Posts Tagged ‘Lost’

The Leftovers, o trailer

Abril 15, 2014

Série nova da HBO, que basicamente conta com um fato misterioso que teria acontecido em um 14 de Outubro qualquer com centenas de pessoas e os deixados para trás (por isso o título da série) acabam tendo que lutar para conseguir entender o que de fato teria acontecido.

O elenco tem o boy da Jennifer Aniston, Justin Theroux, mas conta também com um nome que assusta: Damon Lindelof, que para quem não se recorda, foi um dos responsáveis por Lost.

Animados? Estreia 15 de Junho na America antiga.

 

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Os 2 únicos fatos importantes sobre a reunião do elenco de Lost para o aniversário de 10 anos da série

Março 19, 2014

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Fato 1 > Os irmãos Boonnon (Boone + Shannon) continuam sendo irmãos que se amam/odeiam. #AMOR

Lost

Fato 2> Swayer continua sendo magia confirmada. E para quem ainda estiver a procura da ilha de Lost que desapareceu do mapa, há boatos de que ela foi parar em uma das covinhas do Josh Holloway.

Höy!

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Once Upon A Time, a série que foi traída pelo próprio fetiço

Maio 31, 2013

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No caldeirão de feitiços de Once Upon a Time parece que alguém acidentalmente jogou alguma coisa (ou algumas) que não deveria e o feitiço acabou literalmente virando contra o feiticeiro. E não foi uma feitiço qualquer, foi algo verdadeiramente forte, capaz de nos fazer questionar seriamente e quase esquecer do porque que acabamos apaixonados pela série durante a temporada anterior.

OUAT chegou totalmente desacreditada, com a gente achando que a série seria completamente meio assim, justamente por lidar com um tema que é praticamente sagrado e que de um jeito ou de outro, faz parte do repertório de quase todo mundo. Mas em pouco tempo durante a sua Season 1, a série consegui provar seu valor nos mostrando o quanto eles conseguiam ser corajosos o suficiente para nos mostrar histórias que todos nós amamos, mas dessa vez recebendo uma linguagem diferente, encaixando elementos  novos na história e que não feriam o que já existia e ao mesmo tempo colaboravam para deixar tudo mais novo e interessante. Aquela fórmula de um personagem encantado novo sendo descoberto a cada episódio (mesmo que a novidade não tenha acontecido em todos os episódios, com algumas reprises dos personagens principais) parecia ser o caminho certo e talvez o ideal para que esse tipo de história fosse contada. Claro que também não dava para ficar preso apenas a uma fórmula e para a Season 2 já era de se esperar algumas mudanças e ou novidades, mas pelo menos eles deveriam saber que esse era um dos caminhos mais certos a se seguir dentro da proposta da série.

Embora a nossa empolgação e a surpresa das novidades encontradas em histórias que a gente achava que já conhecia, uma reclamação que já havia surgido desde a Season 1, foi o fato deles não terem conseguido resolver muito bem o lado real da história em Storybrooke, onde essa versão não encantada da história acabou ficando completamente sem forças quando comparada a parte mágica e devidamente encantada da trama. Desde sempre, percebemos que o lado de lá era bem mais interessante e Storybrooke precisava reagir de alguma forma para conseguir nos manter interessados nessa parte da trama. E com os acontecimentos do final da primeira temporada, algo já nos dizia que a partir daquele momento, talvez fosse necessário passar mais tempo na parte real da história e isso, sem que os ajustes necessários fossem feitos, certamente se tornaria um problema durante a Season 2. (confirmou!)

E essa season finale parecia que estava prestes a ganhar uma resolução interessante quando vimos aquela nuvem purple tomando conta da cidade, uma nuvem mágica que trouxe de volta as memórias de todos os personagens da série, que até então viviam suas vidas na pacata cidade, sem conhecer suas verdadeiras identidades e ainda nos trazia a promessa de que a mágica estaria de volta. Magic is coming… Naquele momento que encerrou a Season 1 de Once Upon A Time, ganhamos a esperança de que agora, com a mágica presente também em Storybrooke, tudo poderia ficar bem mais interessante por lá, algo que poderia facilmente trazer um melhor equilíbrio entre os dois lados dessa mesma história.

Mas não foi exatamente o que aconteceu e aparentemente, aquela nuvem da magia não passou de uma neblina fraca e passageira, que passou apenas para devolver as memórias de todos os personagens dos contos infantis habitantes da cidade, mas que não havia sido o suficiente para realmente trazer de volta a mágica para todos eles. É, Storybrooke continuava em falta de estoque de pó mágico. Ao trabalho, anões! Podem começar a minerar porque a vida continua difícil.

