Posts Tagged ‘Keira Knightley’

Da série casais que nós amamos: James Righton + Keira Knightley

Junho 24, 2013

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#TEMCOMONAOAMAR casal que é tipo gente como a gente na vida real? (AMO casal que eu poderia facilmente usar a roupa dos dois também, rs)

(♥)

 

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Da série casais que nós amamos ainda mais recém casados: Keira Knightley + James Righton

Maio 6, 2013

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Eles que se casaram na França, em uma recepção no finde para apenas 100 convidados, o que é só para quem tem condição e bom gosto. (porque muitas vezes só “condição” não garante nada)

E noiva linda com cara de bailarina moderna não caminha nem faz plie, noiva linda saltita e desconfiamos que talvez flutue, rs

(♥)

 

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Once Upon A Time by Karl Lagerfeld, o trailer

Maio 2, 2013

Com a Keira Knightley interpretando a jovem Coco Chanel, “Once Upon A Time” é o curta dirigido por Karl Lagerfeld a frente agora também dos fashion films da marca. (AMO essa vontade/coragem do Lagerfeld de se aventurar em todas as áreas. E sempre muito bem por sinal)

O filme estreia dia 08/05, aqui. Inspirados? (por Chanel? Sempre!)

(♥)

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Com quem você gostaria de passar o fim do mundo?

Dezembro 21, 2012

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(______________________) para preencher com a escolha de sua preferência.

E quem diria que com o mundo prestar a acabar, ainda sobraria algum tempo para se apaixonar? (♥)

Uma ótima proposta para o momento (e para o oportunismo desse blog que logo no dia de hoje decidiu ser sensacionalista, rs), em uma dramédia bem bacana e estrelada por rostos conhecidos de todos nós. Apesar do tema, “Seeking a Friend for the End of the World” não é um filme triste, apesar de ter seus momentos e a visão da diretora Lorene Scafaria (em sua estreia como diretora) para o longa ter sido a de emprestar um certo tom de ironia para o final dos tempos.

É claro que em meio a uma proposta como essa, de poucos dias restantes para o final inevitável e anunciado do mundo, sem a menor esperança, tudo e todos estariam enfrentando o maior caos. Pessoas tentando realizar todas suas vontades e desejos antes que não houvesse mais tempo para realizá-los, esbanjando sinceridade quando já não havia mais motivos para mentir socialmente e experimentando o que talvez sempre tenham desejado mas antes, sem a certeza de um ponto final determinado para suas histórias, acabava faltando coragem para experimentar ou se arriscar. Tudo muito natural e do jeito que a gente imagina que aconteceria na verdade.

No meio disso tudo temos ele, Dodge (Steve Carrell), um homem comum recém abandonado pela mulher, que tem uma história de amor antiga ainda pendente e que ironicamente, trabalha como vendedor de seguros de vida. Em seu trabalho, o caos também já havia se instaurado, com poucas pessoas restantes fazendo questão de continuar com suas vidas corretinha e rotineiras até o final, algumas com um pouco mais autocontrole, outras menos, mas todos tentando seguir em frente para ver o que de fato aconteceria no fim. Em casa, sozinho, Dodge tem apenas a companhia da empregada  estrangeira com quem ele não consegue se comunicar muito bem, ela que também faz questão de tentar manter a sua rotina, talvez de forma inconsciente, por não entender muito bem o que estava acontecendo. (achei até que eles abortaram essa segunda ideia para não soar politicamente incorreto demais… o que eu achei bom até)

Enquanto o clima de caos piorava, Dodge acabou encontrando com uma vizinha que ele pouco (ou nada) conhecia, ela que estava passando por uma situação daquelas com o ex namorado (para a minha surpresa, interpretado barbudamente por aquele que é sempre uma visão, Adam Brody. Höy!), com quem ela já não conseguia se entender mais. E para que permanecer em uma relação que já não a levaria a nada, ainda mais nessas circunstâncias? Apenas para ter companhia? Claro que não. (talvez esse não seja o final do mundo, mas você que estiver em uma relação parecida, aproveite para seguir esse exemplo)

