Posts Tagged ‘Mark Ruffalo’

Procura-se desesperadamente pela magia perdida do Mark Ruffalo

Dezembro 17, 2012

Mark Ruffalo

A vítima foi vista pela última vez ao lado daquele que se auto intitula como Magic Mike, mas que de mágico nós sabemos que ele não tem nada a não ser um requebrado frenético na região dos quadris e uma breve semelhança de bem longe com o Josh Hartnett (esse sim, merece um Höy), ele que estava carregando um saco preto, onde suspeitamos que possa estar escondida toda a magia roubada do Mark Ruffalo (Yöh!), que como podemos perceber, já a havia perdido no momento do flagra de nossas câmeras de segurança da magia à sedução.

Caso você a encontre, favor devolver ao dono. Achamos que é cedo de mais para ficarmos sem essa magia que ainda tinha todo um futuro garantido em nossa imaginação.

Gratô!

#MISSEDMAGIA

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Bloom + Ruffalo

Abril 29, 2011

Quanta foufurice hein? Höy & Höy!

Oscar 2011 confirmando o que todas temiam: estamos em falta de boy magia, humpf!

Fevereiro 28, 2011

Tirando a magia ainda em dúvida da nova geração “Feicebook”, eu diria que o negócio esta feio em Hollywood hein?

Só cacura meodeos! Cadê os divohs? Cadê os meninos acompanhados de suas mães no truque? Cadê os boy magia? Desse jeito, todas desanimam em casa e perdem a vontade de gritar: Höy!

É, tá difícil minha gente, até para eles…

JT. Höy!

Jesse Eisenberg. Höy!

Andrew Garfield. Höy!

Armie Hammer, o vizinho do Jay Leno. Höy!

Mark Ruffalo (o beaver, rs), salvando a magia da geração antiga. Höy!

E garantindo o posto alto da magia antiga, ele: Robert Downey Jr. Höy!

Que estava ótimo ao lado do seu parceiro de gravatas combinadas:

Jude Law! Höy!

Agora vamos ao drama da noite? Com vcs, a falta de magia:

Jeremy Renner…é, tá difícil!

Mark Wahlberg…é, tá mesmo difícil!

Christian Bale…é, nem a magia ruiva conseguiu encantar na noite de ontém, para vcs sentirem o nível de dificuldade!

BOO! É o bisso? Não, é só o que a Katy Perry tem que encarar toda noite, euri.

E como o carão maravileeeandro (NOT NOT NOT) do Russell Brand eu deixo o meu alerta/apelo para Hollywood: estão precisando urgente de mais magia!

As melhores performances de 2010 no cinema, segundo a W Magazine

Janeiro 16, 2011

Segundo a revista W, mas eu acho que vcs (assim como eu) vão acabar concordando com a lista e muitos nomes que estão nessa lista foram premiados no 2011 Critics’ Choice Movie Awards Golden Globe da última semana e alguns estão concorrendo também ao dessa noite.

Listinha animada que colocou as 20 melhores performances no cinema durante o ano de 2010, com fotos lindas de Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin e styling de Melanie Ward

Colin Firth e o seu delicioso rei em “The King’s Speech” (que eu estou ansioso mil para ver)

AMEI essa foto, fatão!

Annette Bening por “The Kids Are All Right”, que é uma delícia!

Jesse Eisenberg por “The Social Network” que eu acho bom, mas não o melhor

Justin Timberlake Magia e Andrew Garfield, tmbm de “The Social Network”

Javier Bardem Magia por “Biutiful”

Nicole Kidman (de Balmain)  por “Rabbit Hole”

Vincent Cassel, que também esta excelente em “Black Swan”, mas que ganhou a sua indicação por “Mesrine”

Michael Douglas, que recentemente se declarou curado de um câncer (Yei!) por “Wall Steet”

Jeff Brigis por “True Grit”

Melissa Leo por “The Fighter”

Robert Duvall por “Get Low”

Helena Bonham Carter por “The King’s Speech”

Jonah Hill por “Cyrus”

Mila Kunis, também por “Black Swan”

Dakota Fannig, maravileeeandra fazendo a Jodie Foster antiga em “Taxi Driver”, ganhando a sua indicação por “The Runaways”, que eu ainda não assisti por pura preguiça, mas deveria…

A novata e promissora Ellen Fanning, pelo delicioso “Somewhere”

Julianne Moore por “The Kids Are All Right”

Mark Ruffalo, mais um por “The Kids Are All Right”

E a talentosa Natalie Portman, por seu encantador “Black Swan”

É, acho que as crianças estão preparadas…

Dezembro 27, 2010

Direto e delicado e sexy ao mesmo tempo. Um casal normal vivendo a crise da meia idade, “living the dream” em sua grande casa no suburbio, lidando com o fato de que os seus filhos já não são mais crianças e todo o resto que acompanha o pacote “família”. Basicamente, esse é o tema de “The Kids Are All Right”, acrescentando o detalhe de que o casal da vez é um casal gay, um casal de mulheres, mas que nem por isso se torna o ponto central da história, sendo apenas um detalhe mesmo.

O que eu achei de mais importante no filme é que ele não levanta grandes questionamentos, bandeiras ou qualquer coisa do tipo como de costume. Tudo é muito mais simples do que isso e na verdade a história poderia acontecer com qualquer outro casal (e como acontece…). Clap Clap Clap Lisa Cholodenko (Hung, A Sete Palmos, The L World)

O filme aborda a questão do relacionamento entre famílias, ou o que alguns gostam de chamar como “nova famílias”. Eu acho o termo até que ok, uma vez que novas possibilidades de família vem surgindo. Que eles acham que vem surgindo agora, porque na verdade, sempre existiram, fatão! A diferença é que agora eles mostram a sua cara e exigem os seus direitos, como todo o resto do mundo. Finalmente!