Escolhendo esse caminho para passar a contar a história da sua segunda temporada, onde tudo continuou praticamente na mesma, exceto pela questão das memórias, tudo acabou ficando bem confuso em OUAT, meio que conveniente demais de acordo com o que eles achavam que precisavam naquele momento. No começo, ninguém tinha mágica, humpf! Depois, magicamente falando, descobrimos que algumas ainda tinham, como Regina e o Rumpel (sempre os vilões), de forma super conveniente, claro. O mesmo vale para a memória de todos eles, que estava de volta mas também não era bem assim, que foi quando nós descobrimos que eles ainda não poderiam cruzar as fronteiras da cidade, caso contrário esqueceriam quem eram de verdade (um recurso até que aceitável, geograficamente falando), mas ao mesmo tempo, mais perto do final da temporada, vimos eles mais uma vez mudando de ideia de acordo com a conveniência para a história àquela altura e resolvendo essa questão da “fronteira de memórias” de forma bem preguiçosa e, wait for it… mágica. Vai entender.

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E brincar dessa forma com algo que foi tão importante para a conclusão da Season 1 acabou não sendo nada bacana para os rumos da Season 2 e assim Once Upon A Time acabou traída pelo próprio feitiço, nos entregando uma segunda temporada confusa, que fazia pouco sentido e com cara de que poderia ser resolvida a qualquer momento de acordo com o que fosse mais conveniente para a história naquele ponto. Por esse motivo, eles acabaram se perdendo e muito em um caminho que já parecia ganho durante a Season 1, caindo naquele problema clássico das segundas temporadas que muitas séries acabam enfrentando em suas trajetórias, normalmente por não conseguirem lidar com os monstros que elas acabaram criando anteriormente.

Do lado encantado da força, começamos a temporada conhecendo novas personagens, como a Mulan (que é muito mais legal no desenho do que na sua versão para TV, o contrário da Snow White, por exemplo) e a Bela Adormecida (Aurora), elas que também tiveram suas histórias contadas como havíamos nos acostumado durante a primeira temporada. Depois foi a vez do Gancho (Hook), que também teve a sua história contada da mesma forma, onde descobrimos que nessa nova leitura, o crocodilo era ninguém menos do que o próprio Rumpel, o megabitch que circula em todos os reinos (apesar de achar meio preguiça o fato dele ter se tornado o pior inimigo de todos. E só aceitamos porque seria algo que a gente já esperaria de alguém com o título de “Senhor das Trevas”, rs). Além disso, ganhamos também uma revelação importante para a trama, com a descoberta da Cora ser na verdade a Rainha de Copas (que chegamos a ver no suspense durante a temporada anterior), algo que todo mundo já desconfiava faz tempo (o próprio nome da personagem já meio que denunciava). Mas basicamente, esses foram os únicos momentos da nova temporada onde descobrimos novos personagens da mesma forma como acontecia durante a Season 1, algo que eles desde sempre conseguiram realizar muito bem e a gente gostava tanto porque além do elemento surpresa da descoberta (que para todos os personagens citados acima acabou sendo prejudicado de alguma forma, diferente do que vimos acontecer anteriormente na série, fato), nos trazia sempre algo novo para a trama.

Nessa primeira parte da temporada, tivemos também a primeira visita da Emma (agora adulta) ao lado encantado da força, com ela e a mãe (Snow), tentando fazer de tudo para voltar para Storybrooke, uma vez que elas se viram presas do outro lado da história, na companhia de Aurora e Mulan, que estavam numa espécie de refúgio da floresta encantada, que acreditava-se anteriormente ter sido completamente destruída pela maldição. Em meio a tudo isso, elas passaram a interagir com os novos personagens (e ganhamos mais um príncipe, Phillip, que nos foi tirado logo em seguida e sentimos falta de mais príncipes nessa história desde sempre, hein?), enfrentando inclusive gigantes (um dos episódios mais chatinhos da temporada, que nem o Hurley de Lost conseguiu salvar, além de ter sido bem no fundamento Chapolin sob o efeito de nanicolina, rs) na tentativa desesperada de voltar para casa, algo que acabou ocupando um tempo até que grande demais durante a temporada (e só eu achei que a Emma foi péssima com o Hook nesse momento?). Mas ao mesmo tempo, foi bem foufo ver os meninos da família Snow, Charming e seu neto Henry convivendo mais de perto, com o Charming fazendo o neto passar por um treinamento adorável antes que um dia ele venha a se tornar príncipe. E foi bem bonitinho ver os dois treinando com espadas de madeira, enquanto tentavam descobrir a forma de trazer as mulheres da família de volta. (aliás, acho que esse laço entre a família Snow/Charming deveria ter sido muito mais explorado do que a relação Henry + Regina, que sempre foi muito mais presente na história)

E em Storybrooke, parece mesmo que a mão de obra anda escassa e por esse motivo (não disse que faltam príncipes nessa história?) o Charming acabou circulando em diversos outros cenários, sendo agora o novo xerife da cidade, assumindo o lugar da Emma enquanto ela estava ausente (e por lá ele ficou até hoje, tisc tisc…), passando a circular com armas e tudo mais (OK, agradecemos pela visão). Ele que além de tudo fez uma ponta como minerador (e toda vez que eu jogava Minecraft, me imaginava encontrando com o Josh Dallas em um buraco qualquer – um perigo essa line, rs – . Mas não dei essa sorte e era só creeper para o meu lado. BOOM!), uma cena que certamente fez muita gente imaginar coisas (Höy/autoafirmação). Mas além da magia, Charming ficou meio apatralhado demais durante essa temporada, correndo de um cenário para o outro tentando resolver de tudo um pouco, envolvido em todas as questões heroicas de Storybrooke e apesar de ainda ser pintado como o herói da história, quase sempre o personagem acabou levando uma porretada na cabeça e ficando inconsciente para que o vilão ou problema da vez tivesse continuidade. Sério, não foi uma nem duas vezes que isso aconteceu, vai? Se eu fosse a Snow, levava o seu homem para um médico com urgência, porque tanta pancada assim pode ter deixado alguma sequela.