Seeking-a-Friend

Ela é Penny (Keira Knightley), uma alma no mínimo confusa, mas digamos que de bom coração (rs) e que além de tudo escondia uma patologia revelada em um sono profundo onde nada e nem ninguém conseguia fazê-la despertar facilmente. Durante o pouco tempo que eles passam juntos se conhecendo, ele acaba descobrindo que Penny havia ficado com a sua correspondência por um bom tempo e em meio a diversas cartas, havia uma bem especial, escrita por aquela com quem ele dividiu a sua história de amor ainda pendente mencionada anteriormente, com ela dizendo ter descoberto que Dodge seria o homem da sua vida e que gostaria de ter uma segunda chance com ele.

Movida pela culpa (sempre ela), Penny acaba embarcando numa expedição ao lado de Dodge e um cachorro que ele acaba herdando de um covarde qualquer que resolve abandoná-lo em meio ao caos, fazendo companhia para ele que estava em busca de pelo menos uma última chance com aquela que ele achava ser a mulher da sua vida.

Com isso ganhamos a jornada desses dois personagens em busca de um bom momento para o fim do mundo, ele tentando encontrar o amor da sua vida e ela tentando se redimir da culpa de talvez ter dificultado esse encontro. Além do que, Penny era inglesa e como já não haviam voos para outros países, ela não poderia mais terminar os seus dias ao lado da própria família, algo que para sua sorte, acabou ganhando uma nova esperança com o Dodge prometendo levá-la aproveitando a mesma viagem até alguém que ele conhecia e que possuía uma avião, algo que poderia ser a solução dos seus problemas. Claro que durante essa jornada, ambos acabam se metendo em diversas situações divertidíssimas, como a visita a aquele restaurante movido pelo positivismo, onde todos são seus amigos (rs, e uma dessas pessoas é a Britta de Community), até a passagem pelo abrigo de um grupo de malucos (incluindo um ex dela) que acham que serão capazes de sobrevier e reocupar o mundo após o seu fim.

Todas essas situações apesar de bem divertidas, elas todas tem sempre um fundo triste, seja por um motivo ou por outro. Meu momento preferido ficou por conta da carona que ambos acabaram ganhando de uma maluco que na verdade havia pago por um serviço de matadores de aluguel, para retirar a própria vida e acabar de vez com aquela agonia de esperar até o fim do mundo (interpretado pelo William Petersen, que todo mundo conhece de CSI). Aliás, aquele mural do começo do filme com os mais diversos tipos de serviços pregados naquele quadro, foi outro detalhe que eu achei divertidíssimo no longa.

Talvez o filme tenha realmente essa função de mostrar o quanto todo mundo enlouqueceria caso o fim de tudo realmente fosse anunciado (bem que tentaram, neam 2012?), algo que eles conseguem cumprir muito bem, mostrando o quão bizarro o comportamento humano acabaria ficando caso isso fosse uma verdade. Ilustrando alguns desses tipos de comportamento temos diversos rostos conhecidos de todos nós, especialmente do mundo das série como a Connie Britton (Nashville, AHS), Rob Corddry (Childrens Hospital), Melanie Lynskey (Two And A Half Men), todos em participações excelentes e bem divertidas, diga-se de passagem.

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A dupla Carell e Knightley também acabou funcionando muito bem, o que não chega a ser exatamente nenhuma surpresa, não só pelo talento indiscutível dos dois atores, como também pelo fato de ambos já terem sido vistos em papéis bem parecidos como esses, algo que eu até acho que nesse caso acabou prejudicando de certa forma o longa. Afinal, todo mundo sabe que o Steve Carell interpreta um ótimo loser corretinho e engraçado, assim como a Keira faz muito bem a aventureira estrangeira meio maluca e que não enxerga barreiras em seu caminho.

