Posts Tagged ‘Maravileeeandro’

Para voltar as aulas sendo mais respeitado pelo menos nas aulas de desenho…

Fevereiro 28, 2013

Tintin-8-Piece-Pencil-Set-

Sensacionais e maravileeeandras essas latas de lápis do Tintin, não?

São três modelos com 8 lápis pretos e decorados, cada, para fazer com que qualquer um seja muito mais respeitado nas aulas de desenho. (ou elevar o nível de recalque no escritório. O duro seria o chefe pedir um…)

Euquero!

 

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So love the one you hold/ And I’ll be your gold/ To have and to hold/ A lover of the light

Novembro 6, 2012

 

But I’d be yours if you’d be mine

 

Vídeo novo do Mumford & Sons para “Lover Of The Light”, que é novo single do excelente álbum mais recente da banda, “Babel”, dirigido e estrelado lindamente pelo ator Idris Elba (Höy – de Luther da BBC, que eu devo para mim mesmo uma maratona) que no vídeo interpreta um deficiente visual que um dia resolve se libertar daquilo que o impede de enxergar o mundo.

Uma sensação absolutamente aterrorizante e ao mesmo tempo com uma sensação de liberdade impressionante e emocionante, algo lindo de se ver (imagino sentir). Maravileeeandro!

Clap Clap Clap! (um dos vídeos mais bonitos dos últimos tempos, sem dúvida! Confesso que fiquei bem emocionado… ♥)

 

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Why so adorkable?

Outubro 22, 2012

Agora é assim, quando ele não vem com aquela encarada capaz de deixar várias com as pernas tremulas, o Ryan Gosling aposta nessa cara que para ser mais adorkable seria praticamente impossível, só para trazer mais magia para a nossa tarde aqui no Guilt. Höy!

E quem não poderia ficar olhando atentamente para essa imagem até o fim do dia, que atire o ctrl +, que vc deve estar dando agora só para dar um zoom na imagem, que a gente bem sabe (e utiliza do mesmo recurso, rs), NOW!

Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (♥)

 

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Príncipe grisalho. Höy!

Agosto 24, 2012

Fiquei surpreso ao ver a versão grisalha do James Marsden (que é o único X-Men príncipe no mundo, rs – Será?), hein?

Achei honesto, achei magia, achei que ainda tem cara de mocinho e acho que eu tmbm mereço envelhecer assim. Höy!

#MARAVILEEEANDRO

 

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Week(end)

Agosto 17, 2012

Quando o amor acontece para as pessoas certas, só que na hora errada.

Para falar de amor, um filme tem que ser no mínimo honesto e isso significa que o final não precisa ser exatamente feliz, apenas real e já basta. E esse é exatamente o clima de “Weekend”, um filme do diretor Andrew Haigh (que não só dirigiu como escreveu e editou o longa) e que nos traz uma história de amor dos dias de hoje das mais lindas e reais possíveis e que nesse caso, temos dois protagonistas meninos para contar essa história.

Mas o filme vai além de apenas uma temática gay, que também é extremamente muito bem explorada nesse caso, com uma série de questões importantíssimas a serem feitas sobre a temática no âmbito político e social, dentro dessa batalha diária que embora hoje seja menos pesada, ainda existe e vai desde um bombardeio heterossexual maioritário do dia a dia que muitos nem se dão conta, até uma violência que todos nós ficamos chocados (e bem trsites) ao ainda nos depararmos com esse tipo de notícia constantemente. Mas ao mesmo tempo, o longa acaba valendo como uma excelente história de amor possível para qualquer tipo de casal, mostrando a construção de uma relação de intimidade com aquele que vc descobre rapidamente que pode vir a ser o seu tipo de pessoa ideal para a visa. E quem ainda não consegue ver a possibilidade de se enxergar em uma história que o personagem principal não seja exatamente o reflexo da sua figura, só pode mesmo é estar perdendo a chance de assistir coisas lindíssimas como “Weekend”.

Nele temos praticamente dois únicos personagens, que acabam se encontrando por acaso em uma noite qualquer de caça e a partir disso acabam construindo uma relação deliciosa, mesmo com um curto espaço de tempo de um final de semana (sim, apenas 48 horas). Daquele tipo de sentimento que surge do nada e que não tem muita explicação, apenas acontece. E geralmente acontece quando a gente menos espera, o que também é sempre uma grata surpresa.