JOSH DALLAS

Com a história da volta da Snow e da Emma da floresta encantada, pulamos para a segunda parte da história, com a temida chegada da Cora e do Gancho a Storybrooke. Temida só que nem tanto assim, porque pouco eles fizeram para merecer respeito no clube dos vilões, com a Cora manipuladora tentando desesperadamente conquistar  o coração da filha manipuladora e o Hook figurando como o mesmo pirata de sempre, envolvido em todas as questões de pequenos furtos e golpes para que o plano pudesse ser colocado em prática. Nessa hora, faltou um pouco mais de consistência para a história, principalmente por parte da Cora, que quase passou batido, apesar de ter sido anunciada como a grande bruxa má de todas as bruxas más. O gancho até que ganhou sua redenção, com a sua história fazendo bem mais sentido dentro daquele cenário (gostei bastante do passado dele com a mulher do Rampel) e principalmente em relação ao que descobrimos mais tarde ser os caminhos da terceira temporada da série.

Apesar das histórias encantadas de introdução aos novos personagens, Once Upon A Time perdeu também muito desse que a gente achava ser o seu forte no passado como eu disse anteriormente, nos apresentando uma quantidade bem menor de novas histórias e apostando mais no mergulho dentro da mitologia que eles já nos haviam mostrado. Tudo bem que sabemos que toda Season 1 é basicamente uma temporada de introdução e que a cada novo episódio de OUAT no passado, ficávamos encantados com o novo personagem que descobrimos já conhecer dos nossos livros infantis agora em Storybrooke, muito provavelmente pela surpresa, mas esse detalhe acabou fazendo bastante falta nessa nova fase da série, mesmo porque esse aprofundamento nas histórias dos personagens que já existiam na série, não chegou a ser tão animador quanto no passado, quando tudo ainda era uma novidade e mesmo tento agora esse olhar mais voltado para os personagens já existentes na história, é possível perceber que na verdade pouco andamos em relação a mitologia de cada um deles. Talvez por isso a temporada tenha sido tão arrastada, difícil de se interessar ou acompanhar, algo que antes não acontecia, mas que dessa vez se tornou algo cada vez mais frequente e custoso.

E em meio a uma história que já não estava lá essas coisas, eles ainda resolveram acrescentar o romance do Rampel com a Bela, que só nos fez sentir pena por ela, porque neam? Quem encararia um Rumpel? E isso mesmo considerando o Rumpel de Storybrooke, de banho tomado e sem frizz. Sorry, mas ninguém, mesmo tendo a Bela certa tendência pelo lado mais exótico da beleza bruta, rs. Bela que também ficou bem perdida durante essa temporada e isso logo agora que se tornou fixa (parece até que eles não sabiam muito bem o que fazer com a personagem, mas por algum motivo obscuro gostavam da atriz…), sem saber para onde correr em plots de perda de memória (em uma atuação constrangedora e bem semelhante com o que ela já fez em Lost…) e mais tarde apostando em um B Side completamente fora de propósito. Se no lugar dela encontrássemos a Chapeuzinho nessa papel de badass (que sumiu da série sem maiores explicações, mas que a gente sabe que foi porque ela está no elenco de Intelligence, que é nova série do Josh Holloway), eu até diria que faria mais sentido (não com o Rumpel e sim por ela ter algo selvagem adormecido lá no fundo), mas não foi o caso e podemos dizer que de todas as histórias meio capengas dessa temporada, Bela teve a mais fraca delas.

Rumpel que assim como a Regina, não conseguiu decidir exatamente de que lado ficar durante a história e essa dualidade do personagem passou da tolerância de um tentativa de mostrar as duas faces de um vilão e acabou permanecendo apenas como uma pura indecisão mesmo (Regina também já está quase lá), que foi algo também bastante prejudicial para a série. Uma hora quer ser bom, outra hora não quer mais… não sei, acho que o Rumpel não conseguiu nos convencer em nada das suas reais intenções, por isso a sua história de amor com a Bela parece totalmente fora de propósito, além de não ser das visões mais agradáveis da TV. Sorry de novo, mas é verdade. E forçar uma história de amor entre o “vilão” e uma das mocinhas da trama, só convence quando eles nos atraem por qualquer outro motivo, que não é nem de longe o caso aqui.

Mas outro plot importante para o personagem de Rumpel, esse um pouco mais convincente, continuou sendo a busca pelo seu filho, Bae, que voltou com mais força durante essa Season 2 e que acabou confirmando no final das contas que a nossa intuição estava certa em relação a sua identidade até então ainda não revelada de que Bae seria realmente o pai do Henry, com quem a Emma viveu uma relação de amor no passado. E o encontro de todos eles também acabou sendo bem bonitinho, um momento certamente bem importante para a história, mas que não chegou a ser extremamente emocionante ou qualquer coisa do tipo. Uma pena, porque poderia ter rendido muito mais.