Claro que nesse tempo que ambos personagens acabaram passando juntos, ambos acabaram se vendo apaixonados um pelo outro e a forma como essa relação acabou sendo construída, certamente foi um dos pontos altos do filme. Um envolvimento natural, trazido pela convivência e pelo pouco em comum que ambos dividiam, que no final das contas acabou se tornando algo muito maior ao que ambos poderiam imaginar que aconteceria. Algo que aproxima bastante essa história de amor da realidade, tornando tudo bem possível e compreensível, apesar das circunstâncias e do pouco tempo. E o filme tem uma trilha sonora ótima também, muito provavelmente toda influenciada pela coleção de discos da própria Penny no longa.

Apesar de ter achado bem bonitinha a história de amor entre os dois, o filme ganhou mais peso para mim quando passamos a conhecer um pouco mais da história do Dodge e o daddy issue que ele carregava, que descobrimos mais próximo do final ser aquele que ele disse que conhecia e que tinha um avião para levá-la para passar o fim do mundo ao lado da sua família em Londres. Um breve momento entre os dois, pai e filho, reconhecendo sua parcela de culpa nessa história toda e resolvendo acertar os ponteiros, uma vez que já não havia mais tempo e nem porque de continuar com toda aquela mágoa entre os dois. Um momento lindo, sem ser clichê demais, algo que eu considero bastante importante para a dignidade de qualquer drama.

Perto do final do filme, ganhamos uma resolução super foufa para o final inevitável e já anunciado desde o começo dele para aquele casal que acabou surgindo dessa história em meio ao caos, mesmo sendo ele nada esperançoso para quem costuma sempre torcer para um final feliz mais óbvio, o que não é o meu caso e apesar dos acontecimentos, essa história não poderia ter ganhado um final mais feliz. Aos mais esperançosos, espero que esse detalhe não tenha impedido a compreensão de que apesar de ter um fim, aqueles dois viveram sua história de amor como ela poderia ser vivida naquele momento e só isso deve ser o suficiente para quem está prestes a perder tudo, o que nesse caso, para complicar ainda mais seria toda mundo. (rs)

Um filme bem bonitinho, com uma proposta leve e extremamente bem humorada para um final inevitável, apesar do clima de caos. Para assistir imaginando com quem você gostaria de estar no final dos tempos…

 

ps: para quem ousou pensar em preencher a lacuna acima com algo do tipo “Ryan Gosling”, nem adianta tentar porque ao que tudo indica, ele já vai estar ocupado, em um outro (my own) fim do mundo bem pessoal… sorry, but i’m not sorry! rs

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Da séries casais que nós amamos: Keira Knightley + James Righton

Agosto 7, 2012

Pq tem coisa mais gostosa do que um bom catwalk acompanhada do boy magia que além de tudo consegue nos fazer rir?

 

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Anna Karerina, o trailer

Junho 22, 2012

Jude Law + Keira Knightley + Aaron Johnson + Russia antiga em um filme baseado na obra de Leo Tolstoy.

Ansioso mil!

 

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Da série casais que nós amamos: Keira Knightley + James Righton

Junho 11, 2012

Casal foufo mil que ficou noivo recentemente.

Seeking a Friend for the End of the World, o trailer

Fevereiro 24, 2012

Só porque eu AMO o Steve Carell da depressão e a Keira Knightley possuída e com cara de maluca, rs.

O mais engraçado na ideia do filme, é ver a reação das pessoas tentando manter tudo normal e em ordem, inclusive as sextas feiras casuais (euri), mesmo com o fim do mundo anunciado.

Momento gossip: o filme é da diretora Lorene Scafaria, ex do Adam Brody (Höy!) e apontada como nova senhora Ashton Kutcher (o que prova que apesar de ter um tipo – xóvem – ela não tem lá assim muito critério, neam?)

ps: detesto ouvir o Luciano Huck dizendo “Ashton Kutcher”.

ps2:eu também quero um beijo da Britta! (sempre achei ela muito mais linda, além de funcionar muito melhor como casal para o Jeff em Community, pena ela ter perdido tanto espaço para os “gêmeos superdesenvolvidos” da Annie)

Last night

Abril 12, 2011

Sutil. Fazia tempo, creio eu que desde “Closer”, que eu não assistia um filme sobre relacionamentos que realmente me convencesse (pensando em algo seguindo a mesma linha, é claro). Mas o jejum  foi quebrado com “Last Night” filme do diretor Massy Tadjedin, com um roteitro simples, direto e uma boa história sobre relacionamentos e as bagagens que todo mundo carrega. Cool!

