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Parenthood se firmando em sua Season 3 como a nossa série caseira preferida do momento

Março 9, 2012

Vamos começar logo com a pergunta que não quer calar: tem como não amar Parenthood?

Um série  cozy, com cheiro de comida caseira e conforto de colinho de mãe. Essa pelo menos é a sensação que eu tenho ao assistir Parenthood e  tenho certeza que eu não sou o único a sentir algo parecido. E eu diria mais, diria até que a série tem cara de bolo de cenoura com cobertura quentinha, rs.

Encerrando a temporada de forma bem foufa, nos despedimos dos Bravermans com aquele gostinho de quero mais, ainda mais porque só tivemos 18 episódios nessa sua Season 3. Pouco não? E durante essa temporada, os dramas do dia a dia da família Braverman continuaram e novamente, não tivemos nada do exagero de grandes dramas com doenças incuráveis, filhos fora do casamento, testes de DNA ou qualquer coisa do tipo (péssimas lembranças de Brothers And Sisters). Nada disso. Apenas contas para pagar que não param de chegar, instabilidade financeira de uma economia meio assim, filhos que vão crescendo e os pais não sabem muito bem como lidar com essa nova dinâmica, o drama de aceitar que vc está envelhecendo (ou crescendo, para quem preferir assim) e a vida que simplesmente continua para todo mundo.

E o bacana em Parenthood é exatamente isso, os problemas deles se parecerem com os nossos problemas mais comuns, com a família da gente, coisa que a série sempre conseguiu fazer muito bem, isso desde a sua primeira temporada e para a nossa sorte, eles vem mantendo esse fundamento até hoje,

Como muita coisa aconteceu na vida dos Bravermans durante essa temporada, resolvi fazer um resumão do clã de cada um deles, ou mais ou menos isso. Vejamos:

 

Team Adam (A Família Coxinha)

Adam continua sendo o certinho da família, o líder da família coxinha. Batalhando para continuar provendo para a sua família após o seu período de desemprego, ele acabou se arriscando em uma sociedade ao lado do Crosby, que até que foi bem sucedida no final das contas, mas não ainda a ponto de manter o nível de antes da sua família. Nesse meio tempo ele acabou se arriscando como rapper (em uma cena divertidíssima!), foi assediado no trabalho pela estagiária peituda que provavelmente tinha algum daddy issue (se bem que, apesar do tempo ter passado para ele, o cara continua sendo o Peter Krause, Höy!) e com isso, acabou impulsionando a sua mulher, Kristina, a voltar a trabalhar com a política, isso após o nascimento da terceira filha do casal.

Kristina que continua certinha, muitas vezes tida como chata por muitos, mesmo funcionando muito bem em seus saltos do total equilíbrio da mãe responsável do subúrbio, para o desiquilíbrio total de quem perde o controle de vez em quando. Sofrendo por não ter mais tempo para ela mesmo com tantos filhos, sofrendo por não conseguir se dedicar aos filhos como ela gostaria, sofrendo por ver o Max também sofrendo bullying na escola o tempo todo. Mas como sofre a matriarca do lar dos coxinhas, não? Tenho a impressão que ela está sempre em TPM, ou sempre grávida, com os hormônios a flor da pele, rs.

Do lado das crianças, tivemos o Max, que cresceu bastante, experimentou um pouco de independência, para desespero dos seus pais, que de certa forma são sim super protetores, e acabou se mudando para uma escola comum, onde ele entrou em conflito até com o Jabbar e teve que aprender que não vale usar a muleta da sua doença para viver a vida sem ter a menor educação ou sem considerar o sentimentos dos outros, por exemplo. Max, apesar de sua condição por conta do Asperger, vem mostrando que toda criança tem que ter pelo menos a chance de tentar ser educada.

Já a Haddie, essa sempre foi o elo mais fraco da família do lado das “crianças” de toda a série na verdade. Não consigo me apegar a nenhuma de suas histórias, que são sempre bem chatônicas. Zzzz. Para ela sobrou o drama de talvez não poder ir para a faculdade que ela tanto sonhou e se preparou a vida inteira para tal. De novo… Zzzz. Tudo bem que o diálogo dela nessa hora foi até que bem bom, quando ela falou sobre sempre ficar para trás por conta da condição do Max, o que foi um desabafo importante da personagem e bem apropriado para aquele momento. Mas tirando isso, ela continua sem a menor graça.

Sinceramente, torci para que o Adam arrumasse uma grana preta e mandasse aquela garota sem sal e sem açúcar (que eu aposto ser a presidente do fã clube da Taylor Swift) para bem longe, talvez para a Suiça, que seria certamente o destino para um plot de família rica em novelas brasileiras em meio a década de 80, rs.

 

Team Crosby (O eterno Bachellor)

Crosby sempre foi um ótimo exemplo de irmão mais novo. Aquele com quem os pais foram mais permissívos e consequentemente, aquele que se arrisca mais, tem menos medos na vida, porém, como efeito colateral ele acaba tendo  também menos responsabilidade. Mas dessa vez, Crosby fez a coisa certa e acabou sendo o mais maduro de todos eles, quando resolveu apostar em montar o seu próprio negócio, passando a viver da sua paixão, que é a de produzir música.

Com a sociedade ao lado do Adam, ele conseguiu sucesso, gravou com o Cee Lo Green e acabou atraindo as atenções do mercado, tanto que o novo negócio em família até saiu na capa de uma revista. Mas nessa hora, ele que havia preparado o seu ego para esse momento a sua vida toda, acabou perdendo o espaço para o irmão mais velho, que naquele momento tinha uma história mais interessante para contar. Injustiças de mercado editorial, rs.

Embora Crosby estivesse curtindo a vida com uma e com outra durante esse tempo todo, naquele looping do eterno bachellor, ele no fundo tinha a certeza de quem ele queria ao seu lado, o retrato da família perfeita que ele até já teve um dia, se não fosse o seu escorregão no passado. Mas no final tudo deu certo e ao lado da agora sua esposa Jasmine e do filho Jabbar (que sempre foi um foufo e também cresceu muuuito!), eles tiveram um casamento super foufo, com uma trilha sonora maravilhosa feita pelo coral da igreja da mãe dela, que me arrepiou do começo ao fim (de verdade!). E isso ali, no quintal dos Bravermans, entre amigos e a família, simples como deve ser.