Mas em meio a todos esses ingredientes do feitiço da vez de Once Upon A Time, encontramos alguns outros momentos bastante constrangedores ao longa da temporada, como a morte da Cora e a transformação da Snow para Snow Dark White, com aquela mancha da maldade em seu coração, forçando a Snow encarar o seu lado negro da depressão (compreensível, mas horrível), além da entrada do casal Tamara e Owen, que mais tarde viriam a ser peças chave para a conclusão da temporada e os novos vilões da vez, mesmo sem convencer em nada de suas atuais funções. Sem contar qualquer coisa envolvendo feijões mágicos, gatilhos, diamantes e portais, que foram todas bem meio assim. Pergunta honesta: de uma plantação gigante de feijões do próprio gigante, sobraram apenas 2 feijões? Sério?. Agora, algo que precisamos falar é que a qualidade dos efeitos da série melhoraram visivelmente durante essa nova temporada, exceto por um momento ou outro, mais difíceis de se executar, como a Emma na terra dos gigantes ou o barco do Hook entrando naquele portal para Neverland (para facilitar, custava ele ter jogado o feijão mais próximo do barco? Custava? Nunca vou esquecer Rumpel fingindo estar sentindo a pressão da força do vento e do mar nesse momento, nunca! rs). E sim, ao que tudo indica, Neverland será o ponto de partida para a próxima temporada, com um Peter Pan sombrio que inclusive já apareceu durante essa reta final da temporada, figurando como o novo vilão mais temido do momento.

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OUAT acabou concluindo sua segunda temporada com um final que não poderia ter sido mais porco, por todos os motivos desse mundo e cheios de falhas, como o ato heroico da Emma ajudando a Regina no final das contas e isso do meio do nada, sendo que cinco minutos antes eles haviam dito que só a Regina poderia segurar o tal diamante/gatilho por conta da magia, que ainda é um assunto pendente na vida da Emma e o casal Snow e Charming perdendo o Henry em cinco segundos, sendo que os heróis nada mais tinham o que fazer a não ser cuidar do neto. Sério. Sem contar o casal de vilões da vez, os super temidos (???) Owen e Tamara, que a mando de sabe-se lá quem, pretendiam acabar com toda a magia do mundo usando exatamente o que? MAGIA. Sério de novo, cadê a coerência, Once Upon A Time?

E eu sei que é meio que ridículo exigir algo como coerência em uma série baseada em contos de fadas, mais ao mesmo tempo, é bem difícil achar que podemos engolir qualquer coisa, só porque se trata de um universo inteiro de faz de contas. Um não, nesse caso são dois e estando a série prestes a embarcar no terceiro. Quer dizer, quarto se a gente contar com o Wonderland, que já apareceu na série no passado e mesmo com OUAT não estando nada bem, eles conseguiram garantir um spin-off da série na terra de Alice, que já pelo promo denuncia que tem tudo para ser uma grande ofensa aos fãs da história). Baseado no que já vimos desse universo em OUAT e depois de ver o primeiro trailer da série, alguém realmente acha que dá para confiar em um spin-off em Wonderland, sendo que em Storybrooke, que nem existia e nem precisa de tantos recursos visuais, as coisas já não estão lá muito bem e tendo o histórico de defeitos especiais de Once Upon a Time antigo, quando ainda era uma série com destino incerto e pobrinha? Não, não dá.

Encontrando tamanha falta de coerência durante esse segunda temporada cheia de conveniências, ficou até difícil não se sentir constrangido com os próprios atores da série, correndo de um lado para o outro sem saber exatamente para onde ir, tentando nos convencer de qualquer coisa em meio a uma trama tão ruim (sempre acho que as caras que eles fazem, de surpresa, dor, medo, fúria ou qualquer sentimento do tipo parecem todas forçadas demais para a realidade dos fatos ou no mínimo são super valorizadas pela cena), praticamente sem sentido e totalmente perdida que acompanhamos com muita dificuldade ao longo dessa Season 2, que para não dizer que foi toda ruim, tivemos aquele episódio do flashback importante para a mitologia da série, com o despertar em Storybrooke em 1983, logo após o feitiço ter sido lançado pela Regina no reino encantado e que foi o ponto de partida para a introdução do personagem do Owen (Owen Who?). Isso e a resolução para o Pinóquio com ele finalmente sendo encontrado pelo Geppetto e voltando a ser criança, algo que além de ter sido bem foufo, foi também uma boa surpresa que encontramos durante a temporada. (apesar de ter soado como mais uma resolução conveniente por outras questões que não chegam a incomodar tanto assim)

Considerando tudo o que vimos durante essa Season 2 da série agora e tentando buscar alguma relação com o que gostamos durante a primeira temporada de Once Upon a Time, chegamos a um ponto onde não conseguimos mais encontrar todas aquelas qualidades que enxergamos no passado (mesmo com tudo de ruim que a gente já deixou passar durante a Season 1 por uma questão de boa vontade) e toda aquela impressão que a gente tinha do que poderia acontecer com a série antes mesmo da sua estreia, parece ter sido adiado apenas por um temporada e ter aparecido com força agora durante essa Season 2 só para nos lembrar de que bem lá no fundo, a gente estava certo em achar que essa história se não contada da forma certa o tempo todo, tinha tudo para desandar como acabou desandando demais ao longo dessa nova temporada. (confirmou!)