O filme basicamente fala sobre o relacionamento de um jovem casal e seus conflitos (Joe & Michael). Nele, a mulher (Joe) começa a desconfiar do marido (Michael), por ele nunca ter mencionado antes que sua colega de trabalho era ninguém menos do que a Eva Mendes (rs). Como se isso fosse irrelevante neam? Logo ela pensa: Aí tem, hmm mmm… (como todas pensariam)

Até que, essa mulher que começa a acreditar em uma possível (e vísivel) atração entre seu marido e sua colega de trabalho, percebe também que ele não é o único que mantém alguns segredos fora de seu casamento. E descobrimos isso com a entrada do seu ex na trama, Alex, vivido pelo sensacional ator francês Guillaume Canet. Höy!

A história gira em torno desse casal, aparentemente apaixonado, mas um tanto quanto infelizes juntos,  ou pelo menos descontentes, mesmo sem nenhum grande drama ou evidência que aponte para o final definitivo da relação. Ela é interpretada pela belíssima Keira Kninghtley, que além de maravileeeandra, vem me surpreendendo (para o bem) com suas escolhas para o cinema ultimamente. Seu papel é o da Joanna (Joe), uma escritora  freelancer de moda, que não esta muito feliz com sua vida no momento e que tem uma paixão mal resolvida com sua carreira de escritora e o projeto de um livro de sua autoria, algo que ela acabou deixando um pouco de lado de certa forma.

Ele é Michael, vivido por Sam Worthington (Höy!), típico homem ocupado com a sua carreira, viagens de negócios e aquele interesse “animal” no lado feminino que o cerca, através de olhares indiscretos para as partes volumosas de suas possíveis presas. Para ele, sobrou um pouco do papel de cafajeste da história, daquele que não consegue resistir aos seus instintos e acaba traindo quem ama, apenas para se satisfazer momentaneamente. To-lo!

O comportamento do homem nesse filme, embora ele seja o traidor da trama, traduz um pouco daquele estereótipo de quem trai apenas por uma forte atração, de quem não tem a menor intenção de manter um outro relacionamento qualquer além do que ele já vive e que logo depois do ato em si, se encontra tremendamente arrependido do que fez. Traição apenas por sexo, o tipo de traição que eu acho “menos dolorosa” (mas tão imperdoável quanto, fikdik)

Já para ela, embora não acabe propriamente completando a traição (como deveria e eu torci para isso durante o filme, confesso…), sobra o papel de quem se sente tentada a trair por algo mais, muito mais profundo, um sentimento de amor talvez, como ela mesmo acaba confessando em certo momento da trama, com alguém que ela já teve um passado e divide alguma bagagem. E nesse caso, quando a possível traição trata-se de uma coisa maior como um sentimento ao invés de ser por puro prazer, essa sim eu acho que é umas das mais graves formas de traição e talvez seja uma das mais dolorosas, porque envolve algo a mais do que apenas desejo, ou sexo. Triste, mas acontece, das duas formas. Quem nunca?…

No filme, temos NY emprestando os seus cenários,  com todo aquele charme que só a cidade tem, mas não de uma forma óbvia ou com cenários já tão explorados em diversas produções. Não sei se pelo fato da cidade ter sido retratada tantas vezes no cinema, ou nos meus seriados preferidos ever,  mas eu simplesmente compro aquele lifestyle como o meu ideal de vida, fatão! (rs). Qualquer filme ou seriado que tenha a cidade como cenário, já é meio caminho andado para mim. Mesmo quando o filme é ruim, eu acabo tirando proveito da vista pelo menos, rs.

