de uma hora para outra. Mas como nada que uma mágoa do caboclo não nos faça renascer mais forte do que nunca e assim ela conseguiu se recompor, enfrentando de uma vez o desafio de subir aos palcos e agarrando com unhas e dentes a chance que lhe estava sendo oferecida, a chance de se tornar uma verdadeira estrela.

Tudo isso com a ajuda do Derek, onde nessa hora ele finalmente deixou a sua postura de tirano de lado e aproveitou para ajudar a jovem inexperiente a enxergar a grande oportunidade que estava diante dos seus olhos. É claro que nessa hora ele precisava agir dessa forma, onde todo o investimento do espetáculo estava em jogo. Mas para a nossa surpresa, ele acabou nos revelando que ele não só sempre visualizou Karen no papel da nova Marilyn, como guardava alguns sentimentos pela garota. Foufo vai?

Confesso que esse final de temporada voltou a me animar um pouco em relação à Smash, tanto que eu fiquei mais do que curioso para saber o que irá acontecer na próxima temporada. Um episódio de season finale muito bom mesmo, mantendo o nervosismo e a dança das cadeiras até o último momento (pensando no suspense, tudo bem, pensando no profissionalismo que se espera, acabou sendo um pouco demais também), onde apenas nos minutos finais nos foi revelado quem era a estrela que deveria “quebrar a perna” naquela noite de estréia. Um episódio realmente muito bom, que encerrou dignamente essa primeira temporada da série, nos deixando com aquele gostinho de querer ver mais do espetáculo, apesar dos diversos erros dessa trajetória.

E mesmo gostando da resolução final para essa temporada, eu sigo achando que falta um pouco de emoção para Karen, onde me parece que a personagem sempre aceita fácil demais todas as dificuldades que lhe são propostas, o que me faz sempre ficar em dúvida em relação a ela realmente ter o necessário para ser uma estrela.

Mas enfim, a continuidade de tudo isso nós só teremos mesmo em 2013, onde eu espero que eles nos mostrem os números prontos (pleeease!) e corrijam todas essas falhas, que mesmo com um episódio final de temporada do tipo bem bom assim como o seu piloto, nós não conseguimos ignorar tantos erros e falhas assim tão fácil. Não por muito tempo… NOW MOVE!

 

ps: no final do dia de hoje, a NBC anunciou os cortes do elenco dos personagens Dev (o namorado da Karen), Frank (o marido da Grace… agora só falta o filho), Michael Swift (dele eu gostava, humpf) e a bee/HT/bi mais irritante da face da terra: ELLIS! Já vai tarde, fofa. E essas foram as primeiras cabeças exigidas pelo novo showrunner da série, o senhor Josh Safran, que vem de Gossip Girl, por isso eu repito: MEDO!

MET Ball 2012 – A noite em que todas se vestem especialmente para o Diabo

Maio 8, 2012

E by Diabo, eu quero dizer a Anna Wintour (que estava de Prada, claro) em pessoa e o seu eterno corte chanel, anfitriã e organizadora do evento, que esse ano abriu a exposição “Schiaparelli and Prada: Impossible Conversations” (e beijos para Keyloca e Tarcisio, meus professores antigos de história da moda, da arte e história contemporânea, que me ensinarm tudo sobre Schiaparelli e a Belle Époque. Depois, há quem ainda acredite no esterótipo preguiça de estudante de moda que encontramos por ai. Humpf!)

E noite de baile do MET é certamente um dos red carpets mais concorridos ever. E com toda essa concorrência, todas elas ficam desesperadas para deitar uma com as outra neam? Celebridades e estilistas, diga-se de passagem.

Esse ano o baile não teve muitas surpresas (como quase tudo ultimamente), mas é claro que como qualquer bom red carpet que se preze, nos rendeu algumas lições importantíssimas. Então separe o Moleskine e anota ae:

 

Preto é a escolha certa da vez, mais uma vez e outra vez

Sim, elas continuam apostando no pretinho. Mas tem que ser longo, ter algum poder e não ser nada básico.