E a propósito, Jasmine estava maravileeeandra de noiva e desde o começo, eu sempre achei que ela funcionava muito bem ao lado do Crosby e achei injusto quando ela ganhou um novo pretendente (bem do sem graça, apesar de ter uma barraca bem maior e ser mais abastado, rs), algo que acabou a afastando da família, tornando a sua participação bem menor na série durante essa temporada.

 

Team Sarah (O Lado B – agora também na versão light – de Gilmore Girls)

Sarah finalmente teve um tempo para ela mesmo durante essa temporada, ufa! Embora o drama com o ex marido vivendo em uma rehab constante e aparecendo de vez em quando em sua vida, só para dificultar um pouco as coisas, Sarah já havia ganhando um pretendente magia jovem para chamar de seu. Um homem mais novo, cheio de sonhos e vontades, que ou ela já realizou, ou ela considerava não ter mais tempo para realizar, algo que certamente a fez pensar se esse seria mesmo o homem ideal para ela em seu atual momento. Drama. Mas Sarah estava mesmo precisando de calma em sua vida, com os filhos crescendo e agora dando bem menos trabalho, finalmente chegou a hora dela pensar em si própria. E quem sabe dá certo com o professor, neam? Afinal, diferença de idade é só um detalhe para quem está perdendo tempo fazendo as contas. Go Sarah!

No seu time, até para o Drew sobrou um plot romântico, onde pela primeira vez ele ganhou algum destaque na série. Super merecido por sinal.  Drew se apaixonou, passou vergonha ao lado do avô, que achava que estava ajudando o neto a conquistar a garota dos seus sonhos (quem nunca passou por isso com alguém da família?) e acabou recorrendo a ajuda da irmã, bem mais experiente nessas questões. Aliás, que delícia de relação de irmãos tem esses dois hein? Invejável! Com a parte do coração já resolvida e com ele ganhando um par para a sua história, confesso que foi bem triste ver a Sarah se dando conta de que ela não sabia quase nada sobre o seu filho, que sempre foi tão quieto, fechado, com isso ficando bem claro quando eles foram visitar o campus da futura faculdade e ela tendo que enfrentar os pais da namorada de Drew, que sabiam mais sobre os sonhos do seu filho do que ela mesmo. Humpf! E o episódio onde ele pegou a mãe na cama com o namorado, também foi bem bacana. Um momento constrangedor para qualquer um, sempre. (…)

Já a Amber, essa é outra que eu também achava que precisava sossegar, respirar um pouco. Ela que vinha em uma sequência de dramas típicos da rebeldia de uma adolescente (acho a personagem sensacional!), estava mesmo precisando se encontrar. E foi bacana vê-la conseguindo a sua independência, penando bastante para isso e tendo inclusive que fazer um empréstimo com a avó para resolver pequenos probleminhas do dia a dia de quem vive sozinho, que sempre aparecem quando vc está mais desprevenido. Bem bacana também foi ver que depois de ter resolvido essa questão da independência, ela também acabou ganhando um plot romântico junto com o seu novo trabalho. Ótimo também foi ver a sua mãe a defendendo em relação a vergonha que a tia a fez passar, mostrando dois pontos de vistas de uma mesma situação e o melhor de tudo, apesar das opiniões extremamente diferentes e cada um tendo a sua razão, tudo acabou sendo resolvido da melhor forma possível e em família. Cool! Torço para que ela encontre o que faltava em sua vida agora com o seu Bobby Little (mas seria mais promissor se fosse Big Bobby, hein? rs)

Preciso dizer também que eu acho sensacional como a Amber muda o seu cabelo praticamente a cada episódio. Seria esse um trauma pela atriz ter feito “Scott Pilgrim” e não ter sido a Ramona? (rs)

Só tenho uma reclamação a fazer: porque o Adam e o Crosby não contrataram a Amber para trabalhar com eles? Ela tem a cara daquele lugar. E o mesmo vale para a Sarah, que continua trabalhando em um bar qualquer e escrever que é bom, quase nada. Humpf!

 

Team Julia (A família preguiça que só o sono define…Zzzz)

E a Julia hein? Ahhhh, como eu não consigo gostar da sua personagem… Não sei, aquela mulher não me inspira confiança (digo isso pela atriz, e sim, eu levo pelo lado pessoal, rs)

Julia tentou viver a sua versão de “Juno” que desde o princípio já estava na cara que não daria certo. Primeiro porque aquela garota, a tal “Juno”, apareceu como uma menina esperta, independente, consciente das suas escolhas, uma pessoa forte, como a “Juno” que nós conhecemos no cinema por exemplo (e AMAMOS!). E 2 episódios depois, lá estava ela, cheia de mimimi, uma hora como o namorado, que a controlava totalmente (algo contrário ao que ela mostrava ser até então) e depois, não tendo mais certeza sobre a adoção. Zzzz…Tudo bem que aguentar uma Julia no seu pé o tempo todo, toda certinha e controladora, não deve ser uma tarefa assim muito fácil, ainda mais se vc estiver grávida assim como a nova personagem. Mas nesse caso, achei que acabou parecendo dois personagens completamente diferentes em uma única pessoa e ela até estava muito bem no começo, mas ficou chatíssima no final…

Agora, sendo super sincero, eu também acho que esse drama todo da “adoção” não funcionou muito bem nesse caso. Primeiro porque o casal já tinha uma filha (e o ep onde ela fica totalmente fora de controle e eles tem que educá-la também foi ótimo! O melhor plot da família até então), ou seja, esse sonho já não era mais nenhuma novidade para nenhum dos dois e já estava e realizado. E segundo que a Julia é uma mulher muito prática, fria até e em nenhum momento pareceu que ela estava sentindo que aquele bebê fosse dela, a não ser depois que ele nasceu e com toda a sua “praticidade” ela apareceu no hospital para buscá-lo, sem se importar muito com a mãe do bebê (tudo bem que ela acabou ajudando a garota, mas sempre pensando adiante e imaginando que isso acabaria ali), contanto que ela tivesse seguindo as suas rígidas instruções de como se preparar para ter um bebê perfeito e saudável.

No fim, mesmo que a sua história nesse caso não tenha terminando com o final feliz um tanto quanto “egoista” que a Julia esperava, acho que tivemos um final feliz sim, pelo menos para a versão café com leite da Juno. E para o possível outro novo membro da família Braverman, que chegou ao final do episódio.

