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Pelo menos no 2012 Critics’ Choice Awards, as escolhas foram bem melhores

Janeiro 13, 2012

Diferente do People’s Choice Awards 2012, dessa vez, agora no 2012 Critics’ Choice Awards, tivemos escolhas bem melhores, tanto no red carpet, quando na lista dos vencedores da noite, o que é sempre bom lembrar que costuma ser uma espécie de “preparativo” para as apostas do Oscar hein?

ps: e como o Leonardo DiCaprio esta maravileeeandro e sempre muito bem acompanhado, não?

Mas agora vamos ao que realmente importa, que são os erros e acertos em noite de premiação:

Emma Stone, novamente apostando no combo Ariel.

Maravileeeandra!

By Jason Wu

Então, eu gostei do vestido da Charlize Theron.

Achei uma escolha arriscada, para um shape que não ficaria bem em qualquer uma, que fique bem claro

Mas gostei mesmo pq eu não achei preguiça e gostei do risco

By Alaia

Apesar da imagem não favorecer, achei uma delícia esse vestido da Kirsten Dunst, hein?

Um Chanel difícil esse da Michelle Williams hein?

Eu quase gostei, mas pensando bem, tenho certeza que na coleção nova teria algo melhor hein?

Chloe Moretz  dessa vez ficou devendo, porque apesar do seu vestido Chanel ser bem bacana, imprimiu ser um pouco maior do que ela, talvez por conta do volume das mangas…

Kelly Kapoor (Mindy Kaling), quer ser minha amiga?

Call me!

Erin (Ellie Kemper) também estava com um vestido poder, mas precisava pesar tanto assim no make?

Menos é mais.

Viola Davis estava maravileeeandra e básica com o seu vermelho simples, porém muito bem escolhido

Jessica Chastain  também acertou na cor e na simplicidade, mesmo com esse Balenciaga que tem esse volume exótico e que poderia ser um número melhor talvez?

Mesmo assim, esta maravileeeandra, o que não é muito difícil no caso dela…

Já a Tilda é sempre tão exótica, que com ela acaba combinando sempre esses looks mais “arriscados”, mesmo quando a gente acha a escolha meio assim…

Agora no quesito preguiça da noite, eu fico com a Evan Rachel Wood, que apostou nesse pretinho com uma renda básica, que quase não aparece. Normal demais, básico demais.

E com esse cabelo, quase nada fica bem.

ps: e que pescoção é esse Brasil?

Algumas delas resolveram apostar no amarelo para iluminar um pouco a noite de premiação (o que eu acho sempre uma cor arriscada para a noite), como é o caso da Diane Kruger, que acreditem vcs ou não, ela conseguiu acertar usando um pantone que me lembra o meu pior look ever, que eu usei no passado e morro de vergonha só de lembrar. Sério.

E depois, quando eu digo que está me parecendo uma caso de perseguição, há quem ache que é exagero…rs

Outra que apostou no amarelo foi a Elizabeth Olsen. Hmm mmm

Mas não sei, esse look meio artesanal demais e com cor, acabou não imprimindo muito o luxo e riqueza que a noite pedia.

Achei que valeria a pena ter repensado…

OK. A Elle Fanning não é perfeita e ela ainda é teen, ou seja, ainda vamor ver muitos erros dela por ai.

Esta perdoada querida, agora vá brincar com as suas bonecas, vá. (rs)

Finalizando o post antes que todo mundo cochile, eu tenho duas perguntas:

O Brad Pitt está machucado ou ele realmente acha que essa bengala é fundamento?

Hein?

E eu nem sei como falar isso delicadamente, mas quando é que o r George Clooney vai arrumar uma namorada com idade próxima a dele, hein?

Não que eu tenha nada contra, acho ótimo que cada um escolha o que quiser e que isso fique bem claro.

Mas pensando nesse caso em específico, já que ele vem tentando faz tempo com mulheres bem mais novas, que tal mudar de horizontes e tentar uma mulher mais experiente, hein?

Além do que, essa tentativa dele com uma mulher mais velha poderia deixar as nossas mães mais esperançosas e nesse momento eu falo em nome de todas elas, hein?

