Posts Tagged ‘Leonardo DiCaprio’

Alguém avisa o Leo DiCaprio que quando amarramos a toalha lá no alto é sinal de que tem algo errado?

Agosto 14, 2014

leonardo-dicaprio

Porque quem está com tudo em dia no upgrade da vida, no máximo vai de kaftan para a praia, só para afirmar um estilo e depois tira tudo, claro!

Porque toalha alta só é aceitável quando estamos em um after bem específico e as luzes já foram acesas, rs.

#NAOTABOMNAOLEO

Mas para facilitar, vamos ilustrar como seria a visão perfeita para essa mesma situação em um outro corpo…

ryan k

… uma pena a vida não ser tão perfeita assim para todo mundo, não é mesmo, Ryan Kwanten?

Höy!

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Divou ou não divou em Cannes 2013?

Junho 4, 2013

'The Bling Ring'

OK, estamos atrasados em relação ao final do 66th Annual Cannes Film Festival, , eu sei, mas isso não significa que deixaríamos o festival de cinema passar batido assim tão facilmente. Huh huh, não por aqui queridinhas.

Por isso, viemos por meio desse beijo super foufo da Emma Watson no próprio festival (ela que btw, divou nesse dia), dizer para que todos se preparem, porque separamos uma lista de 10 ‘”divou ou não divou” (que parece chamada de quadro de programa de variedades das tardes em nossas TVs, reconheço, rs), apenas com as melhores (seja no poder ou no tombo) e é claro que contando com aquela nossa leitura especial de sempre sobre tudo o que aconteceu no red carpet do litoral francês (querendo dizer “sobre tudo o que nos interessou, apenas”, rs), que é para quem tem condições e não apenas para quem pode comprar uma pipoca com manteiga antes da sessão das 18h00 no cinema, que é mais em conta que a gente bem sabe (não a pipoca, mas a sessão). Não que a gente se veja preso a esse tipo de detalhe de vez em quando. (rs)

Aliás, Jequiti-bá (sem patrocínio, sem nome certo, porque estamos assim agora, azedos…), se quiser patrocinar um blog, por favor, estamos abertos a negociação e podemos muito bem inserir a palavrar “Jequiti-bá sem o bá” aleatoriamente em nossos posts, assim como GIFS da marca podem começar a surgir no meio da nossa programação quando vocês acharem mais conveniente desde que pagando muito nem (ou só pagando mesmo). Trabalhamos com todas as moedas desde que elas sejam Real, Euro ou Dólar e sim, estamos sempre abertos a possibilidade do lançamento do nosso perfume… (mas sério, pode ligar gente!)

 

10 – Nicole Kidman

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Alguém teria coragem de afirmar que com essa cara de senhora esquilo sendo pressionada contra a parede, Nicole Kidman divou em Cannes 2013?

Não, não divou. Nicole que esse ano até parte do juri fez e talvez por isso não tenha arrumado o tempo necessário para pensar no que vestir, não? Vamos escolher essa linha de raciocínio ou devemos reconhecer que ultimamente Nicole não tem feito boas escolhas na vida, a começar pela quantidade, qualidade & resultados dos seus procedimentos estéticos todos?

O que, não concorda? Então tá. Imagens por favor comandante Adama… (porque as nossas imagens chegam diretamente da Galactica, claro)

Opening Ceremony And 'The Great Gatsby' Premiere - The 66th Annual Cannes Film Festival

Alguém saberia dizer se Nicole tem algum irmão avô/pai/primo/sobrinho/afilhado estilista que estaria se formando esse semestre caso consiga passar na recuperação? (porque alguém que criou isso só pode ter sido mandado para a recuperação…)

Não, não estamos contratando ou recomendando um estágio e sim dizendo que nada na vida australiana de qualquer pessoa australiana ou não justificaria um look bem do meio assim em um red carpet a não ser um parentesco muito do forte, ou dívidas com a máfia do canguru e olhe lá, hein? (não parece que uma criança qualquer não teve tempo de terminar o livro de colorir e só conseguiu pintar algumas flores?)

Não divou de novo. Humpf!

Mas Kidman é incansável e pensa que ela parou por aí? Não, ela tentou outra vez…

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… e mais uma vez errou (Fuén) com esse modelo em PB que foi a aposta certa de várias outras durante o festival desse ano, mas que nesse caso não foi muito feliz, muito provavelmente por conta desse detalhe bem do meio assim na barra da saia (me lembrou um pato vivo que eles tentaram assar nessa Season 4 de Arrested Development. Aliás, estão assistindo?). É, não divou mais uma vez, Nicole. Humpf!

Porém, temos que reconhecer que o corpão estava vitorioso e provocativo para cima das inimigas e o cabelo ela conseguiu até que melhorar bem em relação a suas últimas aparições por aí e não precisa nem ir muito longe, basta lembrar como foi que ela chegou em Cannes esse ano para notar a diferença. Good 4 you!

Mas quem sabe ao lado do boy ela não melhora? Vamos dar essa chance? Vamos, mas só se for pelos tempos de Satine antiga do voulez-vous coucher avec moi, ce soir…

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É, ao lado do mini boy magia que não se enxerga com facilidade, Nicole pelo menos fez a prática e foi logo pegando a cortina do iate onde provavelmente passou a noite anterior, enrolou no corpo e foi para a vida, que não está fácil para ninguém e nem para ela. É a crise mundial é a globalização minha gente! (rs)

Se tivesse sobrado tecido para um turbante, certeza que algum engraçadinho pediria um acarajé quente no capricho. Por isso, nunca se arrisque pela Bahia vestida assim, Nic. NUNCA! Na dúvida do que vestir por lá, vá inteira de renda branca, com uma saia bem bufante, dessa vez com sobra de tecido suficiente para um turbante e circule pela cidade gritando “Olha a cocada! Olha a tapioca fresca!”, que significa “ola, não gruda que eu sou uma australiana de respeito em Hollywood”. Sim, somos bilíngues. De nada. (rs)

Mas o que mais chama a atenção nessa imagem é a força com que Nicole segura a mini mão do seu mini boy magia que não se enxerga com facilidade, a ponto dele não conseguir nem disfarçar a dor de ter encerrado esse date com pelo menos duas fraturas expostas nos dedos e uma provavel perda parcial de movimentos. Veio pesada hoje Nicole? Ou achou que o boy estava fazendo a vesga para as concorrentes locais? #HELLYEAH

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Encerrando sua participação em Cannes e para não dizer que a Nicole Kidman só errou durante todos esses dias, temos também que reconhecer que esse seu modelo do último dia do festival estava maravileeeandro em branco e nos fez lembrar muito daquela Nicole que AMAMOS do passado, para a qual ela deveria olhar com mais frequência & saudade. (tá vendo como ela ainda consegue nos enganar?)

Se Nicole Kidman eu fosse, teria usado apenas esse vestido durante todos os dias do festival, assim teria me tornando uma estrela de Hollywood fake consciente e não teria dado tanto material para as inimigas morrerem de rir no salão, enquanto pedem pelo amor dos Deuses dos 2 dedos de raíz para não acabar com o picumã craquelado da Nicole atual.

Preferimos essa última Nicole, que só por esse dia, divou! #KEEPIT

 

9 – J-Law

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Não. Não divou e ultimamente ninguém está divando de Dior. É triste, a gente sabe, mas é um fato.

E uma coisa que J-Law ainda precisa aprender e isso para ontem, é uma postura melhor para a vida não?

Tudo bem que ela é só uma garota que caiu no Oscar e teve o seu momento de Cinderella naquela escadaria, mas já está ficando meio over essa personalidade toda goofy pastelão demais, não?

Com o tempo cansa, inclusive profissionalmente. A não ser que seja algo verdadeiramente dela (sem a ajuda dos drinks antes ou depois das festas, que sempre nos encorajam a fazer coisas estúpidas) e se esse for o caso, talvez estejamos perdendo uma excelente comediante.

E com esse look, podemos dizer que entre a amarração da cortina da Nicole Kidman na imagem acima e a amarração da toalha de mesa de buffet francês da J-Law, a Austrália saiu como a grande vencedora dessa batalha, não?

#NAOTABOMNAO (e quem precisa desse volume de “tumor” entre a cintura e o quadril, me diga Diores?)