Desde o começo, achei que ela deveria ter ajudado a garota a considerar acabar criando de fato o próprio bebê e não aproveitar que ela praticamente caiu no seu colo no momento em que a Julia descobriu que não poderia ter mais filhos e estava procurando opções para realizar esse sue sono. E olha, ela caiu do céu e ainda chegou trazendo um capuccino, ou seja, estava bom e fácil demais para ser verdade, não?

Mas, e o Joel hein? (Höy!)

Plot que é bom ele não teve nenhum (a não ser o de educar a filha que eu já mencionei), não que eu me lembre, mas continua lá, ruivo e com cara de lenhador, do tipo que é capaz de construir qualquer coisa com as suas próprias mãos em dois tempos e ainda assim fica em casa cuidando das crianças, com a maior dedicação desse mundo e talento também para isso. E detalhe, fala pouco, não reclama de nada e ainda tem cara de boy magia (ruiva!), que no final das contas, é sempre o que importa, rs. O sonho de toda dona de casa moderna. Será que vende na Polytruque? Höy! (euri)

 

E no meio disso tudo ainda sobraram o Zeek e a Camille, eles que sempre acabam ficando em segundo plano na série. Zeek pelo menos tem mais espaço, com a sua carreira de ator para comerciais de TV, a sua doença que ainda não foi bem explorada (mas que não é nada demais também, algo comum para um homem da sua idade) e a excelente visita à casa de sua mãe, que esse sim foi um momento bem especial para o personagem. Já a Camille, essa eu sinto que vem sendo prejudicada desde sempre na série, sem nada de muito relevante acontecendo na sua vida o tempo todo até agora. Vamos escrever uma história decente para a Mamma Braverman? Hein roteiristas?

O final da temporada foi bem foufo, com aquele climão de festa em família do casamento da Jasmine com o Crosby, que finalmente aconteceu, isso graças a uma noite na histórica e famosa “Barraca dos Bravermans”. Nele, todas as histórias se acertaram, tudo ficou no seu devido lugar e todos os personagens deram o próximo passo para o futuro da série.

Com isso, o saldo final para a Season 3 de Parenthood é bem positivo e a série continua cumprindo muito bem a sua proposta e se mantém funcionando muito bem também como aquela horinha familiar que vc passa toda semana em frente a tv, assistindo situações simples do cotidiano que certamente vc vai se identificar ou até mesmo já chegou a viver algo parecido na sua própria vida.

Agora só nos resta mesmo é saber se a NBC vai renová-la para a sua Season 4 e se vamos continuar tendo a nossa série confort food por pelo menos mais uma temporada.

Team Braverman! (♥)

Parenthood se firmando como a minha série conford food do momento

Abril 27, 2011

Parenthood não é o tipo de série que te deixa curioso a ponto de não conseguir conter a ansiedade para saber o que vai acontecer no próximo episódio e também não é aquela série que vai te deixar de boca aberta no sofá da sua casa com cara de “Dafuck?” ao final de cada episódio. Esta mais para uma série leve, que tem até cara de novela. Mas uma novela bem feita e com bons atores (fikdik), nada de robôs e dinossauros. (Seriously?)

E o melhor de tudo é que mesmo sendo mais leve, a série consegue divertir, fazer vc parar para pensar em alguna momentos e até emocionar, talvez porque trate de situações bem possíveis de acontecer na minha, ou na sua família.

Sabe quando vc pega aquele monte de porcaria para comer e se esparrama na cama para assistir tv por puro prazer? Ou quando vc vai comer o jantar na frente da tv, por exemplo? Então, Parenthood é a série perfeita para momentos como esses. Deliceeenha!

A série que encerrou na semana passada a sua Season 2, não poderia ter me deixado uma melhor impressão. Tudo no seu lugar, até mesmo quando a história é meio chateeenha ou meio assim…(por chateeenha eu quero dizer tudo que envolve a Hddie ou a Julia, humpf!)

AMO a família da Sarah toda descompensada e imperfeita (a mais complicada e encantadora, com certeza)  e a esse ponto eu já consigo separar totalmente na minha mente a Lorelai antiga dos tempos de Gilmore Girls, da atual Sarah Braveman de Parenthood, o que eu considero um graaande passo (rs). Lorelai continua no pedestal de uma das minhas personagens preferidas ever e Sarah vai aos poucos  ganhando o seu espaço no meu coração também.

O mesmo acontece para o Adam, que eu já aceito como homem de família e altamente responsável (diz que existe…), algo bem diferente do delicioso Nate de Six Feet Under.

Aproveitando a reta final da série, eu gostaria de dar um destaque especial para os dois últimos eps, que foram bem bons.

De um lado, Sarah e Amber, brigando como nos velhos tempos, em um cena bem forte, de força física até. Drama, mas sem muito exagero, onde vc consegue entender o desespero dos dois lados da histórias, sem conseguir decidir qual das duas odiar ou amar. E como são boas essas duas juntas hein? Clap Clap Clap!

Do outro lado, Adam, tendo que encarar a realidade de que sua filha mais velha já é sexualmente ativa, o que sempre é um drama enorme (e machista demais) para os pais de meninas. Outro drama, mas também na medida, sem nenhum exagero. Duas situações completamente diferentes, mas que foram representadas com uma dignidade difícil de ser encontrada em séries do tipo.

Os dois mantém relações completamente diferentes em suas famílias, que parecem tão honestas e verdadeiras e que no final acabam revelando o ponto entre as duas situações: ambos estão tentando ser pais, o que não parece ser muito fácil, meeesmo! Acho bom que na série os personagens principais que são os irmãos da família Braverman sejam meio que “aprendizes de pais” e esse climão meio “loser” de ver as coisas não dando muito certo, ou pelo menos não acontecendo como cada um deles esperava que acontecesse, talvez seja o fator que nos aproxime ainda mais dos personagens e nos faça gostar cada vez mais da série. Afinal, estamos todos tentando aprender neam?

A parte da sabedoria fica por parte dos avós da série, que são uns foufos neam?

E anda tem traição, crianças com problemas, briga em família e reconciliações foufas, tentativas frustradas de engravidar, adolescentes rebeldes, adolescentes depressivos, casal de meia idade em crise, ou seja, vários clichês, mas todos aceitáveis. Tipo novelão, vai por mim…

AMEI o avó levando a neta para ver o estado do carro onde ela estava depois do acidente, para fazer com que ela entendesse o tamanho da gravidade da situação. Suck it!

