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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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A lista (ruiva) com os vencedores do Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Tudo  bem que a lista de indicados do Emmy 2012  já não nos agradou muito logo de cara, mas mesmo assim, mesmo sem conseguir levar muito a sério uma premiação de TV que resolveu ignorar Parks & Rec, Community e o trabalho do John Noble em Fringe, chegou a hora de encararmos os resultados, que para esse ano, não poderiam ter sido mais mais ruivos! Não acredita? Então vem cá:

 

Melhor atriz em Série Cômica

Zooey Deschanel – New Girl

Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

Amy Poehler – Parks and Recreation

Tina Fey – 30 Rock

Julia Louis-Dreyfus – Veep

Melissa McCarthy – Mike & Molly

 

Embora nossa torcida fosse total para Amy Poehler, todo munda já sabia que esse prêmio iria para a Julia Louis-Dreyfus (devo muito mesmo assistir Veep?). Mas eu concordo com ela em seu discurso, quando a própria atriz disse que esse Emmy deveria ter sido da Amy Poehler… Humpf! #POEHLER2013

 

Melhor Ator em Série Cômica

Larry David – Curb Your Enthusiasm

Jon Cryer – Two and a Half Men

Louis C.K. – Louie

Jim Parsons – The Big Bang Theory

Don Cheadle – House of Lies

Alec Baldwin – 30 Rock

 

Vamos a polêmica da noite. Apesar de não gostar da série ACDC Charlie Sheen, parte de sua graça sempre esteve no personagem do Jon Cryer (só vejo as reprises da TV aberta, rs) então, até não me sinto tão ofendido que ele tenha levado o prêmio nessa categoria. Mas é claro que eu estava torcendo para o Louie, Louie, Louie. Louie e e. (que estava lindamente ruivo, todo arrumadinho na platéia. Primeiro sinal de que esse seria o ano dos ruivos no Emmy)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Maylim Bialik – The Big Bang Theory

Merritt Wever – Nurse Jackie

Julie Bowen – Modern Family

Kristen Wiig – Saturday Night Live

Sofia Vergara – Modern Family

Kathryn Joosten – Desperate Housewives

 

Não consigo ver graça nessa mulher. Acho ela de um exagero sem tamanho e tenho a impressão de que o coração da personagem vai explodir a qualquer momento dentro da série. Até torço para isso de vez em quando, sorry Phil. Preferia até a Maylim Bialik nesse caso, que desde que chegou em TBBT, roubou a cena dentro de uma série que está rodando atrás do próprio rabo já tem pelo menos 2 temporadas. 

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ed O’Neil – Modern Family

Jesse Tyler Ferguson – Modern Family

Ty Burrell – Modern Family

Eric Stonestreet – Modern Family

Bill Hader – Saturday Night Live

Max Greenfield – New Girl

 

Eu AMO  o Cameron, mas a verdade é que ele não fez muito por merecer durante essa temporada de Modern Family e até o Jay merecia mais. Mas não vou nunca poder dizer que qualquer um deles é ou foi melhor do que o Phil. Isso eu não digo!, porque não é verdade… (e cadê a Charlize? Dizem que eles estão se pegando… – só se for no tapa, rs)

 

Melhor Série Cômica

Curb Your Enthusiasm

Girls

30 Rock

Veep

Modern Family

The Big Bang Theory

 

Depois dos resultados todos, alguém tinha alguma dúvida? Mas OK, dentre as concorrentes, essa vitória foi até aceitável, apesar da nossa torcida ter sido de Girls nesse caso, já que Parks não estava nem na lista. Mas pelo menos as meninas de Girls estiveram na premiação, todas lindas e mostrando para a sociedade quem são as garotas mais legais do momento. E o Adam também foi = (♥)

 

Melhor Atriz em Série Dramática

Julianna Margulies – The Good Wife

Michelle Dockery – Downton Abbey

Elizabeth Moss – Mad Men

Kathy Bates – Harry’s Law

Claire Danes – Homeland

Glenn Close – Damages

 

Clap Clap Clap de pé! Teve personagem mais sensacional na TV no último ano? Tá, ficaram devendo para a Glenn Close (que encerrou Damages com sua cara de pedra)… para a Michelle Dockery (que se casou recentemente em Downton!)… e para a Elizabeth Moss também, rs (que vem enfrentado o Don Draper como ninguém)

 

Melhor Ator em Série Dramática

Steve Buscemi – Boardwalk Empire

Michael C. Hall – Dexter

Bryan Cranston – Breakign Bad

Hugh Bonneville – Dowton Abbey

Jon Hamm – Mad Men

Damian Lewis – Homeland

 

Surpresa da noite vai? Fiquei bem feliz e achei super merecido, apesar de alguns dos concorrentes também estarem na minha torcida. Mas fico com pena do Jon Hamm, que nunca leva mas sempre é indicado e é sempre tão bom também… (Damian Lewis = ruivo magia. Ou seja, o primeiro sinal concreto de que esse foi mesmo o ano dos ruivos no Emmy. E a piadinha dele depois na coletive, dizendo que ele quer ver só o que vai acontecer quando o bebê da Clare Danes nascer ruivo? #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Archie Panjabi – The Good Wife

