Posts Tagged ‘Lisa Kudrow’

And what’s the one kind of boat they can never, ever sink?

Agosto 3, 2012

R: A Friendship!

AMO essa line de Friends, AMO!

#TEMCOMONAOAMAR rever esses dois juntos?

E sim, o tempo passa para todo mundo e eu até acho que ambos estão bem OK, viu?

ps: a tal line título do post está nos 30 segundos finais desse vídeo. (♥)

 

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Amigos antigos

Junho 22, 2012

Adoro quando o Matt LeBlanc e a Lisa Kudrow tem esses encontrinhos de amigos antigos nas premieres um do outro.

Foufos mil!

Agora, vamos falar a verdade? As duplas são sempre Joey + Phoebe ou Rachel + Monica, com direito a visitinhas da Phoebe bem de vez em quando. Será que foram as únicas amizades que restaram deles todos?

E os outro dois, hein? Cadê Chandler + Joey? Ross + Rachel (essas a gente sabe que não se dão mais) ou Ross + Monica e Chanlder + Monica?

#OLDFRIENDS

 

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Red Band Trailer hosted by Diablo Cody- o melhor programa de entrevistas do momento

Dezembro 28, 2011

Quase sempre os leitores do Guilt me presenteiam com algumas delicinhas e novidades que eles encontram por ai e o Red Band Trailer foi uma delas (Thnks Monica!)

Um programa de entrevista totalmente diferente, que se passa dentro de um trailer e que tem como apresentadora a sempre sensacional Diablo Cody, que eu nem preciso dizer quem é, preciso? (tem um Oscar por “Juno”…)

O programa é curtinho, com entrevistas de aproximadamente 13 minutos dentro de um trailer que parece uma torradeira (meosonho nº 414544782 era ter um trailer quando criança, sério!), onde a Diablo aproveita para fazer aquelas perguntas que certamente vc não vai ouvir o Jay Leno, nem o Letterman ou o Conan fazer. Mas talvez o Craig Fergusson faça…rs

Ou seja, não preciso nem dizer que o Red Band Trailer já se tornou o meu programa de entrevistas preferido do momento neam? AMO! (e o que é o Oscar dela sendo exibido descaradamente como objeto de decoração na mesa, hein?)

A entrevista com o John Krasinski por exemplo é mais do que especial (por motivos óbvios de perferct match, Höy!), onde ele conta como foi o seu teste para entrar em The Office e quais foram as suas gafes nesse dia. E confirmou, ele e o Jim só podem ser a mesma pessoa mesmo, rs. Detalhe que no final da entrevista, eles ainda invadem (com permissão) a casa do vizinho para que o Krasinski dê uma aula de como jogar basquete para a Diablo, que não é assim das mais esportistas. Howcoolisthat?

Outra das minhas preferidas é a entrevista com a Zooey Deschanel (por motivos também óbvios, Höy e tmbm porque além de tudo ela tem também um blog em parceria com outras pessoas, que é bem do sensacional! Howcoolisthat?), Zooey que também é bem foufa e explica o porque ela confia mais em pessoas que investem no fundamento da franja, rs.

Agora, nada supera o Joel McHale (Höy!) alimentando aquela pobre e adorável criança no quiz do final da sua entrevista. Sério, esperem até o final para ver o que ele faz com aquele bebê, que eu fiquei imaginando que só pode ser seu filho (dele ou da Diablo, rs).

Por isso, achei que vcs mereciam conhecer essa delícia de programa, que eu não tenho a menor ideia de com que frequência ela faz as suas entrevistas (na verdade, eu acho que não tem uma regra ainda, mas me parece que é mensal, isso a cada temporada, e já estamos na Season 2), mas só sei que o programa agora faz parte do L Studio, que tem também Web Therapy, a série da Lisa Smelly Cat Kudrow também feita para internet. Mas vale a pena dar sempre uma conferida para ver quem será o próxima a entrar no trailer da Diablo.

Aliás, existe nome mais badass em Hollywood do que Diablo Cody? Eu acho que não…

#TEMCOMONAOAMAR

Dois filmes e um tema em comum: Luto

Abril 29, 2011

Coincidência ou não, acabei assistindo por esses dias dois filmes com tema semelhante: O Luto. Um tema sempre meio assim neam?Ainda mais  nesses dois casos, para esse tipo de perda, mas que faz pensar, refletir e quem sabe até entender alguma coisa.

Rabbit Hole

“Rabbit Hole” eu confesso que foi uma total surpresa. Assisti sem ter lido nada a respeito, mas sabia que o filme deveria ser bom, afinal rendeu até uma indicação ao Oscar para Nicole neam?

O longa traz o casal Nicole Kidman e Aaron Eckhart vivendo o drama de pais que perderam o seu filho ainda criança em um acidente traumático. Mas vc só vai descobrindo essa fato aos poucos  e passa a perceber que toda aquela frieza do casal desde o início esconde um motivo maior.

Mesmo tratando de um tema tão delicado, o filme consegue ser honesto, digno, sem apelar ou cair dentro de vários clichês que poderiam ser facilmente encaixados nesse tipo de situação. Na verdade, a história tenta mostrar um outro lado do luto, do não conformismo religioso e até uma certa praticidade por parte da mãe, em tentar resolver esse problema em sua vida, que muito provavelmente nunca irá se resolver por completo.