Eva Mendes cai em outro estereótipo, o “da bonitinha confusa e problemática”, que é capaz de tudo para conseguir o que quer. Típico comportamento da amante que se diz satisfeita com o seu papel de a outra, mas que se sente uma verdadeira perdedora nos finais de semana, feriados ou na maioria das noites, enquanto o seu parceiro no crime encontra-se com a oficial. Tenho uma teoria que no fundo, todas as amantes querem ser a principal e poucas conseguem, fikoutradik. (e eu não me prestaria a esse papel, jamais!)

Agora o destaque maior do filme fica mesmo por conta da magia de Guillaume Canet. Mas que ex namorado hein Joana? HÖY!  Um híbrido de Patrick Dempsey + Scott Speedman + F. (rs) e francês ainda? Haja croissant! (euri)

Escrtior, com bom gosto, foufo e ainda alimentando uma quedinha por vc, do tipo que depois de anos ainda tem o seu telefone, por exemplo. Ai fica difícil resistir a magia,  não? Foufo mil, daquele tipo que sorri com o olhar, literalmente. Educado, culto, encantador e que torce por vc ainda? Um tipo cada vez mais raro de se achar, humpf!. E na vida real, quem achou ele foi a Marion Cottilard, que vive junto com o ator desde 2007 e que nesse momento está esperando o seu primeiro filho com o Canet. E que casal, não? Como perdemos para Marion, aceitamos a derrota numa boa, neam? Good Girl!

Nesse caso eu disse que torci para que a personagem de Keira acabasse de fato traindo o seu marido, porque ficou mais do que claro durante o filme que o casal de ex tinha uma história para resolver, algo talvez muito mais interessante do que o seu atual relacionamento. Mesmo sendo contra a traição, como nesse caso podemos acompanhar o outro lado da história também, eu acabei sim torcendo pelo ex, sorry. Aquela cena com os dois discutindo a ex relação no apartamento do amigo dela foi sensacional! Clap Clap Clap! Quando ela disse que revivia os momentos que passou com ele mentalmente, quando estava com dificuldades para dormir, pra mim, foi o maior fikdik do filme de que ela não estava feliz com o seu casamento.

E a relação dos dois é tão mais profunda e foufa, que a história gira praticamente toda em torno do casal de ex namorados, vivendo aquela noite passada, onde tudo poderia ter acontecido. Com muito mais destaque do que a outra dupla de atores (Eva e Sam), por exemplo. E o que foi aquela single tear dele no aeroporto, enquanto olhava fotos dela no seu Mac? Juro que antes dessa cena, eu esperei por um clichê, com ele pedindo para o taxista dar meia volta e dando de encontro com a sua amada. Mas esse sou eu, sabotando mentalmente um filme perfeito, rs

A parte boa do filme é a honestidade e simplicidade de como a história é contada, sem exageros ou cenas que vc consegue advinhar facilmente a sequência, sabe? Cool!

Eu sempre gosto de filme assim, do tipo que te faz pensar sabe. Me identifiquei na hora com a história, de tão possível que ela me pareceu. E como é difícil se relacionar, não? Todo mundo já vem tão cheio de bagagens, que quase sempre resta a dúvida se vc não esta sendo o plano B de alguém. Que puxa!

O filme chega a ser triste, pelo menos para mim foi (…), porque nunca é bom vc ver duas as pessoas optando por ficarem juntas pelos motivos errados. Não quero ser o escolhido por ter um timing melhor do que o outro, por exemplo…

E esses ex (magia) que insistem em voltar neam? Xocotô! Let the ex be the ex (euri)

O final é sujestivo, para que cada um faça a sua própria interpretação sobre o dia seguinte depois daquela noite. Na minha opnião, mesmo ele tendo sido aquele que foi fundo na traição e que ficou com a parcela de culpa maior por ter feito algo de errado com aquela que ele amava, aquele beijo dela no boy magia francês dentro do elevador, foi bem mais profundo do que qualquer pegação dentro de um quarto de hotel qualquer e só por isso, eu já achei que quem realmente saiu perdendo nesse caso foi ele, mantendo ou não a relação no futuro. Ele pode até achar que resolveu o seu issue, vivendo aquela fantasia com a colega de trabalho, mas quem continua deixando algo pendente em sua vida e até bem mais interessante, foi ela. Cuidado, o fantasma do ex magia francesa pode voltar… (mas no caso do filme, eu acho que a relação do casal terminou ali…)

Tá vendo como é mais complicado do que a gente imagina? Humpf!