 

Agora ficamos com a lista dos indicados e vencedores da premiação (com os vencedores em bold):

 

Best Picture

The Artist

The Descendants

Drive

Extremely Loud and Incredibly Close

The Help

Hugo

Midnight in Paris

Moneyball

The Tree of Life

War Horse

 

Best Actor

George Clooney – The Descendants

Leonardo DiCaprio – J. Edgar

Jean Dujardin – The Artist

Michael Fassbender – Shame

Ryan Gosling – Drive

Brad Pitt – Moneyball

 

Best Actress

Viola Davis – The Help

Elizabeth Olsen – Martha Marcy May Marlene

Meryl Streep – The Iron Lady

Tilda Swinton – We Need to Talk about Kevin

Charlize Theron – Young Adult

Michelle Williams – My Week with Marilyn

 

Best Supporting Actor

Christopher Plummer – Beginners 

Kenneth Branagh – My Week with Marilyn

Albert Brooks – Drive

Nick Nolte – Warrior

Patton Oswalt – Young Adult

Andy Serkis – Rise of the Planet of the Apes

 

Best Supporting Actress

Octavia Spencer – The Help

Berenice Bejo – The Artist

Jessica Chastain – The Help

Melissa McCarthy – Bridesmaids

Carey Mulligan – Shame

Shailene Woodley – The Descendants

 

Best Young Actor/Actress

Thomas Horn

Asa Butterfield

Elle Fanning

Ezra Miller

Saoirse Ronan

Shailene Woodley

 

Best Acting Ensemble

The Help

The Artist

Bridesmaids

The Descendants

The Ides of March

 

Best Director

Michel Hazanavicius – The Artist

Stephen Daldry – Extremely Loud and Incredibly Close

Alexander Payne – The Descendants

Nicolas Winding Refn – Drive

Martin Scorsese – Hugo

Steven Spielberg – War Horse

 

Best Original Screenplay

Woody Allen – Midnight in Paris 

Michel Hazanavicius – The Artist

Will Reiser – 50/50

Tom McCarthy and Joe Tiboni – Win Win

Diablo Cody – Young Adult

 

Best Adapted Screenplay

Steven Zaillian and Aaron Sorkin – Moneyball

Alexander Payne and Nat Faxon & Jim Rash – The Descendants

Eric Roth – Extremely Loud & Incredibly Close

Tate Taylor – The Help

John Logan – Hugo

 

Best Cinematography

Janusz Kaminski – War Horse

Newton Thomas Sigel – Drive

Robert Richardson – Hugo

Guillaume Schiffman – The Artist

Emmanuel Lubezki – The Tree of Life

E a nova Marie Antoinette, hein?

Janeiro 6, 2012

Achei interessante essa versão da Diane Kruger, vivendo a Marie Antoinette no novo filme “Farewell, My Queen”, apesar de achar perfeita a versão da Kirsten Dunst + Sofia Coppola.

Fiquei no mínimo curioso, mas dizem que o filme só estréia no Berlim Film Festival em 09 de Fevereiro.

Upside Down, o trailer

Janeiro 4, 2012

Colocando a Kirsten Dunst e o Jim Sturgess de cabeça para baixo, literalmente.

Achei as imagens maravileeeandras, com essa proposta que me pareceu um Romeu & Julieta versão Sci-Fi + Inception (os efeitos e não a história) e fiquei bem curioso para ver o resultado disso tudo hein?

ps: e dessa vez no beijo invertido, ela é quem esta de ponta-cabeça, ou seja, direitos iguais, rs

Moletom que dá vontade de abraçar

Novembro 30, 2011

Sinta-se abraçada Kirsten Dunst.

Meu moletom preferido ever!

E quem não tem um, não sabe o significado da palavra “cozy”, fato.

Do tipo que dá aquela preguiça do tipo boa, diferente daquela outra preguiça de sempre que por exemplo a gente sente só de pensar em assistir qualquer filme da Katherine Heigl. WOO!

ps: será que ao fundo, aquele senhor acompanhando o fundamento era alguém de sua família ou entourage devidamente uniformizado? Fikadúvida…

Maravileeeandro esse xadrez da Kirsten Dunst no Jimmy Fallon, hein?

Novembro 17, 2011

E eu quase deixei passar esse look magia, que eu estava guardando já tem dias.

Amei a estampa (da qual a gente já anda com preguiça por conta de uma aderência desnecessária por muitos), o combo make + cabelón, mas amei mesmo foi o shape desse vestido.