 

8- Marion Cotillard

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Hmm mmm… Marion também não conseguiu divar, não nesse mullet. Se o vestido fosse longo, eu até o acharia mais interessante, mas não dessa forma, que até pode ser bem atual (tendência que eu particularmente acho quase sempre um problema, ainda mais nesse comprimento) mas nem sempre ou quase nunca funciona. (apesar desse não ter sido nem dos piores)

E já repararam como em nossos red carpets por aqui no Guilt, a J-Law e a Marion tem saído sempre uma do lado da outra? Blame os bad Dior tudo.

Mas Marion tem crédito com a gente porque ela pode até estar em uma fase de grandes erros patrocinados, mas continua carregando um dos acessórios franceses mais invejáveis EVER:

Marion

Guillaume Seduzente Com o Olhar Apertadinho Agora Semi Grisalho Canet. Höy!

E agora responda: por meio Guillaume e um Canet, você não sente imediatamente uma vontade incontrolável de aprender a falar francês?

Fon fon fon fon fon fon (traduzindo, esse sou eu respondendo em um francês da professora do Charlie Brown que sim!)

Por isso, Marion pode até não estar divando ultimamente nos red carpets, mas com essa companhia, podemos dizer que ela divou para a vida!

#SENTACHORAECOMEABAGUETE

 

7 – Audrey Tautou

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Divou! Mas é claro que Amélie Chanel divou e já queremos até saber onde vende a Barbie versão deluxe de colecionador de Coco Poulain com exatamente esse look, que tinha tudo para ser careta e ou clássico demais, mas que com esse tecido de ricah e essas cores, ensinou os demais a como se reinventar lindamente. #HELLYEAH

Maravileeeandra!

 

6 – Freida Pinto

Pinto

Freida Pinto é linda, mas escolheu um look um tanto quanto “étnico” demais, apesar dessa talvez nem ter sido a intenção (mas aposto no contrário) e não divou. Humpf!

E o contraste da sua escolha com o da Audrey acima exemplifica muito bem esse modo de se “reinventar” que o look clássico da Audrey acima conseguiu fazer lindamente e o da Freida não.

#NAOTABOMNAO

 

Pausa: mas e os meninos, divaram ou não divaram em Cannes esse ano?

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Ao que tudo indica, SIM! Mas vamos aproveitar o momento para conferir algumas dessas visões que são sempre umas visões!

James Franco. Hoy! (✓)

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Orlando Bloom. Höy! (✓)

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Matt Damon, que voltou aos bons tempos, não? Höy! (✓)

tom-hiddleston

Tom Hiddelston, que entre os meninos, além do seu nível de ruivismo que é sempre muito bem vindo e sempre uma visão bem especial também, foi quem trouxe cor para o red carpet de Cannes nessa edição, fugindo lindamente do pretinho básico de sempre da maioria. Ficamos com orgulho, Tom. Höy! (✓)

Tanto orgulho que é dele a nossa estrelinha dourada para os meninos que estiveram em Cannes esse ano. Clap Clap Clap!

estrela dourada#PLIM

Camet

Em termos de sotaque e de magia, é preciso reconhecer que o Guillaume Canet vai ter sempre alguma vantagem em relação aos seus concorrentes na vida, principalmente quando lembramos dele em “Last Night”.

E o tênis, apesar de não ser uma escolha orgulhosa como o look inteiro do Hiddelston acima, pelo menos nos demonstra personalidade e sendo ela francesa ou não, esse é sempre um detalhe importante para qualquer boy que pense em se tornar magia algum dia. Anotem aspirantes. Höy! (✓)

E se a gente disser que além do sotaque e da magia, o Guillaume já nos provou ser também um boy magia mágica super bem humorado, hein?

Mas, como somos tendenciosos em relação a nossas #CRUSHES antigas, entre todos os formatos da magia que apareceram no red carpet de Cannes 2013, quem mais nos enfeitiçou foi ele, que não é de hoje que vem nos ganhando no falsete e com todo aquele rebolado incontrolavelmente incrontrolável:

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JT. Höy! (✓)

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Justin que veio escovado, possivelmente profundamente relaxado, assumidamente com orgulho ao lado da Carey Mulligan, que segundo a nossa teoria da conspiração que rolou nos comentários desse post aqui, só pode mesmo ser o centro do universo da magia mágica.

justin-timberlake

Ele que a gente orientaria imediatamente a nunca na vida ter coragem de nos olhar dessa forma nos olhos, ou podemos não nos responsabilizar pelos nossos atos após uma encarada no fundo dos olhos do tipo…

jt

… além de orientarmos também para que tome muito cuidado com a sua linguagem corporal, porque podemos facilmente e convenientemente nos confundir com qualquer coisa…

Melhor avisar antes que ele chegue por aqui em Setembro, não?

E voltando aos trabalhos depois dos suspiros…

 

5 – Irina Shayk

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Quem é a Irina Shayk na fila do silicone de litrão, leve seu próprio vasilhame e ganhe um descontão?

Bom, certamente ela deve ser alguém que representa muito bem qualquer coisa nessa fila, mas por favor, quem escolhe sair de casa de forma tão vulgar assim?

R: Irina Shayk, que não, não divou e estava vulgarmente pavorosa!

#CREDINCRUZ (x3)

 

4 – Rooney Mara

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A Rooney Mara é linda e isso a gente consegue perceber de longe, mas o que conseguimos perceber facilmente também (além do fato dela ter errado feio na escolha dessa sandália com esse look) é que ela é outra daquelas que precisa mudar a sua postura para ontem.

Digamos que toda aquela vibração da vida que a essa altura já está cansando além de estar também sobrando na J-Law, está faltando e muito para o Rooney Mara.

Talvez uma batida entre as duas resolvesse facilmente toda essa questão, hein?

O look PB é lindo e talvez ninguém tenha segurado tão bem quanto ela durante o festival de Cannes 2013 (em alguns outros momentos), mas ao mesmo tempo, olhando assim para ela com essa cara e com esse outfit, não ficamos com a impressão de que estamos de frente com alguém que acabou de voltar de um retiro espiritual com um xamã poder em um país exótico qualquer entre o Tibet e a India?

Por isso não Rooney, você não divou dessa vez. Humpf! (mas toma aqui um Activia sabor carambola preta que é para ver se os ânimos melhoram… rs)

 

3 – Julianne Moore

Moore

Parece que finalmente nós descobrimos o defeito da Julianne Moore e para você que ainda está enfeitiçado por esse tom de ruivo que a gente adoraria ter herdado da nossa genética familiar ou apavorado com essa saia do vestido completamente meio assim, basta descer o olhar aos poucos e com cuidado para não se decepcionar com a queda desse mito ruivo, porque a imagem dos seus dedos do pé praticamente em crise e muito provavelmente brigados entre si, é bem forte.

E enquanto eles não acertarem qualquer coisa que esteja os separando, podemos dizer que Julianne Moore não divou.

Alguém traz um Guillaume Canet para a gente se apoiar enquanto se recupera da queda desse mito ruivo, por favor? Produção de Cannes, mas nem um água previamente bebida pelo Justin vocês não vão oferecer para a gente fazer aquela amarração? Não estou acreditando nesse serviço francês hoje… (rs)

 

2 – Tom+Tilda

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Tomtilda! Nosso casal preferido em Cannes 2013. #HELLYEAH

Não só pelo talento ou pela magia, mas porque ambos são donos de belezas que não são óbvias e nos cativam por algo mais (além de ambos terem se arriscado mais nesse red carpet), algo realmente mágico. Höy!

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E a nossa vontade de puxar uma amizade e quem sabe aparecer de strawberry blonde por um completo acado depois disso, só para não demonstrar qualquer tipo de favoritismo entre os dois, hein?

(♥)

 

1 – Carey Mulligan

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Pouco tempo atrás você me viram dizer aqui no Guilt (no mesmo tal post da conspiração que eu mencionei anteriormente) que quem é a boa dos contatos mágicos mesmo é a Carey Mulligan, que não só no post mas como em seus comentários, nós descobrimos que ela pode realmente ser o centro do universo da magia, o nosso bilhete dourado para o universo mágico da magia à sedução. Para chegar a essa conclusão, basta fazer uma ligação rápida dos nomes associados a moça recentemente: Mumford + Gosling + Fassbender + DiCaprio + Timberlake + Garfield = Höy!