Atores correndo de um lado para outro sem saber exatamente onde chegar nesse universo ou na floresta encantada, plots fraquíssimos e atores mirins completamente fora do tom (quem contratou a mini Snow só pode ser muito fã de dramalhões exageradamente exagerados, não?), além de tudo o que já foi mencionado ao longo dessa review, realmente fizeram com que eu me questionasse o tempo todo sobre o porque de continuar assistindo uma série como essas, que chegou a me deixar tão constrangido por diversos motivos diferente ao longo da nova temporada, huh? Isso falando honestamente, lembrando da tortura que foi passar por esses novos 22 episódios pouco ou quase nada interessantes, lutando contra o próprio sono e não conseguindo mais ignorar qualquer defeito que eu tenha encontrado na série a essa altura. Por esse motivo, achei que a minha história com Once Upon a Time precisava ter um fim, mesmo sem ter a série chegado a sua página final ainda (btw, o livro do Henry passou a ter importância de 5% para a trama atual, não? Faça cópias Henry, entregue pela cidade para todos os demais personagens, assim quem sabe eles não ficam mais focados no que realmente importa em cada uma de suas histórias, não? rs) Sabe quando em Friends a mãe de Phoebe não a deixava assistir aos finais “ruins” ou apenas “tristes” dos filmes, só para poupá-la e não ver a filha sofrer? Então, acho que nesse momento, mereço o mesmo tratamento e por isso, não volto mais para Storybrooke, nem em sua prometida Neverland e muito menos em sua Wonderland, essa por motivo de “Alice In Wonderland” ser apenas o meu clássico infantil preferido de todos os tempos. (gosto inclusive do filme recente do Tim Burton, claro e fiquei bem triste com o anúncio recente de que “Alice In Wonderland 2” está negociando com o diretor de “Os Muppets” James Bobin para assumir o novo projeto da Disney)

The End.

 

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Now you’re lost/ Lost in the heat of it all/ Girl you know you’re lost/ Lost in the thrill of it all

Maio 7, 2013

Clipe do single “Lost” do Frank Ocean, que é a minha faixa preferida do seu excelente “Channel Orange” e que vocês já ouviram nas mixtapes do Guilt, claro.

AMO (♥)

 

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Veronica Mars pediu 30 dias, mas em poucas horas conseguiu o necessário para realizar o seu filme. Howcoolisthat?

Março 14, 2013

Veronica-Mars1

#INYOURFACE

Para quem é fã de séries de TV, o que acabou de acontecer com Veronica Mars, foi muito, mas muito bacana mesmo.

A série que foi cancelada injustamente no passado, ainda em sua terceira temporada e sem ter ganhado um merecido final, já teve a intenção de virar filme também no passado, mas acabaram não sendo muito felizes ao tentar vender essa ideia para a Warner. Até que ontem, o produtor Rob Thomas e a atriz Kristen Bell (que está maravileeeandra gravidíssima) iniciaram uma petição online para arrecadar fundos para produzir o filme no Kickstarter, com um prazo de 30 dias para alcançar a meta de 2 milhões de dólares para que o longa realmente fosse produzido.

E não é que no primeiro dia eles já conseguiram bater e ultrapassar a meta? Howcoolisthat?

Com isso, ganhamos a confirmação de que o filme de Veronica Mars vai mesmo sair do papel e sua produção deve começar no verão americano e a previsão é que ele seja lançado em 2014. Cool Cool Cool!

E tudo isso acabou me dando ideias. Quem sabe começar uma petição online arrecadando fundos para que a última temporada de Lost seja inteira refeita? INTEIRA! Para a qual a dupla Carlton Cuse e Damon Lindelof pode até voltar, mas desde que deixem seus egos fora da ilha.

Ou quem sabe algo um pouco diferente, com uma petição ao contrário, ameaçando tirar 2 milhões por mês da conta de cada um dos Friends caso eles todos não aceitem mesmo fazer um filme ou uma reunião para um simples episódio de Thanksgiving anual, que seja.

Agora falando sério (mas tudo que eu disse antes também foi bem sério), eu só consigo pensar em algo do tipo para um filme de Gilmore Girls (queremos ver se a Lorelai casou ou não com o Luke e se a Rori fez tudo direitinho na campanha do Obama e quem sabe esteja tentando uma vaga em The Newsroom?) e ou Fringe, com o Walter voltando do futuro (sim, eu já estou com saudades, lidem com isso), dizendo para a humanidade buscar conhecimento. Ou Felicity, aproveitando que todos eles estão de volta à TV. (um dia desses, acabei lendo em uma entrevista com a Keri Russell, que continua super amiga do Scott Speedman – my love – embora eles não se encontrem muito e que um dia desses, passando por um problema qualquer, ela pegou seu telefone e mandou um SMS para sua melhor amiga e para ele, do tipo que a gente manda para desabafar, sabe? E advinha só quem foi o primeiro a retornar, quase que imediatamente? Ben Fucking Covington! Sério, #TEMCOMONAOAMAR?)