Conversas deliciosas regadas a muit vinho e  comida orgânica entra filhos e  pais com almas hippies. De um lado, a mãe liberal (Julianne Moore), que desistiu da carreira por conta da sua família e que agora se permite aventurar por novos caminhos. E nesse caso, a escolha da vez é o paisagismo (que eu AMO!). A outra, a provedora da família, médica (Annette Bening), que traz o bolo de dinheiro maior para casa mas que nem por isso é a mais importante (mas as vzs se esquece disso). Essa, sonhou um dia com a família perfeita, com esposa e filhos , mas acho que nunca pensou muito no que isso representaria para a vida e sonhos da outra.Ambas com um filho cada, do mesmo pai, um até então desconhecido doador de esperma.

Até que a curiosidade dos filhos fala mais alto e eles acabam encontrando o tal “pai”. E a partir disso, todos tem que aprender a lidar com a presença de mais um membro da família e tentar conhece-lo.

A gente tende a achar que a família do outro é sempre mais legal do que a nossa, principalmente quando se é jovem. Os seus pais sempre te deixam envergonhados, mas os pais dos seus amigos (que fazem praticamente as mesma coisas que os seus), esses sim são legais. To-los!

Na verdade, basta vc olhar com mais atenção que vai acabar percebendo que família é tudo igual. A diferença são os métodos, as crenças, os princípios. Isso sim faz toda a diferença, as o fundamento é o mesmo.

Mas esse tipo de coisa não é tão fácil de ser percebida, é preciso muito tempo de convivência para isso e talvez por isso sejamos tão experts sobre as nossas próprias famílias, ou pelo menos o que conhecemos dela (…). E com tanto conhecimento sobre o assunto vem as frutrações, as opiniões diversas e algum julgamento. Dra-ma!

A questão da traição no filme, de uma das mães com o pai “biológico” das crianças eu achei um tanto quanto sacanagem. Mas é difícil parar para pensar no quanto aquele erro que vc esta cometendo poderá influenciar a vida das demais pessoas relacionadas com o problema, não? Quem nunca?

Essa sabedoria eu gostaria de ter (eu e o resto da humanidade), mas na maioria das vezes o impulso fala mais alto (e outras coisas também, rs). Egoísmo puro eu diria, principalmente quando vc não se importa com a relação dos seus atos impensados na vida dos demais, humpf!

Só acho que nesse caso, o caso poderia ter sido com a namorada do doador neam? Eu acharia bem chic! (rs)

Mas como resistir ao Mark Ruffalo? Ainda mais quando ele parece um rebelde que deu certo, apostou no seu sonho e se deu bem, amigo da natureza (euri)  e ainda me aparece vestindo couro e em cima de uma moto neam? Muita magia a ser resistida, fatão! Difícil lutar contra e talvez por isso eu tenha perdoado a Julianne Moore nessa.

Na verdade,  pra mim, o quesito “traição” sempre só pode ter dois motivos:

Motivo 1: Big T, também conhecido como pura sacanagem!

Quando vc acha que não da para resistir, por algum motivo, seja ele físico, químico ou whatever! Acontece e eu acho esse até que compreensível. (e isso não quer dizer “perdoável”, que fique bem claro para quem interessa, rs)

Motivo 2: Falta de atenção da outra parte. Clássico!

Na verdade, a grande desculpa de uma maioria de traidores (rs). Um se sente menos valorizado pelo outro do casal e por isso resolve ter um caso. Esse tipo de situação eu acho bem pior na verdade, porque é quase uma regra que quem faz esse tipo de coisa por esse motivo, faz pura e simplesmente para magoar de alguma forma o outro e não para satisfazer o seu próprio prazer, o que eu acho triste na verdade. Acho essa forma de traição mais maldosa e talvez por isso eu ache pior (mesmo achando as duas formas erradas neam? De novo, que fique bem claro a quem possa interessar, rs)

No final, um discurso direto e sincero, em frente aos filhos que fazem parte do problema e participam dele, ao contrário do que acontecia no passado, quando os filhos eram ignorados nessa hora e assim vem o pedido de desculpas da forma mais honesta possível, revelando a quem realmente interessa o quanto difícil é o casamento. Revelando o quanto é difícil envelhecer ao lado de outra pessoa, dividindo o dia a dia e o quão exaustivo isso pode ser. E a certeza de que as coisas podem ser resolvidas, pelo menos para alguns…

Achei esse um dos melhores discursos sobre traição e ou “pedido de desculpas” mais honesto do cinema atualmente. Uma excelente alternativa para quem esta passando por algo parecido ter uma idéia de como lidar honestamente com o problema.

Filme delicioso, recheado de piadeeenhas sutis,  sobre família e seus problemas, que eu recomendo para todos os meus leitores assistirem comendo um salada de produtos orgânicos e com “produtos orgânicos” eu quero dizer M&M’s (o pacote grande!)

ps: mais uma vez eu gostaria de deixar registrada a minha indignação em relação as traduções dos títulos dos filmes do inglês para o português. Nesse caso por ex, o título do filme por aqui ficou como “Minhas Mães e Meu Pai”, howlameisthat? Totalmente apelativo e sem a menor ligação com o propósito ou o fundamento do filme. Sinceramente, eu aceitaria esse trabalho, pq títulos como esses, afastam pessoas como eu dos cinemas, fikdik.


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