Mas realmente, entre todas as que compareceram durante no red carpet do festival de Cannes 2013,  ninguém conseguiu divar mais do que a Carey Mulligan. Ninguém! (e olha que nesse momento não estamos nem favorecendo o nosso ticket dourado da magia, hein? Tisc tisc… apesar de dizerem por aí que trabalhamos com máfia, rs)

Detalhe que em meio a todas as trocas de roupa de todas, Carey Mulligan divou tanto esse ano em Cannes que se reservou no direito de inclusive repetir esse look da imagem acima, que ela já havia usado semanas antes em um programa de TV, mostrando que o que é bom mesmo vale repetir sim, porque não?

Mulligan

Além disso Carey foi outra das que apostaram certo em looks PB maravileeeandros!

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Também divou em preto, em um versão mais básica porém ainda assim bem da maravileeeandra!

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E conseguiu segurar esse jumpsuit como poucas, apesar da cara dos seus coleguinhas de “The Great Gatsby” semi comportados e organizados em fila, todos com cara de que aprontaram alguma e pela cara de pêssega da Carey ao fundo, ela só pode ter sido o alvo deles ou ela é realmente uma atriz muito melhor do que a gente imaginava, rs.

#DIVOU!

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E com esse abraço invejável por motivos de DiCaprio e Scorsese, encerramos o festival de Cannes 2013, esperando que o ano que vem o festival de cinema seja muito mais do que apenas preto e branco. (apesar dos bons pretos e brancos dessa edição e que mesmo sendo uma combinação certeira, elas ainda conseguirem errar…)

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Só quem é bonita e ou quem importa na fila da promoção na Sephora no 2013 GLAAD Media Awards

Abril 22, 2013

Nesse finde aconteceu o 2013 GLAAD Media Awards e como esse ano todas resolveram aparecer nesse que é um dos prêmios mais importantes em apoio a comunidade gay, resolvemos mostrar somente as bonitas da noite. Preparados?

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Charlize Theron esta numa ótima fase, não?

Mãe, talentosa e linda, Charlize tem a altura dos sonhos para encarar perfeitamente um jumpsuit. Höy!

E você percebe que tem um nível avançado de magia quando até mesmo com os cabelos naquela difícil fase do curto bem curto até o apenas curto e depois piorando muito até chegar no médio (prepare-se Charlize) e mesmo assim continua maravileeeandra.

Sem contar o quanto o make é importante e pode se tornar facilmente o seu maior acessório, não? (e nesse caso o bocão foi o seu maior acessório)

Maravileeeandra!

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Charlize que não é boba nem nada e sempre foi muito bem relacionada, não?

Agora me fala de zero à “Romeo + Juliet” contemporâneo, o quanto nós amamos o Leo DiCaprio?

#ALOT e da sua geração, ele é o próximo por quem torcemos para ganhar um Oscar.

Quem sabe com “The Great Gatsby”?

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A gente poderia falar que encontrar a Charlize Theron ao lado da Elle Fanning (que estava de debutante, não?) é tipo uma covardia covarde versão blonde. #HELLYEAH

Não parecem da mesma família?

Sim, eu acho que ela podem interpretar irmãs. De nada, Charlize. (rs)

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O mesmo que dissemos para o Leo vale para a Kirsten Dunst. De zero à “As Virgens Suicidas”, o quanto nós gostamos da Kirsten?

#ALOT, ainda mais quando ela me aparece toda recortada em renda e pelo menos outros dois acabamentos, com esse cabelo fundamento antigo que nós amamos e vamos correr para copiar só para encarar o Metrô das 18h00 horas com mais dignidade.

Höy!

jennifer-lawrence-new-short-hair-at-glaad-media-awards-201303J-Law pode até ter ganhado um Oscar, estar em chamas no novo trailer de “The Hunger Games: Catching Fire” (sério que eu tive coragem de fazer essa piada? Desde já, minhas mais sinceras desculpas a todos vocês, queridos leitores) e ter vencido na vida, mas até agora, ela ainda não conseguiu acertar muito em suas últimas escolhas para red carpet, não?

E esse vestido é mais uma prova dessa teoria, ele que não ajudou em nada o corpão que a gente bem sabe que tem a Jennifer Lawrence (visto que ela encarou um maiô branco como poucas em “Silver Lining Palybook”), ainda mais com esse decote meio assim e essa saia com volume onde normalmente ninguém gostaria que existisse algum volume. Fuén.

#NAOTABOMNAO

drew-barrymore-glaad-media-awards-2013Outra que não foi muito feliz na sua escolha foi a Drew Barrymore, que ainda assim, conseguiu sustentar esse modelo que foi o erro da estampa à modelagem.

#NAOTABOMNAO

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Outra que está em uma ótima fase é a Naya Rivera, não?

Primeiro, AMAMOS quando ela foi parar em NY em Glee e ja chegou colocando a Rachel e seu namorado de plástico no lugar, além de roubar o travesseiro do Kurt, claro, rs.

E segundo que com esse corpo, Naya realmente anda podendo fazer qualquer coisa, porque ela tá magrona, tá gatona e tá gostosa.

Höy!

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Quem consegue olhar para o Matt Bomer e não pensar em um Príncipe Disney?

Höy! (♥)

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Apesar do terno pavoroso, bem achei esse Scott, irmão do Chris Evans, um forte candidato a cobrir a cota de magia dessa família, hein?

Porque está ficando pesado para o Capitão America… (se bem que um shirtless sempre ajuda a nos lembrar o porque daquela respirada profunda e com mais vontade quando ele aparece nessas condições…)

Mesmo assim, por manter uma relação tão bacana com o irmão que é assumidamente gay, achamos que tanto o Chris quanto o Scott merecem a nossa saudação da magia à sedução: Höy!

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Para encerrar, preciso dizer que todo prêmio deveria ter a dobradinha Betty White e Cloris Leachman, que se somadas suas idades, não chega a dar 25 anos, de tão jovens que ambas parecem ser. Sério. (e de nada também, meninas! rs)

 

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Coachella 2013 (Finde 1) – O festival que já foi alguém mais importante na fila da jukebox indie e ou entre os hipsters dos arredores de Indio

Abril 16, 2013

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Sim, parece que perdemos mesmo o Coachella e temos que nos conformar com mais essa triste perda em nossas vidas. Humpf! Se antes o melhor festival da America antiga era marcado pelo encontro de gente bacana, pouco interessada em aparecer e apenas dispostas a ouvir uma variedade de música boa em um mesmo lugar, hoje virou uma grande passarela de wannabe do desespero desesperador que a gente desconfia que nem se importe muito com o que estiver tocando, desde que tenha sido recomendado no Face por aquele amigo mais fundamento da turma.

Tem aqueles que querem ser vistos com o modelo emprestado da lojinha cool do momento, aquelas que juram que são as novas musas da preguiça (e apenas da preguiça elas bem conseguem ser fáci) e outros aparecem apenas atrás de pulseira colorida que dá direito a bebida de graça e alguns brindes na hora da saída. Triste. (se já é triste para gente normal, imagina para eles?) Vale de tudo para aparecer nessa hora e como quem vai no Coachella agora “ter que ser muito, mas muito hipster”, melancias penduradas no pescoço estão totalmente ultrapassadas (desde que os nossos pais usavam essa expressão, diga-se de passagem, rs) e a moda agora pede para se carregar girassóis gigantes e muito maiores do que qualquer tipo de vergonha na cara que se possa adquirir com o tempo.

Sempre resta a dúvida se no iPod dessa gente toda que agora tem aparecido com certa frequência no festival tem pelo menos 25% das bandas que tocam nele a cada edição. DU-VI-DO. Mas isso também pouco importa, porque só o fato de estarem naquele lugar ouvindo música boa, já deve contar como um grande bem para a humanidade, por isso estão semi perdoados. (mas mesmo assim vão ter que aturar o nosso olhar cruel de desaprovação)

E a edição do Coachella 2013 não foi diferente, pelo menos não nesse primeiro finde do festival (alguma esperança de que vá melhorar muito no segundo?) e como sempre, resolvemos comentar só o que a gente considera importante sobre o mesmo, que é sempre algo que fica naquela linha tênue entre o pavor, o horrorendo e o fundamento. Estão preparados? Então coloca o novo do Phoenix para tocar, manda a mãe aplicar qualquer coisa de renda na barra do short, separa aquela botinha larguinha (que eu adoraria conseguir usar se não fosse uma pessoa que precisa de firmeza nos pés. Sério, acho lindo, mas não consigo), deixa o cabelo meio sujinho, arranca umas flores artificiais do centro de mesa da sua avó e gruda nele agora para vir acompanhar com a gente tudo o que aconteceu nessa ex delícia de festival.