E vocês, que séries gostariam de ver no cinema?

(♥)

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The (un)following

Fevereiro 15, 2013

the following

Uma série de suspense policial bacana, com gente de peso envolvida na sua produção (uma criação de Kevin Williamson, de Dawson’s Creek, The Vampire Diaries e “Scream” nos cinemas) e que além de uma boa ideia de trazer um serial killer com ares de poeta, Joe Carroll, um professor fã incondicional de Edgar Alan Poe e que dessa vez não está disposto a agir sozinho como na maioria dos casos mais comuns que conhecemos e conta com o que ao que tudo indica ser uma vasta gama de seguidores da sua mente literária perturbada. Um vilão excelente, diga-se de passagem, desde a ideia até a execução do ator James Purefoy, que consegue nos transmitir tudo aquilo que eles tentam nos vender sobre o perfil do assassino da vez, do tipo que você rapidamente acredita que é completamente maluco, mas já começa a entender também o porque de tanta gente se sentir tão seduzida pelo personagem.

Do lado do bem da história temos ele, Kevin Bacon (nossas tias gritam nesse momento, ele que também está ótimo nesse papel que lhe caiu muito bem) vivendo o policial Ryan Hardy que na verdade, nem é tão do bem assim e tem lá a suas falhas. Um policial bem sucedido, porém afastado da sua carreira no FBI devido as sequelas deixadas pelo seu maior inimigo, o próprio Carroll, que ele consegui colocar atrás das grades depois de ter conseguido também salvar a sua última vítima.

Afastado do trabalho, ele usa marcapasso para controlar o coração debilitado e ao que tudo indica, bebe compulsivamente (aquela bala de menta não foi oferecida por acaso) e tem uma passado meio assim com a ex esposa desse mesmo serial killer. Ou seja, motivos para odiá-lo o cara pelo menos tem, além de todo o seu nível de loucura, é claro. Sem contar que após ter sido bem sucedido na investigação que levou a prisão do agora famoso Carroll, Ryan ainda lucrou com a história, escrevendo um livro sobre como funcionava a mente daquele que foi o maior trunfo da sua carreira, algo que acabou lhe rendendo um prestígio maior ainda.

Até aqui, encontramos uma história interessante e que fica ainda melhor com a fuga do tal assassino logo no começo do piloto, ele que está disposto a finalizar o seu trabalho adiado com o momento da sua prisão, anos atrás e óbviamente está a procura da tal última vítima que Ryan conseguiu salvar no momento da sua prisão. Nessa fuga, Ryan acaba sendo convocado novamente para o caso, já que ele é quem melhor conhece o inimigo e uma série de eventos acontecem para nos levar até o plot  central da temporada. E é exatamente nessa hora que a série já começa a se perder em seu piloto, em uma avalanche de clichês de filmes do gênero que podem se tornar bem irritantes se você tiver um pouquinho menos de tolerância.

Primeiro que Ryan parece saber demais. Ok, o cara quase morreu nas mãos daquele assassino, estudou a sua história, conseguiu colocá-lo na cadeia, escreveu um livro, pegou a sua mulher, mas mesmo assim, tudo parece fácil demais para aquele que divide o mesmo conhecimento sobre a fixação do serial killer na obra de Edgar Allan Poe e pelo menos nesse piloto, essa foi a primeira impressão passada. Tudo está relacionado a sua obra e as respostas aparecem facilmente, como um passe de mágica em meio aos cenários do crime, sempre utilizando a mesma desculpa como justificativa em um momento brilhante de raciocínio do próprio policial, que se fosse tão brilhante assim e ou preparado, já teria pensado no seu próximo passo antes do próprio serial killer, ou pelo menos teria feito um mapa na parede cheio de próximas possibilidades, algo mais ou menos como a Carrie de Homeland, rs. Preguiça.

Tudo bem que esse tipo de justificativa que aparentemente pode até parecer bacana por se tratar de uma obra real, mas o mesmo detalhe que é capaz de trazer um elemento especial para a trama da série acaba perdendo a força sendo utilizado em doses cavalares (como já acontece no piloto) e pode também acabar se tornando um recurso fácil demais para aquele policial, dotado de tamanho conhecimento, ou para qualquer outra pessoa que conheça a literatura de Allan Poe. E isso somado a postura do personagem principal, o policial que não segue regras de sempre, cercado da policial irritadinha demais, do outro nerd inteligente e puxa saco demais, groupie do policial principal e o boy magia do FBI, porque tem que ter um. Todos personagens bem clichês e que encontramos aos montes em qualquer série ou filme do gênero. E Ryan apesar de ter passado por tudo isso, de carregar com ele uma marca dessa história, de estar envolvido novamente naquele rastro de sangue já conhecido do seu passado e por isso, imaginamos que seja uma lembrança no mínimo traumatizante, mesmo com toda essa vasta experiência sobre o caso, acaba sendo atraído pelo assassino para o lugar certo na hora certa, mesmo que isso tenha sido intencional por parte de ambos os envolvidos. (você não deixaria avisado para a equipe? Ainda mais considerando que o cara é um psicopata maluco que conseguiu fugir da cadeia com a maior facilidade desse mundo? Eu bem que deixaria…)