Dzél estava corretíssima nesse Givenchy. Correto, mas nada demais também, apenas um pretinho ok.

Mas quer saber quem parou tudo mesmo, também investindo no fundamento Gyvenchy de ricah bem ricah?

Beyoncé. PÁ!

Que foi com esse Givenchy de quem tem mais condição, com transparência + renda + bordado + essa cauda que é simplesmente maravileeeandra!

Seguindo o mesmo fundamento poder da Beyonce, tivemos Marion Cotillard, bem linda nesse outro modelo pretinho cheio de fundamento by Christian Dior.

Lembrando que as duas foram mães recentemente e já estão lindas assim… (e a culpa daquele nosso pneu fica para quem mesmo? PÁ!)

O modelão Prada da Kate Bosworth também segue o mesmo fundamento dos dois anteriores, só que em uma versão curta e com as cores invertidas. Também maravileeeandro!

E o make dramático com boca escura?

Hit da noite. Anotem.

Cate Blanchett  estava linda, linda, leeeandra de Alexander McQueen.

Não é o meu tipo de vestido preferido, mas certamente foi um dos mais maravileeeandros da noite.

O dia em que a Rihanna conseguiu nos fazer lembrar que ela é linda. PÁ!

Tá vendo como ela consegue? E olha que pela simplicidade, nem precisou se esforçar muito nesse Tom Ford até que bem simples.

Para provar que a nossa birra com ela não é nada pessoal. Maravileeeandra!

Mas pensando bem… será que isso tem a ver com rumores obscuros de que ela estaria desfrutando da magia sueca mais cobiçada desde os hits do Ace Of Base? Hmm mmm…

Aguardando confirmações para considerar LUTO total. (#TENSO)

Todas ♥ Grace Coddington (tmbm de Prada)

MUSE!

Tenho que dizer que eu fiquei morrendo de orgulho do look da Amy Poehler, Sério!

E olha que um preplum para a altura dela, foi uma escolha bem arriscada. Mas ainda bem que deu beeem certo.

E ela não só acertou no look, como também na cor do cabelo (gosto muito mais assim, com esse loiro mais fechado) e no fundamento, que ficou maravileeeandro!

Sem contar o seu acessório poder , o marido Will Arnett, capaz de animar qualquer mesa neam?

#ORGULHODEFINE

 

Se for para investir no fundamento exótico, #TEMQUESEGURAR!

E essa dica vale para a Rooney Mara, que não pareceu estar assim muito confortável de calçola de fora nesse Givenchy de renda transparente.

O que não deve ser muito fácil mesmo, mas se essa foi a sua escolha, #TEMQUESEGURAR!

Tipo o Marc Jacobs, que foi de vestido rendando, transparente e de cueca branca (sim, BRANCA!) e que mesmo assim segurou muito bem o seu próprio fundamento. PÁ! (embora eu não ache um look bacana…)

Ou como a Christina Ricci, que segurou com orgulho esse look Thakoon, totalmente meio assim.

 

O poder do brilho metalizado

Carey Mulligan também estava cheia de condições, com esse Prada metalizado que era puro fundamento & poder, que eu não consigo parar de imaginar o quanto deve custar na ludjeeenha. $$$ Catching!

Zou bisou bisou … Zou bisou bisou (não consigo vê-la sem lembrar do hit e aposto que deve ser uma piadinha recorrente em sua vida)

Jessica Pare, que também investiu no metalizado e foi de dourado by L’Wren Scott. Estava linda, mas eu não acho que a cor a favoreceu tanto assim… (imagino ela parando tudo em um verde, por exemplo)

E o que o metalizado da Carey Mulligan tem de fundamento, esse da Nina Dobrev  tem de poder. Maravileeeandro, não?