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Começamos já assumindo que esse ano estamos de muso novo e sueco para o primeiro finde do festival: Alexander Skarsgard (uma vez que o meu muso antigo não está mais dando as caras por lá desde a edição anterior. Sábio Speedman – ♥ )

Alexander divou nesses três primeiros dias do festival, com seus mais de três metros de altura sueca e aquele porte viking que todos nós cobiçamos um dia. (aqui no Guilt pelo menos, cobiçamos quase todos os dias)

Além de tudo ele foi de t-shirt “bairrista” fundamento, se colocou pencas com os amigos durante esses dias todos, encarou lindamente o fato da ex estar no mesmo lugar e com o seu atual noivo (o que é sempre uma barra, independente do seu próprio nível de magia) e como se tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar ainda mais apaixonados por ele, Alex não podia dar um passo naquele lugar que era imediatamente assediado por todas, algo que a gente não pode nem sentir ciúmes porque se estivéssemos por lá, certamente faríamos o mesmo. E o que ele fez?

Alexander Skarsgard Coachella

Foi queridíssimo com todas, tirou foto com todo mundo (basta procurar nos Tumblrs que eles estão cheios delas. A propósito, THNKS V.T, que me mandou esse link aqui via Twitter), revelando que o seu nível da magia à sedução é ainda maior do que a gente imaginava ser.

Sem contar que por esses dias, o Alexander Skarsgard andou dando umas declarações adoráveis a seu respeito, dizendo que ele é um cara sozinho, que em casa é só ele e ele mesmo (só mandar os endereço que sempre deixamos uma malinha de emergência pronta, rs) e bem que ele queria ter alguém para brigar e pedir para largar o telefone de vez em quando (sério, meu coração auto tricotou um sweater para ele mesmo nessa hora) e disse ainda que ele não é muito bom com mensagens de texto, que ele sempre tenta ser super objetivo e quase sempre acha que elas acabam ficando meio que grosseiras. E o Alex disse que tem esse hábito porque com mãos daquele tamanho todo, a gente pode bem imaginar a dificuldade que ele tem para digitar no seu telefone. É Alex, nós bem imaginamos o tamanho dessas mãos suecas. Höy!

Mas todos esses requisitos não foram o suficiente para que ele se tornasse o nosso verdadeiro muso da vez para o Coachella 2013 e o detalhe especial que lhe rendeu o título ficou por conta dessas duas próximas imagens que nós avisamos desde já que é melhor estar preparado, porque as cenas de foufurice podem ser fortes demais para os mais fracos. Por isso perguntamos: porque o Alexander Skarsgard é o nosso muso desse primeiro finde do Coachella 2013?

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Motivo 1 (♥)  Amigo que faz o inconveniente e levanta o outro amigo para ver tudo de perto em um show. #TEMCOMONAOAMAR? Não, mas não tem mesmo. ♥ (e a imagem acima me faz pensar que se não for para ter filhos originalmente suecos com descendência viking e ou propensão para se tornarem vampiros um dia talvez, podemos pelo menos nos tornar BFFs, porque talvez a gente até já se contente apenas com esse tipo de contato, hein? #BROSBEFOREHOES)

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Motivo 2 (♥)  Alguém com mais de 3 metros de altura, inconveniente mesmo sem querer, dando o sangue na pista. #TEMCOMONAOAMAR e sonhar em dividir um momento como esse com ele algum dia? Não, também não tem. (♥)

Então, por esses dois motivos especiais, o nosso boy magia mágica sueca preferido acabou levando o título de nosso Muso Magia Mágica do primeiro finde do Coachella 2013. HÖY!

#SOUTHSTOCKHOLMMUSE

Actress+Kate+Bosworth+director+fiance+Michael

E falando em ex, me desculpem, mas vou ter que trazer o elefante branco na sala a tona com a seguinte pergunta: comparado o atual com o ex nas imagens acima, não que a gente queira causar discórdia, porque está tudo lindo desse jeito também, tem como não achar que a Kate Bosworth estava sentindo calafrios de aversão no exato momento dessa tentativa de afofada por trás? #CREDINCRUZ (x3)

Porque todo mundo sabe que quando a afofada é bem vinda, a gente “exibe o Pão de Açúcar  como nosso maior cartão de visita, recomendando visitações, claro (rs). Mas aparentemente isso não foi exatamente o que parece que aconteceu nesse momento, não é mesmo? É, não parece.

Mas tudo bem Bosworth, o importante é que você já visitou bastante a Suécia, conhece bem seus monumentos históricos mais pitorescos e isso é o que importa (isso e o fato que você também estava maravileeeandra no festival). Fazer o que se você decidiu abandonar a bela magia e ficar com a fera, não é mesmo?

Só sei que na fila das vizinhas fofoqueiras nas janelas do meu bairro, todas diriam que você trocou a Suécia por Carapicuíba. Nada contra Carapicuíba e sim totalmente a favor da Suécia, que fique bem claro.

vanessa-hudgens

Quem morre de preguiça ao encontrar os nomes “Vanessa” e “Hudgens” figurando em uma mesma frase, que atire a primeira tesoura de jardinagem que a gente hoje quer fazer uma criança do high school chorar sangue pisado.

Tem neo hippie mais irritante?

Vanessinha até que se esforça no fundamento boho chic que ela insiste em nos empurrar desde que saiu do high school, algo que pela nossas contas feitas no palitinho só que na versão cogumelo, já deve ter quase ou pelo menos 10 anos. E até agora ele parece que não aprendeu muita coisa e de boho chic, acaba sempre com cara de vendedora de bijuteria feita com casca de coco e semente de qualquer coisa.

Reparem na cara de total desaprovação da menia a direita de quem vê, tentando avisar no olhar o Sebastian Kydd (sério, AMO esse nome) que as coisas para ele estavam bem mais interessantes nos anos 80.

Vanessa+Hudgens+enjoys+Coachella+music+festival

E é sempre aquela mesma coisa de sempre, uma look cansado e um fundamento forçado que a gente até já viu que ela tem mesmo no dia a dia, mas em época de festival parece que ela incorpora alguma hippie que fez a passagem naquela época e volta com muito mais força. Preguiça…

Sem contar que esse shorts branco acabou imprimindo fralda old school de adulto fantasiado ridiculamente de criança.

Com isso, podemos dizer que Vanessa é aquele tipo de figurinha que a gente gostaria que nunca mais se repetisse no Coachella. Poderia ganhar um convite de “já deu e não precisa mais voltar” com direito aos três dias de festival hippie da feirinha de artesanato da Praia Grande em São Paulo. (substitua “Praia Grande” por qualquer praia popular da sua região. Não que a gente esteja ofensivo com nossas próprias regiões hoje, rs)

#NAOTABOMNAO

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Pernas tão longar quanto o total da altura de alguns, cabelos de diva de creme desembaraçante sem enxague, cara de quem não come carbo desde o verão de 2002. Chegou o bonde das tops!

Elas que parecem estar disputando a tapa o posto de musa do Coachella, querendo ser o que a Kate Moss sempre foi para o Glastonbury.

E o que nós temos para dizer para a Miranda Kerr, a Alessondra Ambrosio (e o shorts dela poderia servir como uma referência perfeita para o que a Vanessa Hudgens tentou fazer na imagem anterior e não conseguiu) e essa outra com 1,80 só de perna?

NUNCA SERÁS!

Queria só pegar o iPod de cada uma delas para dar uma conferida nos 10 últimos álbuns adicionados ou pelo menos nas cinco últimas músicas tocadas. Porque todo mundo sabe que fazer isso é como ler a vida de alguém nos búzios, não sabe? Experimentem…

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Agora, somos obrigados a reconhecer que a beleza da Alessandra Ambrosio só deve mesmo é atrair coisa linda para o seu lado, não é mesmo Chris Pine AnnaSophia Robb, também conhecida atualmente como a adorável little Carrie?

#TEMCOMONAOAMAR? (de barba, mais magro e com esse cabelo maior e menos arrumadinho, o Chris conseguiu ficar ainda melhor, não? Höy!)