E acho que já estava na hora de alguém começar a tratar o Max como uma criança normal, que não é porque sofre de uma sindrome de Asperger, que não precisa aprender a ter respeito, educação e o básico que a gente espera de qualquer um em qualquer condição. Ou alguém fala alguma coisa, ou esse moleque vai crescer apegado na muleta da sua condição, fikdik

E essa honestidade encontrada em Parenthood me comprou e fez da família Braverman a minha família preferida da tv no momento (na categoria famílias que parecem de verdade), pela segunda vez consecutiva. Sorry Walkers, mas o tempo de vcs já passou!

Espero que tenhamos uma Season 3! Team Braverman!

Gilmore Girls update

Setembro 9, 2010

O que tem de errado com a Lauren Graham  hein?

E não é que mais uma vez ela esta pegando um colega de trabalho? Que puxa…

Pois é, o boy magia da vez é o  seu irmão em Parenthood, que é ninguém menos do que o Peter Krause (e agora todo mundo entende o porque, Höy!)

Fato é que eu não me lembro se eu escrevi isso por aqui, mas sempre senti o maior climão entre os dois na série, muito mais do que com a atriz que faz a mulher dele em Parenthood, fatão.

Esquisito, mas é um fatão!

E esquisito tmbm pensar que esse deve ser uma karma da família Fisher antiga dos tempos de Six Feet Under, porque em Dexter, o Michael C. Hall, que foi o irmão do Peter na série da HBO, tmbm namora a sua irmã na série neam? Hein? Zzzz

Quanta bobagem…eles são atores neam? Dãh! Uma vez eu li uma pesquisa que dizia que quase 70% dos relacionamentos começam no ambiente de trabalho, talvez isso explique alguma coisa…

Portando, o “the one” pode estar sentado na mesa ao lado do escritório hein? euri

E para finalizar esse post sem graça (rs),  a Alexis Bledel apareceu com o seu boy magia, o modelo John Paul…tsá? Zzzz

‘S Wonderful, ‘S Marvelous, ‘S Gilmore Girls

Agosto 17, 2010

Sabe aquela série confort food? Que vc senta com prazer em frente a tv, de pj’s, fica comendo porcarias, faz uma bela e poderosa máscara facial (euri)  e  fica se deliciando com um universo encantador e com a certeza de muita diversão pela frente? Pois bem, foi exatamente assim que eu me senti durante esses meses todos (3 eu acho) de maratona. As 7 temporadas, 42 DVDs.  E que saber? Foi delicioso!

E o que é Stars Hollow hein? Sem dúvida nenhuma, um dos personagens principais da série é a própria cidade que serve com plano de fundo para contar essa história entre a relação das garotas Gilmore. Seus personagens são divertidíssimos, cheios de manias, trejeitos e caracterísitcas muito singulares, porém muito fáceis de serem identificadas em outros cenários (e na vida de todos nós). O charme do lugar está naquele clima de outono e na cara de cidade pequena do interior, onde todos se conhecem, se respeitam e de uma certa forma passam a fazer parte da família um do outro. Como se a cidade inteira tivesse um orgulho danado de ser como é. E para manter o que conseguiram alcançar, eles ficam de olho um na vida do outro, cuidando para que nada saia fora do lugar.

E quem conseguiria viver assim em uma cidade como SP, onde ficamos praticamente presos dentro de nossas casas e muitas vzs nem conhecemos os nossos próprios vizinhos, neam?

Miss Patty, Taylor, Kirk, Babette, Mirs Kim, todos divertidos mil. Babette, a vizinha prestativa, que cuida das suas meninas preferidas como ninguém, fora isso ela é completamente surtada neam? Adoro quando ela grita “Sugar”, rs. Taylor, é tipo o general do lugar, todo certinho, todo careta, com as suas reuniões intermináveis e exaustivas em nome da história de Stars Hollow. Tão digno o ep em que ele perde a eleição e fica arrasado neam? Kirk é o cara que esta em todos os lugares ao mesmo tempo, aspirante ao novo Taylor da cidade. Sério, quantos trabalhos ele conseguiu nesses 7 anos de série hein? Não é a toa que ele estava tão cheio da grana, rs. Foufo mil ele planejando o seu primeiro encontro com a Lulu. Mirs Kim (a mãe da Lane), sempre muito durona, religiosa fervorosa e completamente frustrada por ter uma filha tão diferente do que ela esperava. Com o tempo, ela vai aprendendo a conviver com essas diferenças, mesmo que as suas medidas e decisões não sejam lá as melhores. O mais legal foi descobrir que assim como Lane, Mirs Kim tmbm vivia uma vida dupla com a sua mãe, da qual ela tmbm tinha algo a esconder (o que foram aquelas 3 festas de casamento hein? Euri!). Mesmo assim, ela  sempre tão presente na vida da Lane e preocupada com o seu futuro. Agora, uma das minhas figuras preferidas da cidade: Miss Patty! Adoro o salão de dança dela e o fato dela ser uma espécie de diva da cidade, que gosta de arte, canta, dança e representa. E como toda boa diva, Miss Patty coleciona uma lista enorme de homens que passaram em sua vida.

Embora Gilmore Girls seja uma série onde as meninas reinam em absoluto, os garotos foram importantes tmbm para essa história neam? Deles eu destaco: Luke e Christopher.

Sinceramente, eu consigo entender pefeitamente a indecisão da Lorelai quando se trata da escolha do homem para a sua vida. Entre vários namorados (boring!)  e tentativas de relacionamento, ela tinha que dar uma chance para o Christopher neam? Tudo bem que ele não esteve ao lado dela quando Lorelai engravidou e tudo mais (muito disso por opção dela mesmo), mas se tem um cara que seria perfeito para ela, essa cara era o Chris, fato. Foufo, sempre com aquele olhar de homem eternamente apaixonado, sensível e praticamente a versão masculina da própria Lorelai, fatão! Sempre entendendo as piadas, as referências, o ritmo e mantendo uma relação linda e de admiração com a Rory, filha do casal.

Consigo entender que ao contrário do que todos imaginavam (e que seria óbvio) ela tinha que tentar, pelo menos uma vez, formar a “família perfeita” com o pai da sua filha, que foi o seu amor de adolescente e que resultou na própria Rory. Christopher tinha mesmo que ser o primeiro marido de Lorelai. Mas como o próprio casal reconheceu, o timing dos dois nunca esteve ajustado e por isso a relação sempre acabava não durando muito, embora eles tenham tentado por várias vzs. E apesar de não funcionarem como casal, ambos funcionam muito bem como pais. Ele tentando recuperar o tempo perdido de quando ficou longe da filha e ela observando de perto o belo resultado de toda a sua dedicação como mãe.

