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Os vencedores do Oscar 2012

Fevereiro 27, 2012

Uma premiação cheia de nostalgia, a começar pela decoração, que por si só, já entregava quem provavelmente seriam os grandes vencedores da noite. Filmes que tratavam de assuntos antigos, de forma antiga, em preto e branco, mudo, em pleno 2012.

Uma das poucas premiações que foram bem justas, mesmo com alguns dos meus favoritos não levando nada para casa. Humpf!

Então, vamos conferir?

Filme

“Cavalo de guerra”

“O artista” (vencedor)

“O homem que mudou o jogo”

“Os descendentes”

“A árvore da vida”

“Meia-noite em Paris”

“História cruzadas”

“A invenção de Hugo Cabret”

“Tão forte e tão perto”

 

Mais do que mercerido. “The Artist”, com toda a sua simplicidade e coragem, se tornou um filme grandioso, muito maior do que qualquer efeito especial de última geração ou um som qualquer do tipo bem sensacional, além de ser uma ótima reflexão sobre os caminhos do cinema de hoje. Adoraria ter visto o Woody Allen ganhar também porque eu simplesmente AMO esse seu trabalho (que já esta em pré-venda por aqui), mas acho que estamos mais do que bem representados com o vencedor da noite. Clap Clap Clap!

 

Diretor

Michel Hazanavicius – “O artista”  (vencedor)

Alexander Payne – “Os descendentes”

Martin Scorsese – “A invenção de Hugo Cabret”

Woody Allen – “Meia-noite em Paris”

Terrence Malick – “A árvore da vida”

 

Melhor filme, melhor diretor. Uma dobradinha que quase sempre faz muito sentido. Nesse caso então, acabou sendo nada mais do que justo. 

 

Ator

Demián Bichir – “A better life”

George Clooney – “Os descendentes”

Jean Dujardin – “O artista”  (vencedor)

Gary Oldman – “O espião que sabia demais”

Brad Pitt – “O homem que mudou o jogo”

 

Dujardin realizou o sonho de qualquer ator no cinema de hoje que algum dia se interessou pelos grandes trabalhos do nosso passado.  E realizou muito bem, além de ser um homem francês maravileeeandro (Höy!), sapateando na nossa cara lindamente no final do seu filme, e como bem lembrou a Natalie Portman em seu discurso, escolheu uma forma e tanto para se apresentar à america antiga. Clap Clap Clap!

 

Atriz

Glenn Close – “Albert Nobbs”

Viola Davis – “Histórias cruzadas”

Rooney Mara – “Os homens que não amavam as mulheres”

Meryl Streep – “A dama de ferro”  (vencedor)

Michelle Williams – “Sete dias com Marilyn”

 

Ahhh… Meryl Streep. A senhora aceita interpretar a minha mãe quando finalmente sair o filme sobre a minha vida? rs. Meryl foi de Lanvin dourado, indicando que só a sua presença naquela platéia já era o maior prêmio da noite. E a gente sabe que esse não foi o seu último, porque talento não tem limite. Go Meryl! (e o discurso de introdução feito pelo Colin Firth foi excelente, um dos melhores da noite)

 

Ator coadjuvante

Kenneth Branagh – “Sete dias com Marilyn”

Jonah Hill – “O homem que mudou o jogo”

Nick Nolte – “Warrior”

Max Von Sydow – “Tão forte e tão perto”

Christopher Plummer – “Toda forma de amor”  (vencedor)

 

Fiquei tão feliz com esse prêmio? Me apaixonei por “Beginners” e ainda mais pelo seu personagem, que é algo além do adorável no filme. E já está em pré-venda o DVD por aqui hein? Ou seja, não tem desculpa para não ver…

 

Atriz coadjuvante

Octavia Spencer – “Histórias cruzadas”  (vencedor)

Bérénice Bejo – “O artista”

Jessica Chastain – “Histórias cruzadas”

Janet McTeer – “Albert Nobbs”

Melissa McCarthy – “Missão madrinha de casamento”

 