By Donna Karan Atelier

 

Preplum, a tendência do momento (que não é para todas)

Uma tendência que não é para qualquer uma e nessa edição do baile do MET, a Sofia Vergara até que enfim saiu da sua zona de conforto dos vestidos com rabo de sereia preguiça de sempre e optou pelo fundamento preplum da Marchesa , que com o seu corpão todo em dia, ficou ainda mais maravileeeandro!

E que boa noite para as irmãs Knowles, hein?

Primeiro a Beyoncé me apareceu deitando todas no seu Givenchy bem de rica e agora a  Solange Knowles, com esse preplum amarelo maravileeeandro by Rachel Roy, vestido que certamente iluminou a noite.

E o cabelão cheio de volume? PÁ!

E a Elizabeth Banks, hein? Confundiu a vida real com o seu personagem de “The Hunger Games”?

Nesse caso, achei esse preplum da Mary Katrantzou, bem bem difícil…

Não sei quanto a vcs, mas eu ficaria esperando alguma coisa cair a qualquer momento dessa parte levantada na frente.

#NAOTABOMNAO

Cadê a postura?

Cadê o poder?

Cadê o Ryan Gosling?

Além do quadril dela ter ficado muito maior com esse preplum da Prada na cor do momento (ponto positivo), a pergunta que não quer calar é: cadê o Ryan Gosling? (eles ainda estão juntos? Qual a vantagem de se namorar um Ryan Gosling e não sair o exibindo por aí? Resposta: a vantagem é o próprio Ryan. Höy!)

#NAOTABOMNAO

 

Tangerina

A cor do momento: tangerina.

Uma pena que nem todas que optaram pela cor conseguiram acertar no fundamento… Fom forom fom fom

Salvo apenas a Ginnifer Goodwin, que nem estava com um vestido tão poder assim (e cadê o príncipe?), mas mesmo assim estava maravileeeandra.

By Monique Lhuillier 

Kristen Bell , que só acertou na cor… by Tommy Hilfiger.

#NAOTABOMNAO

Katharine McPhee também só acertou na cor… (by Elie Saab)

E como ignorar esse peito todo espalhado na lateral?

#NAOTABOMNAO

E a Leighton Meester, que não foi de tangerina, mas estava meio tangerina ela mesmo neam?

O que aconteceu com Blair, hein garota do blog?

 

Florais de ricah bem ricah!

Bee Shaffer (a filha da Anna Wintour) que não poderia ser nossa amiga jamais… nesse “efeito floral” maravileeeandro by Erdem.

E digo que ela não poderia ser nossa amiga jamais, pelo simples fato de estarmos em sua companhia e alguém chamar “Bee” e todas olharem confusas ao mesmo tempo, sem saber exatamente quem estaria sendo chamada.

Euri

Rashida Jones, que também estava maravileeeandra no fundamento floral de ricah by Tory Burch.

Mas o melhor da Rashida é esse nome neam?

Eu não consigo chamá-la de Rashida e sempre solto um “Rashilda”. Acho mais sonoro, rs

E a Sarahjay que foi toda num print só?

Achei ousado…

E esse cabelo é sempre um acerto neam? PÁ!

By Valentino

 

Aquelas que não estavam em um bom dia…

Diane Kruger, que além de ter deixado o Peter Pacey em casa (Boo Hoo!), o que já é sempre um ponto negativo, deixou também bastante do seu fundamento esquecido em algum outro lugar, não?

Preciso dizer que eu sou fã de um peitinho honesto, mas com esse cabelo solto e essas plumas, imprimiu que ela estava de camisola…

By Prada

#NAOTABOMNAO

Achei arriscado, achei corajoso, achei o sapato ótimo, mas #NAOTABOMNAO

Mas continuo querendo ser o seu BFF tsá, Chloe Sevigny? Desde “Kids”…

By Miu Miu

Muah!

Duas coisas:

1) O que aconteceu com a cara da Jessica Biel? Seria a franja o problema? Ou ela mexeu nessas maçãs, já que dizem que eles vão se casar em breve e nessa hora bate o desespero? (e na Itália, tsá?)