Maravileeeandra!

O fim do mundo melancólico de Lars von Trier

Outubro 28, 2011

Um fim do mundo pouco desesperador, apenas triste, melancólico.

Lars von Trier é aquele diretor que não é muito querido por todos, embora todo mundo que goste de parecer que é hipster diga o contrário. Ele chega a incomodar em vários momentos, mas sabe criar como ninguém algumas imagens extraordinárias, que vão te acompanhar pela vida, isso é certo.

Como prova disso, basta observar os primeiros minutos de “Melancholia”, com aquelas cenas lindas em slow (slow slow) motion, com um cuidado absurdo com a direção de arte, formando uma série de imagens que dificilmente vc vai se esquecer tão cedo. Parece até que já virou a sua fórmula, ou marca registrada do diretor. E quem não se lembra também daquela sequência inicial do “Antichrist”, com o mesmo fundamento hein? (que eu cheguei a dizer por aqui no passado que poderia ter sido um curta e que o diretor poderia ter esquecido de todo o resto do filme, tisc tisc).

“Melancholia” já avisa com o seu título o que vamos encarar no longa, que é carregado de uma tristeza profunda, comovente e linda ao mesmo tempo e que ganha vida através da personagem da atriz Kirsten Dunst. Em níveis diferentes, toda essa melancolia vai aparecendo através do seu personagem no filme, começando de leve, em pequenos detalhes e que vai aumentando a medida em que a história vai sendo contada.

Um trabalho de atriz absurdo diga-se de passagem, com uma expressão corporal  sensacional, onde vc consegue sentir o peso que aquela mulher esta carregando, peso esse capaz de deixá-la sem força alguma, além daquele olhar distante que todos nós gostamos e não é de hoje na Kirsten.

Sua personagem (Justine) parece estar ligada com o final dos tempos, quase que de forma sensitiva, uma sensibilidade que acaba derrubando barreiras e vai dominando o seu corpo e a sua alma, a medida em que o final dos tempos se aproxima. Não fica bem claro como ou porque ela percebe que aquele será de fato o fim do planeta Terra, mas fica evidente em sua interpretação que a medida em que ela vai percebendo que não teremos outra saída a não ser encarar e aceitar de fato o fim dos nossos dias (que vinha sendo previsto como uma possibilidade remota), sua personagem vai se entregando a um estado ainda mais profundo de melancolia, quase que como se estivesse em transe, ou dominada por aquela situação.

O cenário do filme é quase o mesmo por todo ele, um espécie de “mansão” com cara de castelo de contos de fadas, um lugar lindo, afastado, e com uma vista sensacional para o mar. Cenário perfeito para um clima de catástrofe poética.

Começamos o longa com a festa de casamento entre Justine e Michael, personagem vivido pelo ator Alexander Skarsgard (Höy!), que ainda divide a cena com o seu pai, Stellan Skarsgard no filme, ambos em papéis menores, mas em um certo momento é possível perceber uma troca de olhares de carinho entre os dois (além de uma piadeeenha). Michael é o noivo aparentemente perfeito (aparentemente? Ele é o fucking Alexander Skarsgard poxa vida!), disponível, apaixonado e disposto a satisfazer as vontades de Justine, daquele tipo de boy magia que qualquer uma se apaixonaria e que cada dia esta mais raro de se encontrar (tisc tisc). Qualquer uma que espere algo comum, simples, o combo básico da família perfeita que para muitos, é o suficiente. Mas a moça não parece estar muito interessada nessa vida a dois e parece estar vivendo aquele momento apenas para cumprir um protocolo e nada mais. Algo como se mais nada fizesse sentido, uma vez que o fim estaria muito próximo.

No filme ainda entra em questão o relacionamento difícil entre os membros de sua família, pai e mãe que são meio assim, além de uma relação de um certo tipo de exploração no trabalho, que a personagem também chega a enfrentar da sua forma durante a história.

A medida em que a festa de casamento vai passando, podemos perceber que até mesmo o noivo encontra o seu limite em relação a todo esse distanciamento de Justine e logo a festa acaba terminando sem um final feliz, pelo menos não para ele.