Anna Gunn – Breaking Bad

Maggie Smith – Downton Abbey

Joanna Froggatt – Dowton Abbey

Christina Hendricks – Mad Men

Christine Baranski – The Good Wife

 

Clap Clap Clap, de pé e com suas varinhas apontando para o céu! Fico imaginando ela em casa, tomando um chá vestida de Condessa de Grantham, e fazendo os comentários que só ela saberia fazer no momento em que recebeu o prêmio. #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

Giancarlo Esposito – Breaking Bad

Aaron Paul – Breaking Bad

Brendan Coyle – Downton Abbey

Jim Carter – Downton Abbey

Jared Harris – Mad Men

Peter Dinklage – Game of Thrones

 

Yeah Bitches! Magnets! Gosto tanto desse menino (não sei porque, mas acho ele um menino, rs), que não consegui me conter com a sua vitória. Agora só falta permanecer vivo na série até o seu final (fico morrendo de medo do destino do seu personagem). E ele tem a barba ruiva e estava lindíssimo no red carpet, ou seja, confirmou!

 

Melhor Série Dramática

Boardwalk Empire

Breaking Bad

Downton Abbey

Mad Men

Game of Thrones

Homeland

 

E que briga boa hein? Esse ano quem levou foi Homeland, que tem uma primeira temporada realmente muito da excelente e impossível de ser ignorada por isso, o prêmio não é nada mais do que justo! Clap Clap Clap! (série sobre um vilão que nos faz torcer por ele e que é ruívo. Mais uma pista…)

 

Melhor Atriz Convidada em Série Cômica

Dot-Marie Jones – Glee

Maya Rudolph – Saturday Night Live

Melissa McCarthy – Saturday Night Live

Elizabeth Banks – 30 Rock

Margaret Cho – 30 Rock

Kathy Bates – Two and a Half Men

 

Sempre uma excelente atriz, mesmo participando da série errada. 

 

Melhor Ator Convidado em Série Cômica

Michael J. Fox – Curb Your Enthusiasm

Greg Kinnear – Modern Family

Bobby Cannavale – Nurse Jackie

Jimmy Fallon – Saturday Night Live

Will Arnett – 30 Rock

Jon Hamm – 30 Rock

 

Eu só queria entender o que o Jimmy Fallon fez com aquela cara. Comediantes precisam ter expressão, Jimmy! (tenho impressão que a testa dele foi substituída por uma placa de adamantium)

 

Melhor Atriz Convidada em Série Dramática

Loretta Devine – Grey’s Anatomy

Jean Smart – Harry’s Law

Martha Plimpton – The Good Wife

Julia Ormond – Mad Men

Joan Cusack – Shameless

Uma Thurman – Smash

 

Gente, essa mulher é sensacional, apesar de não assistir TGW e eu adoraria vê-la ganhando alguma coisa por Raising Hope também! 

 

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

Mark Margolis – Breaking Bad

Dylan Baker – The Good Wife

Michael J. Fox – The Good Wife

Jeremy Davies – Justified

Ben Feldman – Mad Men

Jason Ritter – Parenthood

 

Daniel Faraday. Esperamos que vc tenha dado mais sorte e tenha sido levado mais a sério em Justified. Abraço.

 

Melhor Programa de Variedades, Comédia ou Musical

The Colbert Report

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

Jimmy Kimmel Live

Late Night With Jimmy Fallon

The Daily Show With Jon Stewart

 

Uma pena não ver nunca o nome do Craig Ferguson nessas listas. E ele é o melhor, por isso o nosso Emmy handmade a base de muita cola, fita adesiva e papelão vai para ele. Sempre!

 

Melhor Reality Show de Competição

So You Think You Can Dance

The Amazing Race

Project Runway

The Voice

Dancing With the Stars

Top Chef

 

Já assistiu The Glee Project? Hein Emmyli?

 

Melhor Apresentador de Reality Show

Betty White – Betty White’s Off Their Rockers

Cat Deeley – So You Think You Can Dance

Phil Keoghan – The Amazing Race

Tom Bergeron – Dancing With the Stars

Ryan Seacrest – American Idol

 

Um beijo para vc Betty White! Te AMO!

 

Melhor Minissérie ou Filme Para TV

Game Change

American Horror Story

Hemingway & Gellhorn

Sherlock

Luther

Hatfields & McCoys

 

Dizem que é bem bom, mas eu não assisti ainda. E eu só gostaria de entender o que é que American Horror Story está fazendo nesse meio… (mas Sherlock gente, Sherlock é tipo a coisa mais phina desse mundo atual! #RAFINADO)

 

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Para TV

Julianne Moore – Game Change

Connie Britton – American Horror Story

Nicole Kidman – Hemingway & Gellhorn

Emma Thompson – The Song Of Lunch

Ashley Judd – Missing

 

Vi algumas coisas e é sensacional com conseguiram transformar a Julianne Moore que é lindíssima naquela mulher pavorosa da Sarah Palin. E Julianne é um dos símbolos máximos da magia ruiva, então podemos repetir novamente que: CONFIRMOU! O Emmy 2012 foi mesmo dos ruivos. 