Essa todo mundo sabia que iria levar. Mas depois de assistir “The Artist”, eu mais do que acho que a Bérenice Bejo deveria ter levado essa hein? Que mulher maravileeandra! Agora, falando bem sério, o cúmulo seria mesmo se a Melissa McCarthy tivesse levado esse prêmio. Sério, não engoli essa indicação até agora, mesmo AMANDO a sua Sookie antiga em Gilmore Girls

 

Melhor filme em língua estrangeira

“Bullhead” – Bélgica

“Footnote” – Israel

“In Darkness” – Polônia

“Monsieur Lazhar” – Canadá

“A separação” – Irã  (vencedor)

 

Dizem que “A Separação” é ótimo e eu já pedi para o Paolo providenciar…

 

Melhor animação

“A Cat in Paris”

“Chico & Rita”

“Kung fu panda 2”

“Gato de botas”

“Rango”  (vencedor)

 

Não assisti “Rango” até hoje, vcs acreditam? Estou perdendo muito? Muito mesmo? 

 

Documentário (longa-metragem)

“Hell and Back Again”

“If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front”

“Paradise Lost 3: Purgatory”

“Pina”

“Undefeated”  (vencedor)

 

Roteiro adaptado

“Os descendentes”  (vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret”

“Tudo pelo poder”

“O homem que mudou o jogo”

“O espião que sabia demais”

 

Um roteiro realmente muito bom. Talvez, seja até o que o filme tem de melhor, além da parceria do Geroge Clooney e as suas filhas no longa.

 

Roteiro original

“O artista”

“Missão madrinha de casamento”

“Margin Call”

“Meia-noite em Paris”  (Woody Allen – vencedor)

“A separação”

 

Seria praticamente impossível ou até mesmo um crime tirar esse prêmio das mãos do nosso Woody Allen. Tem roteiro mais original do que o de “Midnight in Paris”

 

Fotografia

“O artista”

“Os homens que não amavam as mulheres”

“A invenção de Hugo Cabret” (Robert Richardson – vencedor)

“A árvore da vida”

“Cavalo de guerra”

 

Não assisti “Hugo” ainda, mas já adianto que será a minha missão do momento. Mas do que eu relamente vi, acho a fotografia de “The Tree Of Life” uma das coisas mais maravileeeandras dos últimos tempos, quem sabe até das que eu já vi em toda a minha vida cinematográfica. 

 

Direção de arte

“O artista”

“Harry Potter”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“Meia-noite em Paris

“Cavalo de guerra”

 

Dizem que o filme é realmente muito bem cuidado, então tudo bem. 

 

Figurino

“Anonymous”

“O artista”  (vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret”

“Jane Eyre”

“W.E.”

 

Apesar de concordar que o figurino de “The Artist” é maravileeeandro, acho que o “W.E” da Madonna estava merecendo bastante esse prêmio também, hein? 

 

Maquiagem

“Albert Nobbs”

“Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2”

“A dama de ferro”  (vencedor)

 

Realmente deve ser muito mais difícil deixar a Meryl Streep com cara de alguém que realmente existiu, do que criar um monstro qualquer de 7 cabeças, rs. 

 

Edição

“O artista”

“Os descendentes”

“Os homens que não amavam as mulheres”  (vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret”

“O homem que mudou o jogo”

 

Desde quando os concorrentes foram anunciados, eu achei que faltou “The Tree Of Life” nessa lista. Humpf!

 

Edição de som

“Drive”

“Os homens que não amavam as mulheres”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“Transformers: o lado oculto da lua”

“Cavalo de guerra”

 

Mixagem de som

“Os homens que não amavam as mulheres”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“O homem que mudou o jogo”

“Transformers: o lado oculto da lua”

“Cavalo de guerra”

 

Efeitos visuais

“Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“Gigantes de aço”

“Planeta do macacos”

“Transformers: o lado oculto da lua”

 

Parece mesmo que o filme é bem bacana nesse sentido e dizem ainda que a história é excelente. O que anda me deixando ainda mais curioso a respeito…

 

Trilha sonora original

“As aventura de Tintim” – John Williams

“O artista” – (Ludovic Bource – vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret” – Howard Shore

“O espião que sabia demais” – Alberto Iglesias

“Cavalo de guerra” – John Williams

 

Realmente, a trilha sonora de “The Artist” além de ter uma importância fundamental para o filme, é mais do que sensacional. Super justo.