2) E que vestidinho mais simplezinho (Prada) e com a barra mais pavorosa é esse? Mas nem que esse bordado em verde fossem esmeraldas…

Mas tudo bem, nada que o sorriso foufo do Justin não desvie as nossas atenções. E se ele começar a cantar no falsete e sair dançando daquele jeito, esquecemos até o nosso próprio nome e somos capazes de perdoar qualquer coisa… (euri)

Rachel Zoe que de tão magra, parecia mais uma franja do seu vestido de franjas de cigana by Rachel Zoe Collection.

#NAOTAMBOMNAO

 

Enigma Xonas Brothers

Temos 3 Xonas Brothers. 2 deles foram de tux fosco e um todo no cintilante. A pergunta é: qual deles possivelmente significa?

Tempo…

 

Look figurino de época

Já cansei de dizer que tem que tomar cuidado quando for investir no fundamento antigo, pensando sempre antes no combo make + cabelo, para não ficar com cara de figurino de época.

Como a Kirsten Dunst, que mesmo de Rodarte (que a gente AMA), imprimiu (muito pela postura) que ela estava pronta para interpretar uma versão da Chanel, só que loira. Só faltou as pérolas e o cigarrão na mão.

#NAOTABOMNAO

Ou a Jessica Chastain, que estava parecendo mocinha de filme Westen.

Bota um chapéu na cabeça com umas plumas e uma piteira na mão, que ela se torna a própria.

By  Louis Vuitton

#NAOTABOMNAO

Lily Collins, sabe figurino de fantasma de filme de terror de época? Então…

E palmas ao contrário para a Coco Rocha, que conseguiu cometer o crime público de acabar com um look que já foi da Liz Taylor no passado.  Tpalc Tpalc Tpalc! (que são as nossas palmas ao contrário, rs)

Desconsiderando até o fato de que ela é uma chata sem tamanho, eu bem acho que só por esse crime, ela deveria ganhar pelo menos uns dois fantasmas para acompanhá-la pelo resto da vida. WOO!

E cuidado, estou vendo pele demais nos pés e no colo. Aposto que ela vai reclamar depois em seu Tumblr…

Uma pessoa que eu ADORARIA que tivesse um vlog: Coco Rocha. Imaginem tudo o que ela não tem para reclamar? Zzzz

 

Medusa?

Já passou da hora de alguém estender o braço para tirar a Mary-Kate Olsen desse buraco negro de onde ela se enfiou já faz tempo e nunca mais saiu, hein?

Ainda mais agora, que ela tem coragem de sair de casa até com esse cabelo de Medusa medonho!

#NAOTABOMNAO

 

E quem se importa?

E quem se importa com o vestido coral da Emily Blunt (que diga-se de passagem, está com o corpão totalmente em dia) quando ela chegou na festa carregando o acessório poder que atende pelo nome de John Krasisnki?

Höy!

ps: como não amar a bee mediúnica ao fundo? Das duas uma, ou ela estava mentalizando o Krasinski em um momento mais interessante (Höy!) ou ela estava tentando deitar com o look de alguma delas. Xocotô!

E quem se importa se a Emma Stone estava vestida de boneca no MET Ball 2012, quando ela me aparece assim, acompanhada do Alber Elbaz?

Höy!

E quem se importa com a Claire Danes (todas se importam na verdade. Chega logo Setembro, chega logo Season 2 de Homeland!) maravileeeandra e toda de branco, quando ela levou o seu boy magia Hugh Dancy?

Höy!

E quem se importa com a Florence, que deixou a sua Machine em casa e foi toda bufante  by Alexander McQueen ao baile desse ano?

Afinal, ela pode. Ela é quase uma entidade. Uma fada na verdade.

E quem se importa com esse post gigantesco que finalmente chegou ao seu fim? Zzzz

Alguém tinha alguma dúvida de que o piloto de Smash seria bem bom?