Delicioso, para comprar o DVD e colocar na prateleira especial ao lado de “Closer”.

ps: me empolguei tanto com o filme que assisti novamente uma noite dessas, rs. Só faltou uma trilha, mas aquela música da sequência final diz tudo, fikdik

Kiss me and never let me go

Janeiro 14, 2011

Uma tristeza conformista. Muito anda se falando a respeito de “Never Let Me Go”, filme do diretor Mark Ronanek (que já dirigiu videos da Madonna, Michael Jackson, R.E.M, Red Hot Chilli Peppers entre outros), trabalho que reune o talento de três jovens e excelentes atores do momento: Carey Mulligan, Andrew Garfield e Keira Knightley.

Fala-se até de um certo “cheiro de Oscar no ar”, ou pelo menos mais uma indicação, que se for confirmada será a segunda consecutiva da atriz Carey Mulligan, que realmente esta muito bem no filme. Eu aproveitaria para indicar a Keira como coadjuvante, essa sim me surpreendeu. Mas acho que um pouco exagerada toda essa comoção em torno do filme, não consegui enxergar o porque após assiti-lo, sorry!

O filme é baseado em no romance de Kazuo Ishiguro e conta a história desses 3 jovens orfãos, que vivem em uma escola completamente rígida, que regula até as questões alimentares de seus alunos e os mantém em um total isolamento do resto do mundo. Tudo muito regrado, restrito, perfeito demais, mas um certo clima sombrio no ar e a tristeza nos olhos daquelas crianças escondem a verdade sobre a tal escola.

Após alguns anos, ainda durante a infância, os alunos acabam sendo alertados por uma professora que percebe o perigo escondido naquele lugar: na verdade, todos ali foram criados para se tornarem futuros doadores de orgãos, algo que começaria quando eles completassem 18 anos. Que idéia não? Ao longo da vida de doadores até a sua morte, todos os alunos deveram fazer 4 doações. Dra-ma.

Aqui eu encontrei o ponto fraco do filme: o conformismo. Mesmo depois de ficarem sabendo do seu destino trágico e não opcional, todos eles parecem conformados demais com aquela situação, o que não me agradou tanto. Talvez por eu ser um jovem nerd anarquista, mas acho difícil acreditar que de todas aquelas crianças, nenhuma delas tenha pensado nem por um momento em fugir por exemplo, o que seria a primeira coisa a se passar pela minha cabeça. Ainda mais crianças, que são cheias de “porques”. É, acho quase impossível na verdade.

Tudo bem que esse conformismo pode até ser justificado pela inocência daquelas crianças, ou pela falta de contato com o mundo externo. O diretor também justifica que esse filme fala sobre pessoas conformadas com o seu destino e na verdade, a sua vontade naquele momento era a de contar uma história de amor e não focar na “polêmica geração de doadores”. Então ok, só me resta aceitar essa proposta e começar a analisar o filme a partir daqui.

Quando o assunto principal do filme se torna o amor, ai sim ele cumpre bem a sua função. Um amor de infância, que vai crescendo com o tempo, mas que em um certo momento e por pura inveja, acaba se tornando um triângulo amoroso.

A personagem de Keira Knightley (Ruth) é visivelmente uma menina com problemas sérios de confiança e nutre uma perigosa relação de inveja e até de ciúmes com a sua melhor amiga (Kathy). Sendo assim, ao saber que a sua amiga esta interessada no garoto que até então ela e todo mundo achava o mais tolo da escola, o que ela faz? Resolve pegar para ela o que pertence a sua melhor amiga, só para não sair perdendo. Típico!