Já o Luke, esse sim sempre foi o homem da vida da Lorelai, não? Sempre presente, consertando tudo na vida dela, a casa, o carro, a pousada, participando da vida das duas e ainda cozinhando coisas gostosas o tempo todo para elas. Quer coisa melhor?

pausa: eu adoraria ter comido alguma coisa no Luke’s, vcs não? ?Yummy!

Mas Luke sempre foi meio chucro, do tipo que não se abre, não se permite. Ele precisa pensar antes de agir, medir as possibilidades e isso o deixa alguns  passos atrás da própria Lorelai, sempre. E quando se trata de foufurice, não tem para mais ninguém. E o maior exemplo disso, foi quando ele construi uma pista de patinação no gelo para Lorelai, no quintal da sua casa. Howcuteisthat?

Sério, se alguém algum dia fizer algo parecido para mim, eu juro que eu caso e já começo a planejar a festa de bodas de diamantes, fatão (rs)!  O único ponto que eu não gosto muito no Luke é o fato dele estar sempre irritadinho demais, a ponto de ter um ataque cardiaco a qualquer momento (só faltou isso acontecer mesmo…). Uma das minhas cenas favoritas do seu personagem é quando ele joga o Jess no lago, do meio do nada. Rolei!

Sem contar que o cara passar a noite em claro planejando a festa de despedida da sua filha e costurando uma tenda gigante para proteger a festa da chuva não é para qualquer uma neam? Juro que se a Lorelai não tivesse dado aquele beijo nele no final, eu poderia até ouvir as vaias do elenco que se encontrava na praça representando todos nós, fãs da série.

E a sutileza com a qual nós podemos ver a relação dos dois crescer, de pouco em pouco, até virarem um casal, depois se separerem, até o Luke voltar a usar o boné que ela deu de presente para ele no passado, foi tudo tão sutil que me deixou completamente emocionado. E no final, é mesmo de Luke Danes o coração de Lorelai Gilmore. Yei!

Se eles ficaram mesmo juntos no final? Alguém tem alguma dúvida? A cena final da série, com as duas sentadas na mesa do dinner, Lorelai com o colar que ele tinha comprado para ela e Luke ao fundo, pra mim representou o “retrato da família” que finalmente se formou. Foufo mil!

Agora vamos falar de outra paixão da série? Richard e Emily Gilmore! Awnnnnn!

Que casal hein? Dois atores veteranos, com interpretações sensacioais, formando o par perfeito para completar a família Gilmore. Sempre gostei do desconforto dos jantares de sexta feira, da relação deles que vai aumentando com as duas e ganhando novas camadas a medida que o tempo passa, a admiração mútua entre Rory e seus avós, pencas de empregadas de diversos lugares do mundo sendo perseguidas por Emily, as brigas sensacionais entre os 4. Discussões intermináveis, diálogos longos e tudo isso com a velocidade Gilmore! Ufa…que série boa hein?

Do casal, eu adoro a cena quando a Rory decide optar por Yale (onde seu avô tmbm se formou) e eles tentam esconder a alegria, para não irritar a Lorelai, que é contrária a idéia. Mas no momento em que eles percebem que já esta tudo bem para elas e que eles finalmente explodem de felicidade, perdendo totalmente a postura de família rica e tradicional, tudo isso é pura diversão e foufurice. Gosto muito do ep 100 que marca a renovação de votos entre o casal e o jantar phino com pencas de convidados e direito a coreo e dra-ma no final, foufo mil. Gosto dos dois separados tmbm, assim como quando a Rory vai passar uma temporada morando na casa da piscina e os dois tendo que lidar com uma jovem garota Gilmore em sua casa novamente. Tmbm vibrei quando os dois se vingaram da família do Logan. E amo quando o Richard ficou internado (2 vz) e a Emily se mostrou completamente perdida e apaixonada ao imaginar a sua vida sem o seu companheiro de grande parte dela. E o final, com os dois “implorando” da maneira deles para continuarem participando da vida de sua filha e neta e reconhecendo mais uma vez o trabalho primoroso que a filha fez ao criar praticamente  sozinha a neta do casal e o modo como ela conquistou toda uma cidade, capaz de mobilizar a todos para dar uma grande festa de despedida para a Rory , foi relamente emocionante. E o  silêncio do último jantar de sexta feira então? (tears)

E é do casal Richard e Emily + Lorelai e Rory Gilmore o prêmio de uma das melhores cenas da tv ever: que é aquela cena com a discussão que não acaba mais no jantar de sexta a noite. Logo depois da Rory sair da casa deles e voltar com a relação de sempre com a sua mãe. Sério, é uma das melhores cenas que eu já vi na vida! E olha que eu vejo muita coisa hein?

Cena para guardar como referência, sinônimo de coisa boa!!!

E pura foufurice foufa a música que eles cantaram para a Rory em sua despedida de Yale hein?

Mas Gilmore Girls vai além e é muito mais do que uma série de drama em família. E eu acho que o ponto forte da série esta na amizade entre os personagens. Sookie + Lorelai, Lorelai + Michel, Rory + Lane, Rory + Paris.

Amo a relação de irmã/confidente/bff que elas mantém com suas melhores amigas. Lorelai e Sookie são ótimas juntas, divertidas mil. Sempre sendo honestas uma com a outra, acreditando no talento de cada uma e apostando tudo nessa relação sólida e de sucesso com a sociedade realizando o grande sonho das duas. E como não amar a Sookie e os seus pratos deliciosos hein? Sem contar a pousada, que sempre foi o grande sonho das duas neam?

Me diverti muito tmbm com a relação Sookie + Jackson, que começou com uma grande discussão a respeito dos legumes e verduras perfeitos e que acabaou com um casamento foufo e divertido, com duas crianças (e + uma a caminho). Rolei com a Sookie com peso na consciência por ter experimentado os legumes de outro fornecedor. E sacanagem o Jackson ter mentido a respeito da vasectomia hein? Humpf!