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E a dúvida do momento é a seguinte: a gente avisa o Chuck o que ele a essa altura já deveria saber, que cardigã de lã ou qualquer coisa de lã, se usa com uma segunda pele por baixo, de preferência de malha ou algodão, ou deixa ele passar vergonha e talvez ficar conhecido como “Cecília”, hein? (porque o resultado de lã em contato diretamente com a pele do corpo sempre dá nisso = Cecília)

Apesar da gente apoiar o movimento dos não depilados, porque a não ser que você tenha acabado de fazer a barba e tenha aplicado espuma de barbear até a virilha,  sempre acaba pinicando todos os envolvidos (você, o coleguinha, as coleguinhas, rs), temos por obrigação dizer que #NAOTABOMNAO (já me basta o chulé do dia inteiro com esse sapato de couro no sol e andando pra lá e pra cá, neam? Chuck do Afofi completo)

Director+Eli+Roth+

E já que estamos falando no movimento dos não depilados, encontramos no Eli Roth um ótimo (talvez exagerado) exemplo da categoria.

Ele que de vez em quando aparece para dirigir os nossos sonhos de terror. Vai dizer que não?

Sei… Höy!

Emma+Roberts+cuddles+up+boyfriend+Evan+Peters+u1xuoAp8j0Hl

E #TEMCOMONAOAMAR a Emma Roberts e o Evan Peters?

Não, não tem. (♥)

E #TEMCOMONAOAMAR beijar ouvindo ao vivo qualquer uma das suas bandas preferidas? (parece até que a coisa toda ganha outro ritmo, não?)

Não, mas não tem mesmo. (♥)²

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E a sábia lição que a Hilary Duff nos deixou durante o Coachella 2013 foi a seguinte:

Na falta de um marido boy magia (que até estava presente, mas esqueceu de levar a magia para a vida, rs), leve um amigo para deixar as fotos do seu Instagram mais “curtíveis”

Está anotado Hilary e jamais esqueceremos esse sábio conselho, rs

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Quando uma imagem fala por si só e é só o que nós gostaríamos de dizer nesse momento além de um “quem é ela na fila da canga tie-dye na Praia Mole” é um único e sonoro “Höy”.

Apenas…

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Nossa, sentiram uma nuvem carregadíssima de mau gosto se aproximando de repente?

E só podia ser ela mesmo, Katya Pérrola (quando não é ela, quase sempre é a Rihanna ou a Smiley. Fato), que me chega recém solteira a um festival de música cheio de boys magia e ou feitiços rápidos bem possíveis apenas para distração, mas me escolheu ir de objeto ornamental de decoração totalmente e inteiramente kitsch. (e não de um jeito bacana, que também é possível como veremos na personagem a seguir)

E essa não foi a sua única escolha meio assim durante o Coachella 2013 não, porque Katya é uma artista de condição e comprou o bilhete único com direito a 3 idas e 3 voltas. VRÁAAA!

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Que caricatismo barato, não?

Impossível até decidir do que ter mais preguiça…

#NAOTABOMNAO Katya. Fuén.

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Mas como esse ano estamos generosos porque pelo menos até agora, não fomos pegos por nenhuma traição no festival (é, o Speedman não deu as caras mesmo. Ufa!) resolvemos criticar mas também ensinar as mais desavisadas como a Katya Pérrola e assim como também fizemos anteriormente com a Vanessa Hudgens, a como pelo menos tentar acertar da próxima vez.

Por isso vamos usar o look da Solange Knowles para ensinar a como usar lindamente um look com estampa figurativa (e porque não também kitsch) só que de forma totalmente leve e maravileeeandra, imprimindo como se o próprio sol em pessoa não tivesse resistido e tivesse descido para assistir o festival de perto.

Maravileeeandra, não?

Diz que a Beyoncé quando viu essa imagem da irmã, não pensou nem duas vezes, fez um coque na peruca e correu para o pomar caseiro que ela tem no alto do Empire State Building (que eu não sei se vocês sabem mas dali até depois do Brooklyn, passando pelo Queens e até ou outro lado do horizonte em Hamptons, é tudo dela e do Jay-Z) e foi pessoalmente colher frutas orgânicas diretamente do pé para oferecer como presente de reconhecimento da beleza e orgulho da prória sis. (que ela já mandou seus capangas sequestrar e trancar no calabouço porque está em turnê e não acha que existe espaço para duas Knowles no mundo ao mesmo tempo, rs)

E só eu imagino Solange e Beyoncé saindo no tapa em noite de reunião de família?

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Preciso dizer que devido aos recentes acontecimentos em Glee e por toda essa Season 4, a minha #CRUSH no Chord Overstreet só tem aumentado e nem fazendo o ridículo com dois óculos eu consigo achá-lo qualquer outra coisa a não ser adorkable. Simplesmente não consigo.

I ♥ Sam

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Uma pena que o Jason não tenha encontrado com o Eric, não?

Porque esses crossovers de magia sempre acabam colaborando para os nossos sonhos de logo mais. #HELLYEAH (mas tem que vir de menino da próxima vez, tá Jason? rs)

Höy!

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Acho tão honesto celebridade ruiva que não se controla na fila do joguinho valendo prêmio, como o Bryan Greenberg. Höy! (parece até a minha própria família na feira de publicidade na faculdade de uma das minhas quase irmãs. Sério, igualzinho, rs)

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Ô gente, mas alguém avisa o Leonardo DiCaprio que é só um festival de música e sem querer ele não parou em uma externa notura de The Walking Dead não,  por favor, que ele parece que não está bem.

Fico imaginando o teor de coco daquela água de coco que serviram para ele no bar.

E será que ele não tem nenhum amigo para fazer a escolta nessa hora? (até eu só saio de casa com pelo menos dois amigos troncudos de seguranç – as vezes meninos, as vezes meninas, rs – que não deixam ninguém me tocar a não ser que eu permita e ou facilite, rs)

sophia-bush

E falando em falta de amigos, está aí a Sophia Bush que não nos deixa mentir, servindo para provar que a nossa teoria de que Hollywood é uma terra de poucos amigos tem todo o fundamento desse mundo.

Ela que até hoje não arrumou pelo menos um colega para dizer que essa franja não ficou boa.

Eu colocaria a culpa no cancelamento da ótima Partners, porque se ela tivesse continuado lá, certamente que o Louis não teria deixado ela continuar insistindo nesse erro horrorendo.

#NAOTABOMNAO

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Isso Kellan Lutz, cobre a cara e deixa o resto assim mesmo porque facilita.

E depois da sua participação vergonhosa em 30 Rock, eu que já o achava um ator ruim para ser considerado medíocre, perdi completamente qualquer esperança que ainda poderia restar nesse caso perdido.

#CASECLOSED

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Gente, mas olha a cara de felicidade de uma necessitada recebendo um prato de comida em barra pela primeira vez em anos, não é mesmo?

Vai com calma Alessandra, que esse sorvete tem que durar pelo menos até o próximo finde, rs.  E eu não me lembro de ter visto a Alessondra tão feliz assim desde que ela perdeu aquelas 12 gramas a mais entre os dedos que a estavam incomodando.

Dá até vontade de comprar um cesta básica e mandar entregar na porta do desfile da Victoria’s Secret, não dá?

ryan-kwanten-

Só não vamos mandar a cesta básica para completar essa alegria porque na hora do ditado… a Alê queimou a brasilidade e optou por um desenho livre + sorrisão, que era bem mais fácil garantir no carisma do que qualquer outra coisa, não é mesmo danada?

(Sorry Alessondra e todas as demais modelos, mas eu não resisti a piada)

ps: e meu pai (R.I.P) que trabalhou anos na Kibon e nem para isso ter me rendido um par de convites com direito a toca do Gugu de 3 pães de queijo com sucos Gummy no Coachella? Achei horrível, Kibão!

ryan-kwanten

Se disser que quem achar o palito premiado leva o Goreski para casa, nem que for apenas para brincar de Polly Pocket, eu vejo uma fila de encrenca se formando na porta da padaria e ou do mercadinho da vila em 5, 4, 3, 2, 1.

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E preparem-se porque agora, todas as portas do inferno só podem ter se aberto para a passagem do casal Robert Pattinson e aquela que sempre achamos meio assim, Kristen Stewart. (barulho de porta barulhenta de filme de terror)

Sério, tem casal mais insuportavelmente insuportável?

Tem, mas eles certamente também são um deles.

Mas não precisamos dizer mais nada, porque a imagem fala por si só e temos a confirmação chegando agora no nosso ponto eletrônico direto em contato com a direção do Coachella de que esse moço ao lado esquerdo de quem vê, não estava apenas tentando fazer o engraçadão ao sair na foto como casal e estava mesmo é tendo um princípio de crise vomito compulsivo ao se deparar com o casal de mãos dadas, crise essa que só terminou na segunda feira às 13h35 e cinco Eno Tabs sabor damasco verde depois.