Russell (Tom Cullen) é o personagem principal da trama e o mais certinho da dupla. E a sua cara de bom moço entrega os seu bons modos, sua alma mais quieta e observadora, do tipo bem tímido mesmo, que é algo que até os seus colegas de trabalho conseguem reconhecer facilmente. Apesar de não ser totalmente assumido, ele também não é do tipo que esconde a sua sexualidade e prefere apenas não dar uma grande importância para esse detalhe (importante, eu sei) de quem ele é. Mas é curioso que até com o seu melhor amigo ele evita falar do assunto, mesmo com ele tendo conhecimento da sua condição, o que acaba entregando nessa “omissão” um pouco do seu principal issue dentro da história. Na verdade, Russell é um ótimo exemplo de um dos tipos dos gay modernos, que não precisa ser exatamente um estereotipo do que se espera até “preconceituosamente” do tipo. O que não significa que ele se esconda (embora sinta algumas limitações, o que é bem natural para uma pessoa tímida como ele parece ser), ou não esteja totalmente adequado a sua condição e sim que ele apenas atua naturalmente dentro desse universo, apenas sendo quem ele é e como ele é o que também é bastante importante.

A outra parte dessa história de amor é Glen (Chris New), esse muito mais politizado e com um tipo de alma mais livre, curiosa, rodeado de amigos na noite e bem mais atirado, totalmente o contrário do outro personagem. Ele é aquele que não deixa passar quando é hostilizado na rua, que discute de uma forma bacana e expõe os seus ideais de forma inteligente, sem parecer pedante ou exagerado demais e sem forçar muito a barra, o que também foge de um outro estereotipo que todos nós também conhecemos e que algumas pessoas ainda também esperam do tipo, representando muito bem um outro tipo do homem gay contemporâneo. E o que Russell tem de introspectivo, Glen tem ao contrário e parece ser uma alma inquieta, do tipo que está sempre querendo encontrar algo novo que chame a sua atenção para uma nova experiência ou descoberta. Uma postura de liberdade que também esconde um pouco do seu issue dentro dessa história, que mais tarde acabamos descobrindo qual é.

E o primeiro encontro entre os dois acontece em uma cena que não poderia ser mais real, com ambos se encontrando em um clube no final da noite e já despertando um certo interesse desde que se olharam pela primeira vez e a cena em que eles ainda não estão juntos é sensacional, com o Russell se vendo preso a um tipo que ele acabaria pegando por estar perto do “final do expediente” (rs) e o Glenn observando tudo ao fundo, sem muito destaque e apenas aguardando a sua chance de resgatar aquele que ele havia escolhido como personagem para aquela noite. Tem situação mais real do que essa?

A princípio ambos são atraídos pelo desejo e se resolvem por esses meios, isso até a manhã seguinte, onde chega a hora de encarar a realidade e que é praticamente a hora da verdade. Porque a gente sabe que na hora (e na meia luz, rs) é tudo lindo, mas o real mesmo é na manhã seguinte. E é nessa hora que começamos a ver a história daqueles dois sendo construída a medida em que eles mesmo vão se conhecendo, de forma bem  simples, com Russell ficando com vergonha de beijar pela manhã por não ter escovado os dentes ainda (quem nunca botou o celular para vibrar embaixo do travesseiro e acordou antes para dar aquela geral no banheiro e voltar para um despertar com cara de príncipe e cheirando menta & eucalipto, que atire a primeira pasta de dente líquida, que é mais fácil de carregar, NOW! rs), que são situações que todo mundo já passou algum dia mas que o cinema quase sempre prefere ignorar e fantasiar a realidade.