 

Melhor Ator em Minissérie ou Filme Para TV

Woody Harrelson – Game Change

Clive Owen – Hemingway & Gellhorn

Benedict Cumberbatch – Sherlock

Idris Elba – Luther

Kevin Costner – Hatfields & McCoys

 

Todo mundo estava dizendo que esse prêmio era dele. Nossas mães agradecem a visão, Kevin. 

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme Para TV

Sarah Paulson – Game Change

Frances Conroy – American Horror Story

Jessica Lange – American Horror Story

Judy Davis – Page Eight

Mare Winningham – Hatfields & McCoys

 

Jessica Lange é mesmo uma atriz sensacional e super merece qualquer prêmio. Só não consegui entender o que AHS ainda está fazendo nessa lista de minissérie e de indicações, porque não merecia…

 

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme Para TV

Ed Harris – Game Change

Denis O’Hare – American Horror Story

David Strathairn – Hemingway & Gellhorn

Martin Freeman – Sherlock

Tom Berenger – Hatfields & McCoys

 

Devemos muito assistir? Alguém? 

 

Melhor Direção Série Cômica

Robert B. Weide – Curb Your Enthusiasm

Lena Dunham – Girls

Louis C.K. – Louie

Jason Winer – Modern Family

Steven Levitan – Modern Family

Jake Kasdan – New Girl

 

Esse prêmio merecia ser de qualquer pessoa que tenha dirigido qualquer episódio de Community, enquanto a série existir. Sem mais. 

 

Melhor Direção em Série Dramática

Vince Gilligan – Breaking Bad

Tim Van Patten – Boardwalk Empire

Brian Percival – Downton Abbey

Michael Cuesta – Homeland

Phil Abraham – Mad Men

 

Vince Gilligan também merecia esse, hein? Apesar de BE ser uma série linda de se ver. (embora eu a tenha abandonado)

 

Melhor Roteiro em Série Dramática

 Julian Fellowes – Downton Abbey

Alex Gansa, Gideon Raff e Howard Gordon – Homeland

Semi Chellas e Matthew Weiner – Mad Men

Andre Jacquemetton e Maria Jacquemetton – Mad Men

Erin Levy e Matthew Weiner – Mad Men

 

Homeland, a grande série da noite. Sem a menor dúvida. 

 

Melhor Roteiro em Série Cômica

Chris McKenna – Community

Lena Dunham – Girls

Louis C.K. – Louie

Amy Poehler – Parks and Recreation

Michael Schur – Parks and Recreation

 

Mesmo com o coração dividido entre a Lena Dunham, a Amy Poehler e o Louie C.K., não tem como não ficar morrendo de orgulho do nosso ruivão, que ainda levou mais uma prêmio para casa pelo seu show. 

 

E terminar a lista de vencedores do Emmy 2012  com o nome do Louie C.K. e com essa imagem sensacional, com ele segurando os seus dois prêmios da noite não só é uma delícia e uma prova de que ainda há muita coisa boa na TV e algumas delas conseguem até ganhar algum reconhecimento (mesmo que tardio), como prova que esse ano, tivemos mesmo uma premiação mais ruiva do que nunca!

#RUIVISMO

ps: sei que a Claire Danes não está ruiva atualmente, mas ela já investiu nessa magia no passado em My So Called Life, portanto…

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Downton Abbey, os promos

Agosto 21, 2012

Violet encontrando sua arqui-inimiga americana = Maggie vs Shirley, uma batalha que promete nessa Season 3 de Downton Abbey.

E com lines como essa do promo acima, eu me pergunto: #TEMCOMONAOAMAR Downton Abbey?

Não vejo a hora de sair o trailer da temporada…

ps: e para quem quiser se atualizar antes do começo da nova temporada (o que é sempre bom) temos aqui a review da Season 1 e da Season 2

 

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Downton Abbey, parte 2

Agosto 1, 2012

Agora, devidamente trocado por meu lacaio Jerry (inimigo #1 do Thomas, rs) e sentado na minha biblioteca esperando o jantar enquanto tomo um vinho antigo (também conhecido como chocolate quente de PJ sentando em frente ao computador, rs) estou pronto para falar da Season 2 de Downton Abbey. Tão pronto que já posso começar dizendo que eu não tenho palavras para expressar a vergonha que estou sentindo nesse exato momento por não ter começado a assistir a série mais cedo. Porque nada na vida inglesa no campo seria capaz de justificar essa minha falha comigo mesmo indeed. (#SHAMEONYOUESSY)

E seu eu já achava quase que inexplicável a quantidade de boas histórias que eles conseguiram contar com aquele número grande de personagens e em tão pouco tempo durante a primeira temporada(algo em que GOT poderia se espelhar por exemplo…), fiquei ainda mais impressionado com tudo que eles conseguiram nos contar durante essa Season 2, onde novamente de tudo aconteceu, mas de tudo mesmo. Temporada essa que teve apenas um episódio a mais do que a anterior, além de um especial de Natal, que nós esperamos que seja mantido como tradição (como em Doctor Who) ao longo dos próximos anos, só para deixar nossas noites de Natal ainda mais especiais. (esse inclusive poderia ser considerado um episódio de noite feliz, no melhor dos sentidos – ♥)

Em tempos de guerra, Downton não é mais a mesma e isso nós já conseguimos perceber durante a premiere da segunda temporada, que nos trouxe os personagens figurando em diversos outros cenários, além dos inúmeros cômodos daquela casa gigantesca. Talvez por isso eu tenha sentido que esse primeiro episódio tenha sido mais fraco do que o piloto (comparação infeliz, eu sei), mas essas mudanças de cenário foram totalmente justificáveis e serviram para nos situar sobre os atuais rumos dessa história agora enfrentando uma guerra.