#EW

joshua-jackson-diane-kruger

Para encerrar esse primeiro finde do Coachella 2013, nada melhor do que usar um casal realmente inspirador para nos deixar assim, apaixonados por eles mesmos, rs.

E quando eu disse sobre a linguagem corporal da Kate Bosworth no começo do post, eu estava querendo dizer exatamente esse tipo de reação, de corpos que se encaixam num puxão de camisa só. Höy!

Peter Pacey Love

Sério, tem como olhar para essas imagens do casal e não se inspirar e ou se apaixonar? (casal que diga-se de passagem, não é de hoje que estão juntos e continuam com a mesma cara de apaixonados de sempre. Awnnn!)

Não, não tem. (♥) E esperamos que eles sirvam de inspiração também para o Coachella, que precisa muito mais de um público desse tipo e bem menos de mais da metade do público desse post.

Veremos o que nos aguarda no próximo finde…

 

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The Great Gatsby, o trailer

Abril 4, 2013

E o trailer de “The Great Gatsby” chegou com um Leonado DiCaprio com o demônio no corpo, sedento por um Oscar que ele já vem fazendo por merecer tem algum tempo (muito tempo e reunindo uma série de ótimos trabalhos na verdade), Carey Mulligan divando lindamente como sempre, Beyoncé (que está deliciosamente deliciosa no novo comercial da Pepsi) fazendo a Amy Winehouse para a soundtrack, que além de tudo também tem a Lana Del Rey e Florence + The Machine. #TEMCOMONAOAMAR?

Sem contar que o filme é um reencontro do diretor Baz Luhrmann com o próprio Leo, com quem ele trabalhou em “Romeo + Juliet”, que digam o que quiser, é a minha versão preferida para o clássico. (talvez tenha a ver com a minha geração e o fato do filme reunir o Leo e a Claire Danes. Höy com enfase no talento!)

Ansiosos? Por lá, chega em 10 de maio (e por aqui, dizem que só em junho. Humpf!)

 

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Django Unchained

Fevereiro 20, 2013

Django Unchained Poster Tarantino

É sempre bom encontrar com o Tarantino bem humorado e cheio de sede de vingança. Mas seria Django realmente o gatilho mais rápido do sul?

Dizem que o Tarantino está trabalhando em uma espécie de trilogia da vingança, aproveitando para revisitar e se vingar de algumas das histórias mais pavorosas do nosso passado, daquelas que ninguém deveria se orgulhar, nem mesmo quem esteve do outro lado, porque sempre resta um. Primeiro foram os nazistas que ganharam seu tratamento especial através da visão do diretor no excelente “Inglorious Basterds” e agora chegou a vez dos negros receberem a chance de vingar parte da sua história dos tempos da escravidão, antes da Guerra Civil. E isso em um território western, praticamente dominado pelo homem branco ao longo dos anos da história do cinema, como cenário de plano de fundo para essa sua nova história, dirigida e escrita pelo próprio.

Django (Jamie Foxx) é um escravo de sorte (se é que podemos assim dizer) que acabou caindo nas mãos certas, um caçador de recompensas que precisava de alguém que tivesse vivido tudo aquilo de perto e pudesse reconhecer as cabeças que ele deveria colocar sob sua mira. Sorte my ass, porque antes disso, ele que teve um passado de escravidão, além de ter sido torturado e passado por tudo aquilo que já conhecemos bem da história, também teve que amargar o gosto de ver a sua mulher sendo tratada de forma extremamente cruel, sendo inclusive retirada a força do seu lado.

Dessa forma, motivos não faltavam para que aquele homem tivesse uma sede de vingança gigantesca contra aqueles homens brancos que faziam parte dessa história sórdida de escravidão, mas com esse detalhe, tudo acabou se tornando ainda mais pessoal para esse personagem, que pela primeira vez estava experimentando também o gostinho da liberdade. Mas ele nada seria se não fosse a companhia que acabou ganhando através da chegada do Dr Schultz na sua vida, um homem que certamente acabou colaborando e muito para mudar (e roubar) a sua história.

Ele que é vivido de forma sensacional pelo sempre excelente ator Christoph Waltz, indicado ao Oscar e a todos os demais grandes prêmios (que ele vem recolhendo) por sua excelente performance no longa. Um caçador de recompensas que só vai atrás das grandes cabeças, dos culpados pelos piores crimes e que precisava de certa ajuda para concluir o que talvez fosse uma de suas maiores recompensas até então. Coincidentemente (e o filme brinca bastante nesse território perigoso da dependência da coincidência, um ponto bastante negativo por sinal) ele e Django descobrem interesses em comum, porque sua mulher se encontra nas mãos de um dos tais procurados do doutor e assim, eles acabam firmando um trato de cooperação para que ambos possam sair satisfeitos e recompensados dessa história.

Django

É preciso dizer que o personagem de Waltz acaba roubando quase que completamente a cena se não fosse por seu antagonista (chegaremos nele em breve), por puro mérito do próprio ator, que foi apresentado para o mundo em grandes proporções também pelo próprio Quentin Tarantino em seu trabalho anterior, que é um ator que vem nos entregando excelentes trabalhos desde então, um atrás do outro. Além disso, o personagem por si só já tem um carisma grandioso, além da empatia imediata que ele consegue nos transmitir e despertar por ser um dos poucos personagens não preconceituosos dessa história, que é carregada de insultos super preconceituosos cabíveis para a época (odiando ter que admitir isso, mas é o que se espera de um plot como esse), maus tratos absurdos e ou piadas bem cretinas a respeito do tema. Ironicamente (ou de forma inteligente, para tentar retirar um peso que poderia ficar sobrecarregado demais para ser carregado por qualquer um, além de trazer um lado cômico também especial para a história) boa parte desses xingamentos e insultos acabam saindo da boca do personagem do Samuel L. Jackson (que reencontra o diretor nesse trabalho, ele que em “Inglorious Basterds” fez apenas uma participação como narrador), Stephen, que aparece praticamente irreconhecível no filme como o “cotton candy”, apelidado carinhosamente por Django, rs. E logo ele, o mais preconceituoso entre todos. (recurso inteligente Quentin. Um recurso bastante inteligente)

Apesar de Django ser o grande herói dessa história, Dr Schultz acaba sendo o personagem mais significante da mesma, grande parte disso por conta do seu humor, algo que aprendemos também recentemente que o Christoph Waltz  sabe fazer muito bem desde “Carnage” (outro excelente trabalho do mesmo). Um humor bacana, quase sútil, escondido nos trejeitos e na própria personalidade característica do personagem. Enquanto Django queria se tornar um herói e estava aprendendo o que fazer para tal com o seu excelente e novo tutor, Dr Schultz já estava pronto e era exatamente esse herói disfarçado de dentista. A propósito, seu personagem é alemão. Coincidência?

Em sua trajetória, Django tem excelentes momentos, como quando ele tem a chance de escolher a sua roupa de guerra e me aparece inteiro de azul, investindo no estilo dandy em meio ao velho oeste (nesse caso, Sul) e sendo ridicularizado até mesmo pelos próprios escravos. Eles que não estavam nada acostumados a ver um homem negro naquele tipo de situação, montado em seu próprio cavalo e sendo tratado com respeito, mesmo que o seu papel naquele momento fosse o de uma espécie de mordomo. Não estavam acostumados, mas logo passavam a admirá-lo ou invejá-lo ao mesmo tempo. Da mesma forma que os escravos não estavam acostumados e pareciam incrédulos ao ver um negro naquela posição (que até então nem era tão favorável assim), os brancos se revoltavam, exigiam que o doutor colocasse o empregado em seu lugar, mas tiveram que aprender a lidar com isso rapidamente, porque a dupla acabou fazendo historia naquele lugar, mostrando que a partir daquele momento, as coisas seriam bem diferentes. BANG!

História a troco de muito sangue por todos os lados (Tarantino deve estar muito apaixonado por esse novo formato de explosão de sangue que andamos vendo por aí ultimamente), o que sempre esperamos animados dos trabalhos do Tarantino. Cabeças e corpos dilacerados por muitas balas, quando não por cachorros, tiros e mais tiros que fazem grandes buracos e deixam uma notável marca em slow, jorrando muito sangue por todos os lados, algumas vezes de forma completamente exagerada, quase como se um balde de sangue fosse arremessado no momento da morte daquelas pessoas (sabe quando morre um dos vampiros em True Blood? Então…), mas tudo de forma esteticamente interessante.