 

Canção original

“Man or Muppet”, de “Os Muppets”, música e letra de Bret McKenzie (vencedor)

“Real in Rio”, de “Rio”, música de Sergio Mendes e Carlinhos Brown, letra de Siedah Garrett

 

Suck it, Carlinhos Brown! SUCK IT! Pior é que eu acabei lendo em algum lugar que alguns artistas da Bahia comentavam e comemoravam o “vice” dele no Oscar. Mas gente? Se tratavam-se de apenas dois concorrentes, além de poder ser considerado vice, ele também pode ser considerado como o último da lista ou o grande perdedor,  não? Quer dizer que só depende dos olhos de quem vê? Axé para todos. 

 

Curta-metragem

“Pentecost”

“Raju”

“The Shore”  (vencedor)

“Time Freak”

“Tuba Atlantic”

 

Documentário (curta-metragem)

“The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement”

“God Is the Bigger Elvis”

“Incident in New Baghdad”

“Saving Face”  (vencedor)

“The Tsunami and the Cherry Blossom”

 

A história desse documentário pelo menos me pareceu linda. Mas talvez eu não tenha coragem de assisti-lo, sou fraco para essas coisas. 

 

Curta-metragem de animação

“Dimanche”

“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”  (vencedor)

“La Luna”

“A Morning Stroll”

“Wild Life”

 

Mais do que merecido. Um dos curtas de animação mais maravileeeandros ever!

 

E essa foi a lista dos vencedores do Oscar 2012? Mas e vcs, queridos leitores? Ficaram felizes ou pelo menos satisfeitos com os resultados?

Nucky Thompson e o nascimento da máfia na america antiga de Boardwalk Empire

Janeiro 19, 2011

Quando a HBO anunciou o seu novo projeto, a série Boardwalk Empire, que seria ambientada nos anos 20 (uma das décadas mais lindas da moda) e que a série tinha assinaturas de peso como o Terence Winter (The Sopranos) como roteirista e ninguém menos do que o Martin Fucking Scorsese na produção, meus olhos brilharam e eu logo pensei: UOW!

Tive que engolir a minha ansiedade e esperar para assistir a série depois por falta de tempo (o que eu só consegui fazer na última semana) mas acho que assim foi até melhor pq consegui assistir a todos os eps direto, sem ter que esperar uma semana inteira sofrendo de ansiedade aguardando o próximo episódio (desculpa de preguiçoso na verdade, rs).

Uma série de época na HBO tinha que ser bem cuidada e isso já era de esperar. Ainda mais depois de ter recusado Mad Men em sua grade no passado, talvez um dos maiores erros do canal até hoje, do qual eles devem se arrepender e muito. E para tentar reparar esse erro, eles não poderiam fazer feio.

O clima da série mostra o nascimento da máfia, ilustrando um pouco do ínicio do crime organizado como conhecemos hoje (sem o glamour daquela época é claro). Com gangsters famosos  como Al Capone e Lucky Luciano, ainda iniciando suas histórias no mundo do crime em Atlantic City. Vale lembrar também que a série é baseada em um livro de Nelson Johnson, com o título de “Boardwalk Empire: The Birth, High Time and Corruption in Atlantic City”, ele que foi um funcionário do planejamento da cidade e que presenciou de perto o crescimento local que aconteceu naquela época, benefício que é fruto dessa formação da máfia local.