Michel e Paris me irritavam um pouco no começo, fato (ela principalente), mas com o tempo foram se tornando os meus personagens preferidos ever. Michel sempre mega sarcástico, sempre disposto a sacanear as amigas,  e se identificando logo de cara com a Emily Gilmore, uma delícia. Paris com o seu jeito controlador, quase uma ditadora. Começou pegando no pé da Rory e no final acabou se revelando uma grande e leal amiga. Adoro as suas manias, o seu humor, essa eterna disputa que ela vive em sua vida e a relação foufa/tensa com o Doyle. Até uma bicotinha ela deu na Rory neam? Go girl! rs

E a amizade de Rory e Lane que é pura foufurice hein? Se conhecem desde crianças, amigas inseparáveis, sempre presentes uma na vida da outra. Adoro a fase em que Lane tem que esconder tudo da sua própria mãe e tem Rory como cumplice, divertida mil! Depois tivemos Lane se revelando uma grande baterista e aspirante a estrela do rock, baterista da saudosa Hep Alien. E o que era ela treinando tocar bateria sem tocar na bateria? Euri

A história da Lane, que é baseada em uma história real, da melhor amiga da criadora da série (Amy Sherman Palladino) e que tmbm trabalha na produção, sempre foi uma das minhas preferidas, fato. Me divertia pencas no começo, quando Lane vivia uma vida dupla, escondendo os cds de rock no assoalho do quarto, tendo a sua vida quase que completamente controlada pela Mrs Kim. Com o tempo, o seu amor pelo rock falou mais forte e chegou o dia em que Lane saiu do ármario (literalente) para a sua mãe. Outra das minhas cenas preferidas é claro.

Depois tivemos a jovem baterista correndo atrás do seu sonho, quase tocando do CBGB’s e tudo isso sempre acompanhada do apoio das suas grandes amigas, as Gilmore. Lorelai tmbm muitas vzs fez o papel de mãe de Lane, cuidando da garota reprimida como se fosse a sua própria filha. Acho sensacional quando no chá de bebê dos gêmos (que foi muito divertido por sinal), Lane pede para que Rory seja a Lorelai Gilmore dos seus filhos. Awnnnnn! Juro que eu até chorei nessa hora (detalhe que nada disso é inédito para mim pq eu já tinha visto a série antes, é claro). Uma grande declaração de amor neam?

E as músicas tocadas pela banda na série são sensacionais hein? Merecia até um cd! Outro foufo é o Zach, que se torna marido da Lane com o tempo, formando um dos casais mais cool ever. E a festa de casamento deles hein? Invejei a montagem da foto ala White Stripes, fatão!

Em uma das cenas da festa de chá de bebê da Lane, Zach canta uma música para ela (que esta grávida dos seus filhos) os dois deitados na cama ala Lenon e Yoko. E o mais legal é que essa semana em True Blood, ele repetiu o fato e a música na série dos vampiros mais legais ever  e eu senti que foi uma homenagem hein?

A série tmbm contou com várias aparições de alguns rostinhos que hoje são grandes conhecidos nossos: Jon Hamm (Mad Men), Adam Brody (The O.C), Jared Padalecki (Supernatural), Milo Ventimiglia (Heroes), Chad Michael Murray (One Tree Hill), Brandon Routh (Superman Returns), Danny Pudi (Community) e até o Seth McFarlane (criador de Family Guy)! Fora que só eu mesmo para só perceber lá pela Season 5 que o Gil, que quem tocava na Hep Alien era ninguém menos do que o Sebastian Bach hein?

Aproveitando o assunto música (rs), eu preciso dizer que eu adorava os eps em  que o trovador da cidade aparece hein? Sempre com músicas foufas e que faziam sentido naquele momento.

Agora que eu já falei pencas de quase tudo, chegou a hora de falar de quem da nome a série: Rory e Lorelay Gilmore, as tais Gilmore Girls (rs)

Primeiro que a relação das duas é absurdamente foufa. Elas falam de tudo, de todos, pelo olhar, usando referências pop mil e em uma velocidade que se vc piscar já era, perdeu a piada ou o assunto. A relação de amor entre mãe e filha aqui é admirável, ainda mais se vc parar para pensar em todo o drama que as duas passaram (gravidez na adolecência). Muito dessa cumplicidade se dá pelo fato das duas terem os mesmos interesses (mais ou menos tmbm), gostos e idades parecidas, o que já facilita e muito neam?

Entre as duas, eu tenho pencas de momentos preferidos, gosto de tudo na verdade, menos do figurino, que eu acho bem cafona, prontofalei. Mas se eu tiver que destacar algum momento, eu diria que quando eu mais me emocionei com as duas foi durante as formaturas, de Chilton e Yale e principalmente quando elas passam um tempo brigadas e depois voltam a se falar. Chorei, confesso. E de novo, o que é ainda pior.

Quase que me arrependi de não ter deixado a minha mãe viver esse momento (da minha própria formatura, da qual eu me recusei participar), talvez fosse importante para ela (…)

Confesso tmbm que eu invejo a relação das duas. E quem não inveja? Essa relação pra mim serve como exemplo para o tipo de relação que eu quero ter com os meus filhos um dia  e eu vou lembrar disso, podem ter cer-te-za!

Rory é a versão aperfeiçoada da Lorelai. Maravileeeandra (muito mesmo!), super inteligente e completamente dedicada a tudo que faz (escola, trabalho, família, amigos). E o que eu gosto em Gilmore Girls é quando uma menina tão perfeita assim como a Rory, que tem uma futuro perfeito a sua frente, previsto por todos que a conhecem e de repente do meio do nada ela se perde, comete alguns erros, deslizes, coisas que a deixam mais humana e próximo do real.

Como quando ela perde a virgindade com o Dean, o seu primeiro amor (e namorado mais bunda mole de todos) e que a essa altura se encontra ca-sa-do (báfu). Dean tem aquele complexo preguiça do garoto pobre que nunca vai ser bom o suficiente para ela (Zzzz).

Depois é a vez de Rory viver uma romance mais rebelde, com o Jess, sobrinho do Luke. Aqui ela começa a perder a linha, traindo o atual namorado (Dean) com o Jess, mata aula e viaja para NY no dia da formatura da sua mãe, bate o carro que o atual namorado (Dean) construi para ela (série de homens prendados não? rs).  Mas Jess tmbm sofre da mesma sindrome do Dean e a relação tmbm não vai muito longe, mesmo com todo mundo torcendo pelo contrário (Zzzz again). Se Rory teve um namorado quase perfeito, esse foi o Jess, o meu preferido! Höy!

Ai chega a vez do Logan, o jovem “perfeito”. Lindo, loiro e podre de rico, o sonho de consumo dos seus avós. Mas que não tem muito nada na cabeça e é durante o tempo que ela passa com ele que Rory comete as maiores burradas da sua vida, fatão! Como quando ela vai presa por roubar um barco e é condenada a 300 horas de serviços comunitários, ou quando ela abandona Yale e passa a viver a vida de uma total desocupada. Logan sofre de uma sindrome diferente, nesse caso ele (e sua família)  se acha bom demais para ela e por isso acaba dançando tmbm, é claro. E eu digo: já foi tarde!