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Apesar de uma lista de vilões que aparecem brevemente no filme como vítimas da agora dupla de caçadores de recompensa, o maior deles fica mesmo por conta do ator Leonardo DiCaprio na pele do temido Calvin Candie, que só chega depois de uma hora de filme, mas vem claramente para dividir o brilho do longa com o Christoph Waltz. Ele que também tem um perfil todo carismático, apesar de seus ataques de loucura assustadores. Mas para o seu personagem sobram cenas ótimas de conflito de ideias, regadas a muito bom humor e uma performance impressionante quando o personagem finalmente percebe que estava sendo enganado durante esse tempo todo em relação as verdadeiras intenções da dupla em sua propriedade. Ele que tratava os escravos como objetos do seu próprio divertimento, promovendo lutas mortais na sala da sua casa, apenas por prazer e diversão. Se pagou $500 por um escravo, exigia pelo menos 5 lutas do mesmo, essa era a lógica da sua cabeça desequilibrada. Mas apesar da crueldade, tirando o seu acesso de loucura em determinado ponto do filme, o vilão acaba ficando mais no território de que tudo aquilo acontece sob o seu comando, mas na verdade, não temos a chance de vê-lo praticando algo odioso de verdade, a ponto de torcermos para que seu fim seja doloroso e totalmente impiedoso (apesar dessa torcida existir naturalmente pelo plot em si e ele ter um único momento “teatral” digno de um grande vilão). Tirando isso, a impressão que fica é que apesar de ser o grande vilão dessa história, Calvin é apenas aquele que autoriza a crueldade, mas não está muito acostumado a sujar suas próprias mãos e depende de gente melhor preparada para isso. O menino rico que tem o dinheiro necessário para comandar, mas falta força.

Esse que talvez seja mais um grande erro do filme (sorry Quentin!). No passado, quando vimos o Christoph Waltz nessa mesma posição de vilão da história, aprendemos a temer aquele personagem odioso logo de cara, com aquela inesquecível e agoniante cena inicial de “Inglorious Basterds”. Mas nesse caso, toda a vilanice do personagem acaba parecendo maquiada, amparada na língua solta do personagem do Samuel L. Jackson, esse sim odioso, por todos os motivos possíveis. Da boca dele saem os insultos mais pesados, talvez por seguir aquela máxima de que “é preciso pertencer a determinado clã para poder falar absurdos e não parecer tão ofensivo assim” ou apenas na tentativa de trazer o lado cômico da história (que é bem presente e um dos pontos mais positivos do longa) através de mais esse personagem. Mas fato é que sem esse aparato, o personagem de DiCaprio, apesar de grandioso, acaba perdendo a força porque não conseguimos enxergar até onde vai o nível da sua tirania ou loucura e a sua despedida no longa é breve (além da sua resolução também ser bem prática) e com ele, infelizmente acabamos perdendo também o Dr Schultz, esse sim um personagem que acabou fazendo falta no restante do filme (que tem 2h45 de duração), em um cena fantástica e que dá inicio ao grande conflito sangrento do longa, trazendo a tona uma das mais notáveis características do diretor.

Sem contar que aquele Stephen acaba ganhando um tratamento de “sábio” demais do qual eu também não sou muito fã e acredito ser um recurso fácil demais para uma justificativa qualquer, seja ela no cinema ou na TV. No filme, eles dizem perceber uma forte conexão entre Django e Hilda (Broomhilda von Schaft, que é a sua esposa e atual escrava de Calvin, interpretada pela atriz Kerry Washington, que quase passa despercebida no filme) e isso é dito pela personagem irmã de Calvin no longa e também é percebido por Stephen, quase que “magicamente”, ele que do meio do nada começa a achar que Django e Hilda escondem algum tipo de relação e não demora muito para que o personagem acabe chegando a brilhante conclusão de que eles só podem ser marido e mulher. Sério, tudo isso acontece fácil demais. Ainda se algum deles tivesse algum conhecimento da língua alemã… mas tudo bem, talvez nessa hora a gente tenha que acreditar na sabedoria dos mais velhos com cabeça de algodão doce, rs.

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Da compra da liberdade de Hilda, até o grande massacre que acaba acontecendo em Candyland, que retira os dois grandes personagens da trama do caminho (e não conseguiu convencer muito na questão da durabilidade e resistência dos escudos humanos usados pelo personagem principal, mas falar em “convencer” em um filme como esse – que diga-se de passagem, eu AMO o gênero e ainda mais o diretor – pode deixar muita gente frustrada e ou irritada, então, fingimos que engolimos mais essa), encontramos Django prestes a voltar a sua posição de escravo e mais um vez longe da sua esposa. Outra justificativa que eu acabei achando nobre demais para a personagem da irmã do DiCaprio no filme (que presenciava de perto as leis na terra da sua família, apesar dela parecer ser extremamente submissa e não ter o menor destaque), mas entendemos que essa era a sua maneira de ver o culpado pela morte do seu irmão sendo obrigado a sofrer até o resto dos seus dias. Mas esse destino acaba sendo interrompido pelo próprio Django, que enxerga uma oportunidade de ainda ter a chance da sua vingança antes de ser vendido como escravo, além de fazer o resgate da sua Hilda.

Nesse momento, o próprio Tarantino aproveita para se divertir em uma cameo e se auto explode, voando pelos ares em uma grande explosão de sangue em meio àquele cenário de camadas laranjas e azul, algo que acaba abrindo os caminhos para que Django tivesse o seu acerto de contas com os remanescentes de Candyland, além de encerrar a missão do próprio Dr Schultz, matando com seu rápido gatilho os irmãos da gangue que ele estava à procura e que havia sido o motivo do encontro dos dois personagens no começo do longa.

Um final merecido para o personagem, que teve a chance de pegar todas as cabeças que estiveram em seu caminho durante esse percurso, especialmente a do Stephen, que acabou ganhando um tratamento todo especial do herói antes de morrer, mas que nem por isso soube calar a boca (sério, faltou um tiro na boca daquele velho ou retirar a sua pele. Tarantino, você foi café com leite nessa hora…). Ele e aquele que aproveitou para pegar suas partes anteriormente no filme (e algo me diz que ele tinha gostado, rs). Em meio a uma grande explosão e uma exibição em seu cavalo de trote, encontramos Django finalizando sua tarefa e seguindo finalmente em frente com Hilda, enfrentando a sua proposta de final feliz ou missão cumprida.

Mas nessa hora, o sentimento é que a vingança da vez acabou sendo minimizada, principalmente se comparada a vingança anterior proposta pelo próprio diretor, que reunia grandes nomes conhecidos da história em um cenário perfeito, apesar de “Django Unchained” também ser muito bacana e trazer aquele mesmo sentimento de satisfação de volta, de ver uma injustiça qualquer sendo “corrigida”, mesmo que seja de forma tão particular. Além disso, senti falta de um lado feminino no longa, uma mulher forte em meio àquele cenário, algo que não vimos e pessoalmente eu acho que o Tarantino sabe trabalhar esse perfil como ninguém, por isso acabei sentindo uma enorme falta dessa presença feminina em cena. (todas elas parecem figurantes na verdade, inclusive a própria Hilda, algo que podem até tentar justificar com a história da submissão e traumas daquele período, mas ainda assim…)

De qualquer forma, “Django Unchained” é um bom filme (não o melhor), tem todas as características que se espera de um filme do Quentin Tarantino e além disso conta com o seu detalhe mais especial, que dessa vez não ficou por conta de uma referência estética ou o próprio texto do longa e sim por sua soundtrack, essa extremamente especial e muito bem pontuada durante o filme, ainda mais misturando tão bem estilos completamente diferentes.

Respondendo a pergunta do começo do texto, se Django seria mesmo o gatilho mais rápido do sul, digamos que se por lá ele encontrasse a The Bride, ou o Sgt. Donny Donowitz carregando seu bastão e até mesmo a Shosanna em seu caminho, mesmo tendo a força de quem é capaz de derrubar um homem e seu cavalo no braço (sim, os dois juntos), nossas apostas não seriam nele. Sorry Django. Contra um Mr __________ (insira aqui a sua cor preferida entre Orange, Pink, White, Blue, Brown ou Blonde) quem sabe? Nesse caso, talvez ele tivesse alguma chance…

 

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Django Unchained, o trailer novo

Outubro 11, 2012

Mais um trailer para a nova vingança do Tarantino… BANG!