Sem contar que eu gosto de me assustar, de ficar tenso, preso no sofá, sem a menor ideia do que está por vir, só que também já no piloto, The Following mostra muito bem qual a sua fórmula para assustar nesse caso, que visivelmente pertencente a mesma escola “Scream” de antigamente, tenha sido ela proposital, em forma de homenagem, uma questão de identidade ou não. Sabe aquele susto avisado, que vem junto com a trilha sonora dramática nada sútil e totalmente proposital para aumentar ainda mais a reação? Então…

Além disso, alguns padrões se repetem dessa escola antiga de terror (que apesar de não ser tão antiga assim, já tem cara de velha), como mortes na garagem, a obsessão por facas (e o barulho do aço) e muito sangue por todos os lados. Agora, o que eu gostaria mesmo é que alguém me explicasse como é que uma mulher com cara de no mínimo perturbada por cinco gerações de ancestrais, convocada pela polícia para prestar depoimento devido a sua relação próxima ao assassino, chamada inclusive de groupie por eles mesmos, me aparece no local onde estão sendo feito os interrogatórios (que eu não tenho muita certeza, mas me pareceu ser no próprio FBI, não?), munida de uma faca gigantesca (ou punhal), em plena America antiga calejada pós atendados da sua história recente? Realmente, achei pouco convincente. Menos convincente ainda que nenhum policial dos 38 que estavam presente naquela hora, não tenha dado com um porrete na cabeça dela para evitar uma tragédia maior e ou tivesse usado a sua arma de choque naquele momento para controlar a situação. Apesar da cena ser bem bacana, com, a mulher com o corpo todo escrito (me lembrou bem a referência visual de “Memento”) com lines do próprio Edgar Allan Poe. Poético, mas lame.

Tirando tudo isso que eu acabei destacando como pontos negativos que não me fizeram ter a menor vontade de assistir e ou me apegar a The Following, é preciso reconhecer que a sua produção é bem boa e provavelmente vá encontrar seu público. Só acho também que pensando a longo prazo, fica bem difícil estender a série por muito tempo sem transformá-la em um procedural daqueles. E por exemplo, duas temporadas rondando esse mesmo plot e eu já acho que ela tem tudo para ser a nova The Killing (que vai voltar, pelo AMC mesmo e com o ótimo Peter Saarsgard agora também no elenco, mas que já deu pra gente, sorry), tirando a parte que The Killing, apesar de arrastada, sempre foi bem boa e tentava pelo menos tratar seus clichês de uma outra forma, coisa que The Following não conseguiu nem em seu piloto.

E apesar de já ter sido morta no piloto (e quem aguentaria ver mais da Shannon de Lost por mais do que um episódio?), estou até agora na dúvida se a Sarah não é ou não é a nova Sidney?

Por aqui, a série estréia na Warner no dia 21 de Fevereiro, às 22h50.

 

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J.J. Abrams para o Star Wars VII?

Janeiro 25, 2013

(acho de bom tom avisar que o vídeo acima faz mais sentido em relação a ilustração do post a partir de 1:30)

SIM, confirmou! E o diretor parece estar agora envolvido com todas as estrelas (Trek/Wars), rumo a sua própria constelação. E nada me surpreende se nesse caminho, ele passar a dirigir até os comercias da Planet Ghols daqui para frente, rs.

De qualquer forma, achamos uma excelente escolha, desde que ele não acabe carregando a sua turma de Lost para lá. Isso nós não aceitamos. Pense em uma entourage mais “Star Trek” mesmo, J.J., que esse parece ser um caminho mais seguro. Por favor!

#GOODLUCK

 

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Cada geração tem a “Revolution” que merece e eu me recuso a aceitar que essa seja a nossa

Setembro 17, 2012

Inaugurando essa semana uma sequência de posts que vamos fazer aqui no Guilt sobre alguns pilotos da temporada, começaremos por ela, a revolução que já de cara declaramos esperar não acontecer: Revolution. (#FUÉN)

Mas que pilotinho mais sem graça, não?

Série da NBC (o que não combina) que tem como plot central um blackout de mais de 15 anos, onde desde então ninguém sabe nem como e nem porque, mas todos estão sem energia. #DRAMA. Sim, fazem 15 anos que eles estão sem energia, mas as personagens aparecem lindas, com blush na cara (haja estoque), cabelos aparentemente bem cuidados e o menino asmático que precisa de uma bombinha acaba milagrosamente encontrando uma dentro do prazo de validade (imagino eu que tenha prazo, pq uma das minhas frustrações desde criança é não ter adquirido asma, pq eu achava aquela bombinha muito cool e eu não estou brincando), olha só que conveniente?