Com isso, o clima em Downton não  poderia ser dos melhores. E como poderia? Afinal, aquela família embora viva bem longe da realidade de uma maioria, já mostrou que eles são muito mais do que uma fachada para a aristocracia inglesa e sendo assim, era visível a tristeza no olhar dos Crawley em tempos de guerra, eles que se sentiam quase que ofendendo o seu país mantendo um padrão de vida que naquela hora, fazia pouco ou nenhum sentido para todos eles, mesmo para os mais tradicionalistas.

Robert (Hugh Bonneville) estava visivelmente triste, ainda mais quando descobriu que o seu novo titulo impresso naquela farda militar naquele momento, só servia mesmo para mostrar o seu status para os demais e nada além disso, uma vez que ele sequer esteve em campo de batalha dessa vez. Sybil (Jessica Brown Findlay) cresceu, foi estudar para ser uma enfermeira e observando pessoas próximas a ela sendo afetadas com os efeitos da guerra (que são sempre negativos), acabou despertando para algo mais que ela poderia fazer em prol de todas aquelas pessoas ao seu redor, onde a sua pacata vida em Downton de escolhas de vestidos e jantares em família já não era mais o suficiente. Sybil queria fazer a diferença e realmente conseguiu. Primeiro ela se arriscou na cozinha, para o desespero e diversão da Mrs Patmore (Lesley Nicol) e da Daisy (Sophie McShera) e depois, conseguiu acabar trabalhando diretamente com o que ela mais gostava de fazer na vida, que sempre foi ajudar os outros.

E foi assim que Downton acabou virando uma espécie de “casa de recuperação” por boa parte dos episódios dessa temporada, que foi a forma que os Crawley conseguiram encontrar para fazer a sua parte dentro daquele período da história e que nos rendeu um entra e saí frenético dentro daquela casa, para desespero de Violet (Maggie Smith), que mais uma vez esteve impagável durante toda essa temporada, sempre com uma line divertidíssima e super apropriada para a situação, revelando toda a sabedoria dos seus fios de cabelos brancos. E mesmo um tanto quanto contrariada por ver a propriedade da família ser tomada por soldados e desconhecidos por todos os lados, ela sabia que era a coisa certa a se fazer naquele momento, desde que fosse algo temporário e no final, foi ótimo ver ela e a Cora (Elizabeth McGovern) unindo forças para acalmar o espirito benevolente e caridoso demais da prima Isobel (Penelope Wilton), mãe do primo Mattew (♥), que queria a todo custo transformar Downton em um centro de recuperação eterno.

Mas nada foi mais angustiante durante essa temporada do que todas as vezes em que o primo Matthew (Dan Stevens) partiu para cumprir o seu papel em campo na guerra. Toda vez que aquele homem partia, meu coração ficava apertado junto com o da Lady Mary (Michelle Dockery), que chegou até a rezar pedindo proteção para o homem da sua vida, que era só o que ela poderia fazer diante daquela situação.Isso, mesmo com ele me aparecendo noivo de outra durante o começo dessa temporada, a jovem Lavinia (Zoe Boyle), que escondia alguns plots em relação ao seu passado, mas nada que conseguisse a fazer ser odiada nem pela Mary e nem por nós, apesar de torcermos desde o começo para que esse noivado não chegasse ao altar. E apesar da nova pretendente, ficava cada vez mais evidente que o amor entre Mary & Matt só crescia e cada despedida dos dois envolvendo um plot de guerra, era um momento de partir o coração de qualquer um. O que foi a Mary entregando o seu amuleto da sorte para ele e depois, sua mãe querendo doar o mimo para uma criança qualquer e ele ficando totalmente desesperado? Só amor! (♥)

Matthew sofreu bastante durante essa temporada e de tudo aconteceu com o seu personagem em relação a guerra, nos trazendo um outro lado para o mesmo, esse bem mais sombrio do que o que estávamos acostumados anteriormente. E ele ficou sumido por um tempo, reapareceu em um momento super foufo, dividindo um número musical sensacional com a própria Mary, em uma das festas em Downton para entreter os soldados em recuperação. Depois ganhou o reforço do William sob seus cuidados na guerra, desapareceu de novo, dessa vez por mais tempo, ressurgiu seriamente ferido para o nosso desespero (ambos inclusive), impossibilitado de andar e com a possibilidade de nunca mais ter filhos. (DRA-MA)

E a Mary esteve ali, firme e forte ao seu lado, em todos esses momentos e tendo que esconder muito bem os seus sentimentos por conta dele estar envolvido com outra que com o tempo, acabou meio que até virando sua amiga, mesmo tendo Mary também um novo pretendente, Richard, que parecia até gostar dela, mas de uma forma obsessiva demais e que certamente não seria o ideal para a personagem. E foi linda a forma como ela acabou cuidando do Matt, mesmo com ele super amargo, fingindo não se importar mais com a vida devido a sua atual condição naquele momento e tentando afastar todo mundo, o que de certa forma também era bastante justificável. Até mesmo nesses momentos mais duros da convivência entre os dois, era nítido o amor no ar entre aquelas duas pessoas e sobrava espaço até mesmo para algumas piadinhas com o mais alto nível do humor inglês, que são sempre deliciosas em Downton Abbey. Para a sorte de todas, o diagnóstico do Matt foi errado (e quem confia naquele médico da série? Sério?) e o momento em que ele descobriu ter recuperado seus movimentos foi dos mais emocionantes possíveis, com Robert acordando a casa inteira para comemorar o que havia acontecido (AMO a forma com que o Robert trata o Matthew, praticamente como um filho), quase que milagrosamente.