E nesse momento também é quando nós descobrimos a ocupação de cada um deles, com o Glen revelando que tem um projeto de arte, onde ele acaba gravando uma conversa entre ele e todos os caras com quem ele acaba saindo, sempre no after, contando como foi a experiência daquela noite desde o momento em que eles se viram pela primeira vez até o final feliz (rs). Algo que a princípio pode até parecer estranho para alguns, mas que ao mesmo tempo é um momento de intimidade ao extremo, que acaba servindo depois como mitologia para o desfecho dessa história e que não poderia ter sido melhor. Claro que Russell reluta um pouco a aceitar a proposta, mas depois acaba cedendo, onde ambos dividem um diálogo sensacional e que seria impossível de ser mais honesto também. E mesmo que vc nunca tenha gravado suas conversas, quem pelo menos nunca morreu de vontade de fazer o Censo no after? Hein? (ok, estamos ficando íntimos demais agora, rs)

Quando Glen acaba revelando a intenção do seu projeto artístico para as suas gravações, o filme acaba levantando questões que são bem importantes em relação a um preconceito que ainda existe e de uma forma massiva até, que é quando por exemplo, o personagem diz que não acredita que esse seu projeto ganhe alguma força enquanto instalação artística, porque boa parte dos héteros não vão ter interesse em escutar relatos de relações gays e vão preferir ver uma outra instalação qualquer sobre guerra ou morte. E ao mesmo tempo ele ainda diz que a maioria dos gays também só vai se interessar por aquilo na esperança de encontrar algo dirty escondido no projeto. O que não deixa de ser uma grande verdade para uma maioria e acho bem bacana que a crítica nesse momento venha apontada para os dois lados extremos dessa história.

A partir disso eles passam a se encontrar a todo momento e vamos observando aquela relação ser construída rapidamente e ao mesmo tempo ao poucos, onde vamos descobrindo um pouco mais de cada um dos dois, onde vamos entendendo cada uma daquelas personalidades e ao mesmo tempo também vamos nos apaixonando por eles e por toda aquela história de amor e intimidade que vai surgindo tão naturalmente. Em um certo ponto do filme, Russel acaba revelando que também tem um projeto parecido com o do Glen, um espécie de diário que ele mantém no seu computador contando sobre todas as suas experiências e onde ele aproveita para questionar o momento do outing de cada um dos seus parceiros, isso quando ele já aconteceu, o que também não é regra. E é lindo quando ambos começam a ler algumas das passagens de suas histórias, até que o Glen acaba se deparando com uma bem mais dramática e mesmo estando os dois no nível máximo da colocação, ele acaba encontrando na sua sensibilidade o momento exato para encerrar aquele assunto.

Aliás, uma discussão super acalorada sob o efeito de várias substâncias, que nos levam a uma série de reflexões bem bacanas a respeito de assunto que nem sempre a gente se dá conta de tão comum que ele já parece ser. Como quando eles discutem a respeito do mundo estar cercado por todos os lados de um outro estereotipo que não os representam, de casais formados por homens e mulheres e suas histórias felizes construindo uma família com filhos, sobre as histórias da grande maiorias dos filmes de amor nunca ser a respeito deles ou quando eles chegam a enfrentar suas diferença em relação a uma hipótese de pedido de  casamento gay, que um considera uma grande bobagem, enquanto o outro defende a postura e a coragem de quem se submete a esse tipo de exposição, enfrentando toda uma corrente contra tudo aquilo que a gente sabe que existe e vivencia quase que diariamente (e para nossa surpresa, os papéis até se invertem nessa hora). Um momento lindo, por sinal. E está pensando que é só aqui que existe o preconceito? Não, as ruas de Londres também estão cheias de pessoas intolerantes por todos os lados e isso eles também fazem questão de evidenciar nos detalhes do filme.

Detalhes lindos, muito bem cuidados e muitas vezes até sutis, como quando Glen está saindo do apartamento de Russell e eles dão de cara com um casal (homem e mulher) se despedindo na porta do elevador, demonstrando afeto de uma forma bem natural (as vezes até bem mais animada) e eles dois ficando contidos, encerrando a noite em público com apenas um aperto de mão para evitar qualquer constrangimento, inclusive entre os dois, porque eles ainda não se conhecem o suficiente para saber até onde o outro está disposto a se expor. Detalhes que aparecem algumas vezes no filme e que fazem toda a diferença pelo lado da discriminação sexual, mostrando também de uma forma bem natural como essas barreiras do preconceito fazem parte do dia a dia daquelas pessoas.