Primeiro que o plot até poderia ser interessante, mas da forma como foi tratado já no piloto, tudo pareceu meio over e até cafona demais (odiei aquela quantidade de verde e o clima de “caos” da cidade). Sério, o que foi aquela luta de quase 15 minutos perto do final do episódio? Gravaram o ensaio? Porque foi muito ruim…

O problema é que o piloto entrega pouco da série, onde o único personagem que parecia saber de alguma coisa relacionada ao blackout, acaba morrendo cedo demais, ao lado a Elizabeth Mitchell que na série, novamente vem com aquela cara irritante que não é de hoje que conhecemos, de quem sempre sabe mais do que acaba contando para a gente. SIM, eu torci para a Juliet morrer em Lost e *spoiler (rs) vibrei quando finalmente aconteceu. (ODIAVA aquela mulher!)

Falando em Lost, a série faz várias “referências” a série antiga em diversos momentos (e tem o nome do J.J na sua produção também, que eu duvido que tenha feito alguma coisa nesse piloto e se fez, perdeu completamente a mão, hein J.J?), o que chega a me dar calafrios só de pensar em reviver tudo aquilo, sabendo que a reta final da série antiga foi aquela grande porcaria. Em Revolution temos a nova “Iniciativa Dharma”, agora chamada de Milícia, tem aviões no meio do mato, o gordinho com camiseta do ACDC utilizado com recurso cômico, a mulher que sabe demais e não fala nada (Mitchell, que morre logo no começo e eu aplaudi, porque realmente não aguento essa mulher), caminhadas no meio da mata e tudo mais. Aliás, a caminhada que acompanhamos durante esse primeiro episódio me pareceu ter sido bem curta, não? Caminharam só um pouquinho e já chegaram na casa do tal tio que estavam procurando? Ele era vizinho? Em Lost pelo menos, as caminhadas duravam dias e tinha gente explodindo com dinamites no meio disso tudo. Muito mais cool. (até ficar irritante e hoje em dia já termos The Walking Dead para nos irritar o suficiente com longas caminhadas no meio do nada)

Sem contar que ninguém diz a que veio e tudo é muito vago nesse piloto e pior, os protagonistas parecem tolos e pouco interessantes (apesar de lindos, pelo menos os irmãos). Até o Gus de Breaking Bad fazendo as vezes de vilão na nova série foi meio ridículo. Parece que ele saiu de Breaking Bad, arrumou um novo trabalho em Revolution, mas apareceu para gravar o piloto vestindo um figurino emprestado de Once Upon A Time.

O final do episódio nos traz uma “grande revelação” bem meio assim, além de mais uma participação de um elemento de Lost em formato da volta das conversas via MS-DOS. Sim, até isso tem na nova série, olha só que bacana e inovadora? ZzZZZ. Sem contar que faltou história e sobrou ação. Uma ação totalmente exagerada e sem sentido. (tipo na hora em que o Ben morreu, porque ninguém atirou no Gus e ficaram todos mais preocupados com seus capangas? Como esse homem consegue fugir fácil da morte, não?)

Sinceramente, quase não consegui chegar no final do episódio de tanto sono que eu fiquei durante esses pouco mais de 40 minutos do piloto e acho que Revolution que chegou querendo ser o novo Lost, acabou não conseguindo nem ser o novo FlashForward, que pode ter sido uma grande porcaria, mas pelo menos teve um piloto bacana e que nos deu vontade de prosseguir até virar aquela grande porcaria já no terceiro episódio, rs.

Eu pelo menos paro por aqui a minha experiência com Revolution e se algum de vcs quiser continuar, é por sua total conta e risco. (mas por favor, não invistam em comprar macacões da nova Iniciativa Dharma, pq a gente já sabe onde isso vai dar…)

ps: e arco e flecha parece ser a arma da vez, não? (The Walking DeadThe Hunger Games, The Avengers, Arrow, Hawkeye…)

 

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“Tudo não passou de um sonho”

Agosto 24, 2012

Frase que seria a melhor forma de começar a Season 9 de Grey’s Anatomy (que foi exatamente o que eu falei “pessoalmente” para a Shondra no Twitter, rs), que retorna dia 27/09.

Eu acharia corajoso assumir o erro que foi aquele final da Season 8. (não gosto nem de lembrar, ainda mais com uma temporada tão boa como estava aquela)

Ou acordamos em Lost, para que sua Season 6 inteira seja reescrita. Esse que é o meu sonho televisivo. (poderiam recomeçar desde a Season 5 na verdade)

Ansiosos? Eu perdi a vontade… mas vou ver com atraso, em sinal de protesto, claro. (rs)

 

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E ai, foram ver o Boone?

Junho 1, 2012

Iam Somerhalder que já veio com essa cara leeeandra pronta de fábrica neam? Höy!

BEST olhar apertadinho de galã ever!

#BOONE

Diz que a Oscar em Sã Paula parou hein?

Mas o que eu quero saber mesmo é o seguinte: alguém perguntou se ele torcia por uma final feliz para o seu personagem em Lost, ao lado do Locke? E o que de fato acontecia entre os dois naquele matagal?

ps: brincadeirinha Boone. Höy!


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