Janeiro 19, 2012

Para começar, uma série que reúne musical + Marilyn + Grace e o seu melhor amigo gay+ NY, já tem uma grande vantagens em nossos corações, não?

E Smash fez um piloto bem direitinho, introduzindo bem os personagens, desenvolvendo um pouco das histórias de cada um deles e com números musicais ótimos, o que é sempre um ponto bem positivo para quem gosta de musicais.

A série tem como história os bastidores de um espetáculo da Broadway baseado na vida da Marilyn Monroe e assim eles contam um pouco da dificuldade e da trajetória de todos os personagens envolvidos nesse plot de criar o novo grande musical da Broadway.

Parece realmente que nós estamos assistindo os ensaios, vendo o musical ganhar forma e com isso os personagens vão ganhando mais força, se tornando mais interessantes. Eu pelo menos fiquei bem curioso para ver o que vem pela frente, apesar de já conseguir até imaginar boa parte da história, com o preview dos demais eps que rola no final do episódio piloto.

Ficou meio que na cara desse preview, que o grande plot da temporada será a indecisão da produção do espetáculo sobre  as duas atrizes aparentemente perfeitas para o papel, cada uma com os seus pontos positivos a seu favor, disputando a vaga da Marilyn no palco e que muito provavelmente, ambas vão tomar rumos bastante diferentes para tentar conseguir agarrar essa chance de ser o novo rosto e voz da Broadway, o que é o sonho de todas (inclusive nós, rs. Quem nunca se imaginou no palco da Broadway?). E parece que apesar de uma imprimir ser mais “mocinha” do que a outra, vai ficar difícil não acabar torcendo para as duas.

O elenco me pareceu ótimo, adorei a Anjelica Huston nervosa com o seu divórcio, a Debra Messing novamente ganhando uma dobradinha com o melhor amigo gay (Christian Borle, que me lembrou muito fisicamente o Jack de Will & Grace e que é o ator que contracenava com o Zachary Quinto na versão teatral de Angels In America, que já foi produzida como série para a HBO no apssado e é sensacional!) e ainda de quebra, temos como vilão o ator Jack Davenport, com o seu sotaque very british delicioso. Höy!

AMEI também que o namorado da personagem principal, é o Gaurav (Raza Jaffrey) de “Sex And The City 2”. Aliás, achei o casal bem foufo. Mas ele sabe muito sobre a Marilyn, não? Será que significa? rs

Na disputa do papel da nova Marilyn, temos Megan Hilty e Katharine McPhee, duas vozes ótimas por sinal.

O texto também é ótimo, super bem humorado e cheio de referências contemporâneas sobre o mundo das celebridades, dos musicais. Adorei quando a personagem da Debra Messisng (que solta a voz em um momento que me lembrou muito de novo Will & Grace) pergunta para o filho adolescente, o que ele pensa quando ouve “Marilyn” e o garoto responde tudo, menos Marilyn Monroe, rs. Que geração mais preguiça, não Grace?

Apesar de já conseguir imaginar os rumos da série, Smash já me conquistou e eu decidi que devo dar uma chance para a nova série da NBC. Espero não me decepcionar, porque eu senti um potencial ótimo com esse piloto.

Go Marilyn!

ps: aproveitando que estamos falando sobre uma ex Will & Grace (série obrigatória no resumé de todo mundo!), vou aproveitar o espaço para contar que o Sean Hayes vai fazer uma participação especial em Parks And Recreation. Howcoolisthat?  Ele que também fez uma participação recente e bem divertida, como modelo de mãos em Hot In Cleveland. Agora só falta o Will aparecer neam? rs

2012 Golden Globes Awards – Um red carpet preguiça, com pouco fundamento, porém até que surpreendentemente bom

Janeiro 16, 2012

Fiquei bem surpreso com os looks do 2012 Golden Globe Awards, viu?

Não que tenha chovido fundamento no red carpet, nada disso, mas digamos que quem quase sempre aparece meio assim, até que surpreendeu esse ano, hein?