Tudo bem que essa história toda super carregada no drama a princípio pode até parecer meio forçada, mas ao mesmo tempo, com uma Primeira Guerra Mundial como plano de fundo, isso antes da década de 20 (onde tudo era bem diferente), tudo se tornava bastante crível, apesar dos exageros em relação a quantidade de plots negativos para um único personagem (que em guerra, estava mais suscetível a isso também, fato). E dessa forma, eles conseguiram também mostrar o  quanto uma guerra como aquela acabou afetando o país, com o aparecimento das viúvas da guerra a procura de um emprego para sustentar seus filhos (onde até ganhamos uma nova personagem para a série, que viria a ter alguma importância mais adiante, como todos os demais personagens sempre tem, diga-se de passagem), os soldados precisando recomeçar suas vidas, passando sérias necessidades (e foi também bem lindo ver as cozinheiras juntando forças para amparar os necessitados de algo tão básico, mesmo com a tentativa da O’Brien de estragar tudo – sempre ela, bitch), voltando para a casa em busca de uma nova oportunidade e com inúmeros traumas psicológicos e até mesmo físicos.

Sem contar que as cenas da guerra foram todas muito bem conduzidas e de uma beleza absurda, se é que podemos assim dizer de uma paisagem ao mesmo tempo tão triste e devastadora. Nesse cenário, tivemos Matt, Thomas (Rob James-Collier) e depois William (Thomas Howes), dividindo o espaço em meio a trincheiras e uniformes militares (lindíssimos por sinal), lutando para sobreviver em meio ao caos. Linda também foi a forma como eles conseguiram demonstrar os dois lados dessa história, tendo o Matt e o William como heróis, capazes de arriscar a própria vida em busca de um bem maior (que eles fizeram questão de mostrar, com os adversários se rendendo no final das contas) e do outro lado, a covardia do Thomas se ferindo propositalmente apenas para sair daquele cenário pesado demais até mesmo para ele. Ainda falando em guerra, tivemos outras duas histórias bem bacanas, como a do novo empregado da casa que vivia um trauma pós guerra dos mais problemáticos, se mostrando completamente apavorado só de imaginar a hipótese de ter que voltar para aquele lugar, além da história do sobrinho da Mrs Patmore, morto em campo de batalha por covardia, uma história que apenas nos foi contada e que mesmo assim acabou funcionando muito bem, como tudo na série até aqui.

Claro que seria pouco provável que Downton não sofresse nenhuma baixa durante a guerra e acabou sobrando para o William esse plot de despedida trágica. Que foi outro momento super emocionante também, com a casa toda em luto, não só pela sua morte ter afetado diretamente a todos em Downton, mas sim pela forma como todo o seu envolvimento com a guerra foi conduzido, desde ele querendo se alistar e o pai sendo contra, depois com a Violet tentando a todo custo poupar os empregados de seguirem para o campo de batalha (#TEMCOMONAOAMAR a Violet?) inclusive ele e mais tarde com toda a sua história de amor em relação a Daisy, com direito a um casamento as pressas, recheado de muita culpa por parte dela, que acabou sendo convencida a aceitar o pedido de casamento mesmo não estando muito convicta disso. (ela que acabou ganhando um conselho lindo da Violet em um momento bem importante e mais tarde acabou lucrando uma nova família disso tudo)

E digamos que essa foi uma temporada do B Side para Downton Abbey, onde todos os personagens ou pelo menos a maioria deles, acabaram ganhando a chance de nos mostrar um outro lado de suas personalidades, algo desconhecido até então. Foi assim com o Matt da depressão por conta de tudo o que ele passou durante esse período de guerra, ou com o Thomas reforçando o seu lado megabitch mas mostrando que ele também pode ser bom e agradecido quando algo lhe convém. O’Brien (Siobhan Finneran) trabalhada na culpa, tentando se redimir a qualquer custo pelo que fez com a Cora no passado, Cora que também acabou nos revelando um lado um tanto quanto meio assim e que de certa forma, acabou colaborando para que o Robert deixasse escapar o seu lado de homem infiel também.