E eu gosto muito da cena em que ele leva Rory para conhecer a sociedade secreta de Yale. Cool! Mesmo assim, eu nunca torci por ele, fato.

Acho tão digno no final de tudo ela ter escolhido a carreira ao contrário do casamento perfeito com Logan. Sinceramente eu não esperava nada menos dela, que sonhava e se preparou a vida inteira para ser uma profissional, uma jornalista assim como a sua mãe tmbm não esperava (rs). E Rory é amada pela cidade, todos se sentem um pouco responsáveis pela garota do futuro brilhante. De uma certa forma, ela é a realização de um sonho de todos por ali.  Ahhhh, e eu adoro os figurinos temáticos que ela usou na série, especialmente a festa com o tema invejável de “Tarantino”. Muito cool!

Rory tmbm mantém uma relação diferente com  seus avós, que ela admira completamente, mesmo com o histórico negativo deles com a sua mãe na época em que ela estava grávida (e mesmo antes disso) da própria Rory. Mas nada se compara com o amor dela pela mãe, que a criou praticamente sozinha e a quem no final ela garante que foi quem deu tudo o que ela precisava. Simples e foufo mil! (tears)

E a Lorelai hein? Sem dúvida, a minha preferida de toda a série. Não só pelo seu humor delicioso, por todas as referências, o amor pelo cinema e junkie food (espera ae, estou falando dela ou de mim mesmo? rs), mas pelo grande exemplo de mulher que ela é. Ela que cuidou da sua vida sozinha, ainda adolescente e com um bebê, coisa que não deve ser fácil para ninguém. Além disso ela realizou um ótimo trabalho no quesito mãe e se talvez ela não foi  a filha perfeita, certamente a mãe e amiga perfeita Lorelai conseguiu ser.

Lorelai tmbm teve alguns deslizes, nenhum muito grave, fato. Talvez o pior mesmo tenha sido quando ela dormiu com o Christopher quando ficou decepcionada com o adiamento do seu casamento com Luke, coisa que ela já não acreditava mais que aconteceria naquele momento (e já tinha colocado um ponto final na história, pelo menos pra ela…). Uma pena é claro, o que resultou em uma enorme pausa de visitas de Lorelai ao Luke’s (fom forom fom fom). Mas o pedido de desculpa, algum tempo depois, no meio do labirinto de feno foi foufo mil tmbm.

Pra mim, a maior bandeira que a Lorelai deu (quando ainda não assumia que amava o Luke)  foi lá no começo, quando ela convenceu ele a pintar o dinner e prometeu ajuda-lo mas não cumpriu a promessa. Ai ela, muito arrependida da mancada que deu, vai até lá a noite e faz todo o serviço sozinha. Foufo mil!

Gosto dela como mãe por saber exatamente até onde ela pode interferir na relação da sua filha com o mundo. Gosto dela com filha que não aceitou as imposições da sua família tradicional e foi viver a sua vida do jeito que ela bem entendia, gosto da sua relação como profissional e amiga e gosto muito mais do resultado de tudo isso. E ao longo do tempo, vamos vendo os corações congelados e magoados de Richard e Emily se derretendo ao reconhecerem todos os méritos da sua filha. Awnnn!

O seu figurino eu acho um erro, quase sempre, fatão (esse da foto eu gosto)! Aliás o figurino da série é meio deprimente. Talvez propositalmente, pq a série se passa em uma cidade do interior, onde as pessoas são mais simples, mas não sei não se precisava mesmo ser assim tão uó. Ela pelo menos, que dizia que gostava de moda e de compras, deveria ter tido mais atenção e bom gosto nesse quesito. E fica para o Christopher o prêmio de melhor figurino da série, provavelmente por ele ser de outra cidade (NY), rs.

Lorelai observando a primeira neve do inverno, Lorelai fugindo do casamento, Lorelai e as margaridas, Lorelai viciada em café,  Lorelai mãe orgulhosa, Lorelai mãe não tão orgulhosa assim quando pega a sua filha dormindo com um homem casado (drama), Lorelai discutindo e argumentando sem parar, Lorelai pedindo o Luke em casamento, Lorelai ahazando com os namorados looosers da filha, Lorelai & Christopher, Lorelai & Rory, Lorelai e muita comida,  Lorelai e os filmes clássicos, Lorelai perdendo o show do Bowie, Lorelai cantando Dolly Parton, Lorelai? Lorelai? Sorry, mas só eu queria ser BFF dela?

Talvez o que seja mais encantador em Gilmore Girls seja isso mesmo, essa relação com cara de perfeição mas que tem tantos defeitos como qualquer outra relação, essa cumplicidade que esta no ar a todo momento e esse climão caseiro, cozzy. Talvez Gilmore  Girls tenha a relação mãe e filha mais invejada de todos os tempos (pelo menos por mim), fatão!

Os Dvds me irritam um pouco pelo menu estático (que eu odeio!) e pocos extras, mas tem alguns bons, como a visita ao set com a Sookie ou a Lane. E para compensar os menus sem graça, a soundtrack de Sam Phillips, Yei!

Uma série que eu recomendo assistir com a família, pai, mãe, filhos, netos, cachorro (Paul Anka!). Eu ganhei a caixa (maravileeeandra, diga-se de passagem) de presente da minha own mommy, presente perfeito de niver esse ano  hein? Se bem que ela me deu tmbm as 6 primeiras temporadas de Friends (anos luz atrás), que eu acho que foi o presente que eu mais gostei ever na vida (rs). Anyway, vou guardar a minha caixa foufa mil e assistir a série novamente um dia (pela 3ª vez), quem sabe com os meus filhos hein?  Prometo!

Parenthood é a minha novela do momento, fato!

Julho 5, 2010

Depois que os Walkers de Brothers & Sisters começaram a me desapontar com as suas histórias bocós meio chatas, sem muita emoção e atualmente quase sempre com um clima cofona no ar, eu acabei ficando carente de um novela semanal, um série com cara de novelão sabe? Comecei a sentir a necessidade de acrescentar uma nova série novelão para a minha semana, fato.