Diálogos honestos e ainda a participação da Sandra Oh no elenco. Cool! E eu senti que o tal “Rabbit Hole”, além de ser representado pelo estado de “exclusão e afastamento” em que o casal se encontra, tmbm foi lindamente representado por alguns enquadramentos de câmera que dão a sensação de vc estar observando a cena de dentro de um buraco, pelo menos eu senti isso em alguns momentos, como na cena quando ela esta lavando roupa por exemplo.

Eu sei que eu implico com a Nicole, com seu gosto duvidoso para a moda e com a barbaridade que ela fez com ela mesmo de tanto que mexeu na sua cara, mas quando chega a hora de mostrar o seu verdadeiro talento, que vai além da sua beleza antiga, ela comparece e não faz feio. Aliás, emociona!

Agora surpreendente mesmo foi o papel do Aaron Eckhart no filme, mais denso, sofrendo a sua dor em um ritimo diferente ao da sua mulher, super emocionado. Achei realmente que ele estava ótimo no filme.

A trama do longa é muito maior do que essa perda e envolve outros personagens desse acidente, como o causador de tudo isso e a história vai sendo contada sem pressa, na medida, emocionando aos poucos.

Sinceramente, naquela única cena sobre o acidente em si, só aquelas expressões da Nicole, já foram dignas de um Oscar, fatão! Que excelente atriz, não?

O final foge do óbvio, do conformismo, que é a melhor saída para alguns e pra mim, representou muito bem como algumas pessoas escolhem lidar com esse tipo de situação.

Recomendo!

Como nem tudo é perfeito, é claro que o filme caiu na lista dos piores títulos traduzidos em Português e por aqui ganhou o nome de “Reencontrando a Felicidade”, o que faz até algum sentido, mas não deixa de ser lame…

The Other Woman

Aqui a situação é um pouco diferente, embora o tema seja o mesmo. Natalie Portman tmbm vive o drama de uma mãe que perde sua filha, 3 dias após o seu nascimento (dra-ma). Mas a sua situação familiar se revela diferente, no momento em que descobrimos que ela foi a outra mulher do seu atual marido por um certo tempo.

Outra interpretação honesta sobre esse sentimento que deve ser pavoroso e que ninguém espera passar porque não parece natural, mas acontece, infelizmente…

Na verdade, ambos os filmes representam o luto de forma diferente, apresentando algumas reações de acordo com cada pessoa, talvez em uma tentativa de demonstrar que cada um aprende a lidar com essa situação dolorosa da sua maneira.

Nesse caso, o peso maior fica por conta da relação difícil em que a personagem de Natalie se encontra, sendo rejeitada pela sociedade por ter sido a outra, além de ter que se relacionar com a família do seu atual marido, que vem com o combo filho + ex mulher bitch (mas totalmente compreensível).

A relação entre ela e o seu enteado é complicada e vc percebe que muito dessa dificuldade toda do relacionamento entre eles é culpa de terceiros. Ainda falando dessa relação, que adorável aquele garoto não?

Me lembrou muito eu mesmo quando criança e ficaria orgulhoso se o meu filho (do futuro e que não existe ainda, rs) fosse assim.

Só não entendi muito bem o pq do drama todo dela com relação ao seu pai, que traiu a sua mãe no passado, sendo que ela mesmo se colocou na mesma situação. Até que o assunto vem a tona durante o filme (para a minha satisfação) e vc percebe que é mais uma daqueles casos clássicos de daddy issues de sempre.

O peso aqui em relação a morte é  maior, pq envolve a culpa e a forma com que  essa culpa se trasnforma em alívio é surpreendente, fikdik.

E a Lisa Kudrow no papel da ex mulher amarga e traída, hein? Vou ser bem sincero agora…como ela envelheceu neam?

Ahhh e o filme ainda tem a Claire de Six Feet Under (Laureen Ambrose)  e o marido é interpretado pelo Max da Lorelai em Gilmore Girls (Scott Cohen), que por sinal, não envelheceu naaada, bem diferente da ex Friends, rs. (juro que eu fiquei assustado até, rs)

Também achei bem bacana aquela idéia da espécie de ONG , com o encontro lá no Central Park para pessoas que perderam filhos. Será que aquilo é real? Gostei da idéia, mas dispensaria as palavras “reconfortantes” ou qualquer tipo de diálogo de sabedoria ou religioso em uma hora dessas. Acho que serviria mais só mesmo pela simbologia  dos corações no lago, que eu achei lindo, fikdik.

Também recomendo!

E o filme é mais um que entra para a lista dos péssimos títulos traduzidos, ganhando por aqui o nome de “As Coisas Impossíveis do Amor” o que acaba enganando alguns achando que trata-se de uma comédia romântica ou algo do gênero.

Lisa Kudrow em Cougar Town

Outubro 28, 2009

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Já esta tudo certo e Lisa vai mesmo participar da nova série da Courtney Cox chamada Cougar Town que eu ainda não assisti portando não vou dar nenhuma opinião. Repetindo a fórmula do passado, onde Jennifer Aniston participou da falecida Dirt, tmbm da Courtney, onde ainda rolou um trelele entre as duas. Ui! Mas e cadê os meninos hein? Chama o Ross ae Mônica, não faz a vingativa vai? E o Chandler então? Seria incrível vai? Acho o personagem dela (Mônica, pq agora estou falando de Friends, acompanhem o raciocinio) ficou muito mais marcada com as meninas do que com os meninos! Chama ae vai? Ou eu não vou assistir hein? Brinks

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Friends 4ever, mas e um filme hein?


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