Mas de todos eles, quem realmente foi a grande surpresa da temporada nesse sentido foi a Lady Edith (Laura Carmichael), a filha do meio que a gente achava ser apenas uma jovem de alma bem velha e invejosa. Mas que nada, durante a Season 2, Edith conseguiu se revelar como uma boa alma, tanto quanto suas irmãs e talvez ela só tenha agido daquela forma no passado por ter sido negligenciada a vida inteira. Foi bem bacana também a forma como ela se dedicou ao tratamento dos soldados feridos, sem qualquer tipo de interesse em jogo e nada mais que justo ela ter sido reconhecida por seu trabalho durante aquele período tão sofrido para todo mundo. Com isso, sua personagem acabou mudando de lado e agora já é possível até mesmo começar a torcer para que ela também seja feliz. (e será que aquele era ou não era o primo morto no Titanic hein? Não fiquei muito convencido nem que sim, nem que não…)

Aliás, se a gente já AMAVA as filhas da família Crawley, essa temporada só veio nos reforçar o porque desse sentimento por todas elas. E como não amar o plot da Sybil apaixonada pelo motorista, Tom (Allen Leech)? Diga-se de passagem, se tem uma coisa que eles sabem criar muito bem em Downton Abbey, são as relações de amor. E essa, apesar de bastante improvável, foi das mais adoráveis possíveis, com a Violet desconfiando que a neta andava saindo com quem não deveria (mas poderia) e mais tarde, suas irmãs descobrindo o romance dos dois e de certa forma dando o apoio necessário para que aquela história tivesse pelo menos alguma chance de um final feliz para todo mundo.

E foi bem emocionante ver a forma com que o Robert se opôs em relação ao romance da filha caçula com um de seus empregados, assim como foi sensacional ver o Mr Carson (Jim Carter) visivelmente ofendido com a postura do funcionário por quem ele era responsável. Tudo bem que em um determinado ponto da história, eu acabei achando o chofer um pouco irritadinho demais, mesmo já conhecendo a sua postura política/sonhadora/irlandesa, rs. Mas quem é que nunca disse a coisa errada no calor do momento? E outro momento ótimo também dessa temporada foram as irmãs pegando o carro escondido no meio da noite, na companhia da sempre fiel Anna (Joanne Froggatt – e quem não queria ter uma Anna?), tentando evitar que Sybil tomasse a posição errada em relação ao seu futuro. Ainda bem que no final deu tudo certo e mesmo com a gente tendo ficado sem o casamento deles em Dublin (que eu adoraria ter visto, humpf!), Robert apesar de magoado, acabou tomando a atitude certa cedendo as vontades da filha, que para estar disposta abrir mão de tudo na sua vida por uma amor, só poderia estar realmente apaixonada e por alguém que deveria valer a pena. Go Sybil!

Agora, falando do lado assalariado da força em Downton, de tudo o que aconteceu com os empregados daquela casa, eu confesso que o que eu menos gostei foi o plot do drama todo envolvendo o Bates (Brendan Coyle). Gosto da relação dele com a Anna (gosto de todas em Downton), adorava a presença da sua ex diabólica sempre tentando lucrar de alguma forma, mas não gostei muito da sua resolução, apesar do seu plot ter levado alguns dos nossos personagens preferidos na série para o seu julgamento, que foi outro momento bem bacana para a temporada, além de super dramático. Entendo que nessa hora, estamos falando de um homem de meia idade, sofrido, inglês, que talvez seja exatamente daquela forma, centrado, quase frio. Mas custava ter apresentado alguma reação mais calorosa durante aquele julgamento que poderia levá-lo a morte? Fiquei me imaginando naquela posição até… (se bem que os tempos são outros e certamente eu sou bem menos educado do que qualquer um deles, rs) Mas será que aquela sua postura pode significar algo mais? Eu duvido, mas…

Mesmo assim foi ótimo ver a Lady Mary presenteando o novo casal com uma noite em um dos quartos da casa, como presente de noite de núpcias. E também foi bem bacana ter ela reconhecendo a importância da Anna na sua vida, permanecendo ao lado da empregada em um momento tão difícil e retribuindo com carinho toda a dedicação que aquela mulher sempre teve com ela. De chorar.

Ainda na parte menos nobre da casa, tivemos plots sensacionais como o Thomas quebrando a cara e tendo que enfiar o rabinho entre as penas, pedindo quase que “asilo” em Downton após a sua volta triunfal (rs) e tendo que trabalhar para merecer uma segunda chance naquele lugar, apesar dele ter tentado sumir com a Isis (sim, é uma cachorra e eu sempre tive essa dúvida, rs), na intenção de roubar o posição do Bates que naquele momento estava vaga. E só eu fiquei com o coração na mão quando ele serviu um chá para o Mr Carson? Achei que mais alguém iria cair duro no quarto em Downton e que dessa vez não seria um amante turco. (que eu tenho certeza que morreu pelas mãos do Thomas…)

O’brien também não sabia mais o que fazer para se redimir da culpa do que ela fez (criminosamente e sem perdão) ao final da temporada anterior, o que acabou a colocando em uma posição mais favorável até mesmo para os nosso olhos. Carson continuou sendo adorável e vê-lo dividido entre ter que abandonar Downton para seguira com a Mary (que ele considera como filha e já declarou ser a sua preferida) no seu casamento, foi um momento também bastante importante. Isso até ele descobrir as verdadeiras intenções do noivo da Mary e não aceitar mais partir com os dois por se recusar a trabalhar para um homem que ele não respeita (Howcoolisthat?), deixando-a bastante magoada, mas que nós sabemos que foi para o seu bem. O mesmo vale mara a Mrs Hughes (Phyllis Logan), que com uma certa parcela de culpa por ter demitido a nova empregada ruiva que se engraçou por um dos soldados que habitaram Downton durante esse período, acabou ajudando a ex empregada a criar o seu filho fruto dessa relação que obviamente não teve um final muito feliz e quase que virou um “Casos de Família”, dentro da série, rs. (e o que foi a empregada sentada com o bebê dentro daquela dispensa cheia de animais mortos pendurados no teto? EW! E viva o progresso, rs)