E o filme é recheado de cenas lindas da relação dos dois, tudo muito cru e sem muita fantasia, mas que nem por isso perdem a sua beleza, muito pelo contrário. Assim como as cenas de sexo entre os dois, que alguns consideraram hiper-realistas, mas que na verdade, tirando um único detalhe que acaba aparecendo uma única vez (do tipo que nós não estamos acostumados a ver nesse tipo de cinema, rs), também não é nada demais (estava até esperando algo mais como “9 Songs” por exemplo, mas “Weekend” não é nada disso). E a minha cena preferida que retrata de uma forma super foufa a relação dos dois é aquela em que o Glen vai encontrar com o Russell na saída do seu trabalho e que ele após fazê-lo andar por uma distância enorme, acaba oferecendo uma carona na sua bicicleta, que é um momento dos mais adoráveis que esses dois dividem durante o longa. (claro que nesse momento a minha paixão por bicicletas acabou falando mais alto, neam? – ♥)

Mas nada me emocionou mais do que a cena em que o Russell acaba contando que ele nunca se assumiu para os seus pais por nunca ter conhecido a sua família e ter passado a sua infância em orfanatos, que inclusive foi onde ele conheceu o seu melhor amigo para a vida (personagem que nós conhecemos no  começo do filme) e que na manhã seguinte, o Glen oferece a ele a chance  de dizer que era gay para os seus pais da forma como ele gostaria que tivesse acontecido, fingindo ser o seu próprio pai naquele momento, apenas para que Russell tivesse direito a esse momento tão importante. Sério, chorei como se não houvesse amanhã. (e #TEMCOMONAOAMAR tamanha sensibilidade?)

Perto do final do filme descobrimos que aquela relação tem data para expirar, com o Glen revelando que estava de viagem marcada e que partiria ainda naquele final de semana e pegamos os dois meio que frustrados por não ser possível dar continuidade para aquela história que tinha tudo para dar certo, mas não naquele momento. E tá vendo como ainda é possível se fazer uma boa história de amor sem acabar apelando para um plot trágico qualquer? E esse é um ótimo exemplo de que para emocionar, não é necessário apelar para o óbvio. Aprenda Hollywood, aprenda!

E é quando chegamos até a resolução para essa história de amor, com o Russell aproveitando o momento para ter a sua primeira conversa com seu melhor amigo sobre suas relações, que o encoraja a ir atrás do Glen na rodoviária, pelo menos para se despedir mais adequadamente, além de ter a chance de deixar bem claro o quanto ele acreditava naquela curta relação dos dois. Um momento lindo, com uma despedida para deixar qualquer coração mais do que apertado, que serviu inclusive para que o Russell se livrasse de um bloqueio “bobo” que ele tinha, que nesse caso eu acho até que ele teria mesmo que não fosse gay. (em uma escala bem menor, claro)

Uma despedida maravileeeandra, que ainda rendeu um presente vindo diretamente do Glen, que retribuiu aquele último gesto com a entrega da gravação daquela conversa dos dois naquela primeira noite em que eles se encontraram, gravação essa que ele não deixou nem a sua melhor amiga ouvir (segundo ela, ele a deixava ouvir todas as outras e se não deixou ouvir essa, era porque ela era importante para ele), demosntrando claramente que nesse caso, essa história de amor embora curtíssima, valeu e muito como experiência para os dois lados dessa linda história.

E quem disse que só existe um tipo de final feliz?

Um filme delicioso, que teve pouca divulgação mas acabou ganhando vários prêmios importantes ao redor do mundo e que ainda chega com esses dois excelente novos e promissores atores (Höy!). Para assistir e ficar morrendo de vontade de se apaixonar daquela forma e por alguém que realmente valha a pena, mesmo que seja por um curto espaço de tempo, mas que seja para valer.

Sem dúvidas, uma das histórias de amor mais lindas e honestas dos últimos tempos. (♥²)

ps: vale sonhar que os dois anos da viagem do Glen se passaram, que ele voltou para lá e ambos viveram feliz para sempre? Ou a gente deve torcer para que ambos encontrem alguém tão bacana quanto cada um deles ao longo da vida? Não sei, estou dividido (sempre gosto de imaginar como continuaria a histórias dos meus filmes de amor preferidos, rs). E uma equação rapidinha para finalizar: Russell + Glen = Prazer, Essy!)

 

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London baby!

Julho 30, 2012

Maravileeendro!