Vamos conferir começando sempre por quem a gente achou meio assim…

 

Ninguém aguenta mais:

Ninguém aguenta mais o look “sai correndo do motel e me enrolei no primeiro lençol com mais de 180 fios que eu achei pela frente, só porque eu sou ricah!”, nem quando esse look chega em rosa e foi a escolha da Natalie Portman.

#NAOTABOMNAO

Ninguém aguenta mais esses tecidos pesadões demais e que de quebra ainda fazem aquele volume que ninguém precisa.

O que vale tanto para o Zac Posen da Reese Witherspoon, tanto quanto para esse pretão Monique Lhullier (que com esse volume todo, não dá para chamar de pretinho neam?) da Debra Messing.

Ainda falando em volumão, o nosso próximo exemplo, apesar de também se encaixar no quesito “volumão”, o seu pecado maior ficou mesmo por conta do peso no make

Que é o caso do look da Ariel Winter (Modern Family) que tem 13 anos, mas que com esse combo make + cabelo poder, acabou ficando pesado demais para ela, além de imprimir mais idade.

E nesse caso, como o vestido tem fundamento, o volumão desse Dolce & Gabbana nem me incomoda tanto.

Ou seja, ninguém aguenta mais criança com a mão pesada no make e querendo imprimir adulta antes da hora.

Aproveitando que estamos falando do elenco de Modern Family, também ninguém aguenta mais essa escolha de sempre da Sofia Vergara, que funciona, sempre também, como no caso desse modelão da Vera Wang que ela escolheu, mas que deixa a gente morrendo de preguiça.

Vamos evoluir do look sereia? Bámos?

Outra coisa que ninguém aguenta mais e nem precisa, é look nude sem gracinha, como esse aqui by Donna Karan da Katharine Mcphee, neam?

E ninguém aguenta mais também tanta simplicidade neam? Pelo menos não nesse caso.

Não que a Kate Winslet não estivesse maravileeeandra, porque ela estava. Höy!

Mas esse bicolor by Jenny Packham dela, ficou simples demais perto das outras e imprimiu duas peças, deixando o look ainda mais simples.

Linda, só que simples demais

 

Sereia exótica

E o look sereia foi o queridinho de todas nessa edição do Golden Gobes. Só que algumas optaram por uma versão do vestido um pouco mais exótico, como esse Oscar de la Renta com um super volume completamente desnecessário do vestido da Tina Fey, que cá entre nós e que ela não nos ouça, quase nunca acerta em red carpet, fato.

Agora, falando em exótico, o que era o shape do vestido Chanel da Julianne Moore?

Não cheguei a achar pavoroso, apenas achei difícil. Bem difícil.

Agora, esse modelo da Evan Rachel Wood precisa decidir se é sereia, ou pavão neam?

Confuso e exótico demais para o meu gosto.

E a cor? EW!

NEXT!

 

Ursula, é vc?

Ainda não decidi se a Kelly Osbourne foi de Ursula da Disney, ou se ela foi mais a fundo na referência e foi mesmo é de Lula Lelé (euri), só sei que esse vestido era tão pavoroso quanto a cor atual do seu cabelo. (e esse modelo também entraria na categoria “sereia exótica” fácilmente)

By Zac Posen

E eu já disse: cadê o Fashion Police trabalhando nessa intervenção, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Jodie Foster toda feminina

A primeira surpresa da noite:  Jodie Foster foi toda feminina e de Armani. Euri (tá, não resisti e tive que fazer essa piada)

Mas não dava para exigir muito neam?

Feminina e com bom gosto, seria exigir demais. (mas teve quem conseguiu, mas vou deixar vcs curiosos por enquanto…)

 

Pílulas de Nanicolina

Gente, a Salma Hayek tomou ou não tomou pílulas de nanicolina antes de ir para o Golden Globes?

Não sei, mas o resultado final da sua escolha nesse Gucci, acabou diminuindo ela, pelo menos uns 37 cm no meu conceito, rs.