A season finale não poderia ter sido mais aflitiva, porque nela, além dos preparativos para o casamento do Matthew com a Lavinia (e Mary mais perto ainda de também se casar com Richard), eles que se casariam em Downton (imaginem o seu boy magia dos sonhos se casando com outra dentro da sua própria casa? #CHERMELIVRE!), ainda em meio a isso tudo tivemos a gripe espanhola chegando para atormentar a casa da família Crawley e fazer algumas vítimas fatais dentro dessa história.  Apesar desse ter sido um episódio final cheio de resoluções importantes, ele acabou deixando algumas outras questões ainda pendentes, como a história do casal Mary & Matt por exemplo, que havia ganhando um plot ainda mais dramático a essa altura da história, que chegou a soar quase como uma posição definitiva por parte do Mathew (que a gente entende também, porque ele é todo certinho, foufo, um lord! rs), assim como o futuro da Sybil e o destino de Bates, para citar apenas algumas situações que ainda não estavam muito bem resolvidas.

Com isso, acabamos ganhando aquele episódio sensacional de Natal com 1h30 de duração, que seria o tempo necessário para que essa história encerrasse muito melhor a sua Season 2, ou pelo menos, que nos deixasse um pouco mais esperançosos e porque não dizer mais felizes com suas resoluções de fim de ano. Como não é muito comum que os episódios de Natal tenham alguma relevância com a história em si na maioria das séries, acabei imaginando que em Downton Abbey teríamos algo parecido, o que para a minha sorte não passava de um engano meu. Nele tivemos a continuação dessa história, que nos levaria até o começo da década de 20, que é onde começaremos a próxima temporada, que eu mal posso esperar para ver o que eles vão fazer a respeito da moda dentro da nova década, moda que é sempre um assunto tratado de uma forma linda de ser ver na série inglesa.

Falando nisso, preciso comentar que o figurino de Downton Abbey (by Susannah Buxton) é uma das coisas mais bem feitas da TV de todos os tempos e não é a toa que já levou um Emmy por Melhor Figurino de Minissérie, Filme ou Especial e esse ano, como a temporada acabou ficando maior, irá concorrer como Melhor Figurino para Séries de TV. Tudo é muito bem cuidado e de extremo bom gosto, além de ser quase que uma aula de história da moda para quem gosta do assunto. Durante essa Season 2 com a guerra, ganhamos tecidos mais pesados e cores mais sóbrias do que os tons pasteis da temporada anterior e dessa vez tivemos o uso de muito preto para todas as personagens e um toque de vermelho, além de fardas militares e uniformes alinhadíssimos. Gosto muito dos vestidos de noite dessa temporada, pretos ou escuros, com muito bordado e mais brilho. Durante a temporada anterior, esqueci de dizer que em uma das cenas, a Violet acabou aparecendo com um vestido roxo coberto por uma blusa em renda meio off-white, que era de encher os olhos de puro amor em renda inglesa, rs. Os homens também estão sempre impecáveis e os uniformes de caça usados durante essa temporada, com muita estampa em xadrez e tecidos mais encorpados e com uma alfaiataria invejável, estavam todos sensacionais. E elas já avisaram que com a chegada da década de 20, as mulheres em Paris já estão de cabelos mais curtos, meio “masculinas” e eu estou ansiosíssimo para ver Downton ganhando esse upgrade durante a próxima temporada.

Mas voltando ao episódio especial de Natal que encerrou essa temporada de Downton Abbey, ainda tivemos o plot do julgamento do Bates que acabou abalando todos eles, ainda mais com o antigo empregado sendo declarado culpado e tendo como pena a forca e foi praticamente impossível não ficar emocionado com o grito de desespero da Anna nesse momento. Mas acabamos recebendo de última hora, como esperança de tempos melhores, a notícia de que sua pena havia sido revista e que agora ele teria que ficar preso para sempre, o que deixa uma oportunidade para que ele consiga tempo para ser declarado como inocente. Nele também tivemos um plot sensacional do jogo de tabuleiro Ouija (Jogo do Copo), que acabou ajudando a própria Daisy a resolver suas questões pessoais (e totalmente compreensíveis) em relação a morte do William e a sua relação com o pai dele, que também não poderia ter sido mais foufa.