E já que ele está nessa mágoa de vingar todo mundo (que eu já disse que AMO), deveriam ter dado “Os Vingadores” para ele dirigir, não? (rs)

Ansiosos?

Então contenham-se, porque o filme chegará como presente de noite de Natal na America Antiga (25/12) mas por aqui, só em 18/01/13, humpf!

 

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Django Unchained, o trailer

Junho 11, 2012

Tarantino + Western + Christoph Waltz + Leo DiCaprio como vilão = Höy!

Trailer sensacional do novo filme do Tarantino “Django Unchained”, do qual nós já falamos um pouquinho aqui e que só pelas imagens, já me pareceu bem sensacional.

E parece mesmo que o Quentin Tarantino anda com uma nova obsessão que no momento, é prover uma espécie de vingança para todos os interessados. Gosto dessa mágoa…

Ansioso mil!

Django Unchained, o poster + coisinhas

Abril 27, 2012

Filme novo do Tarantino que chegará como presente de Natal (deles) desse ano, vindo diretamente do faroeste antigo, com o Leonardo DiCaprio na pele do vilão Calvin Candie e que também conta com a dupla Jamie Foxx (Django) e o sempre excelente Christoph Waltz (Dr. King Schultz) como os mocinhos da vez.

No Brasil, diz que só chega em 18 de Janeiro de 2013, um presente de Natal um tanto quanto atrasado, não?

ps: AMEI esse primeiro poster do filme. Simples, clean, contemporâneo e maravileeeandro!

Pelo menos no 2012 Critics’ Choice Awards, as escolhas foram bem melhores

Janeiro 13, 2012

Diferente do People’s Choice Awards 2012, dessa vez, agora no 2012 Critics’ Choice Awards, tivemos escolhas bem melhores, tanto no red carpet, quando na lista dos vencedores da noite, o que é sempre bom lembrar que costuma ser uma espécie de “preparativo” para as apostas do Oscar hein?

ps: e como o Leonardo DiCaprio esta maravileeeandro e sempre muito bem acompanhado, não?

Mas agora vamos ao que realmente importa, que são os erros e acertos em noite de premiação:

Emma Stone, novamente apostando no combo Ariel.

Maravileeeandra!

By Jason Wu

Então, eu gostei do vestido da Charlize Theron.

Achei uma escolha arriscada, para um shape que não ficaria bem em qualquer uma, que fique bem claro

Mas gostei mesmo pq eu não achei preguiça e gostei do risco

By Alaia

Apesar da imagem não favorecer, achei uma delícia esse vestido da Kirsten Dunst, hein?

Um Chanel difícil esse da Michelle Williams hein?

Eu quase gostei, mas pensando bem, tenho certeza que na coleção nova teria algo melhor hein?

Chloe Moretz  dessa vez ficou devendo, porque apesar do seu vestido Chanel ser bem bacana, imprimiu ser um pouco maior do que ela, talvez por conta do volume das mangas…

Kelly Kapoor (Mindy Kaling), quer ser minha amiga?

Call me!

Erin (Ellie Kemper) também estava com um vestido poder, mas precisava pesar tanto assim no make?

Menos é mais.

Viola Davis estava maravileeeandra e básica com o seu vermelho simples, porém muito bem escolhido

Jessica Chastain  também acertou na cor e na simplicidade, mesmo com esse Balenciaga que tem esse volume exótico e que poderia ser um número melhor talvez?

Mesmo assim, esta maravileeeandra, o que não é muito difícil no caso dela…

Já a Tilda é sempre tão exótica, que com ela acaba combinando sempre esses looks mais “arriscados”, mesmo quando a gente acha a escolha meio assim…

Agora no quesito preguiça da noite, eu fico com a Evan Rachel Wood, que apostou nesse pretinho com uma renda básica, que quase não aparece. Normal demais, básico demais.

E com esse cabelo, quase nada fica bem.

ps: e que pescoção é esse Brasil?

Algumas delas resolveram apostar no amarelo para iluminar um pouco a noite de premiação (o que eu acho sempre uma cor arriscada para a noite), como é o caso da Diane Kruger, que acreditem vcs ou não, ela conseguiu acertar usando um pantone que me lembra o meu pior look ever, que eu usei no passado e morro de vergonha só de lembrar. Sério.

E depois, quando eu digo que está me parecendo uma caso de perseguição, há quem ache que é exagero…rs

Outra que apostou no amarelo foi a Elizabeth Olsen. Hmm mmm

Mas não sei, esse look meio artesanal demais e com cor, acabou não imprimindo muito o luxo e riqueza que a noite pedia.

Achei que valeria a pena ter repensado…

OK. A Elle Fanning não é perfeita e ela ainda é teen, ou seja, ainda vamor ver muitos erros dela por ai.

Esta perdoada querida, agora vá brincar com as suas bonecas, vá. (rs)

Finalizando o post antes que todo mundo cochile, eu tenho duas perguntas:

O Brad Pitt está machucado ou ele realmente acha que essa bengala é fundamento?

Hein?

E eu nem sei como falar isso delicadamente, mas quando é que o r George Clooney vai arrumar uma namorada com idade próxima a dele, hein?

Não que eu tenha nada contra, acho ótimo que cada um escolha o que quiser e que isso fique bem claro.

Mas pensando nesse caso em específico, já que ele vem tentando faz tempo com mulheres bem mais novas, que tal mudar de horizontes e tentar uma mulher mais experiente, hein?

Além do que, essa tentativa dele com uma mulher mais velha poderia deixar as nossas mães mais esperançosas e nesse momento eu falo em nome de todas elas, hein?

 

Agora ficamos com a lista dos indicados e vencedores da premiação (com os vencedores em bold):

 

Best Picture

The Artist

The Descendants

Drive

Extremely Loud and Incredibly Close

The Help

Hugo

Midnight in Paris

Moneyball

The Tree of Life

War Horse

 

Best Actor

George Clooney – The Descendants

Leonardo DiCaprio – J. Edgar

Jean Dujardin – The Artist

Michael Fassbender – Shame

Ryan Gosling – Drive

Brad Pitt – Moneyball

 

Best Actress

Viola Davis – The Help

Elizabeth Olsen – Martha Marcy May Marlene

Meryl Streep – The Iron Lady

Tilda Swinton – We Need to Talk about Kevin

Charlize Theron – Young Adult

Michelle Williams – My Week with Marilyn

 

Best Supporting Actor

Christopher Plummer – Beginners 

Kenneth Branagh – My Week with Marilyn

Albert Brooks – Drive

Nick Nolte – Warrior

Patton Oswalt – Young Adult

Andy Serkis – Rise of the Planet of the Apes

 

Best Supporting Actress

Octavia Spencer – The Help

Berenice Bejo – The Artist

Jessica Chastain – The Help

Melissa McCarthy – Bridesmaids

Carey Mulligan – Shame

Shailene Woodley – The Descendants

 

Best Young Actor/Actress

Thomas Horn

Asa Butterfield

Elle Fanning

Ezra Miller

Saoirse Ronan

Shailene Woodley

 

Best Acting Ensemble

The Help

The Artist

Bridesmaids

The Descendants

The Ides of March

 

Best Director

Michel Hazanavicius – The Artist

Stephen Daldry – Extremely Loud and Incredibly Close

Alexander Payne – The Descendants

Nicolas Winding Refn – Drive

Martin Scorsese – Hugo

Steven Spielberg – War Horse

 

Best Original Screenplay

Woody Allen – Midnight in Paris 

Michel Hazanavicius – The Artist

Will Reiser – 50/50

Tom McCarthy and Joe Tiboni – Win Win

Diablo Cody – Young Adult

 

Best Adapted Screenplay

Steven Zaillian and Aaron Sorkin – Moneyball

Alexander Payne and Nat Faxon & Jim Rash – The Descendants

Eric Roth – Extremely Loud & Incredibly Close

Tate Taylor – The Help

John Logan – Hugo

 

Best Cinematography

Janusz Kaminski – War Horse

Newton Thomas Sigel – Drive

Robert Richardson – Hugo

Guillaume Schiffman – The Artist

Emmanuel Lubezki – The Tree of Life


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