Foi quando eu ouvi falar em Parenthood, a nova série da NBC, que tinha uma cara de substituta de B&S na minha vida, além de trazer de volta a Lorelai (Gilmore Girls) e o Nate (Six Feet Under) para a minha vida neam? euri

Comecei a assistir o piloto e gostei, mas deixei os demais eps para depois, afinal a minha lista é longa neam? Mesmo assim, Paolo Torrento continuou trazendo tudo pra mim, até que nesse finde eu fiz mais uma de minhas maratonas e enfim chegou a vez de Parenthood.

E não é que eu gostei da série? Não foi amor a primeira vista, fui me apaixonando aos poucos pela minha nova família do momento, os Bravermans, e o dia a dia dessa família, um tanto quanto diferente dos Walkers, família da qual eu um dia sonhei ser adotado. Agora, penso em querer fazer parte do Team Braverman hein? rs

Em Parenthood, todas as famílias tem falhas, os pais não parecem saber muito bem como lidar com os problemas dos filhos e da vida em família. A um certo ponto da história, todos acabam se magoando de alguma forma, o que nos aproxima mais da realidade do nosso próprio dia a dia e das pessoas com quem nos relacionamos.

Aqui, a ex Lorelai (Lauren Graham) vive Sarah, mãe de dois adolescentes problemáticos, divorciada do seu ex que é lider de uma banda e pai ausente. A essa altura, ela acaba tendo que voltar a viver com seus pais por se encontrar totalmente falida, sem trabalho e perdida em como criar o seus filhos. Drew, o menino é o mais carente, meio emotivo demais e completamente carente de uma figura paterna. A filha, Amber é a olvelha negra da família. Rebelde, livre e completamente sem regras, ela vive a sua vida se metendo em vários báfus, levando sua mãe ao total desespero.

Alias a única coisa que lembra a Lorelai antiga aqui é o fato dela ser mãe e usar o mesmo corte de cabelo porque a sua realidade agora é completamente diferente e aquela cumplicidade e dialogos sensacionais de Gilmore Girls dão lugar a uma carga bem mais dramática e o clima meio loser para a sua nova família. Excelente mudança!

O Ex Nate (Peter Karuse, Höy!) em Parenthood vive Adam, o filho mais velho do casal Braverman e irmão de Sarah (e dos outros 2 de quem eu ainda vou falar). Seu papel é o de herói da história, aquele que esta sempre pronto para ajudar a sua família, se envolvendo nos problemas de todos eles e buscando resolve-los da melhor forma e mais educada possível. Adam é casado e tem dois filhos. Haddie, que aparentemente é a nova Rori, inteligente, meio ingênua e quase perfeita. E Max, o  filho mais novo que eles descobrem sofrer de autismo, o que leva a história da sua família para a carga dramática perfeita quando eles tem que aprender a lidar com a condição do seu filho.

E a relação entre ele e os filhos é linda, reconhecida até pelo próprio avô como uma versão muito superior a que ele foi um dia com pai de Adam. Maravileeeandro!

Além disso, temos ainda mais dois filhos do casal Braverman para completar essa família:

Julia, a advogada da família e filha mais nova (e tmbm a mais chata), que é casada com Joel (Hoy), pai presente que abriu mão da carreira para cuidar da filha do casal, que com o tempo descobrimos ser superdotada. Na verdade é o núcleo mais fraco da série, mas que eu gosto mesmo assim. Adoro ela se sentindo ameaçada pela soccer mom gostosona que acha o seu marido o rock star da escola. Só acho ela um pouco culpada demais por ter que trabalhar e deixar a sua filha aos cuidados do marido, o que tmbm da para entender neam? Bom, talvez seja apenas implicância minha. Mas ele eu acho um foufo!

E agora o meu preferido: Crosby! Um foufo, típico galã que não esta nem ai para nada, mora em uma casa barco e vive a sua vida sem grandes responsabilidades e é o único solteiro dos irmãos. Até que, um caso do passado reaparece um dia com uma surpresa, o foufíssimo Jabbar, filho que até então Crosby nunca soube que tinha e que de uma hora para a outra vê sua vida mudar completamente com a chegada dessa pequeno menino de 5 anos de idade.

A relação que vai sendo construída entre os dois é linda, de amor a primeira vista, o que nos deixa completamente apaixonados por esse novo pai e seu filho, que é um foufo. Fiquei pencas emocionado com o ep em que a mãe de Jabbar mostra a fita do seu parto para Crosby, que fica completamente emocionado ao ver o nascimento do seu filho. Achei tão digno tmbm o dia em que ele contou para os seus pais que ele tinha um filho e o encontro dos avós com o pequeno Jabbar foi maravileeeandro! Com direito a bike antiga que um dia pertenceu ao Crosby e tudo mais.

Esses 4 irmãos (Sarah, Adam, Julia e Crosby) são filhos de Zeek, um veterano do Vietna e Camille, uma artista com ares meio hippies. E com o tempo vamos percebendo que esse casal, pais dos 4 irnãos e que servem com exemplo de “família perfeita” para o seus filhos, na verdade estão passando por uma grande crise em seu casamento, onde encontram-se a ponto de se separar por problemas financeiros e traições. Drama!

Essa é basicamente a história dessa família que é a minha mais nova querideeenha do mundo das séries. Algo mais real eu diria. Pais tentando acertar na forma de educar e criar os seus filhos, todos cheios de falhas mas tentando acertar de alguma forma. O que eu mais gosto na série é que eles não são perfeitos e nem cheios de dinheiro, o que deixa Parenthood mais real e talvez seja por isso que a série ganhou espaço como a minha mais nova novela semanal.

Sabe quando vc quer dizer uma coisa e acaba falando outra só para magoar alguém? Ou as típicas brigas de adolescentes vs pais e suas regras, muitas vezes tolas porem necessárias? É desse tipo de drama que a série trata e eu diria que de uma forma bem digna. Até o final de temporada, que poderia ser mega cafona com o pai de todos eles cantando para a mãe, em uma tentativa desesperada de recuperar a mulher de sua vida, poderia ter sido completamente previsível e tola, quando na verdade pareceu perfeito para aquele momento.

A Season 1 é curta, com apenas 13 eps. Todos muito bem feitos, sem grandes histórias, mas sempre com a emoção certa para aquele momento. Uma ótima opção para quem assim como eu não aguentava mais tanto drama barato em B&S. Em Parenthood a questão não é ser a família perfeita e sim ser uma família, onde cada um tem que encontrar a melhor forma de se relacionar aceitando as falhas do outro.

Uma delicia de série, estou ansioso pela Season 2 e recomendo!


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