Fiquei tão emocionado com a festa de abertura das Olimpíadas da Londra antiga…

Tudo bem que não teve Doctor Who (que eles trocaram pelo Mr Bean e eu tinha certeza que isso aconteceria, ZzZZZ), faltaram meninas e meninos vestidos de Spice na parte musical (mas dizem que elas vem para o encerramento e todas aguardam ansiosamente o momento de tirar o tênis plataforma antigo com 20 cm de altura do fundo do closet para essa performance), mas de resto, foi tudo bem perfeito, não?

Fiquei realmente emocionado a ponto de me arrepiar inteiro com a J.K. Rowling lendo um trecho lindo de Peter Pan (que é o clássico preferido da minha roommate, que está na Londra e disse que iria na abertura, por isso espero que ela tenha conseguido! ♥) e também me emocionei muito na parte musical, quando os Beatles apareceram naquelas projeções durante a parte da “evolução musical” deles, que na sequência ainda teve David Bowie (e o que a gente não daria por uma daquelas cabeças gigantes e ruivas do Bowie?) e Queen, que foi quando eu não consegui conter as lágrimas e me rendi completamente.

Aí tocou Prodigy, que me levou a um tempo antigo, para uma pixxxta mais antiga ainda para a qual eu nem tinha idade, rs. Mas quando eu me senti a dancing queen, young and sweet, only seventeen de novo foi na sequência do Ewan McGregor novinho de tudo, correndo como se não houvesse amanhã ao som de “Born Slippy” do Underworld (que até hoje me dá vontade de sair pulando/rodopiando sem culpa). E ainda tocou “Valerie” (que a gente dança fazendo coreô inspirada nela e para ela, claro), awnnn! Tinha que tocar Amy! (e todos os outros clássicos, claro!). Fora a covardia de colocar a sua própria equipe entrando no estádio ao som de “Heroes”, que pra mim, foi um golpe baixo dos melhores possíveis! (de chorar!)

E teve o bom humor da Rainha, que a gente nem tava esperando que fosse chegar tão bem humorada assim. E teve o Beckham percorrendo o Tamisa de lancha com o cabelo intacto, enquanto sua parceira lutava contra o vento (euri, diva é diva!). E teve a história de um país contada lindamente, com direito a show do Arctic Monkeys tocando até Beatles, vejam só. E depois, para encerrar da melhor forma possível tivemos ele, Sir Paul McCartney!

Realmente, eu não posso dizer outra coisa para essa cerimônia a não ser: Deitou todas Danny Boyle! (mas vamos concordar que com um material riquíssimo desse, a tarefa não seria das mais difíceis)

Espero que a gente tenha aprendido alguma coisa com esses ingleses e que não façamos feio quando chegar a nossa vez. Cultura é cultura e cada um tem a sua, por isso acho que temos que respeitar todas. E mesmo que a nossa não tenha os Beatles, o Bowie, ou a Edina e a Patsy para nos representar carregando a tocha olímpica (dei um pulo nesse momento! AbFab = ♥), espero que a gente encontre bons representantes para a nossa vez. Mas desde já, a minha sugestão é que a nossa cerimônia de abertura comece com a frase “Desculpa qualquer coisa” em vários idiomas… (rs)

London baby!

 

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† Lady Gaga + Terry Richardson †

Maio 25, 2012

AMANDO essa parceria. Paws Up!

By Terry Richardson

What you want, what you need, what’d you come here for?

Abril 27, 2012

“Houdini”, excelente novo vídeo do Foster The People, que além de ser bem bacana e até ter uma coreô super animada, foi a música que abriu o inesquecível show da banda aqui em SP, no Cine Joia. (♥)

E como esses meninos fazem bons vídeos, não?

Até agora, foi só orgulho! Clap Clap Clap!

Maravileeeandro!

Michael Fassbender + Natalia Vodianova + Grace Coddington

Abril 20, 2012

Michael Fassbender (que por enquanto eu só vou dizer que confirmou! E mais tarde vcs vão entender o porque. ps: Höy!) ao lado da Natalia Voadianova nesse editorial maravileeeandro da Grace Coddington para a Vogue Us de Maio.

By Craig McDean

E a magia ruiva continua concentrada nele

Março 29, 2012

Michael C. Hall/David Fisher/ Daxter = HÖY!³

E a cara de projeto em andamento de lenhador/ serial killer/ preparador de presunto?

Ai ai…


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