Mas o personagem central da história é Nucky Tompson (Steve Buscemi), corrupto, desonesto, envolvido com o crime e bem relacionado com os dois lados da força local, o que o ajuda a manter o status de comandante da cidade. Falso defensor da famosa Lei Seca da época (que comanda a trama), ele se coloca em discursos moralistas e emocionados, a favor do bem estar e da construção do american dream, contando histórias dramáticas e mentirosas do seu passado só para comover e manter a pose de bom moço, quando na verdade ele esta mais do que envolvido em todos os setores do crime da cidade e lucrando muito com isso.

Mantendo relações estreitas com todos os grupos, sem fazer a menor distinção entre negros, poloneses, judeus, italianos e irlandeses, ele se torna rapidamente o rei de Atlantic City. Lucrando muito de todos os lados, mas tendo o comércio ilegal de bebidas como o seu negócio de maior lucro e de maior concorrência também. Aquela cena do velório da garrafa gigante de bebida nas ruas da cidade é sensacional e depois o deboche dentro do cabaré, com a contagem regressiva para o início da Lei Seca, regada a muitas doses de bebida, foi muito genial. Euri

A série tem aquele ritmo lento, ala Sopranos, a história é cheia de detalhes e os diálogos são bem longos. Em algum momento vc começa a sentir falta de ação, mas esse é o clima de Boardwalk Empire e assim a série se mantém até o final. Por isso, aquela ansiedade de esperar pelo próximo episódio da semana que eu falei no começo do texto talvez nem funcione muito bem nesse caso.

Mas eu nem diria que esse é o problema da série, porque essa falta de rítimo é substituida pela beleza e qualidade que podemos observar em cada detalhe, em cada cena, algo que é indiscutível. Mas talvez o grande problema seja que Boardwalk Empire tem um começo que me faz lembar daquelas séries de um homem só das quais eu já falei que não me conquistam, onde tudo gira em torno do personagem principal, que nesse caso é maravilhoso diga-se de passagem, mas que assim vc demora para se apegar aos demais personagens da trama.

Tudo vai melhorando do meio para o fim, os demais personagens que parecem apenas coadjuvantes dessa história rica em detalhes vão ganhando espaço aos poucos, o que pesou um pouco pra mim no começo, confesso. Mas vale a pena esperar, fikdik.

Mesmo assim, fiquei bem feliz de ver o Steve Buscemi ganhando a oportunidade da sua vida, vivendo um excelente protagonista. Depois de tantos papéis menores em filmes e até em outras séries, eu achei mais do que merecido. Sem contar que ele provou em Boardwalk Empire que tem muito talento como ator, levando boa parte da temporada sozinho e com muita facilidade. Clap Clap Clap!

Outro ponto forte da série é a violência, que esta presente em quase todos eps, que apesar de conter cenas bem fortes em alguns deles, a série se mostra preocupada com a beleza dessas cenas. No episódio piloto por exemplo, que ganhou a direção do próprio Scorsese, é nítida a sua identidade e assinatura em cada cena. Mas também não estamos falando de um diretor qualquer neam?  Mortes bem cuidadas, detalhes dos sapatos bicolores impecáveis, tiros no meio da testa e  muito sangue espirrando pelas paredes. Cool!

Aliás, falando em coisas bonitas de se ver, que abertura maravileeeandra hein?

Sem contar a viagem ao passado que Boardwalk nos proporciona em meio a sua caracterização, dos cenários de época bem elaborados e maravileeeandros, posters também de  época espalhados por toda a cidade, números sensacionais de cabaré. Simplesmente um delícia de se ver para quem gosta de coisas antigas assim como eu.

E o figurino é um caso a parte, super bem cuidado, carregado de detalhes e com todo o charme que os 20’s merece. Mulheres absurdamente bem produzidas, homens alinhados e crianças vestidas de marinheiro, howcoolisthat? Cabelos, make up, tudo colabora para deixar o look burlesco ainda mais encantador. E ao contrário do que acontece na maioria das produções, dessa vez os looks masculinos ganharam o mesmo cuidado do que os femininos e isso eu achei bem chic. Os tais sapatos bicolores, ternos alinhados de risca de giz, xadrez largo também para os ternos, gravatas borboletas e muitos chapéus. Coisa realmente phina!