Vale mandar a sua versão em miniatura para representar em noite de premiação, hein produçán?

 

Agora, vamos falar de peitos?

Primeiro, o clássico do peito espremido no vestido Reem Acra que a  Madonna escolheu, que apesar de ter esse top bem fundamento, ele esta visivelmente apertado.

Aposto que ela passou boa parte da noite sentindo um aperto no coração, rs.

E o modelo se acabou mesmo foi  nessa saia com recortes quadrados neam? Imprimiu Projeto Fashion.

E ela combinou ou não combinou com a colega, as formas geométricas da saia, hein? (pelo menos o da Andrea Riseborough era um Vivienne Westwood)

Ainda falando sobre o assunto peitos, o segundo clássico da noite é o peito espalhado, que foi o que imprimiu esse vestido Versace  escolhido pela Nicole Kidman, que ultimamente esta ficando cada vez mais difícil para ela, tadinha.

Primeiro que eu sempre acho que esse tipo de alça e decote, sempre deixam o peito meio caído, até mesmo para quem não tem o peito nada caído.

E nesse caso, como o busto do vestido tem esse fundamento de “folha” que vai até possívelmente as costas, acabou  imprimindo como se o seu peito acompanhasse a silhueta do vestido.

Ou seja, #NAOTABOMNAO.

E encerrando o assunto peitos, vamos para o drama de todas: o peito caído!

E o que foi que faltou para o look by Naeem Khan da boa esposa?

Um bom sutiã!

E sustentação também seria uma boa palavra nesse caso.

 

Um frozen Yogurt natural com calda de blueberry, por favor!

E esse vestido da Sarah Michelle Gellar simboliza em imagem, esse vestido by Monique Lhuillier é exatamente como fica o meu frozen yogurt, quando eu falo mais com as amigas do que me divirto com o meu próprio pedido delícia. (rs)

E pra que tanto tecido hein? Dava para fazer pelo menos mais uns 5 modelos com tanto excesso, aff…

#BOLOLÔ

 

Não foi o melhor domingo das irmãs Deschanel

É, não foi…Humpf!

 

Look  gira gira Pombagira

E a Dianna Agron passou o não passou em uma encruzilhada com o seu vestido by Giles antes de seguir seu rumo na noite de ontém hein?

WOO!

 

Chega uma hora, que a gente começa a esconder o que já não esta mais tão bom assim

E essa hora chegou para vc Heidi Klum, infelizmente.

Vamos cobrir essas costas?

Obrigatô!

 

A mais desavisada da noite

Connie Britton que se confundiu quando ouviu noite de Golden Globes e achou que tinha sido convidado para a noite do clube do livro para discutir sobre “O Segredo”, rs.

E sempre tem uma desavisada para matar a gente de vergonha, não?

Diz que é italiano e vintage by The Way We Wore, mas acho que eu já vi alguém batendo uma roupa na beira do rio lá na Itália antiga, vestida assim hein?

 

Agora vamos fazer uma pausa, antes de falar de quem estava maravileeeandra na noite de ontém, isso porque nós não sobrevivemos sem um pouco de magia em nossas vidas, não é meso?

Höy!

Tudo bem que o elenco de Glee e o boy magia psicótico de American Horror Story não contam muito neam?

Isso porque eles ainda são tipo café com leite no quesito magia (alguns sem açucar) mas a pergunta que não quer calar é: o que aconteceu com o Puck, hein? EW!

Continuando com quem interessa mais…

Tá difícil encontrar magia em Hollywood hein? E a gente pensando que é só por aqui que está cada vez mais puxado…

E como lidar com o bronzeamento terracota light do Bradley Cooper, hein?

Enfim, mas eu acho que esse Jean Dujardin de “The Artist” tem bem uma cara de galã antigo, hein? Höy!

E como levar a sério uma premiação entediante como todas as outras, quando a gente não tem nem a possibilidade da aparição de pelo menos a sombra do Ryan Gosling?