Ela é atormentada, tímida e vai aos poucos ficando cada vez mais carregada durante o filme. Com o tempo vai se tornando uma pessoa cada vez mais amarga, cansada da sua realidade e pronta a desistir de tudo, até da sua própria vida. Antes fim, depois de já ter passado pela sua segunda doação e estar bem debilitada, ela acaba reconhecendo o seu grande erro, que foi o de manter os outros dois distantes, impossibilitando-os de viver a sua história de amor, por pura maldade, apenas para não aceitar a perda. E antes que seja tarde demais,  resolve entregar uma possibilidade para que eles vivam como casal. Bitch!

Mas eu senti que na verdade, ela é quem era apaixonada pela amiga hein? Hmm mmm

Carey Mulligan (Kathy) é a mais descolada da turma e faz a boa amiga do trio. Mesmo tendo sido impedida de se relacionar com o garoto que ela é apaixonada desde criança, Kathy mantém uma relação de amizade com os dois, até o momento que percebe que não será possível levar adiante essa amizade, para o seu próprio bem. Novamente, típico!

Kathy é melancólica, tem uma tristeza enorme no seu olhar, parece ser mais informada do que os demais, mas mesmo assim, aceita a sua realidade muito facilmente (insisto em dizer, mesmo com o diretor deixando claro que esse não era o foco do filme). E essa Carey Mulligan realmente é uma excelente atriz não? Mas ainda assim, eu acho que o destaque maior do filme ficou por conta da personagem invejosa da Keira, fatão!

Andrew Garfield (Tommy) é o garoto disputado entre as duas. Desde o começo, ele mantém uma relação muito próxima de Kathy, que é a mais parecida com ele. Mas Ruth é quem toma a iniciativa e acaba despertando o interesse afetivo e sexual do garoto primeiro.

E o seu personagem é um foufo, do tipo que não se encaixa facilmente em nenhum grupo e que por isso sofre bullying constantemente. Com o passar do tempo ele vai se tornando um jovem adorável, que devido ao trauma de nunca ter tido um único trabalho seu escolhido para a exposição de artes da escola, essa desilusão acaba transformando-o em um artista sensacional, com desenhos maravileeeandros. Já disse que ele me encantou em “The Imaginarium Of Doctor Parnassus”, gostei muito dele também em “The Social Network” onde ele vive o brasileiro Eduardo e  fico cada vez mais ansioso para ver como ele se sairá no novo “Spider Man”.

Mas o ponto fraco do filme é mesmo a inocência exagerada daquelas pessoas. Tudo bem que estamos falando de uma época entre o final dos anos 70 e começo dos 90, nada parecido com o que temos hoje em volume de informação, mas mesmo assim eu volto a insistir que todo aquele conformismo é demais pra mim, não me convence. Parece que ninguém pensar por si só naquele universo, que todos eles apenas aceitam tudo que foi imposto. Senti falta de um rebelde naquela turma, de verdade.

Na reta final do filme,  o triângulo é desfeito e o casal tem algum tempo para passar juntos (e a essa altura ele já esta bem debilitado também devido aos transplantes que já sofreu), por pouco tempo na verdade e eles acabam acreditando em uma possibilidade de ficarem juntos (que eu também achei meio assim, díficil de engolir que aconteceria), pelo menos por um tempo a mais antes de ambos terem que comprir com os seus tristes destinos. E mesmo ouvindo a verdade diretamente, da professora e diretora da tal escola, que acaba com todos os seus planos de viverem por mais tempo juntos, ambos seguem totalmente conformados com o seu destino até o seu trágico fim.

Eu no lugar dela, não teria jamais deixado ele entrar naquela sala, para a última cirurgia, jamais! E com esse final caprichado no drama para emocionar a platéia, acabei achando todos eles frios demais para tanto, prontofalei.

Não vou dizer que eu não gostei do filme, mas digamos que esse seria um livro que eu não gostaria de ter lido, porque a história não me convenceu. Mas esse sou eu, uma pessoa nem um pouco coformista.


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