E é de Lucy, (que a princípio é a amante prepotente, arrogante e infantil de Nucky) o prêmio de figurino mais fundamento da série. E é também o prêmio de quem mais paga pererequinha (Oficina de Estilo feelings) durante os eps, rs.

Gosto também do personagem Jimmy Darmody (Michael Pitt),  extremamente ambicioso, violento e que se envolve cada vez mais com o mundo do crime, tudo em nome de garantir uma vida melhor para a sua família. E eu acho ele a cara do vocalista do Arcade Fire, fatão! E o que é linda aquela mãe burlesca dele hein?

As mulheres da série ganham o seu destaque com o tempo, como a viúva Margareth, que vem de um casamento infeliz e violento, do qual o “herói” da série acaba dando um jeitnho de logo tirar o violento marido da jogada. Com o tempo ela vai se envolvendo com Nucky e começa a perceber como funcionam os negócios da máfia e o tamanho dos lucros do seu amatnte. Mesmo não concordando com o american way of  life de Thompson, ela acaba aceitando a sua condição de “preferida do chefe” e as vezes usa as informações que tem como forma de chantagem, caminho que eu acho perigoso e não entendo muito bem como Nucky aceita. Mas talvez esse seja mais um caso do marido mandão que precisa de uma mulher mais mandona ainda para sobreviver. Típico…

O final da trama da Season 1 não é muito surpreendente e tudo vai se ajeitando facilmente para todos, o que eu achei um pouco “fácil” demais, ainda mais se vc pensar que eles estão retratando o berço do crime organizado, da máfia,  onde tudo começou. Mas parece que nem tudo esta tão tranquilo como na paisagem calma da última cena da temporada e a briga pelo poder de Atlantic City parece que ainda vai render muito sangue para todos os lados.

Cuidado Nucky Thompson, alguém bem próximo (detesto aquele irmão invejoso dele)  já esta pensando em puxar o seu tapete e ele ganhou aliados,  fikdik

Como uma das minhas leitoras havia me dito, realmente cada episódio da série parece um filme, com uma direção de arte impecável e que deve custar pencas.

Se eu vou assistir a Season 2? Vou sim, mas como a série não me desperta a ansiedade,  talvez eu espere acabar para começar a ver com mais tempo tudo de uma vez.

Coisa phina, série do tipo que pode gritar: eu sou ricah! rs

Travis Bickle magia

Novembro 10, 2010

Que filme não? Assisti no finde a minha own edição definitiva e dupla (aquele bem metido) desse clássico do Martin Scorsese (me lembro de ter ficado bem emocionado quando ele finalmente ganhou o seu tardio Oscar), que é simplesmente sensacional.

Robert De Niro rebelde, boy magia antigo, com 26 anos e leeeeandro com sua pinta na bochecha. Sou mesmo apaixonado pelo Travis e tmbm pelo De Niro, fatão! Quanta sinceridade em seu discurso, quanta verdade. Um verdadeiro herói.

E o filme ainda tem a Jodie Foster garota de tudo, com um dos figurinos mais lindos ever, mesmo sendo tão simples. Ai ai!

Animado com a minha escolha do finde, eu lembrei do lançamento desse livro báfu e imperdível da editora TASCHEN, uma edição limitada de apenas 1000 cópias, com fotos de Steve Shapiro dos bastidores desse clássico, que é o meu objeto de desejo do momento.

Eu acharia bem digno receber essa preciosidade como presente de Natal, vcs não? (aquele que aproveita e deixa um fikdik)

Agora um momento gossip: fiquei sabendo que o De Niro esta a procura de uma locação aqui no Brasil para montar o seu own restaurante, fatão! Ele estaria decidindo entre o Rio e SP e parece que esteve aqui  nos Jardins, por esses dias para escolher ele mesmo o espaço. Agora, vc imagina se de repente eu, Essy, estou andando tranquilamente pelas ruas de SP e acabo dando de cara com o Robert Fucking De Niro? Hein?

Sonho! Beijomorri!

 


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