Humpf…

Mas essa pausa serviu mesmo para duas coisas e a primeira é:

Que o Gerard Butler saiu da sua fase magia negra e voltou a ser boy magia!

Ok Gerard, pode comemorar. Höy!

E conta pra gente o que tinha nessas gift bags da premiação tsá? (Euquero! rs)

E em segundo lugar, essa pausa também serviu para a gente chegar até ele, o mais bem vestido dos meninos no Golden Globes 2012:

Joseph Gordon Lewitt, que vem conquistando o meu coração depois de ter soltado a voz no ano novo (e vcs viram aqui) e é claro que depois de “500 Days Of Summer”, neam?

Mas o prêmio vai para ele, por conta da melhor gravata borboleta da noite. Höy!

 

E agora já podemos voltar a falar delas, as mais bem sucedidas no red carpet de ontém a noite. Separei 10, pq o post já estava ficando interminável. Então lá vai:

 

10 – Nicole Richie

Linda de metalizado, com um cabelo poder e a tattoo naquele lugar que todas elas fizeram  no final dos anos 90 e c0meço dos anos 2000 e que hoje em dia significa neam? rs

Maravileeeandra by Julien Macdonald 

 

9 – Amber Riley

Amber Riley é uma gordinha esperta e que geralmente acerta nas suas escolhas.

E eu AMEI esse cabelo, acho que ela deveria adotar para a vida!

By  Badgley Mischka 

 

8 – Sarah Hyland 

Sarah assim como a sua irmã em Modern Family, também foi de Dolce & Gabbana. Mas ela se deu melhor e escolheu um vestido que a deixou maravileeeandra!

 

7 – Lea Michele

Lea Michele anda acertando por esses dias, não?

Apesar do seu vestido Marchesa ter um fundamento de apresentação de patinação no gelo ou ginástica artística (rs), eu achei fundamento esse metalizado e além disso, ele tinha um decote maravileeeandro nas costas.

 

6 –  Claire Danes

E a nossa torcida valeu a pena, pq não só ela levou o prêmio de melhor atriz em série dramática por seu papél sensacional em Homeland, como ela ainda subiu no palco com esse vestido maravileeeandro by J. Mendel.

Bicolor assim como o da Kate Winslet, só que com muito mais fundamento, indo e vindo.

 

5 – Emma Stone

Maravileeeandra como sempre! Höy!

By Lanvin

 

4 – Michelle Williams

Outra que tem uma lista de acertos invejáveis, não?

E o que foi o seu discurso de agradecimento? Foufo mil!

By Jason Wu 

 

3 – Angelina Jolie

Não sei se foi a força dos meus últimos posts sobre os looks sempre tão preguiça da Angelia Jolie nos red carpets da vida, mas a verdade é que ela se animou e chegou com essa cara de bruxa da Disney que Deus deu só para ela e para as bruxas da Disney, é claro!

Maravileeeandra by Atelier Versace

 

2 – Tilda Swinton

Tilda manteve o seu fundamento exótico, mas foi mais feminina (e essa era a outra que eu falei lá no começo, a que deu certo, rs) e maravileeeandra do que nunca?

E essa cor de nova Alice do outfit dela hein?

Uma delícia deliciosa. Höy!

 

1 – Charlize Theron

Eu não sei o que aconteceu com a Charlize Theron nos últimos dias, mas ela esta ficando cada dia mais linda e com cara de mais nova, fato.

Conta o segredo pra gente Charlize? Me passa esse contato do seu dermatologista, antes que fique puxado por aqui hein? rs

E o prêmio de look com mais fundamento e maravileeeandro da noite vai para ela com o seu Dior fundamento,  não só porque ela realmente foi o melhor de todas no red carpet do 2012 Golden Globes Awards, mas também porque ela esteve maravileeeandra como nunca durante toda essa semana, em todas as festas que antecederam a premiação.

Maravileeeandra! Höy!

Ok, e assim terminamos mais uma noite de premiação. E agora já pode dormir? rs


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