O filme ainda conta com a Charlotte Gainsbourg vivendo Claire, irmã de Justine e pessoa responsável pela organização de toda a festa de casamento, e o ator Kiefer Sutherland, que vive o seu marido (John), um cientista que não acredita na possibilidade de que aquele será de fato o fim do planeta Terra.

Fiquei pensando o tempo todo, como seria mais fácil ter invertido os papéis entre Kirsten e Charlotte, o que teria sido uma escolha mais óbvia. Nesse caso, de acordo com a escolha do diretor, tivemos Kirsten vivendo mais um de seus papéis recorrentes de mulheres distantes, quase frias e completamente melancólicas, algo que ela sempre interpreta muito bem e é claro que em “Melancholia” não foi diferente, e Charlotte vivendo uma mulher mais comum, cheia de medos, inseguranças, prestes a surtar a qualquer momento com toda pressão a sua volta. Como atriz, embora a Kirsten Dunst tenha se saído excelente com a sua perturbada Justine (digna de indicações para to-dos os prêmios!), fiquei com a impressão de que quem realmente teve a chance de mostrar algo “novo” foi mesmo a Charlotte Gainsbourg.

Na verdade, embora o filme seja praticamente uma visão poética do que aconteceria com o fim do mundo, algo diferente do que estamos acostumados a ver quando essa é a proposta, e a solução mais óbvia retratada até hoje para o tema no cinema seria certamente a de mais uma grande batalha, além de um verdadeiro caos para a humanidade, nesse caso tivemos a representação desse momento através de uma personagem que aceita facilmente aquele ponto final na vida de todo mundo, sem grandes dramas, ou questionamentos, talvez porque naquela altura ela já não tivesse muito o que perder no estado em que se encontrava e parecia estar satisfeita, embora estivesse profundamente triste.

Posso até estar dizendo uma grande bobagem agora, mas tenho que dizer que toda vez que eu assisto algum filme do Lars Von Trier, tirando todo o hype que sempre existe em volta da sua assinatura, eu acabo me encantando muito mais com suas propostas de imagens, que são absurdas de tão maravileeeandras em determinados momentos dos seus filmes, do que com o roteiro ou a história do filme em si e isso eu não considero um ponto positivo, apesar de ser sempre uma experiência inspiradora. Fico sempre com a sensação de que ainda falta alguma coisa para ele me conquistar de vez, sabe?

We All Go Back To Where We Belong

Outubro 28, 2011

Vídeo da deliciosa faixa ” We All Go Back Where We Belong” do novo e provavelmente último álbum do R.E.M, o “Part Lies, Part Heart, Part Truth, Part Garbage: 1982- 2011, the definitive R.E.M. greatest hits”, título esse que eu acho sensacional!

Mas na verdade, resolvi postar esse video aqui porque eu queria dizer que CONFIRMOU! (e confirmou mesmo, pq Kirsten é assunto do próximo post, tirando o próximo mesmo, rs) Que eu tenho a mesma cara da Kirsten Dunst, fato. (não que isso seja equivalente a qualquer semelhança física…)

Só sei que quando eu estou emocionado, enfeitiçado por algum tipo de magia, tímido, meio tristeeenho, totalmente inseguro, quando estou sendo cobiçado por alguma magia ou até mesmo animado, eu faço essas mesmas caras que ela no vídeo. Significa? (que eu tenho cara de bobo)

Significa que quando eu fizer um filme sobre a minha vida, ela será uma das atrizes convidadas para me interpretar. I wish! (euri)

Estava assistindo também umas gravações antigas de quando eu era criança no finde passado e percebi que isso vem desde sempre. Aliás, que foufurice de menino hein?

#BEMCONVENCIDO

Pq ela é nossa muse desde criança

Outubro 24, 2011

Maravileeeandra essa foto da Kirsten Dunst para o Terry Richardson, não?

Assisti “Melancholia” no finde, só porque o Alexander Skarsgard esteve por aqui nessa semana e eu queria me sentir mais próximo (euri), e fiquei ainda mais impressionado com o talento da Kirsten. Höy!

Mas isso é assunto para outro dia…

Look de ricah bem ricah

Outubro 6, 2011

Estou AMANDO que a Kirsten Dunst esta de volta a sua fase de ricah. Höy!

Maravileeeandra by Derek Lam

Kirsten Dunst para a Flare de Novembro

Setembro 30, 2011

Maravileeeandra, não? Höy!


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