Mas esse episódio ainda nos reservava um momento aguardado por todos nós, que seria a hora em que Robert finalmente tomaria conhecimento do que aconteceu com a sua filha Mary no passado. Até imaginei que ele fosse ficar mais indignado do que ficou, mas tendo o personagem meio que “perdido” uma filha recentemente de uma forma que ele não esperava, quase que sem volta (o que graças aos conselhos da sempre impagável Violet acabou não acontecendo) e tendo ele mesmo vivido uma história de traição a sua mulher (que quase morreu) com um empregada de Downton, estava mais do que na hora mesmo dele esquecer essa vida de aparências que eles parecem se importar cada vez menos e investir mais no suporte e na felicidade da sua família, que foi quando ele ofereceu todo o seu apoio para filha em ser feliz com quem ela quisesse, encorajando a própria a seguir seus instintos, viajar até a america (que é onde vive a mãe da Cora, que é americana) para fugir do escandâlo que sua vida pessoal poderia se tornar (a medida que o caso do passado viesse a público por meio do seu ex noivo que sabia das coisas), nem que para isso ela tivesse que trazer um cowboy americano para Downton. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E apesar de quase tudo estar praticamente resolvido nessa história, uma pendência ainda me incomodava durante essa temporada, que era a história de amor entre o Matt e a Mary, que durante os especial de Natal acabou ganhando novas camadas, mas que ainda estava sem o final que a gente gostaria de ver. Tudo bem que eles dois vivem uma relação de encontros e desencontros, como se ainda estivessem desajustados ao tempo um do outro (que acontece, humpf!), mas não seria justo com os dois depois de tudo o que eles viveram juntos até então (ainda mais depois da guerra), ter que terminar separados por mais uma vez, mesmo não sendo essa a vontade de ambos e não tendo mais quem os impedisse.

Uma leitora do Guilt já havia me avisado que tudo terminaria bem durante essa temporada e eu estava ansiosíssimo a respeito da resolução para essa que é a minha história de amor preferida em Downton Abbey desde o começo. A essa ponto, já estava quase que desacreditado que essa história fosse resolvida naquele momento, mesmo como o Matt tentando se aproximar da Mary durante aquele episódio, mudando de ideia sobre o que ele achava da relação dos dois depois do que aconteceu com a Lavinia e ainda sendo provocado por sua própria mãe a tomar uma posição naquela história toda e brigar por ela, algo que era mais do que evidente para todo mundo o quando eles mereciam e deveriam ficar juntos. (quando o casal dançou no baile dos empregados, era possível observar uma discreta admiração por parte de todos que observavam os dois dançando naquele momento)

Para a nossa sorte, o episódio ainda guardava alguns minutos finais, que seriam mais do que especiais. Com a neve chegando a Downton, no clima perfeito após o baile dos empregados (que foi sensacional e teve coreôs impagáveis de casais que a gente nunca imaginou ver juntos!) e após a Mary já ter revelado a sua história com o turco no passado e o Matt aceitando que todos eles já viveram o suficiente a ponto de carregarem alguma bagagem para a vida, acabamos ganhando o final perfeito para aquela história de amor que nós tanto AMAMOS e torcemos por tanto tempo. Chorei neam? Compulsivamente e com o coração transbordando! (sim, eu sou do tipo que se envolve com os personagens que eu gosto, por isso não me julguem e me abracem, ok?)

E assim, em meio a chegada da neve e com esse momento maravileeeandro e para o qual nós estávamos torcendo faz tempo, terminamos essa Season 2 de Downton Abbey completamente satisfeitos com tantas histórias sensacionais que esses ingleses conseguem nos contar tão bem e em tão pouco tempo. Para quem não viu ainda, o Globosat HD irá exibir a Season 2 da série em Novembro desse ano (a primeira temporada acabou de ser encerrada, praticamente quando eu escrevi o meu post a respeito da Season 1) e na mesma época, o DVD da primeira temporada será lançado por aqui. (e vai direto para a minha prateleira especial)

A respeito da Season 3 de Downton Abbey, nós já sabemos de algumas informações que nos foram reveladas durante o painel da série no TCA desse ano. Além da chegada da mãe da Cora, interpretada pela atriz Shirley MacLaine, sabemos que após a guerra, muitas famílias passarão a ter alguns problemas financeiros e dentro desse cenário, teremos a família Crawley. Teremos também a visita de Sybil e do seu agora marido, algo que irá gerar um certo desconforto no resto dos empregados da casa e vamos ter algumas questões políticas relacionadas a Irlanda (que é onde Sybil vive com ele). Novidades vão surgir para a história do Bates, mesmo com ele ainda preso, onde iremos descobrir como a sua ex mulher acabou morrendo. E para o nosso total desespero, parece que a história de amor entre o casal Mary & Matt não vai estar nada bem apesar de agora eles finalmente estarem juntos e noivos (quem não tinha certeza de que isso iria acontecer, hein?). A previsão de estreia para a Season 3 é de Setembro desse ano, lá do outro lado do oceano, sendo que na america antiga a nova temporada só será exibida no começo de 2013 e por aqui ainda não há previsão. (ou seja, Setembro, rs)

Ansiosos? Eu não consigo comentar outra coisa no meu chá das cinco a não ser o meu amor inglês por Downton Abbey. E o que mais me deixa encantado com a série é que apesar da pompa e da grandiosidade de Downton, eles conseguem nos apresentar histórias super simples mais muito bem contadas, recuperando uma inocência que a gente vem sentindo falta e não é de hoje. O tipo de série para se assistir com pontualidade inglesa, pelo menos a partir de agora. (rs)

ps: não me aguento com a trilha perfeita para cada um desses promos. #SÓAMOR

 

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